domingo, janeiro 31, 2010

David Cole, um judeu que fez um documentário sobre Auschwitz e expôs a fraude das câmaras de gás

David Cole


Em 1992, David Cole, um jovem judeu, visita Auschwitz para obter uma perspectiva em primeira mão daquilo a que se chamou a «Solução Final». Neste documento em vídeo, David Cole efectua uma visita guiada pelo suposto «Campo de Extermínio» na Polónia, entra na «Câmara de Gás», e entrevista o Dr. Franciszek Piper, director do museu de Auschwitz.

David Cole procede a uma comparação sobre o que descobriu nesta visita e aquilo que nos é ensinado em livros, filmes e declarações sobre o Holocausto, analisa as provas físicas que existem de facto sobre as supostas «Câmaras de Gás» e outras atrocidades nazis, e também a credibilidade das fontes que proporcionaram tais provas.


sexta-feira, janeiro 29, 2010

Ao assinalarem-se os 65 anos da libertação de Auschwitz, continua a gerar alguma estranheza a piscina de Auschwitz e a sala de duches de Dachau

A «falsa» piscina de Auschwitz



Marc Klein, professor de medicina na universidade de Estrasburgo e ex-prisioneiro em Auschwitz, menciona por duas vezes a piscina de Auschwitz (que ainda hoje existe) nas suas recordações desse campo de concentração em 1947. Num artigo intitulado «Auschwitz I, Campo de Concentração» [Auschwitz I Stammlager] (De l'Universitè aux camps de concentration: Telmoignages strasbourgeois, Paris, les Belles-lettres, 1947, p. 453), Klein escreveu:

"As horas de trabalho eram alteradas aos Domingos e feriados, quando a maior parte dos kommandos [de trabalho] tinham tempo livre. A chamada era feita por volta do meio-dia; as tardes eram dedicadas ao descanso e à escolha de actividades culturais e desportivas. Partidas de futebol, basquetebol e pólo aquático, numa piscina ao ar livre dentro do recinto dos prisioneiros, atraíam multidões de espectadores. Deve-se realçar que apenas os prisioneiros que estivessem em boa forma e bem alimentados, dispensados dos trabalhos mais duros, podiam participar neste jogos que recebiam os mais vigorosas aplausos dos outros prisioneiros".


Ao lado da piscina em Auschwitz I, encontra-se uma tabuleta com uma indicação em polaco, inglês e hebreu, um alerta com a intenção de lembrar ao visitante que a piscina era de facto um simples reservatório de água para os bombeiros. Diz o seguinte:

"Reservatório de água dos bombeiros construído sob a forma de uma piscina, provavelmente no princípio de 1944" [Fire brigade reservoir built in the form of a swimming pool, probably in early 1944].



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A «falsa» sala de chuveiros de Dachau

De 1945 a 1960 os meios de comunicação e os tribunais Aliados afirmaram que câmaras de gás homicidas tinham sido usadas em Dachau, Mauthausen e Hartheim. Aparentemente, não existiam falta de provas desse facto. Foi particularmente chamada a atenção para a "câmara de gás" de Dachau e para as suas vítimas.

Um dos dias mais decisivos do julgamento de Nuremberga foi aquele no qual a acusação exibiu um filme sobre os campos de concentração alemães. O horror supremo chegou com a "câmara de gás" de Dachau. O orador explicou o funcionamento do dispositivo que supostamente gaseou "provavelmente 100 pessoas de cada vez". É difícil exagerar o quanto a exibição desse filme influenciou a imaginação das pessoas, incluindo a maior parte dos acusados alemães. É provável que a exibição do filme em Nuremberga tenha sido um dos eventos que mais ajudaram a incitar a opinião pública contra os alemães.


Hoje, qualquer visitante da "câmara de gás" de Dachau pode ler num painel a seguinte frase em cinco línguas diferentes:


CÂMARA DE GÁS – disfarçada de "sala de chuveiros"
nunca foi usada como câmara de gás


A fotografia deste painel pode ser observada no site de "The Holocaust History Project" [O Projecto de História de Holocausto].



Comentário

Porque terão os nazis construído uma câmara de gás em Dachau, disfarçando-a de sala de chuveiros e nunca a tendo utilizado como câmara de gás?

E porque terão os nazis construído um reservatório de água para os bombeiros em Auschwitz, disfarçando-o de piscina para os prisioneiros, e nunca o tendo utilizado como reservatório de água para bombeiros?

Terá o Holocausto razões que a razão desconhece?
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quarta-feira, janeiro 27, 2010

A Gripe A, os lucros da indústria farmacêutica, a corrupção da Organização Mundial de Saúde (OMS) e os políticos a soldo



TSF - 25/01/2010

O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa encara a gripe A como uma falsa pandemia e diz que este é um dos maiores escândalos médicos do século.

No dia em que o Conselho da Europa discute o modo como a Organização Mundial de Saúde (OMS) enfrentou a gripe A, o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa lança duras críticas ao que aconteceu e garante que o mundo nunca esteve confrontado com uma pandemia.

O diagnóstico era falso e custou muito dinheiro. Só na Europa, foram gastos 5 mil milhões de euros com as vacinas para a gripe A.

Um negócio para a indústria farmacêutica, que Wolfand Wodarg considera escandaloso.

Este médico alemão, especialista em epidemiologia, afirma que as pessoas perderam a confiança na OMS e que este caso deve ser agora investigado pelo Conselho da Europa.

Wolfgang Wodarg critica o alarme desnecessário, lançado pela OMS, considerando que se ficar provado que houve manipulação é preciso tirar as devias lições.

Ouvida pela TSF, Maria de Belém Roseira diz que, até hoje, nada prova que estas acusações tenham razão de ser, admitindo, no entanto, que houve vários países que demonstraram alguma falta de bom senso na compra das vacinas.

Mas, em Portugal, há também quem partilhe das críticas do presidente da Comissão de Saúde do Conselho da Europa.

É o caso de António Vaz Carneiro, professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, embora afirme compreender a reacção dos vários governos, em função do que foi dito pela OMS, fala num falso alarme que não justificava as medidas que foram adoptadas.

Até hoje, a pandemia de gripe A matou cerca de 13 mil pessoas em todo o mundo, 94 em Portugal.
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domingo, janeiro 24, 2010

Um Governo privatizado que quer apostar em mais privatizações


TVI24 - 24/01/2010:

A garantia de que «não haverá aumento de impostos» e o alargamento do programa de privatizações contribuíram, no plano macroeconómico, para «a abstenção construtiva» do CDS-PP ao Orçamento do Estado para 2010, diz a Lusa.

De acordo com um documento divulgado pelo CDS-PP, os democratas-cristãos receberam ainda a garantia do Governo de que haverá «um controlo reforçado» das parcerias público-privadas.


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As privatizações em Portugal na electricidade e distribuição da gasolina que geraram monopólios privados têm dado muito boa conta de si:

Em 2008, a privatizada EDP teve mais de 1.000 milhões de euros de lucro e a privatizada Galp teve mais de 500 milhões de lucro, tendo esta última aumentado os preços da electricidade em 5%, cerca de três vezes mais do que valor da inflação.

Quanto aos lucros tão elevados da privatizada Galp foram conseguidos graças à demora na repercussão da descida do preço da gasolina em relação ao preço do petróleo, ou seja, roubando os consumidores.

Evidentemente que haverá ainda outros serviços públicos que, se privatizados e seguindo as «boas práticas» de gestão da Galp e da EDP, poderão tornar-se em novos monopólios lucrativos.

Afinal, o financiamento privado de políticos e de partidos, que inclui o apoio mediático de jornais e televisões, tem a obrigação de gerar um retorno decente para os que investem o seu dinheiro nos poderes Legislativo e Executivo.
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quinta-feira, janeiro 21, 2010

Silva Lopes, de 77 anos, que acumula várias reformas milionárias, defende o congelamento dos salários dos menos afortunados

Silva Lopes, um reformado reincidente com proventos milionários


José Silva Lopes (hoje com 77 anos) foi nomeado, a partir de 4 Junho de 2008, membro do Conselho de Administração da EDP Renováveis. Entre 1969 e 1974 foi administrador da Caixa Geral de Depósitos. Ocupou o cargo de Ministro das Finanças entre 1974 e 1975 e novamente em 1978. Entre 1975 e 1980 foi Governador do Banco de Portugal e, desde Janeiro de 2004, Presidente do Conselho de Administração do Montepio Geral.

Silva Lopes, exerceu funções de presidente do Montepio durante apenas quatro anos e por esse período de actividade está a receber desse banco uma pensão de reforma de cerca de 4.000 euros por mês, a juntar às duas reformas que já aufere, uma da Caixa Geral de Depósitos e outra do Banco de Portugal e, como é do conhecimento público, estas duas entidades pagam pensões "douradas" aos seus ex-administradores.


Agência Financeira - 24/3/2008:

Silva Lopes: «Comunico aos associados e aos colaboradores do Montepio e das empresas associadas que tomei a decisão de renunciar às funções de Presidente do Conselho de Administração do Montepio Geral Associação Mutualista e da sua Caixa Económica, com efeitos a contar do próximo dia 1 de Maio», pode ler-se no documento. «Tomei esta decisão por razões de idade. A minha carreira profissional foi iniciada há 54 anos e sinto-me privilegiado por ela ter podido ser tão longa. Mas, à medida que o tempo passa, vai-se avolumando o meu receio de que o dinamismo da minha actuação esteja a ficar aquém do que é de exigir num cargo de tanta responsabilidade como o que tenho vindo a desempenhar à frente da Administração do Montepio», diz Silva Lopes no documento, publicado no site do banco.


Depois de ter apresentado a sua demissão de presidente do Montepio, o dr. Silva Lopes, alegando que já tinha 74 anos e precisava de descansar, aceitou o cargo de administrador da EDP Renováveis (são essas as suas funções actuais), onde aufere um vencimento que certamente não será inferior ao que recebia no Montepio.


TSF - 4/3/2009:

O ex-ministro José Silva Lopes, que falava por ocasião de um almoço em sua homenagem organizado pela Associação Industrial Portuguesa (AIP) e pela Ordem dos Engenheiros (OE), sublinhou que manter o emprego é, neste cenário de crise económico-financeira, «a coisa mais importante», mas que é preciso tomar medidas no que diz respeito aos salários: «Acho que se deve congelar os salários acima dos salários mínimos e reduzir os salários que estão cá em cima»


Em suma


Este simpático velhote, de 77 anos, que acumula reformas milionárias, umas atrás das outras, apresenta apenas uma pequena mácula: respira! E ao fazê-lo, além de arrecadar grandes quantias de dinheiro que dariam jeito a gente bem mais necessitada, liberta também CO2, o que é péssimo para o efeito de estufa e o aquecimento global.
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terça-feira, janeiro 19, 2010

No jornal Observer: Como foi inventado o Povo Judeu

A diáspora Judaica é um mito


O jornalista Rafael Behr entrevista Shlomo Sand, autor de "A Invenção do Povo Judeu", para o jornal Observer:




Shlomo Sand é professor na universidade de Telavive e autor de "A Invenção do Povo Judeu". O sereno terramoto causado pelo seu livro está a abalar a fé histórica na ligação entre Judaísmo e Israel.

"A Invenção do Povo Judeu"


A obra de Sand descreve como a maior parte dos Judeus são descendentes de convertidos que nunca puseram os pés na Terra Santa. Isto constituiu uma grande surpresa para muitos Judeus e uma afronta colossal para o Sionismo, a ideologia nacional israelita. O moderno estado de Israel foi criado na presunção de um "povo Judeu" como uma nação unificada, edificada em tempos bíblicos, dispersa pelos romanos, desamparada em exílio durante dois mil anos, que regressou de novo à Terra Prometida.

Mas segundo Sand não houve exílio, e à medida que ele o vai provando através de uma concisa análise forense arqueológica e histórica, não faz sentido falar hoje de um "povo de Israel". Pelo menos se por esses termos nos referimos aos Judeus.

É difícil imaginar um desafio tão fundamental à ideia de um estado moderno Judeu no lugar da antiga Judeia. E no entanto o livro foi um bestseller em Israel e está-se a espalhar pelo mundo. Ganhou um prémio prestigiado em França, onde Shlomo Sand está actualmente numa licença sabática. Mas a reacção da comunidade Judaica em Israel foi hostil. "Histérica," afirma ele.

A forma de ser de Shlomo Sand tanto no livro como pessoalmente é mais estimulante que polémica; Ele percebe a controvérsia. "Depois de tantos anos a utilizar frases como 'povo Judeu' e 'nação Judaica de 4 mil anos', não lhes é fácil aceitar um livro como o meu".

O artigo completo AQUI.


Shlomo Sand é professor na universidade de Telavive
e autor do livro "A Invenção do Povo Judeu":


sábado, janeiro 16, 2010

O novo ministro das Obras Públicas, António Mendonça, que substituiu "Jamé" Lino, assevera que o TGV vai transformar Lisboa numa praia madrilena

Na imagem seguinte um exemplo dos 3.725 novos empregos que o ministro António Mendonça espera conseguir com um «investimento» superior a mil e quinhentos milhões de euros no TGV (Lisboa-Caia-[Madrid]) e que transformará Lisboa numa praia madrilena:

Os novos empregos que o TGV vai gerar


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Jornal de Negócios – 14/01/2010

A entrada em funcionamento da alta velocidade ferroviária (TGV) vai colocar Portugal num "patamar superior" em termos de competitividade e atractividade, disse hoje o ministro das Obras Públicas, António Mendonça, considerando que "Lisboa e toda a zona em redor será, provavelmente, a praia de Madrid".

[...] O ministro sublinhou a importância de "pensar com antecipação" nas mudanças que a concretização deste projecto vai trazer e afirmou que "está na altura de começar a preparar o plano de 'marketing' para a chegada da alta velocidade a Madrid". "Lisboa e Madrid vão estar ligadas por 02:45 e isso é uma mudança radical relativamente à nossa noção de tempo, à nossa noção de espaço", disse, acrescentando que, com a entrada em funcionamento da rede portuguesa de alta velocidade, Lisboa pode transformar-se na "capital atlântica da Europa".

"Quando estivermos ligados a Madrid, Lisboa e toda a zona em redor será, provavelmente, a praia de Madrid", afirmou António Mendonça.

[...] O Estudo sobre o Impacto da Rede de Alta Velocidade no Turismo Nacional, elaborado pela consultora Deloitte e hoje apresentado, conclui que a entrada em funcionamento da alta velocidade poderá gerar 3.725 novos empregos no turismo e aumentar o valor acrescentado gerado pelo sector em 57 milhões de euros em 2015.


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Vídeo das palavras do ministro António Mendonça (1:51m)


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quinta-feira, janeiro 14, 2010

Mike Prysner, um veterano da guerra do Iraque, aponta os verdadeiros inimigos, tanto do povo iraquiano como do americano

O soldado Mike Prysner participou num painel que debateu a má gestão dos militares norte-americanos no Iraque e a prática do assassinato, as torturas, os abusos e o tratamento insolente dos militares americanos contra os civis iraquianos. Mas disse mais, muitíssimo mais:


"[...] Disseram-nos que lutávamos contra o terrorismo, mas o verdadeiro terrorista era eu e o verdadeiro terrorismo é esta ocupação.

[...] Embora essas armas sejam criadas pelo governo, são inofensivas se não houverem pessoas dispostas a utilizá-las. Aqueles que nos enviam para a guerra não têm que apertar um gatilho ou de lançar uma salva de morteiros. Eles não têm que lutar na guerra, só têm de nos vender a guerra. Precisam de um público disposto a enviar e a colocar os seus soldados em perigo. Precisam de soldados dispostos a matar e a ser mortos sem fazer perguntas.

Eles podem gastar milhões numa única bomba, mas essa bomba só se torna uma arma quando os militares subordinados se dispõem a seguir as ordens para usá-la. Podem enviar tropas para qualquer lugar da terra, mas só haverá guerra se os soldados estiverem dispostos a combater. A classe dominante, os bilionários que lucram com o sofrimento humano, que apenas se preocupam em aumentar a sua riqueza e controlar a economia mundial, sabem que a sua força reside apenas na sua capacidade de nos convencerem de que a guerra, a opressão e a exploração são do nosso interesse. Eles sabem que a sua riqueza está dependente da sua capacidade de convencerem os cidadãos a morrer para poderem controlar o mercado de outro país. E convencer-nos a morrer e a matar depende da sua capacidade para nos fazerem acreditar que somos de alguma forma superiores.

Os soldados, os marinheiros, os fuzileiros e os aviadores nada têm a ganhar com esta guerra. A grande maioria das pessoas que vive nos Estados Unidos não tem nada a ganhar com esta guerra. Na verdade, não só os soldados e os trabalhadores não ganham nada com esta ocupação, como sofrem por causa dela. Somos mutilados, suportamos traumas e damos as nossas vidas. As nossas famílias têm de olhar para os caixões cobertos com a bandeira que descem à terra. Milhões de pessoas neste país sem cuidados de saúde, nem emprego, nem acesso à educação, vêem este governo desperdiçar mais de 400 milhões de dólares por dia nesta ocupação.

Os trabalhadores pobres deste país são enviados para matar trabalhadores pobres de outro país, para tornar os ricos ainda mais ricos. Não havendo racismo, os soldados percebem que têm mais em comum com o povo iraquiano do que com os bilionários que nos enviam para a guerra.

Eu atirei pessoas das suas casas para a rua no Iraque. Mas quando voltei para casa, encontrei famílias atiradas para a rua por esta crise trágica e desnecessária da execução das hipotecas. Precisamos de acordar e de perceber que os nossos verdadeiros inimigos não estão numa terra distante, que não são pessoas cujos nomes nós não conhecemos e cujas culturas não entendemos.

O inimigo é gente que conhecemos bem e que podemos identificar, o inimigo é o sistema que nos manda para a guerra, quando tal é rentável; os inimigos são os administradores que nos expulsam dos empregos quando tal é rentável; são as companhias de seguros que nos negam cuidados de saúde quando tal é rentável; são os bancos que nos tiram as nossas casas quando tal é rentável. Os nossos inimigos não estão a 5.000 milhas de distância. Eles estão aqui em casa, e se nos organizarmos e lutarmos com os nossos irmãos e irmãs, podemos parar esta guerra, podemos parar este governo, e podemos criar um mundo melhor."


sábado, janeiro 09, 2010

A Al-Qaeda aposta cada vez mais na juventude e na simpatia

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Jornal «The Times», 1 de Janeiro de 2010


Título do «The Times»
A vida dupla do 'dotado e simpático' suspeito terrorista Umar Farouk Abdulmutallab

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O nigeriano Abdulmutallab, de 23 anos de idade, foi acusado de tentar explodir uma bomba a bordo de um avião norte-americano que ia de Amsterdão para Detroit, provavelmente sob influência do seu guru espiritual, Osama Bin Laden.

O miúdo, aparentemente, não se terá apercebido que seria mais fácil estoirar com explosivos uma redacção de um jornal (por exemplo, o The Times, com todos os principais accionistas presentes), do que enfrentar o temível NORAD (Comando de Defesa Aeroespacial Norte-americano).

Temem os mais fanáticos seguidores do Profeta que, a enveredar por estratégias deste tipo, o terrorismo islâmico não passará de uma brincadeira.

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Um grande plano do terrorista Umar Farouk Abdulmutallab

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