terça-feira, setembro 13, 2016

«Zero: Uma Investigação ao 11 de Setembro» é provavelmente o melhor documentário jamais feito sobre o embuste do "ataque terrorista islâmico" de 11 de Setembro de 2001 nos EUA.


«Zero: Uma Investigação ao 11 de Setembro» é o documentário mais fundamentado e abrangente que demonstra as mentiras da versão oficial sobre o "ataque terrorista" do 11 de Setembro nos EUA.

Este documentário não é aconselhável a pessoas com menos de dois dedos de testa e que abominam as "teorias da conspiração", como se a própria versão oficial dos acontecimentos não fosse, ela própria, uma teoria da conspiração: uma teoria em que dúzia e meia de islamistas, provenientes das cavernas do Afeganistão, conspiraram para atacar a América, utilizando aviões comerciais como mísseis e iludindo completamente a mais eficaz defesa militar e a mais poderosa força aérea do planeta.

Um documentário que ninguém deve perder



Zero: Uma Investigação ao 11 de Setembro [Zero: An Investigation into 9/11] defende uma tese central – que a versão oficial dos eventos que rodearam os ataques do 11 de Setembro não pode ser verdadeira. Este documentário explora as mais recentes provas científicas e revela dramaticamente novas testemunhas que conflituam directamente com a versão do Governo norte-americano.

Este documentário-inquérito, que reagrupou um painel inédito de especialistas da associação americana ReOpen911 [Reabrir o inquérito ao 11 de Setembro] - centenas de cientistas, arquitectos, pilotos, engenheiros, políticos e militares, beneficia, igualmente, da participação excepcional de Dário Fo, Prémio Nobel da literatura em 1997, e de Gore Vidal, escritor e argumentista norte-americano.

O documentário, já projectado em dezenas de salas de cinema e Itália, foi difundido, extra-competição, no Festival do Cinema de Roma (em 2007) onde recebeu críticas unanimemente positivas, retomadas pelo conjunto da imprensa italiana:

Il Corriere della Sera - «Organizado principalmente via Internet, o movimento pela verdade sobre o 11 de Setembro reúne cada vez mais personalidades, políticos e cientistas através do mundo. Apoiando-se tanto num trabalho de recolha de informação por um lado e de crítica racional por outro, as incoerências, as omissões e as manipulações da versão oficial [do 11 de Setembro] foram amplamente postas em evidência. Um conjunto de contradições, de lacunas e de omissões duma gravidade impressionante. Confirmando que a versão oficial mete água por todos os lados.»

A tragédia do 11 de Setembro de 2001 permitiu a justificação de duas guerras ilegais, o aumento drástico dos orçamentos militares, e também colocou em causa a questão das liberdades individuais. Este acontecimento moldou a geopolítica deste princípio de século. Portanto, a colocação em causa da teoria do complot islamita é cada vez mais aceite no mundo.


Os oradores convidados no debate sobre o documentário no Parlamento Europeu


O euro-parlamentar socialista Giulietto Chiesa exibiu, em Fevereiro de 2008, no Parlamento Europeu, o documentário "Zero: Uma Investigação ao 11 de Setembro".

Não obstante terem sido enviados convites a todos os 785 parlamentares europeus, e a cerca de um milhar de jornalistas, só seis parlamentares, e nenhum jornalista italiano, vieram ver o documentário.

Chiesa atribuiu a falta de interesse dos parlamentares e dos meios de comunicação europeus à influência e ao controlo da informação por parte dos Estados Unidos.



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quinta-feira, setembro 08, 2016

O pacto entre os Sionistas e os Nazis para forçarem a ida dos judeus alemães para a Palestina


Uma medalha que comemora a cooperação entre judeus sionistas e nazis alemães na emigração forçada de judeus alemães para a Palestina:

A inscrição do lado da «Estrela de David» judaica diz: "EIN NAZI FÄHRT NACH PALÄSTINA" — "UM NAZI VIAJA PARA A PALESTINA". A inscrição do lado da Suástica nazi diz: "UND ERZÄHLT DAVON IM Angriff" — "E FALA SOBRE ISSO NO [jornal] ANGRIFF".

Entre 9 de Setembro e 9 de Outubro de 1934, o jornal de Berlim do Partido Nazi «Der Angriff», fundado e controlado por Joseph Goebbels [Ministro da Propaganda na Alemanha Nazi entre 1933 e 1945], publicou uma série de doze artigos pró-sionistas escritos por von Mildenstein sob o título «Um nazi viaja para a Palestina». Em honra da sua visita, o jornal publicou uma medalha comemorativa, com a suástica nazi de um lado e a estrela judaica de David do outro.

O medalhão comemorava a visita conjunta à Palestina Sionista do oficial das SS Leopold von Mildenstein e o oficial da Federação Sionista Kurt Tuchler.

Artigo Pro-Sionista no jornal de Goebbels "Der Angriff" descrevendo a viagem e permanência na Palestina do homem que mais tarde dirigiu o Departamento judaico das SS, o Barão von Mildenstein.




Obtendo o seu nome de Sião (Sion, Zion) que é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém, o Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico.

Em 1896, o livro "Judenstaat" ("O estado judaico") de Theodor Herzl, líder do Movimento Sionista, foi traduzido para inglês. Herzl pregava que o problema do anti-semitismo só seria resolvido quando os judeus dispersos pelo mundo pudessem reunir-se e estabelecer-se num Estado nacional independente.

Fundado formalmente em 1897, o sionismo abarcava uma grande diversidade de opiniões sobre onde deveria ser fundada a nação judaica, tendo-se pensado de início estabelecê-la no Chipre, na Argentina e até no Congo, entre outros locais julgados apropriados.

A chamada diáspora judaica, ou seja a dispersão dos judeus pelo mundo, foi o principal argumento de ordem religiosa a reivindicar o estabelecimento da pátria judaica na Palestina. No entanto, o argumento da expulsão [dos judeus da Palestina], é contestado por alguns sionistas, porque que não coincide com os registos históricos que dão como certo que, muito antes das deportações romanas, a grande maioria do povo judeu já se tinha helenizado e migrado espontaneamente ou que nem sequer teria retornado à Palestina após o cativeiro na Babilónia.

A Inglaterra expressou o seu apoio ao sionismo com a Declaração de Balfour, que colocou em prática com a aquisição do mandato sobre a região por ocasião da perda dos territórios pelo Império Otomano como consequência da Primeira Guerra Mundial, dando início a um aumento substancial da migração de judeus para lá durante duas décadas até 1945, migração esta que se acentuou com a "solução final" que levou os nazis a «exterminarem mais de seis milhões de judeus» durante a Segunda Guerra Mundial sob o governo de Hitler.

A Declaração de Balfour

A Declaração de Balfour consta de uma carta escrita a 2 de Novembro de 1917 pelo então ministro britânico dos Assuntos Estrangeiros, Arthur James Balfour, dirigida a Lord Rothschild comunicando-lhe o seu empenho em conceder ao povo judeu facilidades na povoamento da Palestina no caso da Inglaterra conseguir derrotar o Império Otomano, que, até então, dominava aquela região.

A França e a Itália, aliadas de Londres na Primeira Guerra Mundial ratificaram voluntariamente a Declaração de Balfour, evitando que o Oriente ficasse sob administração exclusiva do Império Britânico. Os Estados Unidos aprovaram-na somente em Agosto de 1918.

Observe-se que o objectivo primordial do sionismo, que consistia no estabelecimento de uma pátria judaica, sempre foi bem visto pelos organismos internacionais, de tal forma que a Liga das Nações (Mandato de 1922) assim como a ONU aprovaram desde logo os princípios básicos do sionismo, aliás extensível a qualquer povo da terra. Esta simpatia aumentou, e muito, após a descoberta do "genocídio" de judeus praticado pelos nazis alemães, sobretudo a partir de 1944, até ao final da Segunda Guerra Mundial.




Muito antes do governo de Hitler ter começado a restringir os direitos dos judeus alemães, os líderes da comunidade judia mundial declararam formalmente guerra à "Nova Alemanha" numa altura em que o Governo Americano e até mesmo os líderes judeus na Alemanha estavam a aconselhar prudência na forma de como lidar com o novo regime de Hitler.



A guerra dos líderes da comunidade internacional judia contra a Alemanha não só provocou represálias por parte do governo alemão mas também preparou o terreno para uma aliança económica e política entre o governo de Hitler e os líderes do movimento sionista que esperou que a tensão entre os alemães e os judeus conduzisse à emigração maciça dos judeus para a Palestina. Em suma, o resultado foi uma aliança táctica entre os Nazis e os fundadores do moderno estado de Israel - um facto que muitos hoje prefeririam ver esquecido.

A primavera de 1933 testemunhou o começo de um período de cooperação privada entre o governo alemão e o movimento sionista na Alemanha e na Palestina (e mundialmente) de forma a aumentar o fluxo de imigrantes judeus-alemães e dinheiro para a Palestina.

Para os líderes sionistas, a tomada do poder por Hitler ofereceu a possibilidade de um fluxo de imigrantes para a Palestina. Antes, a maioria dos judeus alemães que se identificavam como alemães tinham pouca afinidade com a causa sionista de promover o agrupamento da Judiaria mundial na Palestina. Mas os Sionistas compreenderam que só um Hitler anti-semita tinha capacidade para empurrar os judeus alemães anti-sionistas para os braços do Sionismo.

O actual lamento mundial dos partidários de Israel (já para não mencionar os próprios israelitas) sobre "o Holocausto", não ousam mencionar que tornar a situação na Alemanha insustentável para os judeus - em cooperação com o Nacional Socialismo alemão - fazia parte do plano.

Este foi a génese do denominado Acordo de Transferência (Transfer Agreement), acordo negociado em 1933 entre os judeus sionistas e o governo Nazi para transferir 60 mil judeus alemães e 100 milhões de dólares para a Palestina Judaica, em troca do fim do boicote mundial judeu que ameaçava derrubar o regime de Hitler.

De acordo com historiador judeu Walter Laqueur e muitos outros, os judeus alemães estavam longe de estar convencidos de que a imigração para a Palestina era a resposta. Além disso, embora a maioria dos judeus alemães tenha recusado considerar os Sionistas como seus líderes políticos, é certo que Hitler cooperou com os Sionistas com a finalidade de implementar a solução final: a transferência em massa de judeus para o Oriente Médio.

Edwin Black, no volumoso livro «O Acordo de Transferência» (The Transfer Agreement) (Macmillan, 1984), declarou que embora a maioria dos judeus não quisesse de forma nenhuma ir para a Palestina, devido à influência do movimento sionista dentro da Alemanha Nazi a melhor forma de um judeu sair de Alemanha era emigrando para a Palestina.

As denúncias das práticas alemãs contra os judeus para os assustar e obrigarem-nos a ir para a Palestina serviu os interesses sionistas, porque só com o advento de hostilidade alemã para com a Judiaria se poderia convencer os judeus do mundo que a imigração [para a Palestina] era o único escape.

Para todos os propósitos, o governo Nacional Socialista foi a melhor coisa que podia acontecer ao Sionismo na história, pois "provou" a muitos judeus que os europeus eram irreprimivelmente anti-judeus e que a Palestina era a única resposta: o Sionismo veio a representar a grande maioria dos judeus somente por artifício e cooperação com Adolf Hitler.


Israel, o maior e único porta-aviões americano
que é impossível afundar

Nalguns aspectos claramente demarcados, o actual apoio dos Estados Unidos ao governo israelita corresponde aos interesses próprios americanos. Numa região onde o nacionalismo árabe pode ameaçar o controle de petróleo pelos americanos assim como outros interesses estratégicos, Israel tem desempenhado um papel fundamental evitando vitórias de movimentos árabes, não apenas na Palestina como também no Líbano e na Jordânia. Israel manteve a Síria, com o seu governo nacionalista que já foi aliado da União Soviética, sob controlo, e a força aérea israelita é preponderante na região.

Como foi descrito por um analista israelita durante o escândalo Irão-Contras, onde Israel teve um papel crucial como intermediário, "É como se Israel se tivesse tornado noutra agência federal [americana], uma que é conveniente utilizar quando se quer algo feito sem muito barulho." O ex-ministro de Estado americano, Alexander Haig, descreveu Israel como o maior e o único porta-aviões americano que é impossível afundar.

O alto nível continuado de ajuda dos EUA a Israel deriva menos da preocupação pela sobrevivência de Israel mas antes do desejo de que Israel continue o seu domínio político sobre os Palestinianos e que mantenha o seu domínio militar da região.

Na realidade, um Estado israelita em constante estado de guerra - tecnologicamente sofisticado e militarmente avançado, mas com uma economia dependente dos Estados Unidos, está muito mais disposto a executar operações que outros aliados considerariam inaceitáveis, do que um Estado Israelita que estivesse em paz com os seus vizinhos.

Israel recebe actualmente três mil milhões de dólares por ano em ajuda militar dos Estados Unidos.


Em suma, os que controlam há mais de um século a alta finança mundial edificaram uma sólida base militar, sob a forma de um Estado Judaico, junto das maiores reservas energéticas do planeta e do estratégico Canal de Suez:



quarta-feira, agosto 31, 2016

Computadores Inteligentes -> Fim dos Empregos -> Fim dos Salários -> Fim das Vendas -> Fim dos Lucros -> Fim da Propriedade Privada dos Meios de Produção


«Bem pensado, mas nunca substituirão o cavalo», disseram os cépticos quando viram os primeiros automóveis.


O falecido e grande economista Wassily Leontief respondeu há 35 anos àqueles que defendiam que a tecnologia nunca seria realmente capaz de substituir o trabalho das pessoas: As máquinas substituíram os cavalos, não foi?

Os cavalos ainda resistiram durante algum tempo como força de trabalho mesmo depois de terem sido desafiados pela primeira vez pelas tecnologias de comunicação "modernas", como o telégrafo e a ferrovia, o transporte de material e de pessoas. Mas, quando o motor de combustão interna chegou, os cavalos - como componente crítico da economia mundial - passaram à história.

Cortar as rações dos cavalos pode ter atrasado um pouco a sua substituição por tractores mas, passados alguns uns anos, a única solução para os 20 milhões de cavalos recém-desempregados foi pô-los a pastar.

Quando o motor de combustão interna chegou, a solução foi pôr os cavalos a pastar


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Diário de Notícias - 19/08/2016

Artigo de Ricardo Simões Ferreira

Nada vai escapar à supremacia da inteligência artificial

Com o deep learning, em vez de serem pessoas a escrever os programas informáticos, são os dados que escrevem os programas.

O mundo vive hoje à beira de uma transformação que fará que a Revolução Industrial pareça uma nota de rodapé nos compêndios de História. O desenvolvimento da verdadeira inteligência artificial (AI na sigla inglesa) vai mudar a maneira como trabalhamos, como aprendemos, enfim, como vivemos, de formas que mal conseguimos imaginar.

Não é exagero. Nos últimos anos, as redes informáticas de alta velocidade e o poder de processamento das máquinas têm permitido a criação de algoritmos de "aprendizagem" que há bem pouco tempo nem existiam. Um deles, um processo chamado deep learning, recolhe dados em bruto dos universos informáticos em que se desenvolve para se autoprogramar. "Em vez de serem pessoas a escrever programas informáticos, são os dados que escrevem os programas", sintetiza à The Economist o presidente do fabricante de processadores NVIDIA, Jen-Hsun Huang.



O software assim criado pode ser qualquer coisa. O deep learning está na sua infância e é hoje já usado para caçar utilizações fraudulentas de cartões de crédito, filtrar correio eletrónico não solicitado, reconhecer comandos de voz, fazer traduções e pesquisas na internet, criar objetos "de arte", conduzir automóveis autónomos e, até, escrever notícias. (O The Washington Post está neste momento a fazer a cobertura dos Jogos Olímpicos no seu blogue nas redes sociais através de um sistema de escrita automática baseado num processo deste género).

Que lugar terá o ser humano num mundo em que os computadores potencialmente conseguirão tudo fazer?


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Nos princípios do século XX, só um louco imaginaria que ainda no seu tempo de vida poderia ser trivial viajar a 10 km de altitude a 1000 km/h, que seria comum uma transplantação do coração, do fígado, dos pulmões, dos rins, etc., que com um telemóvel poderia falar em tempo real com outra pessoa no outro lado do mundo (vendo a imagem do seu interlocutor no ecrã), ou que poderia ter quase todo o conhecimento do mundo na ponta dos dedos (num computador ligado à Internet).

A automação e a inteligência artificial têm tido um desenvolvimento avassalador. A máquina, de forma crescente, possui mais dados, mais conhecimento e melhor capacidade de decisão. Cada vez é mais inteligente e mais autónoma. E cada vez menos precisa de ser dirigida pelo homem.

A tecnologia está cada vez mais próxima de produzir sozinha. O desenvolvimento tecnológico é exponencial em todos os campos que se considere. Donde, no binómio homem-máquina na produção, o homem tem cada vez menos peso. Em breve não terá praticamente nenhum e a máquina produzirá sozinha.

Nessa altura, a fábrica totalmente automatizada não poderá ser privada. Porque não existirão trabalhadores com salários, e sem salários não há poder de compra. Sem poder de compra não há vendas. Sem vendas não há lucros. Sem lucros não há empresas privadas. Qualquer empresa automatizada, seja o que for que produza, terá necessariamente de pertencer ao grupo, à comunidade, à sociedade.

O número crescente de desempregados a par do desenvolvimento exponencial do hardware e do software estão aí para prová-lo. Vamos acelerar a transição ou vamos permanecer agarrados a um passado de emprego condenado ao desastre social?

É a tecnologia que está a substituir o homem no trabalho. É por isso que o velho paradigma do emprego está moribundo. É necessário criar rapidamente, com o auxílio da tecnologia, um mundo mais justo, mais redistributivo e mais humano.


segunda-feira, agosto 22, 2016

O Mito do «Povo-Raça» judeu


Dr. Alfred M. Lilienthal

Dr. Alfred M. Lilienthal, historiador, jornalista e professor, é um doutorado da Universidade de Cornell e Columbia Law School. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu no exército dos Estados Unidos no Médio Oriente. Serviu mais tarde no Departamento de Estado, e como consultor para a delegação americana na reunião de Organização das Nações Unidas em San Francisco.

Desde 1947, o Dr. Lilienthal tem estado na vanguarda da luta por uma política equilibrada dos EUA no Oriente Médio. Ele é autor de diversos aplaudidos livros sobre o Médio Oriente, incluindo «The Zionist Connection» [A Ligação Sionista]. Em 18 de Dezembro de 1993 Dr. Lilienthal celebrou tanto seu 80º aniversário e do 40º aniversário de seu primeiro livro, «What Price Israel?» [A que Preço, Israel?].

O trecho seguinte é retirado deste seu primeiro livro, «What Price Israel?»




Tradução minha

Hoje, investigar a ascendência de alguém até à antiga Palestina é uma impossibilidade genealógica; e presumir, axiomaticamente, uma tal descendência para os judeus entre todos os grupos humanos, é um pressuposto de significado puramente ficcional. Quase toda a gente no mundo ocidental poderia demarcar alguma reivindicação de ascendência palestiniana se os registos genealógicos pudessem ser estabelecidos durante dois mil anos. E há, de facto, pessoas que, num extraordinário esforço de imaginação, fazem orgulhosamente essa afirmação: algumas das mais antigas das famílias aristocráticas do Sul tentam comparar qual linhagem vai mais atrás de volta a 'Israel'. Ninguém sabe o que aconteceu às Dez Tribos Perdidas de "Israel", mas especular sobre quem poderiam ter sido os seus ancestrais (daquele tempo] é um passatempo favorito anglo-saxónico, e a Rainha Vitória pertencia a uma sociedade "Israelita" que rastreava a ascendência de seus membros até essas tribos perdidas.

Doze tribos surgiram em Canaã há cerca de trinta e cinco séculos atrás; e não apenas dez delas desapareceram – como mais de metade dos membros das restantes duas tribos nunca mais voltou de seu "exílio" na Babilónia. Como pode, então, alguém reivindicar que descende directamente dessa comunidade relativamente pequena que habitava a Terra Santa no momento do Pacto de Abraão com Deus?

As Doze Tribos Perdidas de "Israel"

O mito racial judeu nasce a partir do facto de que as palavras hebraicas, "israelita", judeu, judaísmo e o povo judeu têm sido usados de forma sinónima para sugerir uma continuidade histórica. Mas este é um uso indevido. Estas palavras referem-se a diferentes grupos de pessoas com diferentes modos de vida em diferentes períodos da história. Hebreu é um termo aplicado correctamente ao período que vai desde o início da história bíblica até à fixação em Canaã. "Israelita" refere-se correctamente aos membros das doze tribos de 'Israel'. O nome "Yehudi" ou judeu é usada no Antigo Testamento para designar os membros da tribo de Judá, descendentes do quarto filho de Jacob, assim como para designar cidadãos do Reino de Judá, particularmente na época de Jeremias e sob a ocupação Persa. Séculos mais tarde, a mesma palavra veio a ser aplicada a qualquer um, não importa de que origem, cuja religião fosse o Judaísmo.

O nome descritivo Judaísmo nunca foi ouvido pelos hebreus ou pelos "israelitas"; o Judaísmo só aparece com o Cristianismo. Flavius Josephus foi um dos primeiros a usar o nome no seu recital da guerra com os romanos para englobar uma totalidade de crenças, preceitos morais, práticas religiosas e instituições cerimoniais da Galileia que ele acreditava superiores ao seu rival Helenismo. Quando a palavra Judaísmo nasceu, já não existia nenhum estado “Hebreu-Israelita". As pessoas que abraçaram o credo do judaísmo já eram misturas de muitas raças e estirpes; e esta diversificação crescia rapidamente...

Talvez a conversão em massa mais significativa para a fé judaica tenha ocorrido na Europa, no século 8º DC, e que a história dos Khazares (pessoas Turco-finlandesas) tenha sido bastante importante para o estabelecimento do moderno Estado de "Israel". Este povo parcialmente nómada, provavelmente relacionado com os búlgaros do Volga, apareceu pela primeira vez na Trans-Caucasia, no século II. Estabeleceram-se no que hoje é o sul da Rússia, entre o Volga e o Don, e depois espalharam-se para as margens dos mares Negro, Cáspio e de Azov. O Reino de Khazaria, governado por um khagan ou khakan foi conquistado por Átila, o Huno, em 448, e depois pelos muçulmanos em 737. Entretante, os khazares governaram parte dos búlgaros, conquistaram a Crimeia, e estenderam o seu reino sobre o Cáucaso e mais longe para noroeste para incluir Kiev, e para o leste para Derbend. Homenagens anuais eram prestadas aos eslavos russos de Kiev. A cidade de Kiev foi provavelmente construída pelos khazares. Havia judeus na cidade e na área circundante, antes do Império Russo ter sido fundado pelos Varangians a quem os guerreiros escandinavos chamavam às vezes de Russ ou Ross [Russos] (cerca de 855-863).

A influência dos khazares estendeu-se ao que é hoje a Hungria e a Roménia. Hoje, as aldeias de Kozarvar e Kozard na Transilvânia dão testemunho da penetração dos khazares, que, com os magiares, deram origem à actual Hungria. O tamanho e poder do Reino da Khazaria é indicado pelo facto de ter enviado um exército de 40.000 soldados (em 626-627) para ajudar Heraclius de Bizâncio a conquistar os Persas. A Enciclopédia Judaica refere-se orgulhosamente à Khazaria como tendo tido "um governo bem constituído e tolerante, um comércio florescente e um exército bem disciplinado."

Khazaria

Os Judeus que foram banidos de Constantinopla pelo governante Bizantino, Leo III, encontraram um lar entre estes, até então, pagãos khazares e, em concorrência com os Maometanos e os missionários Cristãos, conquistaram-nos para a fé judaica. Bulan, o governante de Khazaria, converteu-se ao judaísmo em torno de 740 d.C. Um pouco mais tarde, os seus nobres e o seu povo seguiu-lhe o exemplo.

Sob o governo de Obadiah, o judaísmo ganhou ainda mais força em Khazaria. Sinagogas e escolas foram construídas para dar instrução sobre a Bíblia e o Talmude. Como o Professor Graetz observou na sua "História dos Judeus", um sucessor de Bulan que tinha o nome hebreu de Obadiah foi o primeiro a fazer esforços sérios para promover a religião judaica. Ele convidou sábios judeus a estabelecem-se nos seus domínios, recompensou-os ricamente... e introduziu um serviço divino modelado nas comunidades antigas.

Depois de Obadiah veio uma longa série de Chagans judeus (khagans), pois de acordo com uma lei fundamental do estado apenas os governantes judeus foram autorizados a ascender ao trono". Mercadores khazares não trouxeram apenas seda e tapetes da Pérsia e do Oriente Próximo, mas também a sua fé judaica às margens do Vístula e do Volga. Mas o Reino da Khazaria foi invadido pelos russos, e Itil, a sua grande capital, caiu nas mãos de Sviatoslav de Kiev em 969. Os bizantinos tinham começado a ter medo e inveja dos khazares e, numa expedição conjunta com os russos, conquistaram a parte da Crimeia de Khazaria em 1016. (A Crimeia era conhecido como "Chazar" até o século 13). Os judeus khazarianos foram dispersos por todo o território que constitui hoje a Rússia e Europa Oriental. Alguns foram levados para Norte onde se juntaram à comunidade judaica estabelecida em Kiev. Outros voltaram ao Cáucaso. Muitos khazares voltaram a casar-se novamente na Crimeia e na Hungria. Os Cagh Chafut, ou "judeus de montanha," no Cáucaso, e os judeus hebraile de Geórgia são seus descendentes. Estes " judeus ashkenazim" (como os judeus da Europa Oriental são chamados), cujo número foi aumentado pelos judeus que fugiram da Alemanha no tempo das Cruzadas e durante a Peste Negra, têm pouco ou nenhum traço de sangue Semita.

Que os khazares são os ancestrais lineares de judeus da Europa Oriental é um facto histórico. Historiadores judeus e livros de texto religiosos reconhecem o facto, embora os propagandistas do nacionalismo judaico o depreciem como propaganda pró-árabe. Ironicamente, o Volume IV da Enciclopédia Judaica - porque esta publicação soletra khazares com um "C" em vez de um "K" - é intitulado "Chazars com Dreyfus": e foi o julgamento de Dreyfus, tal como interpretado por Theodor Herzl, que fez com que os modernos judeus khazares da Rússia tenha esquecido a sua descendência de convertidos ao Judaísmo e aceite o anti-semitismo como prova de sua origem palestiniana.

Judeus Khazars (foto de 1876)

Porque, no fim de contas, os antropólogos não têm hipótese de saber se a ascendência de Hitler se encontra numa das longínquas Dez Tribos Perdidas de "Israel"; ou se Weizmann (um dos fundadores do sionismo) pode ser um descendente dos khazares, os convertidos ao Judaísmo que não estavam em nenhum aspecto antropológico relacionados com a Palestina. A "casa" à qual Weizmann, Silver e tantos outros sionistas Ashkenazy tanto fizeram para regressar, provavelmente nunca foi a deles. "Eis um paradoxo, um paradoxo muito engenhoso": em termos antropológicos, muitos cristãos podem ter muito mais sangue hebraico-"israelita" nas suas veias do que a maioria de seus vizinhos judeus.

A Raça pode pregar partidas às pessoas que fazem desse conceito a base para as suas amizades e ódios. As pessoas obcecadas com a raça podem encontrar-se odiando pessoas que, de facto, poderão muito bem ser os seus próprios companheiros e parentes raciais.

quarta-feira, agosto 03, 2016

O porquê da desconfiança e a hostilidade contra os judeus


Bernard Lazare - anarquista judeu

Frase de Bernard Lazare (anarquista judeu) no seu livro: Antisémitisme, son histoire et ses causes, Paris 1934, Tomo I, pág.32 - (Antisemitismo, sua história e suas causas).

"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos até por leis determinadas por princípios opostos e se não tinham os mesmos costumes, e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."



109 Locais donde os judeus foram expulsos desde 250 DC:

ANO . . . . . . . . . . . . . . . . . . LUGAR

250 -- - - - - - - - - - - - - - - - Cartago

415 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alexandria

554 -- - - - - - - - - - - - - - - - Diocese de Clermont (França)

561 -- - - - - - - - - - - - - - - - Diocese de Uzès (França)

612 -- - - - - - - - - - - - - - - - Espanha Visigótica

642 -- - - - - - - - - - - - - - - - Império Visigodo

855 -- - - - - - - - - - - - - - - - Itália

876 -- - - - - - - - - - - - - - - - Sens (França)

1012 -- - - - - - - - - - - - - - - - Mainz (Alemanha)

1182 -- - - - - - - - - - - - - - - - França

1182 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alemanha

1276 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alta Baviera (Alemanha)

1290 -- - - - - - - - - - - - - - - - Inglaterra

1306 -- - - - - - - - - - - - - - - - França

1322 -- - - - - - - - - - - - - - - - França (novamente)

1348 -- - - - - - - - - - - - - - - - Suíça

1349 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hielbronn (Alemanha)

1349 -- - - - - - - - - - - - - - - - Saxónia (Alemanha)

1349 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hungria

1360 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hungria

1370 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bélgica

1380 -- - - - - - - - - - - - - - - - Eslováquia

1388 -- - - - - - - - - - - - - - - - Estrasburgo (Alemanha - França)

1394 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alemanha

1394 -- - - - - - - - - - - - - - - - França

1420 -- - - - - - - - - - - - - - - - Lyon (França)

1421 -- - - - - - - - - - - - - - - - Áustria

1424 -- - - - - - - - - - - - - - - - Friburgo (Alemanha)

1424 -- - - - - - - - - - - - - - - - Zurique (Suíça)

1424 -- - - - - - - - - - - - - - - - Colónia (Alemanha)

1432 -- - - - - - - - - - - - - - - - Sabóia (França)

1438 -- - - - - - - - - - - - - - - - Mainz (Alemanha)

1439 -- - - - - - - - - - - - - - - - Augsburgo (Alemanha)

1442 -- - - - - - - - - - - - - - - - Holanda

1444 -- - - - - - - - - - - - - - - - Holanda

1446 -- - - - - - - - - - - - - - - - Baviera (Alemanha)

1453 -- - - - - - - - - - - - - - - - França

1453 -- - - - - - - - - - - - - - - - Breslau (Polónia)

1454 -- - - - - - - - - - - - - - - - Wurzburg (Alemanha)

1462 -- - - - - - - - - - - - - - - - Mainz (Alemanha)

1483 -- - - - - - - - - - - - - - - - Mainz (Alemanha)

1484 -- - - - - - - - - - - - - - - - Varsóvia

1485 -- - - - - - - - - - - - - - - - Vicenza (Itália)

1492 -- - - - - - - - - - - - - - - - Espanha

1492 -- - - - - - - - - - - - - - - - Itália

1495 -- - - - - - - - - - - - - - - - Lituânia

1496 -- - - - - - - - - - - - - - - - Nápoles

1496 -- - - - - - - - - - - - - - - - Portugal

1498 -- - - - - - - - - - - - - - - - Nuremberga (Alemanha)

1498 -- - - - - - - - - - - - - - - - Navarra (Espanha)

1510 -- - - - - - - - - - - - - - - - Brandenberg (Áustria)

1510 -- - - - - - - - - - - - - - - - Prússia

1514 -- - - - - - - - - - - - - - - - Estrasburgo (França)

1515 -- - - - - - - - - - - - - - - - Génova

1519 -- - - - - - - - - - - - - - - - Ratisbona (Alemanha)

1533 -- - - - - - - - - - - - - - - - Nápoles

1541 -- - - - - - - - - - - - - - - - Nápoles

1542 -- - - - - - - - - - - - - - - - Praga e Boémia (República Checa)

1550 -- - - - - - - - - - - - - - - - Génova

1551 -- - - - - - - - - - - - - - - - Baviera

1555 -- - - - - - - - - - - - - - - - Pesaro (Itália)

1557 -- - - - - - - - - - - - - - - - Praga (República Checa)

1559 -- - - - - - - - - - - - - - - - Áustria

1561 -- - - - - - - - - - - - - - - - Praga (República Checa)

1567 -- - - - - - - - - - - - - - - - Wurtzburgo (Alemanha)

1569 -- - - - - - - - - - - - - - - - Estados Papais (Itália)

1571 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bradenburgo (Alemanha)

1582 -- - - - - - - - - - - - - - - - Holanda

1582 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hungria

1593 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bradenburgo, Áustria

1597 -- - - - - - - - - - - - - - - - Cremona, Pavia e Lodi (Itália)

1614 -- - - - - - - - - - - - - - - - Frankfort

1615 -- - - - - - - - - - - - - - - - Worms

1619 -- - - - - - - - - - - - - - - - Kiev

1648 -- - - - - - - - - - - - - - - - Ukraine

1648 -- - - - - - - - - - - - - - - - Poland

1649 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hamburg

1654 -- - - - - - - - - - - - - - - - Little Russia (Beylorus)

1656 -- - - - - - - - - - - - - - - - Lithuania

1669 -- - - - - - - - - - - - - - - - Oran (North Africa)

1669 -- - - - - - - - - - - - - - - - Vienna

1670 -- - - - - - - - - - - - - - - - Vienna

1712 -- - - - - - - - - - - - - - - - Sandomir

1727 -- - - - - - - - - - - - - - - - Russia

1738 -- - - - - - - - - - - - - - - - Wurtemburg

1740 -- - - - - - - - - - - - - - - - Little Russia (Beylorus)

1744 -- - - - - - - - - - - - - - - - Prague, Bohemia

1744 -- - - - - - - - - - - - - - - - Slovakia

1744 -- - - - - - - - - - - - - - - - Livonia

1745 -- - - - - - - - - - - - - - - - Moravia

1753 -- - - - - - - - - - - - - - - - Kovad (Lithuania)

1761 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bordeaux

1772 -- - - - - - - - - - - - - - - - Deported to the Pale of Settlement (Poland/Russia)

1775 -- - - - - - - - - - - - - - - - Warsaw

1789 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alsace

1804 -- - - - - - - - - - - - - - - - Villages in Russia

1808 -- - - - - - - - - - - - - - - - Villages; Countrysides (Russia)

1815 -- - - - - - - - - - - - - - - - Lbeck; Bremen

1815 -- - - - - - - - - - - - - - - - Franconia, Swabia; Bavaria

1820 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bremen

1843 -- - - - - - - - - - - - - - - - Russian Border Austria & Prussia

1862 -- - - - - - - - - - - - - - - - Areas in the U.S. under General Grant's Jurisdiction[1]

1866 -- - - - - - - - - - - - - - - - Galatz, Romania

1880s - - - - - - - - - - - - - - - - Russia

1891 -- - - - - - - - - - - - - - - - Moscow

1919 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bavaria (foreign born Jews)

1938-45 - - - - - - - - - - - - - - Nazi Controlled Areas

1948 -- - - - - - - - - - - - - - - - Arab Countries

terça-feira, julho 19, 2016

A Grande Farsa do Aquecimento Global


O documentário The Great Global Warming Swindle [A Grande Farsa do Aquecimento Global ] foi produzido para o Channel 4 britânico (a quarta maior emissora de televisão do Reino Unido) e foi emitido em 8 de Março de 2007.

«The documentary - The Great Global Warming Swindle - was produced for the British Channel 4 (the fourth largest UK television station) and was broadcast on 8 March 2007».







O Documentário - A Grande Farsa do Aquecimento Global

O documentário traz a lume os argumentos de vários conceituados cientistas que discordam do "consenso" sobre o dióxido de carbono libertado pela actividade humana ser causa da elevação das temperaturas globais.

O documentário argumenta que o aumento da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera não tem nenhuma relação com as mudanças do clima. Além disso, a visão simplista actual de reduzir as emissões de carbono pode ter consequências dramáticas para o desenvolvimento do terceiro mundo, prolongando a pobreza e doenças endémicas.

Pesquisas apresentadas no documentário mostram aparentemente que a actividade solar e a radiação cósmica explicam as flutuações nas temperaturas globais com muito maior precisão do que a teoria do dióxido de carbono.

Na história da Terra, quando se verificam aumentos na actividade solar, a formação de nuvens na terra diminui significativamente e ocorre elevação da temperatura. A atividade solar está indubitavelmente correlacionada com a temperatura na Terra.


Os Argumentos

Os 4,5 mil milhões de anos de história da terra são uma longa história de mudanças climáticas intervalando glaciações e períodos interglaciais, entre as quais as variações da temperatura média da Terra podem variar entre cerca de 12º Celsius. Há 12.000 anos que vivemos num período interglacial (este último interglacial é chamado Holoceno). Este facto é unanimemente aceite, tanto por aqueles que acreditam que o aquecimento global é um processo natural, como por aqueles que acreditam que é causado pelo homem.

Entre 7.000 e 4.000 anos atrás, houve o Óptimo Climático do Holoceno, em que a temperatura (média global) chegou a atingir valores superiores a 2º C em relação à actual.

Depois disso, existiu o período Óptimo Climático Medieval entre os anos 800 e 1300 DC. Durante o Óptimo Climático Medieval o cultivo da uva e a produção de vinho cresceu, tanto no norte da Europa como no sul da Grã-Bretanha. Os vikings aproveitaram o degelo nos mares para colonizar a Groenlândia e outras terras periféricas do norte do Canadá.

Na história mais recente, houve uma Pequena Idade do Gelo, um período de arrefecimento que principiou no século XVI e terminou na primeira metade do século XIX. Durante esta Pequena Idade do Gelo o rio Tamisa congelava tão solidamente que várias atividades podiam ser realizadas regularmente sobre o gelo do rio.

Uma análise detalhada nas recentes mudanças climáticas revela que as temperaturas se elevaram antes de 1940, mas caíram inesperadamente durante o crescimento económico do pós-guerra 1945 - 1975, quando as emissões do dióxido de carbono (pelo homem) subiram dramaticamente.


Quem aparece no documentário:

Prof. Tim Ball - Departamento de Climatologia - Universidade de Winnipeg

Prof. Nir Shaviv - Instituto de Física - Universidade de Jerusalém

Lord Lawson of Blady - Ex-Chanceler do Tesouro do Governo Britânico

Prof. Ian Clark - Departamento de Ciências da Terra - Universidade de Otava

Dr. Piers Corbyn - Físico Solar, previsor do clima, Weather Action

Prof. John Christy - Departamento de Ciências Atmosféricas - Universidade de Alabama em Huntsville

Prof. Philip Stott - Departamento de Biogeografia - Universidade de Londres

Prof. Paul Reiter - Instituto Pasteur, Paris

Prof. Richard Lindzen - Departamento de Meteorologia - Instituto de Tecnologia de Massachusetts, MIT

Patrick Moore - Co-fundador do Greenpeace

Dr. Roy Spencer - Líder de Equipe de Satélites Meteorológicos da NASA

Prof. Patrick Michaels - Departamento de Ciências Ambientais - Universidade de Virginia

Nigel Calder - Ex-Editor da revista New Scientist - Co-Autor do livro "The Chilling Stars"

James Shikwati - Economista e Autor

Prof. Syun-Ichi Akasofu - Diretor do Centro Internacional de Pesquisas do Ártico, IARC

Prof. Frederick Singer - Ex-Diretor do Serviço Meteorológico Norte-Americano

Prof. Carl Wunsch - Departamento de Oceanografia - Instituto de Tecnologia de Massachusetts, MIT

Prof. Eigil Friis-Christensen - Diretor do Centro Espacial da Dinamarca

Paul Driessen - Autor do livro "Green Power, Black Death"

sexta-feira, julho 15, 2016

Atentado Terrorista em Nice


Este vídeo de 24 segundos é supostamente o primeiro vídeo do atentado. Vê-se um camião branco a andar bastante devagar na marginal de Nice e depois a acelerar. Duas questões:

1 – Porque é que alguém estava a filmar o camião quando ele vinha tão devagar e quando ainda nada faria supor que se preparava para atropelar pessoas.

2 – Porque é que quando o camião começou a acelerar (e mesmo antes disso) se viram uma data de indivíduos a correr atrás dele?






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Daniele Ganser, professor de história contemporânea na universidade de Basileia e presidente da ASPO-Suíça, publicou um livro de referência sobre os "Exércitos secretos da NATO". Segundo Ganser, os Estados Unidos organizaram na Europa Ocidental durante 50 anos atentados que atribuíram mentirosamente à esquerda e à extrema esquerda para as desacreditar aos olhos dos eleitores. Esta estratégia continua hoje em dia para criar o temor do Islão, implementar legislação securitária e justificar as guerras do petróleo.

In «A estratégia da tensão - O terrorismo não reivindicado da NATO» de Silvia Cattori (Leia, a entrevista a Daniele Ganser feita pela jornalista.)




segunda-feira, julho 11, 2016

Os extraordinários benefícios que os Judeus obtiveram na Conferência de Paz de Paris, onde foi ratificado o Tratado de Versalhes no fim à Primeira Guerra Mundial


Conferência de Paz de Paris (1919)


Retirado do livro de Benton L. Bradberry - The Myth of German Villainy (O Mito da Vilania Alemã) - 2012

Tradução minha


A Primeira Guerra Mundial terminou a 11 de Novembro, 1918, após ter sido assinado um armistício baseado nos "Catorze Pontos" do Presidente Woodrow Wilson (EUA). Se a Conferência de Paz que se reuniu em Paris para estruturar o tratado de paz após a guerra tivesse mantido a sua promessa inicial e usado os "Catorze Pontos" de Woodrow Wilson como base para o tratado, tudo teria sido diferente, mas não foi o que aconteceu. A Conferência de Paz ignorou os "Catorze Pontos" de Woodrow Wilson - que teria garantido uma paz justa para todos os lados. Em vez disso, a Alemanha foi culpada pela guerra e, foi elaborado um duro tratado punitivo que acabou por ser tudo menos uma paz justa. Foi destrutivo e desmoralizante para o povo alemão. O tratado foi apresentado à Alemanha como um diktat que a Alemanha foi forçada a assinar sob coacção. O povo alemão ficou estupefacto quando soube do conteúdo do tratado. Ficou indignado e queria culpar alguém para por isso. A sua ira concentrou-se nos judeus.


Os aliados excluíram da Conferência de Paz as Potências Centrais derrotadas - Alemanha, Áustria-Hungria, Turquia e Bulgária. De acordo com os desejos franceses e britânicos, o Tratado de Versalhes submeteu a Alemanha a medidas punitivas rigorosas. O Tratado exigia que o novo Governo alemão entregasse aproximadamente 10 por cento do seu território de antes da guerra na Europa e todas as suas possessões ultramarinas. Colocaram a cidade do porto de Danzig (hoje Gdansk) e o Sarre (território alemão) rico em carvão sob a administração da Liga das Nações, o que permitiu à França explorar os recursos económicos do Sarre até 1935.

Limitaram a dimensão do exército e da marinha alemães, e permitiram o julgamento de Kaiser Guilherme II e uma série de outros funcionários de elevado escalão alemão como criminosos de guerra. Nos termos do artigo 231 do Tratado, os alemães aceitaram a responsabilidade pela guerra e a obrigação de pagar reparações financeiras aos Aliados. A Comissão Inter-Aliada determinou o montante e apresentou as suas conclusões em 1921. Determinaram um montante de 132 mil milhões de Reichmarks (marcos alemães) em ouro, ou 32 mil milhões de dólares americanos a mais do que o pagamento inicial de 5 mil milhões de dólares exigidos pelo Tratado. Nos Alemães cresceu o ressentimento pelas duras condições impostas pelo Tratado de Versalhes.


Desta forma surgiu a teoria da "facada nas costas" [da Alemanha] culpando os comunistas e os judeus pela derrota na guerra, assim como pelo duríssimo tratado de paz. Havia verdade suficiente nessas alegações para que fossem amplamente acreditadas. O Judaísmo internacional tomou, de facto, partido contra a Alemanha em troca da promessa de uma pátria judaica na Palestina, que só os britânicos estavam em condições de conceder. Os judeus também despejaram dinheiro no esforço de guerra britânico e francês e usaram a sua influência bancária internacional para cortar o financiamento à Alemanha. Além disso, muitos destes judeus eram judeus alemães que acabaram por minar o seu próprio país.


A extensão da influência judaica na Conferência de Paz de Paris após a Primeira Guerra Mundial não é muito bem conhecida ainda hoje, mas, o facto é que os judeus reuniram-se lá vindos de todo o globo. Vieram da Rússia, da Europa Oriental, da França, e em particular dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha.

Da Grã-Bretanha veio o Senhor Walter Rothschild, Lionel de Rothschilld, Chaim Weizmann, Lucien Wolfe, Moses Montefiore, Nachum Sokolove, Julius Kahn, o professor Sylvain Levi e M. Bigar, entre outros.

Os judeus Walter Rothschild, Lionel de Rothschilld, Chaim Weizmann e Julius Kahn

Dos Estados Unidos vieram o rabino Stephen Wise, Felix Frankfurter, Oscar Strauss, Louis Brandeis do Supremo Tribunal de Justiça, Walter Lippman, o historiador Simon Dubnow, Harry Friedenwald, Jacob de Haas, Mary Fels, Louis Robison, Bernard Flexner, e o Juiz Julian Mack de Filadélfia, entre outros. Outros dez judeus vieram como membros do Congresso Judaico Americano, formado em 1918 especificamente para a Conferência de Paz de Paris.

Os judeus Stephen Wise, Felix Frankfurter, Oscar Strauss e Louis Brandeis

De França veio um grupo de judeus representando a Alliance Israelite Universelle, uma organização judaica internacional baseada Paris, fundada em 1860 para proteger os direitos humanos dos judeus de todo o mundo.

Representando os interesses bancários americanos estavam o banqueiro judeu Paul Warburg, presidente da Reserva Federal. O seu irmão Max Warburg, chefe da firma bancária alemã Warburg and Company, estava lá, juntamente com outros judeus alemães, como representante dos interesses bancários alemães (mas não representando a Alemanha, em si mesma, mas apenas os interesses bancários judeus da Alemanha). Estes grupos foram acompanhados por um grande número de judeus da Rússia bolchevique, Polónia e Ucrânia. Embora aparentemente representando vários países diferentes, todos os delegados judeus se reuniram como um único grupo, em primeiro lugar e sobretudo para garantir os interesses do Judaísmo Internacional. Os interesses dos diferentes países que representavam eram apenas secundários, e de uma prioridade muito menor, se foram sequer considerados.

(À esquerda) representando os interesses bancários judeus na América esteve o banqueiro judeu Paul Warburg, presidente da Reserva Federal. (À direita) o seu irmão Max Warburg, representando os interesses bancários judeus da Alemanha

Surpreendentemente, cada um dos líderes Aliados nas conversações de paz tinha um judeu como seu principal conselheiro. O Presidente Woodrow Wilson teve Bernard Baruch. Clemenceau da França teve Jeroboam Rothschild (também conhecido como Georges Mandel. O britânico David Lloyd George tinha Sir Phillip Sassoon. O representante da Itália nas conversações, o primeiro-ministro Vittorio Emanuele Orlando, era ele próprio meio judeu, e identificava-se como um judeu.

Em cima (da esquerda para a direita), o Presidente norte-americano Woodrow Wilson, o primeiro-ministro francês Georges Clemenceau, o primeiro-ministro britânico David Lloyd George e o o primeiro-ministro de Itália Vittorio Emanuele Orlando. Em baixo, os respectivos conselheiros judeus - Bernard Baruch, Jeroboam Rothschild (também conhecido como Georges Mandel) e Sir Phillip Sassoon.

Todos estes judeus estavam completamente envolvidos a todos os níveis nas inúmeras decisões que foram tomadas na Conferência, especialmente em relação aos seus próprios interesses.

Aos interesses judaicos foi dada uma prioridade inexplicavelmente elevada na redacção final do acordo de paz conhecido como o Tratado de Versalhes. Os judeus tinham uma série de interesses que elas perseguiram com determinação, mas foram especialmente determinados a ter os seguintes três requisitos incluídos no tratado final:

1 - A Liga das Nações como o primeiro passo em direcção a um governo mundial;

2 - O reconhecimento dos "direitos das minorias" judaicas na Europa Oriental e;

3 - A criação de um Mandato Britânico na Palestina árabe como o primeiro passo necessário em direcção a um eventual Estado judeu lá.

E os judeus obtiveram todos os três.

Parece notável que os interesses judaicos possam ter sido assim tão predominantes na conclusão de uma guerra em que os judeus não tinham participado como uma entidade corporativa em separado. E, no entanto, lá estavam eles, no final da guerra, tendo vindo de países de ambos os lados do conflito, participar plenamente na Conferência de Paz, e garantir para si uma grande parte dos despojos. O poder judaico nunca fora demonstrado tão abertamente. Eles conseguiram tudo o que tinham a intenção de obter.

Primeira Guerra Mundial - uma guerra em que os judeus não participaram como uma entidade corporativa mas onde garantiram para si grande parte dos despojos.


Os judeus impuseram no Tratado de Versalhes a criação da Liga das Nações como o primeiro passo em direcção a um governo mundial

quarta-feira, julho 06, 2016

Martin Schulz, Presidente do Parlamento Europeu: "Para mim, a nova Alemanha existe apenas para garantir a existência do Estado de Israel e do povo judeu"



Avraham "Avrum" Burg (nascido a 19 de janeiro de 1955) é um escritor israelita, político e empresário: foi um membro do Knesset (Parlamento de Israel), presidente da Agência Judaica para Israel, Presidente do Knesset, e presidente interino de Israel. Ele foi o primeiro Presidente do Knesset a ter nascido em território israelita após a independência em 1948.


Avraham Burg (colaborador do Haaretz) - 14/02/2014: [...] And fourth, Martin Schulz, the president of the European Parliament, is a close friend of mine. On most issues connected to the Israeli-Palestinian conflict we disagree. He is closer to the Israeli mainstream, and his positions resemble those of Labor Party chairman Isaac Herzog. He once told me, during a frank and stern conversation, "For me, the new Germany exists only in order to ensure the existence of the State of Israel and the Jewish people." He’s a brilliant intellectual and a thoughtful politician, and we don’t need to worry – he won’t give up his existential friendship so easily. And certainly not because of Bennett or his colleague Orit Strock, the party whip. [...]


(E em quarto lugar, Martin Schulz, presidente do Parlamento Europeu, é um grande amigo meu. Na maioria das questões ligadas ao conflito israelo-palestiniao discordamos. Ele está mais próximo da corrente principal israelita, e as suas posições assemelham-se aos de presidente do Partido Trabalhista Isaac Herzog. Ele [Martin Schulz ] disse-me uma vez, durante uma conversa franca e séria, "Para mim, a nova Alemanha existe apenas para garantir a existência do Estado de Israel e do povo judeu." Ele é um brilhante intelectual e político profundo, e nós não precisamos de nos preocupar - ele não vai desistir de sua amizade existencial tão facilmente. E, certamente, não será por causa de Bennett ou do seu colega Orit Strock, o disciplinador do partido.)



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Mas a nova Alemanha que, para Martin Schulz, existe apenas para garantir a existência do Estado de Israel e do povo judeu, viu a luz do dia em 1945 (há 71 anos):




Excerto da entrevista de Nahum Goldmann ao jornal «Le Nouvel Observateur», de 25 de Outubro de 1976:

"Without the German reparations, which began to arrive during the first ten years of existence as a state, Israel would not have half of its present infrastructure: every train in Israel is German, the ships are German, as well as the electricity, a large part of the industry … without mentioning the individual pensions paid to the survivors… Today [1976], Israel still receives each year hundreds of millions of dollars in German currency."

«Sem as indemnizações alemãs, que começaram a chegar durante os primeiros dez anos da existência como Estado, Israel não teria metade da sua infra-estrutura actual: todos os comboios de Israel são alemães, os barcos são alemães, assim com a electricidade, uma grande parte da indústria... já sem falar das pensões individuais destinadas aos sobreviventes. Hoje [1976], Israel recebe ainda, anualmente, centenas de milhões de dólares em moeda alemã».



domingo, julho 03, 2016

O judeu Ovadia Yosef, uma das mais importantes autoridades judaicas de Israel, afirmou: «Os não-Judeus nasceram apenas para nos servir. Sem essa função, não têm lugar no mundo – apenas para servir o Povo de Israel»


O líder espiritual do partido israelita Shas - Ovadia Yosef (2010)


Ovadia Yosef (September 23, 1920 – October 7, 2013) was a Talmudic scholar, an authority on Jewish religious law (halakha), and the longtime spiritual leader of Israel's ultra-orthodox Shas party. Born in Iraq, he was the Sephardi Chief Rabbi of Israel from 1973 to 1983. Yosef's responsa (religious law rulings) were highly regarded within Haredi circles, particularly among Mizrahi communities, among whom he was regarded as "the most important living halakhic authority."

(Ovadia Yosef (23 de Setembro de 1920 — 7 de Outubro de 2013) foi um académico talmúdico, uma autoridade da lei judaica (halakha) e durante muito tempo o líder espiritual do partido israelita ultra-ortodoxo Shas. Nascido no Iraque, foi o Rabino Chefe Sefardita de Israel de 1973 a 1983. A "responsa" (regras das leis religiosas) de Yosef era altamente considerada nos círculos Haredi (judaísmo ortodoxo), particularmente entre as comunidades Mizrahi (comunidade judaicas oriundas do leste), nas quais era considerado a "mais importante autoridade kahakhic viva".)




Jornal israelita Haaretz - Artigo de 20 de Outubro de 2010


In a sermon given on Saturday on laws concerning what non-Jews are permitted to do on Shabbat, Yosef said: "Goyim [non-Jews] were born only to serve us. Without that, they have no place in the world – only to serve the People of Israel."

(Num sermão dado no Sábado sobre leis acerca dos que os não-Judeus [gentios] podem fazer no Shabbat [dia de descanso semanal no judaísmo – ao sábado], Yosef afirmou: "Os Goyim [não-Judeus] nasceram apenas para nos servir. Sem essa função, não têm lugar no mundo – apenas para servir o Povo de Israel.")



Yosef: "Why are gentiles needed? They will work, they will plow, they will reap. We will sit like an effendi and eat."

("Para que é que são necessários os gentios [não-Judeus]? Eles vão trabalhar, eles vão lavrar, eles vão fazer a colheita. E nós sentar-nos-emos como os Senhores e comemos.")



According to Yosef, death has "no dominion" over non-Jews in Israel.

(Segundo Yosef, a morte já não tem domínio sobre os não-Judeus [os gentios])



Yosef: "With gentiles, it will be like any person - they need to die, but [God] will give them longevity. Why? Imagine that one’s donkey would die, they’d lose their money. This is his servant... That’s why he gets a long life, to work well for this Jew.”

("Com os gentios [não-Judeus], será o mesmo que com qualquer outra pessoa – têm de morrer, mas [Deus] dar-lhes-á longevidade. Porquê? Imaginem que o burro de alguém morria, então essa pessoa perderia o seu dinheiro. O não-Judeu é o seu servo... É por isso que ele tem uma vida longa, para trabalhar bastante para o seu senhor Judeu.")


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O chefe da ADL (Anti-Defamation League - Liga Anti-Difamação), Abraham H. Foxman, considerou que as palavras de Ovadia Yosef eram de 'ódio' e 'divisionistas'.

O chefe da ADL (Anti-Defamation League - Liga Anti-Difamação), Abraham H. Foxman



Questão minha: Porque é que os judeus têm necessidade de uma Liga Anti-Difamação (ADL: Anti-Defamation League)? A Difamação consiste em atribuir a uma pessoa ou grupo de pessoas algum ou alguns factos determinados ofensivos à sua reputação e à sua honra. Porque é que haverá tanta gente a difamar os judeus de tal forma que estes se vêem obrigados a ter uma Liga Anti-Difamação? Haverá mais algum povo que tenha tal coisa? Haverá mais alguma comunidade que precise disso?