sábado, abril 25, 2009

Mais de um terço (250 mil) de todas as pessoas com mais de 65 anos que vivem em Israel são sobreviventes do Holocausto

Tatuagens do horror de Auschwitz reúnem prisioneiros dispersos


Associated Press - por ARON HELLER - 19 de Abril de 2009

Jerusalem – Como adolescentes aterrorizados há 65 anos atrás, Menachem Sholowicz e Anshel Sieradzki estiveram juntos na fila em Auschwitz, para lhes serem tatuados os números de série nos seus braços. Sholowicz foi o B-14594; Sieradzki foi o B-14595.

Os dois judeus polacos nunca se tinham encontrado, nunca se tinham falado e foram rapidamente separados. Cada um deles sobreviveu ao campo da morte nazi, foi para Israel, casou, e tornaram-se avós. Não se encontraram até há algumas semanas atrás, tendo-se encontrado por sorte através da Internet. Já tarde na vida, os dois homens falam diariamente, repentinamente parceiros que partilham os seus traumas mais escuros.

"Somos irmão de sangue", diz Sieradzki de 81 anos. "No momento em que eu encontro alguém que esteve lá comigo, que passou por aquilo que eu passei, que viu aquilo que eu vi, que sentiu aquilo que eu senti – nesse momento nós somos irmãos".

As voltas do destino não acabam aqui. Dois irmãos que estiveram com eles na fila para a tatuagem [em Auschwitz] entraram em contacto com eles assim que souberam da história.

Um dos irmãos juntou-se-lhes numa reunião no domingo no memorial do Holocausto Yad Vashem em Israel. Com lágrimas nos olhos, os três abraçaram-se calorosamente e puseram em dia as memórias dolorosas em Hebreu e em iídiche [Yiddish].

"Esta é a minha vitória", disse Sieradzki.

O encontro deu-se um dia antes de Israel assinalar o seu dia em memória às vítimas do Holocausto que começa segunda-feira feira à noite, comemorando os 6 milhões de judeus mortos na Segunda Guerra Mundial.

Os quatro sobreviventes, com números de série consecutivos, estão entre as centenas de milhares de sobreviventes que foram para Israel na altura do nascimento do estado judeu. Cerca de 250 mil estão ainda vivos em Israel, carregando as cicatrizes físicas e emocionais desse período.


[...]

(AP Photo/Sebastian Scheiner)

Os sobreviventes do Holocausto Menachem Shulovitz, de 80 anos, à direita, Anshel Szieradzki, de 81 anos, ao centro, e Yaakov Zeretzki, de 82 anos, à esquerda, mostram os números de série que lhes foram tatuados nos braços no campo de concentração de Auschwitz. Sholowicz foi o B-14594; Sieradzki foi o B-14595; Zeretzki foi o B-14597 e o seu irmão, que não se vê na foto, foi o B-14596.


***************************


Foi dito no artigo acima da Associated Press que cerca de 250 mil sobreviventes do Holocausto estão ainda vivos em Israel. A seguir, os dados populacionais de Israel em 2009 no site do U.S. Census Bureau, Population Division - International Data Base:



Consultando os dados do Departamento de Censos norte-americano relativos a Israel, pode observar-se que existem hoje 713,507 pessoas com 65 ou mais anos, a viver em Israel:

195,001 (65-69) + 174,256 (70-74) + 146,217 (75-79) + 198,033 (80+) = 713,507

A Segunda Guerra Mundial terminou em 1945, há 64 anos. Donde resulta que qualquer sobrevivente do Holocausto terá hoje de ter mais do que 64 anos. Sabendo-se que cerca de 250 mil sobreviventes do Holocausto estão ainda vivos em Israel, é forçoso concluir que mais de um terço (35%) de todas as pessoas com mais de 64 anos que vivem em Israel são sobreviventes do Holocausto:

250,000 / 713,507 = 35%



Comentário:

Com 250 mil sobreviventes do Holocausto ainda vivos em Israel, não será de estranhar que apareçam quatro antigos prisioneiros de campos de concentração com números de série tatuados consecutivos. O contrário é que seria surpreendente.

E também não será tão cedo que a Alemanha irá deixar de pagar indemnizações a Israel pelos sobreviventes do Holocausto:


Israel procura um novo acordo com a Alemanha para indemnizações do Holocausto

38 comentários:

Ana Camarra disse...

Diogo

Li este e os outros anteriores sobre a questão hungara.
Para não variar levantas questões muitissimo importantes e fazes questionar a própria história, que nos foi impigida.
A manipulação, a subsversão dos factos, o torcer da verdade são, infelizmente as formas mais banais de transvestir um facto.
Um só inocente teria sido uma vitima seria a mais, qualquer que fosse a sua nacionalidade, credo, idade, mascarar a verdade é uma coisa abjecta.

Obrigado por questionares tanto.

beijos

Diogo disse...

Ana, um inocente é sempre uma vítima a mais seja em que circunstâncias forem. Quanto a esta história está tão cheia de absurdos que julgo importante expô-los e procurar as causas que lhes deram azo. Parece que vivemos num mundo de ficção.

A notícia dos 250 mil sobreviventes do holocausto ainda vivos hoje em Israel, 64 anos depois de ter terminado a Segunda Guerra, vem praticamente em todos os jornais e televisões. Nenhum perguntou – como é possível?

Beijo

Leo Gott disse...

Não consegui entender qual a dúvida sobre 250.000 mil sobreviventes que vivem em Israel.

Diogo disse...

Leo Gott,

Num Holocausto que dizimou 6 milhões de judeus, dos quais 1 milhão eram crianças, acho demasiado existirem hoje 250 mil sobreviventes dos campos de concentração, todos com mais de 65 anos.

A não ser que consideremos um sobrevivente do Holocausto qualquer judeu que não tenha morrido num campo de concentração, tendo estado, ou não, num deles.

Filipe disse...

Não é só em Israel que ordenham a vaca sagrada do Holocau$to, isso até acontece na Alemanha:

http://globalfire.tv/nj/03en/holoindustry/holoneverhappened.htm

Diogo disse...

Já tinha lido isto, Filipe.

A indústria do holocausto é especialista em técnicas de marketing.

Leo Gott disse...

Diogo,

Num Holocausto que dizimou 6 milhões de judeus, dos quais 1 milhão eram crianças, acho demasiado existirem hoje 250 mil sobreviventes dos campos de concentração, todos com mais de 65 anos.

A não ser que consideremos um sobrevivente do Holocausto qualquer judeu que não tenha morrido num campo de concentração, tendo estado, ou não, num deles.
Não vejo nada de relevante nesta afirmação, a população judaica na Europa em 39 era em torno de 10.000.000,[b]segundo estimativas dos próprios nazistas, ver Korherr Report.[/b]

Diogo disse...

Caro Leo Gott,

Se considerarmos sobreviventes do Holocausto todos os judeus que viviam na Europa e sobreviveram à Segunda Guerra, então estou de acordo consigo.

Mas se considerássemos sobreviventes do Holocausto apenas os que estiveram em campos nazis, então não havia possibilidade nenhuma de existir tal número.

Leo Gott disse...

Diogo,

provavelmente este seu artigo deve ser para criticar as indenizações que a Alemanha paga aos sobreviventes.

Então, de acordo com a lei alemã de indenizações de 1953, e estas indenizações são pagas para quem sofreu perseguição.

Mas mesmo assim gostaria de saber da sua teoria de que "não haveria possibilidade nenhuma".

Diogo disse...

Leo Gott,

Se existem 250.000 sobreviventes em Israel (obrigatoriamente com 65 anos ou mais), e se olhar para qualquer pirâmide etária média europeia verá que esta faixa (mais de 65 anos) reflecte cerca de 25% da população. Tal significaria que 1 milhão de judeus teria sobrevivido aos campos de concentração. Isto sem contar os judeus que vivem hoje na Europa e que são 1/3 dos que vivem em hoje em Israel, e os que vivem nos EUA e que estiveram nos campos. O total de presos sobreviventes iria talvez para os dois milhões.

Se as indemnizações são para todos os que foram perseguidos (???), então que dizer dos outros europeus que foram prejudicados pelos nazis? A Holanda, a Bélgica, a França, a Áustria, a Hungria, a Polónia, a Eslováquia, a Rússia, etc, etc, etc…

Leo Gott disse...

Diogo,

segundo os censos populacionais cerca de 3.000.000 de judeus sobreviveram à perseguição e exterminío nazista.

Sobreas indenizações, segue link:
http://www.ushmm.org/assets/frg.htm

Destaque para:

A large number of people have benefited from German compensation. Although German authorities did not document the exact number of people who applied for BEG and other compensation, more than four million claims were submitted between 1953 and 1987. It is important to note this is just a very general indication of the numbers of claimants as individuals submitted multiple claims under different categories, e.g. loss of property, loss of freedom, damage to health, etc. In terms of amounts of compensation paid, the German government provided a total of more than DM 72 billion for claims settled over this time. The German Government continues to pay money for pensions awarded under the BEG.

Diogo disse...

Leo Gott,

Isso significa que todos os judeus que viviam na Europa em 1945 receberam reparações da Alemanha. E também o estado de Israel:


The agreement meant economic security for the new Zionist state, as Goldmann explained in his autobiography:

What the Luxembourg Agreement meant to Israel is for the historians of the young state to determine. That the goods Israel received from Germany were a decisive economic factor in its development is beyond doubt. I do not know what economic dangers might have threatened Israel at critical moments if it had not been for German supplies. Railways and telephones, dock installations and irrigation plants, whole areas of industry and agriculture, would not be where they are today without the reparations from Germany. And hundreds of thousands of Jewish victims of Nazism have received considerable sums under the law of restitution. [11]

Nahum Goldmann said in 1976:

the State of Israel would not have the half of its present infrastructure: every train in Israel is German, the ships are German, as well as the electricity, a large part of the industry . . . without mentioning the individual pensions paid to the survivors . . . In certain years, the amount of money received by Israel from Germany exceeds the total amount of money collected from international Jewry - two or three times as much. [12]

As a result of the West German reparations program, wrote Jewish historian Walter Laqueur:

The ships laden with German capital goods began to call at Haifa regularly and unfailingly, becoming an important - ultimately a decisive - factor in the building up of the country. Today [1965] the Israeli fleet is almost entirely "made in Germany," as are its modern railway equipment, the big steel foundry near Acre, and many other enterprises. During the 50's and early 60's about one-third of investment goods imported into Israel came from Germany . . . In addition to all this, many individual Israelis received restitution privately. [13]

It is difficult to exaggerate the impact of the program: the five power plants built and installed by West Germany between 1953 and 1956 quadrupled Israel's electric-power-generating capacity. West Germans laid 280 kilometers of giant pipelines (2.25 and 2.5 meters in diameter) for the irrigation of the Negev (which certainly helped to "make the desert bloom"). The Zionist state acquired 65 German- built ships, including four passenger vessels.

http://www.vho.org/GB/Journals/JHR/8/2/Weber243-250.html

Leo Gott disse...

Diogo,

não só judeus, leia o restante d documento.

Você não acha que destes 3.000.000 (número baixo) não poderiam ter 250.000 crianças e adolescentes?

Diogo disse...

Leo Gott,

Evidentemente que tinham. Mas só uma ínfima fracção esteve em campos de concentração nazis.

Entretanto foi o dinheiro dos sobreviventes alemães que edificou Israel.

Anónimo disse...

Agiotagem genética.

Optio

Leo Gott disse...

Diogo,

Evidentemente que tinham. Mas só uma ínfima fracção esteve em campos de concentração nazis.
Poderia postar a fonte?


Entretanto foi o dinheiro dos sobreviventes alemães que edificou Israel.
Gostaria da fonte também, tem como?

Diogo disse...

Leo Gott,

Responda-me você Gott. Existiam 10 milhões de judeus na Europa em 1939 como você disse. Os nazis exterminaram 6 milhões. Quantos dos restantes 4 milhões estiveram em campos de concentração?


Veja também cinco comentários acima:

Nahum Goldmann said in 1976:

the State of Israel would not have the half of its present infrastructure: every train in Israel is German, the ships are German, as well as the electricity, a large part of the industry . . . without mentioning the individual pensions paid to the survivors . . . In certain years, the amount of money received by Israel from Germany exceeds the total amount of money collected from international Jewry - two or three times as much. [12]

As a result of the West German reparations program, wrote Jewish historian Walter Laqueur:

The ships laden with German capital goods began to call at Haifa regularly and unfailingly, becoming an important - ultimately a decisive - factor in the building up of the country. Today [1965] the Israeli fleet is almost entirely "made in Germany," as are its modern railway equipment, the big steel foundry near Acre, and many other enterprises. During the 50's and early 60's about one-third of investment goods imported into Israel came from Germany . . . In addition to all this, many individual Israelis received restitution privately. [13]

Leo Gott disse...

Nõ, meu caro. O ônus da prova é seu, foi você qu escreveu:

"Evidentemente que tinham. Mas só uma ínfima fracção esteve em campos de concentração nazis."

Portanto, cabe-te dizer.

Obrigado pelas outras fontes.

Leo Gott disse...

Sobre as fontes. Poderia me dizer porque só se encontra estas citações em artigos de "revisionistas", como Zündel, Faurisson, Mark Weber?

Não teria você as fontes primárias destas citações?

Grato.

Diogo disse...

Mais bien sûr, monsieur Leo Gott,

Le voilà l'article au Nouvel Observateur du 25 au 29 octobre 1976:

http://referentiel.nouvelobs.com/archives_pdf/OBS0624_19761025/OBS0624_19761025_122.pdf

"Sans les reparations allemandes, qui ont commence à intervenir au cours des dix premieres annees d'existence de l'Etat,. Israël n'aurait pas la moitie de son infrastructure actuelle : tous les trains en Israël sont allemands, les bateaux sont allemands, ainsi que l´electricite, une grande part de l'industrie... sans même parler des pensions individuelles versees aux survivants."

"Aujourd'hui, Israël reçoit encore, annuellement, des centaines de millions de dollars en monnaie allemande."


Magnifique n'est pas, mon chér Gott?

Vous comprenez le français, je crois?

Leo Gott disse...

Diogo,

se você puder traduzir para o português eu agradeço, meu francês não é dos melhores, diria que é fraco.

Provavelmente você não terá dificuldades para a tradução, visto que me parece bem fluente.

Leo Gott disse...

Também tive dificuldades para acessar o arquivo, resposta do servidor:


Esta página da web não está disponível.

A página da web em http://referentiel.nouvelobs.com/archives_pdf/OBS0624_19761025/OBS0624_19761025_122.pdf pode estar temporariamente indisponível ou pode ter sido movida permanentemente para um novo endereço da web.

Diogo disse...

Tout de suite, mon cher Gott.

Sem as reparações alemãs, que começaram a fazer-se sentir durante os primeiros dez anos da existência do Estado, Israel não teria metade das suas infra-estruturas actuais, todos os comboios em Israel são alemães, os barcos são alemães, assim como a electricidade, uma grande parte da indústria… já sem falar das pensões individuais pagas as sobreviventes.

Hoje (1976), Israel recebe ainda, anualmente, centenas de milhões de dólares em moeda alemã.


Quanto ao link, vá ao Google e faça:

"nouvel observateur"

Seleccione o 1º - Le Nouvel Observateur


Em rechercher - Mots-Clés,

ponha: allemands réparations


Faça Trier par date


e nos resultados procure a data
25/10/1976

Filipe disse...

Se me permitem, a coisa não se fica por aí: os EUA deram AINDA MAIS dinheiro a Israel (além é claro de armamento), do que a própria Alemanha. Salvo erro, passa de 100 Biliões.

E chegou a ser denunciado, que o dinheiro que supostamente ia para sobreviventes, na realidade ia para armamento. Claro que surgiram logo os apologistas, "e como é que Israel se havia de defender??"

Estranhamente, nunca explicam porque é que se foram colocar justamente entre inimigos...

Diogo disse...

Filipe, Israel foi ali criado para estar próximo dos campos petrolíferos do Médio Oriente e para controlar o Canal do Suez.



Nalguns aspectos claramente demarcados, o actual apoio dos Estados Unidos ao governo israelita corresponde aos interesses próprios americanos. Numa região onde o nacionalismo árabe pode ameaçar o controle de petróleo pelos americanos assim como outros interesses estratégicos, Israel tem desempenhado um papel fundamental evitando vitórias de movimentos árabes, não apenas na Palestina como também no Líbano e na Jordânia. Israel manteve a Síria, com o seu governo nacionalista que já foi aliado da União Soviética, sob controlo, e a força aérea israelita é preponderante na região.

Como foi descrito por um analista israelita durante o escândalo Irão-Contras, onde Israel teve um papel crucial como intermediário, "É como se Israel se tivesse tornado noutra agência federal [americana], uma que é conveniente utilizar quando se quer algo feito sem muito barulho."

O ex-ministro de Estado americano, Alexander Haig, descreveu Israel como o maior e o único porta-aviões americano que é impossível afundar.

O alto nível continuado de ajuda dos EUA a Israel deriva menos da preocupação pela sobrevivência de Israel mas antes do desejo de que Israel continue o seu domínio político sobre os Palestinianos e que mantenha o seu domínio militar da região.

Na realidade, um Estado israelita em constante pé de guerra - tecnologicamente sofisticado e militarmente avançado, mas com uma economia dependente dos Estados Unidos - está muito mais disposto a executar operações que outros aliados considerariam inaceitáveis, do que um Estado Israelita que estivesse em paz com os seus vizinhos.

Israel recebe actualmente três mil milhões de dólares por ano em ajuda militar dos Estados Unidos.



Israel is also a weapon of American imperialism, which seeks to dominate the oil-rich, strategically important Middle East. Hence the US provides more aid to Israel than any other country, ensuring that Israel has easily the region's strongest military capability. In the words of one former US General, America's investment in Israel provides it with an "unsinkable aircraft carrier", and is "worth five CIAs".

Filipe disse...

Sim Diogo, para não falar na Mossad, que dá um jeitaço. Mas o que mais impressiona, é o sucesso da propaganda americana, sobre os seus próprios cidadãos.

Já tive discussões com americanos, que juravam a pés juntos que a protecção a Israel era apenas por serem os "good guys", um povo perseguido, etc. Ou seja, como se o Uncle Sam fosse o Pai Natal lá do sítio, sempre pronto para corrigir injustiças e apoiar os mais fracos. (Israel o mais fraco... pois)

Outros, menos ingénuos, admitem o interesse mútuo. Mas há ainda um terceiro tipo, de que já me apercebi: os americanos que sentem que são o "otário" do negócio, e que dão mais do que recebem. O que está, é claro, relacionado com a força do lobby judaico nos EUA, que já ninguém finge ignorar.

Mas o povo americano, engole mesmo qualquer coisa. Basta ver as cruzadas dos caceteiros da ADL, pelos motivos mais absurdos (a última foi por dizerem que o Maddoff é judeu), e aparecem logo os patetas PC do costume, a bater palmas.

Leo Gott disse...

Haja TDC...putz!!

Voltando ao assunto.

Diogo, conseguiu a fonte para a quantidade de internos em campos de concentração?

Diogo disse...

Leo Gott,

Limitei-me a fazer contas de cabeça.

Existiam 10 milhões de judeus na Europa em 1939, como você disse.

Os nazis exterminaram 6 milhões.

Houve muitos judeus que fugiram para os EUA e Israel.

Outros, que ficaram, nunca foram presos pelos nazis

Quantos dos restantes estiveram em campos de concentração?

Você sabe a resposta?

Leo Gott disse...

Diogo,

Limitei-me a fazer contas de cabeça.Então não possui a fonte para afirmar o que afirmou, devemos acreditar em "suas contas de cabeça"?

Existiam 10 milhões de judeus na Europa em 1939, como você disse.Estimados.

Os nazis xterminaram 6 milhões. Também é outra estimativa.

Houve muitos judeus que fugiram para os EUA e Israel.Você diz quando, antes ou depois da guerra?

Outros, que ficaram, nunca foram presos pelos nazisCom certeza, mas isso quer dizer exatamente o que?

Quantos dos restantes estiveram em campos de concentração?Não existem estudos "revisionistas" para isto não?

Você sabe a resposta?Pode-se fazer uma pesquisa para chegar a tais números, o que você não pode é duvidar de um número só baseando em suas "contas de cabeça", isso é dogma.

A página em inglês da Wikipedia tem uma estimativa, por ela suas contas e consequentemente o seu artigo vão para a "sanita" como vocês dizem aí em Portugal: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Nazi-German_concentration_camps

Diogo disse...

Leo Gott,

Duvidar de um número que ninguém conhece e que ninguém pode provar, não é dogma. Dogma é acreditar piamente nele.


No link que deixou, está isto:

It has been estimated that 15,000 extermination and concentration camps were established in the Nazi German occupied countries, not including small camps created ad hoc for the local population. [1] Most of these camps were destroyed.

Este número - 15,000 extermination and concentration camps, por exemplo, também me deixa dúvidas.

Leo Gott disse...

Diogo,

Duvidar de um número que ninguém conhece e que ninguém pode provar, não é dogma. Dogma é acreditar piamente nele.
Realmente você tem razão, a palavra correta pra escrever "números de cabeça" pra assim demonstrar para o público o que você ACHA que é não é dogma não, é MÁ-FÉ mesmo.



It has been estimated that 15,000 extermination and concentration camps were established in the Nazi German occupied countries, not including small camps created ad hoc for the local population. [1] Most of these camps were destroyed.

Este número - 15,000 extermination and concentration camps, por exemplo, também me deixa dúvidas.

Também tenho dúvidas, se quiser pesquisar à fundo, fique à vontade, a fonte primária da citação é este arquivo:


http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/cclist.html

Diogo disse...

Leo Gott,

«se quiser pesquisar à fundo, fique à vontade, a fonte primária da citação é este arquivo: http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/cclist.html»


Você não arranja um site menos parcial sobre este assunto?

Leo Gott disse...

Diogo,

Você não arranja um site menos parcial sobre este assunto?
Você pelo menos leu antes de falar que o site é parcial? Eu apenas te indiquei a fonte primária da citação da Wikipedia, iss não quer dizer que o link é a fonte primária, entendeu?

Diogo disse...

Caro Gott, fui ver o link.

Por este critério, qualquer sítio onde houvesse um prisioneiro dos nazis, fosse uma fábrica, uma cela ou uma plantação de batatas, era considerado um campo de concentração.

Mas recordo-lhe que você pede-me sempre sites não negacionistas. Eu peço-lhe sites não exterminacionistas.

Leo Gott disse...

Diogo,


Por este critério, qualquer sítio onde houvesse um prisioneiro dos nazis, fosse uma fábrica, uma cela ou uma plantação de batatas, era considerado um campo de concentração.
Tem algum campo listado lá que seria "uma cela ou uma plantação de batatas"?



Mas recordo-lhe que você pede-me sempre sites não negacionistas. Eu peço-lhe sites não exterminacionistas.
Gostaria que me recordasse onde eu solicitei sites não negacionistas. A matéria do jornal francês eu pedi a fonte primária da citação "revisionista", e o jornal também não era a fonte primária de tal citação. Isso se deve ao fato de que várias citações que os "revisionistas" apresentam estarem fora de contexto ou com utilização de 'quote-mining'.

Diogo disse...

Leo Gott,

Não apenas lhe dei o link do Nouvel Observateur onde está a entrevista, como fiz os downloads dos PDFs das várias páginas do artigo e tenciono postá-lo na totalidade. É extraordinária a forma como os sionistas têm sugado a Alemanha durante estes anos todos.

Anónimo disse...

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