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terça-feira, março 24, 2009

Um imbecil de nome Nicolau

Presidente Thomas Jefferson:
"Se o povo Americano alguma vez permitir que os bancos controlem a emissão do seu dinheiro, primeiro por inflação e depois por deflação, os bancos e as corporações que nascerem à sua volta, privarão o povo da sua propriedade até que os seus filhos acordem sem tecto no continente que os seus pais conquistaram."


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O novo mundo que aí vem

Segue-se um diálogo imaginário entre mim e um excerto de um artigo de Nicolau Santos no Expresso de 21/03/2009:


Nicolau: «O mundo de abundância e prosperidade em que vivemos desde a II Guerra Mundial está a ruir fragorosamente. Há, contudo, quem pense que, passada a tempestade, tudo voltará ao mesmo. Pois a má notícia é que não voltará. A boa é que, mesmo sendo um mundo mais pobre, aquele que aí vem, pode ser um mundo melhor. Explico-me

Diogo: Vamos, portanto e doravante, segundo o jornalista Nicolau Santos, começar a viver pior que no passado. Nunca na história tal aconteceu. Mas atentemos nos seus argumentos:


Nicolau: «O que se está a passar é o empobrecimento das sociedades ocidentais. Os nossos padrões de consumo serão inferiores àqueles que temos praticado até agora. Haverá menos emprego nos sectores da agricultura, indústria e serviços. E será insustentável que se mantenham e agravem as fortíssimas desigualdades sociais que se criaram desde os anos 80.»

Diogo: Porquê o empobrecimento anunciado? Que calamidade terá sobrevindo? O emprego vai diminuir e eventualmente acabar? E isso é mau?

Nunca, como hoje, a tecnologia esteve tão desenvolvida, e nunca, como hoje, a evolução da tecnologia foi tão rápida. A evolução tecnológica é exponencial. Não sei em que ponto nos encontramos, hoje, de uma curva que tende para mais infinito, mas é sabido que houve mais evolução tecnológica nos últimos 100 anos dos que nos mil anos anteriores. E haverá, seguramente, mais evolução tecnológica nos próximos vinte anos do que nos últimos 100.

A tecnologia é o conjunto de máquinas, ferramentas, técnicas, conhecimentos, métodos e processos utilizados na resolução de um trabalho. A evolução deste conjunto permite-nos produzir cada vez mais bens e serviços com cada vez menos esforço humano directo.

De forma simplista, na agricultura - cem homens munidos de uma enxada substituíram mil homens que plantavam sementes à mão. Dez homens com arados de tracção animal substituíram cem cavadores de enxada. Um homem com um tractor agrícola substituiu dez homens com arados. A diminuição do trabalho humano na agricultura, aconteceu, e será cada vez mais visível em todos os campos da economia, desde produção industrial aos serviços. Não será isto uma excelente notícia?


O problema é que o Nicolau continua a raciocinar tal como lhe ensinaram na escola: a economia implica forçosamente «Emprego». Não lhe passa pelo córtex cerebral que o emprego esteja em vias de desaparecimento, substituído progressivamente pela tecnologia. Não percebe que a evolução tecnológica está a substituir o homem na produção. É incapaz de imaginar uma economia sem emprego e parece desconhecer que o emprego surgiu paulatinamente apenas nos últimos 250 anos. Não concebe um mundo onde o homem possa trabalhar cada vez menos e usufruir cada vez mais. Nicolau assemelha-se a um míope, para quem, tudo o que esteja para lá dos apontamentos de economia que fotocopiou na faculdade, se mostra nebuloso e confuso.


Nicolau: «É bom que ninguém se esqueça que o que começou por ser uma crise imobiliária, passou para uma crise financeira, tornou-se uma crise da economia real, está já a transformar-se numa enorme crise social e vai descambar inevitavelmente em crises políticas, cujos desfechos são completas incógnitas.»

Diogo: O cândido Nicolau não entende que toda esta «crise» é deliberada e planeada com antecedência. O chamado «lixo tóxico», resultado da venda de imóveis sem qualquer garantia (só possível numa banca a funcionar em cartel), serviu para justificar o suposto «crash» de alguns bancos (que mais não são que balcões desse cartel a transferir activos de uns para outros), o que, por sua vez, serviu para desencadear a badalada «crise financeira» global.


Nicolau: «Por isso, não podemos cair nos vários erros que nos conduziram até aqui. Não podemos pedir às pessoas que se endividem para aumentar o consumo - foi precisamente o excesso de endividamento das pessoas, das famílias, das empresas, dos bancos, dos Estados que nos conduziu ao beco em que nos encontramos. Não podemos pedir aos bancos que emprestem dinheiro a tudo e a todos para manter as economias a funcionar - porque a probabilidade de grande parte desse dinheiro não ser recuperado é agora muito maior. Não podemos pedir às empresas que invistam para aumentar a produção - quando os mercados não conseguem absorver a produção existente. Não podemos pedir às autarquias que façam obras desnecessárias porque é preciso que o dinheiro chegue à economia - sob pena de agravarmos o seu desequilíbrio financeiro. Não podemos pedir aos Governos que deitem dinheiro para cima de todos os problemas - porque estamos a agravar os défices excessivos e os desequilíbrios comerciais fortíssimos e a passar uma factura pesadíssima para os nossos filhos.»

Diogo: Não há dinheiro para emprestar? O escriba do Expresso parece não saber que o sistema de reservas fraccionárias possibilita que mais de 90% do dinheiro que os bancos emprestam com juros é criado a partir do nada. Nicolau não compreende que os bancos criam o dinheiro que emprestam, não dos ganhos do próprio banco, não do dinheiro depositado, mas directamente das promessas de pagamento das pessoas que pedem emprestado. Nicolau, embora tendo conhecimento dos actuais lucros da banca (conseguidos em plena «crise»), mostra-se incapaz de os interpretar.

Por outro lado, Nicolau desconhece o mecanismo que leva os bancos a criarem deliberadamente depressões económicas, restringindo o crédito e portanto o dinheiro em circulação e, no processo, auferirem lucros fabulosos.

[Excerto de Sheldon Emry] - Numa economia é necessária uma adequada disponibilidade de moeda (moeda em poder do público mais depósitos à ordem no sistema bancário). O dinheiro é o sangue da economia, o meio pelo qual são feitas todas as transacções comerciais excepto a simples troca directa. Remova-se o dinheiro ou reduza-se a disponibilidade de moeda abaixo do que é necessário para levar a cabo os níveis correntes de comércio, e os resultados são catastróficos.

No princípio dos anos 30 do século passado, os banqueiros, a única fonte de dinheiro novo e crédito, recusaram deliberadamente empréstimos às indústrias, às lojas e às propriedades rurais dos EUA. Contudo, foram exigidos os pagamentos dos empréstimos existentes, e o dinheiro desapareceu rapidamente de circulação. As mercadorias estavam disponíveis para serem transaccionadas, os empregos à espera para serem criados, mas a falta de dinheiro paralisou a nação.

Com este simples estratagema a América foi colocada em "depressão" e os banqueiros apropriaram-se de centenas e centenas de propriedades rurais, casas e propriedades comerciais. Foi dito às pessoas, "os tempos estão difíceis" e "o dinheiro é pouco". Não compreendendo o sistema, as pessoas foram cruelmente roubadas dos seus ganhos, das suas poupanças e das suas propriedades.

Bancos agravam restrições ao crédito à chegada da crise

RTP - 6 de Fevereiro de 2009

[...] O sector da banca voltou a acentuar, no último trimestre do ano passado, as restrições para a concessão de empréstimos. [...] O aperto das restrições à concessão de empréstimos é explicado com o argumento de que a crise financeira agravou os custos de financiamento dos próprios bancos, a somar ao aumento da percepção de risco e à consequente degradação dos balanços.

O primeiro reflexo prático da estratégia das instituições bancárias é a subida do ónus dos empréstimos para famílias e entidades empresariais, em resultado do aumento dos spreads (margens de lucro dos bancos). Ao mesmo tempo, as verbas a emprestar encolhem, assim como os prazos dos créditos.


Nicolau: «O que precisamos é de algo que não se compra mas que tem um valor incalculável: bom senso. O bom senso que se espera dos que ganham mais é que reduzam os seus salários para evitar despedimentos. O bom senso que se espera dos gestores é que abdiquem de bónus que, na fase que atravessamos, são ofensivos. O bom senso que se espera dos banqueiros é que não apresentem lucros pornográficos nem tenham remunerações indecorosas. O bom senso que se espera dos trabalhadores é que não agravem o problema das empresas com reivindicações irrealistas.»

Excerto de Viviane Forrester: Dizem sempre que temos de nos adaptar. Digo que não há razão para se adaptar ao insuportável. Falam do desemprego como se fosse algo natural e inevitável. Na verdade, se se escutar boa parte dos discursos sobre a situação mundial tem-se a impressão de que estamos a sair de uma catástrofe mundial, de que estamos numa situação trágica à qual temos de nos adaptar. Mas onde está a catástrofe?

Reivindicações irrealistas? O que é a economia? A organização, a distribuição da produção em função das populações, do seu bem-estar? Ou a utilização ou a marginalização das populações em função de flutuações financeiras anárquicas, sem ligação com as pessoas, mas exclusivamente ligadas ao lucro, e em detrimento delas? Estaremos numa verdadeira economia ou, pelo contrário, na sua negação?

Não faz sentido mandar desempregados procurar emprego num mundo onde o trabalho já não existe e, mais do que isso, já não interessa.

Está na hora de a sociedade pensar noutra forma de viver, uma forma que não dependa de emprego. Os homens e o seu trabalho são hoje absolutamente desnecessários à economia. Não é mais o trabalho que gera o lucro, é a economia virtual (as aplicações, os papéis, um mundo globalizado que ignora o trabalhador). Os empregos não existem, tampouco passarão a existir no futuro.



Nicolau: «É por tudo isto que é um bálsamo para a alma a decisão do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de taxar a 90% os bónus dos administradores de empresas que recorreram a empréstimos do Estado. Se os próprios administradores não tiveram o bom senso de recusar esses bónus (o que diz muito da estupidez da natureza humana), que haja, da parte do poder político, decisões que moralizem a sociedade. Esperemos que o exemplo se espalhe e frutifique. Porque a alternativa é um mundo a caminho de convulsões sociais cada vez mais violentas.»


Obama aceitou dinheiro da AIG para a campanha eleitoral


AOL News - 19 de Março de 2009

No seguimento de toda a indignação vinda da Casa Branca sobre os bónus pagos aos executivos do grupo de Seguros AIG, a Casa Branca poder-se-á sentir algo embaraçada em admitir que como senador, o presidente Obama recebeu muito dinheiro da AIG sob a forma de contribuições para a campanha eleitoral. Segundo o OpenSecrets.org [uma organização que monitoriza os dinheiros recebidos pelos candidatos nas campanhas eleitorais], o senador Obama foi o segundo maior receptor de dinheiro da AIG, no valor de 101,332 dólares. Obama só foi ultrapassado pelo senador democrata pelo Connecticut, Chris Dodd, que, soube-se, é responsável pelo expediente que permitiu que os bónus fossem pagos aos executivos da AIG.
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quinta-feira, novembro 20, 2008

Reduzindo o dinheiro em circulação – pela restrição do crédito, a Banca destrói a economia e lucra biliões

Milton Friedman (economista): «Nunca tive conhecimento de nenhuma depressão económica séria em qualquer país, que não tenha sido acompanhada por um acentuado declínio da quantidade de dinheiro em circulação, e, de igual modo, nunca tive conhecimento de nenhum declínio acentuado de dinheiro em circulação que não tenha sido acompanhado por uma depressão económica séria


Diário Económico - 7/11/2008

Banco de Portugal revela que a Banca voltou a restringir as condições para a concessão de créditos. Critérios deverão ser ainda mais apertados no futuro.



O inquérito realizado em Outubro pelo Banco de Portugal (BdP) a cinco grupos bancários portugueses revelou que estes restringiram ainda mais os critérios para a concessão de crédito no terceiro trimestre, que se traduziu, entre outras coisas no aumento dos 'spreads' que praticam.

Segundo os resultados do inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito efectuado pelo Banco de Portugal relativamente a Outubro deste ano, o aumento das restrições da concessão de empréstimos foi verificada em "todos os segmentos considerados."

A mesma fonte adianta que as principais razões para este aumento terão sido o contexto de "forte turbulência nos mercados financeiros internacionais", o aumento do custo de financiamento e as restrições de balanço dos bancos, em conjunto com a deterioração dos riscos apercebidos pelas instituições inquiridas."

"A alteração de critérios ter-se-á traduzido em 'spreads' de taxa de juro mais elevados e num aumento de restritividade das restantes condições contratuais, como sejam o encurtamento da maturidade dos novos contratos, a redução dos montantes concedidos e do rácio entre o valor do empréstimo e da garantia, uma maior exigência quanto às garantias solicitadas, maiores comissões e outros encargos não relacionados com as taxas de juro e a imposição de outras condições contratuais não pecuniárias mais apertadas", nota a instituição liderada por Vítor Constâncio.

(...) Para o próximo trimestre, o BdP diz que os bancos inquiridos "perspectivam continuar a aumentar a exigência dos critérios de aprovação de empréstimos, sobretudo no que respeita aos empréstimos concedidos a longo prazo a empresas e a particulares para aquisição de habitação."



Atente-se bem nos argumentos falaciosos que o monopólio bancário utiliza para restringir o crédito e, com isso, diminuir deliberadamente a quantidade de dinheiro em circulação e impor uma depressão económica:

1 - "Forte turbulência nos mercados financeiros internacionais"

2 – "Aumento do custo de financiamento"

3 – "Restrições de balanço dos bancos"

4 – "Deterioração dos riscos apercebidos pelas instituições inquiridas"



Sheldon Emry explica o mecanismo que leva os bancos a criarem deliberadamente depressões económicas, restringindo o crédito e portanto o dinheiro em circulação e, no processo, auferirem lucros fabulosos:

Numa economia é necessária uma adequada disponibilidade de moeda (moeda em poder do público mais depósitos à ordem no sistema bancário).

Uma disponibilidade de moeda adequada é indispensável a uma sociedade civilizada. Podemos privar-nos de muitas outras coisa, mas sem dinheiro, a indústria paralisava, as propriedades rurais tornar-se-iam unidades auto-sustentadas, excedentes de alimentos desapareceriam, trabalhos que precisem mais do que um homem ou uma família fixariam por fazer, remessas e grandes movimentos de produtos cessariam, pessoas com fome dedicar-se-iam à pilhagem e matariam para permanecer vivas, e todo o governo, excepto a família ou a tribo, deixaria de funcionar.

Um exagero, dirão? Nada disso. O dinheiro é o sangue da sociedade civilizada, o meio pelo qual é feito todas as transacções comerciais excepto a simples troca directa. É a medida e o instrumento pelo qual um produto é vendido e outro comprado. Removam o dinheiro ou reduzam a disponibilidade de moeda abaixo do que é necessário para levar a cabo os níveis correntes de comércio, e os resultados são catastróficos.

Como exemplo, bastará debruçarmo-nos sobre a Depressão Americana nos princípios dos anos 30 do século XX.


Depressão Bancária de 1930:

Em 1930 os Estados Unidos não tinham falta de capacidade industrial, propriedades rurais férteis, trabalhadores experientes e determinados e famílias laboriosas. Tinham um amplo e eficiente sistema de transportes ferroviários, redes de estradas, e canais e rotas marítimas. As comunicações entre regiões e localidades eram as melhores do mundo, utilizando telefone, teletipo, rádio e um sistema de correios governamental perfeitamente operacional.

Nenhuma guerra destruiu as cidades do interior, nenhuma epidemia dizimou, nem nenhuma fome se aproximou do campo. Só faltava uma coisa aos Estados Unidos da América em 1930: Uma adequada disponibilidade de moeda para negociar e para o comércio.

No princípio dos anos 30 do século XX, os banqueiros, a única fonte de dinheiro novo e crédito, recusaram deliberadamente empréstimos às indústrias, às lojas e às propriedades rurais. Contudo, eram exigidos os pagamentos dos empréstimos existentes, e o dinheiro desapareceu rapidamente de circulação. As mercadorias estavam disponíveis para serem transaccionadas, os empregos à espera para serem criados, mas a falta de dinheiro paralisou a nação.

Com este simples estratagema a América foi colocada em "depressão" e os banqueiros apropriaram-se de centenas e centenas de propriedades rurais, casas e propriedades comerciais. Foi dito às pessoas, "os tempos estão difíceis" e "o dinheiro é pouco". Não compreendendo o sistema, as pessoas foram cruelmente roubadas dos seus ganhos, das suas poupanças e das suas propriedades.


Sem Dinheiro para a Paz, mas com muito dinheiro para a Guerra:

A Segunda Guerra Mundial acabou com a "Depressão". Os mesmos banqueiros que no início dos anos trinta não faziam empréstimos em tempos de paz para a compra de casas, comida e roupas, de repente tinham biliões ilimitados para emprestar para aquartelamentos militares, rações de combate e uniformes.

Uma nação que em 1934 não conseguia produzir alimentos para venda, repentinamente podia produzir milhões de bombas para enviar para a Alemanha e para o Japão.

Com o súbito aumento da quantidade de dinheiro, as pessoas eram contratadas, as propriedades rurais vendiam os seus produtos, as fábricas começaram a funcionar em dois turnos, as minas foram reabertas, e "A Grande Depressão" acabou!

Alguns políticos foram considerados culpados pela depressão e outros ficaram com os méritos por ter acabado com ela. A verdade é que a falta de dinheiro causada pelos bancos trouxe a depressão, e a quantidade adequada de dinheiro acabou com ela. Nunca foi dito às pessoas a simples verdade de que os banqueiros que controlam o nosso dinheiro e crédito usaram esse controlo para saquear a América e colocá-los a todos na escravidão

Os Banqueiros que controlam o dinheiro podem aprovar ou desaprovar grandes empréstimos a grandes e bem sucedidas corporações a tal ponto que a recusa de um empréstimo reduzirá o preço das acções dessa corporação no mercado. Depois da descida de preços, os agentes dos Banqueiros compram grandes quantidades de acções, após o que o empréstimo muitas vezes de milhares de milhões de dólares é aprovado, as acções então sobem e são vendidas com lucros. Desta forma ganham biliões de dólares com que compram mais acções.

Esta prática está tão refinada hoje que ao Conselho de Directores da Reserva Federal (Banco Central dos EUA) basta apenas anunciar nos jornais uma subida ou descida da taxa de redesconto para fazer subir ou descer o valor das acções. Usando este método desde 1913, os Banqueiros e os seus agentes ganharam aberta ou secretamente o controlo de quase todas as maiores empresas da América. Utilizando esse controlo, forçam as corporações a pedir grandes empréstimos aos seus bancos de tal forma que os ganhos das corporações são sugados para os bancos sob a forma de juros. Esta prática deixa poucos lucros às corporações e explica porque é que os preços das acções estão tão baixos, enquanto os bancos obtêm biliões em juros dos empréstimos às empresas. Com efeito, os Banqueiros ficam com quase todos os lucros, enquanto os accionistas individuais ficam com os restos.

As milhões de famílias trabalhadoras da América encontram-se agora endividadas a poucas milhares de famílias de Banqueiros pelo dobro do valor estimado dos Estados Unidos enquanto país.



Presidente Thomas Jefferson: "Se o povo Americano alguma vez permitir que os bancos controlem a emissão do seu dinheiro, primeiro por inflação e depois por deflação, os bancos e as corporações que nascerem à sua volta, privarão o povo da sua propriedade até que os seus filhos acordem sem tecto no continente que os seus pais conquistaram."