tag:blogger.com,1999:blog-106044922008-07-23T23:06:31.872+01:00Um Homem das CidadesDiogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comBlogger712125tag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-98289497088544662008-07-18T11:06:00.004+01:002008-07-18T11:20:30.224+01:00McCain, Hillay e Barack Obama foram prestar tributo ao lóbi israelita<div align="justify">Jon Stewart, do Daily Show, mostra-nos, com a sua habitual ironia, a ida dos três candidatos à presidência norte-americana à AIPAC (American Israeli Political Activity Committee), a principal representação dos interesses judaicos em Washington. Em suma, John McCain, Hillay Clinton e Barack Obama foram prestar tributo ao lóbi israelita:<br /><br /><b><span style="color:#3333ff;">Jon Stewart:</span></b> O virtual candidato republicano John McCain, o virtual nomeado democrata Barack Obama e a PresidenteVirtual Hillay Clinton, foram à conferência da Comissão Israelo-Americana (AIPAC). A AIPAC é o principal grupo de pressão pró-Israel e para um candidato a Presidente é importante fazer uma visitinha e ligar-lhe de vez em quando. Obviamente estes três candidatos são vistos de forma muito diferente pela comunidade judaica. Mccain é visto como um guerreiro no qual se pode confiar. A Senadora Clinton é vista como uma figura política histórica. E Obama, não têm bem a certeza. O gajo é preto? Ou é árabe? Ou é o quê? Não sabem, não fazem ideia.<br /><br /><b><span style="color:#006600;">Barack Obama:</span></b> Há muito que compreendo o desejo que Israel tem de paz e a necessidade que tem de segurança. Mas isso tornou-se óbvio durante as viagens de que o Lee falou há dois anos quando fui a Israel.<br /><br /><b><span style="color:#3333ff;">Jon Stewart:</span></b> Ah, uma visita em pessoa? Um ponto para ele na coluna gimmel. Senadora Clinton?<br /><br /><b><span style="color:#ff6600;">Hillay Clinton:</span></b> Desde a minha primeira visita a Israel em 1982, até à mais recente, vi em primeira-mão o que Israel conseguiu.<br /><br /><b><span style="color:#3333ff;">Jon Stewart</span></b> (a imitar Hillary): ele (Barack) só lá esteve uma vez! Eu vou lá tanta vez que até tenho cartão de passageira frequente. O McCain vai ver-se à rasca para fazer melhor.<br /><br /><b><span style="color:#cc0000;">John McCain:</span></b> Estive recentemente em Jerusalém com o senador Lieberman…<br /><br /><b><span style="color:#3333ff;">Jon Stewart:</span></b> Ganhou senador. Mas, sabe, quando se vai a Israel não é preciso levar o nosso próprio judeu. Há lá uma grande variedade por onde escolher. Mas foi um bom toque. Tem um grande amigo que é judeu. Senadora Clinton?<br /><br /><b><span style="color:#ff6600;">Hillay Clinton:</span></b> Estar aqui hoje faz-me recordar uma passagem de Isaías…<br /><br /><b><span style="color:#3333ff;">Jon Stewart:</span></b> Ena! Ela conhece um judeu da Bíblia.. Conhece-o no sentido bíblico. Senador Obama, tem de matar o jogo…<br /><br /><b><span style="color:#006600;">Barack Obama:</span></b> Conheci um conselheiro num campo de férias … que era um judeu americano mas tinha vivido em Israel durante uns tempos.<br /><br /><b><span style="color:#3333ff;">Jon Stewart:</span></b> O melhor que arranjas é um judeu num campo de férias há 30 anos? Pior do que isso só dizer – “eh, pessoal, uma vez aluguei o filme Yentl”. Bom, mas uma coisa é verdade, grande parte da amizade por um país como Israel é fazer uma crítica construtiva às suas políticas que poderão não ser positivas para o mundo. Portanto vamos ouvir as críticas dos candidatos às actuais políticas de Israel.<br /><br /><b><span style="color:#006600;">Barack Obama:</span></b> (silêncio).<br /><br /><b><span style="color:#ff6600;">Hillay Clinton:</span></b> (silêncio).<br /><br /><b><span style="color:#cc0000;">John McCain:</span></b> (silêncio).<br /><br /><b><span style="color:#3333ff;">Jon Stewart:</span></b> Ora, esqueci-me. Não se pode dizer nada de crítico sobre Israel quando se quer chegar a Presidente. O que é engraçado, porque, sabem onde é que se pode criticar Israel? Em Israel.<br /><br /><br />Vídeo legendado em português (5:24 m):<br /><br /><embed src="http://d.yimg.com/static.video.yahoo.com/yep/YV_YEP.swf?ver=" width="512" height="323" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" bgcolor="#000000" flashvars="id=8533695&vid=2976959&lang=en-us&intl=us&thumbUrl=http%3A//us.i1.yimg.com/us.yimg.com/p/i/bcst/videosearch/3833/67295385.jpeg&embed=1"></embed> </div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-45642887377568558452008-07-15T18:47:00.017+01:002008-07-16T13:46:02.307+01:00Ben-Gurion - Devemos usar o terror, o assassínio e a confiscação da terra para libertar a Galileia da sua população árabe<div align="justify">A figura abaixo mostra a divisão da Palestina entre palestinianos e israelitas desde 1946 até 2000. <strong><span style="color:#009900;">A verde, o território palestiniano</span></strong> e a branco, o território israelita.<br /><br /><strong><span style="color:#ff6600;">Figura 1</span></strong> – A Palestina em 1946.<br /><br /><strong><span style="color:#ff6600;">Figura 2</span></strong> – A Palestina em 1947, após a partilha do território pelas Nações Unidas.<br /><br /><strong><span style="color:#ff6600;">Figura 3</span></strong> – A Palestina em 1967.<br /><br /><strong><span style="color:#ff6600;">Figura 4</span></strong> – A Palestina em 2000.<br /><br />(Clicar para ampliar a imagem):<br /><br /><a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHzi3FDnwaI/AAAAAAAABQM/1bBEIdwWxUc/s1600-h/Palestina_map.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223299103720980898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHzi3FDnwaI/AAAAAAAABQM/1bBEIdwWxUc/s400/Palestina_map.jpg" border="0" /></a> <br />Para melhor compreensão da «evolução na redistribuição» da Palestina entre palestinianos e israelitas, atente-se na opinião de alguns dos principais dirigentes israelitas:<br /><br /><a href="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHzvjQrV3ZI/AAAAAAAABQU/7meTQGBVJ64/s1600-h/Moshe.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223313056894147986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHzvjQrV3ZI/AAAAAAAABQU/7meTQGBVJ64/s320/Moshe.bmp" border="0" /></a><strong><span style="color:#cc0000;">Moshe Dayan</span></strong> (1915 — 1981), foi responsável pelas mais importantes vitórias de Israel nas guerras contra seus vizinhos árabes.<br /><br />- "<span style="color:#000099;">Se se tem o Livro da Bíblia, e o Povo do Livro, então tem-se também a Terra da Bíblia – dos Juízes e dos Patriarcas em Jerusalém, Hebron, Jericó e das terras em redor</span>." [<em>If you have the Book of the Bible, and the People of the Book, then you also have the Land of the Bible -- of the Judges and of the Patriarchs in Jerusalem, Hebron, Jericho and thereabouts</em>] - Moshe Dayan, Jerusalem Post, August 10, 1967.<br /><br />- "<span style="color:#000099;">Reparem na Declaração de Independência Americana. Não contém qualquer menção a limites territoriais. Nós não somos obrigados a fixar os limites do Estado</span>." [<em>Take the American Declaration of Independence. It contains no mention of territorial limits. We are not obliged to fix the limits of the State.</em>] - Moshe Dayan, Jerusalem Post, August 10, 1967<br /><br /><br /><a href="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHzvp3RxIlI/AAAAAAAABQc/rUEDPabAhVs/s1600-h/Begin.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223313170335081042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHzvp3RxIlI/AAAAAAAABQc/rUEDPabAhVs/s320/Begin.bmp" border="0" /></a><strong><span style="color:#cc0000;">Menachem Begin</span></strong> (1913-1922) foi um politico israelita, Prémio Nobel da Paz e Primeiro Ministro de Israel.<br /><br />- "<span style="color:#000099;">Esta terra foi-nos prometida e nós temos direito a ela</span>." [<em>This land has been promised to us and we have a right to it.</em>] – Afirmação de Menachem Begin em Oslo, Jornal Davar, 12 de Dezembro de 1978.<br /><br />- "A<span style="color:#000099;"> Terra de Israel será devolvida ao povo de Israel. Toda ela. E para sempre</span>." [<em>Eretz Israel will be restored to the people of Israel. All of it. And for ever</em>.] - Menachem Begin, The Revolt: The History of Irgun, p. 33.<br /><br />- "<span style="color:#000099;">O povo Judeu possui um incontestável, eterno, direito histórico à Terra de Israel, a herança dos seus antepassados...</span>" [<em>the Jewish people have unchallengeable, eternal, historic right to the Land of Israel, the inheritance of their forefathers</em>] - (Iron Wall, p. 354-355)<br /><br /><br /><a href="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHzv4MvubCI/AAAAAAAABQk/vdNKB479tIQ/s1600-h/Ben.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223313416616045602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHzv4MvubCI/AAAAAAAABQk/vdNKB479tIQ/s320/Ben.bmp" border="0" /></a><strong><span style="color:#cc0000;">David Ben-Gurion</span></strong> (1886 — 1973), judeu polaco, foi o primeiro chefe de governo de Israel.<br /><br />- "<span style="color:#000099;">O status quo não será mantido. Fundámos um Estado dinâmico, empenhado na expansão</span>." [<em>To maintain the status quo will not do. We have set up a dynamic state, bent on expansion</em>.] - Ben-Gurion, Rebirth and Destiny of Israel, p. 419 [Renascimento e Destino de Israel].<br /><br />- "<span style="color:#000099;">Devemos usar o terror, o assassínio, a intimidação, a confiscação da terra, e o corte de todos os serviços sociais para libertar a Galileia da sua população árabe</span>." [<em>We must use terror, assassination, intimidation, land confiscation, and the cutting of all social services to rid the Galilee of its Arab population.</em>] - David Ben-Gurion, May 1948, to the General Staff. From Ben-Gurion, A Biography, by Michael Ben-Zohar, Delacorte, New York 1978.<br />. </div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-58018872880244311862008-07-10T11:11:00.032+01:002008-07-17T01:00:20.418+01:00Seis milhões de Judeus<div align="justify">(<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Holocaust"><strong><span style="color:#3333ff;">Wikipedia</span></strong></a>) - <span style="color:#006600;">O Holocausto é o termo geralmente usado para descrever o genocídio de aproximadamente <strong><span style="color:#cc0000;">seis milhões de Judeus</span></strong> Europeus durante a Segunda Guerra Mundial, como parte de um programa de extermínio deliberado planeado e executado pelo regime Nazi na Alemanha liderada por Adolf Hitler.</span><br /><br />Curiosamente, em <strong><span style="color:#3333ff;">1939-1945</span></strong>, não foi a primeira vez que <strong><span style="color:#cc0000;">seis milhões de judeus</span></strong> foram molestados (neste caso, exterminados pelos Nazis). Já em <strong><span style="color:#3333ff;">1919</span></strong>, um ano depois de terminada a Primeira Guerra Mundial, <strong><span style="color:#cc0000;">seis milhões de Judeus</span></strong> estiveram condenados a morrer à fome numa Europa hostil [Revista: "<em>The American Hebrew</em>"]. E mesmo mesmo dezassete anos antes, em <strong><span style="color:#3333ff;">1902</span></strong>, <strong><span style="color:#cc0000;">seis milhões de Judeus</span></strong> estiveram a ser sistematicamente humilhados na Rússia e na Roménia [Enciclopédia Britânica].<br /><br /><a href="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHXvBLjpDcI/AAAAAAAABP8/k93ZI2Y-Rgw/s1600-h/Martin+H.+Glynn.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221342146567146946" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHXvBLjpDcI/AAAAAAAABP8/k93ZI2Y-Rgw/s400/Martin+H.+Glynn.bmp" border="0" /></a>Na Revista «American Hebrew» de 31 de Outubro de 1919, surgiu um artigo entitulado "<strong>A Crucificação dos Judeus Tem de Parar</strong>!" [<em>The Crucifixion of Jews Must Stop</em>!], escrito por Martin H Glynn, ex-governador do Estado de Nova Iorque. O artigo foi publicado um ano depois de terminada a Primeira Guerra Mundial, aproximadamente 20 anos antes do rebentar da Segunda Guerra Mundial. <strong>O artigo refere por sete vezes o número 'seis milhões de Judeus'</strong>.<br /><br />(Clicar nas imagens para aumentar)<br /><br /><a href="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHXt7V1o5RI/AAAAAAAABPs/QeOiCgW-8NM/s1600-h/crucifixion+1.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221340946736145682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHXt7V1o5RI/AAAAAAAABPs/QeOiCgW-8NM/s400/crucifixion+1.bmp" border="0" /></a><a href="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHXtzMtxPtI/AAAAAAAABPk/yMXq-gWjx7A/s1600-h/crucifixion+2.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221340806848265938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHXtzMtxPtI/AAAAAAAABPk/yMXq-gWjx7A/s400/crucifixion+2.bmp" border="0" /></a><br /><span style="color:#000099;"></div><div align="center"><span style="color:#ff6600;"><strong>The American Hebrew (1919) - páginas 582 e 601</strong></span><br /><br /></div><div align="justify">Do outro lado do mar <span style="color:#cc0000;"><strong>seis milhões</strong> de homens e mulheres pedem a nossa ajuda</span>, e oitocentas mil criancinhas choram por pão.<br /><br />Estas crianças, estes homens e mulheres são os nossos companheiros da família humana, com a mesma reivindicação à vida, a mesma susceptibilidade ao frio do Inverno, a mesma propensão para morrer perante as garras da fome. Dentro deles residem as ilimitadas possibilidades para o progresso da raça humana como residiriam naturalmente em <span style="color:#cc0000;"><strong>seis milhões</strong></span> de seres humanos. Não devemos ser os seus protectores mas temos de ser o seu socorro.<br /><br />Em face da morte, na tortura da fome não há lugar para distinções mentais ou credos, não existe lugar para diferenciações raciais. Nesta catástrofe, quando <span style="color:#cc0000;"><strong>seis milhões</strong> de seres humanos estão a caminhar rapidamente para a sepultura</span> por um destino cruel e inflexível, só a mais idealista persuasão da natureza humana pode influenciar o coração e mover a mão.<br /><br /><span style="color:#cc0000;"><strong>Seis milhões</strong> de homens e mulheres estão a morrer</span> de carência das coisas mais básicas da vida; oitocentas mil crianças choram por pão. E este destino impende sobre eles embora não tenham culpa disso, embora não tenham transgredido as leis de Deus ou do homem, mas por causa da terrível tirania da guerra e <strong>um fanático desejo de sangue Judeu</strong>.<br /><br /><strong>Neste ameaçador holocausto</strong> de vida humana, são esquecidos os preciosismos das distinções filosóficas, são esquecidas as diferenças da interpretação histórica, e a determinação para ajudar os sem ajuda, dar abrigo aos sem-abrigo, vestir os nus e alimentar os que têm fome torna-se numa religião em cujo altar homens de todas as raças podem rezar e mulheres de todos os credos podem ajoelhar-se. Perante esta calamidade, as modas temporais dos homens desmoronam-se perante as eternas verdades da vida, e acordamos para o facto de que todos somos uma criação de Deus e que todos nos encontraremos perante o tribunal de Deus no dia do juízo final. E quando chegar o dia do juízo final uma mera oração não valerá um tostão; mas obras, simples obras intangíveis, obras que secam as lágrimas do sofrimento e aliviam a dor da aflição, obras que no espírito do Bom Samaritano derramam óleo e vinho nas feridas e encontram alimento e abrigo para os que sofrem e para os aflitos, terão mais peso que todas as estrelas no céu, toda a água dos mares, todas as pedras e metais nos astros que giram no firmamento à nossa volta.<br /><br />A raça é uma questão de acaso; o credo, é em parte uma questão de herança, em parte uma questão de ambiente, em parte uma questão de raciocínio; mas as nossas necessidades físicas e corporais estão implantadas em todos nós pelas mãos de Deus, e o homem ou a mulher que podem, e se recusam, a ouvir o grito da fome; que podem, e se negam, a prestar atenção aos lamentos dos que morrem; os que podem, e não fazem, estender uma mão amiga àqueles que se afundam sob as ondas da adversidade é um assassino de instintivos mais selvagens, um traidor à causa da família humana e um apóstata das leis naturais escritas em todos os corações humanos pelo dedo do próprio Deus.<br /><br />E assim, no espírito que tornou a oferenda em cobre da pobre viúva em prata, e a prata em ouro quando colocado no altar de Deus, é feito um chamamento ao povo deste país para <span style="color:#cc0000;">santificar o seu dinheiro com a dádiva de 35 milhões de dólares em nome da humanidade de Moisés aos <strong>seis milhões</strong> de homens e mulheres famintos</span>.<br /><br /><span style="color:#cc0000;"><strong>Seis milhões</strong> de homens e mulheres estão a morrer</span> – oitocentas mil crianças estão a chorar por pão. E porquê?<br /><br />Por causa de uma guerra para derrubar a Autocracia e dar à Democracia o ceptro dos justos.<br /><br />E nessa guerra pela democracia 200,000 rapazes judeus dos Estados Unidos combateram sob a bandeira americana. Só na 77ª Divisão havia 14,000 deles, e na floresta de Argonne esta divisão capturou 54 peças de artilharia alemã. Isto mostra quem em Argonne os rapazes judeus dos Estados Unidos combateram pela democracia tal como Joshua lutou contra os Amalequitas nas planícies de Abraão. Num discurso ao denominado "Batalhão Perdido" [Lost Battalion] comandado pelo coronel Whittlesey de Pittsfield, o general de divisão Alexander mostrou de que fibra eram formados estes rapazes judeus. Por qualquer motivo o comando de Whittlesey foi cercado. Tinham poucas rações. Tentaram comunicar com a retaguarda dando conta da sua luta. Tentaram e voltaram a tentar, mas os seus homens nunca conseguiram. A paralisia, a estupefacção e o desespero fizeram-se sentir. E no momento mais difícil e quando tudo parecia perdido, um soldado adiantou-se e disse ao coronel Whittlesey: "Vou tentar furar o cerco." Ele tentou, foi ferido, arrastou-se e rastejou, mas conseguiu passar. Hoje usa a Cruz por Serviços Excepcionais [Distinguished Service Cross] e o seu nome é Abraham Krotoshansky.<br /><br />Por causa desta guerra pela Democracia <span style="color:#cc0000;"><strong>seis milhões</strong> de Judeus, homens e mulheres estão a morrer de fome do outro lado do mar</span>; oitocentos mil bebés Judeus estão a chorar por pão.<br /><br />Em nome de Abraham Krotoshinsky que salvou o "Lost Battalion," em nome dos outros cento e noventa e nove mil, novecentos e noventa e nove rapazes Judeus que combateram pela Democracia sob a bandeira americana, vocês não dariam cobre, ou prata, ou ouro, para manter a vida nos corações destes homens e destas mulheres; para manter o sangue nos corpos destas crianças?<br /><br /><strong>Na guerra mundial o Judeu ajudou toda a gente excepto o Judeu</strong>. "Além" ajudou no acampamento, no conselho e no conflito. "Acolá" ajudou a Cruz Vermelha, a Associação de Jovens Cristãos [Y.M.C.A.], os "Knights of Columbus" [Cavaleiros de Colombo - organização católica], a Maçonaria [the Masons], o Exército de Salvação e toda a gente. <strong>Portanto agora é a altura de todos ajudarem o Judeu, e Deus sabe que é agora que ele precisa</strong>.<br /><br />Das trevas desta guerra, todas as outras raças, salvo uma ou duas, teve direito a um raio de sol. Mas entre as trevas circundantes não houve luz para o Judeu "para vós me guiardes". <strong>A guerra acabou para todos menos para o Judeu</strong>. O punhal ainda está na sua garganta e uma ânsia, velha de um século, irracional e absurda por sangue Judeu abre-lhe as veias. O Judeu na Roménia, Polónia e Ucrânia é feito o bode expiatório da guerra. Desde que o armistício foi assinado, milhares de Judeus na Ucrânia foram oferecidos como sacrifícios vivos a ambições diabólicas e a paixões fanáticas – as suas gargantas cortadas, os seus corpos rasgados membro a membro por bandos assassinos da soldadesca ciumenta. Na cidade de Proskunoff, há poucas semanas atrás, a madrugada viu a porta de cada casa onde vivia um Judeu marcada para um massacre.<br /><br />Durante quatro dias, do nascer ao pôr do sol, fanáticos utilizaram a navalha como demónios do inferno, parando apenas para comer, ébrios com o sangue das vítimas Judias. Mataram os homens; foram menos misericordiosos com as mulheres. Violaram-nas e depois mataram-nas. De um objectivo a uma loucura, de uma loucura a um hábito, <strong>aconteceu esta matança de Judeus</strong>, até que em quatro dias as ruas de Proskunoff ficaram vermelhas como sarjetas de um matadouro, até que as suas casas se tornaram na morgue de milhares de seres humanos assassinados cujos feridas abertas gritaram por vingança e cujos olhos ficaram empedernidos com os horrores a que assistiram. Como disse o honorável Simon W. Rosendale, parafraseando apropriadamente o pensamento de Bobby Burns no seu discurso recente, é a velha história da "desumanidade de uns homens para com outros que colocam incontáveis milhares de luto". Assim como aconteceu em Proskunoff, o mesmo aconteceu em centenas de outros lugares. A história sangrenta repete-se ad nauseum. É a mesma história manchada de lágrimas – sempre a velha mancha sobre o brasão da humanidade. Realmente, Byron estava certo quando escreveu:<br /><br /></div><div align="center">Tribos dos pés errantes e do peito fatigado<br />Para que lugar devem fugir para estarem em descanso?<br />O pombo selvagem tem o seu ninho, a raposa a sua toca,<br />A humanidade os seus países, Israel apenas a sepultura.<br /><br />[<em>Tribes of the wandering feet and weary breast<br />Whither shall ye flee to be at rest?<br />The wild dove hath her nest, the fox his cave,<br />Mankind their countries, Israel but the grave</em>.]<br /><br /></div><div align="justify">[Ilegível] para um lugar ao sol, e <strong>a crucificação dos Judeus tem de parar</strong>. Dizemo-lo novamente, a guerra acabou para todos menos para os Judeus. Como Isaac com a faca na garganta, mas ao contrário de Isaac, nenhum poder é capaz de parar o aço da avidez pelo seu sangue. Mas algum poder no mundo tem de se levantar para <strong>impedir o extermínio de uma raça digna</strong>. Em nome da paz no mundo temos de ter uma Liga das nações por todos os meios; mas pela Humanidade no Mundo, para fazer justiça ao Judeu e a outros povos oprimidos na terra, deixem-nos ter as Tréguas de Deus!<br /><br /></div><div align="center">****************************</span><br /><br /></div><div align="justify">Mas já <strong>dezassete anos antes</strong> da publicação do artigo anterior na revista «The American Hebrew», também na Enciclopédia Britânica, em 1902, já se denunciava as provações de <strong>seis milhões de Judeus</strong>:<br /><br />Na página 482 de um artigo sobre Anti-semitismo na 10ª edição da <strong>Enciclopédia Britânica (1902)</strong> encontram-se as palavras: "<span style="color:#000099;"><span style="color:#cc0000;">Enquanto existem na Rússia e na Roménia <strong>seis milhões de Judeus</strong> que estão a ser sistematicamente humilhados</span>...</span> [<em>While there are in Russia and Rumania six millions of Jews who are being systematically degraded...</em>]. Estas palavras surgem no último parágrafo da coluna da esquerda da imagem seguinte e precedem a referência aos Seis Milhões das vítimas Judias da Segunda Guerra Mundial em aproximadamente 40 anos:<br /><br /><a href="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHXtqnGL8oI/AAAAAAAABPc/9OeFrZvH0zY/s1600-h/Enciclopedia+bitanica.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221340659311178370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHXtqnGL8oI/AAAAAAAABPc/9OeFrZvH0zY/s400/Enciclopedia+bitanica.bmp" border="0" /></a><a href="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHcr6cWIbGI/AAAAAAAABQE/ZKg_yEcnqbg/s1600-h/Enciclopedia+bitanica+2.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221690576000805986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHcr6cWIbGI/AAAAAAAABQE/ZKg_yEcnqbg/s400/Enciclopedia+bitanica+2.bmp" border="0" /></a><strong>Enciclopédia Britânica (1902)</strong>: [<em><span style="color:#006600;">While there are in Russia and Rumania six millions of Jews who are being systematically degraded...</span></em>] "<span style="color:#000099;"><span style="color:#cc0000;">Enquanto existem na Rússia e na Roménia <strong>seis milhões de Judeus</strong> que estão a ser sistematicamente humilhados...</span></span>"<br />. </div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-86360021241346633002008-07-08T17:34:00.006+01:002008-07-08T20:24:47.197+01:00Lóbi das obras públicas, o grande financiador dos partidos do ‘centrão'<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2113/828/1600/805485/Miguel%20Sousa%20Tavares.jpg"><img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2113/828/320/162635/Miguel%20Sousa%20Tavares.jpg" border="0" /></a><strong><span style="color:#3333ff;">Miguel Sousa Tavares</span></strong><br /><br /><span style="color:#006600;">Expresso 05/07/2008</span><br /><br />«Manuela Ferreira Leite tem toda a razão, quando <strong>denuncia a inutilidade de obras públicas que não são essenciais</strong>, que não obedecem a uma estratégia conhecida de desenvolvimento, que são lançadas quando se enfrenta uma crise e se tenta a todo o custo conter o défice, e quando a factura é remetida para os nossos filhos. E tem toda a coragem, quando <strong><span style="color:#cc0000;">ousa enfrentar o lóbi das obras públicas, que é o grande financiador dos partidos do ‘centrão’</span></strong>. Caiu-lhe em cima a CIP e a AICCOP, uma das associações do sector, justamente alarmadas.<br /><br />Diz o presidente desta última que "compete à iniciativa privada assumir-se como motor de desenvolvimento e o que nós pedimos é que o Estado crie as condições para se iniciar um novo ciclo de investimento". Eu traduzo, para o caso de ainda haver alguém que não perceba: eles são iniciativa privada para os devidos fins de respeitabilidade e estatuto; <strong>mas só são iniciativa se o Estado lhes garantir as empreitadas e os negócios e só são privados para colherem os lucros, ficando os riscos para o Estado</strong>. É assim como se o merceeiro da esquina dissesse: ‘Se o Estado me garantir que compra todo o «stock» que eu não conseguir vender, eu garanto a minha iniciativa privada de comerciante’.»<br /><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">Comentário:</span></strong><br /><br />Como se a Manuela tivesse vontade de enfrentar o lóbi das obras públicas! Como se a Manuela, tal como o Sócrates, não fizesse parte do tal centrão que é financiado pelo dito lóbi.<br /><br />O Sócrates e a Manuela estão para o lóbi das obras públicas, como o Bush e a Hillary estão para o lóbi militar-industrial americano. Meros "public relations representing business".<br />.</div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-10759443348168518662008-07-07T12:05:00.006+01:002008-07-07T19:01:57.928+01:00TVI - É falso um dos argumentos centrais do Governo para fechar o Aeroporto da Portela<div align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHH4xZ67MnI/AAAAAAAABPM/xoa0E4FctWU/s1600-h/TVI+Portela+6+Junho.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220226970754429554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHH4xZ67MnI/AAAAAAAABPM/xoa0E4FctWU/s400/TVI+Portela+6+Junho.bmp" border="0" /></a><br /><a href="http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=960047"><strong><span style="color:#3333ff;">Notícia TVI - 2008-06-06</span></strong></a><br /><br /><strong><span style="color:#ff6600;">Aeroporto da Portela tem afinal muitos espaços livres</span></strong><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">A falta de espaços para os aviões aterrarem e descolarem é muito mais problemático na grande maioria dos aeroportos de outras capitais europeias.</span></strong><br /><br /><br /><strong>É falso um dos argumentos centrais do Governo para fechar o Aeroporto da Portela</strong>. O actual aeroporto de Lisboa continua com tempos disponíveis para os aviões aterrarem e descolarem praticamente durante todo o dia.<br /><br />A falta de slots, o nome que os técnicos dão aos horários livres, é muito mais problemático na grande maioria dos aeroportos de outras capitais europeias.<br /><br />Este facto pode ser verificado numa simples consulta à Internet. O Aeroporto da Portela está muito longe de ter necessidade de recusar voos por falta de disponibilidade de slots.<br /><br /><strong>Desfazer esta mentira é algo que está ao alcance de todos</strong>. Se se for ao Google e pesquisar pela expressão slots na Portela aparece um estudo publicado online pelo especialista em transportes Rui Rodrigues.<br /><br />Com esse estudo aprende-se a consultar o site da Coordenação Internacional de slots.<br /><br />Se se atender à semana de 8 de Agosto, período por excelência de saturação de tráfego aéreo, o mapa de disponibilidades do Aeroporto da Portela mostra que, <strong>na maioria das horas, continuam disponíveis dezenas de tempos de descolagem e aterragem</strong>. Só há alguns problemas entre as 07:00 e as 08:00. Mesmo assim sem a disponibilidade do aeroporto não chega a estar esgotada.<br /><br />No mapa de disponibilidades do Aeroporto de Gatwick, em Londres, a mesma semana de Agosto está quase toda ocupada. Noutro aeroporto da capital britânica, em Heathrow, são ainda mais os horários onde não há espaço para aterrar ou descolar um único avião a mais.<br /><br />A empresa coordenadora de slots de Portugal confirma que não há recusa de slots na Portela, porque o aeroporto procura disponibilizar horários alternativos às companhias aéreas. A empresa argumenta com os constrangimentos ao estacionamento de aviões e das infra-estruturas de passageiros.<br /><br />João Soares, ex-presidente da Câmara de Lisboa, garante que só por má vontade é que não se resolve o problema com os terrenos disponíveis.<br /><br /><strong>Torna-se assim muito mais difícil perceber por que insiste o Governo em fechar a Portela</strong>. O pior é que o novo aeroporto pode tornar-se um «elefante branco». O custo estimado de 3 mil milhões de euros terá de ser pago ou pelos contribuintes ou pelos utilizadores. Por isso, é previsível que as taxas aeroportuárias a pagar pelos passageiros sejam elevadas, o que afastaria os voos das companhias low cost, que cada vez conquistam mais mercado.<br /><br />Os aeroportos portugueses cobram agora o dobro em taxas do que, por exemplo, os espanhóis. O aeroporto de Girona cobra 17 euros por cada passageiro que viaja para o Porto mas, no regresso, esse passageiro tem de pagar o dobro, quase 30 euros, para utilizar o aeroporto do Porto.<br /><br /><strong>O Aeroporto da Portela também cobra o dobro do aeroporto de Madrid</strong>. Os espanhóis, apesar de terem folga orçamental, optaram por construir aeroportos baratos, que servem de base às companhias low cost, que cada vez oferecem ligações directas para mais cidades europeias.<br /><br /><br /><br /><a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHH4pXqJwZI/AAAAAAAABPE/_tsm9dEKSnQ/s1600-h/TVI+Portela+6+Julho.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220226832708256146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SHH4pXqJwZI/AAAAAAAABPE/_tsm9dEKSnQ/s400/TVI+Portela+6+Julho.bmp" border="0" /></a><br /><a href="http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=969131"><strong><span style="color:#3333ff;">Reportagem TVI - 2008-07-04</span></strong></a><br /><br /><strong><span style="color:#ff6600;">Aeroporto da Portela tem espaço para crescer</span></strong><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">A uma hora de ponta, em pleno Verão, chega a passar meia hora sem que se movimente um único avião.</span></strong><br /><br /><br />É do senso comum e pode comprovar-se à vista desarmada que o aeroporto da Portela não está mesmo esgotado. <strong>A TVI filmou o aeroporto a uma hora de ponta, em pleno Verão, e verificou que chega a passar meia hora sem que se movimente um único avião</strong>. As previsões oficiais para este Verão também provam que a Portela é dos aeroportos com maior folga na Europa.<br /><br />A TVI confrontou o presidente da TAP com estes factos e <strong>Fernando Pinto acabou a explicar que, afinal, o grande problema é a falta de espaço para o estacionamento de aviões</strong>. Mas uma análise simples aos terrenos da Portela demonstra que o aeroporto ainda tem muito espaço para crescer e só não é ampliado porque parece não haver vontade política para isso.<br /><br />O encerramento da Portela representa por outro lado uma <strong>ameaça grave para o turismo</strong>. Os operadores turísticos têm medo que aconteça em Lisboa uma verdadeira «tragédia grega». Os gregos fizeram um aeroporto novo em Atenas, grande e caro, que afastou os turistas e levou muitas empresas do sector à falência.<br /><br />O receio é maior porque o turismo de Lisboa nunca viveu tão bem, graças aos voos das companhias aéreas de baixo custo. No Algarve, por exemplo, os hoteleiros até pagam a essas companhias para aterrarem em Faro. </div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-84694353271327675022008-07-03T11:06:00.013+01:002008-07-04T01:43:49.182+01:00Anti-semitismo: Hitler versus Churchill, Eisenhower e de Gaulle<div align="justify"><a href="http://clix.semanal.expresso.pt/unica/opiniao.asp?edition=1861&articleid=ES294910"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176181847385621762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/R9V99zI-xQI/AAAAAAAAA_c/kmfXSUGsUnk/s320/Pereira+Coutinho+3.jpg" border="0" /><br /><br /><strong><span style="color:#3333ff;">Expresso - 28/06/2008</span></strong></a><br /><br /><strong>Texto de João Pereira Coutinho</strong><br /><br /><strong><span style="color:#ff6600;">É a clandestinidade de «Mein Kampf» na Alemanha que alimenta os neonazis. Uma edição crítica destinada a explicar Hitler é a atitude correcta </span></strong><br /><br /><br /><a href="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SGynDtyi9zI/AAAAAAAABO8/6PIs7unSqL4/s1600-h/Churchill+-+Hitler.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218729750488610610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SGynDtyi9zI/AAAAAAAABO8/6PIs7unSqL4/s320/Churchill+-+Hitler.bmp" border="0" /></a>«A Segunda Guerra foi um acontecimento desnecessário na história contemporânea? Pat Buchanan, em livro que tem alimentado debates ferozes (<strong>Churchill, Hitler, and the Unnecessary War</strong>), defende que sim. A Segunda Guerra não se explica sem a profunda injustiça do Tratado de Versalhes, que destroçou uma Alemanha de joelhos. E não se explica sem o desejo bélico de Churchill, que arrastou os Estados Unidos para a dança e recusou a paz possível com a Alemanha. E, como conclusão, Buchanan acrescenta: se dúvidas houvesse sobre a inutilidade e a imoralidade da guerra, bastaria citar o Holocausto. <strong>O extermínio de seis milhões de judeus, mais do que um produto do anti-semitismo, foi sobretudo uma consequência lógica do conflito</strong>.<br /><br />Não cabe aqui uma crítica aos argumentos de Buchanan, que aliás não constituem propriamente uma novidade entre os «revisionistas». Importa apenas dizer que, sobre o último ponto, <strong>uma das formas mais eficazes de mostrar a inevitabilidade do Holocausto</strong> passa pela publicação e leitura do livro (ou, em rigor, dos dois livros) que Hitler publicou antes de chegar ao poder. Trata-se de Mein Kampf e não deixa de ser estranho que a obra, disponível em todo o mundo, esteja banida na Alemanha até 2015. O Estado da Baviera, que detém os direitos, impede a publicação integral do texto porque acredita que o livro de Hitler é um convite à propagação de ideias neonazis e um insulto às vítimas do Reich.<br /><br />É contra esta proibição que os historiadores alemães têm marchado. Duplamente marchado. Primeiro, porque é a clandestinidade do livro, e não a sua livre publicação, que alimenta o fanatismo neonazi. E, depois, porque é importante uma edição crítica antes de 2015, ou seja, antes do dilúvio editorial; <strong>uma edição destinada a explicar e a desmontar a mentalidade expansionista, revolucionária e anti-semita</strong> de um homem que acabaria por assombrar a Humanidade.<br /><br />É a atitude correcta. Porque, ao contrário do que escreve Buchanan, as ideias precedem os actos. E as más ideias, os piores actos.»<br /><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">Comentário:</span></strong><br /><br />Afirma João Pereira Coutinho que «<strong>uma das formas mais eficazes de mostrar a inevitabilidade do Holocausto</strong> passa pela publicação e leitura do Mein Kampf que Hitler publicou antes de chegar ao poder e que está banido na Alemanha até 2015». E defende ainda Coutinho a publicação de uma edição prévia destinada a explicar e a desmontar a mentalidade expansionista, revolucionária e anti-semita de um homem (Hitler) que acabaria por assombrar a Humanidade.<br /><br />Mas talvez ainda mais importante que o esclarecimento do anti-semitismo do Mein Kampf, seria uma explicação racional para a <strong>completa omissão sobre as câmaras de gás nazis, sobre o genocídio de judeus e sobre as seis milhões de vítimas judaicas, nas obras pós-guerra de Eisenhower, Churchill e de Gaulle</strong>.<br /><br /><br /><a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/RxoWE9vWDuI/AAAAAAAAAVk/SAWWAzGi6GI/s1600-h/tres+livros1.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123431800635789026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/RxoWE9vWDuI/AAAAAAAAAVk/SAWWAzGi6GI/s400/tres+livros1.jpg" border="0" /></a><br /><a href="http://www.ihr.org/jhr/v17/v17n2p19_Faurisson.html"><strong><span style="color:#3333ff;">Três das mais conhecidas obras</span></strong></a> sobre a Segunda Guerra Mundial são a «<a href="http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.largeprintreviews.com/ike.gif&imgrefurl=http://www.largeprintreviews.com/eisenhower.html&h=216&w=144&sz=23&hl=pt-PT&start=14&um=1&tbnid=1roHtQhnSYqT4M:&tbnh=107&tbnw=71&prev=/images%3Fq%3DEisenhower%2527s%2BCrusade%2Bin%2BEurope%2B%26svnum%3D10%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN"><strong><span style="color:#3333ff;">Cruzada na Europa</span></strong></a>» do General Eisenhower (Crusade in Europe - New York: Doubleday [Country Life Press], 1948), «<a href="http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.foliosoc.co.uk/folio/books/winston_churchill_2ww.jpg&imgrefurl=http://www.foliosoc.co.uk/folio/winston_churchill_2WW.php&h=289&w=340&sz=25&hl=pt-PT&start=2&tbnid=DxbJd0WXt9k3LM:&tbnh=101&tbnw=119&prev=/images%3Fq%3DWinston%2BChurchill%2BThe%2BSecond%2BWorld%2BWar%2B%26gbv%3D2%26svnum%3D10%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DG"><strong><span style="color:#3333ff;">A Segunda Guerra Mundial</span></strong></a>» de Winston Churchill (The Second World War - London: Cassell, 6 vols., 1948-1954), e o «<a href="http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://ec1.images-amazon.com/images/I/41864SH7B2L._SS500_.jpg&imgrefurl=http://www.amazon.fr/M%25C3%25A9moires-guerre-3-salut-1944-1946/dp/images/2266167502&h=500&w=500&sz=31&hl=pt-PT&start=17&tbnid=XxTFY_vtxdinQM:&tbnh=130&tbnw=130&prev=/images%3Fq%3Dde%2BGaulle%2B%2522M%25C3%25A9moires%2Bde%2Bguerre%2B%2522%26gbv%3D2%26svnum%3D10%26hl%3Dpt-PT"><strong><span style="color:#3333ff;">Memórias da Guerra</span></strong></a>» do General de Gaulle (Mémoires de guerre - Paris: Plon, 3 vols., 1954-1959). <strong>Nestas três obras não há uma única referência às câmaras de gás nazis</strong>.<br /><br />A «<strong>Cruzada na Europa</strong>» de Eisenhower é um livro de 559 páginas; os seis volumes de «<strong>A Segunda Guerra Mundial</strong>» de Churchill têm um total de 4.448 páginas; e o «<strong>Memórias da Guerra</strong>» do General de Gaulle possui 2.054 páginas. <strong><span style="color:#cc0000;">Em nenhuma destas três obras, publicadas entre 1948 e 1959, se encontra uma única referência às câmaras de gás nazis, ao genocídio de judeus, ou às seis milhões de vítimas judaicas da Guerra</span></strong>.<br /><br />As câmaras de gás, utilizadas para assassinar milhões de Judeus não mereceriam nem que fosse apenas uma <strong>referência passageira</strong>, nas obras de Eisenhower, Churchill ou de Gaulle?<br /><br />O que será mais anti-semita? O Mein Kampf de Hitler que sugere "ab anteriori" o Holocausto judeu, ou o silêncio "a posteriori" dos grandes estadistas ocidentais?<br />.</div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-8666262582134574952008-06-30T20:17:00.006+01:002008-06-30T22:23:09.623+01:00Portimão - tiros atingem pavilhão onde Sócrates discursou<a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SGlOje2dCbI/AAAAAAAABOs/gILH_tTySyM/s1600-h/Soc_Port1.bmp"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SGlOje2dCbI/AAAAAAAABOs/gILH_tTySyM/s400/Soc_Port1.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217788014769277362" /></a>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-37898742120070372562008-06-27T19:04:00.009+01:002008-06-30T00:29:56.679+01:00A concertação social<div align="justify"><a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SGgafQZye-I/AAAAAAAABOc/TrJpaqVObAQ/s1600-h/Proen%C3%A7a_2.bmp"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SGgafQZye-I/AAAAAAAABOc/TrJpaqVObAQ/s400/Proen%C3%A7a_2.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217449292590119906" /></a><br /><a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=966036&div_id=1730"></a><strong><span style="color:#3333ff;">Agência Financeira - 25-06-2008:</span></strong><br /><br />Os parceiros sociais saíram satisfeitos da reunião de concertação social, onde foi assinado um <strong>acordo tripartido</strong> em torno do novo Código do Trabalho.<br /><br />Apesar da CGTP ter batido com a porta, ao abandonar a reunião logo de manhã, a verdade é que a UGT, liderada por João Proença, manteve-se até ao fim e <strong>acabou por congratular-se com o acordo</strong>.<br /><br />«<strong>Este é um acordo bom para os trabalhadores</strong>», disse o líder da União à saída da reunião. «Foi um processo duro e de discussão sindical mas teve bons resultados. Achamos que se introduziram alterações significativas e que a revisão do código é essencial. <strong>Este acordo vem no bom sentido e terá um impacto social e económico significativo</strong>», reforçou o dirigente.<br /><br />Para João Proença o que está em causa é a luta pelo trabalho digno em Portugal. «<strong>Este acordo responde ao combate à precariedade laboral</strong>, reforça a negociação colectiva sem vazios e melhora os instrumentos de reforço da lei», acrescentou.<br /><br /><br /><br /><a href="http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=8930"><strong><span style="color:#3333ff;">Rádio Clube - Política - 29-05-2008:</span></strong></a><br /><br />Louçã acusa Sócrates de manipular sindicatos<br /><br />Francisco Louçã acusa o Governo de manipular os sindicatos e de se aproveitar de João Proença, líder da UGT para explicar ao Partido Socialista o acordo laboral assinado entre governo e sindicatos.<br /><br />Em resposta, o primeiro-ministro recusou a ideia de manipular os sindicatos, negou que alguma vez tenha usado João Proença para fazer passar as ideias do Governo e acusou Francisco Louçã de mentir.<br />.</div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-49381624287646492952008-06-25T11:25:00.027+01:002008-06-25T21:13:03.147+01:00A boçalidade internauta versus a propaganda dos «media de referência»<div align="justify"><a href="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/R9V99zI-xQI/AAAAAAAAA_c/kmfXSUGsUnk/s1600-h/Pereira+Coutinho+3.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176181847385621762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/R9V99zI-xQI/AAAAAAAAA_c/kmfXSUGsUnk/s320/Pereira+Coutinho+3.jpg" border="0" /></a><strong>Expresso - 21/06/2008</strong><br /><br /><strong>Texto de João Pereira Coutinho</strong><br /><br /><strong><span style="color:#ff6600;">A melhor forma de enfrentar o «culto do amador» está em procurar o profissional em nós. Porque somos nós o verdadeiro «filtro»</span></strong><br /><br />"Conhecem o «teorema do macaco infinito»? A ideia pertence a T.H. Huxley, que no século XIX afirmava que o macaco seria capaz de escrever uma peça de Shakespeare. Bastava, para tal, que dispuséssemos de macacos infinitos aos quais pudéssemos confiar máquinas de escrever infinitas. Um dia eles acabariam por medrar qualquer coisa de sublime."<br /><br />"Andrew Keen regressa ao teorema de Huxley em livro que deu polémica nos EUA e foi agora editado entre nós pela Guerra & Paz. Intitula-se «O Culto do Amadorismo». O título, como se costuma dizer, é todo um programa: entregue à multidão ignara - à geração YouTube, à geração Blogspot, à geração Wikipédia; no fundo, aos «macacos infinitos» -, <strong>a Internet está a arrasar com o mérito intelectual e artístico; a promover a ignorância e a boçalidade em larga escala</strong>; e a cultivar um narcisismo repulsivo em que milhões de alienados usam a rede para exporem os seus delírios."<br /><br />"O problema, no fundo, <strong>está na ausência de filtro, capaz de separar a qualidade da mediocridade</strong>. Num jornal clássico, existe um editor; na televisão, existe um programador; nos meios de comunicação, existem profissionais que julgam e seleccionam. <strong>A Internet é uma selva epistemológica e moral</strong> que, acredita Keen, só será espaço frequentável quando os mecanismos de julgamento e selecção tradicionais forem exercidos por profissionais cibernéticos."<br /><br />"Entendo o argumento de Keen. Mas é difícil concordar com o tom alarmista do autor. A Internet é um caos? Sem dúvida. Mas por cada vídeo idiota no YouTube, existem preciosidades musicais, históricas ou até filosóficas que seriam impensáveis há uma década. A melhor forma de enfrentar o «culto do amador» está em procurar, nas famílias ou nos amigos, nos livros ou nas escolas, o profissional em nós. <strong>Porque somos nós o verdadeiro «filtro» cibernético</strong>; os editores pessoais da informação que procuramos e recusamos; os programadores privados das imagens que nos inspiram ou repugnam."<br /><br />"A Internet mata a cultura tradicional? Pelo contrário: a Internet exige-a como nunca."<br /><br /></div><div align="center"><strong><span style="color:#3333ff;">***************************</span></strong><br /><br /></div><div align="justify">Numa edição anterior do Expresso, João Pereira Coutinho empunhava armas contra o que considerava:<br /><br /></div><div align="center"><strong><span style="color:#ff6600;">"A guerra contra o cliché"</span></strong><br /><br /></div><div align="justify">"Eu não sei se é possível escrever poesia depois de Auschwitz. <a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SGIkOnUbQ-I/AAAAAAAABOM/q93zKt47P60/s1600-h/Aus-WTC.bmp"><strong><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215771151939879906" style="FLOAT: left; MARGIN: 10px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SGIkOnUbQ-I/AAAAAAAABOM/q93zKt47P60/s320/Aus-WTC.bmp" border="0" /></strong></a>Mas sei que <strong>transformar Auschwitz em poesia transporta um risco fatal</strong>: converter o horror em sentimentalismo e o sentimentalismo em cliché. <strong>Foi o que aconteceu com o 11 de Setembro de 2001</strong>. Ou, melhor, com o 11 de Setembro de 2006, que acompanhei na imprensa e nas televisões. Com um saco de enjoo ao lado. Foram artigos emocionais. Fotografias pretensamente épicas, acompanhadas por frases pretensamente profundas. As últimas palavras dos mortos para amigos ou familiares, expostas em público como se fossem propriedade colectiva. Sem falar dos repulsivos "documentários ficcionais" que transformam o drama em caricatura. Não sei se a roupa interior das vítimas teve direito a espiolhagem mediática, mas tudo é possível e, pior, tudo é provável. Esta orgia macabra de dor não é apenas a consagração «pop» de um acto imperdoável - uma verdadeira vitória para os fanáticos, subitamente promovidos a vilões de matiné. <strong>Transformar o 11 de Setembro em «videoclip» é também uma forma de lhe retirar dignidade trágica. <span style="color:#cc0000;">A dignidade que só a memória e o silêncio são capazes de preservar</span></strong>".<br /><br /></div><div align="justify"><br /><strong><span style="color:#cc0000;">Comentário:</span></strong><br /><br />João Pereira Coutinho, no primeiro artigo, tece loas à Internet e contesta o «pessimismo» de Andrew Keen, para quem a Internet «promove a ignorância e a boçalidade em larga escala». Coutinho considera que cada um de nós deve procurar em si mesmo, nos amigos, nos livros e nas escolas, o verdadeiro «filtro» cibernético, o editor que existe em cada um de nós, <strong>graças ao qual todos nós poderemos atravessar incólumes a selva epistemológica e moral de que fala Andrew Keen</strong>.<br /><br />Mas como chama a atenção <a href="http://www.michaelparenti.org/MonopolyMedia.html">Michael Parenti</a>, os «editores profissionais», os das televisões, os dos jornais, os dos livros, inclinam-se consistentemente em direcção a determinados interesses. Uma das tácticas preferidas deste «jornalismo» dá pelo nome de «<strong>Supressão pela Omissão</strong>»:<br /><br />"<span style="color:#000099;">Meios de comunicação que parecem à primeira vista sensacionalistas e intrusivos, são, na realidade, <strong>silenciosos e evasivos</strong>. Mais insidioso que o furo sensacionalista é a <strong>evasiva astuciosa</strong>. Histórias verdadeiramente sensacionais (que não sensacionalistas) <strong>são desvalorizadas e evitadas completamente</strong>. Às vezes, a supressão inclui não apenas detalhes vitais mas toda a história, mesmo aquelas mais importantes</span>."<br /><br />É será por isso que perante as controvérsias que na Internet têm envolvido os atentados do 11 de Setembro e o Holocausto Judeu, João Pereira Coutinho apela à nossa sensatez editorial, ao nosso filtro da «qualidade de informação», por forma a que a «boçalidade em larga escala» não se espraie irresponsavelmente, e que os delírios repulsivos de milhões de alienados <strong><span style="color:#cc0000;">não conspurquem «versões históricas» há muito adquiridas e cuja "dignidade só a memória e o silêncio serão capazes de preservar</span>"</strong>.<br /><br />Conhecem o «teorema do macaco infinito»? Ou a proposição do João Pereira Coutinho?<br />.</div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-84418458620276410782008-06-23T17:31:00.026+01:002008-06-24T10:18:02.025+01:00Propaganda de Guerra - a obsessão do jornal "The Daily Telegraph" pelo número 700 mil<div align="justify"><a href="http://vho.org/D/vuez/v6.html#v6_9"><strong><span style="color:#3333ff;">No dia 22 de Março de 1916</span></strong></a>, ou seja durante a <strong><span style="color:#ff6600;">Primeira Guerra Mundial</span></strong>, o jornal britânico "The Daily Telegraph" publicava um artigo em que <strong>reivindicava falsamente que os alemães tinham assassinado 700,000 sérvios em câmaras de gás</strong>. No dia 25 de Junho de 1942, ou seja durante a <strong><span style="color:#ff6600;">Segunda Guerra Mundial</span></strong>, o mesmo jornal informou que <strong>os alemães tinham assassinado 700,000 judeus na Polónia em câmaras de gás</strong>.<br /><br /><br /></div><div align="center"><strong><span style="color:#3333ff;">The Daily Telegraph – 22 de Março de 1916</span></strong><br /><br /><strong><span style="font-size:130%;color:#cc0000;">Atrocidades na Sérvia - 700,000 vítimas</span></strong><br /><br /></div><div align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SF_QZBbusfI/AAAAAAAABNs/CFbCQBSVK-A/s1600-h/In+Serbia+1.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215116021818372594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SF_QZBbusfI/AAAAAAAABNs/CFbCQBSVK-A/s400/In+Serbia+1.bmp" border="0" /></a><a href="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SF_QRM7F4hI/AAAAAAAABNk/PbP-4zK1mus/s1600-h/In+Serbia+2.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215115887463752210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SF_QRM7F4hI/AAAAAAAABNk/PbP-4zK1mus/s400/In+Serbia+2.bmp" border="0" /></a><span style="color:#000099;">«Os Governos Aliados obtiveram provas e documentos, que serão publicados em breve, que provam que a Áustria e a Bulgária foram culpadas de crimes horríveis na Sérvia, onde os massacres cometidos foram piores do que os perpetrados pela Turquia na Arménia.»<br /><br />«O Governo Italiano publicou hoje o testemunho de dois prisioneiros italianos que fugiram da Áustria através da Sérvia, e que se refugiaram na Roménia. O que estes dois prisioneiros viram e tiveram conhecimento, contudo, não era nada comparado com as provas fornecidas pelos próprios sérvios, e comunicadas pelo Sr. Pasitch ao Governo Italiano e ao Papa. De acordo com informação fidedigna, as vítimas dos austríacos e dos búlgaros ultrapassaram as <strong>700.000</strong>. Em todas as regiões, cidades e aldeias, a população foi reduzida com recurso a massacres. Mulheres, crianças e velhos foram encerrados em igrejas pelos austríacos, e esfaqueados com baionetas ou <strong>sufocados com recurso a gases asfixiantes</strong>. Numa igreja de Belgrado, 3.000 mulheres, crianças e velhos foram asfixiados dessa maneira.»<br /><br />«Refugiados sérvios, sem estarem sob juramento, afirmaram que estiveram presentes quando foi feita uma distribuição de bombas e máquinas para a produção de gás asfixiante aos búlgaros pelos alemães e pelos austríacos, que ensinaram os búlgaros a forma de utilizar estes instrumentos para exterminar a população sérvia. Os búlgaros usaram este método em Nish, Pirot, Prizrend e Negotin, <strong>cujos habitantes morreram por asfixia</strong>. Meios semelhantes foram empregues pelos austríacos em várias partes do Montenegro.»</span><br /><br /><br /></div><div align="center"><strong>Vinte e seis anos depois:</strong><br /><br /><strong><span style="color:#3333ff;">The Daily Telegraph – 25 de Junho de 1942</span></strong><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;"><span style="font-size:130%;">Alemães matam 700,000 judeus na Polónia</span></span></strong><br /><br /></div><div align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SF_QIjEYjgI/AAAAAAAABNc/VK5Tr_CQE20/s1600-h/In+Poland.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215115738789481986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SF_QIjEYjgI/AAAAAAAABNc/VK5Tr_CQE20/s400/In+Poland.bmp" border="0" /></a><span style="color:#000099;">«Câmaras de gás móveis - Mais de <strong>700.000 judeus</strong> polacos foram chacinados pelos alemães no maior massacre da história mundial. Para além disso, tem sido levado a cabo um sistema de morte pela fome pelo qual, o número de mortos, como os próprios alemães admitem, atinge um número semelhante.»<br /><br />«Os mais horríveis detalhes do assassínio em massa, mesmo a utilização de <strong>gás venenoso</strong>, são revelados num relatório enviado secretamente para o Sr. S. Zygielboim, representante judeu do Conselho Nacional Polaco em Londres, por um grupo operacional na Polónia.»</span><br /><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">Comentário:</span></strong><br /><br />Em duas Guerras Mundiais, o mesmo jornal - "The Daily Telegraph" - repete quase textualmente a mesma notícia: o mesmo vilão - a Alemanha; a mesma arma - o gás; o mesmo número de vítimas – 700 mil. Apenas mudou a nacionalidade das últimas – Sérvios na Guerra de 1914-1918 e Judeus na Guerra de 1939-1945.<br /><br />O Daily Telegraph faz questão de reaproveitar as matrizes de caracteres tipográficos das reportagens que compõe nas suas rotativas, mesmo vinte e seis anos depois.<br />.</div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-73261239820718448182008-06-18T14:29:00.021+01:002008-06-19T17:42:49.673+01:00A «falsa» piscina de Auschwitz e a «falsa» sala de chuveiros de Dachau<div align="center"><strong><span style="color:#cc0000;">A «falsa» piscina de Auschwitz</span></strong><br /><br /></div><div align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFkRfahzqYI/AAAAAAAABNM/KbgUvS0MomQ/s1600-h/Auschwitz+Camp+-+Swimming+Pool.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213217275052796290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFkRfahzqYI/AAAAAAAABNM/KbgUvS0MomQ/s400/Auschwitz+Camp+-+Swimming+Pool.jpg" border="0" /></a><br /><a href="http://www.heretical.org/miscella/swimpool.html"><strong><span style="color:#3333ff;">Marc Klein</span></strong></a>, professor de medicina na universidade de Estrasburgo e ex-prisioneiro em Auscwitz, <strong>menciona por duas vezes a piscina de Auschwitz (que ainda hoje existe</strong>) nas suas recordações do campo em 1947. Num artigo intitulado «Auschwitz I, Campo de Concentração» [Auschwitz I Stammlager] (<em><span style="color:#006600;">De l'Universitè aux camps de concentration: Telmoignages strasbourgeois, Paris, les Belles-lettres, 1947, p. 453</span></em>), Klein escreveu:<br /><br />"<span style="color:#000099;">As horas de trabalho eram alteradas aos Domingos e feriados, quando a maior parte dos kommandos [de trabalho] tinham tempo livre. A chamada era feita por volta do meio-dia; as tardes eram dedicadas ao descanso e à escolha de actividades culturais e desportivas. Partidas de futebol, basquetebol, e <strong>pólo aquático (numa piscina ao ar livre dentro do recinto dos prisioneiros</strong>) atraíam multidões de espectadores. Deve-se realçar que apenas os prisioneiros que estivessem em boa forma e bem alimentados, dispensados dos trabalhos mais duros, podiam participar neste jogos que recebiam os mais vigorosas aplausos dos outros prisioneiros</span>".<br /><br />Ao lado da piscina em Auschwitz I, encontra-se uma tabuleta com uma indicação em polaco, inglês e hebreu, um alerta com a intenção de lembrar ao visitante que <strong>a piscina era de facto um simples reservatório de água para os bombeiros</strong>. Diz o seguinte:<br /><br /><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFkRlySRTnI/AAAAAAAABNU/86yo41EnrxY/s1600-h/Fire+Brigade.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213217384509296242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFkRlySRTnI/AAAAAAAABNU/86yo41EnrxY/s400/Fire+Brigade.bmp" border="0" /></a>"<strong><span style="color:#cc0000;">Reservatório de água dos bombeiros construído sob a forma de uma piscina</span></strong>, provavelmente no princípio de 1944" [<em><span style="color:#006600;">Fire brigade reservoir built in the form of a swimming pool, probably in early 1944</span></em>].<br /><br /><br /><div align="center"><span style="color:#3333ff;">********************************</span><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">A «falsa» sala de chuveiros de Dachau</span></strong><br /><br /></div><div align="justify">De 1945 a 1960 os meios de comunicação e os tribunais Aliados afirmaram que <a href="http://www.zundelsite.org/english/leuchter/report2/leuchb.html"><strong><span style="color:#3333ff;">câmaras de gás homicidas</span></strong></a> tinham sido usadas em Dachau, Mauthausen e Hartheim. Aparentemente, não existiam falta de provas desse facto. <strong>Foi particularmente chamada a atenção para a "câmara de gás" de Dachau e para as suas vítimas</strong>.<br /><br /><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/RxztG9vWDyI/AAAAAAAAAWE/gLFHEhhUtpk/s1600-h/Robert_H__Jackson_Nuremberg_Trial.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124231179948920610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/RxztG9vWDyI/AAAAAAAAAWE/gLFHEhhUtpk/s200/Robert_H__Jackson_Nuremberg_Trial.jpg" border="0" /></a>Um dos dias mais decisivos do julgamento de Nuremberga foi aquele no qual a acusação exibiu um filme sobre os campos de concentração alemães. <strong>O horror supremo chegou com a "câmara de gás" de Dachau. O orador explicou o funcionamento do dispositivo que supostamente gaseou "provavelmente 100 pessoas de cada vez"</strong>. É difícil exagerar o quanto a exibição desse filme influenciou a imaginação das pessoas, incluindo a maior parte dos acusados alemães. É provável que a exibição do filme em Nuremberga tenha sido um dos eventos que mais ajudaram a incitar a opinião pública contra os alemães.<br /><br /><br /><strong><span style="color:#006600;">Hoje, qualquer visitante da "câmara de gás" de Dachau pode ler num painel a seguinte frase em cinco línguas diferentes:<br /></span></strong><br /></div><a href="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/RxtNk9vWDwI/AAAAAAAAAV0/WlbqtY6PRVY/s1600-h/Dachau_Aviso.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123774298507841282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/RxtNk9vWDwI/AAAAAAAAAV0/WlbqtY6PRVY/s400/Dachau_Aviso.jpg" border="0" /></a><br /><strong><span style="color:#cc0000;">CÂMARA DE GÁS – disfarçada de "sala de chuveiros" – nunca foi usada como câmara de gás</span></strong><br /><br />A fotografia deste painel pode ser observada no site de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Holocaust_History_Project">"<strong><span style="color:#3333ff;">The Holocaust History Project</span></strong>"</a> [O Projecto de História de Holocausto].<br /><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">Comentário:</span></strong><br /><br />Não se percebe porque construiram os nazis uma câmara de gás em Dachau, disfarçando-a de sala de chuveiros e <strong>nunca a tendo utilizado como câmara de gás</strong>.<br /><br />E também não se compreende porque razão construiram os nazis um reservatório de água para os bombeiros em Auschwitz, disfarçando-o de piscina equipada com uma prancha de saltos e <strong>nunca o tendo utilizado como reservatório de água para bombeiros</strong>.<br /><br />Certos desígnios nazis parecem, de facto, insondáveis.<br />. </div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-16669606689372757582008-06-16T14:01:00.014+01:002008-06-19T22:12:34.170+01:00Mário Lino brinda as Mota Engis com 40 mil milhões de euros<div align="justify"><strong>Miguel Sousa Tavares</strong>: «<strong><span style="color:#cc0000;">Lá dentro, no «inner circle» do poder - político, económico, financeiro, há grandes jogadas feitas na sombra, como nas salas reservadas dos casinos</span></strong>. Se olharmos com atenção, veremos que são mais ou menos os mesmos de sempre.»<br /><br /><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFZk7Q_KeXI/AAAAAAAABNE/cAmrhBQLwXY/s1600-h/Lino+40000+copy.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212464588062882162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFZk7Q_KeXI/AAAAAAAABNE/cAmrhBQLwXY/s400/Lino+40000+copy.jpg" border="0" /></a><br /><span style="color:#006600;">Diário Económico Online/Lusa - 20/05/2008:</span><br /><br /><span style="color:#000099;">O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, afirmou estimar que o plano de investimento em infra-estruturas para os próximos dez anos vá aumentar o nível de actividade no sector da construção de sete para <strong>11 mil milhões de euros por ano</strong>.<br /><br />(...) <strong><span style="color:#cc0000;">Os projectos de investimento em grandes infra-estruturas lançados pelo Governo para os próximos 10 anos ascendem a quase 40 mil milhões de euros</span></strong>.<br /><br />(...) "Estamos perante uma situação que é urgente mudar radicalmente e é nesse sentido que temos vindo a trabalhar arduamente, <strong>afrontando muitas vezes incompreensões só justificáveis por preconceitos contra o que se tem, inapropriadamente designado por 'política do betão'</strong>, e por obstáculos só justificáveis por quem põe interesses particulares, nomeadamente politico-partidários, à frente dos interesses do país", afirmou.</span><br /><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">Comentário:</span></strong><br /><br />Quando um quinto dos portugueses (1,8 milhões) tem emprego precário, quando existem dois milhões de pobres em Portugal, quando se contam por várias centenas de milhares o número de desempregados no nosso país, <strong>«os mesmos de sempre» voltam a apostar em «obras» criminosamente inúteis e dispendiosas</strong>.<br />.</div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-61191380288006886812008-06-11T12:15:00.026+01:002008-06-11T19:53:54.065+01:00Arábia Saudita - um Estado fantoche fabricado por Banqueiros Internacionais<a href="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFAULfVvctI/AAAAAAAABMw/P3QcDT8kajA/s1600-h/stoning.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210686956491469522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFAULfVvctI/AAAAAAAABMw/P3QcDT8kajA/s400/stoning.jpg" border="0" /></a> <div align="center"><strong><span style="color:#006600;">Uma mulher é enterrada até à cintura para ser apedrejada até à morte</span></strong><br /><br /></div><div align="justify">Como os Banqueiros Internacionais criaram um Estado fantoche chamado Arábia Saudita, possuidor dos mais vastos recursos petrolíferos do planeta, recorrendo a <strong><span style="color:#cc0000;">um agente britânico, Ibn Saud</span></strong> (donde o nome - Saudi Arabia) e à sua «irmandade», e implantando à força nesse território uma seita feudal implacável – <strong>o Wahabismo</strong> – por forma a acautelar qualquer tipo de sublevação popular que possa colocar em causa o estrito controlo do petróleo.<br /><br />Sobre o Wahabismo, consultar o site islâmico «<a href="http://www.geocities.com/wahabismoexposto/intro.htm"><strong><span style="color:#3333ff;">Wahabismo Exposto</span></strong></a>»:<br /><br /><span style="color:#000099;">«Wahabismo Exposto é um web site Islâmico independente, nossa principal intenção é, através da informação, mostrar a beleza, seriedade e compromisso com a justiça e paz que são intrinsecamente associados à Mensagem Islâmica. «Desmistificando falsas informações, trazendo a verdade à superfície e mostrando <strong>a falta de fundamentos islâmicos naquilo que indivíduos infiltrados dentro da Comunidade Islâmica</strong> (Ummah) tentam fazer crer e valer como correcto. <a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFAWA35mL5I/AAAAAAAABM8/OZ_T1CKFW20/s1600-h/Reis+sauditas.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210688973129002898" style="FLOAT: left; MARGIN: 10px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SFAWA35mL5I/AAAAAAAABM8/OZ_T1CKFW20/s320/Reis+sauditas.jpg" border="0" /></a>Tais indivíduos são os Wahabis e todas as Seitas oriundas ou dos mesmos ou que se espelham no seu modus operandi de uma forma geral (Salafi, Neo-Salafi, Deobandi, etc...).»<br /><br />«Nós convocamos a Comunidade Islâmica e a todos os interessados à realizar uma pesquisa intensa e uma reflexão sincera sobre o que se tem sido ensinado e defendido por esses elementos, actividades que eles levam por diante e têm-se associado ao Islão por aqueles que são mal informados ou mesmo aqueles que possuem interesses contrários ao Islão de uma forma ou de outra. Atitudes como a <strong>violência ofensiva, desrespeito à vida de inocentes, mal trato e desrespeito às mulheres, ofensas contra outras religiões, ganância, corrupção, hipocrisia, traição aos oprimidos, compromisso com o colonialismo e neo-imperialismo, ajuda com segundas intenções, criação de intrigas, <span style="color:#cc0000;">todas são ligadas aos Wahabis</span></strong> e têm-se espalhado entre a Comunidade Islâmica através das acções dos mesmos e de seus pupilos, ambas atitudes que vem sendo incessantemente mostradas na TV e nas Revistas, que fazem que o Islão, uma Mensagem de Paz, Justiça e Amor, seja associada com Guerras criminosas, Injustiça e Ódio, além da truculência e falta de racionalidade defendidas por esses elementos. Certamente isso não é Islão, e devemos em um esforço conjunto livrar nossa Comunidade e o mundo de uma forma geral da influência e acção desses corruptores.»</span><br /><br /><br /></div><div align="center"><span style="font-size:130%;color:#cc0000;">Arábia Saudita - o estado fantoche dos Rothchild e dos Rockefeller</span><br /><br /></div><div align="justify"><a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_TZkLecBI/AAAAAAAABMg/w_c3R0aYQcE/s1600-h/Saudi_Arabia_map.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210615730052952082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_TZkLecBI/AAAAAAAABMg/w_c3R0aYQcE/s320/Saudi_Arabia_map.jpg" border="0" /></a><br />A maior parte do plano dos <strong>Banqueiros Internacionais</strong> para o século XX implicava a <a href="http://www.terrorism-illuminati.com/book/world_war_one.html"><strong><span style="color:#3333ff;">destruição do Império Otomano</span></strong></a> e dependia em boa parte do auxílio aos intriguistas Salafistas. Ainda mais importante era o papel desempenhado pelo estado fantoche da Arábia Saudita, que se veio a tornar o patrocinador do terrorismo salafista. <strong><span style="color:#cc0000;">Os sauditas viriam a tornar-se numa peça importante da estratégia para tornar o mundo dependente do petróleo controlado pelos Rockefeller</span></strong>, não apenas incrementando a procura e os lucros, mas aumentando o estrangulamento sobre os governos e as economias mundiais.<br /><br /><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE-1Fko85QI/AAAAAAAABL4/os8-qfRERxA/s1600-h/british_navy.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210582401230365954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE-1Fko85QI/AAAAAAAABL4/os8-qfRERxA/s320/british_navy.bmp" border="0" /></a>Tal como foi mostrado na obra «Os Rothchilds, Winston Churchill e a Solução Final» ("The Rothchilds, Winston Churchill and the Final Solution"), de Clifford Shack, nenhum assunto naval afectaria mais a política externa Britânica do que o debate crucial sobre se a Marinha Real deveria ou não ser convertida da propulsão a carvão para a propulsão a petróleo. O petróleo era não apenas superior ao carvão, mas também o ramo francês dos <strong>Rothschilds era, com os Rockefellers, os administradores supremos do negócio do petróleo</strong>, tendo formado um cartel mundial com a Standard Oil.<br /><br />Muitos pensavam que tal conversão era pura estupidez, porque tal significaria que a Marinha não mais poderia contar com o seguro e protegido carvão Galês, mas teriam de depender de distantes e pouco seguros abastecimentos de petróleo da Pérsia, como o Irão era conhecido na altura.<br /><br /><strong>A importância de garantir o fornecimento de petróleo à marinha britânica assumiu um papel central</strong>, já que o petróleo ainda não tinha sido descoberto nas suas possessões árabes no Golfo. Em Junho de 1914, Churchill apresentou uma lei que propunha que o governo britânico investisse numa companhia de petróleo, da qual adquiriram depois 51% da Anglo- Persian, que na realidade já era possuída em parte pelo governo britânico, e era financiada em parte pelo banco dos Rothschilds. A Grã Bretanha adquiriu a sua primeira concessão petrolífera, e manteve o seu envolvimento secreto. No Verão de 1914, a Marinha Britânica funcionava já totalmente a petróleo e o governo britânico já tinha assumido o papel de accionista maioritário na petrolífera Anglo-Persian. A companhia cresceu rapidamente, passando a denominar-se primeiro Anglo-Iranian, e finalmente British Petroleum, ou BP.<br /><br /><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE-0cjGo64I/AAAAAAAABLw/JSuZSPceA_M/s1600-h/churchill.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210581696443378562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE-0cjGo64I/AAAAAAAABLw/JSuZSPceA_M/s320/churchill.jpg" border="0" /></a>A Anglo-Persian não era a única companhia que fornecia petróleo à Inglaterra, como Churchill afirmou no Parlamento em 1913, "<strong><em>Não devemos ficar dependentes de nenhuma qualidade, de nenhum processo, de nenhum país, de nenhuma rota ou de nenhum campo. Segurança e certeza no petróleo assentam em variedade e variedade apenas</em></strong>". A Alemanha já se expandiu para a Turquia e para o sul da África. Mas, o movimento da Alemanha para leste já fora limitado pelo controlo britânico de importantes rotas marítimas. Portanto, a Alemanha chegou a acordo com o Império Otomano para a construção de uma linha de caminho de ferro de Berlim a Bagdade. Este acordo era especialmente alarmante, já que dava acesso directo à Alemanha ao petróleo do Médio Oriente, contornando o canal do Suez controlado pelos britânicos. A Grã-Bretanha já tinha impossibilitado o desenvolvimento da linha férrea até ao Golfo Pérsico ao <strong>concluir um acordo secreto com o clã Sabath, do Kuwait, outra família secretamente constituída por judeus</strong>, parentes dos sauditas através da tribo Anza, para estabelecer o Kuwait como um "protectorado britânico", portanto separando-o do Império Otomano.<br /><br />(...) [Na estratégia contra o Império Otomano] a Inglaterra utilizou enganosamente a ajuda de Sharif Hussayn de Meca, que pertencia à dinastia Hashemita, descendentes do Profeta, que tradicionalmente administravam os dois locais sagrados de Meca e Medina. Sharif Hussayn era inicialmente aliado dos Otomanos e dos Alemães, mas ficou consternado pela crescente discriminação dos jovens turcos contra os não turcos do Império Otomano. <strong>Foi finalmente convencido pelos Britânicos que a sua ajuda seria recompensada com a criação de um império Árabe, abrangendo toda a área entre o Egipto e a Pérsia</strong>, com a excepção das possessões imperiais e interesses no Kuwait, Aden, e a costa Síria.<br /><br />Contudo, de acordo com a perspicaz duplicidade que sempre caracterizou a sua política estrangeira, os britânicos ofereceram-lhe garantias contrárias aos planos que tinham em mente. <strong><span style="color:#cc0000;">Os Britânicos também renovaram a sua relação especial com a seita Wahabista, e com o seu chefe, Abdul Aziz ibn Saud</span></strong>. No seguimento do colapso da primeira revolta saudita às mãos de Mohammed Ali Pasha, o movimento Wahabista foi em grande parte reconstituído, mas disputas internas pela sucessão acabaram por dissolvê-lo em 1891. O pai de Ibn Saud, Abdul-Rahman, fugiu com a família para o Kuwait, deixando Riade sob a ocupação otomana. Em Janeiro de 1902, Ibn Saud chefiou uma incursão para recuperar o controlo de Riade.<br /><br /><strong>Os Britânicos procuraram o apoio de Ibn Saud</strong> através da ajuda diplomática de "Abdullah" St. John Philby, que supostamente se convertera ao Islão Wahabista, embora também fosse um agente duplo nazi. <strong>Em 1915, os Britânicos assinaram com Ibn Saud um "tratado de amizade e cooperação", que seria apoiado com financiamento britânico</strong>. Em 1917, o governante saudita estava a receber cinco mil libras por mês.<br /><br />Por instigação de Lawrence da Arábia, Faisal, o filho de Hussayn, comandou a revolta árabe contra os otomanos. Faisal tomou Damasco em 1918. Cinco dias depois da conquista de Damasco pelas forças de Faisal, entrou em vigor um armistício com o império otomano. O governo otomano colapsou completamente, e o império foi dividido entre as potências vitoriosas. A França e a Grã-Bretanha obtiveram o controlo da maior parte do Médio Oriente enquanto à Itália e à Grécia foi-lhes dado grande parte da Anatólia.<br /><br /><a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_OUbB3zDI/AAAAAAAABMI/U_iPQ_-EreI/s1600-h/attaturk.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210610144139267122" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_OUbB3zDI/AAAAAAAABMI/U_iPQ_-EreI/s320/attaturk.jpg" border="0" /></a>O povo turco recusou aceitar este pacto, contudo, e sob o comando de Mustafa Kemal Ataturk (na foto), o remanescente do movimento dos jovens turcos formou um governo em Ankara, e criou um exército que forçou os gregos e os italianos a sair da Anatólia, enquanto os britânicos e franceses recusaram intervir. Em Salónica, na Grécia, o centro da franco-maçonaria turca, e do movimento dos jovens turcos, muitos judeus alegaram que Ataturk era um «convertido» [Doenmeh], da comunidade de judeus secreta descendentes dos seguidores do falso Messias Shabbetai Zevi que se converteu ao Islão. E em 1923, quando a República da Turquia foi fundada, foi Ataturk quem foi eleito o primeiro presidente da república. Então, em 1924, o califado islâmico foi formalmente abolido, chegando ao fim treze séculos de lei islâmica.<br /><br />A vitória das forças aliadas contra os turcos otomanos marcaram o princípio do fim da Primeira Guerra Mundial, e as potências centrais renderam-se uma a uma, assinando um armistício a 11 de Novembro de 1918. No fim da guerra, Faisal continuou o seu avanço, e acabou por tomar o que é hoje a Jordânia, grande parte da península arábica e partes do sul da Síria. Contudo, sem conhecimento de Hussayn, <strong>os britânicos negociaram secretamente o pacto Sykes-Picot, para dividir o Médio Oriente de acordo com os termos redigidos pelos Rothschild</strong>. Divisões arbitrárias foram criadas, existindo muitas delas ainda hoje, incluindo a criação da Síria e do Líbano como protectorados franceses. Hussayn foi traído, e conseguiu apenas o domínio do Iraque, o qual, com a Transjordânia e o Kuwait, eram efectivamente entidades britânicas, tal como a Palestina, o que foi acordado com os sionistas.<br /><br />O mandato para a Palestina foi delineado por Felix Frankfurter, o proeminente sionista americano, que mais tarde se tornou conselheiro chefe do Presidente Roosevelt na Casa Branca, e também do Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos, e ajudou a fundar a União das Liberdades Civis Americanas (ACLU).<br /><br /><a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_Op2vpm4I/AAAAAAAABMQ/zEN-rRoM8FU/s1600-h/ibnsaud.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210610512356285314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_Op2vpm4I/AAAAAAAABMQ/zEN-rRoM8FU/s320/ibnsaud.jpg" border="0" /></a>Com a desculpa de que faltava disciplina aos combatentes de Hussayn para manter a região, os britânicos deram apoio ao seu agente Ibn Saud (na foto). Por isso, depois da Primeira Guerra Mundial, com o colapso do império otomano, e <strong><span style="color:#cc0000;">com o apoio britânico, Ibn Saud e a sua «irmandade», as tropas de choque do Wahabismo, partiram para a conquista da totalidade da península arábica</span></strong>. Como foi descrito por Algar, no wahabismo: Um Ensaio Fundamental:<br /><br />«<span style="color:#000099;">Longe de ter sido um processo espontâneo e autónomo, a propagação do controlo saudita através da península arábica deve antes ser situada na reconfiguração geral do Médio Oriente que estava então em marcha, <strong>em grande parte sob os caridosos auspícios dos britânicos</strong>, sempre generosos com as terras que não são suas. Seguiu o mesmo padrão da divisão das terras árabes do Crescente Fértil em unidades artificiais; a implantação do sionismo na Palestina sob a protecção do mandato britânico; o estabelecimento da República Turca "secular", e a subida da dinastia Pahvi no Irão</span>.»<br /><br />A conquista Wahabista da peninsula arábica, contudo, teve um custo de 400,000 mortos e feridos. Cidades como Taif, Burayda e al Hufa sofreram todas massacres perpetrados por Ibn Saud. <strong><span style="color:#cc0000;">É afirmado que os governadores de várias províncias nomeadas por Ibn Saud levaram a cabo 40,000 execuções públicas e 350,000 amputações</span></strong>. O primo de Ibn Saud, Abdullah ibn Musallim ibn Jilawi, o mais brutal da família, atacou a população Xiita, executando milhares de pessoas.<br /><br />Não obstante, depois de uma visita à recém conquistada península arábica, Rashid Rida publicou um livro elogiando Ibn Saud como o salvador dos lugares santos, um praticante da verdadeira lei islâmica e, dois anos mais tarde, uma antologia das teses Wahabistas. <strong>No fim de contas, o salafismo e o wahabismo partilhavam princípios fundamentais. Antes de tudo, um desdém por todos os desenvolvimentos no Islão subsequentes às duas primeiras gerações de muçulmanos</strong>, o repúdio do sufismo, a não participação em nenhuma escola do pensamento islâmico (Madhhabs), ou em nenhuma das quatro escolas seguidas pelo Islão Sunita.<br /><br /><a href="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_N2iofuOI/AAAAAAAABMA/d7UMq6J0VDQ/s1600-h/philby.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210609630784239842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_N2iofuOI/AAAAAAAABMA/d7UMq6J0VDQ/s320/philby.jpg" border="0" /></a>Por volta de 1924, os Wahabistas, através do incitamento de "Abdullah" Philby (na foto), reconquistaram Meca, e expulsaram os hashemitas. Seguiram-se protestos contra o vandalismo Wahabista e a crueldade campeou através do mundo muçulmano, mas em 1926, Ibn Saud convocou uma conferência internacional para ratificar o seu domínio sobre Haramayn. E, finalmente, <strong>em 1932, o Reino da Arábia Saudita foi oficialmente criado, com o encorajamento britânico</strong>. Mesmo muito antes de se tornar rei, o monarca inglês nomeado cavaleiro Ibn Saud, recebeu a Ordem de Bath, uma ordem de cavalaria fundada por Jorge I, o neto de Frederico Eleitor do Palatinado, e a mais alta honra concedida aos não pertencentes à Família Real.<br /><br />Com a ajuda de Jack Philby, Allen Dulles, um expresidente do Council on Foreign Relations (CFR), que mais tarde viria a ser director da CIA, então a trabalhar para a fima de Sullivan e Cromwell, <strong><span style="color:#cc0000;">ajudou as companhias de petróleo de Rockefeller a conquistar a Arábia Saudita, que se tornaria no maior recurso petrolífero do planeta, responsável por quase metade da produção total de petróleo</span></strong>. Em 1933, os sauditas garantiram concessões de petróleo à California Arabian Standard Oil Company (CASOC), empresa afiliada da Standard Oil da California, (Socal, hoje Chevron), dirigida por John D. Rockefeller Jr., um dos membros fundadores do Council on Foreign Relations (CFR).<br /><br />Em 1936, a Socal e a Texas Oil Company criaram uma sociedade, que mais tarde se iria chamar Aramco, ou a Arabian-American Oil Company. À Socal e à Texaco foram acrescentadas a Standard de New Jersey e a Socony-Vacuum, as predecessoras da Exxon Móbil. Os parceiros da Aramco, Junto com a British Petroleum (BP), a Royal Dutch Shell, e a Gulf Oil <strong>uniram-se num cartel para controlar o preço do petróleo, conhecido colectivamente como as Sete Irmãs. Com a família real saudita, elas controlam as maiores reservas de petróleo do mundo</strong>.<br /><br /><a href="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_PATnhEgI/AAAAAAAABMY/7n4tWne2_IY/s1600-h/quincy.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210610898063921666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SE_PATnhEgI/AAAAAAAABMY/7n4tWne2_IY/s320/quincy.bmp" border="0" /></a>Em 1945, Roosevelt encontrou-se com Ibn Saud a bordo do navio USS Quincy no Egipto, para formar uma importante aliança económica entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita. Roosevelt agiu de acordo com o conselho de Harold Ickes, então o coordenador do petróleo para a defesa nacional, e um Departamento de Estado que em Dezembro de 1942 realçou, "<strong>É nossa firme convicção que o desenvolvimento dos recursos petrolíferos da Arábia Saudita devem ser vistos à luz do amplo interesse nacional</strong>". Os sauditas, contudo, seriam incapazes de ceder ao pedido de Roosevelt para aprovar um incremento da colonização judaica da Palestina, devido à tarefa precária que os sauditas se atribuíram a si próprios de <strong><span style="color:#cc0000;">fingir defender o Islão, apesar de apoiarem os interesses americanos na região, e travar o resto do mundo árabe de empreenderem acções de agressão contra Israel</span></strong>. Sob as condições que foram estipuladas, seria permitida a entrada ao pessoal técnico e militar americano na Arábia Saudita. Uma base aérea militar norte-americana foi construída em Dharan em 1946. A Inglaterra, contudo, manteve a maior responsabilidade de manter os interesses ocidentais por mais uma década. Em troca, os sauditas declararam guerra às potências do Eixo, fazendo-o um mês depois do encontro com Roosevelt, e foi-lhes permitido serem incluídos na conferência da fundação das nações Unidas.<br />. </div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-14038871341831210222008-06-05T15:07:00.028+01:002008-06-06T20:40:11.824+01:00Arno J. Mayer - As fontes de informação para a investigação das câmaras de gás são simultaneamente raras e não fiáveis<div align="justify"><a href="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SEgC-43hXYI/AAAAAAAABLo/5QD9RNBDoPk/s1600-h/Arno+J.+Mayer.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208416248494382466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SEgC-43hXYI/AAAAAAAABLo/5QD9RNBDoPk/s320/Arno+J.+Mayer.jpg" border="0" /></a><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arno_J._Mayer"><strong><span style="color:#3333ff;">Arno J. Mayer</span></strong></a> é Professor de História Europeia na Universidade de Princeton (EUA) e especializou-se na história diplomática do século XX. Arno nasceu numa família judaica luxemburguesa em 1926; o seu pai era sionista. Fugindo da sua terra natal em Maio de 1940, a família conseguiu ficar um passo à frente dos invasores alemães, conseguindo chegar ao Norte de África, depois Lisboa, e finalmente os Estados Unidos. Os seus avós maternos foram enviados para Theresienstadt; o avô morreu lá mas a avó sobreviveu.<br /><br />Em 1988 Arno J. Mayer publica o livro «<strong><span style="color:#ff6600;">Porque não escurecem os Céus? A 'Solução Final' na História</span></strong>» [<em><span style="color:#006600;">Why Did the Heavens Not Darken? The 'Final Solution' in History - by Arno J. Mayer, New York: Pantheon, 1988, Hb., 492 pages</span></em>].<br /><br /><br /><strong>Arno J. Mayer</strong> afirma no livro que acredita que existia uma política para o extermínio de Judeus e que as câmaras de gás homicidas eram uma realidade, mas ao mesmo tempo <strong>faz obervações com as quais muitos revisionistas concordariam</strong>:<br /><br />"<strong><span style="color:#cc0000;">As fontes de informação para a investigação das câmaras de gás são simultaneamente raras e não fiáveis ... ninguém nega as muitas contradições, ambiguidades, e erros nas fontes de informação existentes</span></strong>." (p. 362)<br />["<em><span style="color:#006600;">Sources for the study of the gas chambers are at once rare and unreliable ... there is no denying the many contradictions, ambiguities, and errors in the existing sources</span></em>."]<br /><br /><br />"<strong><span style="color:#cc0000;">A maior parte do que se sabe [sobre as câmaras de gás] é baseado em depoimentos de oficiais nazis e carrascos em julgamentos no pós-guerra e na memória de sobreviventes e espectadores. Este testemunho deve ser filtrado cuidadosamente, uma vez que pode ser influenciado por factores subjectivos de grande complexidade</span></strong>." (p. 362-363)<br />["<span style="color:#006600;"><em>Most of what is known is based on the depositions of Nazi officials and executioners at postwar trials and on the memory of survivors and bystanders. This testimony must be screened carefully, since it can be influenced by subjective factors of great co</em>mplexity</span>."]<br /><br /><br />"<span style="color:#cc0000;"><strong>Não se pode negar a existência de muitas contradições, ambiguidades, e erros nas fontes de informação existentes [sobre as câmaras de gás]</strong></span>." (p. 363)<br />["<em><span style="color:#006600;">there is no denying the many contradictions, ambiguities, and errors in the existing sources</span></em>".]<br /><br /><br />"<strong><span style="color:#cc0000;">De 1942 a 1945, certamente em Auschwitz, mas provavelmente por todo o lado, foram mortos mais judeus pelas chamadas causas 'naturais' do que pelas não 'naturais'</span></strong>." (p. 365)<br />["<em><span style="color:#006600;">from 1942 to 1945, certainly at Auschwitz, but probably overall, more Jews were killed by so-called 'natural' causes than by 'unnatural' ones</span></em>"]<br /><br /><br />O livro de Arno Mayer desencadeou algumas reacções muito desfavoráveis. <strong>Daniel Jonah Goldhagen</strong> de Harvard, num artigo intitulado "Falsa Testemunha" (False Witness), <strong><span style="color:#cc0000;">acusa Mayer de falsificação, distorção, revisionismo e de ter criado uma chalaça da memória e da história</span></strong>.<br /><br /><a href="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/R422hiDsEEI/AAAAAAAAAw0/A8rFT7lalyE/s1600-h/Daniel+Goldhagen+2.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155977835603300418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_d63sI4E0bP0/R422hiDsEEI/AAAAAAAAAw0/A8rFT7lalyE/s320/Daniel+Goldhagen+2.jpg" border="0" /></a>Ora, este mesmo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Goldhagen"><strong><span style="color:#3333ff;">Daniel Jonah Goldhagen</span></strong></a> foi um dos <a href="http://citadino.blogspot.com/2008/01/mais-embustes-literrios-sobre-o_16.html"><strong><span style="color:#3333ff;">mais acérrimos defensores</span></strong></a><strong><span style="color:#3333ff;"> de Benjamin Wilkomirski autor do livro «Fragments»</span></strong>. <em>«<strong>Fragments</strong>»</em> foi acolhido por muitos como <strong>um clássico da literatura do Holocausto</strong>. Foi traduzido numa dúzia de idiomas e ganhou o Jewish National Book Award, o prémio do Jewish Quarterly, e o prémio Mémoire de la Shoah. <strong>Wilkomirski</strong>, vedeta dos documentários televisivos, convidado de conferências e seminários sobre o Holocausto, angariador de fundos para o Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos, depressa se tornou cabeça de <strong>cartaz do Holocausto</strong>.<br /><br />Aclamando «<em>Fragments»</em> como uma «pequena obra-de-arte», <strong>Daniel Goldhagen foi o principal defensor de Wilkomirski nos meios académicos</strong>. No entanto, historiadores reconhecidos como <strong><span style="color:#cc0000;">Raul Hilberg cedo denunciaram o livro como embuste</span></strong>. Hilberg também colocou as perguntas que se impunham depois de o denunciar: «Como pôde este livro passar por relato autobiográfico aos olhos de várias editoras? Como pode ter valido ao Sr. Wilkomirski convites do Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos, assim como de universidades famosas? Como é possível não termos um controlo de qualidade decente, quando se trata da avaliação do material sobre o Holocausto que está por editar</span>?»<br /><br />Meio charlatão, meio louco, Wilkomirski passou toda a guerra na Suíça. <strong>Nem sequer é judeu</strong>. Em Outubro de 1999, o editor alemão de Wilkomirski retirou «<em>Fragments</em>» do mercado, reconhecendo publicamente por fim que não se tratava de um órfão judeu, mas de um indivíduo <strong>nascido na Suíça e chamado Bruno Doessekker</strong>.<br /><br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">Comentário:</span></strong><br /><br />O cientista político e escritor <strong>Daniel Jonah Goldhagen está descontrolado</strong> e não sabe o que diz.<br /><br />Por um lado, defende com unhas e dentes um mentiroso como Wilkomirski que nunca pôs os pés num campo de concentração. Por outro, ataca ferozmente Arno J. Mayer por este afirmar que "as fontes de informação para a investigação das câmaras de gás são simultaneamente raras e não fiáveis" ... e que "ninguém nega as muitas contradições, ambiguidades, e erros nas fontes de informação existentes"”.<br /><br />Se dúvidas houvesse, <strong>Wilkomirski seria uma boa prova das dúvidas de Mayer</strong>.<br />.</div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-47422392449291641112008-06-03T16:17:00.014+01:002008-06-03T18:14:46.862+01:00Como se lança um concurso para um TGV no valor de 1.450 milhões de euros no começo de um Europeu de Futebol<div align="justify">Enquanto as televisões apontam as suas câmaras para a carreira da selecção nacional de futebol no Euro 2008, o governo aproveita para lançar elefantes brancos abjectamente dispendiosos e inúteis que vão endividar o país por gerações:<br /><br /><a href="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SEVhGB3L_nI/AAAAAAAABLg/AoKiY9_5XoY/s1600-h/TGV+-+Socreates.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207675300330864242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SEVhGB3L_nI/AAAAAAAABLg/AoKiY9_5XoY/s400/TGV+-+Socreates.jpg" border="0" /></a><br /><br /><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Media_manipulation"><strong><span style="color:#3333ff;">Media Manipulation (Wikipedia)</span></strong></a>:<br /><br /><span style="color:#000099;"><strong><span style="color:#cc0000;">Manipulação Mediática</span></strong> consiste num tipo de relações públicas no qual os políticos criam uma imagem ou uma argumentação que favorece os seus interesses particulares. Tais tácticas incluem o uso de falácias lógicas e técnicas de propaganda, e envolvem muitas vezes a supressão de informação ou pontos de vista, induzindo outras pessoas ou grupos de pessoas a parar de ouvir determinados argumentos, ou <strong>simplesmente desviando-lhes a atenção para outro lado</strong>.<br /><br /><strong><span style="color:#cc0000;">Desvio de atenções graças a um acontecimento especial (<em>Distraction by phenomenon</em>)</span></strong>: é uma estratégia arriscada mas efectiva pela qual <strong>o público pode ser distraído por longos períodos de um assunto importante por outro assunto que ocupa mais tempo nos meios de comunicação</strong>. Quando a estratégia resulta, pode-se ter uma guerra ou outro evento mediático desviando a atenção de comportamentos reprováveis ou de menor honestidade por parte dos líderes.</span><br /><br /><br /><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2113/828/1600/805485/Miguel%20Sousa%20Tavares.jpg"><img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2113/828/320/162635/Miguel%20Sousa%20Tavares.jpg" border="0" /></a><br /><br /><strong><span style="color:#3333ff;">Miguel Sousa Tavares (Expresso 07/01/2006)<br /></span></strong><br />«Todos vimos nas faustosas cerimónias de apresentação dos projectos [<strong>Ota e TGV</strong>], [...] os empresários de obras públicas e os banqueiros que irão cobrar um terço dos custos em juros dos empréstimos. <strong>Vai chegar para todos e vai custar caro, muito caro, aos restantes portugueses</strong>. O grande dinheiro agradece e aproveita.»<br /><br />«<strong><span style="color:#cc0000;">Lá dentro, no «inner circle» do poder - político, económico, financeiro, há grandes jogadas feitas na sombra, como nas salas reservadas dos casinos</span></strong>. Se olharmos com atenção, veremos que são mais ou menos os mesmos de sempre.»<br />.</div>Diogohttp://www.blogger.com/profile/07638771332109467487noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-10604492.post-71502814939328767872008-06-02T18:09:00.009+01:002008-06-02T21:44:33.449+01:00Quem tem nas mãos o monopólio do poder financeiro mundial?<div align="justify"><a href="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SEQGOx3L_mI/AAAAAAAABLY/bpVY3DQ76Jo/s1600-h/Henry+Ford.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207293920119881314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_d63sI4E0bP0/SEQGOx3L_mI/AAAAAAAABLY/bpVY3DQ76Jo/s320/Henry+Ford.jpg" border="0" /></a><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Ford"><span style="color:#3333ff;">Henry Ford</span></a> (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Campany e pai das modernas linhas de montagem e da produção em massa. O seu automóvel Modelo T revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e mais conhecidos do mundo.<br /><br />Em 1918, Ford comprou um pouco conhecido semanário: «<a href="http://www.biblebelievers.org.au/intern_jew.htm"><span style="color:#3333ff;">The Dearborn Independent</span></a>». No princípio dos anos 20 este semanário publicou um conjunto de quatro volumes de artigos considerados anti-j