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quarta-feira, junho 23, 2010

Euronews - A Pandemia da Gripe A - H1N1 - é uma fraude gigantesca

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Euronews - 05.06.2010:

A pandemia de Gripe A nunca existiu, esta é a conclusão do relatório aprovado ontem pela Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa que acusa a Organização Mundial de Saúde de ter sobrestimado o vírus H1N1.

A investigação chefiada pelo deputado britânico Paul Flynn denuncia o desperdício de fundos públicos na compra de vacinas e as ligações entre os peritos da OMS e os laboratórios farmacêuticos.

Um relatório publicado também ontem pelo British Medical Journal revela que as recomendações da OMS teriam sido redigidas por peritos contratados como consultores por vários laboratórios.

A OMS enfrenta assim uma nova vaga de críticas um dia depois de ter decidido prolongar até Julho o nível máximo de alerta de pandemia. Em um ano a Gripe A provocou mais de dezoito mil mortos, um número distante das previsões iniciais, quando a gripe sazonal provoca anualmente quinhentas mil mortes.


Vídeo Euronews [0:53m]





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RTP - Antena 1 - 06.06.2010:

Falta de transparência, desperdício dos dinheiros públicos, incitação injustificada ao medo, estas são algumas das principais críticas feitas pelo Conselho da Europa à maneira como a Organização Mundial de Saúde geriu a Gripe A.

Num relatório averbado pela Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, o relator, Paul Flynn, considera que houve interesses que se sobrepuseram à saúde pública, nomeadamente os interesses de alguns laboratórios farmacêuticos. O deputado socialista britânico acusa três laboratórios de terem visto na Pandemia a maneira ideal de ganhar muito dinheiro. Paul Flynn acusa laboratórios, como o Glaxo Smith Kline, o suíço Novartis e o francês Sanofi Pasteur, de terem pressionado os países para adquirirem as vacinas obrigando-os a uma corrida desenfreada a este medicamento.

Segundo um relatório, os laboratórios teriam ganho com a venda destas vacinas, em 2009, entre nove e dez mil milhões de dólares. O relatório critica igualmente o preço da vacina da Gripe A, que, muitas vezes, foi superior duas ou três vezes à da gripe sazonal. Para o relator esta Pandemia nunca existiu, uma posição que não é partilhada pela Organização Mundial de Saúde, que ontem mesmo anunciou que o alerta contra a Pandemia se mantinha. A Organização Mundial de Saúde reconheceu, no entanto, que o período de maior intensidade já tinha passado.

Até agora, a Gripe A provocou a morte de dezoito mil pessoas no mundo, desde a descoberta do vírus em 2009. O relatório recorda que o Reino Unido tinha previsto que a Gripe A poderia provocar a morte de sessenta mil pessoas no Reino Unido.

Mas para além da questão financeira, o relator alerta para o perigo de os cidadãos perderem a confiança nas suas instituições.


RTP - Antena 1 - Áudio [2:09m]





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A ministra da saúde, Ana Jorge, o primeiro-ministro José Sócrates e o director-geral da Saúde, Francisco George, foram três indivíduos que aderiram entusiasticamente à falta de transparência, ao desperdício dos dinheiros públicos e à incitação injustificada ao medo promovidos pela Organização Mundial de Saúde.


Os impactos financeiros directos da gripe A nos custos do Estado já ascendem a 67,5 milhões de euros com a compra de vacinas, no valor de 45 milhões de euros, e do Oseltamivir, no valor de 22,5 milhões de euros.

O Governo gastou este ano (2009) 45 milhões de euros na compra de seis milhões de doses de vacinas contra a gripe A à Glaxo Smith Kline (GSK) e gastou, nos últimos três anos, 22,5 milhões de euros na compra do anti-viral Oseltamivir à Roche, inicialmente destinado ao combate à gripe das aves.

Por apurar estão ainda os custos indirectos, dependendo da evolução da pandemia, mas um estudo efectuado pela Deloitte, em colaboração com a Intelligent Life Solutions, refere que os custos para o Estado estão estimados em 330 a 500 milhões de euros.
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sábado, novembro 14, 2009

Os Estados Unidos e a Suíça proibiram a vacina contra a Gripe A que está a ser utilizada em Portugal

EUA recusam vacina para gripe A usada na Europa

A vacina que está a ser usada em Portugal contra a gripe A não foi aprovada pelos Estados Unidos por conter substâncias na sua composição que podem alegadamente causar danos à saúde dos que a tomam. Trata-se da Pandemrix [...]

No entanto, a Pandemrix está a provocar a recusa de muitas pessoas na Alemanha da sua utilização, dando como justificação o facto de os políticos e os funcionários públicos de topo serem preventivamente vacinados com uma outra. O presidente do Colégio Alemão dos Médicos de Família refere mesmo que os "potenciais riscos ultrapassam os benefícios" e, segundo Michael Kochen, este é um "teste em larga escala feito à população alemã" [...]



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News Crohn - 30 de Outubro de 2009

Gripe A: Suíça proíbe que grávidas e crianças recebam a vacina Pandemrix

A Swissmedic (autoridade que regula o sector dos medicamentos na Suíça) emitiu, esta sexta-feira (30-10-2009), um comunicado, onde proíbe a utilização da vacina Pandemrix – a mesma utilizada em Portugal – em grávidas, crianças com menos de 18 meses e adultos com mais de 60 anos.

Na base da decisão da Swissmedic está a incerteza quanto aos efeitos do uso do adjuvante AS03, utilizado para a vacina Pandemrix do laboratório GSK.



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Se alguma tragédia acontecer em Portugal em resultado da campanha de vacinação contra a «Gripe A», a ministra da Saúde, Ana Jorge, e o director-geral da Saúde, Francisco George, vão ter muito que explicar aos cidadãos deste país.

terça-feira, setembro 22, 2009

Correio da Manhã - Vacina da gripe A pode ser fatal


Correio da Manhã - 17 Setembro 2009

Pandemia: Documento secreto refere risco de paralisia e morte

Vacina da gripe A pode ser fatal

A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.


O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças .

A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.

O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina.

A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas.

Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: "Essa situação é muito bem conhecida da classe médica." Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, "as vacinas não estão isentas de riscos."



Comentário

O presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, partilha do optimismo do director-geral de Saúde, Francisco George, e da ministra da saúde, Ana Jorge, acerca das qualidades da vacina para a Pandemia da Gripe A (o governo português já comprou três milhões de doses), e que, felizmente, ainda não matou ninguém em Portugal.

Os Jorges que pretendem tratar da saúde dos portugueses


Os portugueses não deveriam exigir uma explicação a este triunvirato da «saúde» sobre o motivo pelo qual não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências de uma vacina que pode desencadear a síndrome Guillain-Barré, que ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, e que pode ser fatal? E a razão pela qual essa explicação não é dada antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças?
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quinta-feira, setembro 17, 2009

O director-geral de Saúde, Francisco George, mantém a esperança de que a Gripe A ainda venha a causar vítimas em Portugal

Gripe A vai matar em Portugal

«O director-geral de Saúde, Francisco George, admitiu esta segunda-feira que a gripe A pode causar mortes em Portugal e que a epidemia deve ainda prolongar-se por um ou dois anos.

'Não vamos continuar com uma taxa de letalidade zero', afirmou Francisco George, numa conferência da Ordem dos Médicos sobre o vírus H1N1 aberta à comunicação social.

Portugal registou desde o início do Maio 7513 casos de gripe A, mas até ao momento não se registou qualquer morte provocada pela doença. Francisco George atribuiu a ausência de mortes à resposta dada desde o início da epidemia mundial.»


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No Jornal Nacional da TVI - 7 de Setembro de 2009:

Ao contrário do Director-Geral de Saúde Português, o Director-Geral de Saúde Espanhol desvaloriza a questão: "Se morrem muitas pessoas em Espanha por contaminação atmosférica, ninguém presta atenção. Ou se morrem tantas pessoas por fumar, ninguém lhes presta atenção. Mas se, pelo contrário, morrem duas pessoas com gripe, presta-se muita atenção. É lógico, eu entendo, mas pouco a pouco a sociedade tem que amadurecer e dedicar o tempo que cada problema requer em função da sua gravidade."

Também o Dr. Fernando Maltês, Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral, assegurou: "Esta Gripe A com que nos estamos a defrontar tem uma apresentação clínica semelhante à gripe sazonal, apresenta uma benignidade talvez até maior do que a do vírus da gripe sazonal e, portanto, trata-se como se trata a gripe sazonal, ou seja, com antipiréticos."


O certo é que já lá vão quatro meses desde que foi confirmado o primeiro caso de Gripe A em Portugal e, até agora, não há qualquer morto a registar. Em média, por ano, morrem em Portugal mais de mil e quinhentas pessoas de gripe sazonal comum.

Mas é enternecedor ver a lealdade do director-geral de Saúde Português, Francisco George, à sua chefe, a Ministra da Saúde, Ana Jorge, no contributo aos fabulosos lucros das empresas farmacêuticas Roche e da Glaxo Smith Kline, às quais o Goveno Português comprou mais de 45 milhões de euros do medicamento Tamiflu, cuja eficácia está ainda mal documentada, segundo as palavras do o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral, Fernando Maltês.

Mas não são de agora, as justificadas preocupações de Francisco George com pandemias e respectiva medicação.

O director-geral de Saúde, Francisco George


Já em Fevereiro de 2006 (TSF), o director-geral de Saúde explicava no Parlamente como Portugal se iria proteger da Pandemia da Gripe Aviária, fruto das possíveis mutações do perigoso vírus H5N1:

«Já chegaram a Portugal as 100 mil doses do princípio activo do medicamento oseltamivir (o antiviral designado comercialmente por Tamiflu, da farmacêutica Roche) para fazer frente a uma eventual pandemia da gripe das aves em território português.»

«A grande encomenda de dois milhões e meio de tratamentos chegará seguramente muito a tempo, uma vez que não admitimos que a pandemia possa surgir num prazo inferior a largos meses», afiançou.

«Uma pandemia pode chegar daqui a seis meses ou daqui a seis anos, temos que estar preparados, mas não sabemos quando irá acontecer», afirmou Francisco George.
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