sexta-feira, maio 07, 2021

A desobediência total é crucial. Corram com todos os chamados "líderes" e confiem apenas em vós próprios


Gary D. Barnett (7/5/2021) - «A própria noção de "liderança" é uma falha abjeta de responsabilidade individual». A única forma de nos libertarmos deste totalitarismo sanitário (ou outro) não é procurar um líder salvador mas, individualmente, tomarmos as rédeas da nossa vida nas nossas próprias mãos.

Liderança? Quantas vezes não ouvimos já as massas clamar por alguém que as comande? Na verdade, a atitude mais prevalecente entre as pessoas é o desejo de encontrar o melhor "líder", e o resultado desse fenómeno é a ideia ridícula de votar. Este sistema tem permitido que os piores de entre nós controlem a narrativa humana.

 Devido à multidão de seguidores que se curva humildemente aos pés das marionetas eleitas, a maioria encontra-se à mercê dos poderosos. A única solução viável que poderá levar à evasão desta tirania será a resistência em massa e o não cumprimento por parte de um grande número de pessoas. Por outras palavras, a desobediência total é crucial. Corram com todos os chamados "líderes" e confiem apenas em vós próprios.

Vivemos em regimes de partido único que se disfarçam em dois (ou mais) partidos. Nunca nada muda; as pessoas "certas" estão sempre ao comando e as políticas e corruptas nunca são alteradas. As agendas da pequena "elite" oligárquica foram cumpridas. O objetivo do domínio total chegou e as pessoas continuam irracionalmente a clamar por liderança.

Hoje, a loucura desta falsa pandemia e a propagação do medo que consumiu esta sociedade está a destruir o mundo. A injeção venenosa, falsamente chamada "vacina", continuará a ser dada ao maior número possível de pessoas, preparando o terreno para a morte em massa e obter a redução drástica da população.

Não tenhamos ilusões. Procurar líderes é apostar na desgraça. Cada pessoa tem de se tornar no seu próprio líder, no seu próprio governante, de contar apenas consigo. Só agindo desta forma, os falsos "líderes" podem ser eliminados, um a um, e só então alguma liberdade pode ser restaurada.

segunda-feira, maio 03, 2021

Alberto Gonçalves - Observador 1/5/21 - Um “covideiro” na fila do supermercado

 

Alberto Gonçalves - Observador 1/5/21 – “Estava na fila do supermercado quando um sujeito que estava à minha frente me disse: ‘Vocês não estão a cumprir a distância de segurança obrigatória’. Pedi desculpa, demos um passo atrás, e, durante uns minutos, o sujeito ouviu-me dizer à pessoa que me acompanhava o que penso sobre os infelizes que engolem as patranhas que o governo e os telejornais lhes enfiam pela goela abaixo.”

…Ao contrário do que previam os “especialistas”, o “desconfinamento” gradual coincidiu com uma descida gradual dos infectados, dos internamentos e dos mortos por Covid. Exatamente o que sucedeu há um ano. E se Maio de 2020 não chegou, Abril de 2021 deveria chegar e sobrar para implodir o mito de que o vírus depende de pessoas livres para se propagar e precisa da clausura de lacaios para se combater. Não chegou nem sobrou. As “autoridades” continuam a decidir, e a ameaçar, e a proibir, e a multar fundamentadas nesse mito.

Esta semana, as intervenções de Costa & Marcelo voltaram a ser duas violentas ofensas à inteligência alheia: os portugueses que se portaram bem merecem, por enquanto, um pedacito de liberdade; aos restantes, o castigo. Talvez por gozo íntimo, o prof. Marcelo repetiu a ladainha das “próximas semanas”, essenciais para “ganhar o Verão” ou lá o que é. Não há muitos romances distópicos com personagens tão arrogantes…

O que distingue a maioria das vítimas da prepotência é a submissão. Uma coisa é políticos pouco éticos ignorarem a evidência e, perante a falta de nexo entre a frequência de esplanadas e a evolução dos contágios, teimarem em lidar com a Covid à conta de prisões domiciliárias. Coisa diferente é a quantidade de cidadãos que, após tantas fraudes, se mantêm obedientes e entrincheirados nessa guerra à realidade

segunda-feira, abril 26, 2021

20.000 professores e funcionários escolares recusaram ser vacinados contra a Covid

São cada vez mais os portugueses que já se aperceberam que as vacinas contra a Covid são verdadeiras bombas-relógio, criadas em tempo recorde, que alteram geneticamente o sistema imunológico e desencadeiam uma resposta autoimune mortal. No fim de semana de 17-18 de abril de 2021, estavam agendados 166.430 professores e funcionários para serem vacinados, mas mais de 20.000 recusaram a política de extermínio do governo.

Houve 5.610 professores e funcionários de escolas que foram convocados para tomar a vacina contra a Covid este fim de semana mas recusaram, segundo dados fornecidos ao CM pela ‘task force’ da vacinação. Já 14.960 não responderam…

segunda-feira, abril 19, 2021

Covid-19 - O dr. Antunes: autópsia de um “especialista”


Covid-19 - O dr. Antunes: autópsia de um “especialista” (Jornal Observador – texto de Alberto Gonçalves (resumo meu) – 27/04/2021) - Ou porque acreditam na parlapatice, ou porque a parlapatice é feita à medida dos seus interesses, o prof. Marcelo e o dr. Costa usam-na para arruinar económica, sanitária, social e mentalmente o país.

Carlos Antunes (na imagem acima), matemático e professor da Faculdade de Ciências de Lisboa, a 20 de Janeiro de 2021, foi entrevistado nos estúdios da TVI e espalhou previsões e pessimismo com abundância onde condenou o facto de os restantes cidadãos saírem de casa sem necessidade, … não há memória de um adivinho se espalhar com o estrondo do dr. Antunes.

[Depois disto], o que terá sucedido ao pobre dr. Antunes? Com formidável descaramento e nulo escrutínio, continuou a ser convidado pelos “media” e pelas “autoridades” a “prever” a evolução do vírus, leia-se a mandar palpites sem ligação à realidade e que, independentemente desta, produzem sempre as mesmas conclusões. O único talento do dr. Antunes consiste em sugerir, a pretexto do que calha, a clausura de toda a gente.

O dr. Antunes não é uma figura singular. Pelo contrário: em Portugal há quase tantos casos activos de videntes falhados quanto casos activos de Covid. Se o desempenho desta trupe não tivesse consequências, teria graça. Passou um mês sobre o início do “desconfinamento” e ainda aguardamos o aumento de infecções que os videntes garantiam para as duas ou três semanas seguintes. Aliás, a importância absolutamente decisiva das “próximas duas ou três semanas” é um estribilho repetido há 14 meses pelo dr. Antunes e companhia ilimitada. Dado que, a cada duas ou três semanas, as deambulações do vírus jamais coincidem com os prognósticos dos “especialistas”, estes não se dão por vencidos e, duas ou três semanas depois, voltam a avisar: “As próximas duas ou três semanas…”.

Não houvesse consequências, isto seria comédia da boa. Infelizmente, é tragédia da má. A parlapatice dos “especialistas” é transmitida sem decoro nem contraditório nos telejornais. A maioria do público acata a parlapatice sem reserva nem suspeita. E o pior: ou porque acreditam na parlapatice, ou porque a parlapatice é feita à medida dos seus interesses, o prof. Marcelo e o dr. Costa usam-na para arruinar económica, sanitária, social e mentalmente o país, com os partidos a assobiar ou a aplaudir.

segunda-feira, abril 12, 2021

O advogado de defesa Ivo Rosa desempenhou a função de ilibar Sócrates, Salgado e restante quadrilha


Alberto Gonçalves – 10/4/2021

Só ontem é que vocês sentiram vergonha disto?

Dentro e fora dos tribunais, o que se passa é literalmente intolerável. Antes, ser português era um acaso. Hoje, é uma desgraça. Se não nos mexermos, amanhã será uma memória.  

Ontem, o advogado de defesa, perdão, um juiz chamado Rosa desempenhou com gabarito a função para que fora escolhido por sorteio isento e repetido: ilibar o “eng.” Sócrates, o sr. Salgado e restante quadrilha dos crimes de que estavam acusados. O pobre magistrado é apenas a figura imprescindível no lugar inevitável: o trabalho é sujo, a roçar o imundo, mas alguém tinha de o fazer. Pelos vistos, os únicos potenciais criminosos desta história são Carlos Alexandre e Rosário Teixeira, dois biltres que pagarão pela ousadia de engavetar em Évora o menino que sonhava com ventoinhas.

Aquilo teve a sua piada. Onde havia matéria para acusação, havia irregularidades processuais. Onde não havia irregularidades, não havia provas. Onde havia provas, não havia obtenção válida das ditas. Onde havia provas utilizáveis, não havia as suficientes para culpar ninguém. Onde havia provas suficientes, havia motivo para prescrição. Onde não havia prescrição, não havia IRS. Etc. Na verdade, o interminável sermão do juiz aos patos que ansiavam por um vislumbre de decência podia resumir-se em segundos. Um “Ide em paz, meus filhos” bastava.

A pouca-vergonha não me espantou. Espantou-me ver muita gente espantada, não exactamente com o desfecho mas com a franqueza do mesmo. Aparentemente, mesmo os pessimistas esperavam maior subtileza no processo de beatificação do “eng.” Sócrates: de alguma forma, o juiz tentaria disfarçar. Sucede que o juiz só precisaria de subtilezas ou disfarces se, conforme tantos decretaram, a sua longuíssima leitura representasse um golpe definitivo na Justiça, na democracia e no regime. Peço desculpa por notar que não representou nada disso.

[…] Recordem a recente e pedagógica frase do inquilino de Belém, alegado constitucionalista: é o direito que serve a política, e não a política que serve o direito. O que aconteceu não promove a pocilga em que sobrevivemos: a pocilga é condição prévia, e indispensável, ao que aconteceu.

Desde finais de 2015, ou do dia em que o prof. Cavaco se achou forçado a aceitar a frente de esquerda do dr. Costa, que é evidente que quase todos os caminhos do país vão dar a Caracas. O projecto socialista rumo a um poder tão absoluto quanto a Europa permitisse talvez tenha começado com Guterres, e de certeza reforçou-se na vigência do mestrando da Sorbonne. Porém, é com o dr. Costa que o projecto acelera de modo dramático – porque esse era o desejo dele e porque a conquista de sucessivos postos decisivos facilita, por falta de obstáculos, a conquista dos poucos que sobram. O regabofe autocrático a pretexto da Covid, e a coberto de uma UE em farrapos, limitou-se a limar arestas e a testar o grau de submissão. E se a submissão não é completa, anda lá perto.

Por paradoxal que pareça, nenhuma nação democrática concederia à decisão do juiz o que o juiz concedeu ao “eng.” Sócrates: impunidade. Nos EUA ou na Inglaterra, em Itália ou na Alemanha, uma impostura deste calibre seria acolhida com pandemónio nas ruas. Aqui, sem que uma só alminha tenha dúvidas sobre os procedimentos éticos do autor de “A Confiança no Mundo”, há resmungos e anedotas nas salas de estar e nas “redes sociais”. E só, que amanhã é outro dia e há que assegurar que a banditagem realmente perigosa não frequenta esplanadas sem máscara. A decisão judicial não caiu do céu: o “contexto” permite-a e torna-a segura. A este respeito, os habituais defensores de baderna pública vão falar em prova de maturidade. E eu, que aprecio o sossego, lamento a resignação que explica a miséria em que estamos.

Não gosto, Deus me livre, de arruaças e destruição. Mas começo a gostar ainda menos desta submissão mansa e vexante a desqualificados que podem tudo, inclusive escarnecer de nós. É óbvio que os desqualificados não se esgotam nos nomes reabilitados por um juiz com ar de quem levou porrada em moço, nem o vexame se esgota na justiça. Se querem erguer o “caso” Sócrates à proverbial gota de água, estejam à vontade. Convém é não esquecer que as demais gotas também ajudaram a encher o copo. Dentro e fora dos tribunais, o que se passa é literalmente intolerável. Antes, ser português era um acaso. Hoje, é uma desgraça. Se não nos mexermos, amanhã será uma memória.


quinta-feira, abril 08, 2021

A experiência social "Covid" é muito mais sinistra e perigosa do que se pensa

 

Jornal Observador (Alberto Gonçalves) - Isto não tem nada a ver com uma pandemia de uma doença respiratória. Isto já parece uma espécie de experiência social para ver até que posto as pessoas aceitam esta progressiva humilhação, este aumentar cruel do enxovalho, e até que ponto as pessoas engolem. Isto não tem nada a ver com Covid. Isto tem a ver com outras coisas, coisas muito mais sinistras e muito mais perigosas que a Covid.

Se há dois anos alguém nos contasse algumas das coisas por que estamos a passar agora, e estou a falar dessas medidas relativas à Covid, eu acho que ninguém acreditaria. Se alguém dissesse num noticiário que uma pessoa iria ser multada por estar a comer gomas na rua ou por estar a comer uma sandes dentro do carro ou que uma senhora era multada por estar a beber um café servido através de um postigo, eu acho que as pessoas não acreditariam. E mais: as pessoas não podem estar sentadas no banco de um jardim, a polícia expulsa pessoas que andam a passear na praia, as pessoas usam máscara quando andam sozinhas na rua ou no carro, ou acompanhados por um familiar com quem estão em casa sem máscara (e alguns talvez até com máscara).

E depois, como aconteceu hoje, o dr. Costa, revela-nos os próximos passos do desconfinamento. Se, dantes, nos contassem que um primeiro-ministro nos ia dizer os dias em que podíamos sair de casa e até a que horas, e quando é que podíamos ir ao café ou ao restaurante, isto pareceria de loucos. Estamos a viver uma espécie de distopia, um estado policial, em que as pessoas estão absolutamente limitadas nos seus direitos.

E o dr. Costa anunciou-nos o que estava previsto nesta 2ª fase do desconfinamento como se nos estivesse a fazer um favor, a dar-nos uma pequena prenda por nos termos portado bem. Acho que não compete ao dr. Costa ou ao prof. Marcelo, ou a algum membro do governo ou a alguma autoridade da saúde estabelecer os critérios pelos quais nós nos portámos bem ou mal. Não é essa a função deles. A função de um governo eleito é gerir mais ou menos a economia de um país.

Quando temos um governante a falar aos que deveriam ser cidadãos e não passam de bonecos, a fixar-lhes as regras a que devem obedecer, isto é desvalorizar em absoluto um país e uma sociedade. Estão a tratar as pessoas como crianças, e o pior de tudo é que os  portugueses parecem concordar e vão-se sentir muito agradecidos por o dr. Costa permitir mais umas migalhas de liberdade durante 15 dias.

terça-feira, abril 06, 2021

Jornal observador (Alberto Gonçalves) - O governo e o presidente da República atiraram para um desastre garantido a quase totalidade da população.


Jornal observador (Alberto Gonçalves) - A pretexto de um vírus com mortalidade irrisória para a grande maioria da população, o governo e o presidente da República atiraram para um desastre garantido a quase totalidade da população.

Novidades da pandemia? Aqui vão elas. Dois terços das famílias portuguesas sofrem dificuldades financeiras. Em apenas um ano, a quantidade de desempregados inscritos – os não inscritos são um caso à parte – nos ditos centros subiu 37%. A Rede de Emergência Alimentar auxilia 80 mil pessoas, algumas com profissões que teoricamente as colocariam na classe média e que agora passam fome. Os indivíduos sem-abrigo multiplicaram-se. O comércio a retalho perdeu 200 milhões de euros em 2020. Na hotelaria as perdas rondam os 90%. Metade dos restaurantes fecharam, muitos para sempre. As falências em geral vão crescer 19% em 2021 (estimativa otimista). E boa parte das moratórias ao crédito, que envernizavam a catástrofe, acabaram esta semana. Etc. Etc. Etc.

Na verdade, nada disto decorre da pandemia: tudo decorre das medidas tomadas para alegadamente combater a pandemia. Até ver, a Covid matou 16 mil pessoas (tradução: morreram 16 mil pessoas com teste positivo à Covid). Em breve, saberemos quantas pessoas foram arruinadas pelas medidas “contra” a Covid. Se é que não sabemos já: a pretexto de um vírus com mortalidade irrisória para a grande maioria da população, o governo e o presidente da República atiraram para um desastre garantido a quase totalidade da população. Não falo aqui dos milhões de consultas canceladas, das 54 mil cirurgias urgentes “adiadas” e dos não sei quantos homicídios por negligência. Nem falo das liberdades que se aboliram, do estado policial que se criou e da humilhação progressiva dos que eram cidadãos e hoje são lacaios.

[…] É pena os desgraçados esquecerem-se de que a culpa da penúria não foi dos fenómenos míticos que a propaganda lhes meteu na cabeça: foi do dr. Costa, do prof. Marcelo, das “autoridades” em geral, dos “especialistas” em particular, dos “telejornais” e, na vasta maioria, deles próprios.


sábado, abril 03, 2021

Covid - O discurso de ódio de Clara Ferreira Alves (e de muitos outros nos Media)


29 de Março de 2021

Elisabete Tavares | Jornalista e membro da Plataforma Cívica – Cidadania XXI

Eixo do Mal. O nome do programa de TV não podia ser mais apropriado, neste caso. Foi na última emissão deste programa que uma das comentadoras residentes fez o impensável em pleno século XXI: Clara Ferreira Alves proferiu palavras de incitamento à repressão de um grupo específico de pessoas. Dirigia-se a todos os que defendem uma abordagem científica diferente da que é seguida em Portugal. As pessoas que os media – culpa dos media – se habituaram a apelidar, erradamente, de ‘negacionistas’. Não. Não são pessoas que negam o vírus, nem a epidemia; são simplesmente pessoas que os media em geral decidiram discriminar, perseguir e ridicularizar. 

Clara Ferreira Alves sugeriu, em plena TV, que estas pessoas devem ser sujeitas a repressão. Defendeu que o “longo braço da lei deve impedir esta gente de crescer e multiplicar, que é o grande perigo”. Defendeu que o tal “braço da lei” deve “encostar e deve até, provavelmente, fazer uma pequena nódoa negra” nestes ‘negacionistas’. E disse-o com um gesto encenado de quem bate, de quem empurra para baixo, com pressão. De quem reprime. Mesmo que aquelas palavras possam ter sido proferidas em sentido figurado, a imagem que arriscam passar é de incitamento à repressão, perseguição e até à violência.

Disse Clara Ferreira Alves que aquela ‘gente’ é negacionista porque, segundo ela, recusa seguir as leis. Porque não cumpre o distanciamento. Porque não usa máscara – cuja utilização não é obrigatória em Portugal se houver distanciamento. Porque põe “a comunidade em perigo”. 

Eu não sei se Clara Ferreira Alves sabe, mas quando o povo vai para a rua em plena pandemia deve ser por um motivo muito forte. Não deve saber, presumo. Não se deve recordar também que Portugal é um Estado de Direito, que ainda é um país democrático. O povo pode manifestar-se nas ruas. Se o faz é porque não tem outra alternativa. Clara Ferreira Alves não se deve lembrar disso, certamente. E presumo que também não sabe o que se passa em outras partes do Mundo em matéria de gestão da epidemia nem sobre a enorme contestação que existe em diversos países, nomeadamente europeus.

Clara Ferreira Alves deseja também que façam uma nódoa negra a Anders Tegnell, pai da estratégia sueca de gestão da presente epidemia? Também ele é um negacionista por recusar o uso de máscara? Por ter conseguido, contra todo o mundo, implementar uma estratégia científica equilibrada, ajustada ao vírus? Por manter praticamente tudo aberto na Suécia?

Que a SIC não tenha ainda, até esta data (noite de domingo do dia 28 de março), emitido um comunicado em que se demarca de forma firme das palavras da comentadora, é uma desilusão. E é um sinal preocupante. 

Não sabe Clara Ferreira Alves como funcionam as ondas de violência e perseguição de grupos minoritários? Que tenha proferido as palavras que proferiu – acompanhadas dos gestos agressivos que encenou – em vésperas de celebrarmos a Páscoa… 

Clara não é a única nesta onda crescente de discurso de ódio que tenho observado nos media contra as pessoas que defendem uma estratégia proporcional e equilibrada na gestão da epidemia em Portugal. Esta onda assenta também na estratégia de aterrorizar e culpabilizar a população, cujo exemplo são outdoors pagos pelos contribuintes, que servem como instrumento para culpar e estigmatizar quem não usa máscara, por exemplo. Na ideia dos governantes, a população precisa ter medo para obedecer. O medo é visto como uma ferramenta essencial para levar ‘o povo ignorante’ a cumprir regras. Se juntarmos o clima criado por ameaças proferidas pelo diretor da PSP e as múltiplas frases de governantes a culpar a população ‘desobediente’, está o terreno criado para o nascimento de sentimentos de ódio contra os que defendem uma estratégia diferente da seguida em Portugal. A ideia semeada pelas autoridades e governantes é simples: se todos ‘obedecerem’ ao que for mandado fazer pelas autoridades, ‘tudo vai ficar bem’. Só por mais 15 dias. Só por mais 15 estados de emergência.

Esta onda assenta também ela em notícias falsas ou com conteúdos semi-falsos e tendenciosos difundidos pelas TVs e pelos jornais. O intuito é sempre o mesmo – descredibilizar e inferiorizar quem defende uma estratégia científica diferente da aplicada em Portugal. Ainda na sexta-feira, dia 26 de março, o jornal Expresso publicou uma notícia sobre a manifestação do dia 20 de março, em Lisboa. Participaram três mil pessoas na manifestação que fez parte de um protesto global anti-confinamento. “O que negam os negacionistas?” é o título da notícia. Eu estive na manifestação. Rejeito ser classificada como negacionista porque não sou. A notícia é complementada com uma entrevista em formato pergunta-resposta à organização da manifestação. É referido que a organização não é negacionista. Ainda assim, sem qualquer prova, a notícia afirma: são negacionistas. Mais. Escreve o jornalista que a ciência não lhes dá razão. A quem? Aos que são contra o confinamento? A Anders Tegnell? A quem exatamente? Qual ciência? A ‘ciência’ que desconhecemos, e que tem sido usada para justificar os 14 estados de emergência declarados em Portugal para suspender os nossos direitos? Ou a ciência que diz taxativamente que os confinamentos são errados?

O jornalista assenta a sua notícia sobretudo em dois testemunhos: de um constitucionalista que defende a posição do Governo; e de um médico que defende a posição do Governo.

Ignora todos os atropelos feitos à Constituição desde março de 2020. Como a instalação de postos policiais de controlo ilegais, baseados numa decisão do Conselho de Ministros. Como a prisão domiciliária sem crime cometido, declarada ilegal por juízas do Tribunal da Relação de Lisboa – uma sentença que correu mundo. E são apenas dois exemplos entre os muitos que temos. Como se fosse preciso dar exemplos quando vamos no 14º estado de emergência com medidas que não lembram nem ao diabo, e multas a pessoas por comerem gomas na rua e sandes no carro. Isto perante um vírus que exige uma estratégia de foco, proteção dos mais velhos, e promoção da imunidade entre a população saudável e ativa. As estatísticas divulgadas pela Direção-Geral de Saúde são claras. As estatísticas mundiais são claras. 

Também a notícia do Expresso termina com declarações do tal médico: não se pode deixar crescer estes ‘negacionistas’ que só passam ‘desinformação’. Quem? Anders Tegnell?

Estes hipócritas, que apelam à repressão contra os que apelidam erradamente de ‘negacionistas’ ou ‘relativistas’, são capazes de ser os mesmos que, mais tarde, irão aparecer em campanhas, pagas pelos contribuintes, a combater o racismo ou a discriminação com base no género, ou a defender a democracia e a liberdade de expressão. 

Quem é o perigo aqui não é quem se manifesta pelo fim da política desastrosa e totalitária que está a ser seguida em Portugal. Quem é um perigo é quem aponta o dedo e quer que sejam perseguidos os que contestam a política trágica, que está a ser imposta ao nosso povo, ao nosso país.

Aqueles que defendem uma estratégia equilibrada e fundamentada cientificamente na gestão da epidemia em Portugal não têm culpa se os que apelam à sua repressão e perseguição nada sabem sobre os ciclos dos testes RT-PCR. Ou sobre estatísticas. Ou sobre ciência, a evolução dos coronavírus. As suas variantes. A convencional estratégia de combate a uma epidemia do foro respiratório. As recomendações da Organização Mundial de Saúde sobre os testes e a sua classificação de ‘óbitos-covid’. Sobre o sofrimento das crianças vulneráveis sujeitas a violência no confinamento. Sobre a fome. Sobre o suicídio e o desespero de quem não trabalha há um ano. De quem perdeu o que construiu numa vida. De quem perdeu o marido para o cancro por atrasos nos tratamentos. 

Não temos culpa disso, nós, os portugueses que fomos para a rua lutar pela saúde de todos, a democracia e o fim das medidas kafkianas. Pela saúde mental dos nossos filhos e jovens. Pela proteção dos mais idosos nos lares ou na solidão das suas casas. Pela proteção de todos. Sem exceção. Mas não seremos alvo de discriminação, segregação ou ataques pérfidos. Já houve apelos do género vezes suficientes ao longo da História. Estamos em 2021. A tolerância ao insulto, à discriminação e aos discursos de ódio acabou. 


Nota final: Escrevi este texto enquanto escutava ‘A Paixão segundo São Mateus’, de J. S. Bach, pela Filarmónica de Berlim. Tinha saudades de a ouvir. Cruzei-me com a gravação na Internet hoje, e não resisti, apesar de ter a cozinha por limpar. Bem sei. Por que motivo não me limitei a ficar confortavelmente sentada no sofá, como estava há minutos, a desfrutar do concerto? Porque continuo a arriscar a carreira e a reputação a escrever textos que não seguem a popular onda totalitária e irracional em que Portugal e a pseudo-elite do país estão mergulhados? Porque andei o dia inteiro a remoer este texto. Porque pensar diferente é um direito. Porque a ciência não é dogmática – por muitas Claras Ferreiras Alves que existam no mundo. Porque não concebo discursos de ódio e incitamento à violência, mesmo em sentido figurado – seja pelo “longo braço da lei” ou por outros braços –, num canal de TV nacional, em nenhum lado do Mundo. Porque o protesto nas ruas é um direito. E, atualmente, é uma necessidade para qualquer português racional.

https://farolxxi.pt/2021/03/29/clara-ferreira-alves-e-o-discurso-de-odio-elisabete-tavares/?fbclid=IwAR2v9JfNHLYD9mI_s1nr8BJkm-GQty0SbwEOXBJtDtK3hjL9ARDgdkIh0F8


segunda-feira, março 29, 2021

Jornal Observador - os "negacionistas" da Covid

Alberto Gonçalves - Colunista do Observador - 27 mar 2021

Terraplanistas são eles  - A “ciência” viu-se apropriada por devotos da virologia de veterinários, da fancaria das TVs e da hipocondria do inquilino de Belém. Isto é, por místicos que não fazem a mínima ideia do que é a ciência.

Antes da Covid, o “argumento” mais revelador da falta de argumentos e de neurónios de quem o utilizava era o da Rennie. Quando alguém confrontava um palerma com alguma coisa que lhe desagradasse, o palerma respondia imediatamente: “Toma Rennie que isso passa”, e a seguir retirava-se triunfante e seguro de que ganhara o debate. Num país cujo serviço de saúde não colapsasse à primeira oportunidade, o palerma ganharia a avaliação de uma junta de psiquiatras, mas esse é outro ponto. Aqui, o ponto é o recuso ao refluxo gástrico, vulgo azia, para encerrar uma discussão. Às vezes, o Kompensan substituía a Rennie, embora não houvesse massa encefálica que substituísse o ar morno na caixa craniana dessa gente. Bons tempos.

Em tempos de Covid, e contra todas as expectativas, o nível da “argumentação” conseguiu baixar. Hoje, a turba indistinta do “fique em casa”, do “confinamento” eterno e das máscaras permanentes é tão desprovida de razão que faz o pessoal da Rennie parecer sofisticado por comparação. O caso é particularmente irónico na medida em que, no lugar dos antiácidos, a nova estirpe de magos da retórica invoca a ciência. Ou melhor, aquilo que julga ser ciência, na verdade umas curvas estatísticas apresentadas em reuniões no Infarmed por matemáticos e veterinários desejosos de agradar ao governo. Não importa que as curvas sejam inúteis a descrever o presente e desastrosas a prever o futuro. Não importa que ninguém perceba a sensatez de trucidar uma economia débil a partir de curvas mal amanhadas. E não importa que as curvas se limitem a confirmar as conclusões previamente tomadas pelo dr. Costa e pelo prof. Marcelo: manter os cidadãos em clausura parcial, rebentar com a iniciativa privada e produzir mais dependência face ao Estado e às quadrilhas que o controlam. Importa que, na cabeça dos tontos, as curvas e as desumanas restrições que delas “decorrem” são “ciência”. E importa sobretudo que, armados com solenidade “científica”, os tontos se sentem habilitados a insultar e perseguir quem deles discorda.

Quem sugerir que o estado de emergência não é adequado para lidar com uma doença que quase só afecta gravemente velhos é “negacionista”. Quem lembrar que teria sido decente proteger os velhos, em alternativa a prender a população em peso, é “terraplanista”. Quem notar que a evolução da Covid  não depende exclusivamente de “confinamentos” e regras abstrusas é “medieval”. Quem inventariar os países e as regiões em que a falta de “confinamento” e de regras abstrusas coabita com o decréscimo nos infectados e nos mortos é “conspiracionista”. Quem insiste em conviver com familiares e amigos é “bolsonarista”. Quem repara que o Brasil tem menos mortos “com” ou “de” Covid do que Portugal é “primitivo”. Quem não respeita as normas decretadas por governantes que não se dão ao respeito – nem respeitam as próprias normas – é “fascista”. Quem questiona a prepotência é “nazi”. Quem não sai de casa sem se disfarçar de iraniana ou assaltante de bancos é “anti-social”. Quem não reduz a vastidão do universo a um vírus é “inconsciente”. Quem recorda que a existência implica sempre riscos é “criminoso”. Quem previne que esta demência colectiva terá consequências muito feias para todos, excepto para os irresponsáveis que a provocaram, é “assassino” e indigno de merecer o proverbial ventilador no dia em que precisar de um.

Estamos nisto. É, literalmente, o mundo ao contrário. De repente, a “ciência” viu-se apropriada por devotos da virologia de veterinários, da fancaria dos telejornais e da hipocondria do inquilino de Belém. Ou seja, por místicos que não fazem a mínima ideia do que é a ciência. Boa parte destes “cientistas” instantâneos até se diz de esquerda, o que os coloca logo no mesmo campeonato da credibilidade de astrólogos, cartomantes, homeopatas e cultores do Feng Shui. Muitos não sabem ler uma tabela estatística. Muitos são incapazes de alinhavar uma frase sem dois erros ortográficos e três de sintaxe. Muitos julgam que Steinmetz é um defesa do Dortmund. Mas nenhum abdica de uma ideia infantil acerca do que é ciência para fundamentar o seu dogmatismo.

Em circunstâncias normais, não custaria deixar os fanáticos a berrar sozinhos e assistir de bancada ao espectáculo. Afinal, há certa graça em ver em acção as principais características do método científico: a intolerância, a fúria e a vontade de enfiar blasfemos na cadeia ou na fogueira. A chatice é que as circunstâncias não são normais, e estes adeptos do pensamento mágico (sem a parte do pensamento) não contam apenas com a força da cegueira, que já é bastante. Para azar dos que prezam a civilização, os fanáticos contam com a força literal, a dos senhores que legislam alucinações e a da polícia que as executa. A boçalidade, enfim, tomou por completo o poder, através dos que o ocupam e através dos que os apoiam. Salvo milagre, os factos estão condenados a subjugar-se a indivíduos que enchem a boca com ciência como antes a enchiam com liberdade, embora desconheçam a primeira e detestem a segunda. Terraplanistas, negacionistas e primitivos são eles.


sexta-feira, março 19, 2021

Covid-19 - As "vacinas" destinam-se a matar grande parte da população

Gary D. Barnett: Os monstros que enfrentamos hoje não estão escondidos. Mostram a sua arrogância e insolência às claras nas ruas e nos meios de comunicação. Por isso, ninguém deveria ter medo e não enterrar a cabeça na areia. Muitos sucumbiram ao medo e à obediência e perderam a capacidade de pensar ou agir racionalmente. Em vez da lucidez e da coragem, impera nas populações a ignorância, a reverência e a cobardia.

A Covid-19 é uma fraude e os casos de Covid são um embuste. As máscaras são inúteis e perigosas para a saúde. O distanciamento social é destrutivo para a vida e a saúde, e as injeções experimentais, alteradoras de genes, venenosas e assassinas, falsamente rotuladas como "vacinas", destinam-se a matar grande parte da população, a fim de alcançar uma sociedade transumanista dirigida por meia dúzia de tecnocratas que reivindicam a sua superioridade sobre o resto da humanidade. 

Para reverter esta maquinação, será necessário um esforço gigantesco por parte do povo, e o tempo está a esgotar-se. É imperativo entender que estamos muito próximos de sermos incapazes de deter esta loucura. Depois da maioria ser injetada com esta arma biológica de reestruturação celular sintética chamada de "vacina", será provavelmente tarde demais para nos salvarmos a nós e à sociedade. 

Muita coisa está a abater-se sobre os povos rapidamente, incluindo a destruição total do sistema económico atual, a imposição do rastreamento e vigilância, passaportes de “imunidade”, pontuação de crédito social, tirania para todos, e mais confinamentos, prisões e extrema brutalidade às mãos dos capangas dos estados, especialmente contra os dissidentes que se recusem a obedecer. A altura para agir é agora ou nunca.

quinta-feira, março 18, 2021

Porquê a excessiva obsessão dos governos em vacinar toda a gente contra a “Covid-19”



Porquê a excessiva obsessão dos governos do mundo em vacinar toda a gente contra a “Covid-19” [para salvar vidas], quando não tiveram pejo nenhum em condenar à morte muitos milhões de pessoas, ao cancelar uma infinidade de consultas, tratamentos e intervenções cirúrgicas? Porquê este zelo desmesurado numa vacinação [para salvar vidas] quando não tiveram qualquer preocupação em destruir as economias, lançando centenas de milhões para o desemprego, a pobreza, a fome e o suicídio? 

As vacinas mRNA contra a “Covid-19” são bombas-relógio que alteram a genética das células e destroem o sistema imunológico. Elas não são tecnicamente vacinas nem impedem a transmissão de qualquer vírus. A resposta autoimune destas “vacinas” será inevitável e mortal

As vacinas anteriores consistiam em injetar numa pessoa uma forma enfraquecida ou inativada de um vírus para que o corpo ganhasse anticorpos para combater eficazmente esse vírus. Supostamente, as vacinas mRNA instruem as células a produzir uma proteína específica que desencadeariam uma resposta imune. Mas, neste caso, o efeito será exatamente o oposto. 

A destruição do sistema imunitário leva ao aparecimento de doenças: meningite, septicemia, pneumonia, ébola, sarampo, cancro, HIV, etc. A imunodeficiência verifica-se quando a atividade do sistema imunitário é inferior ao normal, o que estará na origem de infecções recorrentes provocadas por vírus, bactérias, micróbios, etc. e que poderão provocar a morte. 

Dada a enorme discrepância entre a extrema preocupação dos governos com a “Covid-19” e a negligência assassina com que lidaram com todos os outros problemas de saúde das populações (incluindo as doenças e as mortes causadas pela destruição das economias), será que devemos confiar numa “vacina” desenvolvida em tempo recorde e que nos querem inocular à força?

quarta-feira, março 17, 2021

Covid - Um genocídio planetário em nome de uma pandemia imaginária

Só um governo de atrasados mentais ou de ASSASSINOS é que não perceberia que o cancelamento de milhões de consultas, exames complementares de diagnóstico e intervenções cirúrgicas, para “combater a Pandemia da Covid-19”, iria conduzir a dezenas de milhares de mortes não-covid em Portugal. O que significa que a mortandade a que temos a que temos vindo a assistir foi deliberada.


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Desde 1920 que não havia registo de tantas mortes em Portugal. Em 2020 morreram mais de 123 mil pessoas em Portugal. É o valor mais elevado de óbitos desde a sistematização de dados, na década de 1960. 

No final de Outubro de 2020, dados do INE apontavam para a existência de mais cerca de oito mil mortes, desde o início da pandemia, em Março, do que a média do período homólogo dos últimos cinco anos. Menos de um terço (27,5%) estava diretamente relacionada com a covid-19.


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Por uma coincidência nunca antes vista, a GRIPE, que tem acompanhado a humanidade desde que esta apareceu na Terra, transformou-se magicamente em COVID-19 em março de 2020:


A incidência de casos de gripe em Portugal é praticamente nula. Tão baixa que o documento diz que a curva de casos não chegou a movimentar-se. "A taxa de incidência de síndrome gripal (SG) foi de 0,0 por 100.000 habitantes", lê-se no documento relativo à semana 49 (de 30 de novembro a 6 de dezembro), a última de que existem dados.

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Acresce que, como confirma Graça Freitas, se uma pessoa morrer de uma outra doença qualquer (AVC, ataque de coração, SIDA, cancro, diabetes, etc.), e tiver testado positivo à Covid, a morte é atribuída à Covid

“Em Portugal, a mortalidade por Covid é considerada como o evento terminal. Vou-vos dar um exemplo: alguém que esteja muito mal com uma doença neoplásica [cancro], mesmo que venha a falecer provavelmente dessa doença, se estiver infetada por Covid, nós contamos a infeção por Covid. Portanto, nós, em Portugal, não estamos a contar a causa básica da morte mas o evento terminal e, portanto, o nº de óbitos corresponde ao nº de infetados [por Covid].

sábado, março 13, 2021

Jornal Observador (Alberto Gonçalves) – Covid - É tempo de os portugueses perderem a paciência

13 de março de 2021

É tempo de os portugueses perderem a paciência

Imagino que só os infelizes sem alternativas decentes ou com perturbações emocionais tenham espreitado a tomada de posse do prof. Marcelo. Ainda bem. Do que li e me contaram, foi um espectáculo triste. Triste e escusado. Escusado e humilhante para os portugueses que o presidente da República devia representar. Numa altura em que metade do país está fechado em casa, a empobrecer e a enlouquecer a uma velocidade notável, o chefe de Estado, que assina sucessivos estados de emergência e sonha em manter a clausura colectiva até 2026, não abdicou do pagode.

Houve discursos, cumprimentos, marchinhas militares, pilhas de repórteres, visita ao Porto, passeata em bairro “desfavorecido”, tudo ao molho e fé na abdicação acabrunhada das pessoas proibidas de estudar, trabalhar, confraternizar, viver em suma. Pensando melhor, é pena que o grotesco espectáculo não fosse visto por mais espectadores: talvez esclarecesse alguns sobre o desdém que os poderosos lhes dedicam, e convencesse uns poucos a ignorar as regras que lhes impõem.

Por mim, confesso modestamente que não precisei da festarola do prof. Marcelo para perceber tal desdém e ignorar tais regras. Desde há um ano, ou seja, desde que começou esta experiência social, que faço o que me apetece, excepto quando o que me apetece colide com a submissão alheia à repressão em curso. Por exemplo, não posso ir a restaurantes se estes estiverem fechados. Mas nunca me passou pela cabeça respeitar as limitações de circulação e os horários de recolhimento, os quais de resto desconheço.

No último fim-de-semana, à semelhança de boa parte dos anteriores, cruzei uns 90 municípios, sem “autorizações” escritas ou desculpas preparadas para criaturas que não têm o direito de as exigir em circunstâncias assim. Se quero “circular”, circulo. Se quero estar com amigos, estou. Se quero ficar em casa, fico – porque é a minha vontade e não porque o prof. Marcelo, o dr. Costa, a orquídea da DGS, uma dúzia de “especialistas” em fancaria estatística e um estúdio de televisão repleto de idiotas o recomendam. Se me apanharem a desobedecer, multem-me. Se me apanharem a obedecer, internem-me. Respeitar ordens implica aceitar a legitimidade das mesmas e de quem as decreta. Há muito que não respeito essa gente, e há muito que as decisões dessa gente são ilegítimas.

Claro que o modo como decorreram a tomada de posse presidencial e o desfile do PCP, forrobodós sem intervenção da polícia (concentrada em sancionar os criminosos que jogam dominó ou vendem calças ao domicílio), constituem argumento bastante para qualquer adulto digno fazer o contrário do que a oligarquia ordena. Porém, o desplante com que essa gente não cumpre aquilo que exige da ralé é apenas um dos critérios que justificam o dever da ralé retribuir o tratamento. Além dos morais, há também critérios científicos, embora ultimamente a ciência tenha sido capturada por maluquinhos que acreditam no socialismo e em todo o feirante que exiba gráficos no Infarmed.

Se os maluquinhos se ajoelham perante os gráficos e dados “oficiais”, ajudaria que reparassem nos restantes. A propósito, dois ou três factos (factos, por oposição a palpites). Se o “confinamento” fosse a solução para diminuir contágios, não haveria lugares com restrições mínimas ou nulas em que os casos de Covid descessem. Em Maio passado, Portugal “desconfinou” com relativo à-vontade e o número de infectados e mortos tornou-se residual durante os cinco meses seguintes. Da Inglaterra à África do Sul, as “estirpes” que justificam as patranhas do momento vêm de geografias em que a quantidade de contágios desce espectacularmente. Ao contrário de nações menos exóticas, Portugal não tem arcaboiço económico para aguentar estas brincadeiras, orientadas por irresponsáveis com ambos os olhos nos índices de popularidade, e ambas as mãos na massa do poder discricionário.

Admito que não vale a pena alertar os maluquinhos para evidências: tolhidos pelo pavor e pela preguiça, os partidários das superstições, da máscara permanente e do “fique em casa” possuem a agilidade dialética de um taliban. É possível que despertem, se despertarem, no dia em que a factura lhes chegue através dos impostos – mas por aí não vamos lá. A saída das trevas onde nos enfiaram depende exclusivamente dos sujeitos que restam, os que são capazes de distinguir um risco para a saúde de um pretexto para entregar o seu destino a um bando de figuras sinistras.

Dava jeito que os cidadãos crescidos agissem em conformidade, em vez de se deixarem arrastar, tristonhos e mudos, para um fim que sabem trágico. Seria bom que desprezassem “desconfinamentos” mitigados e “reconfinamentos” pendentes. Era importante que mandassem às favas partidos, televisões, comentadores, peritos e profetas, quase todos cúmplices do horror em curso. Era decisivo que perdessem o receio da multa e da denúncia e regressassem sem hesitações à normalidade, a nossa e não o eufemismo de opressão que é a deles. Era fundamental que empurrassem a Covid para o cantinho que lhe cabe e retomassem o controlo das suas vidas. É urgente que as suas vidas não voltem a tolerar intromissões abusivas. Eu sonho com um país aberto fora de horas, com indivíduos livres fora da lei. Espero não acordar em Portugal.

Por obra e desgraça de “estadistas” sem escrúpulos e de uma população anestesiada, as ameaças que hoje pendem sobre os actos de cidadania não são nada se comparadas às implicações da dúvida, do medo e da resignação. Tradução: ou o pessoal se mexe, ou o pessoal está tramado. Se os portugueses têm tudo a perder, que comecem por perder a paciência.


quinta-feira, março 04, 2021

Jornal Observador (João Adrião) – Covid - Os negacionistas e o rebanho de ovelhas

 

Os demónios da moda são os Negacionistas. Ciência significa conhecimento. Lida com racionalidade e estatísticas, lida com probabilidades e incerteza, implica tentativa e erro. É algo bem distinto de verdade e certeza. Todas as ideias devem ser testadas e estar sujeitas ao escrutínio rigoroso e estruturado da comunidade.


Mas o que vemos é que a qualquer “se” que se levante/questione, logo o rótulo de negacionista lhe cai em cima… Conhecíamos bem a qualificação no âmbito das alterações climáticas. Agora, estende-se à pandemia e, aos poucos, a tudo o que é assunto. Mas o que é um negacionista? Supostamente alguém que não acredite que o clima mude, ou que o coronavírus seja real, certo? Errado. Qualquer dúvida ou ceticismo é imediatamente apelidada de negacionismo.

Este extremismo à volta de consensos, sob o disfarce de “boa ciência”, é mais propaganda que outra coisa. O objetivo é insultar, intimidar, desacreditar qualquer ponto de vista oposto: quem não concorda com a maioria, é maluco, terraplanista, etc. Esta é, portanto, ela própria uma posição anticientífica.

E é no campo político que o termo se vai vulgarizando. Libertar presos, semáforos nas praias ou obrigatoriedade de máscara na via pública, subsidiar energias, taxar, proibir… é política, não é ciência. Na polarizada sociedade atual, de nós contra os outros, os seguidistas de uma fação logo disparam: anticientífico, ignorante, perigoso, disparatado, interesseiro… enfim, um negacionista, esse bandalho. Afinal, eles “seguem a ciência”, como se a ciência não servisse de desculpa para tudo ou o seu contrário, com muitos episódios negros ao longo da história.

Para quem as suas agendas são tão importantes que não se permitem a que os factos falem por si, troca-se a discussão de ideias para a discussão de pessoas: é criticar os dados da DGS que não é patriótico, criticar o Governo uma campanha contra o país, é quem se indignar com a vacinação que é eleitor do Chega, é o dedo em riste contra figuras como a Joana Amaral Dias ou a Raquel Varela ou o João Miguel Tavares, são as ofensas nas redes sociais, os pedidos em grupos para banir divergentes, médicos a quererem denunciar e censurar colegas, etc.

domingo, fevereiro 28, 2021

Jornal Observador - Covid - O único “argumento” dos “confinamentistas” é o medo. O medo fechou-lhes as cabeças à realidade

 27 fev 2021



Maior é o perigo onde maior é o medo

É facílimo mostrar que exemplos de restrições à liberdade muito inferiores levaram a resultados similares, melhores ou muito melhores em contágios e mortos (da Suécia à Dinamarca, da Flórida a Madrid).

O único “argumento” dos “confinamentistas” é o medo. O medo fechou-lhes as cabeças à realidade, aos factos, a um soprozinho de dúvida, até. Mas eles não chamam medo ao medo: chamam-lhe ciência. O engraçado, se conseguirmos encontrar piada em alucinações colectivas, é que a “ciência” em questão tem muito pouco de científica. Na verdade, resume-se à informação tosca e aldrabada que uns estagiários de jornalismo difundem nos telejornais e à opinião de “especialistas”, no caso sujeitos conhecidos por nunca acertarem nas previsões e acertarem sempre naquilo que o governo quer ouvir.

O medo, ou a “ciência” (não se riam, por favor, que isto é patológico), tolheu as pessoas de tal maneira que lhes é absolutamente impossível abdicar das suas certezas, ou no mínimo abalá-las um pedacinho. É facílimo demonstrar, porque é verdade, que o Natal pouco teve a ver com o apogeu de infectados mais de um mês depois (a menos que o grau de virulência andasse entorpecido com as compotas natalícias). É facílimo demonstrar, porque é verdade, que o número de casos diários de Covid começou a cair antes de as medidas do confinamento terem produzido efeitos (a menos que a clausura possua faculdades retroactivas). É facílimo demonstrar, porque é verdade, que exemplos de restrições à liberdade muito inferiores levaram a resultados similares, melhores ou muito melhores em matéria de contágios e mortos (da Suécia à Dinamarca, da Flórida a Madrid). É facílimo demonstrar, porque é verdade, que, ainda que o confinamento fosse a única “solução”, o respectivo custo é intolerável nuns países e suportável noutros (por regra, os que não são tão exóticos ou socialistas).

Estranhamente, não vale a pena. Incontestável ou intrigante que seja, nenhuma informação “heterodoxa” penetra o cocuruto daqueles que, aterrorizados, se fecharam em casa por tempo indeterminado. Note-se que não falo dos empregaditos a soldo do poder. Nem dos devotos do PS. Nem dos calões com salário garantido enquanto contemplam as misérias da Netflix ou vagueiam no supermercado. Nem dos cretinos que recomendam prisão domiciliária para todos excepto para eles. Estes obedecem a ordens ou à fé ou à preguiça ou à hipocrisia, o que de algum modo é racional. Irracional é interromper a vida por causa de um vírus que, sozinho, não causa uma fracção dos danos mentais, sociais, económicos e sanitários causados pelo medo.

De onde vem o medo? Parece que da amígdala cerebelosa. E sobretudo dos noticiários que, reverentes para com o governo, teimam em condicionar comportamentos em vez de fazer jornalismo. E porque é que interessa ao governo a difusão do medo? Em primeiro lugar, porque é um apetite que corre no sangue dos medíocres: para o bem e para o mal, líderes a sério empolgam as massas; líderes de fancaria tendem a enxovalhá-las. Em segundo lugar, porque trancar à bruta a população saudável é mais simples do que proteger velhos e doentes, testar, rastrear, isolar sintomáticos, em suma executar tarefas excessivamente complexas para os laparotos que nos pastoreiam. Em terceiro lugar, porque um eleitorado obsessivamente angustiado com a Covid deixa o caminho livre aos maiores infames e às maiores infâmias, do “investimento” na TAP ao preço dos combustíveis, das expropriações francas ao controlo da internet, das trapaças na Justiça ao pandemónio no ensino, do saque fiscal ao regabofe da “bazuca”, dos abusos do cidadão aos atropelamentos da outrora sacrossanta Constituição. Por fim, porque nenhum socialista autêntico desperdiçaria a oportunidade de aumentar a dependência do Estado a “pretexto” da famosa pandemia.

Na ausência deste desvairado medo, sociedade nenhuma deixaria impunes governantes do gabarito dos nossos, candidatos a ser corridos por inépcia e julgados por crimes de gravidade sortida. Na presença do medo, a sociedade renuncia ao lazer, ao espaço público, ao contacto com familiares e amigos, àquilo que afinal define homens e mulheres inteiros, por contraponto a serventes voluntários, em fila para se entregarem aos seus carrascos, aos quais tudo permitem. É uma situação favorável a “autoridades” sem escrúpulos. Não admira que as “autoridades” alimentem o medo, e o mantenham vivo através de incessantes ameaças: as festas, os ajuntamentos, as estirpes, as vagas, as curvas, os índices e o diabo a quatro ou a cinco, numa espiral de loucura geral que só terminará no mítico dia em que os portugueses deixem de morrer “de” ou “com” Covid – mítico no sentido de imaginário, ou de um gigantesco logro.

É verdade que o governo, sob o baixíssimo patrocínio de Sua Excelência, o Presidente da República Popular, trata os cidadãos como crianças. Porém, é o dilema do ovo e da galinha: os cidadãos querem um tratamento assim. Aterrorizados com as lendas do Papão, imploram ao governo por protecção. Um erro básico, um erro trágico. Mesmo que a protecção existisse (não existe), os cidadãos não precisam de que o governo os proteja: precisam de ser protegidos do governo, tarefa que não compete a ninguém excepto aos próprios. Até ao momento em que será demasiado tarde, e a subjugação demasiado brutal para recuar. Se insistem em ter medo, tenham medo disso.

quarta-feira, fevereiro 24, 2021

Covid-19 - Sobre a lavagem cerebral que os Media nos têm injetado ininterruptamente há quase um ano

O falecido Mário Soares, pessoa por quem eu nutria simpatia nenhuma, era um indivíduo que sabia bem como funcionam os meios de comunicação. Em 27/04/2009, o ex-presidente afirmou no programa Prós e Contras: «Toda a comunicação social está concentrada nas mãos de meia dúzia de grupos económicos». Isto diz-nos tudo sobre as “verdades” que nos são marteladas incessantemente por jornalistas e comentadores…

                

Mário Soares: [...] E realmente isso mostra que há aí um conúbio... nem é com os jornalistas em si, mas com os diretores. Uma das coisas que sucedeu é que formar um jornal, que era fácil logo a seguir ao 25 de Abril, não era difícil, formava-se um jornal, quatro jornalistas e tal, o papel, tudo aquilo era fácil de conseguir. Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: Grupos económicos, é? 

Mário Soares: Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas exceções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir. 

Fátima Campos Ferreira: Sr. Dr., mas então onde fica aí a liberdade de expressão? 

Mário Soares: Fica mal, como nós sabemos. Evidentemente que os jornais e os jornalistas e mesmo as televisões têm o cuidado de pôr umas florzinhas para um artigo ou outro. Uma vinda à televisão ou outra, etc., para disfarçar um pouco as coisas, mas não é isso o normal. Se a senhora se der ao trabalho, como eu tenho feito, de apreciar o que é, de uma maneira objetiva e isenta, a comunicação social, e como todos se repetem, ou quase todos os grupos se repetem a dizer as mesmas coisas, uns piores que outros, outros melhores, outros mais... mas todos se repetem, incluindo a televisão oficial, bem, a senhora perceberá...

segunda-feira, fevereiro 22, 2021

5 perguntas para fazer aos seus amigos que planeiam ser vacinados contra a Covid-19

 https://off-guardian.org/2021/02/15/5-questions-to-ask-your-friends-who-plan-to-get-the-covid-vaccine/

Artigo de Kit Knightly

15 de fevereiro de 2021



Muitos de nós temos amigos ou familiares que planeiam tomar a vacina. Talvez eles acreditem realmente que estão em perigo. Talvez pensem que é melhor prevenir do que remediar. Talvez só queiram poder ir a um bar ou andar de avião novamente.

Se conhece alguém que está a planear ser vacinado contra a Covid-19, faça-lhe estas cinco perguntas. Certifique-se de que eles entendam exatamente o que se lhes está a pedir.

 

1. VOCÊ SABIA QUE NUNCA FORAM DESENVOLVIDAS VACINAS BEM-SUCEDIDAS CONTRA QUALQUER CORONAVÍRUS?

Os cientistas vêm tentando desenvolver uma vacina contra a SARS e o MERS há anos, sem qualquer resultado. Na verdade, algumas das vacinas contra a SARS que falharam causaram hipersensibilidade ao vírus da SARS. O que significa que ratos vacinados apanharam a doença de forma potencialmente mais grave do que ratos não vacinados.

 

2. VOCÊ SABIA QUE PARA DESENVOLVER COMPLETAMENTE UMA VACINA  GERALMENTE LEVA DE 5 A 10 ANOS?

O desenvolvimento de uma vacina é um processo lento e trabalhoso. Normalmente, desde a fase de desenvolvimento até o teste final e a aprovação para uso público, leva muitos anos. As várias vacinas para a Covid-19 foram desenvolvidas e aprovadas em menos de um ano.

Embora a comunicação social seja rápida a oferecer toneladas de guias "explicativos", que citam "previsão, trabalho árduo e sorte" como as razões pelas quais foi possível obter uma vacina contra a Covid-19 tão rapidamente, todos eles omitem informações importantes.

Nomeadamente, nenhuma das vacinas foi ainda submetida a ensaios adequados. Muitos deles passaram completamente por cima dos testes em estágio inicial, e os testes em humanos em estágio final não foram escrutinados por nenhuma entidade. Os dados dos testes não foram divulgados e os testes não serão concluídos até 2023 ou foram abandonados após “efeitos adversos graves.

 

3. VOCÊ SABIA QUE A “VACINA” PARA A COVID É BASEADA EM NOVA TECNOLOGIA, QUE NUNCA FOI APROVADA ANTES PARA USO EM HUMANOS?

Enquanto as vacinas tradicionais funcionam expondo o corpo a um agente patogénico enfraquecido do microrganismo responsável por causar a doença, estas novas vacinas Covid são vacinas de mRNA.

As vacinas de mRNA (ácido ribonucleico mensageiro) funcionam teoricamente injetando mRNA viral no corpo, onde se replica dentro das células e estimula o corpo a reconhecer e produzir antigénios para as "proteínas de pico" do vírus. Eles têm sido objeto de pesquisa desde a década de 1990, mas antes de 2020 nenhuma vacina de mRNA foi aprovada.

 

4. VOCÊ SABIA QUE AS EMPRESAS FARMACÊUTICAS NÃO PODEM SER PROCESSADAS JUDICIALMENTE SE A VACINA CAUSAR DANOS OU MATAR ALGUÉM?

Na primavera de 2020, muitos governos em todo o mundo concederam aos fabricantes de vacinas imunidade à responsabilidade civil, invocando a legislação existente ou redigindo novas leis.

A Lei de Prontidão Pública e Preparação para Emergências (PREP) dos EUA concede imunidade até pelo menos 2024.

A lei de licenciamento de produtos da UE faz o mesmo, e há relatos de cláusulas de responsabilidade confidencial nos contratos que a UE assinou com os fabricantes de vacinas.

O Reino Unido foi ainda mais longe, concedendo indemnização legal permanente ao governo, e a quaisquer funcionários governamentais, por qualquer dano causado quando um paciente está a ser tratado para a Covid-19 ou “suspeita de Covid-19”.

 

5. VOCÊ SABIA QUE 99,8% DAS PESSOAS SOBREVIVEM À COVID-19?

A proporção de casos fatais da infeção por Sars-Cov-2 tem sido um pomo de discórdia durante meses, mas é certamente muito menor do que todos os modelos iniciais previstos.

A proporção de casos fatais foi originalmente inflacionada maciçamente, com a OMS a prever um valor de 3,4%.

Estudos subsequentes descobriram que este valor é muito menor, e em muitos casos menor do que 0,1%. Um relatório publicado em outubro no próprio boletim de pesquisa da OMS encontrou uma Taxa de Mortalidade [Case Fatality Rate] de 0,23% "ou possivelmente bastante mais baixo".

Ou seja, ainda de acordo com a OMS, pelo menos 99,77% das pessoas infetadas com o vírus sobreviverão.

Ou seja, é uma vacina precipitada e não testada, desenvolvida com tecnologia nunca antes utilizada, que não permite recurso legal caso provoque danos ou morte, para prevenir uma doença em que mais 99,8% das pessoas que a tiverem sobreviverão.