quinta-feira, março 11, 2010

O papel de Washington nos atentados de 11 de Setembro de 2001

INSIDE THE BELTWAY

Nos bastidores do Poder em Washington

Uma questão técnica persistente sobre os ataques terroristas do 11 de Setembro ainda assombra muita gente, e tem implicações políticas. Como é que 200.000 toneladas de aço se desintegraram e caíram em 11 segundos? Mais de mil arquitectos e engenheiros querem saber, e estão a exigir ao Congresso para abrir uma nova investigação sobre a destruição das Torres Gémeas e do Edifício nº 7 do World Trade Center.

"Para fazer cair uma tal quantidade de matéria em tão curto espaço de tempo, os edifícios tiveram de ser artificialmente explodidos de dentro para fora," afirma Richard Gage, um arquitecto de São Francisco e fundador do Arquitectos & Engenheiros pela Verdade do 11 de Setembro [Architects & Engineers for 9/11 Truth].

Gage, que é membro do American Institute of Architects, convenceu mais de 1.000 pessoas da sua área profissional a assinar uma petição a solicitar um inquérito formal.

"Os relatórios do FEMA (Federal Emergency Management Agency) e do NIST (National Institute of Standards and Technology) dão explicações contraditórias e fraudulentas sobre as circunstâncias da destruição das Torres. Estamos, por isso, a requerer uma investigação aos funcionários do NIST," acrescentou Gage.

As questões técnicas que envolvem o colapso das Torres têm motivado anos de debate, de contradições e de ridículo.

Richard Gage está particularmente incomodado com o Edifício nº 7, um arranha-céus de 47 andares, que não foi atingido por nenhum avião, e no entanto caiu com "a aceleração da queda livre." Cage afirma também que mais de cem das primeiras testemunhas que foram ouvidas indicaram explosões e flashes à medida que as Torres iam caindo e citou provas de que "secções de aço de várias toneladas foram ejectadas lateralmente a mais de 180 metros à velocidade de 100 km/h" e a "pulverização no ar de 90.000 toneladas de placas de betão e metal."

Existem também provas de "material compósito de explosivo avançado de nano-termite encontrado no pó do World Trade Center," acrescenta Cage. A petição do grupo em http://www.ae911truth.org/ já vai a caminho dos membros do Congresso.

"As autoridades governamentais serão notificadas de que 'Cumplicidade em Traição,' Código 18 dos Estados Unidos (Sec. 2382), é um crime federal grave, que exige àqueles que tenham provas de traição a agir," afirmou Richard Gage. "As implicações são enormes e podem ter um impacto profundo no próximo julgamento de Khalid Shaikh Mohammed."
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segunda-feira, março 08, 2010

Como os Judeus estabeleceram a partir de 1913 um Banco Central Privado nos Estados Unidos (FED)

«O Sr. Paul M. Warburg não está nada surpreendido pela ideia de que o Sistema da Reserva Federal (o Banco Central Americano) é na realidade uma nova forma de controlo privado bancário, porque na sua experiência europeia viu que todos os bancos centrais eram negócios privados.

No seu artigo sobre "American and European Banking Methods and Bank Legislation Compared" [Métodos Bancários Americanos e Europeus e Legislação Bancária Comparada], o Sr. Warburg afirma:

"É igualmente interessante realçar que, contrariamente a uma ideia muito espalhada, os bancos centrais da Europa não são, por norma, possuídos pelos governos. De facto, nem o Governo Inglês, nem o Francês nem o Alemão possuem quaisquer acções do banco central dos seus países. O Banco de Inglaterra é inteiramente gerido como uma empresa privada, os accionistas elegem o conselho de directores, que se alternam na presidência. Em França, o governo nomeia o governador e alguns dos directores. Na Alemanha, o governo nomeia o presidente e um conselho supervisor de cinco membros, enquanto os accionistas elegem o conselho de directores."

E, novamente, na sua discussão sobre o projecto de lei Owen-Glass, o Sr. Warburg diz:

"O plano da Comissão Monetária seguiu a teoria do Banco de Inglaterra, que deixa a administração inteiramente nas mãos de homens de negócios sem ceder ao governo qualquer parte na administração ou controlo. O argumento mais forte a favor desta teoria é que o banco central, tal como qualquer outro banco, está assente em 'crédito forte', e que a análise sobre créditos é uma questão de negócio que deve ser deixada nas mãos de homens de negócios, e que o governo não deve interferir.»


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Henry Ford (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Campany e pai das modernas linhas de montagem e da produção em massa. O seu automóvel, Modelo T, revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e mais conhecidos do mundo.

Em 1918, Ford comprou um pouco conhecido semanário: «The Dearborn Independent». No princípio dos anos 20 este semanário publicou um conjunto de quatro volumes de artigos, cumulativamente intitulados «The International Jew» [O Judeu Internacional].

Segue-se artigo 59º completo (um pouco longo mas que merece verdadeiramente ser lido) do Jornal "The Dearborn Independent" - 2 de Julho de 1921:


[Tradução minha]



The International Jew


Jewish Idea of Central Bank for America

O Projecto Judeu para um Banco Central nos Estados Unidos


A Reserva Federal dos Estados Unidos da América
(Banco Central dos Estados Unidos)


Segundo as suas próprias declarações e os factos conhecidos, Paul M. Warburg planeou a reforma do sistema monetário dos Estados Unidos e levou-a a cabo. Ele teve o êxito que acontece a poucos homens de, chegando aos Estados Unidos como estrangeiro, ter-se associado com a principal firma judaica americana, e posto imediatamente a circular certas ideias bancárias que foram impulsionadas, manipuladas e adaptadas de várias formas até se tornarem no que é conhecido como o Sistema de Reserva Federal [Federal Reserve System].

Quando o Professor Seligman escreveu nos Procedimentos da Academia de Ciência Política [Proceedings of the Academy of Political Science] que "a Lei da Reserva Federal ficará associada na história ao nome de Paul M. Warburg," um banqueiro judeu da Alemanha, ele tinha razão. Mas se essa associação, tal como o Professor Seligman pretende indicar, significa um sinal de louvor, isso só o futuro o dirá.

O que o povo dos Estados Unidos não compreende e nunca compreendeu é que enquanto a Lei da Reserva Federal foi governamental, o conjunto do Sistema de Reserva Federal é privado. É um sistema bancário privado criado oficialmente.

Pergunte-se às primeiras mil pessoas que encontrar na rua, e 999 delas dirão que o Sistema de Reserva Federal é um instrumento graças ao qual o governo dos Estados Unidos interage no negócio bancário para benefício do povo. As pessoas pensam que, tal como os Correios ou a Alfândega, um Banco da Reserva Federal é uma parte da máquina oficial do governo.

É natural perceber que esta visão errónea tem sido encorajada por muitos daqueles que têm competência para escrever publicamente sobre esta questão. Pegue-se nas enciclopédias normais e, embora não se encontrem nelas afirmações adulteradas sobre este facto, não se encontra uma declaração clara a dizer que o Sistema de Reserva Federal é um sistema bancário privado; a impressão com que o leitor normal fica é que o Sistema de Reserva Federal é parte do Governo.



O Sistema de Reserva Federal é um sistema de bancos privados, a criação de uma aristocracia bancária dentro de uma já existente autocracia, através da qual uma grande parte da independência bancária se perdeu, e através da qual foi tornado possível aos especuladores financeiros centralizar grandes somas de dinheiro para os seus próprios fins, benéficos ou não.

Que este Sistema foi útil nas condições artificiais criadas pela 1ª Guerra Mundial – útil, quer dizer, para um Governo que não sabe tratar dos seus próprios negócios e finanças, que como um filho pródigo está sempre a pedir dinheiro, e pedindo-o sempre que lhe apetece – o Sistema provou, seja pelos seus defeitos inerentes ou por deliberada má utilização, a sua incapacidade para lidar com os problemas da paz. Fracassou tristemente na sua promessa e está agora em questão.

O plano do Sr. Warburg teve êxito mesmo a tempo de lidar com as condições da Guerra, ele foi colocado no Conselho de Directores da Reserva Federal de forma a gerir o seu sistema na prática, e embora estivesse então cheio de ideias sobre a forma como os bancos podiam ser ajudados, Warburg ficou desapontadoramente silencioso sobre a forma como as pessoas podiam ser socorridas.

Contudo, esta não é uma discussão sobre o Sistema de Reserva Federal. A sua condenação genérica seria estúpida. Mas é um assunto que será debatido um dia, e a discussão será muito mais aberta quando as pessoas compreenderem que se trata de um sistema de bancos privados, aos quais foram entregues certos privilégios extraordinários, e que criou um sistema de classes no universo bancário que constitui uma nova ordem.

O Sr. Warburg, isto será lembrado, queria apenas um banco central. Mas, por questões de ordem política, como nos diz o Professor Seligman, foram escolhidos doze bancos. Uma análise dos debates do Sr. Warburg sobre o assunto mostra que ele primeiro queria quatro bancos e mais tarde oito.

Por fim, foram consagrados doze bancos. A razão para tal foi que um banco central, que naturalmente ficaria sediado em Nova Iorque, daria a uma nação desconfiada a impressão de que era apenas um novo esquema para manter o dinheiro da nação a escorrer para Nova Iorque. Tal como foi mostrado pelo Professor Seligman, o Sr. Warburg era a favor de acautelar o que quer que fosse que pudesse atenuar a suspeição popular sem invalidar o plano inicial.




Portanto, enquanto admitia perante os Senadores, que o examinaram para verificar se ele tinha perfil para o Conselho de Directores da Reserva Federal – o Conselho que ditava as políticas dos bancos que constituíam o Sistema de Reserva Federal e lhes dizia o que tinham de fazer – que ele não gostava da ideia dos 12 bancos, afirmou que as suas objecções poderiam "ser ultrapassadas de uma forma administrativa." Ou seja, os 12 bancos poderiam ser manobrados como se fossem apenas um banco central, presumivelmente situado em Nova Iorque.

E foi assim que aconteceu, e é aí que deverá ser encontrada uma das razões para a actual situação do país.

Hoje, não há falta de dinheiro em Nova Iorque. Filmes são financiados aos milhões. [...] Loew, o homem do teatro judeu, não teve dificuldade em abrir 20 teatros novos este ano – mas vá-se até aos estados agrícolas, onde a verdadeira riqueza do país está no solo e nos celeiros, e não existe dinheiro para os agricultores.

É uma situação que ninguém pode negar e que poucos podem explicar, porque a explicação não é linear. As situações naturais são sempre mais fáceis de explicar. Situações artificiais contêm sempre um ar de mistério. E aqui estão os Estados Unidos, o país mais rico do mundo, possuindo actualmente a maior fatia de riqueza que se pode encontrar no mundo – real, disponível, riqueza utilizável; e no entanto está fortemente agrilhoado, e não se pode movimentar pelos canais normais, por causa da manipulação que está a ser seguida no que respeita ao dinheiro.

O dinheiro é o maior mistério para a mente popular, e quando esta consegue um vislumbre da sua essência descobre que o mistério nada tem a ver com o dinheiro em si próprio, mas com a sua manipulação, com aquilo que é feito de "forma administrativa".

Os Estados Unidos nunca tiveram um Presidente que tenha dado provas de compreender totalmente este assunto. Os nossos Presidentes sempre tiveram de ser aconselhados por financeiros. O Dinheiro é a coisa mais pública do país; é a coisa mais federalizada e governamentalizada do país; e no entanto, na situação actual, o Governo dos Estados Unidos não tem quase nada a ver com ele, excepto utilizar várias formas de o obter, tal como as pessoas o fazem, daqueles que o controlam.

A Questão Monetária, devidamente resolvida, é o fim da Questão Judaica e de qualquer outra questão de natureza mundana.

O Sr. Warburg é da opinião de que diferentes taxas de juro têm de ser utilizadas em diferentes partes do país. Que o fizeram em partes diferentes do mesmo estado sempre o soubemos, mas a razão para isso acontecer não foi revelada. O merceeiro da cidade pode obter dinheiro do seu banco a uma taxa mais baixa do que o agricultor do concelho ao lado consegue obter do seu banco. Porque é que a taxa de juro cobrada à agricultura tem sido maior do que qualquer outra é uma questão que a literatura ou a prosa financeira nunca abordou publicamente. Tal como a natureza privada do Sistema da Reserva Federal – muito importante, mas que nenhuma autoridade pensa valer a pena aclarar. A taxa de juro cobrada à agricultura é de grande importância, mas discuti-la implicaria a sua admissão e aparentemente tal não é desejável.


A aprovação da Lei da Reserva Federal em 23/12/1913


Ao comparar a presente Lei da Reserva Federal com a proposta de lei de Aldrich, o Sr. Warburg disse:

Sr. Warburg – "Julgo que a presente lei tem a vantagem de lidar com o país inteiro e oferecer-lhes diferentes taxas de juro, ao passo que, com a lei proposta pelo Senador Aldrich, teria sido muito difícil fazer isso, já que estabelecia uma taxa de juro uniforme para todo o país, o que eu acho que seria um erro."

Senador Bristow – "Ou seja, sob a presente lei pode-se cobrar uma taxa de juro mais elevada numa parte do país do que aquela que se cobra noutra, enquanto que sob a lei de Aldrich a taxa de juro seria uniforme."

Sr. Warburg – "É exacto."

Este é um ponto que vale a pena clarificar. Se o Sr. Warburg, tendo ensinado os banqueiros, se virasse agora para o povo e explicasse porque é que uma classe do país pode obter dinheiro para negócio que não produz riqueza real, enquanto outra classe ocupada na produção de riqueza real é tratada como se estivesse fora do interesse da banca no seu todo; se ele pode tornar claro porque é que o dinheiro é vendido a uma classe ou a uma parte do país a um preço, enquanto a outra classe ou a outra parte do país é vendido a um preço diferente, estaria a ajudar o povo a compreender estas coisas.

Esta sugestão é séria. O Sr. Warburg tem o estilo, a paciência pedagógica, o conhecimento do assunto que faria dele um admirável pedagogo do público sobre estas matérias.

O que ele já fez foi planeado sob o ponto de vista do interesse dos profissionais da finança. É prontamente reconhecido que o Sr. Warburg desejava organizar as finanças americanas duma forma mais flexível. Sem dúvida que em determinados aspectos ele conseguiu importantes melhoramentos. Mas teve sempre a Banca em mente. Agora, se ele assumisse uma posição para além destes interesses especiais, abordaria os interesses mais vastos do povo – não assumindo que estes interesses passam sempre pela banca – e faria bastante mais do que tem feito para justificar que tinha realmente uma missão ao vir para este país.

O Sr. Warburg não está nada surpreendido pela ideia de que o Sistema da Reserva Federal é na realidade uma nova forma de controlo privado bancário, porque na sua experiência europeia viu que todos os bancos centrais eram negócios privados.

No seu artigo sobre "Métodos Bancários Americanos e Europeus e Legislação Bancária Comparada," o Sr. Warburg afirma:

"É igualmente interessante realçar que, contrariamente a uma ideia muito espalhada, os bancos centrais da Europa não são, por norma, possuídos pelos governos. De facto, nem o Governo Inglês, nem o Francês nem o Alemão possuem quaisquer acções do banco central dos seus países. O Banco de Inglaterra é inteiramente gerido como uma empresa privada, os accionistas elegem o conselho de directores, que se alternam na presidência. Em França, o governo nomeia o governador e alguns dos directores. Na Alemanha, o governo nomeia o presidente e um conselho supervisor de cinco membros, enquanto os accionistas elegem o conselho de directores."

E, novamente, na sua discussão sobre o projecto de lei Owen-Glass, o Sr. Warburg diz:

"O plano da Comissão Monetária seguiu a teoria do Banco de Inglaterra, que deixa a administração inteiramente nas mãos de homens de negócios sem ceder ao governo qualquer parte na administração ou controlo. O argumento mais forte a favor desta teoria é que o banco central, tal como qualquer outro banco, está assente em 'crédito forte', e que a análise sobre créditos é uma questão de negócio que deve ser deixada nas mãos de homens de negócios, e que o governo não deve interferir.

O projecto de lei Owen-Glass vai, a este respeito, mais na linha do Banco de França e do Reichsbank alemão, cujos presidentes e conselhos são até certo ponto nomeados pelo governo. Estes bancos centrais, embora legalmente empresas privadas, são órgãos semi-governamentais na medida em que lhes é permitido emitir a moeda da nação – particularmente onde existem questões da elasticidade da moeda, como acontece em todos os países excepto na Inglaterra – e na medida em que são os responsáveis por praticamente todas as reservas metálicas do país e os guardiões dos fundos do governo. Além disso, em questões de politica nacional o governo deve confiar na vontade e na cooperação leal destes órgãos centrais.
"

Esta é uma passagem muito esclarecedora. Vale bem a pena ao leitor, especialmente ao leitor que sempre esteve confundido com as questões financeiras, reflectir bem nos factos aqui relatados por um grande especialista financeiro judeu acerca da ideia do banco central.

Atente-se nas frases:

(a) "sem ceder ao governo qualquer parte na administração ou controlo."

(b) "Estes bancos centrais, embora legalmente empresas privadas ... é-lhes permitido emitir a moeda da nação."

(c) "são os responsáveis de praticamente todas as reservas metálicas do país e os guardiões dos fundos do governo."

(d) "em questões de politica nacional o governo deve confiar na vontade e na cooperação leal destes órgãos centrais."


Não se trata agora de uma questão de saber se estas coisas estão certas ou erradas; é apenas uma questão de compreender que constituem um facto.

É especialmente notável que no parágrafo (d) é razoável deduzir que em questões de política nacional, o governo terá de depender não apenas do patriotismo mas também, até certo ponto, da permissão e conselho das organizações financeiras. Esta é uma interpretação correcta: questões de política nacional são, por este meio, tornadas dependentes de empresas financeiras.

Deixemos este ponto bem claro, não interessando se deve ser esta a forma pela qual as políticas nacionais devam ser decididas.

O Sr. Warburg disse desejar uma certa parte de controlo governamental – mas não demasiada. Warburg afirmou: "Ao reforçar o controlo governamental, o projecto de lei Owen-Glass foi na direcção certa; mas foi demasiado longe e caiu no outro extremo ainda mais perigoso."

O "outro extremo ainda mais perigoso" era, evidentemente, uma maior supervisão governamental e o estabelecimento de um certo número de Bancos da Reserva Federal no país.

O Sr. Warburg tinha referido isto anteriormente; concordou com um número maior [de bancos] apenas porque parecera uma concessão política inevitável. Já foi mostrado, pelo Professor Seligman, que o Sr. Warburg estava atento à necessidade de encobrir um pouco aqui e um pouco acolá, para acalmar um público desconfiado. Era um pouco como a história do empregado de balcão e da caixa registadora.

O Sr. Warburg julga que percebe a psicologia americana. A este respeito lembra um dos relatórios do Sr. von Bernstorff e do Capitão Boy-Ed sobre os que os americanos eram ou não capazes de fazer. Na Political Science Quarterly [Revista trimestral de Ciência Política] de Dezembro de 1920, o Sr. Warburg conta como, numa recente visita à Europa, lhe foi perguntado por homens de todos os países o que é que os Estados Unidos iam fazer. Warburg assegurou-lhes que a América estava um pouco esgotada naquela altura mas que iria dar a volta por cima. E então recordando os seus esforços para implantar um sistema monetário aos americanos, disse:

"Pedi-lhes para serem pacientes connosco até depois das eleições, e elogiei-lhes as nossas experiências com a reforma monetária. Lembrei-lhes como o plano de Aldrich falhou porque, naquela altura, um Presidente Republicano tinha perdido o controlo do Congresso para uma maioria Democrática; lembrei-lhes como os Democratas tinham amaldiçoado este plano, qualquer plano que envolvesse um sistema bancário central; e como, uma vez [os Democratas] no poder, a National Reserve Association [Associação de Reserva Nacional] evoluiu, disfarçadamente, para o Sistema da Reserva Federal."

Lembrando este jogo perante o público, e o jogo por trás do pano, esta "camuflagem", como diz o Sr. Warburg, de transformar dissimuladamente uma coisa noutra, Warburg responsabilizou-se em assegurar aos seus amigos na Europa que fosse o que fosse que qualquer plataforma política dissesse, os Estados Unidos fariam essencialmente o que a Europa esperava que eles fizessem. O motivo para esta crença do Sr. Warburg, tal como ele disse, era a sua experiência em fazer passar a ideia de um banco central através das objecções públicas de todos os partidos. Warburg acredita que com os americanos é possível obter o que se quiser se se agir habilmente. A sua experiência com a reforma monetária parece ter-lhe dado essa certeza.

Os políticos podem ser peões necessários neste jogo, mas como membros do governo o Sr. Warburg não os quer na banca. Eles não são banqueiros, diz; eles não compreendem; os homens do governo não se devem intrometer na banca. O político pode servir para o Governo dos Estados Unidos mas não é suficientemente bom para a banca.

"No nosso país," diz o Sr. Warburg, referindo-se aos Estados Unidos, "onde qualquer leigo pode concorrer a qualquer lugar, onde a amizade ou a ajuda numa campanha presidencial, financeira ou política, tem sido sempre factor de preferência política, onde as ofertas de votos e favores políticos estão sempre presentes na mente de um político, ... não podem existir dúvidas de que, tal como a situação está neste momento (1913), com dois membros do governo como membros da Direcção da Reserva Federal, e com enormes poderes garantidos a esta, o Projecto de Lei Owen-Glass produzirá uma administração directa do governo."

E isso, claro, no entender do Sr. Warburg, não é apenas "perigoso," mas "fatal." A vontade do Sr. Warburg foi quase completamente aceite neste assunto. E qual foi o resultado?

Lembremos o testemunho de Bernard M. Baruch, quando foi interrogado relativamente à acusação de que certos homens próximos do Presidente Wilson tinham lucrado 60 milhões de dólares em operações na bolsa, fruto de informação privilegiada que eles tiveram sobre o que o Presidente iria dizer no seu discurso sobre a próxima Guerra – a famosa investigação da "fuga", como foi chamada; uma das várias investigações nas quais o Sr. Baruch foi rigorosamente questionado.


Nessa investigação o Sr. Baruch esforçou-se para mostrar que não tinha tido nenhuma comunicação telefónica com Washington, especialmente com certos homens que supostamente tinham partilhado os lucros dos negócios. Foi em Dezembro de 1916. O Sr. Warburg estava então em segurança no Conselho de Directores da Reserva Federal, que ele manteve a salvo das intrusões do Governo.

O Presidente [da investigação] – "Claro que estes registos da companhia dos telefones, os comprovativos, mostrarão as pessoas com quem o senhor falou."

O Sr. Baruch – "Quer que eu diga? Posso afirmar quem são."

O Presidente [da investigação] – "Sim, acho que deve."

O Sr. Baruch – "Telefonei a duas pessoas; uma, o Sr. Warburg, com quem não consegui falar, e outra, com o Secretário mcAdoo, com quem falei – ambas referentes ao mesmo assunto. Gostaria de saber qual era o assunto?"

O Presidente [da investigação] – "Sim, acho bem que nos diga."

O Sr. Baruch – "Telefonei ao Secretário porque alguém me sugeriu – pediu-me para sugerir o nome de uma pessoa para o Banco da Reserva Federal, e telefonei-lhe a propósito disso e discuti o assunto com ele, penso que duas ou três vezes, mas foi-me recomendado que fizesse eu próprio a sugestão e eu fi-la." (pp. 570-571).

O Sr. Campbell – "Sr. Baruch, quem é que lhe pediu para sugerir um nomeado para o Banco da Reserva Federal?"

O Sr. Baruch – "O Sr. E. M. House."

O Sr. Campbell – "O Sr. House disse-lhe para telefonar ao Sr. McAdoo para fazer essa recomendação?"

O Sr. Baruch – "Vou-lhe dizer exactamente o que aconteceu: o Sr. House ligou-me e disse que havia uma vaga no Conselho da Reserva Federal, e acrescentou, 'eu não sei nada sobre esses senhores, e gostaria que você fizesse uma sugestão.' E eu sugeri o nome que julguei ser adequado, e ele disse-me, 'gostava que você ligasse ao Secretário e lhe dissesse.' E eu disse, 'não vejo necessidade; digo-lhe a si.' 'Não,' disse ele, 'preferia que fosse você a telefonar-lhe.'" (p.575)

Aqui temos um exemplo de como a Reserva Federal se "mantinha afastada da política," se mantinha afastada da supervisão do governo que seria não apenas "perigosa", mas "fatal".

Barney Baruch, o jogador de acções de Nova Iorque, que nunca possuiu um banco na vida dele, recebeu uma chamada do Coronel E. M. House, o super político da Administração Wilson, e desta forma foi acrescentado mais um membro ao Conselho da Reserva Federal.


Uma chamada telefónica manteve dentro de um pequeno círculo de Judeus e resolvido por uma palavra de um negociante de acções – o que, na prática, era a grande reforma monetária do Sr. Warburg. O Sr. Baruch a telefonar ao Sr. Warburg a dar-lhe o nome do próximo nomeado para o Conselho da Reserva Federal, e telefonando ao Sr. McAdoo, Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, e fazê-lo em nome do Coronel E. M. House – ainda haverá alguma admiração que o poder Judeu no governo de guerra americano continue a crescer de maneira espantosa?

Mas, Como o Sr. Warburg escreveu – "a amizade ou ajuda numa campanha presidencial, financeira ou política, tem sempre dado azo a reclamações sobre preferências políticas." E como chama a atenção o Sr. Warburg, este é um país "onde qualquer amador sem preparação é candidato a ministro," e naturalmente, com tais homens no governo, devem ser mantidos a uma distância segura dos assuntos financeiros.

Como que para ilustrar esta ignorância, temos o Sr. Baruch que cita o Coronel House como tendo dito, "eu não sei nada sobre esses senhores, e gostaria que você fizesse uma sugestão". É admissível duvidar que tudo o que o Coronel House tenha confessado fosse a sua ignorância sobre "esses senhores". Existia um bom entendimento entre estes dois homens, demasiado bom para que a alegada conversa telefónica seja tomada à letra. É bem possível que o Sr. House não seja um financeiro. O Sr. Wilson não o era certamente. Na longa lista de Presidentes só meia dúzia o foram, e esses foram considerados os mais drásticos nas suas propostas.

Mas toda esta conversa sobre ignorância, como acusou o Sr. Warburg, soa como um eco dos Protocolos: "Os administradores escolhidos das massas por nós, não serão pessoas treinadas para governar, e consequentemente tornar-se-ão facilmente peões do nosso jogo, executado pelos nossos sábios e talentosos conselheiros, especialistas educados desde a infância na administração dos negócios do mundo."

No Vigésimo Protocolo, no lugar onde o grande plano financeiro da subversão e controlo mundial é revelado, há outra referência à ignorância dos governantes sobre os problemas financeiros.

É uma coincidência que, embora não utilize o termo "ignorância", o Sr. Warburg seja bastante sincero no que respeita ao estado pouco culto em que encontrou este país, e seja também bastante sincero sobre os "amadores inexperientes" que são candidatos a cada ministério. Estes, diz ele, não são adequados para tomar parte no controlo das questões monetárias. Mas o Sr. Warburg é. Ele di-lo. Admite que era a sua ambição, desde o momento em que veio para cá na qualidade de um banqueiro judeo-alemão, alterar os nossos assuntos financeiros para que ficassem mais ao seu gosto. Mais do que isso, teve sucesso, ele próprio di-lo, mais do que a maior parte dos homens têm numa vida inteira; ele teve sucesso, diz o Professor Seligman, a tal ponto que através da história o nome de Paul M. Warburg e o Sistema da Reserva Federal ficarão unidos.
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sábado, março 06, 2010

O Sócrates tem de dar uma 'sticada' na gaja


Jornal 'Sol' - 6 de Março de 2010

[...] No dia 10 de Fevereiro de 2009, Carlos Vasconcelos, quadro da Refer (e arguido) definia bem a situação: «A gaja [Ana Paula Vitorino] agora atirou-se ao Sócrates na história do Tua [polémica sobre a recuperação desta linha de comboio, em Trás-os-Montes]. Ó pá, o Sócrates tem de dar uma 'sticada' na gaja. É que isto está de facto a entrar por um caminho preocupante». [...]


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Comentário

Dada a frouxa apetência do nosso PM pelo sexo feminino, são fracas as probabilidades do legítimo da dona Paula Vitorino se vir a sentir encornado, como sucedeu recentemente com Henrique Granadeiro quando lhe disseram que a PT fazia parte de um alegado plano do Governo de José Sócrates para controlar a Comunicação Social.
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sexta-feira, março 05, 2010

quarta-feira, março 03, 2010

Sobre os painéis de convidados do «Prós e Contras»

No seu programa semanal na RTP1 - «Prós e Contras», Fátima Campos Ferreira tem por hábito abordar o futuro de Portugal e faz sempre questão de convidar personalidades isentas e sobejamente conhecidas para debates reflexivos sobre o que fazer para o país sair da crise...


segunda-feira, março 01, 2010

Catástrofe na Madeira - Eu tive um sonho



Enviado por um amigo.

Texto do engenheiro silvicultor Cecílio Gomes da Silva, de 11 de Dezembro de 1984, e publicado no dia 13 de Janeiro de 1985 no jornal "Diário de Notícias" do Funchal:


Eu tive um sonho

Traumatizado pelo estado de desertificação das serras do interior da Ilha da Madeira, muito especialmente da região a Norte do Funchal e que constitui as bacias hidrográficas das três ribeiras que confluem para o Funchal, dando-lhe aquela fisiografia de perfeito anfiteatro, aliado a recordações da infância passada junto à margem de uma das mais torrenciais dessas ribeiras – a de Santa Luzia – o mundo dos meus sonhos é frequentemente tomado por pesadelos sempre ligados às enxurradas invernais e infernais dessa ribeira. Tive um sonho.

Adormecendo ao som do vento e da chuva fustigando o arvoredo do exemplar Bairro dos Olivais Sul onde resido, subia a escadaria do Pico das Pedras, sobranceiro ao Funchal. Nuvens negras apareceram a Sudoeste da cidade, fazendo desaparecer o largo e profundo horizonte, ligando o mar ao céu. Acompanhavam-me dois dos meus irmãos – memórias do tempo da juventude – em que nós, depois do almoço, íamos a pé, subindo a Ribeira de Santa Luzia e trepando até à Alegria por alturas da Fundoa, até ao Pico das Pedras, Esteias e Pico Escalvado. Mas no sonho, a meio da escadaria de lascas de pedra, o vento fez-nos parar, obrigando-nos a agarrarmo-nos a uns pinheiros que ladeavam a pequena levada que corria ao lado da escadaria. Lembro-me que corria água em supetões, devido ao grande declive, como nesses velhos tempos. De repente, tudo escureceu. Cordas de água desabaram sobre toda a paisagem que desaparecia rapidamente à nossa volta. O tempo passava e um ruído ensurdecedor, semelhante a uma trovoada, enchia todo o espaço. Quanto durou, é difícil calcular em sonhos.

Repentinamente, como começou, tudo parou; as nuvens dissiparam-se, o vento amainou e a luz voltou. Só o ruído continuava cada vez mais cavo e assustador. Olhei para o Sul e qualquer coisa de terrível, dantesco e caótico se me deparou. A Ribeira de Santa Luzia, a Ribeira de S. João e a Ribeira de João Gomes eram três grandes rios, monstruosamente caudalosos e arrasadores. De onde me encontrava via-os transformarem-se numa só torrente de lama, pedras e detritos de toda a ordem. A Ribeira de Santa Luzia, bloqueada por alturas da Ponte Nova – um elevado monturo de pedras, plantas, arames e toda a ordem de entulho fez de tampão ao reduzido canal formado pelas muralhas da Rua 31 de Janeiro e da Rua 5 de Outubro – galgou para um e outro lado em ondas alterosas vermelho acastanhadas, arrasando todos os quarteirões entre a Rua dos Ferreiros na margem direita e a Rua das Hortas na margem esquerda. As águas efervescentes, engrossando cada vez mais em montanhas de vagas espessas, tudo cobriram até à Sé – único edifício de pé. Toda a velha baixa tinha desaparecido debaixo de um fervedouro de água e lama. A Ribeira de João Gomes quase não saiu do seu leito até alturas do Campo da Barca; aí, porém, chocando com as águas vindas da Ribeira de Santa Luzia, soltou pela margem esquerda formando um vasto leito que ia desaguar no Campo Almirante Reis junto ao Forte de S. Tiago. A Ribeira de S. João, interrompida por alturas da Cabouqueira fez da Rua da Carreira o seu novo leito que, transbordando, tudo arrasou até à Avenida Arriaga. Um tumultuoso lençol espumante de lama ia dos pés do Infante D. Henrique à muralha do Forte de S. Tiago. O mar em fúria disputava a terra com as ribeiras. Recordo-me de ver três ilhas no meio daquele turbilhão imenso: o Palácio de S. Lourenço, a torre da Sé e a fortaleza de S. Tiago. Tudo o mais tinha desaparecido – só água lamacenta em turbilhões devastadores.

Acordei encharcado. Não era água, mas suor. Não consegui voltar a adormecer. Acordado o resto da noite por tremenda insónia, resolvi arborizar toda a serra que forma as bacias dessas ribeiras. Continuei a sonhar, desta vez acordado. Quase materializei a imaginação; via-me por aquelas chapas nuas e erosionadas, com batalhões de homens, mulheres e máquinas, semeando urze e louro, plantando castanheiros, nogueiras, pau-branco e vinháticos; corrigindo as barrocas com pequenas barragens de correcção torrencial, canalizando talvegues, desobstruindo canais. E vi a serra verdejante; a água cristalina deslizar lentamente pelos relvados, saltitando pelos córregos enchendo levadas. Voltei a ouvir os cantares dolentes dos regantes pelos socalcos ubérrimos das vertentes. Foram dois sonhos. Nenhum deles era real; felizmente para o primeiro; infelizmente para o segundo.

Oxalá que nunca se diga que sou profeta. Mas as condições para a concretização do pesadelo existem em grau mais do que suficiente.

Os grandes aluviões são cíclicos na Madeira. Basta lembrar o da Ribeira da Madalena e mais recentemente o da Ribeira de Machico. Aqui, porém, já não é uma ribeira, mas três, qualquer delas com bacias hidrográficas mais amplas e totalmente desarborizadas. Os canais de dejecção praticamente não existem nestas ribeiras e os cones de dejecção estão a níveis mais elevados do que a baixa da cidade. As margens estão obstruídas por vegetação e nalguns troços estão cobertas por arames e trepadeiras. Agradável à vista mas preocupante se as águas as atingirem. Estão criadas todas as condições, a montante e a jusante para uma tragédia de dimensões imprevisíveis (só em sonhos).

Não sei como me classificaria Freud se ouvisse este sonho. Apenas posso afirmar sem necessidade de demonstrações matemáticas que 1 mais 1 são 2, com ou sem computador. O que me deprime, porém, é pensar que o segundo sonho é menos provável de acontecer do que o primeiro.

Dei o alarme – pensem nele.

Engenheiro Cecílio Gomes da Silva, Lisboa, 11 de Dezembro de 1984


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sábado, fevereiro 27, 2010

O Aquecimento Global e a Acção do Homem

IPCC - Intergovernmental Panel on Climate Change
Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Sobre a actual "Crise Financeira" e as consequentes "ajudas" governamentais aos Bancos

Henry Ford

Henry Ford (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Campany e pai das modernas linhas de montagem e da produção em massa. O seu automóvel, Modelo T, revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e mais conhecidos do mundo.

Em 1918, Ford comprou um pouco conhecido semanário: «The Dearborn Independent». No princípio dos anos 20 este semanário publicou um conjunto de quatro volumes de artigos, cumulativamente intitulados «The International Jew» [O Judeu Internacional]. Segue-se um excerto do primeiro artigo:

[Tradução minha]

Jornal "The Dearborn Independent" - 22 de Maio de 1920:


The International Jew

The Jew in Character and Business

Existe no mundo de hoje, ao que tudo indica, uma força financeira centralizada que está a levar a cabo um jogo gigantesco e secretamente organizado, tendo o mundo como tabuleiro e o controlo universal como aposta. As populações dos países civilizados perderam toda a confiança na explicação de que «as condições económicas» são responsáveis por todas as mudanças que ocorrem. Sob a camuflagem da «lei económica» muitíssimos fenómenos foram justificados, os quais não se deveram a nenhuma lei económica a não ser a do desejo egoísta humano operado por meia dúzia de homens que têm o objectivo e o poder de trabalhar a uma vasta escala com nações como vassalas.

Embora qualquer coisa possa ser nacional, hoje ninguém acredita que a finança seja nacional. Ninguém acredita hoje que a finança internacional esteja em competição. Existem algumas instituições bancárias independentes, mas poucas verdadeiramente autónomas. Os grandes senhores, os poucos cujos espíritos abarcam claramente o plano em toda a sua extensão, controlam numerosos bancos e companhias fiduciárias, e um é usado para isto e outro usado para aquilo, mas não existe antagonismo entre eles, não sancionam os métodos uns dos outros, não há competição nos interesses do mundo dos negócios. Existe tanta concordância nas políticas das principais instituições bancárias de cada país como existe nas várias secções do Serviço Postal dos Estados Unidos – e pela mesma razão, são operadas pelas mesmas fontes e com os mesmos objectivos.

Imediatamente antes da Primeira Grande Guerra, a Alemanha comprou maciçamente algodão na América e grandes quantidades desse produto foram exportadas. Quando a Guerra chegou, a propriedade das enormes quantidades de algodão mudou, de um dia para o outro, de nomes Judeus em Hamburgo para nomes Judeus em Londres. Em pouco tempo o algodão começou a vender-se em Inglaterra a um preço inferior ao que era vendido nos Estados Unidos, o que teve como consequência baixar o preço do algodão na América. Quando os preços desceram o suficiente, o algodão foi todo adquirido por compradores já preparados de antemão, e então os preços subiram novamente para valores elevados. Entretanto, os mesmos poderes que tinham engendrado o, aparentemente sem motivo, fortalecimento e enfraquecimento do mercado do algodão, utilizaram a Alemanha como fonte de mão-de-obra barata. Alguns grupos controlam o algodão, emprestam-no à Alemanha para ser manufacturado, deixam lá uma pequena quantidade como pagamento pelo trabalho utilizado, e depois lucram na totalidade do mundo com a mentira de que o "algodão está escasso". E quando, refazendo o percurso de todos estes métodos anti-sociais e extraordinariamente injustos até à sua fonte, e se chega à conclusão que todas as partes responsáveis têm todas uma característica comum, será de espantar que o aviso vindo do outro lado do mar – "Esperem até a América despertar para a realidade Judia" – tem um novo significado?

Certamente, as razões económicas já não conseguem explicar as condições em que o mundo se encontra hoje em dia. Nem sequer a explicação usual da "crueldade do capital". O capital tem-se esforçado como nunca para ir ao encontro das exigências do trabalho, e o trabalho chegou ao extremo de obrigar o capital a novas concessões – mas qual é a vantagem para cada um deles? O trabalho tem até agora acreditado que o capital era o céu por cima dele, e tem feito o céu recuar, mas vejam, existe um céu ainda mais alto que nem o capital nem o trabalho se deram conta nas suas lutas um com o outro. Esse céu ainda não recuou até agora.

Aquilo a que chamamos capital aqui na América é normalmente dinheiro usado na produção, e referimo-nos de forma errada ao fabricante, ao gerente do trabalho, ao fornecedor de ferramentas e empregos – referimo-nos a ele como o "capitalista". Mas não. Ele não é o capitalista no verdadeiro sentido do termo. Porque, ele próprio tem de ir ao capitalista pedir o dinheiro que precisa para financiar os seus projectos. Existe um poder acima dele – um poder que o trata muito mais duramente e o controla de uma maneira mais implacável que ele alguma vez se atreveria a fazer com o trabalho. Essa, na verdade, é uma das tragédias dos nossos tempos, que o "trabalho" e o "capital" lutem um com o outro, quando as condições contra as quais cada um deles protesta, e com as quais cada um deles sofre, não está ao seu alcance o poder para o remediar, a não ser que arranjassem uma forma de arrancar à força o controlo mundial de um grupo de financeiros internacionais que forjam e controlam estas condições.

Existe um super-capitalismo que é totalmente sustentado pela ficção de que o ouro é riqueza. Existe um super-governo que não é aliado de governo nenhum, que é independente de todos eles, e que, no entanto, tem as suas mãos em todos eles. Existe uma raça, uma parte da humanidade, que ainda nunca foi recebida como uma parte bem-vinda, e que teve sucesso em alcandorar-se a um lugar de poder que a mais orgulhosa raça de gentios nunca reivindicou – nem sequer em Roma nos tempos do seu mais poder orgulhoso. Há uma convicção crescente nos homens de todo o mundo de que a questão laboral, a questão dos salários e a questão da terra não pode ser solucionada antes deste assunto de um governo super-capitalista internacional estar resolvido.

"Os despojos pertencem ao vencedor" diz um velho ditado. E, de certo modo, é verdade que se todo este poder de controlo foi adquirido e mantido por uns poucos homens de raça judia, então ou eles são super-homens contra quem é inútil resistir, ou são homens comuns a quem o resto do mundo tem permitido obter um grau de poder indevido e perigoso. A não ser que os Judeus sejam super-homens, os Gentios devem culpar-se a si mesmos pelo que tem sucedido, e devem procurar uma rectificação com uma análise da situação e um exame justo das experiências de outros países.



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90 anos depois, em plena "Crise Financeira", a força financeira centralizada (como a denominou Ford), continua a levar a cabo o jogo gigantesco e secretamente organizado, tendo o mundo como tabuleiro e o controlo universal como aposta:

Lisboa, 11 fev (Lusa) - Os quatro grandes bancos privados do mercado português BES, BCP, BPI e Santander Totta apresentaram no ano passado lucros de 1,445 mil milhões de euros, mais 13,8 por cento do que no ano anterior, ou seja, quatro milhões de euros por dia.
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domingo, fevereiro 21, 2010

Osama Bin Laden insurge-se contra o "Aquecimento Global"

Provas irrefutáveis

"Sempre que escrevo sobre o "aquecimento global", e reconheço que o faço com frequência e com o cepticismo que as aspas sugerem, sou acusado de estar do lado oposto à credibilidade. Durante algum tempo, porém, supus que a tal credibilidade fosse sinónimo dos cientistas e activistas que vivem a expensas de interesses diversos e não liguei. É difícil ligar a sujeitos que, como tem sido notório, distorcem, omitem e inventam informação de modo a legitimar (digamos) as respectivas teses. O problema é que, quando parecia desacreditada de vez, a tese da influência humana no clima ganhou enfim um defensor acima de qualquer suspeita."

"Falo, é claro, de Bin Laden, cuja mais recente (e atribuída) gravação é inteiramente dedicada à preocupação com as "alterações climáticas". Para cúmulo, a intervenção segue passo a passo o cânone do género e inclui visões apocalípticas, evocação do Tratado de Quioto, críticas aos EUA e a George W. Bush e, num acto de ecumenismo, citações de um judeu. A evidência ecuménica diminui se se disser que o judeu se chama Noam Chomsky. Ainda assim, o testemunho de Bin Laden é arrasador para os cépticos. Eu, pelo menos, confesso-me inclinado a começar a acreditar no "aquecimento global", sobre o qual apenas aguardo a confirmação de Ahmadinejad e daquele canibal que manda na Guiné Equatorial para abolir as aspas, aderir à Quercus, berrar contra o capitalismo americano e engrossar as fileiras credíveis."


Vídeo - Osama bin Laden is a global warming fighter?


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