quinta-feira, setembro 12, 2019

É a temperatura que comanda o CO2 e não o inverso. O ar capturado nos núcleos de gelo da Antártida que revelam a composição da atmosfera no último meio milhão de anos é taxativo: existe uma diferença de cerca de 800 anos entre as mudanças de temperatura e as quantidades de Dióxido de Carbono (CO2) na atmosfera.

joannenova - Na década de 1990, as bolhas de ar dos núcleos de gelo recolhidos em Vostok na Antártida mostraram que, ao longo dos anos, quando havia mudanças de temperatura havia também mudanças na quantidade de Dióxido de Carbono (CO2) no mesmo sentido. Ou seja, quando a temperatura subia, a quantidade de CO2 aumentava. Se a temperatura descia, a quantidade de CO2 diminuía.

Mas em 2003 chegaram novos dados e ficou claro que o Dióxido de Carbono (CO2) só aumentava depois do aumento da temperatura. Descobriu-se que, após o aumento da temperatura, são necessários, em média, 800 anos para o Dióxido de Carbono começar a aumentar e vice-versa. O extraordinário é que este desfasamento é aceite com toda a naturalidade pelos climatologistas, mas praticamente desconhecido fora desses círculos. O fato de serem as alterações da temperatura a provocar alterações no Dióxido de Carbono não é controverso.

No gráfico seguinte, executado com base nos núcleos de gelos (Ice Cores) de Vostok, que abarca um período de 50 mil anos (de -150.000 anos até -100.000 anos antes da actualidade), é fácil observar o desfasamento (de cerca de 800 anos) entre as variações da temperatura e as do Dióxido de Carbono. Tanto nas subidas como nas descidas, a temperatura (a azul) surge à esquerda do CO2 (a laranja), o que significa que a mudança da temperatura precede a mudança da quantidade do CO2. É a temperatura que comanda a quantidade de Dióxido de Carbono (CO2) na atmosfera:


terça-feira, setembro 10, 2019

Maurice Strong – o pai do Aquecimento Global e promotor do colapso da civilização industrial (Agenda 21)

Poucos conhecem as origens políticas e até geopolíticas das teorias do Aquecimento Global. Como é que vieram à baila? As chamadas Mudanças Climáticas, também conhecidas como Aquecimento Global, é uma agenda de desindustrialização neo-malthusiana, originalmente desenvolvida por círculos em torno das famílias mais abastadas do planeta.

A teoria neo-malthusiana (actualização da Teoria de Thomas Malthus), explica o subdesenvolvimento e a pobreza pelo crescimento populacional. Para os neomalthusianos, uma população numerosa é um obstáculo ao desenvolvimento, e leva ao esgotamento dos recursos naturais, ao desemprego, e à pobreza.

Um dos principais organizadores da agenda do "crescimento zero" foi um amigo de longa data de David Rockefeller, um canadiano ligado ao petróleo chamado Maurice Strong. Strong foi um dos primeiros propagadores da teoria cientificamente infundada de que as emissões provocadas pelo homem através dos veículos de transporte, centrais de carvão e agricultura causaram um dramático e acelerado aumento da temperatura global que ameaça a civilização, o chamado Aquecimento Global.



Maurice Strong

Co-fundador do Clube de Roma, o Dr. Alexander King admitiu a fraude no seu livro - «A Primeira Revolução Global». Ele declarou: 'Ao procurar um inimigo, tivemos a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome e coisas semelhantes satisfariam os requisitos ... Todos esses perigos são causados pela intervenção humana ... O inimigo real é, portanto, a própria humanidade.

Como presidente da Conferência de Estocolmo da ONU, no Dia da Terra de 1972, Maurice Strong promoveu uma agenda de redução da população e redução dos padrões de vida em todo o mundo para 'salvar o meio ambiente'. Alguns anos depois, o mesmo Strong reafirmou sua postura radical de ecologista: 'Não será a única esperança de [salvar] o planeta que as civilizações industrializadas colapsem? Não será nossa responsabilidade fazer com que isso aconteça [provocar esse colapso]?



O colapso as civilizações industrializadas

Após a Cúpula da Terra, Maurice Strong foi nomeado Secretário Geral Adjunto das Nações Unidas e Conselheiro Chefe de Política de Kofi Annan. Ele foi o principal arquiteto do Protocolo de Kyoto de 1997-2005 que declarou que o Aquecimento Global causado pelo homem, de acordo com o 'consenso', era real e que era 'extremamente provável' que as emissões de CO2 causadas pelo homem fossem a sua causa predominante.

Em 1988, Strong foi fundamental na criação do IPCC da ONU e, mais tarde, na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, na Cúpula da Terra - Rio 92 que ele presidiu e que aprovou a sua Agenda 21 globalista da ONU.

O IPCC da ONU e sua agenda de aquecimento global são um projeto político e não científico. O relatório mais recente é, como os anteriores, baseado em falsa ciência e fraude total. O professor do MIT Richard S Lindzen, Num discurso recente, criticou políticos e ativistas que alegam 'a ciência está resolvida' e exigem 'mudanças sem precedentes em todos os aspectos da sociedade'. Ele observou que era totalmente implausível para um “sistema multifator” tão complexo como o clima ser conduzido apenas por uma variável – o Dióxido de Carbono (CO2). Lindzen descreveu como 'uma conjectura implausível apoiada por evidências falsas, repetidas incessantemente, se tornou “conhecimento”, usado para promover o desmoronar da civilização industrial’.


Professor do MIT - Richard S. Lindzen

quinta-feira, agosto 29, 2019

Oliveira e Costa - um ladrão de primeira água

Texto de Paulo de Morais:


CONDENADO a 14 anos de cadeia, na sequência da falência fraudulenta do BPN (Banco Português de Negócios), há já mais de dez anos, Oliveira e Costa ... ESTÁ DE FÉRIAS, NÃO FOI AINDA PRESO!!! Nem devolveu um único euro do prejuízo que a burla que dirigiu custou aos portugueses: sete mil milhões (7 000 000 000). Oliveira e Costa presidiu ao BPN, responsável pela "maior burla da história da Justiça portuguesa julgada até ao momento".

Continua (e continuará?) tranquilamente a gozar a sua vida, mantém todos os seus privilégios. Entretanto, há dois milhões de PORTUGUESES POBRES, que continuam A PAGAR a factura das burlas de Oliveira e Costa & amigos.

Oliveira e Costa é intocável. Ele e alguns outros. Com este e outros exemplos, comprova-se que Portugal nem sequer já é um Estado de Direito e, por isso, nem tão-pouco é um Estado democrático!

segunda-feira, junho 03, 2019

Portugueses – Populistas ou adeptos da Democracia Directa?

A SIC/Expresso publicou há dois dias uma sondagem - «Os portugueses e o populismo» (levada a cabo pelo ICS/ISCTE), na qual quis saber até que ponto os portugueses são populistas. A SIC/Expresso definiu como Populista "alguém que considera que a sociedade está dividida apenas em dois campos, o povo, visto como puro, e a elite, vista como corrupta ou incapaz".

A SIC/Expresso, com esta sondagem, e atribuindo um sentido pejorativo ao termo Populista, pretendeu dar a entender que os portugueses se estavam a inclinar crescentemente para regimes de Extrema-Direita ou Extrema-Esquerda. No entanto, o que o teor das respostas à sondagem parece indicar é que os portugueses ambicionam cada vez mais uma Democracia Directa:



quinta-feira, janeiro 24, 2019

Os governos não mandam no mundo, o banco Goldman Sachs manda no mundo

Jornal Económico - Rui Barroso - 21/10/2011

Afinal, o Goldman Sachs manda no mundo?

"Sou um banqueiro a fazer o trabalho de Deus". É a forma como o presidente do maior banco de investimento do mundo vê a sua missão no comando do Goldman Sachs. Mas na opinião de um número cada vez maior de pessoas, o "trabalho de Deus" do Goldman Sachs é a encarnação do lado negro da força em Wall Street. E há até quem defenda que é este banco que manda no mundo e não os governos.

"Eu concordo com a tese de que os bancos, e especialmente o Goldman Sachs, se tornaram demasiado poderosos na medida em que influenciam a nossa política, a nossa economia e a nossa cultura", referiu o autor de "Money & Power: How Goldman Sachs Came to Rule the World", William D. Cohan, ao Outlook. E o poder do Goldman Sachs nos centros de decisão política até lhe valeu a alcunha, dada por banqueiros concorrentes, de Government Sachs. O banco liderado por Lloyd Blankfein conta com um exército de antigos funcionários em alguns dos cargos políticos e económicos mais sensíveis no mundo. E o inverso também acontece, o recrutamento de colaboradores que já desempenharam cargos de decisão.

Alessio Rastani transformou-se num fenómeno. O 'trader' em 'part-time' surpreendeu tudo e todos numa entrevista à BBC. Além de vários cenários catastrofistas sobre a crise, Rastani defendeu que "este não é o momento para pensar que os governos irão resolver as coisas. Os governos não mandam no mundo, o Goldman Sachs manda no mundo" […].

[...] "Os governos dependem dos bancos, os bancos dependem dos governos. A relação é tão cinzenta e quem controla quem? Quem é o marionetista e quem é a marioneta? As pessoas podem ter as suas ideias sobre isto. Eu apenas expressei a minha perspectiva", disse.

[...] Matt Taibbi [jornalista da "Rolling Stone"] descreveu o Goldman como um "grande vampiro" que se alimenta da humanidade, com um apetite sanguinário implacável por tudo o que envolva dinheiro.

terça-feira, janeiro 22, 2019

Para que o programa «Quadratura do Círculo» se torne numa perfeita reunião do conselho de administração da Mota-Engil, só falta a presença de António Mota (dono da Mota-Engil), em substituição de Pacheco Pereira…

Paulo de Morais (19/01/2019)

QUADRATURA DO CÍRCULO: é um programa de propaganda, disfarçada de debate, em que dois administradores da Mota-Engil (Jorge Coelho e Lobo Xavier) tentam convencer os espectadores de que "O que é bom para a Mota-Engil é bom para Portugal". Nesse triste papel, defendem obras públicas megalómanas, aeroportos e portos mal concessionados, bajulação ao Presidente de Angola, etc.).

Pacheco Pereira - intelectual de respeito, serve para mascarar o programa com alguma credibilidade - nunca entendi porquê!

O programa vai acabar na SIC, por falta de audiência. Mas parece que vai para a RTP. Doravante, serão os dinheiros públicos a pagar a propaganda da Mota-Engil. Tirem-nos deste inferno!!!

sexta-feira, janeiro 18, 2019

O misterioso e prolongado sucesso da minoria judaica na Alemanha

O historiador britânico Sir Arthur Wynne Morgan Bryant (na foto ao lado), (18/2/1899 – 22/1/1985), no seu livro Unfinished Victory [1940 - Vitória Incompleta], descreve o poder judaico na Alemanha entre as duas Guerras Mundiais (pp. 136-144):

"Foram os judeus com as suas ligações internacionais e o seu talento hereditário para a finança que melhor foram capazes de aproveitar estas oportunidades. Fizeram-no com tal sucesso que, mesmo em novembro de 1938, depois de cinco anos de legislação antissemita e perseguição, eram ainda donos, segundo o correspondente da Times em Berlim, de qualquer coisa como um terço da propriedade imobiliária do Reich. A maior parte dela caiu-lhes nas mãos durante a inflação. […] Os judeus obtiveram uma formidável ascendência na política, nos negócios e nas profissões académicas, não obstante constituírem menos de um por cento da população

Os bancos, incluindo o Reichsbank [Banco Central Alemão] e os grandes bancos privados, eram praticamente controlados por eles. Assim como o negócio das editoras, o cinema, os teatros e grande parte da imprensa, de facto, todos os meios que formam a opinião pública num país civilizado. O maior jornal do país com uma circulação diária de quatro milhões de unidades era um monopólio judeu. 

De ano para ano era cada vez mais difícil a um gentio (não-judeu) aceder ou manter-se nalguma profissão privilegiada. Nesta altura não eram os 'Arianos' que praticavam discriminação racial. Era uma discriminação que funcionava sem violência. Era exercida por uma minoria contra uma maioria. Não havia perseguição, apenas eliminação. Era o contraste entre a riqueza desfrutada e faustosamente ostentada por estranhos de gostos cosmopolitas, e a pobreza e a miséria dos alemães nativos, que tornou o antissemitismo tão perigoso e uma força ameaçadora na nova Europa."

quarta-feira, janeiro 16, 2019

A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar

Paulo de Morais, professor universitário - Correio da Manhã (19/6/2012):

[...] "Estas situações de favorecimento ao sector financeiro só são possíveis porque os banqueiros dominam a vida política em Portugal. É da banca privada que saem muitos dos destacados políticos, ministros e deputados. E é também nos bancos que se asilam muitos ex-políticos."

[...] "Com estas artimanhas, os banqueiros dominam a vida política, garantem cumplicidade de governos, neutralizam a regulação. Têm o caminho livre para sugar os parcos recursos que restam. Já não são banqueiros, parecem gangsters, ou seja, banksters."


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Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada", ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar:

* Se uma mulher crava uma faca na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, essa mulher está a utilizar a violência de uma forma justa;

* Se um homem abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e ameaça assassinar-lhe a família, esse homem está a utilizar a violência de uma forma justa;

* Se os habitantes de um bairro nova-iorquino se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;

* Se um povo utilizar a violência para se libertar da Máfia do Dinheiro, acolitada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos descomunais destroem famílias, empresas e a economia de um país inteiro, esse povo está a utilizar a violência de uma forma justa.

segunda-feira, janeiro 14, 2019

Para que bolsos irão parar os 4 mil milhões de euros inscritos no Orçamento de Estado de 2019 como "ações e outras participações" – uma subrubrica das despesas excecionais?

Semanário SOL: A Associação Frente Cívica, presidida por Paulo Morais, quer que o governo explique qual será a aplicação de uma verba de 4 mil milhões de euros inscrita no Orçamento de Estado de 2019 como "ações e outras participações" – uma subrubrica das despesas excecionais.

"Um valor desta dimensão, que representa 5% do OE, exigiria uma cabal explicação da sua aplicação", diz a associação, recordando que o valor representa quase o dobro do que o Estado prevê gastar em Segurança Interna, quase dois terços da despesa em Educação ou quase três vezes mais do que a verba da Justiça.

Num comunicado enviado às redações, assinado por Paulo Morais, é ainda possível ler: "Apesar do OE ter sido apresentado a 15 de Outubro pelo Governo e aprovado pelo Parlamento a 29 de Novembro - tendo sido posteriormente promulgado em Dezembro pela Presidência da República - ainda não houve qualquer esclarecimento por parte dos responsáveis políticos sobre este assunto, mantendo-se assim um manto de opacidade sobre todo o documento".

A terminar, a associação justifica este pedido de esclarecimentos com a necessidade de uma maior transparência. "Assim, e depois de ter consultado alguns especialistas no assunto que igualmente não conseguiram clarificar a aplicação desta verba, a Frente Cívica, em nome da transparência, exige que seja cabalmente esclarecido (pelo Governo, pelo Parlamento ou pelo Presidente) o destino deste montante de mais de quatro mil milhões inscrito no Orçamento de Estado de 2019", refere o comunicado.