O protesto da «Geração à Rasca» arrancou hoje, 12.03.2011, às 15 horas em 11 cidades portuguesas e em oito outras cidades europeias:
Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas, esta tarde, contra a precariedade laboral, iniciativa organizada pelo movimento Geração à Rasca. Ainda não há números oficiais, mas a estimativa dos organizadores aponta para 200 a 300 mil pessoas em Lisboa e cerca de 80 mil no Porto.
Pessoas com idades entre os 15 e os 55 anos juntaram-se ao protesto, deitando por terra a ideia de que seria apenas uma manifestação de jovens precários. Entre actores, jornalistas, cantores, pessoas de variados campos profissionais compõem a manifestação.
o ex-candidato presidencial José Manuel Coelho esteve presente na Marcha. Em declarações à RTP, o madeirense disse que «o povo tem que se unir» e chamou o primeiro-ministro, José Sócrates, de «traidor» e de o Miguel Vasconcelos dos novos tempos, lembrando que «há 300 anos o povo uniu-se contra Miguel Vasconcelos que quis entregar os portugueses aos espanhóis». Para José Manuel Coelho, Sócrates «traiu a pátria» e está «subserviente aos interesses estrangeiros», nomeadamente aos da «feiticeira Merkel».
E no dia (e à hora) em que aconteceu uma das maiores manifestações de sempre neste país contra a putrefacção da classe política, as televisões portuguesas de canal aberto transmitiam (por volta das 18:15) o seguinte:
Pessoas com idades entre os 15 e os 55 anos juntaram-se ao protesto, deitando por terra a ideia de que seria apenas uma manifestação de jovens precários. Entre actores, jornalistas, cantores, pessoas de variados campos profissionais compõem a manifestação.
o ex-candidato presidencial José Manuel Coelho esteve presente na Marcha. Em declarações à RTP, o madeirense disse que «o povo tem que se unir» e chamou o primeiro-ministro, José Sócrates, de «traidor» e de o Miguel Vasconcelos dos novos tempos, lembrando que «há 300 anos o povo uniu-se contra Miguel Vasconcelos que quis entregar os portugueses aos espanhóis». Para José Manuel Coelho, Sócrates «traiu a pátria» e está «subserviente aos interesses estrangeiros», nomeadamente aos da «feiticeira Merkel».
E no dia (e à hora) em que aconteceu uma das maiores manifestações de sempre neste país contra a putrefacção da classe política, as televisões portuguesas de canal aberto transmitiam (por volta das 18:15) o seguinte:
