9 minutos de lucidez que vale mesmo a pena ouvir! Até porque ninguém disse isto na televisão até agora.
A SIC foi obrigada a transmitir em direto a exposição de José Miguel Júdice sobre a lavagem cerebral dos media e do Governo para o medo (entre outras coisas); com bastante resistência da Clara de Sousa, mas saiu!
Ver condutores [de máscara] num carro sem outros passageiros ou pessoas a
passear sozinhas ao ar livre de máscara, seria apenas seria anedótico ou uma
simples palermice não fosse hoje revelada a histeria e narrativas apocalípticas
em que meio mundo se deixou enredar.
Pessoas, normalmente inteligentes e racionais, seguem acriticamente
o que as televisões debitam e a adotam os chamados comportamentos de rebanho ou
manada. O pânico, a ansiedade extrema e medo descontrolado, passou a ser um
fenómeno de histeria coletiva.
O Diretor do CDC (Centers for Disease Control and Prevention), Dr Fauci, dá uma volta de 180º e defende hoje a abertura das escolas, exatamente o contrário do que defendia há uns meses atrás. Tal como dizia em abril de 2020 que as máscaras não serviam para nada e agora considera que são essenciais para nos proteger do "vírus".
O Governo de António Costa só pode estar a brincar com a nossa inteligência. Já vamos a caminho de fazer um ano (sim, um ano!!!!) de narrativas do medo onde se descrevem quadros apocalípticos de um SNS caótico com mortes a amontoarem-se, dezenas de ambulâncias em filas de espera, ruptura de stock de oxigénio, enfermeiros a colapsarem, médicos a lançarem apelos desesperados, a DGS a fazer directos anunciando milhares de casos diários e, eis que, quando surgem quase 6000 profissionais de saúde, voluntários, para acudir, o Governo não os aceita por questões “burocráticas”. Mas “encomenda” um grupito de 26 médicos alemães, que acabam de chegar, e vão, estes, salvar isto tudo, certo?
Bem, das duas uma: ou todo este cenário que acabo de descrever foi amplamente empolado pela propaganda política deste governo (para conseguir bazucas para um país quase falido) com a ajuda sempre preciosa da comunicação social do mainstream – esses avençados do (des)governo -, e de facto está tudo muito mais tranquilo e controlado do que nos estão a fazer crer, ou este governo é composto por um grupo de malfeitores que aproveitam a pandemia para provocar deliberadamente o caos e assim, equilibrar as contas do SNS aliviando encargos com reformas e outras despesas de saúde.
Ora, como eu sou crítica da actuação de certos Governos em relação a esta pandemia, feita por “decreto” da OMS, obviamente que vou pela primeira hipótese sem pestanejar. Eis aqui porquê.
1- Desde Março de 2020 que a estória da pandemia está mal contada, com incongruências grosseiras que nem os miúdos da primária conseguem fazer pior: vírus que não se transmite a humanos; vírus que não chegará a Portugal; máscara que não protege mas depois já protege e até temos de usar duas; recomendações em Março para visitar os velhinhos aos lares, para “curtir” o Carnaval (e espalhar bem o vírus); logo a seguir, fecho imediato de fronteiras e confinamentos totais só para achatar a curva e depois de bem achatada, continuar porque é para prevenir contágios (ainda não paramos de decretar Estados de Emergência); confina em eventos religiosos e festas mas desconfina em eventos políticos e eleições; confina praticamente todos os pequenos e médios negócios, estabelecimentos de restauração e estética e espaços públicos, mas abre excepções no restaurante do Parlamento, a cabeleireiros de apresentadores de televisão e programas de televisão da Cristina F. com 200 pessoas; podemos estar amontoados nos transportes públicos ou viajar lado a lado nos aviões mas não podemos estar sentados sozinhos num banco de jardim ou na praia. O vírus é selectivo.
2- Apesar do alerta do surto na China (à época um vírus desconhecido) que dava conta de que estavam a morrer “milhares de pessoas” e supostamente havia caos nos hospitais, deixaram espalhar muito bem o bicharoco pelo mundo inteiro antes de tomarem uma única medida drástica contra a “nova” ameaça. A OMS declarou pandemia apenas em Março 2020 (até aí, tudo tranquilo). O Ocidente (com excepção dos EUA) só reagiu a seguir. No sentido inverso estavam, Hong Kong, Taiwan, Singapura, Coreia do Sul e Japão que fecharam imediatamente as fronteiras.
3- O mistério do Diamond Princess, um navio cruzeiro com 3600 pessoas a bordo, que teve um surto descontrolado, ficaram infectadas 700 e morreram 7. Um laboratório flutuante que em Março de 2020 foi ignorado muito rapidamente por colocar em causa a narrativa dos “especialistas matemáticos” do Imperial College que asseguravam que 40 milhões de pessoas morreriam em 2020 e seriam infectados 7 bilhões – quase toda a população global, se em cada país não houvesse um lockdown total. Mas o Diamond Princess demonstrou exactamente o contrário.
4- A Suécia, que não seguiu as recomendações da OMS (não fez lockdown total nem aplicou regras restritivas severas, só pontuais) nem deu importância ao estudo do Imperial College, mas sim, aos seus especialistas em saúde e que, por muito que se contorcem para provar o contrário, os dados revelam hoje que a taxa de mortalidade está dentro da média de anos anteriores, isto apesar do governo ter reconhecido, e bem, que perante o surto, não agiram com a rapidez e eficácia exigível junto dos grupos de risco. Mesmo assim, o seu desempenho é largamente superior a Portugal, Bélgica, Espanha, França e RU com lockdowns totais e consecutivos durante um ano. Mais: fazem uma vida normal. (veja aqui e aqui).
6- A teia de interesses e ligações de Bill Gates é escabrosamente evidente: é só pesquisar.
7- A estranha coincidência de termos o pior desempenho da Europa em 2021 no combate à pandemia depois de, no ano passado, nos ter sido prometido uma bazuca da UE para compensar os danos económicos e socais provocados pelo vírus. É como se o governo tivesse descoberto o filão para resolver problemas financeiros, muito anteriores à pandemia, e que já tinham deixado os cofres vazios e o país em falência técnica. Dá que pensar.
9- A classificação oficial de mortes, onde foi dito pela própria DGS, que os doentes com teste positivo c0v1d eram registados como “mortes c0v1d” mesmo não sendo essa a causa (ao contrário de outros países), o que inflaciona os números oficiais.
10- Ter sido dito que Janeiro foi o pior mês em 12 anos mas só 28% das mortes registadas em Portugal foram por c0v1d e restantes 72% de outras causas. Se subtrairmos aos 28% as mortes com c0v1d – só por testarem positivo -, e as mortes sem c0v1d (com teste negativo) mas registadas na certidão de óbito com c0v1d, a percentagem é seguramente ainda muito menor.
11- Ter sido dito pelo Dr. Anthony Fauci que “em toda a História das doenças respiratórias de qualquer tipo, a transmissão assintomática nunca foi o condutor de surtos. Os condutores de surtos são sempre pessoas sintomáticas”. Mas ninguém parece interessado nessa evidência. porque estraga a narrativa oficial e propaganda do medo de “casos”.
12- Sempre houve rupturas, e graves, no SNS. Sempre morreram milhares de pessoas por ano de doenças respiratórias mas agora ignora-se isso para não se cruzarem dados e dar relevo a um vírus respiratório, que sabemos hoje, tem a mesma taxa de mortalidade que outros já existentes.
13- Os testes PCR, cuja sensibilidade foi de tal forma amplificada (ver aqui Dr. Anthony Fauci) que detecta até material morto, foi exponencialmente usado para criar uma epidemia de assintomáticos e que só agora, um ano depois, (coincidência ou não, com a tomada de posse de Biden) estão a corrigir. Os falsos positivos que abundam após testes de contra-prova. A relação entre o número de testes e casos (quando é preciso apertar regras, faz-se 80 000 testes, quando se quer aliviar, passam para 20 000).
14- As ligações a grandes grupos de interesses financeiros dos Fact checkers (que se dizem “independentes”) e que andam a carimbar informação de cientistas consagrados, médicos e jornalistas não alinhados com a narrativa oficial, de “falso”, num esforço concertado com as Big Tech que eliminam das suas plataformas, os conteúdos desses profissionais.
15- Vacinas prontas em menos de um ano transformando o mundo inteiro em cobaias humanas, que vão morrendo ou ficando com sequelas graves, sem que lhes seja dado qualquer destaque (quando morrem depois da toma, dizem que foi por “morte natural”), mas os dados do CDC nos EUA mostram outra realidade.
16- Os intervenientes do Evento 201são exactamente os mesmos que agora estão a ganhar biliões com esta pandemia. Se as simulações são para prevenir danos, (e esta, para ter sido realizada em 2019 teve de ser organizada e programada com um mínimo de um ano de antecedência), por que razão não se iniciou um investimento imediato em reforços de TODOS os sistemas nacionais de saúde (como medida preventiva) e depois do surto, isolamento prioritário dos grupos de risco e fechar as fronteiras com a China, ANTES de qualquer outra medida, até ao controlo total do vírus? Porque se fez exactamente o contrário? Nas recomendações do tal exercício de simulação do Evento 201, não se fala em nenhuma destas medidas de prevenção. Porém, outra curiosidade: já previam que a próxima pandemia iria fazer colapsar social e economicamente o Mundo. Estranho, não?
21- Quando sabemos que houve desinvestimento no SNS, a todos os níveis, de 2015 até à presente data e ainda a redução para 35h no sector, o que explica perfeitamente o caos actual no SNS.
Em conclusão, e perante toda a evidência, tenho a convicção de que este Governo (e todos os outros que agem igual) sabe que não está a lidar com um vírus respiratório mais perigoso do que outros já existentes e por isso, desde as medidas estapafúrdias para a sociedade civil, ao combate no terreno dentro do SNS, nunca foi feita uma gestão de risco global – seguindo a lógica científica. Daí as medidas serem mais restritivas na economia (todos sabemos que um país parado é um país condenado à morte) do que sobre os grupos de risco, que desde o início da declaração de pandemia, foram negligenciados. Goste-se ou não, isto é um facto. Não estão a zelar pela nossa saúde. Estão a cumprir uma agenda política com todos os danos colaterais que daí advêm.
Estes governos ocidentais não passam de “bonecos ventríloquos” manipulados por poderosos interesses para mais uma agenda globalista em curso: O Great Reset (não, já não é uma teoria da conspiração) amplamente falado no Fórum Económico em Davos. Só não vê quem não quer.
Dispensam-se os qualificativos de “negacionismo” e “irresponsabilidade” assim como toda a bazófia e ladaínha ridícula dos membros da seita covidista. Apenas se recorda aqui, a seguir, um fenómeno de histeria colectiva que ocorreu em Maio de 2006 no nosso país exponenciado pela popularidade, à época, da série televisiva “Morangos com Açúcar”.
Em baixo um excerto do episódio que esteve na origem do fecho de diversas escolas e no atendimento hospitalar a mais de trezentos estudantes:
O que certos jornalistas (perdão, jornalixos) fizeram recentemente à Dra. Margarida Oliveira que lidera o Movimento “Médicos pela Verdade”, denuncia uma prática criminosa de deturpação de factos de forma intencional para linchar publicamente a imagem desta profissional e consequentemente arruinar-lhe a vida.
Num artigo do Público foi dito preto no branco o seguinte: “Co-fundadora dos Médicos pela Verdade receitou estratégias para enganar os testes à covid-19”. Supostamente o artigo terá tido por base umas mensagens a que o jornal Observador teve acesso, tendo a Dra. Margarida prontamente reagido remetendo o assunto para os Tribunais (leia aqui o direito de resposta).
A partir daqui, todos os jornalistas de outras plataformas seguiram o mesmo modus oprerandi amplificando o boato sem sequer investigar a veracidade da notícia avançada, fazendo proliferar a mentira abrindo até telejornais em horário nobre.
Porém, o que não é dito é que o jornalista infiltrado TRUNCOU as mensagens publicando só partes para assim poder espalhar a narrativa que lhe interessava: que a Dra. Margarida estava a ensinar a ludibriar o teste à C0V1D. Bem vindos ao “novo normal” da desinformação culposa da comunicação social.
Acontece que os factos revelam outra versão: a Dra. Margarida nunca em momento algum esteve a dar uma receita para contornar o teste. É FALSO.
Ao analisar TODO o conteúdo da conversa a que tive acesso (tenho na minha posse o ficheiro inteiro), podemos verificar que é dito que o teste é sensível a matéria morta do vírus e por isso dá falsos positivos. Que se for feita uma lavagem às fossas nasais antes de se fazer um teste, os resíduos de vírus morto são expelidos e que, portanto, se estiver mesmo infectado vai dar positivo, caso contrário, não. Veja aqui:
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Mas o mais absurdo disto tudo é que foi a própria Graça Freitas da DGS que afirmou isto em directo nas televisões. Quer ver? Aqui:
Pode-se enganar a todos por algum tempo mas não se pode enganar a todos todo o tempo. Omitir factos é uma outra forma de MENTIR.
Neste vídeo o cientista Kary Mullis – o inventor do teste PCR (Polymerase Chain Reaction) Nobel de Química 1993 – num debate em 1998, refere o seguinte: “o PCR pode detectar seja lá o que for em seja lá quem for. Cada um pode interpretar à sua maneira e chegar às conclusões que deseja e começar uma nova crença. O problema não é a sua má utilização mas a sua má interpretação. Não necessita de o usar para o HIV, não necessita de o usar para os outros 10.000 retrovírus que ainda nem têm nome. O PCR pega numa quantidade ínfima, não mensurável e multiplica-a até a tornar mensurável. A medida não é exacta, não nos diz que alguém está doente, não é um teste quantitativo é um teste qualitativo.” Aqui:
Outro exemplo vindo da Alemanha num artigo da Reuters onde se pode ler no título: ” Under-pressure German COVID-19 lab produces run of false positive tests” e mais adiante a explicação: “Deliveries failed to arrive from the lab’s normal reagent supplier, forcing it to use an alternative reagent”. Moral da história: os testes davam todos positivos. Ora, se estas ALDRABICES acontecem na Alemanha, provavelmente também acontecem noutros países, e nós não devemos ser a excepção.
Os FACTOS não mentem. Os jornalistas, sim.
Assim sendo, como se atrevem a fazer um linchamento público à Dra. Margarida Oliveira?
Estes guardiões da “verdade” ao serviço das narrativas oficiais, sempre que alguém faz o contraditório, vêm lembrar que os “Médicos pela Verdade” não têm especialidades em epidemiologia ou imunologia ou sequer são cientistas logo, por serem APENAS médicos, não estão habilitados a se pronunciarem sobre esta questão covídica (mesmo que se fundamentem em especialistas altamente credenciados).
Fui então investigar quem são os protagonistas em Portugal que decidem sobre a suposta pandemia e descobri isto:
Marta Temido é licenciada em Direito;
Graça Freitas é médica e tem formação em gestão pública;
o Bastonário da Ordem dos Médicos é urologista, portanto um médico;
Filipe Froes é pneumologista, outro médico.
Onde estão os Imunologistas? Onde estão os Epidemiologistas? Onde estão os Microbiologistas? Não há. Mas são estes indivíduos que decidem sobre esta questão covídica. Se é para desacreditar com base nos currículos dos Médicos pela Verdade, porque não fizeram o mesmo a estes?
Por outro lado, eis o currículo de APENAS alguns dos especialistas no Mundo que contrariam as narrativas oficiais com base em factos científicos e dados já existentes. Faça você mesmo a comparação:
Michael Levitt, Biofísico, Professor de Biologia Estrutural da Universidade de Stanford, Prémio Nobel de Química em 2013;
John Loannidis, Professor de Medicina, Epidemiologia e Investigação Clínica da Universidade de Standford;
Beda Stadler, Professor de Imunologia da Universidade de Berna;
Paul McKeigue, Professor de Epidemiologia da Universidade de Edimburgo;
Sunetra Gupta, Professora da Universidade de Oxford, perita em Imunologia e Modelação de Doenças Infecciosas;
Sucharit Bahkdi, Professor de Microbiologia Médica da Universidade Johannes Gutenberg;
Jay Bahttacharya, Professor da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, médico, epidemiologista.
Sobre esta pandemia ouça aqui um deles, Sunetra Gupta:
Não perdi a esperança de ver todos os indivíduos, que perseguem profissionais na área da saúde e ciências com vista ao seu linchamento público por ousarem QUESTIONAR a narrativa oficial sobre uma certa pandemia, um dia no banco dos réus do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. O que estão a fazer é um crime contra a própria Humanidade e não nos podemos calar.
Um Processo Criminal já decorre na Alemanha. Oxalá se espalhem pelo Mundo inteiro.
A experiência tem
mostrado que as comunidades que enfrentam epidemias ou outros eventos adversos
respondem melhor e com o mínimo de ansiedade quando o funcionamento social
normal da comunidade é menos perturbado. Uma liderança política e de saúde
pública forte para fornecer garantias e garantir que os serviços de cuidados
médicos necessários sejam fornecidos são elementos essenciais. Se qualquer um
deles for visto como menos do que ideal, uma epidemia administrável pode levar
à catástrofe.
Refutação a políticas de
Confinamento [2006]: Medidas de Mitigação de Doenças no Controlo da Gripe Pandémica
[Disease Mitigation Measures in the Control of Pandemic Influenza]. Autores: D.A.
Henderson e três professores da Johns Hopkins: o especialista em doenças infeciosas
Thomas V. Inglesby, a epidemiologista Jennifer B. Nuzzo e a médica Tara
O’Toole.
Não há observações
históricas ou estudos científicos que apoiem o confinamento por quarentena de
grupos de pessoas possivelmente infetadas por longos períodos de tempo, a fim de retardar a propagação
da gripe. … É difícil identificar as circunstâncias na última metade do século XX
em que a quarentena em grande escala tenha sido usada efetivamente no controlo
de qualquer tipo de doença.
As consequências
negativas da quarentena em grande escala são tão extremas (confinamento forçado
de doentes com saúde; restrição completa do movimento de grandes populações;
dificuldade em obter suprimentos essenciais, medicamentos e alimentos para as
pessoas dentro da zona de quarentena) que esta medida de mitigação deve ser
eliminado de uma consideração séria ...
A quarentena doméstica
também levanta questões éticas. A implementação da quarentena doméstica pode
resultar na exposição de pessoas saudáveis e não infetadas ao risco de infeção
por membros doentes da família. Práticas para reduzir a possibilidade de
transmissão (lavar as mãos, manter uma distância de 1 metro de pessoas infetadas,
etc.) podem ser recomendadas, mas uma política que impõe quarentena domiciliar
impediria, por exemplo, que crianças saudáveis ficassem com parentes quando um membro
da família fica doente. Essa política também seria particularmente dura e
perigosa para as pessoas que vivem em alojamentos próximos, onde o risco de infeção
seria aumentado…
As restrições de viagens,
como o fecho de aeroportos e a triagem de viajantes nas fronteiras, têm sido
historicamente ineficazes. O Grupo de Redação da Organização Mundial da Saúde
concluiu que “a triagem e a quarentena de viajantes vindos do exterior não
atrasaram substancialmente a introdução do vírus em pandemias anteriores. . . e
provavelmente será ainda menos eficaz na era moderna. ”… É razoável supor que
os custos económicos de encerrar as viagens aéreas ou de comboio seriam muito
altos e os custos sociais envolvidos na interrupção de todas as viagens aéreas
ou de comboio seriam extremos…
Durante as epidemias de gripe
sazonal, os eventos públicos com grande número de pessoas foram às vezes cancelados
ou adiados para diminuir o número de contatos com pessoas que possam ser
contagiosas. Não há, entretanto, nenhuma indicação segura de que essas ações
tenham tido algum efeito conclusivo na gravidade ou duração de uma epidemia. Se
fosse considerado fazer isso numa escala mais ampla e por um período
prolongado, surgiriam imediatamente questões sobre quantos desses eventos
seriam afetados. Existem muitas reuniões sociais que envolvem contatos próximos
entre as pessoas, e esta proibição pode incluir serviços religiosos, eventos desportivos,
talvez todas as reuniões com mais de 100 pessoas. Isso pode significar o fecho de
teatros, restaurantes, shoppings, grandes lojas e bares. A implementação de
tais medidas teria consequências seriamente perturbadoras...
As escolas costumam ser
fechadas durante 1–2 semanas no início do desenvolvimento de surtos
comunitários sazonais de gripe, principalmente por causa das altas taxas de
absentismo, especialmente nas escolas primárias, e por causa de doenças entre
professores. Isso parece razoável do ponto de vista prático. No entanto, fechar
escolas por períodos mais longos não é apenas impraticável, mas acarreta a
possibilidade de um resultado adverso sério…
Portanto, o cancelamento
ou o adiamento de grandes reuniões não teria qualquer efeito significativo no
desenvolvimento da epidemia. Embora as preocupações locais possam resultar no
fecho de eventos específicos por razões lógicas, uma política que direcione o
fecho de eventos públicos em toda a comunidade parece desaconselhável. Como mostra a experiência, não há base para recomendar a quarentena
de grupos ou indivíduos. Os problemas na implementação de tais medidas são
formidáveis, e os efeitos secundários do absentismo e da perturbação da
comunidade, bem como possíveis consequências adversas, como a perda da
confiança pública no governo e a estigmatização de pessoas e grupos em
quarentena, são provavelmente consideráveis…
Depois de tanto bom comportamento, medo e seguidismo, vamos ter milhares a morrer de cancro e outras doenças como já não acontecia há décadas, outros tantos com problemas mentais graves e uma miséria como não imaginávamos possível.
A costumeira subserviência lusitana esteve ao rubro com a vinda dos médicos alemães. A nossa gestão da covid é uma catástrofe sobretudo porque fomos destruindo o serviço nacional de saúde ao longo de anos- nomeadamente com o esmagador contributo da Alemanha durante o tempo da troika.
Aliás, ainda agora, mesmo antes de oferecerem ajuda, recrutaram especialistas em Portugal, levando-os com salários 4 ou 5 vezes superiores aos nossos. Como se o esbulho e a humilhação não fossem suficientes, afinal o auxílio era para o sector privado mas os membros do governo agradeceram na mesma, em genuflexão e reverências, como um animal cativo e abusado lambe a mão do chicote.
Estes líderes sabujos são exemplos de e para um povo submisso de espinha partida que cumpre obedientemente uma estratégia falhada (já ultrapassámos o número de mortos na Suécia ou no Brasil), sem motins como se vão observando pela Europa fora ou manifestações. Sem debate, sequer. Entretanto, depois de tanto bom comportamento, medo e seguidismo, vamos ter milhares a morrer de cancro e outras doenças como já não acontecia há décadas, outros tantos com problemas mentais graves e uma miséria como não imaginávamos possível. Ein großes Dankeschön. Preparem-se para o impacto.