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quinta-feira, junho 02, 2016

Só existe uma solução contra o Monopólio Financeiro Mundial e os seus acólitos na Política e nos Media -> a Violência Cidadã cirurgicamente dirigida...


Um cidadão ciente do colossal roubo que «esta democracia» lhe faz, aponta consciente e criteriosamente a um banqueiro ladrão, a um político corrupto, a um legislador venal ou a um comentador mediático a soldo.



Filipe Bastos: "sempre fui contra a violência de massas, a agressão colectiva, as turbas e linchamentos. São sempre cobardias de muitos contra poucos. Parecem-me o ponto mais baixo da Humanidade, o grau zero da civilização.

No entanto, a «violência cidadã cirurgicamente dirigida» é muito diferente. Pode dizer-se que é o oposto:
é o cidadão que está em minoria, em desvantagem. São estes pulhas que dominam tudo, incluindo as leis, a polícia e os tribunais que as aplicam. Chulam-nos, roubam-nos, gozam-nos, e usam o nosso dinheiro para se protegerem. Para se protegerem de nós!"

Não é fácil a um individuo ou a um pequeno grupo opor-se-lhes, nem é fácil defender a violência; mas eles não se inibem de a usar. Todos os dias a usam. Estamos a saque há décadas.

Esta canalha precisa realmente de ter medo. Enquanto não tiver medo, nada vai mudar.
"


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A forma como as Crises Financeiras e Económicas, o Desemprego, a Miséria, a Fome e a Morte, são deliberadamente criadas pelo Poder Financeiro e os todos os seus lacaios nas várias instâncias do Poder - Político, Legislativo e Mediático:


Sheldon Emry:

Nos Estados Unidos da América em 1930, nenhuma guerra destruiu as cidades do interior, nenhuma epidemia dizimou, nem nenhuma fome se aproximou do campo. Só faltava uma coisa: uma adequada disponibilidade de moeda para negociar e para o comércio.

No princípio dos anos 30 do século XX, os banqueiros, a única fonte de dinheiro novo e crédito [que criam a partir do nada], recusaram deliberadamente empréstimos às indústrias, às lojas e às propriedades rurais. Contudo, eram exigidos os pagamentos dos empréstimos existentes, e o dinheiro desapareceu rapidamente de circulação. As mercadorias estavam disponíveis para serem transaccionadas, os empregos à espera para serem criados, mas a falta de dinheiro paralisou a nação.

Com este simples estratagema a América foi colocada em "depressão" [hoje, chamada Crise Financeira] e os banqueiros apropriaram-se de centenas e centenas de propriedades rurais, casas e propriedades comerciais. Foi dito às pessoas, "os tempos estão difíceis" e "o dinheiro é pouco". Não compreendendo o sistema, as pessoas foram cruelmente despedidas dos seus empregos e roubadas dos seus ganhos, das suas poupanças e das suas propriedades.


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A comprovadíssima inutilidade das manifestações pacíficas


Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada" ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. Nada mais falso.


A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar

1 - Um pai que pegue num taco para dispersar à paulada um grupo de rufias que está a espancar o seu filho, está a utilizar a violência de uma forma justa;

2 - Uma mulher que crave uma faca na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, está a utilizar a violência de uma forma justa;

3 - Um homem que abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e lhe degolou a mulher, está a utilizar a violência de uma forma justa;

4 - Um polícia que dispara contra um homicida prestes a abater um pacato cidadão, está a utilizar a violência de uma forma justa;

5 - Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;

6 - Um povo que se revolta de forma sangrenta contra a Máfia do Dinheiro, coadjuvada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e o país inteiro, esse povo está a utilizar a violência de uma forma justa.


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Grupos ad hoc de cidadãos profundamente indignados, corajosos, bem informados e com elevada consciência social, terão de caçar paulatinamente os criminosos que estão a conduzir o país ao actual holocausto social e económico, apanhando-os um a um, e justiçá-los à medida das suas responsabilidades.

Caçar paulatinamente os ladrões da sociedade, apanhando-os um a um e justiçá-los...


Confrontos, como os que têm acontecido até agora, entre multidões de manifestantes por um lado e grupos de polícias e militares (também eles vítimas) por outro, são contraproducentes e nada resolvem, deixando os criminosos a sorrir com as rédeas do poder firmemente nas mãos.


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Portugal, Grécia, Espanha, Itália, Irlanda e um sem número de outros países por esse globo fora estão, sob a forma de uma nebulosa «Crise Financeira» surgida não se percebe bem de onde, a ser alvo de um genocídio financeiro, económico e humanitário a uma escala inaudita.

Ouvimos, diariamente, falar «da dívida», dos sacrifícios «para pagar a dívida», da austeridade «para pagar a dívida», do empobrecimento, do corte de direitos sociais, da precariedade laboral, da privatização de empresas estratégicas, da asfixia do investimento público - tudo «para pagar a dívida».

Mas o que é a «Dívida»? Quanto dinheiro devemos? A quem é que devemos? Porque foi pedido tanto dinheiro emprestado? Em que é que ele foi gasto? É realmente legítimo que os cidadãos sejam compelidos ao pagamento de uma dívida sobre a qual nada sabem? É possível que esta dívida não seja nossa? Será uma dívida apenas para salvar um «sistema financeiro», "TOO BIG TO FAIL", cujos lucros parecem terem-se evaporado misteriosamente de um dia para o outro? Ou não será a «dívida soberana» simplesmente uma gigantesca fraude levada a cabo por uma todo-poderosa Máfia Financeira para rapinar Estados, Empresas e Famílias, como aconteceu em 1929?

Esta «Crise Financeira» tem "forçado" os governos, através dos contribuintes, a dar, literalmente de mão beijada, biliões a uma Banca que, não obstante os lucros obscenos que tem vindo a apresentar ano após ano, se viu súbita e incompreensivelmente "descapitalizada". Este roubo descomunal constitui um assombroso acto de violência perpetrado por uma Máfia Financeira contra as populações.


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Opiniões



Fernando Madrinha - Jornal Expresso de 1/9/2007:

[...] "Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais." [...]




Paulo Morais, professor universitário - Correio da Manhã – 19/6/2012

[...] "Estas situações de favorecimento ao sector financeiro só são possíveis porque os banqueiros dominam a vida política em Portugal. É da banca privada que saem muitos dos destacados políticos, ministros e deputados. E é também nos bancos que se asilam muitos ex--políticos." [...]

[...] "Com estas artimanhas, os banqueiros dominam a vida política, garantem cumplicidade de governos, neutralizam a regulação. Têm o caminho livre para sugar os parcos recursos que restam. Já não são banqueiros, parecem gangsters, ou seja, banksters."




Sheldon Emry – Escritor e sacerdote norte-americano:

"Quando se começa a estudar o nosso sistema monetário, apercebemo-nos rapidamente que estes políticos não são agentes do povo mas sim agentes dos banqueiros, para quem fazem planos para colocar as pessoas ainda mais endividadas."

"Os nossos dois principais partidos tornaram-se servos dos banqueiros, os vários departamentos do governo tornaram-se as suas agências de despesas, e o Serviço da Receita Federal (IRS) é a sua agência de recolha de dinheiro."




Carroll Quigley - professor na Universidade de Georgetown e mentor do Presidente Clinton - no seu livro de 1966 «Tragédia e Esperança» (Tragedy and Hope) escreveu:

[...] "Os poderes do capitalismo financeiro têm um plano de longo alcance, nada menos do que criar um sistema de controlo financeiro mundial em mãos privadas capazes de dominar os sistemas políticos de cada país e a economia mundial como um todo."

[...] "«Cada banco central... procura dominar o seu governo pela sua capacidade em controlar títulos do tesouro, manipular o câmbio externo, influenciar o nível de actividade económica no país, e influenciar políticos cooperantes por intermédio de recompensas económicas no mundo dos negócios.»"

segunda-feira, agosto 19, 2013

Quando o Monopólio do Poder (Financeiro, Político e Mediático) torna as manifestações pacíficas absolutamente inúteis e a violência cidadã imperativa


Um cidadão desempregado e desesperado, mas ciente do colossal roubo que «esta democracia» lhe faz, aponta consciente e criteriosamente a um banqueiro rapina, a um político corrupto, a um legislador venal ou a um comentador mediático a soldo.






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A forma como as Crises Financeiras e Económicas, o Desemprego, a Miséria, a Fome e a Morte, são deliberadamente criadas pela Banca e os seus lacaios de todos os ofícios:



Sheldon Emry:

Nos Estados Unidos da América em 1930, nenhuma guerra destruiu as cidades do interior, nenhuma epidemia dizimou, nem nenhuma fome se aproximou do campo. Só faltava uma coisa: uma adequada disponibilidade de moeda para negociar e para o comércio.

No princípio dos anos 30 do século XX, os banqueiros, a única fonte de dinheiro novo e crédito [que criam a partir do nada], recusaram deliberadamente empréstimos às indústrias, às lojas e às propriedades rurais. Contudo, eram exigidos os pagamentos dos empréstimos existentes, e o dinheiro desapareceu rapidamente de circulação. As mercadorias estavam disponíveis para serem transaccionadas, os empregos à espera para serem criados, mas a falta de dinheiro paralisou a nação.

Com este simples estratagema a América foi colocada em "depressão" [hoje, chamada Crise Financeira] e os banqueiros apropriaram-se de centenas e centenas de propriedades rurais, casas e propriedades comerciais. Foi dito às pessoas, "os tempos estão difíceis" e "o dinheiro é pouco". Não compreendendo o sistema, as pessoas foram cruelmente despedidas dos seus empregos e roubadas dos seus ganhos, das suas poupanças e das suas propriedades.


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A comprovadíssima inutilidade das manifestações pacíficas




Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada" ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. Nada mais falso.


A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar

Um povo que se revolta de forma sangrenta contra a Máfia do Dinheiro, coadjuvada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e o país inteiro, esse povo está a utilizar a violência de uma forma justa para se libertar.

Um pai que pegue num taco para dispersar à paulada um grupo de rufias que está a espancar o seu filho, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Uma mulher que crave uma faca na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Um homem que abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e lhe degolou a mulher, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Um polícia que dispara contra um homicida prestes a abater um pacato cidadão, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;

Um povo que se revolta de forma sangrenta contra a Máfia do Dinheiro, coadjuvada por políticos corruptos, legisladores venais, comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e o país inteiro, esse povo está a utilizar a violência de uma forma justa.


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Grupos ad hoc de cidadãos profundamente indignados, corajosos, bem informados e com elevada consciência social, terão de caçar paulatinamente os criminosos que estão a conduzir o país ao actual holocausto social e económico, apanhando-os um a um, desprevenidos e indefesos, seja no café, no emprego, no jogging, no barbeiro, no automóvel ou onde quer que se encontrem, e justiçá-los à medida das suas responsabilidades.

Caçar paulatinamente os ladrões do povo, apanhando-os um a um e justiçá-los...

Os criminosos são a máfia financeira, os donos e administradores de empresas que parasitam o Estado, os políticos corruptos, os legisladores a soldo, os propagandistas venais, etc. A limpeza metódica desta cáfila (que o receio tornará difícil revezar), fará inevitavelmente desabar a pirâmide que detém o poder.

A sociedade está hoje instantaneamente ligada entre si pelas actuais tecnologias de informação e telecomunicações - Internet e telemóveis. É actualmente possível a troca rápida de informação entre muitos milhares de cidadãos sob as mais variadas formas - redes sociais, blogues, e-mails, texto, voz, fotos e vídeos.

As populações, recorrendo a estas novas tecnologias e podendo comunicar mais rápida e directamente uns com os outros, têm a capacidade de registar a teia de ligações, de influências e as agendas dos ladrões que os estão a conduzir à ruína, bem como montar um sistema de vigilância que lhes monitorize os passos e os localize em tempo real.


Confrontos, como os que têm acontecido até agora, entre multidões de manifestantes por um lado e grupos de polícias e militares (também eles vítimas) por outro, são contraproducentes e nada resolvem, deixando os criminosos a sorrir com as rédeas do poder firmemente nas mãos.

sexta-feira, julho 27, 2012

A Austeridade levada a cabo por Governos corruptos para "acalmar" a voracidade dos Mercados...




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Duas análises desassombradas


Fernando Madrinha - Jornal Expresso de 1/9/2007:

[...] "Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais." [...]



Paulo Morais, professor universitário - Correio da Manhã – 19/6/2012

[...] "Estas situações de favorecimento ao sector financeiro só são possíveis porque os banqueiros dominam a vida política em Portugal. É da banca privada que saem muitos dos destacados políticos, ministros e deputados. E é também nos bancos que se asilam muitos ex--políticos." [...]

[...] "Com estas artimanhas, os banqueiros dominam a vida política, garantem cumplicidade de governos, neutralizam a regulação. Têm o caminho livre para sugar os parcos recursos que restam. Já não são banqueiros, parecem gangsters, ou seja, banksters."


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De como a Banca, num passe de mágica, retira e repõe dinheiro na economia,
até se apoderar de toda a riqueza dos países e das populações


Por
Sheldon Emry [Tradução minha]

Em 1930 os Estados Unidos não tinham falta de capacidade industrial, propriedades rurais férteis, trabalhadores experientes e determinados e famílias laboriosas. Tinham um amplo e eficiente sistema de transportes ferroviários, redes de estradas, e canais e rotas marítimas. As comunicações entre regiões e localidades eram as melhores do mundo, utilizando telefone, teletipo, rádio e um sistema de correios governamental perfeitamente operacional.

Nenhuma guerra destruiu as cidades do interior, nenhuma epidemia dizimou, nem nenhuma fome se aproximou do campo. Só faltava uma coisa aos Estados Unidos da América em 1930: Uma adequada disponibilidade de moeda para negociar e para o comércio.

No princípio dos anos 30 do século XX, os banqueiros, a única fonte de dinheiro novo e crédito, recusaram deliberadamente empréstimos às indústrias, às lojas e às propriedades rurais. Contudo, eram exigidos os pagamentos dos empréstimos existentes, e o dinheiro desapareceu rapidamente de circulação. As mercadorias estavam disponíveis para serem transaccionadas, os empregos à espera para serem criados, mas a falta de dinheiro paralisou a nação.

Com este simples estratagema a América foi colocada em "depressão" e os banqueiros apropriaram-se de centenas e centenas de propriedades rurais, casas e propriedades comerciais. Foi dito às pessoas, "os tempos estão difíceis" e "o dinheiro é pouco". Não compreendendo o sistema, as pessoas foram cruelmente roubadas dos seus ganhos, das suas poupanças e das suas propriedades.

A Segunda Guerra Mundial acabou com a "Depressão". Os mesmos banqueiros que no início dos anos trinta não faziam empréstimos em tempos de paz para a compra de casas, comida e roupas, de repente tinham biliões ilimitados para emprestar para aquartelamentos militares, rações de combate e uniformes.

Uma nação que em 1934 não conseguia produzir alimentos para venda, repentinamente podia produzir milhões de bombas para enviar para a Alemanha e para o Japão.

Com o súbito aumento da quantidade de dinheiro, as pessoas eram contratadas, as propriedades rurais vendiam os seus produtos, as fábricas começaram a funcionar em dois turnos, as minas foram reabertas, e "A Grande Depressão" acabou!

Alguns políticos foram considerados culpados pela depressão e outros ficaram com os méritos por ter acabado com ela. A verdade é que a falta de dinheiro causada pelos bancos trouxe a depressão, e a quantidade adequada de dinheiro acabou com ela. Nunca foi dito às pessoas a simples verdade de que os banqueiros que controlam o nosso dinheiro e crédito usaram esse controlo para saquear a América e colocá-los a todos na escravidão.



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Comentário

Como continuar a aceitar pacificamente tanto roubo e tamanha brutalidade?

Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada" ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. Nada mais falso:

A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar




Um pai que pegue num taco para dispersar à paulada um grupo de rufias que está a espancar o seu filho, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Uma mulher que crave uma lima de unhas na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Um homem que abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e lhe degolou a mulher, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Um polícia que dispara contra um homicida prestes a abater um pacato cidadão, está a utilizar a violência de uma forma justa;

Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;

Um povo que se revolta de forma sangrenta contra uma Máfia do Dinheiro, coadjuvada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, cujos monstruosos roubos financeiros destroem famílias, empresas e países inteiros, está a utilizar a violência de uma forma justa.

segunda-feira, julho 02, 2012

Estes “governantes” (e os que os antecederam) não são meros vigaristas a soldo da Banca. São assassinos em massa que o povo, em legítima defesa, tem o dever de eliminar.


Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada" ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. Nada mais falso:

A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar


MailOnline: Crianças estão a ser abandonadas nas ruas gregas
pelas famílias cuja pobreza já não lhes permite tomar conta delas.


Portugal, Grécia, Espanha, Itália, Irlanda e um sem número de outros países por esse globo fora estão, sob a forma de uma nebulosa «Crise Financeira» surgida não se percebe bem de onde, a ser alvo de um genocídio financeiro, económico e humanitário a uma escala inaudita.

Ouvimos, diariamente, falar «da dívida», dos sacrifícios «para pagar a dívida», da austeridade «para pagar a dívida», do empobrecimento, do corte de direitos sociais, da precariedade laboral, da privatização de empresas estratégicas, da asfixia do investimento público - tudo «para pagar a dívida». Contudo, sabemos o que é isto da dívida? Quanto dinheiro devemos? A quem é que devemos? Porque pedimos tanto dinheiro emprestado? Em que é que ele foi gasto? É realmente legítimo que os cidadãos sejam compelidos ao pagamento de uma dívida sobre a qual nada sabem? É possível que esta dívida não seja nossa? Será uma dívida apenas para salvar um «sistema financeiro», "too big to fail", cujos lucros parecem terem-se evaporado misteriosamente de um dia para o outro? Ou não será a «dívida soberana» simplesmente uma gigantesca fraude levada a cabo por uma todo-poderosa Máfia Financeira para rapinar Estados, Empresas e Famílias, como aconteceu em 1929?

Esta «Crise Financeira» tem "forçado" os governos, através dos contribuintes, a dar, literalmente de mão beijada, biliões a uma Banca que, não obstante os lucros obscenos que tem vindo a apresentar ano após ano, se viu súbita e incompreensivelmente "descapitalizada". Este roubo descomunal constitui um assombroso acto de violência perpetrado por uma Máfia Financeira contra as populações:

- Obrigar uma enorme percentagem de jovens a viver eternamente na precariedade, impossibilitando-os de ter uma vida própria, de formar uma família e levando alguns ao suicídio, é um crime de extrema violência.

- Provocar o despedimento de indivíduos em massa quando o desemprego é maciço e a maior parte já não tem hipótese de ser novamente reabsorvido, é um crime de extrema violência.

- Despejar famílias inteiras de casas cujas prestações já não podem pagar e atirá-las para a rua, é um crime de extrema violência.

- Retirar dinheiro ao Serviço Nacional de Saúde, conduzindo ao sofrimento e à morte de doentes e idosos sem dinheiro, é um crime de extrema violência.

- Subtrair o apoio aos desempregados e aos pensionistas sujeitando-os consumadamente à miséria e à fome, é um crime de extrema violência.


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Opiniões


Fernando Madrinha - Jornal Expresso de 1/9/2007:

[...] "Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais." [...]



Paulo Morais, professor universitário - Correio da Manhã – 19/6/2012

[...] "Estas situações de favorecimento ao sector financeiro só são possíveis porque os banqueiros dominam a vida política em Portugal. É da banca privada que saem muitos dos destacados políticos, ministros e deputados. E é também nos bancos que se asilam muitos ex--políticos." [...]

[...] "Com estas artimanhas, os banqueiros dominam a vida política, garantem cumplicidade de governos, neutralizam a regulação. Têm o caminho livre para sugar os parcos recursos que restam. Já não são banqueiros, parecem gangsters, ou seja, banksters."



Sheldon Emry – Escritor e sacerdote norte-americano:

"Quando se começa a estudar o nosso sistema monetário, apercebemo-nos rapidamente que estes políticos não são agentes do povo mas sim agentes dos banqueiros, para quem fazem planos para colocar as pessoas ainda mais endividadas."

"Os nossos dois principais partidos tornaram-se servos dos banqueiros, os vários departamentos do governo tornaram-se as suas agências de despesas, e o Serviço da Receita Federal (IRS) é a sua agência de recolha de dinheiro."



Carroll Quigley - professor na Universidade de Georgetown e mentor do Presidente Clinton - no seu livro de 1966 «Tragédia e Esperança» (Tragedy and Hope) escreveu:

[...] "Os poderes do capitalismo financeiro têm um plano de longo alcance, nada menos do que criar um sistema de controlo financeiro mundial em mãos privadas capazes de dominar os sistemas políticos de cada país e a economia mundial como um todo."

[...] "«Cada banco central... procura dominar o seu governo pela sua capacidade em controlar títulos do tesouro, manipular o câmbio externo, influenciar o nível de actividade económica no país, e influenciar políticos cooperantes por intermédio de recompensas económicas no mundo dos negócios.»"


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A violência justa versus a violência criminosa

Em Dezembro de 2010, cerca de 200 manifestantes gregos perseguiram o antigo ministro dos transportes, Kostis Hatzidakis, quando este saía do Parlamento, gritando: «Ladrões! Tenham vergonha!» Atiraram-lhe pedras e bateram-lhe com paus.



Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada", ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar.

A violência pode por exemplo causar escravatura e submissão, como quando um senhor espanca um escravo. Alguns escravos podem eventualmente ripostar, caso em que a violência pode de facto gerar mais violência, mas muitos escravos submeter-se-ão a vida toda. Alguns criarão mesmo uma religião ou uma espiritualidade que procurará transformar a sua submissão numa virtude. Outros escreverão e outros repetirão que a sua liberdade não deve ser alcançada à custa da violência contra outros. Haverá até aqueles que afirmarão a necessidade de amar os seus opressores.

Não é difícil reconhecer que as populações estão hoje a ser conduzidas, graças à violência de uma Máfia Financeira, ao empobrecimento, à precariedade, ao desemprego, ao desespero, às pensões de miséria, à doença, à fome, ao suicídio e à morte.

E é forçoso perceber que os poderes que nos deveriam defender – o Executivo, o Legislativo e (até) o Mediático – estão de corpo e alma nas mãos de uma Máfia Financeira. (com a Justiça e a Polícia de mãos atadas graças a uma legislação confeccionada à medida dos interesses dessa Máfia).

Manifestações, palavras de ordem, cartazes, discursos, bandeirinhas e canções de protesto nunca tiveram qualquer resultado. E se há confrontos com a polícia (esta tão vítima como a população que se manifesta), não passam felizmente de simulacros de violência que, geralmente, se ficam por algumas escoriações ou umas horas numa cela. Até quando vão as pessoas continuar a apostar nestes actos completamente inúteis? Não será este pacifismo induzido e alimentado pela corja que mexe os cordelinhos?

O Artigo 32º do Código Penal considera justificada a legítima defesa (a violência justa) para repelir a agressão actual e ilícita por parte de terceiros, e o Artigo 35º do mesmo Código considera legítima a violência para afastar um perigo actual, e não removível de outro modo, que ameace a vida, a integridade física, a honra ou a liberdade da pessoa.



Uso da violência em legítima defesa

Assim sendo, que mais nos resta contra a Máfia Financeira e os seus esbirros (na Política e nos Media) senão a violência em legítima defesa e cirurgicamente dirigida? A violência não é intrinsecamente má. Quando a única forma de travar a violência criminosa é utilizando violência, então esta é perfeitamente justificada.

Um pai que pegue num taco para dispersar à paulada um grupo de rufias que está a espancar o seu filho, está a utilizar a violência de uma forma justa. Uma mulher que crave uma lima de unhas na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, está a utilizar a violência de uma forma justa. Um homem que abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e lhe degolou a mulher, está a utilizar a violência de uma forma justa. Um polícia que dispara contra um homicida prestes a abater um pacato cidadão, está a utilizar a violência de uma forma justa. Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa.

Permitir, de braços cruzados, que crimes que destroem países sejam perpetrados por máfias financeiras coadjuvadas por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores mediáticos a soldo, contra as populações, em nome de um pacifismo «politicamente correcto» mas que se tem revelado sempre ineficaz, isso sim, é outro crime.



Um rebanho manifesta-se pacifica e inutilmente contra o desemprego,
a precariedade, os baixos salários, a pobreza, a fome e a morte.

quinta-feira, março 22, 2012

Como os Banqueiros Internacionais controlam e sugam o nosso país através do poder financeiro, do poder executivo, do poder legislativo e do poder mediático

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Um Estado cujas leis são deliberadamente confeccionadas à medida para servir um bando de gatunos, não é um Estado de Direito – é um Estado sequestrado!



Um Estado cujos partidos políticos e os governos que deles emergem agem, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais, não é um Estado de Direito – é um Estado usurpado!


O Poder Financeiro

Dizem-nos que o mundo é dominado por uma dúzia de famílias que controla toda a finança, corporações comerciais e industriais e que, por via disso, são donos de grande parte da riqueza mundial. São apontados nomes como os Rothschilds (que muitos afirmam controlar metade da riqueza mundial), os Morgans, os Rockefellers, os Oppenheims, os Lazards, os Sterns, os Speyers, os Seligmans, os Du Ponts, os Mellons, os Barings, etc.

Há quem lhes chame Money Masters [Senhores do Dinheiro] ou International Bankers [Banqueiros Internacionais]. Vamos designar este grupo de famílias como «Oligopólio Bancário Internacional».


Os bancos comerciais [e os de investimento] portugueses e dos outros países não passam de simples agências do Oligopólio Financeiro Internacional. A prova de que não passam de humildes peões de uma estrutura financeira supranacional, está no facto extraordinário de o Banco Central Europeu (BCE) emprestar, a taxas de juro muito baixas, dinheiro (criado a partir do nada) aos Bancos Comerciais , os quais, por sua vez, emprestam esse dinheiro aos Estados, às Empresas e às Famílias a juros muito mais elevados.

O BCE está, pelos próprios estatutos [era interessante saber quem os redigiu], proibido de emprestar dinheiro aos Estados, Empresas e Famílias. Este privilégio de que gozam os Bancos Comerciais e que lhes proporciona lucros tão excepcionais é prova evidente de um esquema fraudulento só possível de ser engendrado por um Oligopólio ou Monopólio financeiro internacional.

Se atentarmos nas estruturas accionistas dos Bancos Comerciais Portugueses e formos desbravando pelo emaranhado de interligações empresariais, financeiras e estruturas accionistas, acabamos por ver que tudo vai desaguar nos mais poderosos bancos mundiais.

O BPI, por exemplo, é detido pelo Grupo La Caixa (30,1%), pelo Grupo Itaú (possui uma das maiores instituições bancárias brasileiras - 18.9%), pela Santoro Financial Holdings (9.99%), pelo Grupo Allianz (empresa alemã de seguros e serviços financeiros - 8.8%), etc.

O Millenium BCP, por seu lado, é detido, entre outros, pelo Grupo BPI, pelo Grupo Eureko (companhia de seguros holandesa), pela Sonangol, Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola, S.A., pelo UBS (banco de investimentos suíço), pelo Grupo JPMorgan (líder mundial em serviços financeiros e uma das maiores instituições bancárias dos Estados Unidos da América), etc.

Para melhor saquear os Estados, uma das tarefas da Banca consiste em controlar os respectivos poderes executivos, legislativos e mediáticos.



Da esquerda para a direita - Faria de Oliveira (CGD), Carlos Santos Ferreira (BCP), Ricardo Salgado (BES), Fernando Ulrich (BPI), Nuno Amado (Santander Totta) - Estes cavalheiros não passam de meros "gerentes de conta" das agências portuguesas do Oligopólio Financeiro Internacional.


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O Estabelecimento de uma «Democracia Representativa»

Chris Gupta: "A constituição de uma «Democracia Representativa» "consiste na fundação e financiamento pela elite do poder [os testas de ferro do Oligopólio Financeiro Internacional] de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta..."

Os autores seguintes referem-se ao processo eleitoral e à «democracia» que existe nos Estados Unidos da América, mas o método é o mesmo em todos os países «democráticos» do mundo. Para compreender o que se passa em Portugal, basta apenas substituir os partidos Republicano e Democrata americanos pelos portugueses PSD e PS:

Dr. Stan Monteith: "... os dois partidos devem ser quase idênticos, de forma a convencer o povo americano de que nas eleições pode "correr com os canalhas", sem na realidade conduzir a qualquer mudança profunda ou abrangente na política."

George Wallace: "... os candidatos são escolhidos por aqueles que secretamente mandam na nossa nação. Assim, de quatro em quatro anos o povo vai às urnas e vota num dos candidatos presidenciais seleccionados pelos nossos 'governantes não eleitos' [os testas de ferro do Oligopólio Financeiro Internacional]. Este conceito é estranho àqueles que acreditam no sistema americano de dois-partidos, mas é exactamente assim que o nosso sistema político realmente funciona."

Arthur Selwyn Miller: " ... só existe um único partido político nos Estados Unidos, a que foi chamado o "Partido da Propriedade." Os Republicanos e os Democratas são de facto dois ramos do mesmo partido."


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O Poder Executivo

Sheldon Emry: "Democratas, Republicanos e eleitores independentes sempre se perguntaram porque é que os políticos gastam sempre mais dinheiro do que aquele que recebem dos impostos... Quando se começa a estudar o nosso sistema monetário, apercebemo-nos rapidamente que estes políticos não são agentes do povo mas sim agentes dos banqueiros, para quem fazem planos para colocar as pessoas ainda mais endividadas."

"Os nossos dois principais partidos tornaram-se seus servos (dos banqueiros), os vários departamentos do governo tornaram-se as suas agências de despesas, e o Serviço da Receita Federal (IRS) é a sua agência de recolha de dinheiro."


No Jornal Expresso de 1/9/2007, o jornalista Fernando Madrinha explicou sucintamente de que forma a Banca subsidia e utiliza a política e os políticos para saquear este país:

[...] «Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais.» [...]


O Oligopólio Financeiro Internacional, através dos seus testas de ferro em cada país, procede a uma selecção criteriosa de pessoas, seleccionadas entre quadros técnicos, docentes universitários, responsáveis partidários e figuras prestigiadas de diferentes ordens profissionais, que, a priori, demonstrem possuir o perfil necessário - a fome de poder, a ganância e a falta de escrúpulos - para satisfazer todos os favores que lhes virão a ser exigidos pela Banca (mais tarde retribuídos com juros).

Depois destes indivíduos terem sido devidamente doutrinados e amestrados para responder subservientemente e sem rebuço a todas as solicitações da Banca, esta fá-los eleger para os lugares governamentais, subsidiando-lhes prodigamente as campanhas eleitorais e apoiando-os com vasta propaganda mediática nos jornais e televisões (todos propriedade da Banca), onde uma multidão de comentadores venais os enaltecem quotidianamente, ao mesmo tempo que desacreditam os seus adversários políticos.

Os comentadores Camilo Lourenço, João Duque, Pedro Marques Lopes e Cantiga Esteves


Todos estes governantess ascenderam a cargos políticos por decisão "ab anteriori" da Banca. Sem o apoio desta nunca teriam chegado a cargos de poder. A Banca, que domina por completo os Media e os Partidos Políticos, nunca o permitiria.

Depois de eleitos, estes «representantes do povo», trabalharão afincadamente a favor dos seus patrões (a Banca), engrossando-lhes os lucros à custa dos contribuintes a quem seria suposto servirem. Depois de cumprirem o seu mandato como «representantes democráticos», a Banca trata de lhes arranjar um lugar ao sol que os recompense das agruras da vida política:


Jornal Expresso - 2/10/2010

Banca é refúgio para ex-ministros


De 115 ex-governantes: 84 foram para a Banca




Dirigentes do Bloco estudaram o percurso de 115 ex-governantes: 84 foram para a Banca ou tiveram uma ligação ao sector bancário, passando por órgãos sociais dos mais diversos bancos. Mais interessante ainda: desses 84 ex-governantes com ligação à banca, na grande maioria dos casos (56, ou seja, dois terços,) essa ligação não tinha antecedentes, e só surgiu depois da passagem pelo Governo.

A generalidade dos bancos [...] vai buscar ex-ministros e secretários de Estado (sobretudo os que passaram pelas finanças e economia, mas não só — basta pensar nos casos de Dias Loureiro e Armando Vara, que vinham da Administração Interna, ou Celeste Cardona, que foi ministra da Justiça). BES e BCP são, no universo analisado, os que mais apostaram nestas contratações — um em cada dez está ou esteve no BES, e quase um em cada cinco teve ou tem uma ligação ao BCP. Rui Machete, ex-ministro e barão social-democrata, conseguiu juntar as duas marcas no seu currículo. Também o grupo Champalimaud (e, depois, Santander) apostou forte em ex-governantes, quase todos do PSD.


Dias Loureiro, Armando Vara, Celeste Cardona e Rui Machete


A banca é o máximo denominador comum neste universo [...]. Um terceiro aspeto deste fenómeno: a "forte promiscuidade", com "governantes que transitam diretamente da tutela para a gestão de topo de empresas cujo quadro de atuação condicionaram imediatamente antes”. Há bons exemplos nas obras públicas (Ferreira do Amaral, Jorge Coelho, Luís Parreirão) e na energia (Pina Moura, Fernando Pacheco). A grande maioria dos ex-governantes portugueses que se dedicaram aos negócios privados têm ou tiveram uma ligação ao sector bancário [...].


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O Poder Legislativo


Correio da Manhã - 10 Janeiro 2012

Texto de Paulo Morais, Professor Universitário


Poder & Associados

As grandes sociedades de advogados adquiriram uma dimensão e um poder tal que se transformaram em autênticos ministérios-sombra.

É dos seus escritórios que saem os políticos mais influentes e é no seu seio que se produz a legislação mais importante e de maior relevância económica. Estas sociedades têm estado sobre-representadas em todos os governos e parlamentos.

São seus símbolos o ex-ministro barrosista Nuno Morais Sarmento, do PSD, sócio do mega escritório de José Miguel Júdice, ou a centrista e actual super-ministra Assunção Cristas, da sociedade Morais Leitão e Galvão Teles. Aos quais se poderiam juntar ministros de governos socialistas como Vera Jardim ou Rui Pena.

Algumas destas poderosas firmas de advogados têm a incumbência de produzir a mais importante legislação nacional. São contratadas pelos diversos governos a troco de honorários milionários. Produzem diplomas que por norma padecem de três defeitos:

a) São imensas as regras, para que ninguém as perceba;

b) São muitas as excepções para beneficiar amigos;

c) E, finalmente, a legislação confere um ilimitado poder discricionário a quem a aplica, o que constitui fonte de toda a corrupção.

As maiores sociedades de advogados do país, verdadeiras irmandades, constituem hoje o símbolo maior da mega central de negócios em que se transformou a política nacional.


Miguel Sousa Tavares - Expresso 07/01/2006

«Todos vimos nas faustosas cerimónias de apresentação dos projectos [Ota e o TGV], não apenas os directamente interessados - os empresários de obras públicas, os banqueiros que irão cobrar um terço dos custos em juros dos empréstimos - mas também flutuantes figuras representativas dos principais escritórios da advocacia de negócios de Lisboa. Vai chegar para todos e vai custar caro, muito caro, aos restantes portugueses. E o grande dinheiro agradece e aproveita.»

«Lá dentro, no «inner circle» do poder - político, económico, financeiro, há grandes jogadas feitas na sombra, como nas salas reservadas dos casinos. Se olharmos com atenção, veremos que são mais ou menos os mesmos de sempre.»


E assim, poderosas firmas de advogados, verdadeiras irmandades sobre-representadas em todos os governos e parlamentos, são contratadas pelos diversos governos para produzir a mais importante legislação nacional e cujos diplomas são imensos, confusos e imperceptíveis (para que ninguém os perceba), e discricionários, cheios de excepções e de alçapões (para facilitar e promover a corrupção).




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O Poder Mediático

Os bancos tomaram o controlo dos Media através de empréstimos, do dinheiro da publicidade e da posse efectiva directa e indirecta. O controlo dos Media determina quem é eleito. Se um político não obedecer ao banco, este dá cobertura mediática ao oponente do político desobediente.

O político Mário Soares assevera que os meios de comunicação social (jornais e televisões) são, igualmente, propriedade da Banca Internacional (que abarca, naturalmente, a banca nacional):


Mário Soares no Programa "Prós e Contras" [27-04-2009]:

Mário Soares: [...] «Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]


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Comentário

Ficamos a perceber que há muitos anos que a Banca Internacional, lentamente, surdamente, se tem vindo a apoderar das grandes forças sociais – o Aparelho Político: tanto o Executivo como o Legislativo, e os Meios de Comunicação Social.

Com a Justiça e a Polícia de mãos atadas graças a uma legislação confeccionada à medida dos interesses de uma todo-poderosa quadrilha financeira e dos seus esbirros, que podem os cidadãos honestos fazer? Um Estado cujas leis são feitas para servir uma corja de gatunos, não é um Estado de Direito – é um Estado sequestrado. Se os cidadãos honestos não podem recorrer à justiça, que mais lhes resta senão a violência em legítima defesa para responder a todas as violências perpetradas contra eles pela corja que detém o poder?

Artigo 32º do Código Penal - Legítima defesa:
Constitui legítima defesa o facto praticado como meio necessário para repelir a agressão actual e ilícita de interesses juridicamente protegidos do agente ou de terceiro.

Artigo 35º do Código Penal - Estado de necessidade desculpante
1 - Age sem culpa quem praticar um facto ilícito [* uma agressão, por exemplo] adequado a afastar um perigo actual, e não removível de outro modo, que ameace a vida, a integridade física, a honra ou a liberdade do agente ou de terceiro, quando não for razoável exigir-lhe, segundo as circunstâncias do caso, comportamento diferente.


Os partidos do Partido Único e todos os jornais e televisões estão na posse da Banca Internacional. Deste modo, a Banca não apenas traz o Estado, as empresas e os cidadãos dependentes pelo capital, mas, injúria suprema, pela força das suas leis e pela voz dos seus jornais e televisões, impõem-lhes o desemprego massivo e o empobrecimento geral, as pensões de miséria, a extorsão escandalosa das "recapitalizações" e das "garantias" dadas aos bancos, o roubo despudorado que constituem as privatizações dos monopólios naturais de bens e serviços essenciais, os cortes dos salários e dos subsídios, o aumento escandaloso dos impostos e dos preços dos bens de primeira necessidade, e a burla das dívidas brutais e dos juros usurários que vão ter de pagar à Banca Internacional.

Artigo 282.º do Código Civil - Negócios usurários:
1 - É anulável, por usura, o negócio jurídico, quando alguém, [* negoceia com um representante corrupto de outrem com a intenção de prejudicar este último], explorando a situação de necessidade, inexperiência, ligeireza, dependência, estado mental ou fraqueza de carácter de outrem, obtiver deste, para si ou para terceiro, a promessa ou a concessão de benefícios excessivos ou injustificados.

*As expressões entre parênteses rectos são minhas.
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sexta-feira, dezembro 09, 2011

No blogue «Ladrões de Bicicletas» - Salvar a Democracia

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Artigo publicado no blogue:



Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011

Postado por Nuno Serra



«Nas próximas 24 horas, os líderes europeus poderão aprovar o terrível plano de Merkel e Sarkosy, que permite abolir o direito a escolher políticas económicas progressistas. (...) Aterrorizados pelos grandes bancos, os governos europeus pretendem mudar as constituições e os tratados da União Europeia, banindo de forma permanente despesa pública essencial. E isto é insane: nos anos trinta, foi precisamente a despesa pública que permitiu que a Europa e os Estados Unidos escapassem à Grande Depressão. A Europa precisa de regular os bancos com rigor, e não de amarrar as mãos dos nossos governos.
Vivemos em democracia, o que significa que os nossos líderes não deveriam sequer poder decidir sozinhos sobre este plano. É necessário que sejam apresentadas propostas que impliquem a sua aprovação pelos cidadãos e parlamentos nacionais. Temos apenas 24 horas para salvar as nossas democracias deste ataque - o nosso apelo massivo poderá forçar os líderes a respeitar a democracia, regular os bancos, rejeitar a auteridade e investir no futuro.»


Excertos do texto que acompanha a petição lançada pela Avaaz e que pode ser assinada aqui. A lista de subscritores será divulgada junto dos líderes dos países membros e da comunicação social no final da cimeira europeia.



Comentário

«... nos anos trinta, foi precisamente a despesa pública que permitiu que a Europa e os Estados Unidos escapassem à Grande Depressão»


Falso! Mil vezes falso! Os "nossos governantes" não passam de testas de ferro dos Grandes Bancos. Estes, com a sua capacidade de criar dinheiro a partir do nada, injectam ou retiram biliões na economia a seu bel-prazer, ora semeando riqueza, ora colhendo-a. O esquema é simples:


Por
Sheldon Emry [Tradução minha]

Em 1930 os Estados Unidos não tinham falta de capacidade industrial, propriedades rurais férteis, trabalhadores experientes e determinados e famílias laboriosas. Tinham um amplo e eficiente sistema de transportes ferroviários, redes de estradas, e canais e rotas marítimas. As comunicações entre regiões e localidades eram as melhores do mundo, utilizando telefone, teletipo, rádio e um sistema de correios governamental perfeitamente operacional.

Nenhuma guerra destruiu as cidades do interior, nenhuma epidemia dizimou, nem nenhuma fome se aproximou do campo. Só faltava uma coisa aos Estados Unidos da América em 1930: Uma adequada disponibilidade de moeda para negociar e para o comércio.

No princípio dos anos 30 do século XX, os banqueiros, a única fonte de dinheiro novo e crédito, recusaram deliberadamente empréstimos às indústrias, às lojas e às propriedades rurais. Contudo, eram exigidos os pagamentos dos empréstimos existentes, e o dinheiro desapareceu rapidamente de circulação. As mercadorias estavam disponíveis para serem transaccionadas, os empregos à espera para serem criados, mas a falta de dinheiro paralisou a nação.

Com este simples estratagema a América foi colocada em "depressão" e os banqueiros apropriaram-se de centenas e centenas de propriedades rurais, casas e propriedades comerciais. Foi dito às pessoas, "os tempos estão difíceis" e "o dinheiro é pouco". Não compreendendo o sistema, as pessoas foram cruelmente roubadas dos seus ganhos, das suas poupanças e das suas propriedades.

A Segunda Guerra Mundial acabou com a "Depressão". Os mesmos banqueiros que no início dos anos trinta não faziam empréstimos em tempos de paz para a compra de casas, comida e roupas, de repente tinham biliões ilimitados para emprestar para aquartelamentos militares, rações de combate e uniformes.

Uma nação que em 1934 não conseguia produzir alimentos para venda, repentinamente podia produzir milhões de bombas para enviar para a Alemanha e para o Japão.

Com o súbito aumento da quantidade de dinheiro, as pessoas eram contratadas, as propriedades rurais vendiam os seus produtos, as fábricas começaram a funcionar em dois turnos, as minas foram reabertas, e "A Grande Depressão" acabou!

Alguns políticos foram considerados culpados pela depressão e outros ficaram com os méritos por ter acabado com ela. A verdade é que a falta de dinheiro causada pelos bancos trouxe a depressão, e a quantidade adequada de dinheiro acabou com ela. Nunca foi dito às pessoas a simples verdade de que os banqueiros que controlam o nosso dinheiro e crédito usaram esse controlo para saquear a América e colocá-los a todos na escravidão.
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quinta-feira, novembro 03, 2011

Biliões para os Banqueiros = Dívidas para as Pessoas - Parte II

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Uma descrição excepcionalmente bem conseguida da "Crise da Dívida", que coloca a nu a ingenuidade dos «doutorados em Economia» que se refugiam em textos pseudo-científicos de «sumidades económicas», e que não explicam coisíssima nenhuma. Isto, quando são cada vez mais as vozes a considerar a economia como uma não-ciência.

Quanto à Finança, uma cienciazita para a qual basta uma calculadora barata, é bastante simples mas extraordinariamente enganadora e manipulável. Os povos do mundo que sofrem os efeitos da «Crise» que o digam:


Parte II

A Parte I deste artigo está dois posts abaixo


Por
Sheldon Emry

[Tradução minha]

Parte II

A Tirania do Juro Composto

Quando um cidadão vai ter com um banqueiro para lhe pedir emprestado cem mil dólares para comprar uma casa ou uma quinta, o funcionário do banco tem o consentimento daquele que pede emprestado (o mutuário) em pagar o empréstimo mais os juros. A 8,25% de juros durante 30 anos, o mutuário tem de aceitar pagar 751,27 dólares por mês num total de 270.456,00 dólares.

O funcionário do banco exige ao cidadão que ceda o direito de posse da propriedade ao banqueiro se o mutuário não fizer os pagamentos estipulados. O funcionário do banco passa então ao mutuário um cheque ou um comprovativo de depósito de cem mil dólares, creditando a conta de depósitos à ordem do mutuário em cem mil dólares.

O mutuário (aquele que pede emprestado) passa então um cheque ao construtor ou a quem lhe vendeu a propriedade, que, por seu turno, passará cheques a outras pessoas sobre este dinheiro. Cem mil dólares de novo dinheiro "em forma de cheque" é portanto acrescentado ao "dinheiro em circulação".

Contudo, esta é a grande falha do sistema: o único dinheiro novo criado e colocado em circulação é o valor do empréstimo, cem mil dólares. O dinheiro para pagar os juros NÃO é criado, e por isso não é acrescentado ao "dinheiro em circulação".

Mesmo assim, este mutuário (e os que se lhe seguirem na posse da propriedade) têm de ganhar e tirar de circulação 270.456,00 dólares, mais 170.456,00 dólares do que ele colocou em circulação quando pediu os cem mil dólares originais. (Este juro vigariza todas as famílias que compram casas. Não é porque não tenham dinheiro para pagar; é porque os juros dos banqueiros forçam-nos a pagar quase três casas para poderem ter uma).

Cada novo empréstimo põe o mesmo processo em marcha. Cada mutuário acrescenta uma pequena soma à oferta total de dinheiro quando pede emprestado, mas os pagamentos do empréstimo (por causa dos juros) subtraem uma soma muito maior à oferta total de dinheiro.

Não há, portanto, nenhuma maneira de todos os devedores poderem pagar aos seus emprestadores. À medida que vão pagando o capital do empréstimo e os juros, o dinheiro em circulação vai desaparecendo. A única coisa que podem fazer é lutar uns com os outros, pedindo emprestado mais e mais dinheiro dos banqueiros a cada geração. Os banqueiros, que nada produzem de valor, vão gradualmente tomando posse da terra, dos edifícios, e dos salários actuais e futuros de toda a população trabalhadora. O rico manda no pobre e o devedor é servo do emprestador.


Com Empréstimos pequenos acontece a mesma coisa

Se não conseguiu captar o impacto do que ficou dito acima, vamos considerar um empréstimo de 5 anos para um automóvel com uma taxa de juro de 9,5%. Primeiro passo: o Cidadão pede emprestado 25 mil dólares e (ao pagar o carro) coloca esse dinheiro em circulação (uma parte vai para o vendedor, outra para a fábrica, etc.) e assina um papel onde aceita pagar aos Banqueiros um total de 31.503 dólares durante 5 anos. Passo 2: o Cidadão paga 525.05 dólares por mês do seu rendimento ao Banqueiro. Em cinco anos, ele retirará de circulação 6.503 dólares a mais do que aqueles que colocou em circulação.

Qualquer empréstimo de um banqueiro que tenha "criado" dinheiro (crédito) tem o mesmo efeito. Como isto já aconteceu milhões de vezes desde 1913 (e continua hoje), pode-se perceber porque é que a América passou de uma nação próspera, livre de Dívida para uma nação governada pela Dívida onde praticamente qualquer casa, quinta e empresa paga um imposto usurário aos banqueiros.


Examinar o Dinheiro

Nas milhões de transacções que têm lugar todos os anos como aquelas que acabámos de ver, muito pouco dinheiro muda de mãos, nem é necessário que isso aconteça.

Cerca de 95% de todas as transacções em dinheiro (cash) são feitas por cheque (hoje, em 2009, por transacção electrónica). Tomem também em consideração que os bancos têm apenas de guardar 10% dos seus depósitos em dinheiro em qualquer altura. Isto significa que 90% de todos os depósitos, embora possam estar de facto guardados pelos bancos, não estão presentes sob a forma de dinheiro corrente (cash - notas e moedas).

Isto permite ao banqueiro "criar" de forma relativamente segura o chamado "empréstimo", passando o cheque ou o recibo de depósito bancário não sustentado por qualquer dinheiro, mas pela promessa da pessoa que pede o empréstimo (mutuário) pagar o empréstimo. É a fraude dos "cheques sem fundos" a uma escala descomunal. Os lucros aumentam rapidamente, ano após ano.


A Nossa Própria Dívida está a converter-se numa Espiral até ao Infinito

Em 1910 a dívida dos Estados Unidos era apenas de mil milhões de dólares, ou 12,40 dólares por cidadão. Dívidas estaduais e locais eram praticamente inexistentes.

Em 1920, seis anos apenas depois das manobras de Reserva Federal, a dívida americana tinha saltado para os 24 mil milhões de dólares, ou 228 dólares por pessoa.

Em 1960 a dívida americana atingiu os 284 mil milhões de dólares, ou 1.750 dólares por cidadão e as dívidas estaduais e locais estavam a espalhar-se rapidamente.

Em 1998 a dívida americana ultrapassou os 5,5 biliões (trillion), ou 20403,90 dólares por homem, mulher e criança, e está a crescer exponencialmente.

As dívidas estaduais e locais estão a subir tão rapidamente como as dívidas do governo federal. Contudo, eles são demasiado espertos para açambarcar tudo de uma vez. Em vez disso deixam-nos alguma "ilusão de posse", de forma que nós e os nossos filhos continuem a trabalhar e a pagar aos banqueiros uma parte cada vez maior dos nossos rendimentos em dívidas cada vez maiores. O "establishment" [a elite governante] aprisionou o nosso povo com o seu sistema Dinheiro-Dívida tão obviamente como se tivessem vindo a marchar com uniformes militares.


Colocando em Jogo o Sonho Americano

Para compreender a verdade sobre como a retirada periódica de dinheiro através de pagamentos de juros transferirá inexoravelmente toda a riqueza da nação para os receptores dos juros, imagine-se num jogo de poker ou num jogo de dados onde todos têm de comprar fichas (o meio de troca) de um banqueiro, o qual não arrisca nenhuma ficha no jogo.

O banqueiro apenas observa a mesa de jogo e estende o braço de hora a hora para tirar de 10 a 15 por cento de todas as fichas na mesa. À medida que o jogo decorre, a quantidade de fichas na posse de cada jogador oscilará consoante a sua sorte.

Contudo, o número total de fichas disponíveis para jogar segundo as regras (continuando o comércio e os negócios) irá diminuindo constantemente.

À medida que o jogo for ficando com cada vez menos fichas, alguns jogadores irão sair. Se quiserem continuar a jogar, têm de comprar ou pedir emprestado mais fichas ao "banqueiro". O "banqueiro" só lhe irá vender ou emprestar se o jogador assinar uma "hipoteca" concordando em dar ao "banqueiro" alguns tipos de bens (carro, casa, quinta, negócio, etc.). Os pagamentos têm de ser feitos no prazo, quer o jogador ganhe (tenha lucro) ou não. Se o jogador não conseguir fazer pagamentos periódicos para amortizar todas as fichas e mais algumas extra (os juros), então perderá os bens hipotecados.

É fácil observar que, qualquer que seja a destreza do jogador, no fim, o "banqueiro" acabará por ficar com todas as suas fichas originais, e, exceptuando alguns dos melhores jogadores, os outros, se continuarem a jogar, perderão para o "banqueiro" as suas casas, as suas quintas, os seus negócios, e talvez até os seus carros, relógios e as camisas que têm no corpo.

A nossa situação na vida real é muito pior que qualquer jogo de poker. Num jogo de poker ninguém é forçado a endividar-se, e qualquer um pode desistir a qualquer altura e manter os bens que ainda tem. Mas na vida real, mesmo que os empréstimos que pedirmos aos "banqueiros" sejam pequenos, os nossos governos locais, estaduais e federal vão pedir emprestados biliões em nosso nome, dissipam-nos, e então confiscam os nossos rendimentos via impostos de forma a pagar os empréstimos aos banqueiros com juros.

Somos forçados a entrar no jogo e ninguém pode sair excepto através da morte. Vamos pagar enquanto vivermos, e os nossos filhos vão continuar a pagar depois de morrermos. Se não pudermos ou nos recusarmos a pagar, o governo manda a polícia tomar conta da nossa propriedade e entregá-la aos banqueiros. Os banqueiros não arriscam nada no jogo; apenas recolhem a sua percentagem e ganham tudo. Em Las Vegas, todos os jogos estão manipulados para pagar uma percentagem, e eles arrecadam milhões. O "jogo" dos banqueiros da Reserva Federal também está manipulado, e dá lucros de biliões.


Em anos recentes, os Banqueiros acrescentaram novas cartas ao seu baralho: os cartões de crédito são promovidos como uma conveniente e grande vantagem para o comércio. Na realidade, são truques engenhosos do vendedor e 18% de juros dos compradores. Na realidade, um baralho de cartas marcadas.


Sim, o caso também é Político

Democratas, Republicanos e eleitores independentes que sempre se perguntaram porque é que os políticos gastam sempre mais dinheiro do que aquele que recebem dos impostos, devem agora perceber a razão disso. Quando se começa a estudar o nosso sistema monetário, apercebemo-nos rapidamente que estes políticos não são agentes do povo mas sim agentes dos banqueiros, para quem fazem planos para colocar as pessoas ainda mais endividadas.

Não é necessária muita imaginação para perceber que se o Congresso tivesse "criado", gasto e colocado em circulação o aumento necessário de oferta de moeda, não haveria Dívida Nacional. Biliões de dólares de outras dívidas seriam praticamente inexistentes.

Como não haveria um custo original do dinheiro excepto a sua impressão, e não havendo os custos dos juros, os impostos federais seriam quase nenhuns. O dinheiro, uma vez em circulação, continuaria a circular e a servir o seu desígnio como meio de troca de geração para geração e século após século, sem pagamentos nenhuns aos Banqueiros.


Ciclos Contínuos de Dívida e de Guerra

Mas em vez de paz e de uma prosperidade livre de dívidas, temos uma dívida cada vez maior e períodos cíclicos de guerra. Nós, como povo, somos agora governados por um sistema sob a influência da banca que usurpou o manto do governo, que se disfarçou a si próprio como o nosso legítimo governo, e que se dedicou a empobrecer e a controlar a nossa população.

É agora um aparelho político centralizado, todo-poderoso, cujos principais objectivos são promover guerra, confiscar o dinheiro das pessoas e fazer propaganda para se perpetuar no poder. Os nossos dois principais partidos tornaram-se seus servos, os vários departamentos do governo tornaram-se as suas agências de despesas, e o Serviço da Receita Federal (IRS) é a sua agência de recolha de dinheiro.

Sem que as pessoas o saibam, opera em estreita cooperação com aparelhos similares noutras nações, os quais estão igualmente disfarçados de "governos".

Alguns "governos", dizem-nos, são amigos. Outros, dizem-nos, são inimigos. Os "inimigos" são fabricados através de manipulações internacionais e usados para assustar o povo americano de forma a levá-lo a endividar-se ainda mais com biliões de dólares para os banqueiros para a "uma forças armadas bem preparadas", ajuda financeira a países estrangeiros para "travar o comunismo", "a guerra à droga", etc.

Os cidadãos, deliberadamente confusos pela lavagem cerebral propagandística, observa impotente enquanto os nossos políticos dão alimentos, bens e dinheiro a governos estrangeiros controlados pelos banqueiros sob o pretexto de "melhores relações" e "o aliviar de tensões". O nosso governo controlado pelos banqueiros pega nos nossos filhos e envia-os para guerras estrangeiras onde dezenas de milhares são mortos, e centenas de milhares são estropiados (já para não falar nos danos colaterais e nas baixas entre as tropas "inimigas").

Quando a "guerra" tiver acabado, não ganhámos nada, mas estaremos uns biliões a mais em dívida com os banqueiros, tendo sido esta, afinal, a verdadeira razão da "guerra".


E ainda há mais!

Os lucros destas dívidas massivas têm sido usados para erigir um, quase escondido, colosso económico completo sobre a nação. Continuam-nos a dizer que estão a tentar-nos fazer bem, quando na verdade trabalham para trazer danos e prejuízos ao nosso povo. Estes déspotas sabem que é mais fácil controlar e roubar um povo doente, pobremente educado e confuso, do que uma população saudável e inteligente, por isso evitam curas verdadeiras para as doenças, degradam os nossos sistemas de educação, e provocam agitações sociais e raciais. Pela mesma razão, favorecem a utilização das drogas, do álcool, da pornografia e do crime. Tudo o que debilitar as mentes e os corpos das pessoas, é secretamente encorajado, na medida em as pessoas menos capazes de se lhes opor, ou, até, de compreender o que lhes estão a fazer.

O nosso povo tornou-se arrendatário e "escravos-da-dívida" aos banqueiros e aos seus agentes, na terra que os nossos pais conquistaram. É a subjugação através da mais gigantesca fraude na história da humanidade. E lembramo-nos novamente: a Chave para a sua riqueza e o seu poder sobre nós é a sua habilidade em "Criar dinheiro" a partir do nada, e emprestarem-nos com juros. Se não lhes fosse permitido fazer isso, nunca teriam conseguido ganhar o controlo secreto da nossa nação. Quão verdadeiras são as palavras de Salomão: "O rico manda no pobre e o devedor é servo do emprestador".

A maior parte dos nossos maiores bancos, na América, é de origem europeia-oriental, e estão ligados aos bancos europeus dos Rothschild.

Vamos agora considerar o método correcto para fornecer o meio de troca (dinheiro) necessário ao nosso povo.


Qualquer Cidadão pode ser um Accionista na América

Sob o nosso sistema constitucional, nenhuns bancos privados existiriam para roubar o povo. Bancos do governo sob o controlo de representantes do povo emitiriam e controlavam todo o dinheiro e crédito. Emitiriam não apenas a nossa moeda, mas poderiam emprestar crédito limitado sem juros para a compra de bens de capital, tal como casas.

Um empréstimo de cem mil dólares exigiria apenas um reembolso de cem mil dólares, e não mais de 270 mil dólares como acontece agora. Quem quer que fornecesse materiais e trabalho para a casa seria pago tal como hoje, mas os banqueiros não receberiam mais os 270 mil dólares em juros.

É por isso que eles (os banqueiros e os seus agentes) ridicularizam e destroem quem quer que sugira ou proponha um sistema alternativo.



A História fala-nos de dinheiro livre de dívida e de juros emitido pelos governos

As colónias americanas fizeram-no através de colonial script [dinheiro decretado pelos governos coloniais] nos anos 1700. A sua riqueza depressa rivalizou com a da Inglaterra e vieram restrições do Parlamento inglês que conduziram à Guerra da Independência dos Estados Unidos da América. Abraham Lincoln fê-lo em 1863 para ajudar a financiar a Guerra Civil Americana. Foi mais tarde assassinado por um homem que foi considerado um agente do Banco Rothschild. Mais nenhum dinheiro livre de dívida e de juros foi emitido na América desde então.

Várias nações árabes fazem, hoje em dia, empréstimos sem juros aos seus cidadãos. (Agora podem perceber o porquê da tanta perturbação no Médio Oriente, e porque é que os media possuídos pela banca está a fazer uma lavagem cerebral aos cidadãos americanos para que este pensem que todos os árabes são terroristas). O Império Sarraceno proibiu os juros há mil anos e a sua riqueza ultrapassou até a da Europa Saxónica. O Mandarim da China emitiu o seu próprio dinheiro, livre de dívida e livre de juros. Hoje, os historiadores e coleccionadores de arte consideram terem sido estes séculos os tempos de maior riqueza, cultura e paz na China.

Emitir dinheiro que não tem de ser devolvido com juros deixa dinheiro disponível para usar na troca de bens e serviços e o seu único custo é a sua substituição à medida que as notas se desgastam. O Dinheiro é o bilhete de papel através do qual as transferências são feitas e deveria ser sempre em quantidade suficiente para transferir toda produção possível da nação para o consumidor final. É ridículo que uma nação diga aos seus cidadãos, "Têm de consumir menos porque há pouco dinheiro", como seria para uma companhia aérea dizer, "Os nossos aviões estão operacionais e têm muitos lugares vazios, mas não o podemos levar porque temos poucos bilhetes".


O Controlo pelo Cidadão da Moeda Americana

O dinheiro, emitido deste modo [pelo governo], obtém o seu valor do facto de provir da mais elevada fonte legal da nação e seria declarado legal para pagar todas as dívidas públicas e privadas.

Emitido por uma nação soberana, que não esteja em risco de colapso, o dinheiro não precisaria de ouro ou prata ou quaisquer outros metais chamados "preciosos" para o garantir.

Como a História mostra, a estabilidade e a responsabilidade da emissão pelo governo é o factor decisivo na aceitação dessa moeda do governo – não o ouro, a prata, ou o ferro enterrado nalgum buraco no chão. A prova é a moeda americana de hoje. O nosso ouro e prata praticamente desapareceram, mas a nossa moeda é aceite. Mas se o nosso governo estivesse à beira do colapso a nossa moeda não teria valor.

Sob o sistema actual, o fardo extra dos juros obriga os trabalhadores e as empresas a procurar mais dinheiro para o trabalho e as mercadorias para pagar as suas sempre crescentes dívidas e impostos. Este aumento nos preços e nos salários é chamado "inflação". Os banqueiros, os políticos e os "economistas" culpam tudo menos a verdadeira causa, que são os juros cobrados sobre o dinheiro e sobre as dívidas aos banqueiros.

Esta "inflação" beneficia os banqueiros, porque destrói as poupanças de uma geração de forma que não podem financiar ou ajudar a próxima geração, que terá de pedir emprestado aos banqueiros e ceder uma boa parte de uma vida de trabalho ao usurário.

Com a quantidade adequada de dinheiro livre de juros, poucos empréstimos seriam necessários e os preços seriam estabelecidos pelas pessoas e pelas mercadorias, e não pelas dívidas e pela usura.


O Controlo pelo Cidadão

Se o Congresso não consegue agir, ou agir erradamente na oferta de dinheiro, os cidadãos usariam o voto ou petições para substituir aqueles que impediram as medidas correctas, por outros em quem o povo acredita que possam perseguir uma melhor política monetária. Porque a criação de dinheiro e a sua emissão em quantidade suficiente seria uma das poucas funções do Congresso, o eleitor poderia escolher um candidato pela sua posição sobre o dinheiro e por outras funções legítimas do governo federal, em vez da diversidade de questões que nos são apresentadas hoje em dia. Todos os outros problemas, excepto a defesa da nação, poderiam ficar a cargo dos governadores dos Estados, Concelhos ou Cidades, onde aqueles poderiam ser melhor tratados e mais facilmente corrigidos.

Uma defesa nacional adequada seria determinada pelo mesmo Congresso controlado pelo cidadão, e não existiriam banqueiros atrás das cortinas, subornando políticos para levá-los a gastar biliões de dólares em aventuras militares no estrangeiro cujo único objectivo e servir as tramas da finança internacional.


Criando uma América livre de Dívida

Com dinheiro livre de dívida e livre de juros, não haveria cobrança de impostos directa e as nossas casas seriam livres de hipotecas sem os pagamentos anuais de aproximadamente 10 mil dólares aos banqueiros. Nem eles receberiam de mil a três mil dólares anuais por ano por cada automóvel nas nossas estradas.

Precisaríamos de muito menos "ajuda" financeira na forma de planos de "pagamento facilitado", "renovação" de contas de cliente, empréstimos para pagar contas do médico ou do hospital, empréstimos para pagar impostos, empréstimos para enterros, empréstimos para pagar empréstimos, nem nenhum dos milhares de empréstimos usurários que sugam hoje a vida das famílias americanas.

Os nossos funcionários públicos, a todos os níveis do governo, estariam a trabalhar para as pessoas em vez de inventar piruetas que nos colocariam ainda mais em dívida aos banqueiros. Ver-nos-íamos livres de embaraçosas alianças internacionais que nos meteram em quatro grandes guerras e numa porção de guerras menores desde que A Lei da Reserva Federal [Federal Reserve Act] foi aprovada.

Uma América livre de dívida daria mais tempo aos pais para educar os seus filhos. A eliminação do pagamento de juros e da dívida seria equivalente a um aumento de 50% no poder de compra de cada trabalhador. A anulação de dívidas privadas com juros resultaria no retorno às pessoas de 300 mil milhões de dólares em bens e riqueza que actualmente vai para os bancos.


Controlando o Debate Público e a Opinião

Nós percebemos que este pequeno, e necessariamente incompleto, artigo sobre dinheiro pode ser acusado de demasiada simplificação. Alguns podem dizer que se isto é assim tão simples as pessoas teriam sabido e isto nunca teria acontecido.

Mas esta conspiração é tão velha como a Babilónia, e mesmo na América remonta a 1913.

Na realidade, 1913 pode ser considerado o ano no qual os seus planos anteriores frutificaram, abrindo a porta para a conquista completa do nosso povo. A conspiração é suficientemente poderosa na América para colocar os seus agentes em posições como editores de jornais, editores de livros, colunistas, sacerdotes, presidentes de universidades, professores, escritores, dirigentes sindicais, produtores de cinema, comentadores de rádio e televisão, políticos que vão desde conselhos directivos das escolas até presidentes do Estados Unidos, e muitos outros.

Estes agentes controlam a informação que chega às pessoas. Manipulam a opinião pública, elegem quem quer que eles desejem tanto a nível local como nacional, e nunca expõem o fraudulento sistema monetário. Promovem vínculos entre escolas, caros e prejudiciais programas agrícolas, "renovação urbana", ajuda ao estrangeiro, e muitos outros esquemas que colocam as pessoas cada vez mais em dívida para com os banqueiros.

Cidadãos atentos perguntam-se porque é que são gastos biliões num programa e biliões noutro programa que pode duplicar ou até anular o primeiro, tal como pagar a alguns agricultores para não fazerem as colheitas, enquanto, em simultâneo, constroem represas ou canais para irrigarem mais terra agrícola. Loucura ou estupidez?

Nem um, nem outro. O objectivo é mais dívida. Milhares de métodos patrocinados pelo governo para desperdiçar dinheiro sucedem-se continuamente. Muitos não fazem sentido, mas nunca são revelados por aquilo que realmente são: sifões a sugar o sangue vital da economia da nossa nação. Biliões para os banqueiros, dívidas para o povo.


Notícias e Informação Controlada

Os denominados "especialistas económicos" escrevem colunas em centenas de jornais, calculadamente projectadas para evitar que as pessoas aprendam a simples verdade acerca do nosso sistema monetário.

Por vezes, comentadores, educadores e políticos culpam os trabalhadores pela nossa questão económica por serem esbanjadores, preguiçosos ou mesquinhos. Outras vezes, culpam os trabalhadores pelo aumento das dívidas e da inflação dos preços, quando sabem perfeitamente que a causa é o próprio sistema de dinheiro-dívida.


O nosso povo é literalmente afogado em acusações e contra-acusações planeadas para os confundir e não lhes permitir compreender o sistema monetário inconstitucional e corrupto que tão eficientemente e silenciosamente vai roubando os agricultores, os trabalhadores e os homens de negócios dos frutos do seu trabalho e das suas liberdades.

Alguns, especialmente os que discursam sobre a traição contra o nosso povo, são molestados pelas agências governamentais tais como a EPA [Environmental Protection Agency - Agência de Protecção Ambiental], a OSHA [Occupational Safety and Health Administration], o IRS e outros, forçando-os a pressões financeiras e à bancarrota. Têm tido um sucesso completo em impedir a maior parte dos americanos de aprenderem aquilo que leram neste artigo.

Contudo, não obstante o seu controlo da informação, já se aperceberam que muitos cidadãos estão a descobrir a verdade. (Existem vários milhões de americanos que sabem agora a verdade incluindo ex-congressistas, ex-agentes do fisco, ministros, homens de negócios e muitos outros).

Portanto, para evitar uma resistência armada que os tente impedir de saquear a América, tencionam registar todas as armas de fogo e por fim desarmar todos os cidadãos, em violação da 2ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América. Um povo armado não pode ser escravizado. Por isso, eles só querem armas nas mãos da polícia do governo ou forças militares – mãos que já estão manchadas de sangue de incontáveis actos de negligência grosseira e homicídios às claras, tanto no país como no estrangeiro.


Espalhem a Palavra e façam alguma coisa para Mudar as Coisas

Os "semi-escondidos" conspiradores na política, na religião, na educação, no entretenimento e nos jornais e televisões estão a trabalhar para os Estados Unidos possuídos pelos banqueiros, num Mundo possuído pelos banqueiros, sob um Governo Mundial possuído pelos banqueiros! (é em torno disto que gira toda a conversa sobre a Nova Ordem Mundial promovida pelo presidente Bush e por Clinton).

Políticas bancárias e de impostos injustas continuarão a levar uma grande fatia do rendimento anual das pessoas e a colocá-las nos bolsos dos banqueiros e dos seus agentes políticos. Leis governamentais em expansão vão evitar os protestos dos cidadãos e a oposição ao seu controlo.

É possível que os vossos netos não tenham casa nem carro, mas que venham a viver num apartamento do governo e se desloquem para o emprego em autocarros do governo (ambos a pagar juros aos banqueiros), e que lhes seja apenas permitido ficar com um mínimo dos seus rendimentos para comprar um pouco de comida e roupa, enquanto os seus governantes rolam na luxúria. Na Ásia e na Europa Oriental, isto chama-se comunismo; na América é chamada "Democracia" e "Capitalismo".

A América não se livrará da sua ditadura de controlo dos banqueiros enquanto as pessoas permanecerem ignorantes dos seus controladores escondidos. As Instituições Bancárias, que controlam a maior parte dos governos da nações e a maior parte das fontes de informação, parecem ter-nos complemente presos nas suas garras. Só têm medo de uma coisa: o acordar de um grupo de cidadãos patrióticos armados com a verdade. Este artigo informou-o sobre este sistema iníquo. O que você fizer está nas suas mãos.


O que é que Você pode Fazer

Envie e-mails às centenas deste artigo para acordar e explicar aos outros americanos este espantoso saque do povo trabalhador da América. O custo para si é muito pequeno comparado com os biliões em dinheiro e bens que estão a ser roubados ao nosso povo.
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