Mostrar mensagens com a etiqueta Aquecimento Global. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aquecimento Global. Mostrar todas as mensagens

domingo, setembro 22, 2019

“Aquecimento Global” - Michael Crichton defende que a preocupação com o aquecimento global é melhor entendida como uma moda passageira e argumenta que muitas pessoas preocupadas com o aquecimento global seguem uma mentalidade de rebanho, falhando criticamente em examinar os dados científicos.


Michael Crichton nasceu em Chicago em 1942. Entre os seus livros destacam-se «O Resgate no Tempo», «Presas», «Estado de Pânico» (State of Fear) e «Next», todos publicados em Portugal. Crichton foi um dos mais populares escritores da actualidade, vendeu mais de 150 milhões de livros em todo o mundo, que foram traduzidos para trinta e seis línguas.

No livro «Estado de Pânico» (State of Fear), Crichton avança dois argumentos substantivos:

Primeiro, Crichton argumenta, pormenorizadamente, que a evidência científica para o “aquecimento global” é fraca e rejeita muitas das conclusões da Academia Nacional de Ciências e do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) - por exemplo, ele não acredita que o aumento da temperatura global nas últimas décadas seja provavelmente o resultado de actividades humanas.

Em segundo lugar, Crichton defende que a preocupação com o aquecimento global é melhor entendida como uma moda passageira. Em particular, ele argumenta que muitas pessoas preocupadas com o aquecimento global seguem uma mentalidade de rebanho, falhando criticamente em examinar os dados. Crichton é especialmente severo em relação aos Meios de Comunicação, à Intelligentsia e ao público em geral.

quinta-feira, setembro 12, 2019

É a temperatura que comanda o CO2 e não o inverso. O ar capturado nos núcleos de gelo da Antártida que revelam a composição da atmosfera no último meio milhão de anos é taxativo: existe uma diferença de cerca de 800 anos entre as mudanças de temperatura e as quantidades de Dióxido de Carbono (CO2) na atmosfera.

joannenova - Na década de 1990, as bolhas de ar dos núcleos de gelo recolhidos em Vostok na Antártida mostraram que, ao longo dos anos, quando havia mudanças de temperatura havia também mudanças na quantidade de Dióxido de Carbono (CO2) no mesmo sentido. Ou seja, quando a temperatura subia, a quantidade de CO2 aumentava. Se a temperatura descia, a quantidade de CO2 diminuía.

Mas em 2003 chegaram novos dados e ficou claro que o Dióxido de Carbono (CO2) só aumentava depois do aumento da temperatura. Descobriu-se que, após o aumento da temperatura, são necessários, em média, 800 anos para o Dióxido de Carbono começar a aumentar e vice-versa. O extraordinário é que este desfasamento é aceite com toda a naturalidade pelos climatologistas, mas praticamente desconhecido fora desses círculos. O fato de serem as alterações da temperatura a provocar alterações no Dióxido de Carbono não é controverso.

No gráfico seguinte, executado com base nos núcleos de gelos (Ice Cores) de Vostok, que abarca um período de 50 mil anos (de -150.000 anos até -100.000 anos antes da actualidade), é fácil observar o desfasamento (de cerca de 800 anos) entre as variações da temperatura e as do Dióxido de Carbono. Tanto nas subidas como nas descidas, a temperatura (a azul) surge à esquerda do CO2 (a laranja), o que significa que a mudança da temperatura precede a mudança da quantidade do CO2. É a temperatura que comanda a quantidade de Dióxido de Carbono (CO2) na atmosfera:


terça-feira, setembro 10, 2019

Maurice Strong – o pai do Aquecimento Global e promotor do colapso da civilização industrial (Agenda 21)

Poucos conhecem as origens políticas e até geopolíticas das teorias do Aquecimento Global. Como é que vieram à baila? As chamadas Mudanças Climáticas, também conhecidas como Aquecimento Global, é uma agenda de desindustrialização neo-malthusiana, originalmente desenvolvida por círculos em torno das famílias mais abastadas do planeta.

A teoria neo-malthusiana (actualização da Teoria de Thomas Malthus), explica o subdesenvolvimento e a pobreza pelo crescimento populacional. Para os neomalthusianos, uma população numerosa é um obstáculo ao desenvolvimento, e leva ao esgotamento dos recursos naturais, ao desemprego, e à pobreza.

Um dos principais organizadores da agenda do "crescimento zero" foi um amigo de longa data de David Rockefeller, um canadiano ligado ao petróleo chamado Maurice Strong. Strong foi um dos primeiros propagadores da teoria cientificamente infundada de que as emissões provocadas pelo homem através dos veículos de transporte, centrais de carvão e agricultura causaram um dramático e acelerado aumento da temperatura global que ameaça a civilização, o chamado Aquecimento Global.



Maurice Strong

Co-fundador do Clube de Roma, o Dr. Alexander King admitiu a fraude no seu livro - «A Primeira Revolução Global». Ele declarou: 'Ao procurar um inimigo, tivemos a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome e coisas semelhantes satisfariam os requisitos ... Todos esses perigos são causados pela intervenção humana ... O inimigo real é, portanto, a própria humanidade.

Como presidente da Conferência de Estocolmo da ONU, no Dia da Terra de 1972, Maurice Strong promoveu uma agenda de redução da população e redução dos padrões de vida em todo o mundo para 'salvar o meio ambiente'. Alguns anos depois, o mesmo Strong reafirmou sua postura radical de ecologista: 'Não será a única esperança de [salvar] o planeta que as civilizações industrializadas colapsem? Não será nossa responsabilidade fazer com que isso aconteça [provocar esse colapso]?



O colapso as civilizações industrializadas

Após a Cúpula da Terra, Maurice Strong foi nomeado Secretário Geral Adjunto das Nações Unidas e Conselheiro Chefe de Política de Kofi Annan. Ele foi o principal arquiteto do Protocolo de Kyoto de 1997-2005 que declarou que o Aquecimento Global causado pelo homem, de acordo com o 'consenso', era real e que era 'extremamente provável' que as emissões de CO2 causadas pelo homem fossem a sua causa predominante.

Em 1988, Strong foi fundamental na criação do IPCC da ONU e, mais tarde, na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, na Cúpula da Terra - Rio 92 que ele presidiu e que aprovou a sua Agenda 21 globalista da ONU.

O IPCC da ONU e sua agenda de aquecimento global são um projeto político e não científico. O relatório mais recente é, como os anteriores, baseado em falsa ciência e fraude total. O professor do MIT Richard S Lindzen, Num discurso recente, criticou políticos e ativistas que alegam 'a ciência está resolvida' e exigem 'mudanças sem precedentes em todos os aspectos da sociedade'. Ele observou que era totalmente implausível para um “sistema multifator” tão complexo como o clima ser conduzido apenas por uma variável – o Dióxido de Carbono (CO2). Lindzen descreveu como 'uma conjectura implausível apoiada por evidências falsas, repetidas incessantemente, se tornou “conhecimento”, usado para promover o desmoronar da civilização industrial’.


Professor do MIT - Richard S. Lindzen

sexta-feira, janeiro 11, 2019

James Lovelock: Quem tenta prever o clima a mais de cinco a dez anos é um idiota (The Guardian – 30/9/2016). E os colossais investimentos previstos para combater o Aquecimento Global

James Lovelock é um ambientalista e um dos mais importantes cientistas independentes da Grã-Bretanha há mais de 50 anos. Lovelock afirma: "Quem tenta prever o clima a mais de cinco a dez anos é um idiota, porque há tantas coisas que podem mudar de forma inesperada".

Lovelock sustenta que "o CO2 está a subir, mas de forma nenhuma tão rapidamente como eles pensavam. Os modelos de computador simplesmente não são confiáveis. Na verdade, não tenho a certeza de que essa mudança climática não seja um perfeito disparate."

Lovelock declara que, ao contrário da maioria dos ambientalistas, ele é um empirista rigoroso. E quanto ao movimento verde. "Bem, é uma religião, totalmente não científico."

Não obstante este perfeito disparate (a que cada vez mais cientistas consideram ser já a maior fraude do século XXI), os países que embarcaram neste "combate ao Aquecimento Global" começam a sentir na pele os valores colossais da «Taxa de carbono»:

Jornal Económico (22/11/2018) - O novo plano de ação de Bruxelas delineia uma série de cenários que visam reduzir as emissões de carbono e prevenir o aquecimento global prejudicial: ambos mostram quais serão as mudanças a longo prazo e os enormes investimentos necessários para que as nações europeias cumpram o acordo de Paris.

Cortar as emissões de carbono a zero até 2050, tal como o Acordo de Paris sugere, poderá exigir até 290 mil milhões de euros por ano em investimentos adicionais na União Europeia (UE), a maioria dos quais teria de ser fornecida por empresas e agregados familiares, segundo uma análise do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática da Organização das Nações Unidas (ONU).

Jornal Observador (18/10/2018) - Escalada do preço do CO2 no mercado europeu vai fazer subir taxa de carbono cobrada nos combustíveis em 2019 [em Portugal]. Efeito é superior a um cêntimo por litro… A proposta de Orçamento do Estado prevê que a receita do imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) cresça 211 milhões de euros em 2019, ou seja, mais 6% do que este ano, "maioritariamente justificada pela evolução da taxa de carbono".

quarta-feira, junho 27, 2018

Climategate – o embuste do Aquecimento Global antropogénico



Jornal Expresso - Professor catedrático do Instituto Superior Técnico


Em termos da comunidade científica, o Climategate é um dos maiores escândalos científicos da História, não só pelo modo como afecta a credibilidade pública da comunidade científica, mas sobretudo pelas implicações económicas e políticas de que se reveste.

De facto, nunca existiram tantas declarações, tantos tratados, tantos protocolos e tão gigantescos fluxos financeiros tendo como único fundamento a credibilidade e o suposto consenso da comunidade científica expresso nos Summary for Policy Makers (SPM) do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas).

Esse fundamento desapareceu, mas os interesses envolvidos (políticos, económicos, financeiros e industriais) são de tal monta e a percepção pública da fraude científica é tão lenta que a ficção criada pela UE ainda se irá manter durante muito tempo.

O Climagate consistiu na divulgação, através da Internet, de um conjunto de ficheiros, que incluem programas de computador e emails trocados entre alguns dos principais autores dos relatórios do IPCC, de entre os quais assumem particular relevo os de Phill Jones, director do Climate Research Unit (CRU) da Universidade de East Anglia e Hadley Centre (Reino Unido), de autores do notório hockeystick e instituições responsáveis pelas bases de dados climáticos, como o National Climate Data Center (NCDC) e o Goddard Institute for Space Studies (GISS) dos EUA, consideradas de referência pelo IPCC.

O hockeystick é o termo usado entre os cientistas para designar o gráfico em forma de stick de hóquei que representa a evolução das temperaturas do hemisfério norte nos últimos mil anos, e que foi criado por um grupo de cientistas norte-americanos em 1998.

Os referidos ficheiros encontravam-se num servidor do CRU e a sua autenticidade não foi até agora contestada. Aliás, muitos deles apenas confirmam o que há muito se suspeitava acerca da manipulação/fabricação de dados pelo grupo.

Todavia, muito do que era suspeito e atribuível a erro humano surge agora como intencional e destinado a manter a "verdade" (do IPCC) de que houve um aquecimento anormal e acelerado desde o início da revolução industrial devido a emissões de CO2eq (CO2 ou equivalente).

Esta "verdade" é incompatível com o Período Quente Medieval (em que as temperaturas foram iguais ou superiores às atuais apesar de não existirem emissões de CO2eq) e a Pequena Idade do Gelo que se seguiu. É também incompatível com o não aquecimento que se verifica desde 1998. Esconder ou suprimir estas constatações foram objetivos centrais da fraude científica agora conhecida.



Silenciar os cientistas críticos

Em termos científicos, o que os emails revelam são os esforços concertados dos seus autores, junto de editores de revistas prestigiadas, para não acolher publicações que pusessem em causa as suas teses ou os dados utilizados pelo grupo, recorrendo mesmo a ameaças de substituição de editores ou de boicote à revista que não se submetesse aos seus desígnios.

Propuseram-se mesmo alterar as regras de aceitação das publicações para consideração nos Relatórios do IPCC de modo a suprimir as críticas fundamentadas às suas conclusões. Em resumo, procuraram subverter, em seu benefício, toda a ética científica da prova, da contraprova e de replicação de resultados que está no cerne do método científico, controlando o próprio processo da revisão por pares.

Em conjunto, conseguiram impedir que fossem publicados a maioria dos dados e conclusões que pusessem em causa e com fundamento o seu dogma do aquecimento global devido às emissões de CO2eq.

O Climategate provocou já uma invulgar reacção internacional, como uma simples pesquisa no Google imediatamente revela (mais de 10.600.000 referências menos de uma semana depois da sua revelação).

No intenso debate internacional em curso e que irá certamente continuar por muitos meses/anos, surgiram já todos os habituais argumentos de ilegalidade no acesso aos documentos; de idiossincrasias próprias de cientistas-estrelas que se sentiram incomodados; citações fora de contexto, etc.

Em meu entender, o mais revelador e incontestável nos ficheiros divulgados nem são os emails, apesar do que mostram quanto ao carácter e a honestidade intelectual dos cientistas intervenientes, mas sim os programas de computador para tratar os registos climáticos que utilizaram para justificar as conclusões que defendem.

Diga-se o que se disser, os programas executaram o que está nas suas instruções e não o que os seus autores agora veem dizer que fizeram ou queriam fazer.

O problema com este gráfico da NOAA [American National Oceanic and Atmospheric Administration] é que são dados falsos. A NOAA cria a uma tendência de aquecimento (a laranja), alterando os dados. Os dados brutos da NOAA (a azul) mostram que não houve aquecimento no último século.


Dados climáticos até 1960 destruídos

Antecipando porventura o que agora sucedeu, os responsáveis pelos dados climáticos de referência arquivados no CRU, vieram publicamente confirmar que destruíram os dados das observações instrumentais até 1960 e que apenas retiveram o resultado dos tratamentos correctivos e estatísticos a que os submeteram.

Ou seja, tornaram impossível verificar se tais dados foram ou não intencionalmente manipulados para fabricar conclusões. Neste momento há provas documentais indirectas de que o fizeram pelo menos nalguns casos.

Existe ainda um efeito perverso na referida manipulação que resulta de os modelos climáticos utilizados para a previsão do futuro terem parâmetros baseados nas observações climáticas passadas, que agora estão sob suspeita.

Afecta também todas as calibrações de observações indirectas relativas a situações passadas em que não existiam registos termométricos.

Independentemente de tudo isto, o mais perturbador para os alarmistas é o facto de, contrariamente ao que os modelos utilizados pelo IPCC previam, não existir aquecimento global desde 1998, apesar do crescimento das emissões de CO2eq.

E se alguma coisa os ficheiros do Climagate revelam são os esforços feitos para que este facto não fosse do conhecimento público.




Comportamento escandaloso e intolerável

O comportamento escandaloso e intolerável de um grupo restrito de cientistas que atraiçoaram o que de melhor a Ciência tem só foi possível porque um grupo de políticos, sobretudo europeus, criou as condições para o tornar possível.

Isso ficou claro desde a criação do IPCC e torna-se evidente para quem estuda os relatórios-base do IPCC (WG1-Physical Science Basis) e os confronta com os SPM.

Todavia, seria profundamente injusto meter todos os cientistas no mesmo saco, pelo que é oportuno lembrar que se deve a inúmeros cientistas sérios e intelectualmente rigorosos uma luta persistente e perigosa contra os poderes estabelecidos, para que a ciência do IPCC fosse verificável e responsável.

Foram vilipendiados e acusados de estar ao serviço dos mais torpes interesses. Os documentos agora revelados mostram que estavam apenas ao serviço da Ciência e do rigor e honestidade dos métodos que fizeram a sua invejável reputação.

quarta-feira, maio 02, 2018

A paranóia do combate ao “Aquecimento Global” já chegou à música:

Agence France-Presse - 14 Abril 2015


«Scientists claim climate change has already
made an impact on music — here’s how»


Cientistas afirmam que as Mudanças Climáticas já causaram um impacto na música – eis como:



Prevê-se que as mudanças climáticas interfiram em quase todas as áreas da vida - onde vivemos, o que comemos e com quem guerreamos.

Agora a música pode ser adicionada à lista.

Esta é a tese invulgar proposta por investigadores britânicos na terça-feira, que afirma que o tempo atmosférico tem, poderosa, mas discretamente, influenciado a trilha sonora das nossas vidas. E os gostos musicais vão provavelmente mudar à medida que o clima se alterar.

Será agradável ouvir a canção dos Beatles "Here Comes The Sun" quando se está a suportar mais uma longa e suada onda de calor?

"Estas premissas são de que certas condições meteorológicas são boas e certas condições climáticas são más, como, por exemplo, o sol é bom - pode mudar", afirmou a investigadora Karen Aplin, da Universidade de Oxford, à AFP, numa reunião da União Europeia de Geociências.

Na Europa, "as pessoas reagem: 'Oh, que bom!' Quando é verão", disse ela. Mas se estiverem 40 graus Celsius todos os Verões durante 10 anos ... isso pode mudar a forma como as pessoas sentem o clima e as emoções que as ligam."

Aplin e outros cinco cientistas pesquisaram mais de 15 mil canções pop, tendo encontrado suporte estatístico para a hipótese de que nossos estados de espírito são fortemente influenciados pelo clima. Estas emoções, por sua vez, expressam-se na música que os artistas compõem e naquilo que o público gosta de ouvir.

A equipa estudou algumas das canções mais populares de língua inglesa, principalmente dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, dos anos 1950 até hoje. Procuraram títulos de músicas, nomes de bandas e letras para referências ao tempo. "Encontrámos cerca de 800", afirmou Aplin...

quinta-feira, março 22, 2018

James Lovelock: Quem tenta prever o clima a mais de cinco ou dez anos é um idiota


James Lovelock é um ambientalista e um dos mais importantes cientistas independentes da Grã-Bretanha há mais de 50 anos. A sua hipótese de Gaia, que afirma que a Terra é um organismo único e autorregulador, é agora aceite como o princípio fundador da maioria das ciências do clima, e a sua invenção de um dispositivo para detectar CFCs [clorofluorocarbonetos] ajudou a identificar o buraco na camada de ozono. Lovelock é considerado por muitos como um génio científico.

Em 2008, este ilustre cientista previa um aquecimento global iminente e irreversível, que em breve tornaria grandes partes do planeta inabitáveis ou submersas. A esperança de que os parques eólicos ou a reciclagem poderiam prevenir a fome global e a migração em massa era uma fantasia. Antes do final deste século [XXI], 80% da população mundial seria aniquilada.

No entanto, de 2008 para cá [2016], Lovelock mudou drasticamente a sua posição sobre as alterações climáticas. Diz agora: "Quem tenta prever o clima a mais de cinco ou dez anos é um idiota, porque há tantas coisas que podem mudar de forma inesperada".

Lovelock acredita agora que "o CO2 está a subir, mas de forma nenhuma tão rapidamente como eles pensavam. Os modelos de computador simplesmente não são confiáveis. Na verdade, não tenho a certeza de que essa mudança climática não seja um perfeito disparate."

Lovelock sustenta que, ao contrário da maioria dos ambientalistas, ele é um empirista rigoroso. E quanto ao movimento verde. "Bem, é uma religião, totalmente não científico."

quinta-feira, março 01, 2018

O Aquecimento Global é causado pelo homem?

Este gráfico combina vários registos de núcleos de gelo da Antárctida. A escala de tempo é dos últimos 450.000 anos.


Quatro períodos glaciares e interglaciares bastante regulares ocorreram nos últimos 450 mil anos. Os períodos interglaciares mais curtos (10.000 a 30.000 anos) foram tão quentes como o actual período interglaciar, e alternaram com períodos glaciares muito mais longos (com durações de 70.000 a 90.000 anos), substancialmente mais frios do que as temperaturas actuais. As diferenças de temperatura entre os períodos glaciares e interglaciares variaram entre 8 a 12 graus centígrados.

Hoje, as concentrações de CO2 em todo o mundo são de cerca de 380 ppm (partes por milhão). Em comparação com os períodos geológicos anteriores, as concentrações de CO2 são muito pequenas e podem não ter um efeito estatisticamente mensurável sobre as temperaturas globais. Por exemplo, há 460 milhões de anos, as concentrações de CO2 foram de 4.400 ppm enquanto as temperaturas eram aproximadamente as mesmas de hoje.

Será que é o aumento das concentrações atmosféricas de CO2 que causa temperaturas globais crescentes, ou poderá ser o contrário? Esta é uma das questões que está em debate hoje.

Curiosamente, o aumento de CO2 na atmosfera acontece, em média, cerca de 800 anos depois das subidas de temperatura - confirmando que o CO2 não é a causa da elevação da temperatura. Uma coisa é certa: o clima terrestre tem aquecido e arrefecido sem intervenção humana pelo menos nos últimos 400 mil anos.


Durante a última era glaciar, ~ 70.000 a 20.000 anos atrás, o clima estava muito mais frio na Europa.

Como resultado, a parte norte da Europa foi totalmente coberta por uma camada de gelo que se estendeu da Escandinávia até as Ilhas Britânicas e algumas partes da Polónia e da Alemanha.

segunda-feira, fevereiro 05, 2018

quinta-feira, janeiro 11, 2018

A Alemanha sufocada financeiramente pelas Energias Renováveis - Eólicas e Solares

Um parque eólico onde dantes estava uma floresta


Paul Gregory - MAR 31, 2017


100% renováveis até ao ano 2050
A Alemanha paga o preço da sua ambição

A Alemanha definiu a agenda mais ambiciosa para as energias renováveis. De acordo com o programa alemão Energiewende [transição para as energias renováveis], a participação das energias renováveis na geração de energia elétrica deve chegar aos 45% até 2030 e 100% até 2050. Complicada foi a decisão da Alemanha Atomstop de fechar suas centrais nucleares sob pressão do poderoso movimento Verde [Green movement]. O acordo da Atomstop exige pagamentos substanciais por parte de empresas de serviços elétricos a um fundo especial para armazenamento de resíduos nucleares.

O instrumento da Alemanha para alcançar seus objetivos ambiciosos de energia renovável não é um subsídio direto, mas a exigência de que as suas empresas de serviços elétricos devam dirigir primeiro a energia eólica e solar à rede elétrica.

Com a energia eólica e solar a custar várias vezes mais do que a energia convencional, a sua crescente parcela continuará a elevar os preços da eletricidade grossista na Alemanha acima dos de outros países com políticas de energia renovável menos ambiciosas. (Veja-se a figura para comparações de preços de 2016).

Em primeiro lugar, o lendário setor industrial Alemão não pode pagar custos de energia muito maiores do que os seus rivais. Por isso, a Alemanha oferece descontos substanciais aos grandes utilizadores de energia, como, por exemplo, às suas fábricas de automóveis. Como consequência, a Alemanha enfrenta ações judiciais da União Europeia que a acusa de subsídios ilegais à indústria pesada. Em segundo lugar, os agregados familiares alemães devem suportar o ónus financeiro de pagar entre os maiores custos de energia elétrica do mundo à medida que as empresas de serviços elétricos transferem os custos mais elevados das energias renováveis para eles. Em terceiro lugar, a paisagem da Alemanha está a ser devastada por turbinas eólicas inestéticas que destroem paisagens rurais em praticamente todas as comunidades. Em quarto lugar, o fornecimento de energia de fontes renováveis varia dramaticamente ao longo de um dia ou de uma semana [se o vento parar ou o céu ficar encoberto].

Esta intermitência no fornecimento de energia requer fontes de apoio convencionais, tornando o carvão a principal fonte de geração de eletricidade. Mas a energia do carvão torna-se cara porque as centrais a carvão são ligadas e desligadas dependendo do fornecimento de energias renováveis.

As duas principais empresas de eletricidade da Alemanha, a E.ON e a RWE, anunciaram perdas financeiras impressionantes. Para a E.ON, estas são as maiores perdas da sua história. Ambas as empresas estão a reduzir o nº dos seus trabalhadores. A RWE reduziu as suas receitas, e a EON reduziu as suas receitas em mais de metade. Parte das perdas de E.ON deve-se a um pagamento de US$ 10 biliões [10 mil milhões de dólares] ao fundo de armazenamento de resíduos de energia nuclear.

As perdas financeiras dos dois gigantes de energia da Alemanha levantam questões fundamentais sobre quem pagará o ambicioso programa de energia renovável do país. Até agora, os agregados familiares e as pequenas empresas alemãs suportaram o peso sob a forma de elevados preços da electricidade. Neste momento, os acionistas da E.ON e RWE estão a ser convidados a intensificar a utilização das energias renováveis. Se continuarem a enfrentar perdas e a reduzir receitas, não terão capacidade para atrair o capital necessário para que a rede elétrica da Alemanha possa sobreviver. Nessa altura, os contribuintes alemães serão forçados a contribuir financeiramente para manter empresas como E.ON e RWE a funcionar.

O mercado de eletricidade alemão, com seus objetivos ultra-ambiciosos para as energias renováveis, ilustra novamente o ditado de que o caminho para a servidão está cheio de boas intenções.

quarta-feira, janeiro 10, 2018

E aí vêm as subidas no preço da eletricidade para combater o "Aquecimento Global"...




Governo estende imposto petrolífero a combustíveis para produzir eletricidade:

Combustíveis usados para produzir eletricidade, como o carvão, vão começar a pagar imposto a partir de 2018. Proposta de Orçamento a apresentar na AR prevê fim da isenção até 2022. Taxa começa em 10%.

Os combustíveis usados para produzir eletricidade vão passar a pagar 10% do imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) aplicável. Este valor constará da proposta final de Orçamento do Estado para 2018 a entregar no Parlamento.

Em causa está o fim da isenção do pagamento de ISP a combustíveis como o carvão e coque, mas também cogeração, quando usados para produzir eletricidade. A cobrança de imposto no próximo ano corresponde apenas a 10% da taxa de ISP aplicada atualmente, mas irá crescer todos os anos até atingir os 100% em 2022, quando é eliminada a isenção.

... A proposta de Orçamento do Estado para 2018 prevê, ainda, que comece a ser cobrada aos combustíveis para produzir eletricidade a taxa de carbono, criada em 2014 no quadro da fiscalidade verde. Em 2018, serão cobrados 10% desta taxa, que irá subir nos anos seguintes: para 25% em 2019, 50% em 2020, 75% em 2021 e 100% em 2022.

A produção de eletricidade a partir de carvão é uma das principais fontes de emissões de gases de efeito estufa, daí que houvesse críticas do lado do ambiente à isenção de imposto dada a estes combustíveis...

... A receita gerada por esta tributação será por isso mais substancial e poderá também penalizar os preços no mercado grossista de eletricidade, com impacto nos preços finais. Isto numa altura em que o Governo tenta combater os custos “excessivos” da produção de energia elétrica.



Subsídios à energia eólica:


- Tem a certeza de esta é a melhor forma de manter os moinhos de vento a funcionar?

- Porque é que pensa que lhe chamam "energia verde"?

segunda-feira, janeiro 08, 2018

A agenda que se esconde por trás do "Combate ao Aquecimento Global".

Colapso civilizacional, empobrecimento global, redução da população mundial para 500 milhões de pessoas e estabelecimento de um governo oligárquico de características feudais a nível planetário.


Maurice Strong: "podemos chegar ao ponto em que a única forma de salvar o planeta será provocar o colapso da civilização industrial."


Em 1990, Maurice Strong deu uma entrevista à revista WEST, onde descreveu como perspectivava a salvação do Planeta:

"Todos os anos, o Fórum Económico Mundial reúne-se em Davos, na Suíça. Centenas de CEO’s [presidentes de empresas], primeiros-ministros, ministros das finanças e líderes académicos reúnem-se em fevereiro para participar das reuniões e definir as agendas econômicas para o próximo ano.”

"E se um pequeno grupo desses líderes mundiais concluísse que o principal risco para a Terra provém das acções dos países ricos? E se para o mundo sobreviver, os países ricos tivessem que assinar um acordo reduzindo o seu impacto no meio ambiente? Será que iriam fazer isso? Os países ricos concordariam em reduzir o seu impacto no meio ambiente? Será que eles concordariam em salvar a Terra?"

"As conclusões do grupo são "Não". Os países ricos não o fariam. Eles não mudarão. Então, para salvar o planeta, o grupo decide: Será que a única esperança do planeta seja o colapso da civilização industrial? Não será nossa responsabilidade fazer com que isso aconteça?


Dois anos depois de fazer esta afirmação, Maurice Strong lançou as bases e ajudou na criação do Protocolo de Quioto. De acordo com a Wikipédia, "O Protocolo de Quioto é um protocolo da Convenção-Quadro Internacional sobre Mudanças Climáticas com o objectivo de reduzir os gases de efeito estufa que causam mudanças climáticas". Outra maneira de dizer que é "um acordo que reduz o impacto do efeito estufa no meio ambiente".

O objetivo é transformar uma ideia numa realidade. Como é que se pode desactivar as nações industrializadas? Uma analogia ajuda a entender como Maurice Strong e algumas outras pessoas de mentalidade semelhante fizeram isso. Compare-se uma nação com um automóvel e pense-se em como é possível desligar o motor. Pode-se apertar a tubo de combustível e privar o motor, no entanto, se se fizesse isso em qualquer país, as pessoas reagiriam de forma rápida e negativa. No entanto, pode-se parar um motor bloqueando o tubo de escape.

O método de Strong não é uma desligar físico - como se faz com um motor, mas um desligar metafórico. Se se puder demonstrar que uma parte do escape industrial está a causar um aquecimento global catastrófico colocando em perigo a sobrevivência do planeta, então tem-se o pretexto necessário. E será ainda melhor se se puder usar a ciência em apoio dessa causa.

São necessários dois componentes para realizar este plano. Um é um organismo científico; o outro é uma agência política global que possa ignorar os governos nacionais. A experiência de Strong indicou que as Nações Unidas (ONU) seriam o veículo ideal para desligar a civilização industrial.

quarta-feira, dezembro 20, 2017

E aqui está o plano dos genocidas do "Aquecimento Global" para destruir a Europa e o Mundo

Europa precisa de mais 180 mil milhões por ano para cumprir Acordo de Paris
[para combater o "Aquecimento Global"]



LINK - [2017-12-14] A Comissão Europeia apresentou, esta terça-feira, o seu Plano de Acção para o Planeta. Ao todo, dez iniciativas compõem aquele que pretende ser o contributo da Europa para uma “economia moderna e uma sociedade justa”. A estratégia foi dada conhecer durante a One Planet Summit, cimeira organizada pelo presidente francês, Emmanuel Macron, em Paris, assinalando os dois anos da COP 21.

As dez acções foram apresentadas por Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, e incluem: colocar o sector financeiro ao serviço do clima; plano de investimento externo da UE; apoio ao investimento urbano nas cidades europeias; acção de apoio estrutural para as regiões de uso de carvão e carbono intensivo; juventude europeia para a acção climática; instrumento de investimento “Smart Finance for Smart Buildings”; regulamento europeu para investimento no desempenho energético de edifícios; investimento em tecnologias industriais limpas; mobilidade limpa, conectada e competitiva.

Melhorar o desempenho energético do parque edificado é um dos vectores de actuação central para alcançar as metas do Acordo de Paris e Bruxelas já se comprometeu com o desígnio. O instrumento Smart Finance for Smart Buildings, adoptado pelo Banco de Investimento Europeu (BEI), pretende ajudar a desbloquear o financiamento necessário para o efeito, criando um mercado para o projectos de eficiência energética e tornando o sector mais atractivo para quem investe. Até 2020, espera-se que este coloque dez mil milhões de euros de fundos públicos e privados no mercado da eficiência energética, apoiando 220 mil postos de trabalho, um mercado de reabilitação para pequenas empresas no valor de 120 mil milhões de euros e que ajude a retirar 3,2 milhões de famílias do estado de pobreza energética.

Os edifícios públicos não ficam de fora dos planos de Bruxelas e são os objectos principais da iniciativa que visa um regulamento europeu para investimento no desempenho energético de edifícios. Nessa matéria, o contributo da Comissão Europeia assenta no trabalho que tem feito, com os Institutos Nacionais de Estatística, para agilizar a adopção dos Contratos de Desempenho Energético (EPC, na sigla em inglês) no sector público. A CE reconhece o potencial de alavancar o mercado dos EPC, mas também que os governos nacionais “precisam de orientação que lhes permita tomar decisões informadas relativamente a entrar ou não” num contrato desse tipo.

“Chegou a altura de aumentar a nossa parada e colocar todas as rodas em movimento – regulação, financeiras e outras – para conseguirmos alcançar as metas ambiciosas que definimos para nós mesmos. Esta é uma necessidade imposta pelas nossas condições de vida actuais e das gerações futuras. É a altura em que temos de agir juntos pelo planeta. Amanhã será demasiado tarde”, afirmou Juncker, no seu discurso.

Segundo Valdis Dombrovskis, comissário para o Euro e Diálogo Social, Estabilidade Financeira e Serviços Financeiros, é necessário um investimento anual adicional de 180 mil milhões de euros [por ano] para levar a cabo a transição para a energia limpa e alcançar os objectivos de Paris. “Este esforço exige que tanto os investidores públicos como os privados desempenhem por completo o seu papel”, declarou.

Portugal esteve também representado na cimeira. O encontro foi o palco escolhido para apresentar também a Aliança para a Descarbonização do Transporte, que conta com Portugal como co-fundador, a par de França, Holanda e Costa Rica e as empresas Michelin, Alstom e Itaipu Binacional. Já no próximo ano, dias 27 e 28 de Fevereiro, Lisboa vai receber o primeiro encontro da coligação.

A organização da One Planet Summit foi uma iniciativa do presidente francês, com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e o presidente do Banco Muncidal, Jim Yong Kim. Para além de assinalar os dois anos do Acordo de Paris, o encontro teve como propósito juntar actores centrais na transição para uma economia limpa e com capacidade para financiar a luta contra as alterações climáticas.


******************************************************


Os gases que «provocam o Aquecimento Global» em percentagem:

Vapor de Água95%

Dióxido de Carbono (CO2)3,6%

Outros Gases – 1,38%


Percentagens de Dióxido de Carbono de origem Natural e de origem Humana (Man-made)
relativamente ao total do Dióxido de Carbono (CO2) da atmosfera:

Dióxido de Carbono (CO2) de origem natural - 96,8%

Dióxido de Carbono (CO2) de origem humana (Man-made) - 3,2%

Percentagem do Dióxido de Carbono (CO2) de origem Humana (Man-made) em relação ao total dos gases de Efeito de Estufa - 0,12%




**************************


Sendo que o Dióxido de Carbono (CO2) representa apenas 3,62% dos gases de Efeito de Estufa e que o Dióxido de Carbono (CO2) provocado pelo homem representa apenas 3,22% do total de Dióxido de Carbono (CO2) da atmosfera, temos que o Dióxido de Carbono (CO2) provocado pelo homem é responsável por apenas: 3,62% x 3,22% = 0,12% dos gases de Efeito de Estufa.

E ainda é necessário levar em conta o Calor Específico = quantidade de calor que deve ser fornecida a uma substância para elevar a sua temperatura em 1°C. Cada substância possui um determinado valor de calor específico, que é geralmente expresso em cal/g.°C. Quanto maior for o Calor Específico de uma substância, mais tempo esta levará a aquecer ou a arrefecer (reter o calor durante mais tempo).

Numa praia, percebemos que, durante o dia, a temperatura da água é inferior à temperatura da areia. O calor específico da areia (0,2) é menor que o da água (1), logo, a quantidade de energia necessária para aquecer a areia é menor e, por isso, aquece mais rapidamente. À noite, a areia perde energia mais facilmente que a água, arrefecendo 1/0,2 = 5 vezes mais rapidamente.

O Vapor de Água tem um calor específico de 0,5 cal/g.°C e o Dióxido de Carbono (CO2) de 0,19 cal/g.°C. Ou seja, o Vapor de Água tem uma capacidade duas vezes e meia superior de reter o calor do que o Dióxido de Carbono (CO2).

Ora, se o Vapor de Água representa 95% dos gases de Efeito de Estufa e o Dióxido de Carbono (CO2) de origem humana apenas 0,12%, então a quantidade de Vapor de Água é 792 vezes maior que esse CO2. E se o calor específico do Vapor de Água é duas vezes e meia maior do que o do Dióxido de Carbono (CO2), a capacidade do Vapor de Água reter calor é 1980 vezes maior que o Dióxido de Carbono (CO2) de origem humana.

E, desta forma, os Grandes Ladrões que governam o mundo vão exigir que a Europa pague mais de 180 mil milhões de euros por ano (quantos mil milhões irão ser pagos pelos portugueses?), para combater os efeitos de um gás - Dióxido de Carbono (CO2) - sabendo que sobre o Vapor de Água, que tem um efeito 1980 vezes maior, nada pode ser feito. Haverá na história da humanidade maior vigarice do que esta?


******************************************************


O documentário The Great Global Warming Swindle (A Grande Farsa do Aquecimento Global - legendado em português-brasileiro) é um documentário produzido para o Channel 4 britânico, e apresenta-nos a opinião de duas dezenas de cientistas sobre o aquecimento global antropogénico (produzido pelo homem). O documentário afirma que o aquecimento global provocado pelo homem é uma mentira e o maior embuste dos tempos modernos.

O filme defende que o "consenso" acerca das alterações climáticas é produto de uma indústria de biliões de dólares, criada e financiada por políticos com uma agenda de erradicação do "vírus do progresso" e pelo conceito malthusiano dos "limites do crescimento populacional", apoiada por histórias assustadoras de cientistas à procura de fundos e difundida pelos meios de comunicação e por ambientalistas fanaticamente anti-industriais.

The Guardian (26/04/2012) - Prof Paul Ehrlich, the world's most renowned population analyst, has called for a massive reduction in the number of humans and for natural resources to be redistributed from the rich to the poor.... – O Prof. Paul Ehrlich, o mais conceituado analista de população do mundo, sugeriu uma redução maciça no número de seres humanos para que os recursos naturais sejam redistribuídos dos ricos para os pobres....


quarta-feira, maio 31, 2017

Numa audiência no senado americano, o vergonhoso testemunho de Aaron Mair, presidente da organização americana ambientalista Sierra Club, sobre o «Aquecimento Global Antropogénico»…

Numa vergonhosa audiência no senado norte-americano, Aaron Mair, o presidente do Sierra Club (a mais poderosa organização ambientalista americana e altamente subsidiada - com um orçamento anual na casa dos 100 milhões de dólares), replicou a todas as perguntas que lhe foram feitas papagueando por 17 vezes a mesma resposta:

Aaron Mair: "Eu subscrevo o consenso de 97% dos cientistas que concordam que existe um aquecimento global antropogénico [de origem humana]."


Algumas das questões que foram colocadas a Aaron Mair:

a) No seu testemunho escrito, o Sr. [Aaron Mair] afirmou que a ciência sobre as Mudanças Climáticas [o Aquecimento Global ser de origem humana] não ser objecto de discussão. Estou curioso para saber se no Sierra Club é prática frequente declarar que áreas da ciência não são objecto de discussão, de avaliação sobre aquilo que as provas e os dados mostram. Que a verdade sobre o assunto está decidida e encerrada.

b) O termo «PAUSA» não tem sido o que os alarmistas do aquecimento global antropogénico têm usado para explicar a Verdade Inconveniente de que os dados de satélite não demonstram nenhum aquecimento global nos últimos 18 anos? Porque os modelos dos computadores dizem que deveria haver um aquecimento dramático e, no entanto, os satélites que medem as temperaturas não mostram aquecimento nenhum?

c) As estatísticas que cita, nas quais 97% dos cientistas concordam em que existe um aquecimento global, são baseadas num estudo falsificado, e quando eu pergunto acerca da ciência e dos dados verdadeiros de satélite, e a sua resposta é: não prestem atenção aos vossos olhos mentirosos e aos números que os satélites mostram, em vez disso dêem atenção aos cientistas que estão a receber avultadas somas de dinheiro e que nos dizem para não debatermos o assunto?


Vídeo da audiência no Senado (9:47 minutos)


https://youtu.be/Sl9-tY1oZNw

segunda-feira, abril 10, 2017

Como foi engendrada a fraude do consenso de 97% de cientistas que acreditam que o aquecimento global tem origem humana



Tradução minha.


John Cook é professor assistente de pesquisa no Centro de Comunicação de Mudanças Climáticas da George Mason University. John Cook foi co-autor dos livros de faculdade Alterações Climáticas: "Examining the Facts" [Examinando os Factos] com o professor Daniel Bedford da Weber State University. Foi também foi co-autor do livro "Climate Change Science: A Modern Synthesis" [Ciência da Mudança Climática: uma Síntese Moderna] e do livro "Climate Change Denial: Heads in the Sand" [Negação da Mudança Climática: Cabeças enterradas na Areia].

Em 2013, foi o autor principal de um artigo premiado analisando o consenso científico sobre as mudanças climáticas, que foi realçado pelo presidente Obama e pelo primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron. Em 2015, John Cook desenvolveu um Curso Online sobre negacionismo da ciência climática com o Global Change Institute da Universidade de Queensland.


Quantificar o consenso sobre o aquecimento global antropogénico (causado pelo homem) na literatura científica – [Anthropogenic Global Warming – AGW])

John Cook e outros – Publicado a 15 de Maio de 2013 • 2013 IOP Publishing Ltd


Abstract [Sumário]

"Analisámos a evolução do consenso científico sobre o aquecimento global antropogénico [causado pelo homem] (AGW) na literatura científica revista por outros especialistas [peer-reviewed], examinando 11.944 resumos climáticos de 1991 a 2011 que correspondem aos tópicos "mudança climática global" ou "aquecimento global". Constatámos que 66,4% dos resumos não expressaram posição sobre o AGW, 32,6% endossaram [defenderam] o AGW, 0,7% rejeitaram o AGW e 0,3% não tinham a certeza sobre a causa do aquecimento global. Entre os resumos que expressaram uma posição sobre o AGW, 97,1% endossaram a posição de consenso de que os seres humanos estão a causar o aquecimento global."

"Numa segunda fase deste estudo, convidámos os autores a classificar os seus próprios artigos. Em comparação com as classificações dos resumos, uma percentagem menor de artigos auto-classificados não expressou posição sobre o AGW (35,5%). Entre os documentos auto-classificados que expressam uma posição sobre o AGW, 97,2% endossaram o consenso. Tanto para as avaliações dos resumos assim como para as auto-avaliações dos autores, a percentagem de endossos entre os artigos que expressam uma posição sobre AGW aumentou marginalmente ao longo do tempo. A nossa análise indica que o número de artigos que rejeitam o consenso sobre AGW é uma proporção extremamente pequena da pesquisa publicada."


Houve uma série de críticas levantadas contra o artigo de John Cook desde o início, como a classificação incorrecta de muitos artigos, o facto de que a grande maioria dos artigos diziam respeito à mitigação ou ao impacto e não às causas do aquecimento, e à natureza subjectiva das avaliações.

Mas há uma questão absolutamente fundamental, que destrói toda a credibilidade que o artigo pudesse ter tido. Na pesquisa de Cook, cada artigo foi classificado numa de sete categorias. No site da Skeptical Science, existe uma ferramenta de procura para identificar que artigos é que pertenciam a cada categoria.




Como pode ser visto no exemplo mais abaixo, para o Endorsement (Aprovação) Nível 1, apenas 65 artigos são identificados como "quantificando o AGW como 50% +" [aquecimento global antropogénico superior a 50%].

Excluindo o "No Positions" (sem Posição / Opinião), há 4.011 artigos classificados no total, por isso chegamos à conclusão de que o número de artigos concordando que "os seres humanos são a principal causa do aquecimento global recente" é apenas um minúsculo 1,6%, longe dos 97% reivindicados.

Como foi salientado por Lawrence Solomon, em relação ao anterior exercício de 97%, muito poucos cientistas discordariam que os seres humanos têm algum efeito sobre o clima, nem que seja apenas o aquecimento urbano ou o desmatamento.

O consenso, que Cook tenta divulgar, vai, como todos sabemos, muito mais longe. Se houver dúvidas sobre isso, o próprio Cook esclarece as questões na introdução do seu artigo:

“Nós examinámos uma grande amostra da literatura científica sobre CC global (Climate Change Global – Mudança Climática Global), publicada durante um período de 21 anos, a fim de determinar o nível de consenso científico de que é muito provável que seja a actividade humana que causa a maior parte do GW actual (aquecimento global).

E o co-autor de Cook, Mark Richardson da Universidade de Reading, leva a mentira ainda mais longe nesta entrevista no Instituto de Física:

"Queremos que nossos cientistas respondam às nossas perguntas, e há muitas questões interessantes na ciência do clima. Uma deles é: estamos a causar o aquecimento global? Encontrámos mais de 4.000 estudos escritos por 10.000 cientistas que expressaram uma posição sobre isso, e 97 por cento disseram que o aquecimento recente é feito principalmente pelo homem. "

É claro que, desde o princípio, Cook e seus colegas estavam empenhados em fornecer um "consenso" atraente que poderiam vender à comunicação social, e que seria escolhido por políticos e outros indivíduos do establishment, independentemente do que as provas realmente confirmassem.

A realidade é radicalmente diferente. Depois de pesquisar através de 11.944 artigos científicos, escritos ao longo de 20 anos, tudo o que eles conseguiram foi descobrir 65 artigos que apoiavam o suposto consenso.



Ou seja, dos 11.944 resumos climáticos que correspondiam aos tópicos "mudança climática global" ou "aquecimento global", temos que:

7.930 resumos - 66,4% não referiram o AGW - Aquecimento Global Antropogénico.

65 resumos - 0,5% do total estão na categoria 1 – Concordância explícita com o aquecimento global antropogénico (AGW) com quantificação. Afirma explicitamente que os humanos são a causa principal do recente aquecimento global.

934 resumos - 7,8% do total estão na categoria 2 – Concordância explícita com o aquecimento global antropogénico (AGW) sem quantificação. Afirma explicitamente que os humanos estão a causar aquecimento global ou refere o aquecimento global antropogénico / mudança climática como um facto reconhecido. Mas nada dizem sobre a percentagem de aquecimento produzido pelo homem.

2.933 resumos - 24,6% do total estão na categoria 3 – Concordância implícita com o aquecimento global antropogénico (AGW). Implica que os humanos estão a causar aquecimento global. Por exemplo, a investigação assume que as emissões de gás com efeito de estufa causam aquecimento sem afirmar explicitamente que a causa é de origem humana.

78 resumos - 0,7% rejeitaram o AGW e 40 resumos - 0,3% não tinham a certeza sobre a causa do aquecimento global.

É claro que quase todos os cientistas concordam que existe uma contribuição humana maior do que 0%, ou que os seres humanos podem ser uma causa - embora modesta - de alguma mudança climática. Assim, combinando as taxas de endosso muito altas das categorias 2 e 3 (que até mesmo os mais cépticos reconhecem, como concordam que os seres humanos contribuem para a mudança climática em algum valor), com a taxa de endosso insignificantemente pequena para a categoria 1 (apenas 65 resumos), e excluindo as muitas centenas de artigos que foram publicados por cientistas questionando a teoria, Cook et al. (2013) foram finalmente capazes de proclamar que 97% dos cientistas acreditam que as mudanças climáticas desde 1950 foram principalmente causados por seres humanos.


As sete categorias:



(a) – Nível de concordância com o aquecimento global antropogénico (AGW).

(b) – Descrição.

(c) – Exemplo.



1 – (a) – Concordância explícita com o aquecimento global antropogénico (AGW) com quantificação.

1 – (b) - Afirma explicitamente que os humanos são a causa principal do recente aquecimento global.

1 – (c) – “O aquecimento global durante o século XX é principalmente causado pela crescente concentração de gás de efeito de estufa particularmente desde os finais dos anos 1980s.”


*******************************


2 – (a) – Concordância explícita com o aquecimento global antropogénico (AGW) sem quantificação.

2 – (b) - Afirma explicitamente que os humanos estão a causar aquecimento global ou refere o aquecimento global antropogénico / mudança climática como um facto reconhecido

2 – (c) – “Emissões de uma gama ampla de gases de efeito de estufa com tempos de vida variáveis contribuem para a mudança climática global.”

*******************************


3 – (a) – Concordância implícita com o aquecimento global antropogénico (AGW).

3 – (b) – Implica que os humanos estão a causar aquecimento global. Por exemplo, a investigação assume que as emissões de gás com efeito de estufa causam aquecimento sem afirmar explicitamente que a causa é de origem humana.

3 – (c) – “…a captura do carbono no solo é importante para mitigar a mudança climática global.”


*******************************


4(a) – (a) – Sem posição sobre o assunto.

4(a) – (b) – Não aborda ou menciona a causa do aquecimento global.

4(a) – (c) – “…a captura do carbono no solo é importante para mitigar a mudança climática global.”


*******************************


4(b) – (a) – Incerteza.

4(b) – (b) – Expressa a posição de que o papel humano no aquecimento global recente é incerto / indefinido.

4(b) – (c) – “…Enquanto a extensão do aquecimento global induzida é inconclusiva…”


*******************************


5 – (a) – Rejeição implícita do aquecimento global antropogénico (AGW)..

5 – (b) – Sugere que o homem tem um impacto mínimo sobre o aquecimento global sem o afirmar o afirmar explicitamente. Por exemplo, propondo causas naturais como a principal causa do aquecimento global.

5 – (c) – “…algures entre a maior parte e a totalidade do aquecimento de século XX resulta provavelmente de causas naturais de acordo com os resultados …”


*******************************


6 – (a) – Rejeição explícita do aquecimento global antropogénico (AGW) sem quantificação.

6 – (b) – Minimiza explicitamente ou rejeita que o homem esteja a causar o aquecimento global.

6 – (c) – “…o registo global das temperaturas fornece reduzido apoio à visão catastrófica do efeito de estufa”


*******************************


7 – (a) – Rejeição explícita do aquecimento global antropogénico (AGW) com quantificação.

7 – (b) – Afirma explicitamente que o homem causa menos de metade do aquecimento global.

7 – (c) – “A contribuição humana para a quantidade de CO2 na atmosfera e o aumento de temperatura é insignificante com outras fontes de dióxido de carbono”

segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Prof. Dr. Ricardo Augusto Felicio desmonta a farsa do «Aquecimento Global» no Programa do Jô (Soares)

O Prof. Dr. Ricardo Augusto Felicio é graduado em Ciências Atmosféricas - Meteorologia pela Universidade de São Paulo (1998), possui um mestrado em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (2003) e é doutorado em Geografia (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo (2007). Actualmente é Prof. Dr. da Universidade de São Paulo.


segunda-feira, dezembro 05, 2016

A fraude do “consenso" de 97% dos cientistas sobre o "Aquecimento Global”

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) realiza supostamente um dos trabalhos mais importantes do mundo. Procede a estudos e inquéritos sobre investigação da ciência climática e produz um relatório sobre esses dados. Este relatório é informalmente conhecido como a Bíblia do Clima.

Citada por governos em todo o mundo, a Bíblia do Clima é a razão pela qual toda a gente considera que as emissões de dióxido de carbono são perigosas. E é por causa dela que estão a ser introduzidos impostos sobre o carbono, que as contas da electricidade vão disparar e que novas e dispendiosas normas estão a ser promulgadas.

Nos Estados Unidos, o Energy Information Administration calcula que, até 2030 (daqui a 13 anos), as Taxas de Carbono para combater o "Aquecimento Global" vão criar mais de um milhão de desempregados e uma diminuição do Produto Interno Bruto num valor superior a um bilião de dólares ($US 1.000.000.000.000). Em suma: o planeta inteiro está num estado de grande ansiedade por causa de um relatório das Nações Unidas.

O que a maioria de nós não sabe, é que a Bíblia Climática está a ser produzida por mentirosos a soldo de uma agenda política bem definida.

Esta exposição, feita por uma jornalista investigadora, é o produto de dois anos de pesquisa. A sua conclusão: quase nada do que foi dito pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) é verdade. Tal como o "Consenso" de 97% dos cientistas sobre o “Aquecimento Global”

Nesta excelente e clarificadora entrevista, a jornalista investigadora Donna Laframboise põe a nu a Fraude do "consenso" de 97% dos cientistas sobre o "Aquecimento Global" e as mentiras do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC):


segunda-feira, novembro 28, 2016

O «Aquecimento Global» possui dimensões morais, terroristas e artísticas, que a Ciência Climática teima em desconhecer…

The Christian Science Monitor – Harry Bruinius, Abril 28, 2015

«Pope Francis and climate change: why Catholic skeptics are so alarmed»


Papa Francisco e as mudanças climáticas: porque estão tão alarmados os cépticos católicos...

Na terça-feira, o Vaticano organizou uma conferência sobre as dimensões morais da mudança climática, e o papa terá preparado uma encíclica importante sobre o meio ambiente.



Nova Iorque (Reuters) - Com o Papa Francisco pronto para fazer um apelo muito forte para enfrentar as aterradoras ameaças das mudanças climáticas este ano, os cépticos católicos conservadores estão revoltados.

O Papa já preparou uma importante encíclica - ou guia moral para os 1,2 mil milhões de católicos - que, no final deste ano, enfatizará o imperativo de abordar o aquecimento global causado pelo homem. E na terça-feira, a Academia Pontifícia das Ciências e outras organizações organizaram uma cimeira no Vaticano chamada "Proteger a Terra, Dignificar a Humanidade: As Dimensões Morais da Mudança Climática e Desenvolvimento Sustentável", considerada uma reunião para ajudar a fortalecer o "Consenso Global" sobre a questão.


***************************************


The Washington Post - Juliet Eilperin - Dezembro, 4, 2015

«Making terrorism link, Obama says climate instability can lead to ‘dangerous’ ideology»


Estabelecendo a ligação [entre o Aquecimento Global] e o Terrorismo, Obama afirma que a instabilidade climática pode conduzir a uma ideologia "perigosa".



Obama: "O que sabemos é que - à medida que os seres humanos são colocados sob tensão, então acontecem coisas más", disse o presidente à co-anfitriã Norah O'Donnell, numa conversa gravada na quarta-feira.

"E, você sabe, se olhar para a história do mundo, quando as pessoas estão desesperadas, quando às pessoas começam a faltar alimentos, quando as pessoas - não são capazes de ganhar a vida ou cuidar de suas famílias - é quando surgem ideologias perigosas".


***************************************


Agence France-Presse - 14 Abril 2015

«Scientists claim climate change has already made an impact on music — here’s how»


Os cientistas afirmam que as Mudanças Climáticas já causaram um impacto na música – eis como:



Prevê-se que as mudanças climáticas interfiram em quase todas as áreas da vida - onde vivemos, o que comemos e com quem guerreamos.

Agora a música pode ser adicionada à lista.

Esta é a tese invulgar proposta por investigadores britânicos na terça-feira, que afirma que o tempo atmosférico tem, poderosa, mas discretamente, influenciado a trilha sonora das nossas vidas. E os gostos musicais vão provavelmente mudar à medida que o clima se alterar.

Será agradável ouvir a canção dos Beatles "Here Comes The Sun" quando se está a suportar mais uma longa e suada onda de calor?

"Estas premissas são de que certas condições meteorológicas são boas e certas condições climáticas são más, como, por exemplo, o sol é bom - pode mudar", afirmou a investigadora Karen Aplin, da Universidade de Oxford, à AFP, numa reunião da União Europeia de Geociências.

Na Europa, "as pessoas reagem: 'Oh, que bom!' Quando é verão", disse ela. Mas se estiverem 40 graus Celsius todos os Verões durante 10 anos ... isso pode mudar a forma como as pessoas sentem o clima e as emoções que as ligam."

Aplin e outros cinco cientistas pesquisaram mais de 15 mil canções pop, tendo encontrado suporte estatístico para a hipótese de que nossos estados de espírito são fortemente influenciados pelo clima. Estas emoções, por sua vez, expressam-se na música que os artistas compõem e naquilo que o público gosta de ouvir.

A equipa estudou algumas das canções mais populares de língua inglesa, principalmente dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, dos anos 1950 até hoje. Procuraram títulos de músicas, nomes de bandas e letras para referências ao tempo. "Encontrámos cerca de 800", afirmou Aplin...


***************************************


Karen L. Aplin (Departamento de Física, Universidade de Oxford) e Paul D. Williams (Departamento de Meteorologia, Universidade de Reading)- Novembro 2011, Vol. 66, No. 11

«Meteorological phenomena in Western classical orchestral music»


[A influência] dos fenómenos meteorológicos na música clássica orquestral do ocidente



As representações do tempo atmosférico são comuns em todas as artes. Por exemplo, tem havido muito debate sobre fenómenos meteorológicos no trabalho de pintores como Monet e Constable (por exemplo Thornes, 1999, Baker e Thornes, 2006).

O tempo também tem tido destaque no ballet: William Forsythe terá passado muito tempo ao ar livre, observando formações de nuvens e mudanças de luz, como inspiração para seu trabalho: «Três Estudos Atmosféricos» (Siegmund, 2005).

Essas influências meteorológicas foram debatidas numa conferência de quatro dias sobre as estações na poesia, música e arte, realizada em Viena no início dos anos 80 (Wiesmann, 1985).

Apesar das claras influências noutras áreas das artes, tem havido muito pouco estudo sobre a inspiração meteorológica na música clássica ocidental. Como os amantes da música sabem, a sugestão de uma tempestade distante de alguns rufos de tímbalo pode ser tão evocativa como as ondas crepusculares retratadas por Constable. A habilidade da música para imitar os sons do tempo e indirectamente implicar estados de espírito mais subtis, talvez abra mais espaço para a expressão dramática do que as artes visuais e a literatura, que inevitavelmente se limitam a interpretações mais literais...

quinta-feira, novembro 24, 2016

Para evitar entrarmos noutra era glacial, o Dr. Arnold Reitze afirmava em 1970: "Seremos forçados a sacrificar a democracia pelas leis que nos vão proteger da poluição adicional"


Durante a década de 1970, os meios de comunicação promoveram o alarmismo climático global com ameaças terríveis de uma nova era glacial. Eventos meteorológicos extremos foram exagerados como sinais do apocalipse prestes a chegar e a poluição causada pelo homem foi considerada a principal causa. Os extremistas ambientais pediram tudo, desde a proibição do motor de combustão interna aos controles populacionais ao estilo comunista.



Há muito tempo que o homem tem tentado fazer algo mais do que falar sobre o tempo. Ironicamente e infelizmente, ele já pode ter feito muito mais do que imagina ou deseja.

De facto, se uma nova Idade do Gelo se abater sobre a Terra já nos próximos séculos, o homem - ou pelo menos os sobreviventes dos actuais milhares de milhões que ainda não foram asfixiados - podem ter de reconhecer que foram eles mesmo que o trouxeram.

Isto, no mínimo, parece ser a moral da última história de horror da frente da poluição. Desde o advento da Revolução Industrial, os detritos dos processos de fabricação têm-se acumulado na atmosfera a tal ponto que a terra está agora envolvida numa camada de poeira que tem o efeito de reflectir novamente para o espaço uma parte da energia irradiada pelo sol.

O resultado foi uma redução mensurável das temperaturas médias, não apenas em áreas industriais, mas em todo o mundo. Até agora, é apenas em fracções de um grau. Mas mesmo pequenas mudanças de temperatura, se prolongadas e generalizadas, podem ter efeitos surpreendentes sobre o clima e, consequentemente, sobre o desenvolvimento e sobrevivência de plantas e animais. Não seriam necessários muitos graus para desencadear a expansão renovada das massas de gelo polar.

A perspectiva é literalmente arrepiante. O irrevogável em controlo climático - 20 graus mais frio.

E se agora estamos acostumados, se não habituados, à ameaça física de poluição, aproxima-se um aviso que também pode ter consequências políticas terríveis.


Dr. Arnold Reitze, especialista em aspectos jurídicos da Universidade Case Western Reserve de Cleveland e Master of Public Health (M.P.H.) - Ciências da Saúde Ambiental na Universidade Johns Hopkins, sugere que a poluição, ou o esforço para controlá-la, pode ser fatal para o nosso conceito de uma sociedade livre.

Como prováveis e inevitáveis restrições sobre o indivíduo e a população, o Dr. Reitze sugere:

* Ilegalização do motor de combustão interna para veículos e ilegalização ou controlos apertados sobre todas as formas de combustão.

* Controlos rígidos sobre a comercialização de novos produtos, aos quais serão exigidos a prova de um potencial mínimo de poluição.

* Controlos em toda a investigação e desenvolvimento, que serão interrompidos à mínima perspectiva de poluição adicional.

* Possivelmente mesmo controlos populacionais, prescrição de um número de crianças por família e punição para quem exceder o esse limite.

Na opinião de Reitze, "Seremos forçados a sacrificar a democracia pelas leis que nos vão proteger da poluição adicional."


Contudo, nem tudo é desespero e desastre. A decisão do presidente Nixon em fazer um grande esforço administrativo na limpeza ambiental e, mais importante ainda, a contínua e crescente agitação pública são indícios esperançosos de que nem tudo está já necessariamente perdido.

Felizmente, o homem tem a capacidade, mesmo se muitas vezes de forma imperfeita, para aprender. Ele pode dizer que não sabia das consequências quando começou a transformar, e a devastar, o ambiente para seus próprios fins, muitas vezes questionáveis. Ele agora já sabe, e as medidas para corrigir os danos estão à mão ou em grande parte ao seu alcance.

Cabe-lhe fazer do conhecimento não uma coisa perigosa, mas, antes, a sua salvação de um futuro glacial e uma versão fumacenta de 1984 - [1984 - obra do autor britânico George Orwell, que retrata o quotidiano de um regime político totalitário e repressivo].

terça-feira, novembro 22, 2016

Aquecimento Global: Christopher Monckton arrasa os argumentos de uma activista do Greenpeace

Activista do Greenpeace: Soubemos que esta conferência era sobre pessoas que negavam as Alterações Climáticas...

Christopher Monckton: Claro, mas sabemos que existem Alterações Climáticas há 4 mil milhões de anos... e, sabendo disso, porque é que é contra as Alterações Climáticas agora?

Activista do Greenpeace: Porque nos últimos 80 anos as Alterações Climáticas aceleraram bastante e agora temos um grande problema, e temos de agir muito empenhadamente...

Christopher Monckton: Sim, mas os cálculos das Nações Unidas [IPCC] mostram que, excepto nos últimos 20 anos, nós não pudemos ter nenhum efeito sobre o Clima. Donde, sabendo que a Terra está a aquecer há 300 anos e, que, nos últimos 280 anos nós não tivemos nenhuma influência, você está a afirmar que nos últimos 20 anos tivemos algum impacto no Clima? Diga-me, nos últimos 10 anos (entrevista feita em 2009) quanto é que subiu a temperatura global?

Activista do Greenpeace: Tenho de adivinhar... diria 0,1 graus Celsius...

Christopher Monckton: Bom, na realidade desceu ligeiramente, cerca de 0,05 graus Celsius. De facto, a temperatura não aumenta de há 15 anos para cá. Agora, visto que não temos nenhum Aquecimento Global de há 15 anos para cá, porque é que considera tão urgente que nós tornemos o Arrefecimento Global mais rápido?

Activista do Greenpeace: ... Não acredito...

Christopher Monckton: Então é uma questão de fé. O que me intriga é que você não sabe nada sobre o Clima e, no entanto, quer mudá-lo numa determinada direcção...

Activista do Greenpeace: ... Mas eu acredito em organizações como o Greenpeace...