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sexta-feira, dezembro 14, 2018

Os agiotas internacionais



Senador e candidato a presidente norte-americano Barry Morris Goldwater (1909 – 1998), escreveu no seu livro - "With No Apologies" (página 231):

"Uma organização em mãos privadas, a Reserva Federal (o banco central norte-americano) não tem nada a ver com os Estados Unidos. A maior parte dos americanos não compreende de todo a actividade dos agiotas internacionais. Os banqueiros preferem assim."

"Nós reconhecemos de uma forma bastante vaga que os Rothschilds e os Warburgs da Europa e as casas de J. P. Morgan, Kuhn, Loeb and Co., Schiff, Lehman e Rockefeller possuem e controlam uma imensa riqueza. A forma como adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam
é um mistério para a maior parte de nós.

Os banqueiros internacionais ganham dinheiro concedendo crédito aos governos. Quanto maior a dívida do Estado político, maiores são os juros recebidos pelos credores. Os bancos nacionais da Europa [na União Europeia o Banco Central Europeu - BCE) são na realidade possuídos e controlados por interesses privados."

terça-feira, abril 10, 2018

Woodrow Wilson: "O governo dos Estados Unidos da América está nas mãos de um pequeno grupo de homens dominantes."


Woodrow Wilson (1856 - 1924), que foi Presidente dos Estados Unidos de 1913 a 1921, escreveu no seu livro "The New Freedom" (1913): "Uma grande nação industrial é controlada pelo seu sistema de crédito. O nosso sistema de crédito está concentrado. O crescimento da Nação e de todas as nossas actividades está nas mãos de meia dúzia de homens. Tornámo-nos num dos mais mal governados, num dos mais completamente controlados e dominados Governos no mundo – não mais um Governo de liberdade de opinião, não mais um Governo pela convicção e pelo voto da maioria, mas um Governo pela opinião e intimidação de um pequeno grupo de homens dominantes."

[...]

"Desde que entrei para a política, tenho ouvido maioritariamente opiniões de homens que me são segredadas em privado. Alguns dos maiores homens nos Estados Unidos, no campo de comércio e da manufactura estão com medo de alguém, estão com medo de alguma coisa.
Eles sabem que existe um poder algures tão organizado, tão subtil, tão vigilante, tão integrado, tão completo, tão penetrante, que preferem sussurrar quando o amaldiçoam."

segunda-feira, abril 02, 2018

Charles August Lindbergh: - «Os banqueiros sabem quando criar pânico em seu benefício com antecedência. Também sabem quando parar o pânico. Inflação ou deflação funcionam igualmente bem para eles quando são eles que controlam as finanças...»


Charles August Lindbergh (pai do famoso aviador Charles Lindbergh)- Congressista dos Estados Unidos de 1907 a 1917: «O maior crime de Congresso é seu sistema de moeda. O pior crime legislativo de todos os tempos foi perpetrado por esta lei bancária que estabeleceu a Reserva Federal [Banco Central Norte-Americano].

Foi concedido aos bancos o especial privilégio de distribuir o dinheiro e eles cobram os juros que quiserem
. A nova lei do Presidente dá aos banqueiros ainda mais poderes do que eles tinham com as antigas leis… Nenhum ser humano pode competir com o poder potencial dos juros do dólar. Nada pode competir com o dólar excepto dois dólares e assim por diante, quanto maior a soma, mais apertado o cinto… Os banqueiros controlam isto.

Para elevar os preços, tudo o que o Conselho de Directores da Reserva Federal dos Estados Unidos [Banco Central Norte-Americano] terá de fazer será baixar a taxa de redesconto... produzindo uma expansão de crédito e uma subida do mercado de valores; então quando... os empresários se tiverem ajustado às novas condições, podem parar repentinamente... o aumento da prosperidade elevando a taxa de juros arbitrariamente.

Este é o mais estranho, a vantagem mais perigosa que já alguma vez foi colocada nas mãos de uma classe especial de privilegiados por qualquer Governo que já existiu.
O sistema é privado, administrado com o propósito exclusivo de obter os maiores lucros possíveis do uso do dinheiro de outras pessoas. Eles sabem quando criar pânico em seu benefício com antecedência. Também sabem quando parar o pânico. Inflação ou deflação funcionam igualmente bem para eles quando são eles que controlam as finanças...»

quinta-feira, março 15, 2018

Barry Morris Goldwater: "A forma como os banqueiros adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam é um mistério para a maior parte de nós..."


Senador e candidato a presidente norte-americano, Barry Morris Goldwater (1909 – 1998) escreveu no seu livro - "With No Apologies" (página 231):

"Uma organização em mãos privadas, a Reserva Federal [o banco central norte-americano] não tem nada a ver com os Estados Unidos. A maior parte dos americanos não compreende de todo a atividade dos agiotas internacionais. Os banqueiros preferem assim."

"Nós reconhecemos de uma forma bastante vaga que os Rothschild e os Warburg da Europa, e as casas de J. P. Morgan, Kuhn, Loeb and Co., Schiff, Lehman e Rockefeller possuem e controlam uma imensa riqueza. A forma como adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam
é um mistério para a maior parte de nós."

"Os banqueiros internacionais ganham dinheiro concedendo crédito aos governos. Quanto maior a dívida do Estado político, maiores são os juros recebidos pelos credores. Os bancos nacionais da Europa
são na realidade possuídos e controlados por interesses privados."

quinta-feira, novembro 03, 2011

Biliões para os Banqueiros = Dívidas para as Pessoas - Parte II

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Uma descrição excepcionalmente bem conseguida da "Crise da Dívida", que coloca a nu a ingenuidade dos «doutorados em Economia» que se refugiam em textos pseudo-científicos de «sumidades económicas», e que não explicam coisíssima nenhuma. Isto, quando são cada vez mais as vozes a considerar a economia como uma não-ciência.

Quanto à Finança, uma cienciazita para a qual basta uma calculadora barata, é bastante simples mas extraordinariamente enganadora e manipulável. Os povos do mundo que sofrem os efeitos da «Crise» que o digam:


Parte II

A Parte I deste artigo está dois posts abaixo


Por
Sheldon Emry

[Tradução minha]

Parte II

A Tirania do Juro Composto

Quando um cidadão vai ter com um banqueiro para lhe pedir emprestado cem mil dólares para comprar uma casa ou uma quinta, o funcionário do banco tem o consentimento daquele que pede emprestado (o mutuário) em pagar o empréstimo mais os juros. A 8,25% de juros durante 30 anos, o mutuário tem de aceitar pagar 751,27 dólares por mês num total de 270.456,00 dólares.

O funcionário do banco exige ao cidadão que ceda o direito de posse da propriedade ao banqueiro se o mutuário não fizer os pagamentos estipulados. O funcionário do banco passa então ao mutuário um cheque ou um comprovativo de depósito de cem mil dólares, creditando a conta de depósitos à ordem do mutuário em cem mil dólares.

O mutuário (aquele que pede emprestado) passa então um cheque ao construtor ou a quem lhe vendeu a propriedade, que, por seu turno, passará cheques a outras pessoas sobre este dinheiro. Cem mil dólares de novo dinheiro "em forma de cheque" é portanto acrescentado ao "dinheiro em circulação".

Contudo, esta é a grande falha do sistema: o único dinheiro novo criado e colocado em circulação é o valor do empréstimo, cem mil dólares. O dinheiro para pagar os juros NÃO é criado, e por isso não é acrescentado ao "dinheiro em circulação".

Mesmo assim, este mutuário (e os que se lhe seguirem na posse da propriedade) têm de ganhar e tirar de circulação 270.456,00 dólares, mais 170.456,00 dólares do que ele colocou em circulação quando pediu os cem mil dólares originais. (Este juro vigariza todas as famílias que compram casas. Não é porque não tenham dinheiro para pagar; é porque os juros dos banqueiros forçam-nos a pagar quase três casas para poderem ter uma).

Cada novo empréstimo põe o mesmo processo em marcha. Cada mutuário acrescenta uma pequena soma à oferta total de dinheiro quando pede emprestado, mas os pagamentos do empréstimo (por causa dos juros) subtraem uma soma muito maior à oferta total de dinheiro.

Não há, portanto, nenhuma maneira de todos os devedores poderem pagar aos seus emprestadores. À medida que vão pagando o capital do empréstimo e os juros, o dinheiro em circulação vai desaparecendo. A única coisa que podem fazer é lutar uns com os outros, pedindo emprestado mais e mais dinheiro dos banqueiros a cada geração. Os banqueiros, que nada produzem de valor, vão gradualmente tomando posse da terra, dos edifícios, e dos salários actuais e futuros de toda a população trabalhadora. O rico manda no pobre e o devedor é servo do emprestador.


Com Empréstimos pequenos acontece a mesma coisa

Se não conseguiu captar o impacto do que ficou dito acima, vamos considerar um empréstimo de 5 anos para um automóvel com uma taxa de juro de 9,5%. Primeiro passo: o Cidadão pede emprestado 25 mil dólares e (ao pagar o carro) coloca esse dinheiro em circulação (uma parte vai para o vendedor, outra para a fábrica, etc.) e assina um papel onde aceita pagar aos Banqueiros um total de 31.503 dólares durante 5 anos. Passo 2: o Cidadão paga 525.05 dólares por mês do seu rendimento ao Banqueiro. Em cinco anos, ele retirará de circulação 6.503 dólares a mais do que aqueles que colocou em circulação.

Qualquer empréstimo de um banqueiro que tenha "criado" dinheiro (crédito) tem o mesmo efeito. Como isto já aconteceu milhões de vezes desde 1913 (e continua hoje), pode-se perceber porque é que a América passou de uma nação próspera, livre de Dívida para uma nação governada pela Dívida onde praticamente qualquer casa, quinta e empresa paga um imposto usurário aos banqueiros.


Examinar o Dinheiro

Nas milhões de transacções que têm lugar todos os anos como aquelas que acabámos de ver, muito pouco dinheiro muda de mãos, nem é necessário que isso aconteça.

Cerca de 95% de todas as transacções em dinheiro (cash) são feitas por cheque (hoje, em 2009, por transacção electrónica). Tomem também em consideração que os bancos têm apenas de guardar 10% dos seus depósitos em dinheiro em qualquer altura. Isto significa que 90% de todos os depósitos, embora possam estar de facto guardados pelos bancos, não estão presentes sob a forma de dinheiro corrente (cash - notas e moedas).

Isto permite ao banqueiro "criar" de forma relativamente segura o chamado "empréstimo", passando o cheque ou o recibo de depósito bancário não sustentado por qualquer dinheiro, mas pela promessa da pessoa que pede o empréstimo (mutuário) pagar o empréstimo. É a fraude dos "cheques sem fundos" a uma escala descomunal. Os lucros aumentam rapidamente, ano após ano.


A Nossa Própria Dívida está a converter-se numa Espiral até ao Infinito

Em 1910 a dívida dos Estados Unidos era apenas de mil milhões de dólares, ou 12,40 dólares por cidadão. Dívidas estaduais e locais eram praticamente inexistentes.

Em 1920, seis anos apenas depois das manobras de Reserva Federal, a dívida americana tinha saltado para os 24 mil milhões de dólares, ou 228 dólares por pessoa.

Em 1960 a dívida americana atingiu os 284 mil milhões de dólares, ou 1.750 dólares por cidadão e as dívidas estaduais e locais estavam a espalhar-se rapidamente.

Em 1998 a dívida americana ultrapassou os 5,5 biliões (trillion), ou 20403,90 dólares por homem, mulher e criança, e está a crescer exponencialmente.

As dívidas estaduais e locais estão a subir tão rapidamente como as dívidas do governo federal. Contudo, eles são demasiado espertos para açambarcar tudo de uma vez. Em vez disso deixam-nos alguma "ilusão de posse", de forma que nós e os nossos filhos continuem a trabalhar e a pagar aos banqueiros uma parte cada vez maior dos nossos rendimentos em dívidas cada vez maiores. O "establishment" [a elite governante] aprisionou o nosso povo com o seu sistema Dinheiro-Dívida tão obviamente como se tivessem vindo a marchar com uniformes militares.


Colocando em Jogo o Sonho Americano

Para compreender a verdade sobre como a retirada periódica de dinheiro através de pagamentos de juros transferirá inexoravelmente toda a riqueza da nação para os receptores dos juros, imagine-se num jogo de poker ou num jogo de dados onde todos têm de comprar fichas (o meio de troca) de um banqueiro, o qual não arrisca nenhuma ficha no jogo.

O banqueiro apenas observa a mesa de jogo e estende o braço de hora a hora para tirar de 10 a 15 por cento de todas as fichas na mesa. À medida que o jogo decorre, a quantidade de fichas na posse de cada jogador oscilará consoante a sua sorte.

Contudo, o número total de fichas disponíveis para jogar segundo as regras (continuando o comércio e os negócios) irá diminuindo constantemente.

À medida que o jogo for ficando com cada vez menos fichas, alguns jogadores irão sair. Se quiserem continuar a jogar, têm de comprar ou pedir emprestado mais fichas ao "banqueiro". O "banqueiro" só lhe irá vender ou emprestar se o jogador assinar uma "hipoteca" concordando em dar ao "banqueiro" alguns tipos de bens (carro, casa, quinta, negócio, etc.). Os pagamentos têm de ser feitos no prazo, quer o jogador ganhe (tenha lucro) ou não. Se o jogador não conseguir fazer pagamentos periódicos para amortizar todas as fichas e mais algumas extra (os juros), então perderá os bens hipotecados.

É fácil observar que, qualquer que seja a destreza do jogador, no fim, o "banqueiro" acabará por ficar com todas as suas fichas originais, e, exceptuando alguns dos melhores jogadores, os outros, se continuarem a jogar, perderão para o "banqueiro" as suas casas, as suas quintas, os seus negócios, e talvez até os seus carros, relógios e as camisas que têm no corpo.

A nossa situação na vida real é muito pior que qualquer jogo de poker. Num jogo de poker ninguém é forçado a endividar-se, e qualquer um pode desistir a qualquer altura e manter os bens que ainda tem. Mas na vida real, mesmo que os empréstimos que pedirmos aos "banqueiros" sejam pequenos, os nossos governos locais, estaduais e federal vão pedir emprestados biliões em nosso nome, dissipam-nos, e então confiscam os nossos rendimentos via impostos de forma a pagar os empréstimos aos banqueiros com juros.

Somos forçados a entrar no jogo e ninguém pode sair excepto através da morte. Vamos pagar enquanto vivermos, e os nossos filhos vão continuar a pagar depois de morrermos. Se não pudermos ou nos recusarmos a pagar, o governo manda a polícia tomar conta da nossa propriedade e entregá-la aos banqueiros. Os banqueiros não arriscam nada no jogo; apenas recolhem a sua percentagem e ganham tudo. Em Las Vegas, todos os jogos estão manipulados para pagar uma percentagem, e eles arrecadam milhões. O "jogo" dos banqueiros da Reserva Federal também está manipulado, e dá lucros de biliões.


Em anos recentes, os Banqueiros acrescentaram novas cartas ao seu baralho: os cartões de crédito são promovidos como uma conveniente e grande vantagem para o comércio. Na realidade, são truques engenhosos do vendedor e 18% de juros dos compradores. Na realidade, um baralho de cartas marcadas.


Sim, o caso também é Político

Democratas, Republicanos e eleitores independentes que sempre se perguntaram porque é que os políticos gastam sempre mais dinheiro do que aquele que recebem dos impostos, devem agora perceber a razão disso. Quando se começa a estudar o nosso sistema monetário, apercebemo-nos rapidamente que estes políticos não são agentes do povo mas sim agentes dos banqueiros, para quem fazem planos para colocar as pessoas ainda mais endividadas.

Não é necessária muita imaginação para perceber que se o Congresso tivesse "criado", gasto e colocado em circulação o aumento necessário de oferta de moeda, não haveria Dívida Nacional. Biliões de dólares de outras dívidas seriam praticamente inexistentes.

Como não haveria um custo original do dinheiro excepto a sua impressão, e não havendo os custos dos juros, os impostos federais seriam quase nenhuns. O dinheiro, uma vez em circulação, continuaria a circular e a servir o seu desígnio como meio de troca de geração para geração e século após século, sem pagamentos nenhuns aos Banqueiros.


Ciclos Contínuos de Dívida e de Guerra

Mas em vez de paz e de uma prosperidade livre de dívidas, temos uma dívida cada vez maior e períodos cíclicos de guerra. Nós, como povo, somos agora governados por um sistema sob a influência da banca que usurpou o manto do governo, que se disfarçou a si próprio como o nosso legítimo governo, e que se dedicou a empobrecer e a controlar a nossa população.

É agora um aparelho político centralizado, todo-poderoso, cujos principais objectivos são promover guerra, confiscar o dinheiro das pessoas e fazer propaganda para se perpetuar no poder. Os nossos dois principais partidos tornaram-se seus servos, os vários departamentos do governo tornaram-se as suas agências de despesas, e o Serviço da Receita Federal (IRS) é a sua agência de recolha de dinheiro.

Sem que as pessoas o saibam, opera em estreita cooperação com aparelhos similares noutras nações, os quais estão igualmente disfarçados de "governos".

Alguns "governos", dizem-nos, são amigos. Outros, dizem-nos, são inimigos. Os "inimigos" são fabricados através de manipulações internacionais e usados para assustar o povo americano de forma a levá-lo a endividar-se ainda mais com biliões de dólares para os banqueiros para a "uma forças armadas bem preparadas", ajuda financeira a países estrangeiros para "travar o comunismo", "a guerra à droga", etc.

Os cidadãos, deliberadamente confusos pela lavagem cerebral propagandística, observa impotente enquanto os nossos políticos dão alimentos, bens e dinheiro a governos estrangeiros controlados pelos banqueiros sob o pretexto de "melhores relações" e "o aliviar de tensões". O nosso governo controlado pelos banqueiros pega nos nossos filhos e envia-os para guerras estrangeiras onde dezenas de milhares são mortos, e centenas de milhares são estropiados (já para não falar nos danos colaterais e nas baixas entre as tropas "inimigas").

Quando a "guerra" tiver acabado, não ganhámos nada, mas estaremos uns biliões a mais em dívida com os banqueiros, tendo sido esta, afinal, a verdadeira razão da "guerra".


E ainda há mais!

Os lucros destas dívidas massivas têm sido usados para erigir um, quase escondido, colosso económico completo sobre a nação. Continuam-nos a dizer que estão a tentar-nos fazer bem, quando na verdade trabalham para trazer danos e prejuízos ao nosso povo. Estes déspotas sabem que é mais fácil controlar e roubar um povo doente, pobremente educado e confuso, do que uma população saudável e inteligente, por isso evitam curas verdadeiras para as doenças, degradam os nossos sistemas de educação, e provocam agitações sociais e raciais. Pela mesma razão, favorecem a utilização das drogas, do álcool, da pornografia e do crime. Tudo o que debilitar as mentes e os corpos das pessoas, é secretamente encorajado, na medida em as pessoas menos capazes de se lhes opor, ou, até, de compreender o que lhes estão a fazer.

O nosso povo tornou-se arrendatário e "escravos-da-dívida" aos banqueiros e aos seus agentes, na terra que os nossos pais conquistaram. É a subjugação através da mais gigantesca fraude na história da humanidade. E lembramo-nos novamente: a Chave para a sua riqueza e o seu poder sobre nós é a sua habilidade em "Criar dinheiro" a partir do nada, e emprestarem-nos com juros. Se não lhes fosse permitido fazer isso, nunca teriam conseguido ganhar o controlo secreto da nossa nação. Quão verdadeiras são as palavras de Salomão: "O rico manda no pobre e o devedor é servo do emprestador".

A maior parte dos nossos maiores bancos, na América, é de origem europeia-oriental, e estão ligados aos bancos europeus dos Rothschild.

Vamos agora considerar o método correcto para fornecer o meio de troca (dinheiro) necessário ao nosso povo.


Qualquer Cidadão pode ser um Accionista na América

Sob o nosso sistema constitucional, nenhuns bancos privados existiriam para roubar o povo. Bancos do governo sob o controlo de representantes do povo emitiriam e controlavam todo o dinheiro e crédito. Emitiriam não apenas a nossa moeda, mas poderiam emprestar crédito limitado sem juros para a compra de bens de capital, tal como casas.

Um empréstimo de cem mil dólares exigiria apenas um reembolso de cem mil dólares, e não mais de 270 mil dólares como acontece agora. Quem quer que fornecesse materiais e trabalho para a casa seria pago tal como hoje, mas os banqueiros não receberiam mais os 270 mil dólares em juros.

É por isso que eles (os banqueiros e os seus agentes) ridicularizam e destroem quem quer que sugira ou proponha um sistema alternativo.



A História fala-nos de dinheiro livre de dívida e de juros emitido pelos governos

As colónias americanas fizeram-no através de colonial script [dinheiro decretado pelos governos coloniais] nos anos 1700. A sua riqueza depressa rivalizou com a da Inglaterra e vieram restrições do Parlamento inglês que conduziram à Guerra da Independência dos Estados Unidos da América. Abraham Lincoln fê-lo em 1863 para ajudar a financiar a Guerra Civil Americana. Foi mais tarde assassinado por um homem que foi considerado um agente do Banco Rothschild. Mais nenhum dinheiro livre de dívida e de juros foi emitido na América desde então.

Várias nações árabes fazem, hoje em dia, empréstimos sem juros aos seus cidadãos. (Agora podem perceber o porquê da tanta perturbação no Médio Oriente, e porque é que os media possuídos pela banca está a fazer uma lavagem cerebral aos cidadãos americanos para que este pensem que todos os árabes são terroristas). O Império Sarraceno proibiu os juros há mil anos e a sua riqueza ultrapassou até a da Europa Saxónica. O Mandarim da China emitiu o seu próprio dinheiro, livre de dívida e livre de juros. Hoje, os historiadores e coleccionadores de arte consideram terem sido estes séculos os tempos de maior riqueza, cultura e paz na China.

Emitir dinheiro que não tem de ser devolvido com juros deixa dinheiro disponível para usar na troca de bens e serviços e o seu único custo é a sua substituição à medida que as notas se desgastam. O Dinheiro é o bilhete de papel através do qual as transferências são feitas e deveria ser sempre em quantidade suficiente para transferir toda produção possível da nação para o consumidor final. É ridículo que uma nação diga aos seus cidadãos, "Têm de consumir menos porque há pouco dinheiro", como seria para uma companhia aérea dizer, "Os nossos aviões estão operacionais e têm muitos lugares vazios, mas não o podemos levar porque temos poucos bilhetes".


O Controlo pelo Cidadão da Moeda Americana

O dinheiro, emitido deste modo [pelo governo], obtém o seu valor do facto de provir da mais elevada fonte legal da nação e seria declarado legal para pagar todas as dívidas públicas e privadas.

Emitido por uma nação soberana, que não esteja em risco de colapso, o dinheiro não precisaria de ouro ou prata ou quaisquer outros metais chamados "preciosos" para o garantir.

Como a História mostra, a estabilidade e a responsabilidade da emissão pelo governo é o factor decisivo na aceitação dessa moeda do governo – não o ouro, a prata, ou o ferro enterrado nalgum buraco no chão. A prova é a moeda americana de hoje. O nosso ouro e prata praticamente desapareceram, mas a nossa moeda é aceite. Mas se o nosso governo estivesse à beira do colapso a nossa moeda não teria valor.

Sob o sistema actual, o fardo extra dos juros obriga os trabalhadores e as empresas a procurar mais dinheiro para o trabalho e as mercadorias para pagar as suas sempre crescentes dívidas e impostos. Este aumento nos preços e nos salários é chamado "inflação". Os banqueiros, os políticos e os "economistas" culpam tudo menos a verdadeira causa, que são os juros cobrados sobre o dinheiro e sobre as dívidas aos banqueiros.

Esta "inflação" beneficia os banqueiros, porque destrói as poupanças de uma geração de forma que não podem financiar ou ajudar a próxima geração, que terá de pedir emprestado aos banqueiros e ceder uma boa parte de uma vida de trabalho ao usurário.

Com a quantidade adequada de dinheiro livre de juros, poucos empréstimos seriam necessários e os preços seriam estabelecidos pelas pessoas e pelas mercadorias, e não pelas dívidas e pela usura.


O Controlo pelo Cidadão

Se o Congresso não consegue agir, ou agir erradamente na oferta de dinheiro, os cidadãos usariam o voto ou petições para substituir aqueles que impediram as medidas correctas, por outros em quem o povo acredita que possam perseguir uma melhor política monetária. Porque a criação de dinheiro e a sua emissão em quantidade suficiente seria uma das poucas funções do Congresso, o eleitor poderia escolher um candidato pela sua posição sobre o dinheiro e por outras funções legítimas do governo federal, em vez da diversidade de questões que nos são apresentadas hoje em dia. Todos os outros problemas, excepto a defesa da nação, poderiam ficar a cargo dos governadores dos Estados, Concelhos ou Cidades, onde aqueles poderiam ser melhor tratados e mais facilmente corrigidos.

Uma defesa nacional adequada seria determinada pelo mesmo Congresso controlado pelo cidadão, e não existiriam banqueiros atrás das cortinas, subornando políticos para levá-los a gastar biliões de dólares em aventuras militares no estrangeiro cujo único objectivo e servir as tramas da finança internacional.


Criando uma América livre de Dívida

Com dinheiro livre de dívida e livre de juros, não haveria cobrança de impostos directa e as nossas casas seriam livres de hipotecas sem os pagamentos anuais de aproximadamente 10 mil dólares aos banqueiros. Nem eles receberiam de mil a três mil dólares anuais por ano por cada automóvel nas nossas estradas.

Precisaríamos de muito menos "ajuda" financeira na forma de planos de "pagamento facilitado", "renovação" de contas de cliente, empréstimos para pagar contas do médico ou do hospital, empréstimos para pagar impostos, empréstimos para enterros, empréstimos para pagar empréstimos, nem nenhum dos milhares de empréstimos usurários que sugam hoje a vida das famílias americanas.

Os nossos funcionários públicos, a todos os níveis do governo, estariam a trabalhar para as pessoas em vez de inventar piruetas que nos colocariam ainda mais em dívida aos banqueiros. Ver-nos-íamos livres de embaraçosas alianças internacionais que nos meteram em quatro grandes guerras e numa porção de guerras menores desde que A Lei da Reserva Federal [Federal Reserve Act] foi aprovada.

Uma América livre de dívida daria mais tempo aos pais para educar os seus filhos. A eliminação do pagamento de juros e da dívida seria equivalente a um aumento de 50% no poder de compra de cada trabalhador. A anulação de dívidas privadas com juros resultaria no retorno às pessoas de 300 mil milhões de dólares em bens e riqueza que actualmente vai para os bancos.


Controlando o Debate Público e a Opinião

Nós percebemos que este pequeno, e necessariamente incompleto, artigo sobre dinheiro pode ser acusado de demasiada simplificação. Alguns podem dizer que se isto é assim tão simples as pessoas teriam sabido e isto nunca teria acontecido.

Mas esta conspiração é tão velha como a Babilónia, e mesmo na América remonta a 1913.

Na realidade, 1913 pode ser considerado o ano no qual os seus planos anteriores frutificaram, abrindo a porta para a conquista completa do nosso povo. A conspiração é suficientemente poderosa na América para colocar os seus agentes em posições como editores de jornais, editores de livros, colunistas, sacerdotes, presidentes de universidades, professores, escritores, dirigentes sindicais, produtores de cinema, comentadores de rádio e televisão, políticos que vão desde conselhos directivos das escolas até presidentes do Estados Unidos, e muitos outros.

Estes agentes controlam a informação que chega às pessoas. Manipulam a opinião pública, elegem quem quer que eles desejem tanto a nível local como nacional, e nunca expõem o fraudulento sistema monetário. Promovem vínculos entre escolas, caros e prejudiciais programas agrícolas, "renovação urbana", ajuda ao estrangeiro, e muitos outros esquemas que colocam as pessoas cada vez mais em dívida para com os banqueiros.

Cidadãos atentos perguntam-se porque é que são gastos biliões num programa e biliões noutro programa que pode duplicar ou até anular o primeiro, tal como pagar a alguns agricultores para não fazerem as colheitas, enquanto, em simultâneo, constroem represas ou canais para irrigarem mais terra agrícola. Loucura ou estupidez?

Nem um, nem outro. O objectivo é mais dívida. Milhares de métodos patrocinados pelo governo para desperdiçar dinheiro sucedem-se continuamente. Muitos não fazem sentido, mas nunca são revelados por aquilo que realmente são: sifões a sugar o sangue vital da economia da nossa nação. Biliões para os banqueiros, dívidas para o povo.


Notícias e Informação Controlada

Os denominados "especialistas económicos" escrevem colunas em centenas de jornais, calculadamente projectadas para evitar que as pessoas aprendam a simples verdade acerca do nosso sistema monetário.

Por vezes, comentadores, educadores e políticos culpam os trabalhadores pela nossa questão económica por serem esbanjadores, preguiçosos ou mesquinhos. Outras vezes, culpam os trabalhadores pelo aumento das dívidas e da inflação dos preços, quando sabem perfeitamente que a causa é o próprio sistema de dinheiro-dívida.


O nosso povo é literalmente afogado em acusações e contra-acusações planeadas para os confundir e não lhes permitir compreender o sistema monetário inconstitucional e corrupto que tão eficientemente e silenciosamente vai roubando os agricultores, os trabalhadores e os homens de negócios dos frutos do seu trabalho e das suas liberdades.

Alguns, especialmente os que discursam sobre a traição contra o nosso povo, são molestados pelas agências governamentais tais como a EPA [Environmental Protection Agency - Agência de Protecção Ambiental], a OSHA [Occupational Safety and Health Administration], o IRS e outros, forçando-os a pressões financeiras e à bancarrota. Têm tido um sucesso completo em impedir a maior parte dos americanos de aprenderem aquilo que leram neste artigo.

Contudo, não obstante o seu controlo da informação, já se aperceberam que muitos cidadãos estão a descobrir a verdade. (Existem vários milhões de americanos que sabem agora a verdade incluindo ex-congressistas, ex-agentes do fisco, ministros, homens de negócios e muitos outros).

Portanto, para evitar uma resistência armada que os tente impedir de saquear a América, tencionam registar todas as armas de fogo e por fim desarmar todos os cidadãos, em violação da 2ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América. Um povo armado não pode ser escravizado. Por isso, eles só querem armas nas mãos da polícia do governo ou forças militares – mãos que já estão manchadas de sangue de incontáveis actos de negligência grosseira e homicídios às claras, tanto no país como no estrangeiro.


Espalhem a Palavra e façam alguma coisa para Mudar as Coisas

Os "semi-escondidos" conspiradores na política, na religião, na educação, no entretenimento e nos jornais e televisões estão a trabalhar para os Estados Unidos possuídos pelos banqueiros, num Mundo possuído pelos banqueiros, sob um Governo Mundial possuído pelos banqueiros! (é em torno disto que gira toda a conversa sobre a Nova Ordem Mundial promovida pelo presidente Bush e por Clinton).

Políticas bancárias e de impostos injustas continuarão a levar uma grande fatia do rendimento anual das pessoas e a colocá-las nos bolsos dos banqueiros e dos seus agentes políticos. Leis governamentais em expansão vão evitar os protestos dos cidadãos e a oposição ao seu controlo.

É possível que os vossos netos não tenham casa nem carro, mas que venham a viver num apartamento do governo e se desloquem para o emprego em autocarros do governo (ambos a pagar juros aos banqueiros), e que lhes seja apenas permitido ficar com um mínimo dos seus rendimentos para comprar um pouco de comida e roupa, enquanto os seus governantes rolam na luxúria. Na Ásia e na Europa Oriental, isto chama-se comunismo; na América é chamada "Democracia" e "Capitalismo".

A América não se livrará da sua ditadura de controlo dos banqueiros enquanto as pessoas permanecerem ignorantes dos seus controladores escondidos. As Instituições Bancárias, que controlam a maior parte dos governos da nações e a maior parte das fontes de informação, parecem ter-nos complemente presos nas suas garras. Só têm medo de uma coisa: o acordar de um grupo de cidadãos patrióticos armados com a verdade. Este artigo informou-o sobre este sistema iníquo. O que você fizer está nas suas mãos.


O que é que Você pode Fazer

Envie e-mails às centenas deste artigo para acordar e explicar aos outros americanos este espantoso saque do povo trabalhador da América. O custo para si é muito pequeno comparado com os biliões em dinheiro e bens que estão a ser roubados ao nosso povo.
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segunda-feira, agosto 29, 2011

Quem tem nas mãos o monopólio do poder financeiro mundial?

Henry Ford (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Campany e pai das modernas linhas de montagem e da produção em massa. O seu automóvel Modelo T revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e mais conhecidos do mundo.

Em 1918, Ford comprou um pouco conhecido semanário: «The Dearborn Independent». No princípio dos anos 20 este semanário publicou um conjunto de quatro volumes de artigos considerados anti-judaicos, cumulativamente intitulados «O Judeu Internacional» - «The International Jew».

Segue-se um excerto do primeiro artigo [The Dearborn Independent, 22 Maio de 1920]:

Existe no mundo de hoje, ao que tudo indica, uma força financeira centralizada que está a levar a cabo um jogo gigantesco e secretamente organizado, tendo o mundo como tabuleiro e o controlo universal como aposta. As populações dos países civilizados perderam toda a confiança na explicação de que «as condições económicas» são responsáveis por todas as mudanças que ocorrem. Sob a camuflagem da «lei económica» muitíssimos fenómenos foram justificados, os quais não se deveram a nenhuma lei económica a não ser a do desejo egoísta humano operado por meia dúzia de homens que têm o objectivo e o poder de trabalhar a uma vasta escala com nações como vassalas.

Embora qualquer coisa possa ser nacional, hoje ninguém acredita que a finança seja nacional. Ninguém acredita hoje que a finança internacional esteja em competição. Existem algumas instituições bancárias independentes, mas poucas verdadeiramente autónomas. Os grandes senhores, os poucos cujos espíritos abarcam claramente o plano em toda a sua extensão, controlam numerosos bancos e companhias fiduciárias, e um é usado para isto e outro usado para aquilo, mas não existe antagonismo entre eles, não sancionam os métodos uns dos outros, não há competição nos interesses do mundo dos negócios. Existe tanta concordância nas políticas das principais instituições bancárias de cada país como existe nas várias secções do Serviço Postal dos Estados Unidos – e pela mesma razão, são operadas pelas mesmas fontes e com os mesmos objectivos.

Imediatamente antes da Primeira Grande Guerra, a Alemanha comprou maciçamente algodão na América e grandes quantidades desse produto foram exportadas. Quando a Guerra chegou, a propriedade das enormes quantidades de algodão mudou, de um dia para o outro, de nomes Judeus em Hamburgo para nomes Judeus em Londres. Em pouco tempo o algodão começou-se a vender em Inglaterra a um preço inferior ao que era vendido nos Estados Unidos, o que teve como consequência baixar o preço do algodão na América. Quando os preços desceram o suficiente, o algodão foi todo adquirido por compradores já preparados de antemão, e então os preços subiram novamente para valores elevados. Entretanto, os mesmos poderes que tinham engendrado o, aparentemente sem motivo, fortalecimento e enfraquecimento do mercado do algodão, utilizaram a Alemanha como fonte de mão-de-obra barata. Alguns grupos controlam o algodão, emprestam-no à Alemanha para ser manufacturado, deixam lá uma pequena quantidade como pagamento pelo trabalho utilizado, e depois lucram na totalidade do mundo com a mentira de que o "algodão está escasso". E quando, refazendo o percurso de todos estes métodos anti-sociais e extraordinariamente injustos até à sua fonte, e se chega à conclusão que todas as partes responsáveis têm todas uma característica comum, será de espantar que o aviso vindo do outro lado do mar – "Esperem até a América despertar para a realidade Judia" – tem um novo significado?

Certamente, as razões económicas já não conseguem explicar as condições em que o mundo se encontra hoje em dia. Nem sequer a explicação usual da "crueldade do capital". O capital tem-se esforçado como nunca para ir ao encontro das exigências do trabalho, e o trabalho chegou ao extremo de obrigar o capital a novas concessões – mas qual é a vantagem para cada um deles? O trabalho tem até agora acreditado que o capital era o céu por cima dele, e tem feito o céu recuar, mas vejam, existe um céu ainda mais alto que nem o capital nem o trabalho se deram conta nas suas lutas um com o outro. Esse céu ainda não recuou até agora.

Aquilo a que chamamos capital aqui na América é normalmente dinheiro usado na produção, e referimo-nos de forma errada ao fabricante, ao gerente do trabalho, ao fornecedor de ferramentas e empregos – referimo-nos a ele como o “capitalista”. Mas não. Ele não é o capitalista no verdadeiro sentido do termo. Porque, ele próprio tem de ir ao capitalista pedir o dinheiro que precisa para financiar os seus projectos. Existe um poder acima dele – um poder que o trata muito mais duramente e o controla de uma maneira mais implacável que ele alguma vez se atreveria a fazer com o trabalho. Essa, na verdade, é uma das tragédias dos nossos tempos, que o "trabalho" e o "capital" lutem um com o outro, quando as condições contra as quais cada um deles protesta, e com as quais cada um deles sofre, não está ao seu alcance o poder para o remediar, a não ser que arranjassem uma forma de arrancar à força o controlo mundial de um grupo de financeiros internacionais que forjam e controlam estas condições.

Existe um super-capitalismo que é totalmente sustentado pela ficção de que o ouro é riqueza. Existe um super-governo que não é aliado de governo nenhum, que é independente de todos eles, e que, no entanto, tem as suas mãos em todos eles. Existe uma raça, uma parte da humanidade, que ainda nunca foi recebida como uma parte bem-vinda, e que teve sucesso em alcandorar-se a um lugar de poder que a mais orgulhosa raça de gentios nunca reivindicou – nem sequer em Roma nos tempos do seu mais poder orgulhoso. Há uma convicção crescente nos homens de todo o mundo de que a questão laboral, a questão dos salários e a questão da terra não pode ser solucionada antes deste assunto de um governo super-capitalista internacional estar resolvido.

"Os despojos pertencem ao vencedor" diz um velho ditado. E, de certo modo, é verdade que se todo este poder de controlo foi adquirido e mantido por uns poucos homens de raça judia, então ou eles são super-homens contra quem é inútil resistir, ou são homens comuns a quem o resto do mundo tem permitido obter um grau de poder indevido e perigoso. A não ser que os Judeus sejam super-homens, os Gentios devem culpar-se a si mesmos pelo que tem sucedido, e devem procurar uma rectificação com uma análise da situação e um exame justo das experiências de outros países.


O que é que poderá ter levado a um homem como Henry Ford a acreditar na existência de uma conspiração mundial Judaica? Ford culpou os financeiros Judeus por terem fomentado a Primeira Guerra Mundial. Contratou ex-investigadores de serviços de informações militares para juntarem provas que provassem que os Judeus controlavam a finança mundial, que organizações Judaicas manipulavam a diplomacia para causar guerras que matavam cristãos e que enriqueciam os Judeus, etc.

Curiosamente, Eça de Queirós, quarenta anos antes de Henry Ford, sugere também uma suspeita de conspiração Judaica ao mais alto nível:


Eça de Queirós

Cartas de Inglaterra 1877-1882


O motivo do furor anti-semítico é simplesmente a crescente prosperidade da colónia judaica, colónia relativamente pequena, apenas composta de quatrocentos mil judeus; mas que pela sua actividade, a sua pertinácia, a sua disciplina, está fazendo uma concorrência triunfante à burguesia alemã.

A alta finança e o pequeno comércio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos estados e aos príncipes, é a ele que o pequeno proprietário hipoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é ele o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um alemão e outro judeu, o filho da Germânia ao fim do ano está falido, o filho de Israel tem carruagem! Isto tornou-se mais frisante depois da guerra: e o bom alemão não pode tolerar este espectáculo do judeu engordando, enriquecendo, reluzindo, enquanto ele, carregado de louros, tem de emigrar para a América à busca de pão.

Mas o pior ainda na Alemanha é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem o luxo, tão hábil que tem um sabor de conspiração: na Alemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias da Alemanha, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater!

Tudo isto ainda seria suportável se o judeu se fundisse com a raça indígena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessível e impenetrável. As muralhas formidáveis do Templo de Salomão, que foram arrasadas, continuam a pôr em torno dele um obstáculo de cidadelas. Dentro de Berlim há uma verdadeira Jerusalém inexpugnável: aí se refugiam com o seu Deus, o seu livro, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua língua, o seu orgulho, a sua secura, gozando o ouro e desprezando o cristão. Invadem a sociedade alemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permitem que o alemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica.

Só casam entre si; entre si, ajudam-se regiamente, dando-se uns aos outros milhões – mas não favoreceriam com um troco um alemão esfomeado; e põem um orgulho, um coquetismo insolente em se diferençar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até à maneira de vestir. Naturalmente, um exclusivismo tão acentuado é interpretado como hostilidade – e pago com ódio.»



Comentário:

Tudo isto nos leva a pensar duas vezes nas palavras do senador e candidato a presidente norte-americano Barry Morris Goldwater (1909 – 1998) - (Barry Goldwater, With No Apologies, page 231):

"Uma organização em mãos privadas, a Reserva Federal (banco central norte-americano) não tem nada a ver com os Estados Unidos."

"A maior parte dos americanos não compreende de todo a actividade dos agiotas internacionais. Os banqueiros preferem assim. Nós reconhecemos de uma forma bastante vaga que os Rothschildse e os Warburgs da Europa e as casas de J. P. Morgan, Kuhn, Loeb e Companhia, Schiff, Lehman e Rockefeller possuem e controlam uma imensa riqueza. A forma como adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam é um mistério para a maior parte de nós. Os banqueiros internacionais ganham dinheiro concedendo crédito aos governos. Quanto maior a dívida do Estado político, maiores são os juros recebidos pelos credores. Os bancos nacionais da Europa são na realidade possuídos e controlados por interesses privados."

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terça-feira, agosto 10, 2010

Judeus ricos, judeus pobres, a perspectiva de Louis Farrakhan

Criada em 1930 por Wallace Fard Muhammad, a Nação do Islão misturava fé islâmica com nacionalismo negro. Quatro anos mais tarde, Elijah Muhammad assumiu a liderança do movimento, que nos anos 50 e 60 conheceu uma rápida expansão, impulsionada por figuras como o líder dos direitos civis Malcolm X ou o pugilista Muhammad Ali.

Em 1975, à morte de Elijah Muhammad, o seu filho Wallace Muhammad foi escolhido para lhe suceder. O novo líder ignorou a herança do pai e aproximou-se dos princípios do islão sunita. Em 1978, Farrakhan recuperou a Nação do Islão original, restabelecendo os ensinamentos dos fundadores.


"Os banqueiros internacionais sempre quiseram aquilo a que chamam o equilíbrio do poder no mundo... Os Warburgs, os Rothschilds que financiaram Hitler. Judeus Alemães financiaram Hitler aqui na América… banqueiros internacionais financiaram Hitler e os judeus pobres morriam enquanto os judeus ricos estavam na raiz daquilo a que vocês chamam Holocausto. Porque é que não contam essa? Vão lá e digam aos vossos editores que eu quero publicar isto amanhã. Vocês têm um descaramento extraordinário em chamarem-me anti-semita quando o vosso próprio povo tem sido o mais anti-semita do mundo."

"Os pequenos judeus morrem enquanto os grandes judeus ganham dinheiro. Os pequenos judeus são transformados em sabão enquanto os grandes judeus se lavam com ele. Judeus tocam violino, judeus tocam música, enquanto outros judeus marcham para as câmaras de gás. Nós não estivemos lá. Não tivemos nada a ver com isso. Mas porque é que de repente eu sou anti-semita – digam-me!"

"Aqueles de vocês que estiveram envolvidos no Holocausto, levantem a mão. Percebem o que eu digo. Vocês não mataram nenhum judeu.
E se estivesse a acontecer um Holocausto hoje, não encontrariam nenhum de vós a tocar num cabelo de um judeu, homem, mulher ou criança. Portanto não estivemos envolvidos nisso... Foi o vosso irmão branco, Hitler. Ajudado pelos seus irmãos brancos, Warburg, Rothchild, Lord Milner e Schiff, e Loeb e Kuhn. São os vossos irmãos. Diabo, se eles matam dois milhões, um milhão, cinco milhões, seis milhões, não tivemos nada a ver com isso. O Papa – que é vosso irmão... que era vosso irmão, o vosso irmão branco. Ele olhou para o outro lado. Mas quando se abriram... esses campos, esses campos da morte, o primeiro homem a abri-lo, foi um preto. Maldição, como é que nos podem chamar anti-semitas em face daquilo que fizeram contra o vosso povo?... Estou irritado como o diabo, e às vezes se eu não praguejasse, eu matava."

"Os banqueiros internacionais da Casa de Rothschild... enviaram os seus filhos para cinco países... e através da manipulação e do dinheiro... conseguiram o controlo do Banco de Inglaterra, do Banco de França, do banco de Itália, do Banco de Áustria, e bancos privados começaram a imprimir dinheiro na Europa. Os Rothschilds haveriam de financiar ambos os lados de todas as guerras europeias. Sempre quiseram deitar as mãos ao Banco Central Americano. E finalmente conseguiram-no. Em 22 de Dezembro de 1913, o Congresso promulgou a Lei da Reserva Federal (Federal Reserve Act)."

"Como é que a dívida da rica América cresceu? A forma mais fácil de arranjar dinheiro é começar uma guerra... Na altura em que os banqueiros internacionais tomaram o controlo do dinheiro ao controlarem o Banco Central da América, a Reserva Federal, rebentou uma guerra na Europa e os ingleses enviaram Lord Weissman para a América para encorajar o envolvimento da América na guerra. Os alemães não começaram nenhuma guerra com a América. Lidemos com a verdade porque o vosso governo está cheio de aldrabões e de ladrões e agora é a altura de dizer isso."


Fotografia da Primeira Guerra Mundial

"1917. A América entra na guerra. Nessa altura havia uma dívida de mil milhões de dólares. Agora a América tem de pedir dinheiro emprestado para financiar o esforço de guerra. A quem é que ela está a pedir emprestado? A América está em dívida para com quem?... Depois da Primeira Grande Guerra ter terminado... Max, Felix e Paul Warburg, todos irmãos, e Lord Milner, outro financiador de Hitler. Eles encontraram-se a representar os seus domínios na Conferência de Paz de Paris... Quando vão para a guerra... Eles tiram território a um para dar a outro... e aqui aparecem os banqueiros internacionais outra vez, a financiar os dois lados do mesmo conflito."

"As raízes do comunismo e as raízes do capitalismo provêm do mesmo grupo de pessoas. Os banqueiros internacionais inventaram as duas filosofias, financiaram ambas as filosofias, e quando a Rússia se tornou forte, disseram, agora temos um equilíbrio de poder. Sob Karl Marx, Lenine, e Trotsky, financiados por banqueiros perversos, em que muitos deles eram judeus. Bom, vou parar por aqui. Esta porcaria a que costumam chamar anti-semitismo, é uma cortina de fumo... Serão os brancos sagrados? Podem ter a certeza que não... se os brancos fizeram mal aos negros do mundo e se eu falar nisso, significa que eu sou anti-branco?... Se eu chamar a atenção para o teu mal, de repente sou um racista. Será que têm medo da verdade. Vocês não se importam de escrever isso nos vossos livros, mas não deixam um dos vossos ex-escravos ler os vossos livros e depois lerem vocês."

"Ouviram a minha palestra do nosso feriado (Saviour's Day)? Ouviram-me condenar todos os judeus? [Multidão: «Não!»]. Eu condenei os maus e eles devem ser às vezes ainda piores porque tiveram divulgações...
Imediatamente a seguir, um anúncio de página inteira no The New York Times. Arranjada por quem? ADL - Anti-Defamation League - organização americana que luta contra os efeitos do racismo e discriminação)... Estes são os cães de guarda do governo secreto que manipula presidentes e o Congresso... Quase todos os vossos congressistas pretos são cidadãos honoráveis, membros do Knesset (parlamento israelita). Sabiam disso? A maior parte dos senadores, pretos e brancos, membros honorários do knesset. Os banqueiros internacionais estão a enriquecer ainda mais nesta luta Este–Oeste... A corrida armamentista? A quem enriquece? Aos banqueiros internacionais."
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segunda-feira, junho 28, 2010

Jon Stewart do Daily Show explica-nos, com humor, como os bancos roubam tudo e todos na América

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Jon Stewart: Bem-vindos de novo. Recordam-se… Pensem. Há pouco mais de um ano, demos ao Bank of America, ao Citigroup, ao JP Morgan Chase e ao Goldman Sachs, entre 10 e 25 mil milhões de dólares a cada um, para evitar a implosão catastrófica do sistema de prémios deles, queria dizer, da economia. Que, aparentemente, depende deles.

Boas Notícias! Apesar da economia continuar volátil, como se viu, na semana passada, com a queda inexplicável de 1000 pontos em 20 minutos na bolsa de valores, um sector da economia parece ter estabilizado.


Canal de TV: O Bank of América, o Goldman Sachs, o Citigroup e o JP Morgan Chase fizeram o equivalente de Wall Street de um "jogo perfeito". No último trimestre, os grandes bancos ganharam dinheiro todos os dias. Zero dias de perdas, nenhum dia no vermelho, todos os dias no preto (nos lucros).


Jon Stewart: Sim, o jogo perfeito feito por quatro equipas distintas. Em 61 dias consecutivos. É como se as regras ditassem que é ilegal a equipa adversária utilizar tacos.

A 16 de Fevereiro, os dados de lucros e manufactura são melhores do que o esperado e a bolsa sobe 170 pontos. Não é de admirar que os bancos ganhassem nesse dia.

Mas, a 4 de Fevereiro, as notícias do desemprego fizeram a bolsa descer 268 pontos. E os bancos continuaram a ganhar dinheiro.

A 2 de Março, o mercado não fez nada, desceu dois pontos e os bancos ganharam dinheiro.

A 25 de Janeiro, os Kiss tocaram a campanha de abertura, seria de esperar que os investidores fizessem uma pausa, mas não. Ganharam dinheiro!

A 12 de Março, dragões atacaram Wall Street e os bancos ganharam dinheiro na mesma!

Afinal, os bancos tinham controlado o mercado de incêndios. O que se passa? E, a propósito, não é que tenham ficado no preto (nos lucros) todos os dias por um bocadinho.



Canal de TV: O Bank of America ganhou muito dinheiro. 3,2 mil milhões de dólares em dinheiro no primeiro trimestre. O Goldman Sachs voltou a ter uma média de 25 milhões por dia. O Citigroup, com cerca de 4,4 mil milhões… O JP Morgan ganhou, pelo menos, 118 milhões de dólares por dia, o que dá cerca de 5 milhões por hora.


Jon Stewart: A sério? Acho que temos um vídeo de como estão no negro (nos lucros). Eles não podem perder. Nós podíamos perder. Nós perdemos. Como é que isso aconteceu?


Canal de TV: É um ambiente de mercado de crédito muito estranho, neste momento, para os investidores.


Jon Stewart: Sim, é algo estranho. Se, por estranho, quer dizer que a Reserva Federal (Banco Central Americano) está a emprestar aos bancos a zero por cento - 0%. Sim, é um pouco estranho. E o que estão os bancos a fazer com o dinheiro grátis?



Canal de TV: As obrigações estão a ter um grande volume de transacções com o Governo dos EUA a tentar arranjar muito dinheiro para financiar o Programa de Compra de Activos Tóxicos.


Jon Stewart: Estou a ver… Estão a pegar no dinheiro de resgate que lhes demos, e a emprestá-lo novamente ao Governo… para pagar o plano de resgate. E cobram juros ao Governo. O nosso Governo é o pior agiota da História:

"Tens o meu dinheiro? Não? Toma mais do meu dinheiro. Não, vais ficar com ele. Não me obrigues a partir os meus polegares."

Sabem que mais? Desisto. Vocês ganharam. Os bancos ganharam. Estamos a içar a bandeira branca. Levem lá a merda do dinheiro. A esta altura, já nem me interessa! Sabem que mais? Levem a bandeira! Mas vão-se embora! Ganhem o dinheiro, fiquem com o dinheiro, nós vamos começar uma economia baseada em nozes. E sabem que mais? Vamos ter de rezar para que ninguém em Wall Street seja um esquilo.


segunda-feira, março 08, 2010

Como os Judeus estabeleceram a partir de 1913 um Banco Central Privado nos Estados Unidos (FED)

«O Sr. Paul M. Warburg não está nada surpreendido pela ideia de que o Sistema da Reserva Federal (o Banco Central Americano) é na realidade uma nova forma de controlo privado bancário, porque na sua experiência europeia viu que todos os bancos centrais eram negócios privados.

No seu artigo sobre "American and European Banking Methods and Bank Legislation Compared" [Métodos Bancários Americanos e Europeus e Legislação Bancária Comparada], o Sr. Warburg afirma:

"É igualmente interessante realçar que, contrariamente a uma ideia muito espalhada, os bancos centrais da Europa não são, por norma, possuídos pelos governos. De facto, nem o Governo Inglês, nem o Francês nem o Alemão possuem quaisquer acções do banco central dos seus países. O Banco de Inglaterra é inteiramente gerido como uma empresa privada, os accionistas elegem o conselho de directores, que se alternam na presidência. Em França, o governo nomeia o governador e alguns dos directores. Na Alemanha, o governo nomeia o presidente e um conselho supervisor de cinco membros, enquanto os accionistas elegem o conselho de directores."

E, novamente, na sua discussão sobre o projecto de lei Owen-Glass, o Sr. Warburg diz:

"O plano da Comissão Monetária seguiu a teoria do Banco de Inglaterra, que deixa a administração inteiramente nas mãos de homens de negócios sem ceder ao governo qualquer parte na administração ou controlo. O argumento mais forte a favor desta teoria é que o banco central, tal como qualquer outro banco, está assente em 'crédito forte', e que a análise sobre créditos é uma questão de negócio que deve ser deixada nas mãos de homens de negócios, e que o governo não deve interferir.»


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Henry Ford (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Campany e pai das modernas linhas de montagem e da produção em massa. O seu automóvel, Modelo T, revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e mais conhecidos do mundo.

Em 1918, Ford comprou um pouco conhecido semanário: «The Dearborn Independent». No princípio dos anos 20 este semanário publicou um conjunto de quatro volumes de artigos, cumulativamente intitulados «The International Jew» [O Judeu Internacional].

Segue-se artigo 59º completo (um pouco longo mas que merece verdadeiramente ser lido) do Jornal "The Dearborn Independent" - 2 de Julho de 1921:


[Tradução minha]



The International Jew


Jewish Idea of Central Bank for America

O Projecto Judeu para um Banco Central nos Estados Unidos


A Reserva Federal dos Estados Unidos da América
(Banco Central dos Estados Unidos)


Segundo as suas próprias declarações e os factos conhecidos, Paul M. Warburg planeou a reforma do sistema monetário dos Estados Unidos e levou-a a cabo. Ele teve o êxito que acontece a poucos homens de, chegando aos Estados Unidos como estrangeiro, ter-se associado com a principal firma judaica americana, e posto imediatamente a circular certas ideias bancárias que foram impulsionadas, manipuladas e adaptadas de várias formas até se tornarem no que é conhecido como o Sistema de Reserva Federal [Federal Reserve System].

Quando o Professor Seligman escreveu nos Procedimentos da Academia de Ciência Política [Proceedings of the Academy of Political Science] que "a Lei da Reserva Federal ficará associada na história ao nome de Paul M. Warburg," um banqueiro judeu da Alemanha, ele tinha razão. Mas se essa associação, tal como o Professor Seligman pretende indicar, significa um sinal de louvor, isso só o futuro o dirá.

O que o povo dos Estados Unidos não compreende e nunca compreendeu é que enquanto a Lei da Reserva Federal foi governamental, o conjunto do Sistema de Reserva Federal é privado. É um sistema bancário privado criado oficialmente.

Pergunte-se às primeiras mil pessoas que encontrar na rua, e 999 delas dirão que o Sistema de Reserva Federal é um instrumento graças ao qual o governo dos Estados Unidos interage no negócio bancário para benefício do povo. As pessoas pensam que, tal como os Correios ou a Alfândega, um Banco da Reserva Federal é uma parte da máquina oficial do governo.

É natural perceber que esta visão errónea tem sido encorajada por muitos daqueles que têm competência para escrever publicamente sobre esta questão. Pegue-se nas enciclopédias normais e, embora não se encontrem nelas afirmações adulteradas sobre este facto, não se encontra uma declaração clara a dizer que o Sistema de Reserva Federal é um sistema bancário privado; a impressão com que o leitor normal fica é que o Sistema de Reserva Federal é parte do Governo.



O Sistema de Reserva Federal é um sistema de bancos privados, a criação de uma aristocracia bancária dentro de uma já existente autocracia, através da qual uma grande parte da independência bancária se perdeu, e através da qual foi tornado possível aos especuladores financeiros centralizar grandes somas de dinheiro para os seus próprios fins, benéficos ou não.

Que este Sistema foi útil nas condições artificiais criadas pela 1ª Guerra Mundial – útil, quer dizer, para um Governo que não sabe tratar dos seus próprios negócios e finanças, que como um filho pródigo está sempre a pedir dinheiro, e pedindo-o sempre que lhe apetece – o Sistema provou, seja pelos seus defeitos inerentes ou por deliberada má utilização, a sua incapacidade para lidar com os problemas da paz. Fracassou tristemente na sua promessa e está agora em questão.

O plano do Sr. Warburg teve êxito mesmo a tempo de lidar com as condições da Guerra, ele foi colocado no Conselho de Directores da Reserva Federal de forma a gerir o seu sistema na prática, e embora estivesse então cheio de ideias sobre a forma como os bancos podiam ser ajudados, Warburg ficou desapontadoramente silencioso sobre a forma como as pessoas podiam ser socorridas.

Contudo, esta não é uma discussão sobre o Sistema de Reserva Federal. A sua condenação genérica seria estúpida. Mas é um assunto que será debatido um dia, e a discussão será muito mais aberta quando as pessoas compreenderem que se trata de um sistema de bancos privados, aos quais foram entregues certos privilégios extraordinários, e que criou um sistema de classes no universo bancário que constitui uma nova ordem.

O Sr. Warburg, isto será lembrado, queria apenas um banco central. Mas, por questões de ordem política, como nos diz o Professor Seligman, foram escolhidos doze bancos. Uma análise dos debates do Sr. Warburg sobre o assunto mostra que ele primeiro queria quatro bancos e mais tarde oito.

Por fim, foram consagrados doze bancos. A razão para tal foi que um banco central, que naturalmente ficaria sediado em Nova Iorque, daria a uma nação desconfiada a impressão de que era apenas um novo esquema para manter o dinheiro da nação a escorrer para Nova Iorque. Tal como foi mostrado pelo Professor Seligman, o Sr. Warburg era a favor de acautelar o que quer que fosse que pudesse atenuar a suspeição popular sem invalidar o plano inicial.




Portanto, enquanto admitia perante os Senadores, que o examinaram para verificar se ele tinha perfil para o Conselho de Directores da Reserva Federal – o Conselho que ditava as políticas dos bancos que constituíam o Sistema de Reserva Federal e lhes dizia o que tinham de fazer – que ele não gostava da ideia dos 12 bancos, afirmou que as suas objecções poderiam "ser ultrapassadas de uma forma administrativa." Ou seja, os 12 bancos poderiam ser manobrados como se fossem apenas um banco central, presumivelmente situado em Nova Iorque.

E foi assim que aconteceu, e é aí que deverá ser encontrada uma das razões para a actual situação do país.

Hoje, não há falta de dinheiro em Nova Iorque. Filmes são financiados aos milhões. [...] Loew, o homem do teatro judeu, não teve dificuldade em abrir 20 teatros novos este ano – mas vá-se até aos estados agrícolas, onde a verdadeira riqueza do país está no solo e nos celeiros, e não existe dinheiro para os agricultores.

É uma situação que ninguém pode negar e que poucos podem explicar, porque a explicação não é linear. As situações naturais são sempre mais fáceis de explicar. Situações artificiais contêm sempre um ar de mistério. E aqui estão os Estados Unidos, o país mais rico do mundo, possuindo actualmente a maior fatia de riqueza que se pode encontrar no mundo – real, disponível, riqueza utilizável; e no entanto está fortemente agrilhoado, e não se pode movimentar pelos canais normais, por causa da manipulação que está a ser seguida no que respeita ao dinheiro.

O dinheiro é o maior mistério para a mente popular, e quando esta consegue um vislumbre da sua essência descobre que o mistério nada tem a ver com o dinheiro em si próprio, mas com a sua manipulação, com aquilo que é feito de "forma administrativa".

Os Estados Unidos nunca tiveram um Presidente que tenha dado provas de compreender totalmente este assunto. Os nossos Presidentes sempre tiveram de ser aconselhados por financeiros. O Dinheiro é a coisa mais pública do país; é a coisa mais federalizada e governamentalizada do país; e no entanto, na situação actual, o Governo dos Estados Unidos não tem quase nada a ver com ele, excepto utilizar várias formas de o obter, tal como as pessoas o fazem, daqueles que o controlam.

A Questão Monetária, devidamente resolvida, é o fim da Questão Judaica e de qualquer outra questão de natureza mundana.

O Sr. Warburg é da opinião de que diferentes taxas de juro têm de ser utilizadas em diferentes partes do país. Que o fizeram em partes diferentes do mesmo estado sempre o soubemos, mas a razão para isso acontecer não foi revelada. O merceeiro da cidade pode obter dinheiro do seu banco a uma taxa mais baixa do que o agricultor do concelho ao lado consegue obter do seu banco. Porque é que a taxa de juro cobrada à agricultura tem sido maior do que qualquer outra é uma questão que a literatura ou a prosa financeira nunca abordou publicamente. Tal como a natureza privada do Sistema da Reserva Federal – muito importante, mas que nenhuma autoridade pensa valer a pena aclarar. A taxa de juro cobrada à agricultura é de grande importância, mas discuti-la implicaria a sua admissão e aparentemente tal não é desejável.


A aprovação da Lei da Reserva Federal em 23/12/1913


Ao comparar a presente Lei da Reserva Federal com a proposta de lei de Aldrich, o Sr. Warburg disse:

Sr. Warburg – "Julgo que a presente lei tem a vantagem de lidar com o país inteiro e oferecer-lhes diferentes taxas de juro, ao passo que, com a lei proposta pelo Senador Aldrich, teria sido muito difícil fazer isso, já que estabelecia uma taxa de juro uniforme para todo o país, o que eu acho que seria um erro."

Senador Bristow – "Ou seja, sob a presente lei pode-se cobrar uma taxa de juro mais elevada numa parte do país do que aquela que se cobra noutra, enquanto que sob a lei de Aldrich a taxa de juro seria uniforme."

Sr. Warburg – "É exacto."

Este é um ponto que vale a pena clarificar. Se o Sr. Warburg, tendo ensinado os banqueiros, se virasse agora para o povo e explicasse porque é que uma classe do país pode obter dinheiro para negócio que não produz riqueza real, enquanto outra classe ocupada na produção de riqueza real é tratada como se estivesse fora do interesse da banca no seu todo; se ele pode tornar claro porque é que o dinheiro é vendido a uma classe ou a uma parte do país a um preço, enquanto a outra classe ou a outra parte do país é vendido a um preço diferente, estaria a ajudar o povo a compreender estas coisas.

Esta sugestão é séria. O Sr. Warburg tem o estilo, a paciência pedagógica, o conhecimento do assunto que faria dele um admirável pedagogo do público sobre estas matérias.

O que ele já fez foi planeado sob o ponto de vista do interesse dos profissionais da finança. É prontamente reconhecido que o Sr. Warburg desejava organizar as finanças americanas duma forma mais flexível. Sem dúvida que em determinados aspectos ele conseguiu importantes melhoramentos. Mas teve sempre a Banca em mente. Agora, se ele assumisse uma posição para além destes interesses especiais, abordaria os interesses mais vastos do povo – não assumindo que estes interesses passam sempre pela banca – e faria bastante mais do que tem feito para justificar que tinha realmente uma missão ao vir para este país.

O Sr. Warburg não está nada surpreendido pela ideia de que o Sistema da Reserva Federal é na realidade uma nova forma de controlo privado bancário, porque na sua experiência europeia viu que todos os bancos centrais eram negócios privados.

No seu artigo sobre "Métodos Bancários Americanos e Europeus e Legislação Bancária Comparada," o Sr. Warburg afirma:

"É igualmente interessante realçar que, contrariamente a uma ideia muito espalhada, os bancos centrais da Europa não são, por norma, possuídos pelos governos. De facto, nem o Governo Inglês, nem o Francês nem o Alemão possuem quaisquer acções do banco central dos seus países. O Banco de Inglaterra é inteiramente gerido como uma empresa privada, os accionistas elegem o conselho de directores, que se alternam na presidência. Em França, o governo nomeia o governador e alguns dos directores. Na Alemanha, o governo nomeia o presidente e um conselho supervisor de cinco membros, enquanto os accionistas elegem o conselho de directores."

E, novamente, na sua discussão sobre o projecto de lei Owen-Glass, o Sr. Warburg diz:

"O plano da Comissão Monetária seguiu a teoria do Banco de Inglaterra, que deixa a administração inteiramente nas mãos de homens de negócios sem ceder ao governo qualquer parte na administração ou controlo. O argumento mais forte a favor desta teoria é que o banco central, tal como qualquer outro banco, está assente em 'crédito forte', e que a análise sobre créditos é uma questão de negócio que deve ser deixada nas mãos de homens de negócios, e que o governo não deve interferir.

O projecto de lei Owen-Glass vai, a este respeito, mais na linha do Banco de França e do Reichsbank alemão, cujos presidentes e conselhos são até certo ponto nomeados pelo governo. Estes bancos centrais, embora legalmente empresas privadas, são órgãos semi-governamentais na medida em que lhes é permitido emitir a moeda da nação – particularmente onde existem questões da elasticidade da moeda, como acontece em todos os países excepto na Inglaterra – e na medida em que são os responsáveis por praticamente todas as reservas metálicas do país e os guardiões dos fundos do governo. Além disso, em questões de politica nacional o governo deve confiar na vontade e na cooperação leal destes órgãos centrais.
"

Esta é uma passagem muito esclarecedora. Vale bem a pena ao leitor, especialmente ao leitor que sempre esteve confundido com as questões financeiras, reflectir bem nos factos aqui relatados por um grande especialista financeiro judeu acerca da ideia do banco central.

Atente-se nas frases:

(a) "sem ceder ao governo qualquer parte na administração ou controlo."

(b) "Estes bancos centrais, embora legalmente empresas privadas ... é-lhes permitido emitir a moeda da nação."

(c) "são os responsáveis de praticamente todas as reservas metálicas do país e os guardiões dos fundos do governo."

(d) "em questões de politica nacional o governo deve confiar na vontade e na cooperação leal destes órgãos centrais."


Não se trata agora de uma questão de saber se estas coisas estão certas ou erradas; é apenas uma questão de compreender que constituem um facto.

É especialmente notável que no parágrafo (d) é razoável deduzir que em questões de política nacional, o governo terá de depender não apenas do patriotismo mas também, até certo ponto, da permissão e conselho das organizações financeiras. Esta é uma interpretação correcta: questões de política nacional são, por este meio, tornadas dependentes de empresas financeiras.

Deixemos este ponto bem claro, não interessando se deve ser esta a forma pela qual as políticas nacionais devam ser decididas.

O Sr. Warburg disse desejar uma certa parte de controlo governamental – mas não demasiada. Warburg afirmou: "Ao reforçar o controlo governamental, o projecto de lei Owen-Glass foi na direcção certa; mas foi demasiado longe e caiu no outro extremo ainda mais perigoso."

O "outro extremo ainda mais perigoso" era, evidentemente, uma maior supervisão governamental e o estabelecimento de um certo número de Bancos da Reserva Federal no país.

O Sr. Warburg tinha referido isto anteriormente; concordou com um número maior [de bancos] apenas porque parecera uma concessão política inevitável. Já foi mostrado, pelo Professor Seligman, que o Sr. Warburg estava atento à necessidade de encobrir um pouco aqui e um pouco acolá, para acalmar um público desconfiado. Era um pouco como a história do empregado de balcão e da caixa registadora.

O Sr. Warburg julga que percebe a psicologia americana. A este respeito lembra um dos relatórios do Sr. von Bernstorff e do Capitão Boy-Ed sobre os que os americanos eram ou não capazes de fazer. Na Political Science Quarterly [Revista trimestral de Ciência Política] de Dezembro de 1920, o Sr. Warburg conta como, numa recente visita à Europa, lhe foi perguntado por homens de todos os países o que é que os Estados Unidos iam fazer. Warburg assegurou-lhes que a América estava um pouco esgotada naquela altura mas que iria dar a volta por cima. E então recordando os seus esforços para implantar um sistema monetário aos americanos, disse:

"Pedi-lhes para serem pacientes connosco até depois das eleições, e elogiei-lhes as nossas experiências com a reforma monetária. Lembrei-lhes como o plano de Aldrich falhou porque, naquela altura, um Presidente Republicano tinha perdido o controlo do Congresso para uma maioria Democrática; lembrei-lhes como os Democratas tinham amaldiçoado este plano, qualquer plano que envolvesse um sistema bancário central; e como, uma vez [os Democratas] no poder, a National Reserve Association [Associação de Reserva Nacional] evoluiu, disfarçadamente, para o Sistema da Reserva Federal."

Lembrando este jogo perante o público, e o jogo por trás do pano, esta "camuflagem", como diz o Sr. Warburg, de transformar dissimuladamente uma coisa noutra, Warburg responsabilizou-se em assegurar aos seus amigos na Europa que fosse o que fosse que qualquer plataforma política dissesse, os Estados Unidos fariam essencialmente o que a Europa esperava que eles fizessem. O motivo para esta crença do Sr. Warburg, tal como ele disse, era a sua experiência em fazer passar a ideia de um banco central através das objecções públicas de todos os partidos. Warburg acredita que com os americanos é possível obter o que se quiser se se agir habilmente. A sua experiência com a reforma monetária parece ter-lhe dado essa certeza.

Os políticos podem ser peões necessários neste jogo, mas como membros do governo o Sr. Warburg não os quer na banca. Eles não são banqueiros, diz; eles não compreendem; os homens do governo não se devem intrometer na banca. O político pode servir para o Governo dos Estados Unidos mas não é suficientemente bom para a banca.

"No nosso país," diz o Sr. Warburg, referindo-se aos Estados Unidos, "onde qualquer leigo pode concorrer a qualquer lugar, onde a amizade ou a ajuda numa campanha presidencial, financeira ou política, tem sido sempre factor de preferência política, onde as ofertas de votos e favores políticos estão sempre presentes na mente de um político, ... não podem existir dúvidas de que, tal como a situação está neste momento (1913), com dois membros do governo como membros da Direcção da Reserva Federal, e com enormes poderes garantidos a esta, o Projecto de Lei Owen-Glass produzirá uma administração directa do governo."

E isso, claro, no entender do Sr. Warburg, não é apenas "perigoso," mas "fatal." A vontade do Sr. Warburg foi quase completamente aceite neste assunto. E qual foi o resultado?

Lembremos o testemunho de Bernard M. Baruch, quando foi interrogado relativamente à acusação de que certos homens próximos do Presidente Wilson tinham lucrado 60 milhões de dólares em operações na bolsa, fruto de informação privilegiada que eles tiveram sobre o que o Presidente iria dizer no seu discurso sobre a próxima Guerra – a famosa investigação da "fuga", como foi chamada; uma das várias investigações nas quais o Sr. Baruch foi rigorosamente questionado.


Nessa investigação o Sr. Baruch esforçou-se para mostrar que não tinha tido nenhuma comunicação telefónica com Washington, especialmente com certos homens que supostamente tinham partilhado os lucros dos negócios. Foi em Dezembro de 1916. O Sr. Warburg estava então em segurança no Conselho de Directores da Reserva Federal, que ele manteve a salvo das intrusões do Governo.

O Presidente [da investigação] – "Claro que estes registos da companhia dos telefones, os comprovativos, mostrarão as pessoas com quem o senhor falou."

O Sr. Baruch – "Quer que eu diga? Posso afirmar quem são."

O Presidente [da investigação] – "Sim, acho que deve."

O Sr. Baruch – "Telefonei a duas pessoas; uma, o Sr. Warburg, com quem não consegui falar, e outra, com o Secretário mcAdoo, com quem falei – ambas referentes ao mesmo assunto. Gostaria de saber qual era o assunto?"

O Presidente [da investigação] – "Sim, acho bem que nos diga."

O Sr. Baruch – "Telefonei ao Secretário porque alguém me sugeriu – pediu-me para sugerir o nome de uma pessoa para o Banco da Reserva Federal, e telefonei-lhe a propósito disso e discuti o assunto com ele, penso que duas ou três vezes, mas foi-me recomendado que fizesse eu próprio a sugestão e eu fi-la." (pp. 570-571).

O Sr. Campbell – "Sr. Baruch, quem é que lhe pediu para sugerir um nomeado para o Banco da Reserva Federal?"

O Sr. Baruch – "O Sr. E. M. House."

O Sr. Campbell – "O Sr. House disse-lhe para telefonar ao Sr. McAdoo para fazer essa recomendação?"

O Sr. Baruch – "Vou-lhe dizer exactamente o que aconteceu: o Sr. House ligou-me e disse que havia uma vaga no Conselho da Reserva Federal, e acrescentou, 'eu não sei nada sobre esses senhores, e gostaria que você fizesse uma sugestão.' E eu sugeri o nome que julguei ser adequado, e ele disse-me, 'gostava que você ligasse ao Secretário e lhe dissesse.' E eu disse, 'não vejo necessidade; digo-lhe a si.' 'Não,' disse ele, 'preferia que fosse você a telefonar-lhe.'" (p.575)

Aqui temos um exemplo de como a Reserva Federal se "mantinha afastada da política," se mantinha afastada da supervisão do governo que seria não apenas "perigosa", mas "fatal".

Barney Baruch, o jogador de acções de Nova Iorque, que nunca possuiu um banco na vida dele, recebeu uma chamada do Coronel E. M. House, o super político da Administração Wilson, e desta forma foi acrescentado mais um membro ao Conselho da Reserva Federal.


Uma chamada telefónica manteve dentro de um pequeno círculo de Judeus e resolvido por uma palavra de um negociante de acções – o que, na prática, era a grande reforma monetária do Sr. Warburg. O Sr. Baruch a telefonar ao Sr. Warburg a dar-lhe o nome do próximo nomeado para o Conselho da Reserva Federal, e telefonando ao Sr. McAdoo, Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, e fazê-lo em nome do Coronel E. M. House – ainda haverá alguma admiração que o poder Judeu no governo de guerra americano continue a crescer de maneira espantosa?

Mas, Como o Sr. Warburg escreveu – "a amizade ou ajuda numa campanha presidencial, financeira ou política, tem sempre dado azo a reclamações sobre preferências políticas." E como chama a atenção o Sr. Warburg, este é um país "onde qualquer amador sem preparação é candidato a ministro," e naturalmente, com tais homens no governo, devem ser mantidos a uma distância segura dos assuntos financeiros.

Como que para ilustrar esta ignorância, temos o Sr. Baruch que cita o Coronel House como tendo dito, "eu não sei nada sobre esses senhores, e gostaria que você fizesse uma sugestão". É admissível duvidar que tudo o que o Coronel House tenha confessado fosse a sua ignorância sobre "esses senhores". Existia um bom entendimento entre estes dois homens, demasiado bom para que a alegada conversa telefónica seja tomada à letra. É bem possível que o Sr. House não seja um financeiro. O Sr. Wilson não o era certamente. Na longa lista de Presidentes só meia dúzia o foram, e esses foram considerados os mais drásticos nas suas propostas.

Mas toda esta conversa sobre ignorância, como acusou o Sr. Warburg, soa como um eco dos Protocolos: "Os administradores escolhidos das massas por nós, não serão pessoas treinadas para governar, e consequentemente tornar-se-ão facilmente peões do nosso jogo, executado pelos nossos sábios e talentosos conselheiros, especialistas educados desde a infância na administração dos negócios do mundo."

No Vigésimo Protocolo, no lugar onde o grande plano financeiro da subversão e controlo mundial é revelado, há outra referência à ignorância dos governantes sobre os problemas financeiros.

É uma coincidência que, embora não utilize o termo "ignorância", o Sr. Warburg seja bastante sincero no que respeita ao estado pouco culto em que encontrou este país, e seja também bastante sincero sobre os "amadores inexperientes" que são candidatos a cada ministério. Estes, diz ele, não são adequados para tomar parte no controlo das questões monetárias. Mas o Sr. Warburg é. Ele di-lo. Admite que era a sua ambição, desde o momento em que veio para cá na qualidade de um banqueiro judeo-alemão, alterar os nossos assuntos financeiros para que ficassem mais ao seu gosto. Mais do que isso, teve sucesso, ele próprio di-lo, mais do que a maior parte dos homens têm numa vida inteira; ele teve sucesso, diz o Professor Seligman, a tal ponto que através da história o nome de Paul M. Warburg e o Sistema da Reserva Federal ficarão unidos.
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