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sexta-feira, setembro 26, 2008

João Pereira Coutinho no Expresso - Um dedo espetado e os dizeres «This is for you, Osama»

Expresso - 20/09/2008

Texto de João Pereira Coutinho

A melhor forma de homenagear os mortos do 11 de Setembro não passa por novos edifícios mas pela edificação das velhas Torres Gémeas, exactamente como Churchill sugeria durante a Segunda Guerra, depois de os alemães terem bombardeado o Parlamento

VISITAR O «ground zero» no dia 11 de Setembro não é um espectáculo bonito. Não falo do local - um gigantesco buraco, só acessível às famílias e aos políticos. Falo do circo em volta, que aproveitou os sete anos dos atentados para montar espectáculo: fotos gigantescas dos mortos; guitarras com cânticos religiosos; «hippies» e seus batuques pacifistas; e, o pior de tudo, grupos políticos que se insultam a dois passos do local onde 2751 pessoas perderam a vida. Dizem-me que este excesso «kitsch» faz parte da liberdade da América. Dizem bem e o problema é inteiramente meu: sempre preferi o silêncio da memória do que o ruído da celebração. E sempre disse que a melhor forma de homenagear os mortos não passava por novos edifícios; mas pela edificação das velhas Torres Gémeas, exactamente como Churchill sugeria durante a Segunda Guerra, depois de os alemães terem bombardeado o Parlamento. Se os selvagens destroem, nós reconstruímos. De preferência, acrescentando uma terceira torre às outras duas, devidamente encimada por um dedo espetado (em betão) e os dizeres «This is for you, Osama».

Felizmente, os sete anos do 11 de Setembro não se resumiram a folclore. E bastou subir ao topo do Empire State Building para lembrar a data como ela merece. O edifício proporciona a visão mais gloriosa da cidade e Scott Fitzgerald, em texto solene, resumiu a epifania. Mas Fitzgerald esqueceu-se que o mais impressionante não é propriamente a vista; é o silêncio dos visitantes perante ela: um silêncio religioso, no sentido preciso do termo, porque ali se vê, nem que seja por desafio, a essencial ligação dos homens ao divino. Uma ligação reforçada, este ano, por duas colunas de luz que, ao longe, no local das torres, subiam em direcção ao céu.


Comentário:

«ali se vê a essencial ligação dos homens ao divino. Uma ligação reforçada, este ano, por duas colunas de luz que, ao longe, no local das torres, subiam em direcção ao céu»


As duas colunas de luz do «ground zero» iluminam, mais distintamente a cada dia que passa, os verdadeiros «Osamas», os reais responsáveis pela demolição das Torres e pelo assassínio de três mil pessoas.

A terceira torre, devidamente encimada por um dedo espetado, como João Pereira Coutinho sugere, deveria, antes, dizer «This is for you, Coutinho». «For you and for all the mass media manipulation and deception, to which you belong».

This is for you, Coutinho

domingo, março 02, 2008

A actriz Marion Cotillard, que recebeu um Óscar no mês passado, acusa a administração Bush de ter orquestrado os atentados de 11 de Setembro de 2001



A actriz Marion Cotillard desencadeou ontem um clamor político depois de ter acusado a América de ter fabricado os ataques de 11 de Setembro de 2001.

A actriz francesa de 32 anos, que recebeu um Óscar no mês passado pela sua performance como a cantora Edith Piaf em La Vie En Rose, questionou abertamente a verdade por detrás da atrocidade terrorista numa entrevista transmitida num site francês na Internet.

"Penso que nos mentiram acerca de uma data de coisas," disse Cotillard, escolhendo os ataques de 2001 ao World Trade Center como um exemplo de como os Estados Unidos constroem histórias de horror para fins políticos.

Referindo-se aos dois jactos de passageiros que embateram nas Torres gémeas, Cotillard afirmou:

"Vemos outras torres do mesmo tipo a serem atingidas por aviões. Arderam? Havia uma torre, julgo que em Espanha [Torre Windsor em Madrid], que ardeu durante 24 horas. Nunca colapsou. Nenhuma destas torres colapsou. E lá [em Nova Iorque], em poucos minutos, tudo colapsou."

O resto da notícia aqui no Daily Mail.


Comentário:

A actriz francesa Marion Cotillard refere-se ao incêndio na Torre Windsor, a 13 de Fevereiro de 2005, um dos edifícios mais emblemáticos de Madrid, com 32 andares e 106 metros de altura, situado no "coração financeiro" da cidade, o Complexo Azca, e que ficou reduzido a um esqueleto de cimento armado por um incêndio. O incêndio só foi dado como controlado 13 horas depois do seu início e durou ainda mais dois dias. Em suma, o edifício ardeu durante três dias e não colapsou.

O incêndio na Torre Windsor:

domingo, outubro 14, 2007

The hollow steel shaft - O poço de aço vazio



O Relatório Final da Comissão do 11 de Setembro negou a existência de 47 colunas centrais de cada uma das Torres do Wold Trade Center, afirmando:

"O núcleo interior dos edifícios era um poço de aço vazio, no qual foram agrupados elevadores e escadas."

«The interior core of the buildings was a hollow steel shaft, in which elevators and stairwells were grouped






No entanto, a verdade é um pouco mais complexa:

No núcleo central de cada uma das torres gémeas do World Trade Center existiam 47 colunas em caixa de aço maciças conectadas umas às outras por vigas de aço dentro de uma área rectangular de piso de aproximadamente 26,5 x 41,8 metros. Cada coluna, além de ter pelo menos 91 por 41 cm, tinha paredes que eram de pelo menos de 10 cm de espessura na base, estreitando-se nos andares superiores, os quais tinham menos peso para suportar.


Partes das colunas em aço temperado encontradas no Ground Zero




Estes edifícios de 110 andares colapsaram em pilhas de entulho com apenas uns poucos andares de altura. Como foi isto possível? O núcleo de cada torre continha 47 colunas em caixa de aço maciças. De acordo com a teoria da panqueca, os suportes horizontais de aço escaparam das colunas verticais. Mas se foi isto que aconteceu, as 47 colunas centrais teriam permanecido de pé. A Comissão do 11 de Setembro sugeriu uma solução ousada para este problema. A Comissão simplesmente negou a existência das 47 colunas centrais, afirmando: "O núcleo interior dos edifícios era um poço de aço vazio, no qual foram agrupados elevadores e escadas [The interior core of the buildings was a hollow steel shaft, in which elevators and stairwells were grouped] - (Kean e Hamilton, 2004, 541 note 1).



Voilà! Sem quaisquer 47 colunas centrais de aço maciço, o principal problema da versão oficial sobre o colapso das torres está removido.

Sem coluna vertebral, como se infere do Relatório Final da Comissão do 11 de Setembro, as Torres do Wold Trade Center ruíram desamparadas ao fim de 1 hora.