segunda-feira, novembro 14, 2016

"A temperatura não mudou efectivamente durante os últimos 20 anos. No entanto, os modelos estão a dizer que a temperatura vai aumentar extraordinariamente. Assim, o que fizeram foi alterar os dados anteriores para se ajustarem ao modelo. Isto é fraude."


Ph.D. Ian Plimer é ex-professor de Geologia de Minas na Universidade de Adelaide, Austrália do Sul, e professor emérito de Ciências da Terra na Universidade de Melbourne. Plimer tem dois livros publicados contestando a existência de mudanças climáticas provocadas pelo homem.

"O clima sempre mudou. Sempre mudou e sempre mudará. O nível do mar também sempre mudou. Os icebergues vêm e vão. A vida está sempre a mudar. Extinções de espécies são normais. O Planeta Terra é dinâmico e em evolução. As alterações climáticas são cíclicas e aleatórias. Sob o ponto de vista de um geólogo, eu ficaria realmente preocupado se não houvesse mudança na Terra ao longo do tempo. À luz das grandes e rápidas mudanças climáticas naturais que já ocorreram, até que ponto é que os seres humanos têm alguma capacidade real de mudar o clima?"

quarta-feira, novembro 09, 2016

Como há estudos que indicam que um trauma severo, como o ter estado num campo de concentração nazi, pode ser passado geneticamente aos filhos, as indemnizações dos contribuintes alemães aos judeus ainda vão continuar por uns tempos…


Na Bíblia (Antigo Testamento - Êxodo 34:6/7) - "Deus (...) pune o crime dos pais nos filhos, e nos filhos dos seus filhos até à terceira e à quarta geração”


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Um estudo feito em sobreviventes do Holocausto descobriu que o trauma passou para os genes dos filhos

The Guardian – 21/08/2015

As mudanças genéticas decorrentes do trauma sofrido pelos sobreviventes do Holocausto são passíveis de serem transmitidas aos seus filhos, um claro sinal de que a experiência de vida de uma pessoa pode afectar as gerações subsequentes.

A conclusão de uma equipe de investigadores do hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, liderada por Rachel Yehuda, decorre do estudo genético de 32 homens e mulheres judeus que ou estiveram internados num campo de concentração nazi, ou testemunharam ou foram vítimas de tortura, ou tiveram de se esconder durante a segunda Guerra Mundial.

A equipa também analisou os genes dos filhos das vítimas, que agora se sabe terem uma probabilidade maior de apresentarem distúrbios de stress, e comparou os resultados com as famílias judias que viviam fora da Europa durante a guerra. "As mudanças de genes nas crianças só poderiam ser atribuídas à exposição dos pais ao Holocausto", disse Yehuda. [...]


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A Ciência do Sofrimento - As crianças estão a herdar o trauma dos seus pais. Poderá a ciência travar isto?

New Republic – 16/11/2014

[...] Os filhos das pessoas traumatizadas carregaram sempre dentro de si o sofrimento dos seus pais. "Durante anos o trauma esteve numa caixa de ferro tão profundamente enterrada dentro de mim que eu nunca tive exactamente a certeza do que era", eis como Helen Epstein, a filha americana de sobreviventes de Auschwitz e Theresienstadt, começa o seu livro «Crianças do Holocausto», que despoletou uma espécie de um movimento de filhos de sobreviventes, quando foi editado em 1979. "Eu sabia que trazia comigo coisas melindrosas, coisas inflamáveis, mais secretas do que sexo e mais perigosas do que qualquer sombra ou fantasma." Mas como é que ela se deu conta dessas coisas? De que forma é que as experiências de uma geração se insinuam na próxima? [...]


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Descendentes de sobreviventes do Holocausto têm as hormonas de stress alteradas

Scientific American – 1/3/2015

A experiência de uma pessoa como criança ou adolescente pode ter um impacto profundo sobre a vida de seus futuros filhos, revela uma nova investigação. Rachel Yehuda, uma investigadora no campo da epigenética e nos efeitos intergeracionais do trauma, e os seus colegas, há muito que estudam os sobreviventes de traumas massivos e os seus descendentes. Os seus últimos resultados revelam que os descendentes de pessoas que sobreviveram ao Holocausto têm perfis diferentes de hormonas de stress dos dos seus pares, predispondo-os possivelmente a transtornos de ansiedade.

A equipa de Yehuda na Escola de Medicina Icahn do Monte Sinai e o Centro Médico James J. Peters para Veteranos no Bronx, NY, e outros, já haviam estabelecido que os sobreviventes do Holocausto alteraram os níveis de hormonas de stress circulantes em comparação com outros judeus adultos da mesma idade. Os sobreviventes têm níveis mais baixos de cortisol, uma hormona que ajuda o corpo a voltar ao estado normal após o trauma; aqueles que sofreram transtorno de stress pós-traumático (PTSD) têm níveis ainda mais baixos. [...]


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O International Center for Holocaust Reparations (Centro Internacional para Indemnizações do Holocausto) tem ajudado muitos sobreviventes do Holocausto em todo o mundo no exercício dos seus direitos e ajudou com sucesso muitos sobreviventes a obter o seu legítimo dinheiro. Nós empregamos advogados experientes e especialistas alemães certificados em pensões, apoiados por uma equipa de assistentes dedicados e sensíveis que fazem o seu melhor para alcançar a maior remuneração possível para o sobrevivente (ou os seus herdeiros).





(Centro Internacional para Indemnizações do Holocausto)



Pursuing Rights of Holocaust Survivors

(Em Busca dos Direitos dos Sobreviventes do Holocausto)



Are you a Holocaust survivor who was interned in a Ghetto?

(Você é um sobrevivente do Holocausto que esteve internado num Gueto?)



Are you a child of a Holocaust survivor who was interned in a Ghetto?

(Você é filho/a de um sobrevivente do Holocausto que estave internado num Gueto?)



You may be entitled to a large sum of money!

Even if you are already receiving compensation from the Claims Conference or from the German authorities, including the German Pension Insurance you may be eligible to receive additional payments.

The pension is paid even to those who were interned for a short period of time in a Ghetto (including Ghettos in Hungary, Shanghai, Sofia, Czernowitz, Transnistria and many more). The possibilities are for a one-time retroactive compensation, as well as a monthly payment from the German Social Security.


Você pode ter direito a uma grande quantidade de dinheiro!

Mesmo que já esteja a receber uma indemnização da Claims Conference (que representa os judeus do mundo em negociação para indemnizações e restituição às vítimas judaicas e aos seus herdeiros pela perseguição nazi) ou das autoridades alemãs, incluindo a German Pension Insurance, você pode ser elegível para receber pagamentos adicionais.

A pensão é paga mesmo para aqueles que foram internados durante um curto período de tempo num Gueto [incluindo Guetos na Hungria, Xangai, Sofia, Czernowitz (cidade situada entre a Roménia e a Ucrânia), Transnístria (região Moldava) e muitos mais]. As possibilidades são de uma indemnização retroactiva paga toda de uma só vez, assim como um pagamento mensal da Segurança Social alemã.


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Who is entitled to compensation?

Any individual who was interned in a Ghetto, even for a short while, may be entitled to a monthly payment as well as a one-time retroactive payment – in some instances dated back to the year 1997.

A widow(er) of a Holocaust survivor is also eligible for a pension from Germany that would have been paid to the deceased spouse, including cases in which the spouse has been deceased for many years.

This claim can be filed even if you are already receiving a monthly reparation payment from the Claims Conference or directly from Germany (BEG, German Pension Insurance or BADV).

Heirs of Ghetto survivors, who were still alive by June 27, 2002, may be entitled to a one-time payment.


Quem tem direito a indemnização?

Qualquer indivíduo que tenha estado internado num Gueto, mesmo que por um curto período de tempo, pode ter direito a um pagamento mensal, bem como um pagamento retroactivo pago todo de uma só vez – que, em alguns casos, remontam ao ano de 1997.

Um viúvo(a) de um sobrevivente do Holocausto, também é elegível para receber uma pensão da Alemanha que teria sido pago ao cônjuge falecido, incluindo os casos em que o cônjuge faleceu há muitos anos.

Este pedido pode ser apresentado mesmo se você já estiver a receber um pagamento mensal da Claims Conference ou diretamente da Alemanha (BEG, a German Pension Insurance ou BADV).

Herdeiros de sobreviventes do Gueto, que ainda estavam vivos até 27 de Junho de 2002, podem ter direito a um pagamento de uma só vez.


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Shoah - Termo hebraico que adquiriu o significado de Holocausto Judeu

segunda-feira, novembro 07, 2016

A Fraude do «Aquecimento Global» e a indústria das alterações climáticas


Jennifer Harper - The Washington Times - , August 11/08/2015

Uma verdade inconveniente: "A indústria das alterações climáticas" tornou-se hoje num negócio global de 1,5 biliões de dólares (US $1.500.000.000.000).

O que o público ouve habitualmente são os protestos lamurientos sobre o aquecimento global e o desaparecimento dos habitats do urso polar, os avisos severos sobre a subida do nível da água do mar e a subsequente inundação dos litorais. Mas há uma verdade embaraçosa, inconveniente, sobre a qual o público não ouve falar: 1,5 biliões de dólares (US $1.500.000.000.000).

"O interesse pelas alterações climáticas está a tornar-se um propulsor económico cada vez mais poderoso, de tal forma que alguns o vêem já como uma indústria em si mesma, cujo crescimento é impulsionado em grande parte pela formulação de políticas", observa Don Jergler, analista do Insurance Journal.

"A indústria global de alterações climáticas no valor de 1,5 biliões de dólares ($1.500.000.000.000) cresceu entre 17 e 24 por cento ao ano entre 2005 e 2008, desacelerando para entre 4 e 6 por cento após a recessão, com excepção do inexplicável crescimento de 15 por cento em 2011, de acordo com o Climate Change Business Journal," escreve Don Jergler.

"A publicação de San Diego, na Califórnia, inclui nessa indústria nove segmentos e 38 sub-segmentos que englobam sectores como energias renováveis, construção verde e veículos híbridos. Englobam também o mercado de consultoria de alterações climáticas, que um recente relatório da revista estima em 1,9 mil milhões de dólares (US $ 1.900.000.000) em todo o mundo e 890 milhões  de dólares nos EUA", diz Jergler.


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Os gases que «provocam o Aquecimento Global» em percentagem:

Vapor de Água – 95%

Dióxido de Carbono (CO2) – 3,62%

Outros Gases – 1,38%



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Dióxido de Carbono (CO2). A percentagem de origem natural (96,775%) e a percentagem de origem humana (3,225%):


Percentagem de Dióxido de Carbono (CO2) de origem NATURAL - 96,775%

Percentagem de Dióxido de Carbono (CO2) de origem HUMANA - 3,225%



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Tabela das percentagens de todos os gases que «provocam o Aquecimento Global»:



Em relação ao total dos Gases com Efeito de Estufa existentes na atmosfera, o Vapor de Água é responsável por 95%, o Dióxido de Carbono (CO2) é responsável por apenas 3,62%, e outros gases (Metano, Óxido Nitroso, CFCs, etc.) por 1,38%.

Em relação ao total de Dióxido de Carbono (CO2) existente na atmosfera, 96,775% é de Origem Natural, sendo
o Homem responsável por apenas 3,225%.

Donde se conclui que o Homem é responsável pela ínfima fracção de 3,62% x 3,225% = 0,117% do efeito de estufa provocado pelo Dióxido de Carbono (CO2).


Como pode alguém imaginar que o incremento ou a redução desta fracção ínfima dos gases com efeito de estufa = 0,117%, pode ter qualquer influência no clima?



quarta-feira, novembro 02, 2016

Ainda se lembram do alarmismo histérico dos anos setenta sobre o «Arrefecimento Global» e da marcha acelerada do Planeta para uma nova Era Glacial?

Durante a década de 1970, os meios de comunicação promoveram o alarmismo climático global com ameaças terríveis de uma nova Era Glacial. Eventos meteorológicos extremos foram exagerados como sinais do apocalipse que se aproximava e a poluição provocada pelo homem foi considerada a grande Causa.

Os extremistas ambientais pediram tudo, desde a proibição do motor de combustão interna passando pelos controlos populacionais ao estilo chinês. Este exagero dos Media pôde ser observado em jornais, revistas, livros e televisão. Na altura, também havia um «consenso científico» sobre o «Arrefecimento Global»...




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The Washington Post – 9/7/1971


Cientista americano prevê a chegada de uma nova Idade do Gelo

O mundo pode estar apenas a 50 ou 60 anos de distância de uma desastrosa nova idade de gelo, prevê um dos principais cientistas atmosféricos. Dr. S. I. Rasool da Administração Nacional de Aeronáutica e do Espaço (NASA) e da Universidade de Columbia diz que...


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Los Angeles Times – 24/9/1972


Cientista vê sinais arrepiantes de uma nova Idade do gelo

Uma nova era do gelo está a abater-se gradualmente sobre o Hemisfério Norte, e o final deste século vai-se tornar cada vez mais frio, afirmou um especialista britânico em clima...


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Chicago Tribune – 13/4/1975


A Idade do Gelo chegou: o sistema que controla nosso clima

"O fim do mundo é anunciado por um verão que não é verão, o frio amargo persiste e o Sol não dá nem luz nem calor, de modo que o inverno tem três invernos de duração".

quinta-feira, outubro 27, 2016

O norueguês Prémio Nobel da Física, Ivar Giaever, esmaga a “religião” do «Aquecimento Global»

Ivar Giaever aponta, com inteligência e humor, os paradoxos e equívocos da "tese" do «Aquecimento Global» e partilha factos pouco conhecidos acerca do clima.

Ivar Giaever: "E eis o que me intriga: qual é a temperatura média óptima para a Terra? É a temperatura que temos agora? Seria um milagre! Talvez a temperatura óptima seja dois graus mais elevada do que a actual. Ou talvez a temperatura óptima seja dois graus mais baixa do que a actual. Mas nunca ouvi ninguém dizer qual é a temperatura média óptima para todo o Planeta…"



segunda-feira, outubro 17, 2016

David Cole, um investigador judaico-americano, demonstra o embuste das câmaras de gás de Auschwitz

Um vídeo realizado, produzido, escrito e narrado pelo judeu-americano David Cole, tornou-se um "must-see" do revisionismo do holocausto.

David Cole, judeu por nascimento e ateísta por convicção, visitou a Europa em Setembro de 1992 e inspeccionou os campos de concentração alemães de Auschwitz, Birkenau, Majdanek, Mauthausen e Dachau.

Os vídeos seguintes, legendados em português, com cerca de 10 minutos cada, constituem um excelente testemunho das mentiras oficiais sobre as «câmaras de gás», que são impingidas aos visitantes do «campo de extermínio» de Auschwitz-Birkenau.


quinta-feira, outubro 13, 2016

Quando a máquina substituir totalmente o homem no trabalho, a solução será socializar os meios de produção e dar uma mensalidade a toda a gente



Excerto do livro «The Lights in the Tunnel: Automation, Accelerating Technology and the Economy of the Future [As luzes no Túnel: Automação, Tecnologia em Aceleração e a Economia do Futuro]» de Martin Ford - Engenheiro informático de Silicon Valley, autor e empresário.

[Tradução minha]



O Ponto de Viragem

Trabalho-Intensivo versus Capital-Intensivo, Desemprego e o fim da Economia de Mercado

[Qualquer actividade produtiva utiliza uma determinada combinação de factores produtivos para a produção de bens e serviços. Quanto à intensidade da utilização dos factores produtivos, podem ser de capital-intensivo (utilizam mais intensivamente o capital – tecnologia, máquinas), ou trabalho-intensivo, que utilizam intensivamente o trabalho ou mão-de-obra.]

Podemos situar qualquer indústria algures no espectro que vai desde o grau mais trabalho-intensivo até ao grau mais capital-intensivo. Na nossa economia actual, algumas das indústrias de cariz mais trabalho-intensivo estão na venda a retalho, hotelaria e pequenos negócios. Supermercados, cadeias de lojas, restaurantes e hotéis têm todos de contratar bastantes empregados.

Indústrias de capital-intensivo, por outro lado, empregam relativamente poucas pessoas e, em vez disso, requerem investimento em tecnologia: maquinaria e equipamento avançados e em sistemas computorizados. Indústrias de alta tecnologia tal como fabrico de semicondutores, biotecnologia e companhias baseadas na Internet são todas de capital intensivo.


Trabalho-Intensivo versus Capital-Intensivo


Com o tempo, à medida que a tecnologia evolui, a maior parte das indústrias tornam-se mais capital-intensivas e menos trabalho-intensivas. A tecnologia também cria indústrias completamente novas, e estas são quase sempre capital-intensivas. Este facto tem sido assim há séculos, e historicamente tem sido uma coisa positiva. Se se comparar as indústrias numa nação desenvolvida, como os Estados Unidos, com as indústrias de uma nação do Terceiro Mundo, descobre-se invariavelmente que a economia americana é muito mais capital-intensiva. Foi a introdução da tecnologia avançada que aumentou a produtividade e tornou ricas as nações mais desenvolvidas.

A razão deste facto remonta à explicação dos economistas da «Falácia Ludita»:

Wikipedia - [O Ludismo é o nome do movimento contrário à mecanização do trabalho trazida pela Revolução Industrial. Adaptado aos dias de hoje, o termo Ludita (do inglês Luddite) identifica toda a pessoa que se opõe à industrialização intensa ou a novas tecnologias. Os Luditas invadiram fábricas e destruíram máquinas, que, segundo eles, por aquelas serem mais eficientes que os homens, lhes tiravam os seus empregos. Os Luditas ficaram lembrados como "estoira-máquinas"]

À medida que a nova tecnologia é adoptada pelas indústrias, a produção torna-se mais eficiente. Isto resulta na perda de alguns empregos, mas também provoca preços mais baixos para bens e serviços. Por outras palavras, coloca mais dinheiro nos bolsos dos consumidores. Estes consumidores vão então comprar todo o tipo de coisas, e o resultado é um aumento da procura dos produtos de toda a espécie de indústrias.

Algumas destas indústrias são muito trabalho-intensivas, e portanto enquanto se esforçam para fazer face a este aumento da procura, são forçados a contratar mais trabalhadores. E desta forma, o emprego na sua totalidade mantém-se estável ou até aumenta. Por vezes, evidentemente, este resultado traduz-se numa transição desagradável para alguns trabalhadores: podem perder um emprego bem remunerado na indústria e acabar com um emprego mal pago como caixa de um supermercado.


Número de empregados e respectivos salários médios nas seguinte empresas:

McDonalds - 400.000 empregados - 59.000 dólares

Wal-Mart - 2.100.000 empregados - 180.000 dólares

Intel - 83.000 empregados - 456.000 dólares

Microsoft - 91.000 empregados - 664.000 dólares

Google - 20.000 empregados - 1.081.000 dólares



Pode este processo continuar indefinidamente? A tecnologia da automação vai progressivamente invadir os restantes sectores do trabalho-intensivo da economia. Quando isto acontecer, que indústrias restarão para absorver todos os trabalhadores substituídos? Atente-se na tabela acima. O que é que acontecerá quando a McDonalds começar a ficar mais parecido [em termos de empregos] com a Google?

Um exercício simples de senso comum mostra-nos que existe um limiar a partir do qual a economia no seu todo se torna demasiado capital-intensiva. Assim que isto aconteça, preços mais baixos resultantes de aperfeiçoamentos tecnológicos não se traduzirão em mais emprego. Depois deste limiar ou ponto de viragem, as indústrias que constituem a nossa economia já não necessitarão de contratar os trabalhadores suficientes para compensar a perda de empregos resultantes da automação; serão, em vez disso, capazes de encontrar algum aumento na procura principalmente investindo em mais tecnologia. Este ponto marca a derrocada da fé dos economistas na Falácia Ludita, e marca também o princípio de uma espiral económica decrescente pela simples razão de que os trabalhadores são também os consumidores de tudo o que é produzido na nossa economia.

O que é que devemos esperar que aconteça se a generalidade da economia se estiver a aproximar deste ponto de viragem, a partir do qual as indústrias deixam de ser suficientemente trabalho-intensivas para absorver os trabalhadores que perderam os seus empregos devido à automação? Devemos provavelmente assistir um aumento gradual do desemprego, congelamento de salários e aumentos significativos na produtividade (output por hora de trabalho) à medida que as indústrias forem sendo capazes de produzir um maior número de bens e serviços com menos trabalhadores.



Isto parece desconfortavelmente parecido com o que tem estado a acontecer nos anos que conduziram à actual recessão. Em Agosto de 2003, o "The Economist" escreveu que a "Agência de Estatística do Trabalho expressou a mais recente prova do renascimento da produtividade americana: a produtividade por trabalhador aumentou em 5,7% no segundo trimestre, calculada a um período de um ano. Mas nos tempos actuais, menos exuberantes, o número levantou a triste possibilidade de crescimento sem criação de empregos." Três anos depois, num artigo intitulado "O caso dos Empregos Desaparecidos," a BusinessWeek disse: "Desde 2001, com a ajuda de computadores, modernização das comunicações, e com operações fabris ainda mais avançadas, a produtividade industrial americana, ou o total de bens e serviços que um trabalhador produz numa hora, disparou para uns impressionantes 24%... Em suma: estamos a fazer mais com menos gente." Não há forma de saber com segurança a que distância estamos da estagnação permanente da criação de emprego na economia. Contudo, estas estatísticas são seguramente uma causa de preocupação.



O Trabalhador Médio e a Máquina Média

Outra forma de expressar esta ideia de um ponto de viragem é imaginar num trabalhador médio a utilizar uma máquina média algures na economia. Obviamente, no mundo real existem milhões de trabalhadores a utilizar milhões de máquinas diferentes. Com o tempo, evidentemente, estas máquinas vão-se tornando mais sofisticadas. Imagine-se uma máquina típica que represente de modo geral todas as máquinas na economia.

A determinada altura, essa máquina pode ter sido uma nora de um moinho. Depois, pode ter sido uma máquina movida a vapor. Mais tarde, uma máquina industrial alimentada a electricidade. Hoje, a máquina é provavelmente controlada por um computador ou por microprocessadores embutidos.



À medida que a máquina típica se vai tornando cada vez mais sofisticada, os salários dos operários que nela trabalhavam foram aumentados. Máquinas mais sofisticadas tornam a produção mais eficiente e tal traduz-se em preços mais baixos e, portanto, mais dinheiro nos bolsos dos consumidores. Os consumidores vão então gastar esse dinheiro extra, e isso cria empregos para mais trabalhadores que, de igual forma, vão operar máquinas que continuam a evoluir.

De novo, a questão a colocar é: Pode este processo continuar para sempre? Estou convencido de que a resposta é NÃO, e o gráfico seguinte ilustra este facto.


Valor Acrescentado (Salário) do Trabalhador Médio a operar uma Máquina Média:

O problema, evidentemente, é que as máquinas se estão a tornar cada vez mais autónomas. Pode-se observar isto no gráfico no ponto onde a linha pontilhada (conhecimento convencional) e a linha contínua divergem. À medida que mais máquinas começarem a trabalhar sozinhas, o valor que o trabalhador médio acrescenta começa a declinar. É de lembrar que estamos a falar de trabalhadores médios. Para melhor perceber o gráfico acima, atente-se na distribuição de rendimentos nos Estados Unidos e depois retirem tanto as pessoas mais ricas como as mais pobres. Depois veja-se o rendimento médio dos "típicos" restantes (a maioria dos consumidores) ao longo do tempo. Se, ao invés, se observar o Produto Interno Bruto per capita, chegar-se-á a um gráfico semelhante, mas a divergência entre as linha pontilhada e a linha contínua irá ocorrer um pouco mais tarde. Isto acontece porque as pessoas mais ricas (que são donas das máquinas ou com altos níveis de especialização) irão beneficiar inicialmente da automação e, por isso, elevam a média.

Logo que as linhas começam a divergir, as coisas vão ficar muito feias. Isto acontece porque o mecanismo básico que coloca o poder de compra nas mãos dos consumidores está a falhar. Com o tempo, desemprego, baixos salários – e talvez o mais importante – a psicologia do consumidor irá causar uma muito grave retracção económica.

Como o gráfico mostra, dentro do contexto das nossas actuais regras económicas, a ideia das máquinas serem "completamente autónomas" é apenas uma meta teórica que nunca poderá ser alcançada.

Algumas pessoas podem pensar que estou a ser demasiado simplista em relacionar "o progresso tecnológico" com "máquinas mais autónomas". No fim de contas, a tecnologia não são apenas máquinas físicas; são também técnicas, processos e conhecimento distribuído. A realidade, contudo, é que a distinção histórica entre máquinas e capital intelectual está a tornar-se pouco distinta. É agora muito difícil separar processos inovadores da tecnologia de informação avançada que quase sempre torna possível e está na base deles. Sistemas avançados de gestão de inventários e marketing informatizado são exemplos de inovações técnicas, mas que assentam grandemente em computadores. De facto, é possível pensar em quase qualquer processo ou técnica como "software" – e, portanto, parte de uma máquina.

Se ainda tiver problemas em aceitar este cenário, pode colocar a si próprio algumas questões: (1) É possível continuar a aperfeiçoar uma máquina para sempre sem que por fim se torne autónoma? (2) Mesmo se for possível, então não chegará um dia em que a máquina se tornará tão sofisticada que a sua operação estaria para além da grande maioria das pessoas com um grau de formação normal? E não conduziria isto directamente à autonomia da máquina?




Em suma

À medida que a máquina for substituindo totalmente o homem no trabalho, deixará de haver trabalhadores e, portanto, salários. Sem salários não haverá poder de compra. Sem compras não há vendas. Sem vendas não há lucros. Não havendo lucros, deixa de fazer sentido a propriedade privada dos meios de produção.

O futuro da Economia passará pela socialização dos meios de produção e das matérias-primas, pela produção completamente automatizada, e pela entrega de uma mensalidade a todas as pessoas para que possam adquirir os bens de que necessitam.

segunda-feira, outubro 03, 2016

Oliver Stone: o controlo Judeu dos Media impede o Debate Livre do Holocausto


Oliver Stone, realizador de Hollywood, afirma abertamente que o seu novo filme tem como objectivo colocar Adolfo Hitler, que ele considerou um "bode expiatório fácil" no passado, no contexto histórico devido.

O controlo Judeu dos Meios de Comunicação impede o debate livre do Holocausto, afirmou ao Sunday Times o conhecido realizador de Hollywood, acrescentando que o lobby judeu dos Estados Unidos tem vindo a controlar a política externa de Washington há anos.

Na entrevista ao Sunday Times, Oliver Stone afirmou que a opinião pública norte-americana estava focada no Holocausto como resultado da "dominação judaica dos meios de comunicação", acrescentando que o seu próximo filme tem como objetivo colocar Adolfo Hitler e o ditador soviético Joseph Estaline "no devido contexto."

"Há um grande lobby [judeu] nos Estados Unidos", disse Stone, acrescentando que "eles são trabalhadores laboriosos. É deles a última palavra, o mais poderoso lobby em Washington."

O famoso realizador de Hollywood de filmes como "Platoon" e "JFK", disse também que, enquanto "Hitler foi um Frankenstein," houve também um "Dr. Frankenstein" [o criador de Frankenstein].

"Industriais alemães, os americanos e os britânicos. Hitler teve muito apoio," afirmou Oliver Stone ao Sunday Times, acrescentando que "Hitler fez muito mais danos aos russos do que ao povo judeu, 25 ou 30 [milhões de mortos russos]."

Referindo-se à alegada influência do poderoso lobby judeu sobre a política externa dos EUA, Stone disse que Israel havia distorcido "a política externa dos Estados Unidos durante anos", acrescentando que sentia que a política dos EUA em relação ao Irão é "horrível".

"O Irão não é necessariamente o bom da fita", disse Stone, insistindo que os americanos não "conhecem a história toda."

Os comentários de Oliver Stone ao Sunday Times vêm ao encontro de anteriores observações do realizador de Hollywood em relação ao que ele considera como uma visão distorcida de personagens como Adolfo Hitler e Josef Estaline nos meios de comunicação dos EUA.

No início deste ano, Stone, falando na tournée semestral de imprensa do Television Critics Association, em Pasadena, disse que "Hitler é um bode expiatório fácil e tem sido usado profusamente ao longo da história."

"Ele [Hitler] é o produto de uma série de acções. É causa e efeito... As pessoas na América não conhecem a conexão entre a Primeira Guerra Mundial e a Segunda Guerra Mundial", disse Stone, acrescentando que através do seu documentário, ele tem sido capaz de "se colocar no papel de Estaline e no papel de Hitler para compreender os respectivos pontos de vista."

"Vamos educar as nossas mentes, liberalizá-las e alargá-las. Queremos ir além de opiniões... Atente-se no financiamento do partido Nazi. Como é que tantas empresas americanas estiveram envolvidas, desde a General Motors até à IBM. Hitler é apenas um homem que poderia ter sido facilmente assassinado", disse Stone.

quinta-feira, setembro 29, 2016

Maçonaria – a «Irmandade» que se ajuda mutuamente em segredo e cujos membros retiram enormes proveitos dessa fraterna reciprocidade de favores…



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Texto de Manuela Moura Guedes in Correio da Manhã - Quarto Poder

A Irmandade

Até podem ser pessoas que nunca brincaram em pequeninos, só que a brincadeira é levada muito a sério

Em miúda, tive alguns clubes secretos. Os ‘Camisolas Grenat’ (facilmente identificáveis) reuniam-se com palavra-passe de entrada, juramentos de sangue e tesouros escondidos, defendidos a espada, fisga ou a punho e pontapé. Foi muito divertido e salutar, mas este gosto pelo secreto e rituais tem uma fase própria na vida, de crescimento, infantil, e deve ficar por aí.

A menos que não se viva numa Democracia e que a Liberdade de expressão, associação ou reunião seja proibida. Em Democracia, não faz sentido haver sociedades secretas como a Maçonaria. Os maçons até podem ser pessoas que não brincaram em pequeninos, só que a brincadeira é levada muito a sério e mistura-se com o mundo real. Dão-se muito bem na vida, de uma forma geral. Não sei se é apenas coincidência ou se tem a ver com a fraternidade que os une e os faz ajudarem--se mutuamente nas áreas a que cada um se dedica cá fora – na Sociedade que a Maçonaria quer "mais livre, mais justa e igualitária", mas com hierarquias, graus e com dever de obediência, tal como a Irmandade funciona em secretismo. Imagine que um juiz maçon tem para julgar um arguido maçon de um grau superior. Pede escusa? Alguma vez aconteceu? Sabe-se quem são os juízes maçons? E é compatível a independência da magistratura com esta lógica de obediência maçónica?

Isto estende-se a toda a área da Justiça e a quem ocupa lugares públicos ou relevantes. Imagine um ministro maçon decidir sobre uma Parceria PP com um empresário maçon de grau superior... É estranho que quem quer o "desenvolvimento espiritual do homem" faça disso um segredo, porque é enternecedor saber que isso junta Miguel Relvas, Jorge Coelho, Abel Pinheiro, Isaltino Morais, Emídio Rangel, Rui Gomes da Silva, Almeida Ribeiro (ex-espião e assessor de Sócrates), Heitor Roma (ex-espião), António Vitorino, Henrique Monteiro (‘Expresso’), Armando Vara... alguns são maçons dessa grande loja Universalis que reúne empresários, políticos e, como na Mozart, ex-Secretas. Com tão altos desígnios, vamos dar-lhes a Luz que procuram e fazê-los declarar, como interesse, a sua dedicação maçónica. Talvez assim se livrem da fama de que a Maçonaria serve para ter poder, muito poder e dinheiro... e dar-se bem na vida!

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Henrique Neto sobre a Maçonaria e as solidariedades partidárias

Henrique Neto - "«Aquilo é uma máfia que ganhou experiência na maçonaria», acusa. «Sócrates entrou por essa via, e os outros todos. Até o Procurador-geral da República», garante. «Usa técnicas da maçonaria para controlar a verdade»." «Sócrates fala mentira» e usa «técnicas da maçonaria»


Este clip (2:20m) foi retirado do programa Plano Inclinado de 2011.02.15 onde Henrique Neto faz acusações gravíssimas que roçam a acusação de traição: