Os demónios da moda são os Negacionistas. Ciência significa conhecimento. Lida com racionalidade e estatísticas, lida com probabilidades e incerteza, implica tentativa e erro. É algo bem distinto de verdade e certeza. Todas as ideias devem ser testadas e estar sujeitas ao escrutínio rigoroso e estruturado da comunidade.
Mas o que vemos é que a qualquer “se” que se levante/questione, logo o rótulo de negacionista lhe cai em cima… Conhecíamos bem a qualificação no âmbito das alterações climáticas. Agora, estende-se à pandemia e, aos poucos, a tudo o que é assunto. Mas o que é um negacionista? Supostamente alguém que não acredite que o clima mude, ou que o coronavírus seja real, certo? Errado. Qualquer dúvida ou ceticismo é imediatamente apelidada de negacionismo.
Este extremismo à volta de consensos, sob o disfarce de “boa ciência”, é mais propaganda que outra coisa. O objetivo é insultar, intimidar, desacreditar qualquer ponto de vista oposto: quem não concorda com a maioria, é maluco, terraplanista, etc. Esta é, portanto, ela própria uma posição anticientífica.
E é no campo político que o termo se vai vulgarizando. Libertar presos, semáforos nas praias ou obrigatoriedade de máscara na via pública, subsidiar energias, taxar, proibir… é política, não é ciência. Na polarizada sociedade atual, de nós contra os outros, os seguidistas de uma fação logo disparam: anticientífico, ignorante, perigoso, disparatado, interesseiro… enfim, um negacionista, esse bandalho. Afinal, eles “seguem a ciência”, como se a ciência não servisse de desculpa para tudo ou o seu contrário, com muitos episódios negros ao longo da história.
Para quem as suas agendas são tão importantes que não se permitem a que os factos falem por si, troca-se a discussão de ideias para a discussão de pessoas: é criticar os dados da DGS que não é patriótico, criticar o Governo uma campanha contra o país, é quem se indignar com a vacinação que é eleitor do Chega, é o dedo em riste contra figuras como a Joana Amaral Dias ou a Raquel Varela ou o João Miguel Tavares, são as ofensas nas redes sociais, os pedidos em grupos para banir divergentes, médicos a quererem denunciar e censurar colegas, etc.
É facílimo mostrar que exemplos de restrições à liberdade muito inferiores levaram a resultados similares, melhores ou muito melhores em contágios e mortos (da Suécia à Dinamarca, da Flórida a Madrid).
O único “argumento” dos “confinamentistas” é o medo. O medo fechou-lhes as cabeças à realidade, aos factos, a um soprozinho de dúvida, até. Mas eles não chamam medo ao medo: chamam-lhe ciência. O engraçado, se conseguirmos encontrar piada em alucinações colectivas, é que a “ciência” em questão tem muito pouco de científica. Na verdade, resume-se à informação tosca e aldrabada que uns estagiários de jornalismo difundem nos telejornais e à opinião de “especialistas”, no caso sujeitos conhecidos por nunca acertarem nas previsões e acertarem sempre naquilo que o governo quer ouvir.
O medo, ou a “ciência” (não se riam, por favor, que isto é patológico), tolheu as pessoas de tal maneira que lhes é absolutamente impossível abdicar das suas certezas, ou no mínimo abalá-las um pedacinho. É facílimo demonstrar, porque é verdade, que o Natal pouco teve a ver com o apogeu de infectados mais de um mês depois (a menos que o grau de virulência andasse entorpecido com as compotas natalícias). É facílimo demonstrar, porque é verdade, que o número de casos diários de Covid começou a cair antes de as medidas do confinamento terem produzido efeitos (a menos que a clausura possua faculdades retroactivas). É facílimo demonstrar, porque é verdade, que exemplos de restrições à liberdade muito inferiores levaram a resultados similares, melhores ou muito melhores em matéria de contágios e mortos (da Suécia à Dinamarca, da Flórida a Madrid). É facílimo demonstrar, porque é verdade, que, ainda que o confinamento fosse a única “solução”, o respectivo custo é intolerável nuns países e suportável noutros (por regra, os que não são tão exóticos ou socialistas).
Estranhamente, não vale a pena. Incontestável ou intrigante que seja, nenhuma informação “heterodoxa” penetra o cocuruto daqueles que, aterrorizados, se fecharam em casa por tempo indeterminado. Note-se que não falo dos empregaditos a soldo do poder. Nem dos devotos do PS. Nem dos calões com salário garantido enquanto contemplam as misérias da Netflix ou vagueiam no supermercado. Nem dos cretinos que recomendam prisão domiciliária para todos excepto para eles. Estes obedecem a ordens ou à fé ou à preguiça ou à hipocrisia, o que de algum modo é racional. Irracional é interromper a vida por causa de um vírus que, sozinho, não causa uma fracção dos danos mentais, sociais, económicos e sanitários causados pelo medo.
De onde vem o medo? Parece que da amígdala cerebelosa. E sobretudo dos noticiários que, reverentes para com o governo, teimam em condicionar comportamentos em vez de fazer jornalismo. E porque é que interessa ao governo a difusão do medo? Em primeiro lugar, porque é um apetite que corre no sangue dos medíocres: para o bem e para o mal, líderes a sério empolgam as massas; líderes de fancaria tendem a enxovalhá-las. Em segundo lugar, porque trancar à bruta a população saudável é mais simples do que proteger velhos e doentes, testar, rastrear, isolar sintomáticos, em suma executar tarefas excessivamente complexas para os laparotos que nos pastoreiam. Em terceiro lugar, porque um eleitorado obsessivamente angustiado com a Covid deixa o caminho livre aos maiores infames e às maiores infâmias, do “investimento” na TAP ao preço dos combustíveis, das expropriações francas ao controlo da internet, das trapaças na Justiça ao pandemónio no ensino, do saque fiscal ao regabofe da “bazuca”, dos abusos do cidadão aos atropelamentos da outrora sacrossanta Constituição. Por fim, porque nenhum socialista autêntico desperdiçaria a oportunidade de aumentar a dependência do Estado a “pretexto” da famosa pandemia.
Na ausência deste desvairado medo, sociedade nenhuma deixaria impunes governantes do gabarito dos nossos, candidatos a ser corridos por inépcia e julgados por crimes de gravidade sortida. Na presença do medo, a sociedade renuncia ao lazer, ao espaço público, ao contacto com familiares e amigos, àquilo que afinal define homens e mulheres inteiros, por contraponto a serventes voluntários, em fila para se entregarem aos seus carrascos, aos quais tudo permitem. É uma situação favorável a “autoridades” sem escrúpulos. Não admira que as “autoridades” alimentem o medo, e o mantenham vivo através de incessantes ameaças: as festas, os ajuntamentos, as estirpes, as vagas, as curvas, os índices e o diabo a quatro ou a cinco, numa espiral de loucura geral que só terminará no mítico dia em que os portugueses deixem de morrer “de” ou “com” Covid – mítico no sentido de imaginário, ou de um gigantesco logro.
É verdade que o governo, sob o baixíssimo patrocínio de Sua Excelência, o Presidente da República Popular, trata os cidadãos como crianças. Porém, é o dilema do ovo e da galinha: os cidadãos querem um tratamento assim. Aterrorizados com as lendas do Papão, imploram ao governo por protecção. Um erro básico, um erro trágico. Mesmo que a protecção existisse (não existe), os cidadãos não precisam de que o governo os proteja: precisam de ser protegidos do governo, tarefa que não compete a ninguém excepto aos próprios. Até ao momento em que será demasiado tarde, e a subjugação demasiado brutal para recuar. Se insistem em ter medo, tenham medo disso.
O falecido Mário Soares, pessoa por quem eu nutria simpatia nenhuma, era um indivíduo que sabia bem como funcionam os meios de comunicação. Em 27/04/2009, o ex-presidente afirmou no programa Prós e Contras: «Toda a comunicação social está concentrada nas mãos de meia dúzia de grupos económicos». Isto diz-nos tudo sobre as “verdades” que nos são marteladas incessantemente por jornalistas e comentadores…
Mário Soares: [...] E realmente isso mostra que há aí um conúbio... nem é com os jornalistas em si, mas com os diretores. Uma das coisas que sucedeu é que formar um jornal, que era fácil logo a seguir ao 25 de Abril, não era difícil, formava-se um jornal, quatro jornalistas e tal, o papel, tudo aquilo era fácil de conseguir. Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas.
Fátima Campos Ferreira: Grupos económicos, é?
Mário Soares: Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas exceções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.
Fátima Campos Ferreira: Sr. Dr., mas então onde fica aí a liberdade de expressão?
Mário Soares:Fica mal, como nós sabemos. Evidentemente que os jornais e os jornalistas e mesmo as televisões têm o cuidado de pôr umas florzinhas para um artigo ou outro. Uma vinda à televisão ou outra, etc., para disfarçar um pouco as coisas, mas não é isso o normal. Se a senhora se der ao trabalho, como eu tenho feito, de apreciar o que é, de uma maneira objetiva e isenta, a comunicação social, e como todos se repetem, ou quase todos os grupos se repetem a dizer as mesmas coisas, uns piores que outros, outros melhores, outros mais... mas todos se repetem, incluindo a televisão oficial, bem, a senhora perceberá...
Muitos de nós temos
amigos ou familiares que planeiam tomar a vacina. Talvez eles acreditem
realmente que estão em perigo. Talvez pensem que é melhor prevenir do que
remediar. Talvez só queiram poder ir a um bar ou andar de avião novamente.
Se conhece alguém que
está a planear ser vacinado contra a Covid-19, faça-lhe estas cinco perguntas.
Certifique-se de que eles entendam exatamente o que se lhes está a pedir.
1. VOCÊ SABIA QUE NUNCA FORAM
DESENVOLVIDAS VACINAS BEM-SUCEDIDAS CONTRA QUALQUER CORONAVÍRUS?
Os cientistas vêm
tentando desenvolver uma vacina contra a SARS e o MERS há anos, sem qualquer
resultado. Na verdade, algumas das vacinas contra a SARS que falharam causaram
hipersensibilidade ao vírus da SARS. O que significa que ratos vacinados apanharam
a doença de forma potencialmente mais grave do que ratos não vacinados.
2. VOCÊ SABIA QUE PARA
DESENVOLVER COMPLETAMENTE UMA VACINA GERALMENTE
LEVA DE 5 A 10 ANOS?
O desenvolvimento de uma vacina
é um processo lento e trabalhoso. Normalmente, desde a fase de desenvolvimento
até o teste final e a aprovação para uso público, leva muitos anos. As várias
vacinas para a Covid-19 foram desenvolvidas e aprovadas em menos de um ano.
Embora a comunicação
social seja rápida a oferecer toneladas de guias "explicativos", que citam "previsão, trabalho árduo e sorte" como as razões pelas quais foi possível obter uma
vacina contra a Covid-19 tão rapidamente, todos eles omitem informações
importantes.
Nomeadamente, nenhuma das
vacinas foi ainda submetida a ensaios adequados. Muitos deles passaram
completamente por cima dos testes em estágio inicial, e os testes em humanos em
estágio final não foram escrutinados por nenhuma entidade. Os dados dos testes não
foram divulgados e os testes não serão concluídos até 2023 ou foram abandonados
após “efeitos adversos graves.
3. VOCÊ SABIA QUE A “VACINA”
PARA A COVID É BASEADA EM NOVA TECNOLOGIA, QUE NUNCA FOI APROVADA ANTES PARA
USO EM HUMANOS?
Enquanto as vacinas
tradicionais funcionam expondo o corpo a um agente patogénico enfraquecido do
microrganismo responsável por causar a doença, estas novas vacinas Covid são
vacinas de mRNA.
As vacinas de mRNA (ácido
ribonucleico mensageiro) funcionam teoricamente injetando mRNA viral no corpo,
onde se replica dentro das células e estimula o corpo a reconhecer e produzir
antigénios para as "proteínas de pico" do vírus. Eles têm sido objeto
de pesquisa desde a década de 1990, mas antes de 2020 nenhuma vacina de mRNA
foi aprovada.
4. VOCÊ SABIA QUE AS
EMPRESAS FARMACÊUTICAS NÃO PODEM SER PROCESSADAS JUDICIALMENTE SE A VACINA CAUSAR
DANOS OU MATAR ALGUÉM?
Na primavera de 2020,
muitos governos em todo o mundo concederam aos fabricantes de vacinas imunidade
à responsabilidade civil, invocando a legislação existente ou redigindo novas
leis.
A Lei de Prontidão
Pública e Preparação para Emergências (PREP) dos EUA concede imunidade até pelo
menos 2024.
A lei de licenciamento de
produtos da UE faz o mesmo, e há relatos de cláusulas de responsabilidade
confidencial nos contratos que a UE assinou com os fabricantes de vacinas.
O Reino Unido foi ainda
mais longe, concedendo indemnização legal permanente ao governo, e a quaisquer
funcionários governamentais, por qualquer dano causado quando um paciente está a
ser tratado para a Covid-19 ou “suspeita de Covid-19”.
5. VOCÊ SABIA QUE 99,8%
DAS PESSOAS SOBREVIVEM À COVID-19?
A proporção de casos
fatais da infeção por Sars-Cov-2 tem sido um pomo de discórdia durante meses,
mas é certamente muito menor do que todos os modelos iniciais previstos.
A proporção de casos
fatais foi originalmente inflacionada maciçamente, com a OMS a prever um valor
de 3,4%.
Estudos subsequentes
descobriram que este valor é muito menor, e em muitos casos menor do que 0,1%.
Um relatório publicado em outubro no próprio boletim de pesquisa da OMS encontrou
uma Taxa de Mortalidade [Case Fatality Rate] de 0,23% "ou possivelmente bastante mais
baixo".
Ou seja, ainda de acordo
com a OMS, pelo menos 99,77% das pessoas infetadas com o vírus sobreviverão.
Ou seja, é uma vacina precipitada
e não testada, desenvolvida com tecnologia nunca antes utilizada, que não
permite recurso legal caso provoque danos ou morte, para prevenir uma doença em
que mais 99,8% das pessoas que a tiverem sobreviverão.
9 minutos de lucidez que vale mesmo a pena ouvir! Até porque ninguém disse isto na televisão até agora.
A SIC foi obrigada a transmitir em direto a exposição de José Miguel Júdice sobre a lavagem cerebral dos media e do Governo para o medo (entre outras coisas); com bastante resistência da Clara de Sousa, mas saiu!
Ver condutores [de máscara] num carro sem outros passageiros ou pessoas a
passear sozinhas ao ar livre de máscara, seria apenas seria anedótico ou uma
simples palermice não fosse hoje revelada a histeria e narrativas apocalípticas
em que meio mundo se deixou enredar.
Pessoas, normalmente inteligentes e racionais, seguem acriticamente
o que as televisões debitam e a adotam os chamados comportamentos de rebanho ou
manada. O pânico, a ansiedade extrema e medo descontrolado, passou a ser um
fenómeno de histeria coletiva.
O Diretor do CDC (Centers for Disease Control and Prevention), Dr Fauci, dá uma volta de 180º e defende hoje a abertura das escolas, exatamente o contrário do que defendia há uns meses atrás. Tal como dizia em abril de 2020 que as máscaras não serviam para nada e agora considera que são essenciais para nos proteger do "vírus".
O Governo de António Costa só pode estar a brincar com a nossa inteligência. Já vamos a caminho de fazer um ano (sim, um ano!!!!) de narrativas do medo onde se descrevem quadros apocalípticos de um SNS caótico com mortes a amontoarem-se, dezenas de ambulâncias em filas de espera, ruptura de stock de oxigénio, enfermeiros a colapsarem, médicos a lançarem apelos desesperados, a DGS a fazer directos anunciando milhares de casos diários e, eis que, quando surgem quase 6000 profissionais de saúde, voluntários, para acudir, o Governo não os aceita por questões “burocráticas”. Mas “encomenda” um grupito de 26 médicos alemães, que acabam de chegar, e vão, estes, salvar isto tudo, certo?
Bem, das duas uma: ou todo este cenário que acabo de descrever foi amplamente empolado pela propaganda política deste governo (para conseguir bazucas para um país quase falido) com a ajuda sempre preciosa da comunicação social do mainstream – esses avençados do (des)governo -, e de facto está tudo muito mais tranquilo e controlado do que nos estão a fazer crer, ou este governo é composto por um grupo de malfeitores que aproveitam a pandemia para provocar deliberadamente o caos e assim, equilibrar as contas do SNS aliviando encargos com reformas e outras despesas de saúde.
Ora, como eu sou crítica da actuação de certos Governos em relação a esta pandemia, feita por “decreto” da OMS, obviamente que vou pela primeira hipótese sem pestanejar. Eis aqui porquê.
1- Desde Março de 2020 que a estória da pandemia está mal contada, com incongruências grosseiras que nem os miúdos da primária conseguem fazer pior: vírus que não se transmite a humanos; vírus que não chegará a Portugal; máscara que não protege mas depois já protege e até temos de usar duas; recomendações em Março para visitar os velhinhos aos lares, para “curtir” o Carnaval (e espalhar bem o vírus); logo a seguir, fecho imediato de fronteiras e confinamentos totais só para achatar a curva e depois de bem achatada, continuar porque é para prevenir contágios (ainda não paramos de decretar Estados de Emergência); confina em eventos religiosos e festas mas desconfina em eventos políticos e eleições; confina praticamente todos os pequenos e médios negócios, estabelecimentos de restauração e estética e espaços públicos, mas abre excepções no restaurante do Parlamento, a cabeleireiros de apresentadores de televisão e programas de televisão da Cristina F. com 200 pessoas; podemos estar amontoados nos transportes públicos ou viajar lado a lado nos aviões mas não podemos estar sentados sozinhos num banco de jardim ou na praia. O vírus é selectivo.
2- Apesar do alerta do surto na China (à época um vírus desconhecido) que dava conta de que estavam a morrer “milhares de pessoas” e supostamente havia caos nos hospitais, deixaram espalhar muito bem o bicharoco pelo mundo inteiro antes de tomarem uma única medida drástica contra a “nova” ameaça. A OMS declarou pandemia apenas em Março 2020 (até aí, tudo tranquilo). O Ocidente (com excepção dos EUA) só reagiu a seguir. No sentido inverso estavam, Hong Kong, Taiwan, Singapura, Coreia do Sul e Japão que fecharam imediatamente as fronteiras.
3- O mistério do Diamond Princess, um navio cruzeiro com 3600 pessoas a bordo, que teve um surto descontrolado, ficaram infectadas 700 e morreram 7. Um laboratório flutuante que em Março de 2020 foi ignorado muito rapidamente por colocar em causa a narrativa dos “especialistas matemáticos” do Imperial College que asseguravam que 40 milhões de pessoas morreriam em 2020 e seriam infectados 7 bilhões – quase toda a população global, se em cada país não houvesse um lockdown total. Mas o Diamond Princess demonstrou exactamente o contrário.
4- A Suécia, que não seguiu as recomendações da OMS (não fez lockdown total nem aplicou regras restritivas severas, só pontuais) nem deu importância ao estudo do Imperial College, mas sim, aos seus especialistas em saúde e que, por muito que se contorcem para provar o contrário, os dados revelam hoje que a taxa de mortalidade está dentro da média de anos anteriores, isto apesar do governo ter reconhecido, e bem, que perante o surto, não agiram com a rapidez e eficácia exigível junto dos grupos de risco. Mesmo assim, o seu desempenho é largamente superior a Portugal, Bélgica, Espanha, França e RU com lockdowns totais e consecutivos durante um ano. Mais: fazem uma vida normal. (veja aqui e aqui).
6- A teia de interesses e ligações de Bill Gates é escabrosamente evidente: é só pesquisar.
7- A estranha coincidência de termos o pior desempenho da Europa em 2021 no combate à pandemia depois de, no ano passado, nos ter sido prometido uma bazuca da UE para compensar os danos económicos e socais provocados pelo vírus. É como se o governo tivesse descoberto o filão para resolver problemas financeiros, muito anteriores à pandemia, e que já tinham deixado os cofres vazios e o país em falência técnica. Dá que pensar.
9- A classificação oficial de mortes, onde foi dito pela própria DGS, que os doentes com teste positivo c0v1d eram registados como “mortes c0v1d” mesmo não sendo essa a causa (ao contrário de outros países), o que inflaciona os números oficiais.
10- Ter sido dito que Janeiro foi o pior mês em 12 anos mas só 28% das mortes registadas em Portugal foram por c0v1d e restantes 72% de outras causas. Se subtrairmos aos 28% as mortes com c0v1d – só por testarem positivo -, e as mortes sem c0v1d (com teste negativo) mas registadas na certidão de óbito com c0v1d, a percentagem é seguramente ainda muito menor.
11- Ter sido dito pelo Dr. Anthony Fauci que “em toda a História das doenças respiratórias de qualquer tipo, a transmissão assintomática nunca foi o condutor de surtos. Os condutores de surtos são sempre pessoas sintomáticas”. Mas ninguém parece interessado nessa evidência. porque estraga a narrativa oficial e propaganda do medo de “casos”.
12- Sempre houve rupturas, e graves, no SNS. Sempre morreram milhares de pessoas por ano de doenças respiratórias mas agora ignora-se isso para não se cruzarem dados e dar relevo a um vírus respiratório, que sabemos hoje, tem a mesma taxa de mortalidade que outros já existentes.
13- Os testes PCR, cuja sensibilidade foi de tal forma amplificada (ver aqui Dr. Anthony Fauci) que detecta até material morto, foi exponencialmente usado para criar uma epidemia de assintomáticos e que só agora, um ano depois, (coincidência ou não, com a tomada de posse de Biden) estão a corrigir. Os falsos positivos que abundam após testes de contra-prova. A relação entre o número de testes e casos (quando é preciso apertar regras, faz-se 80 000 testes, quando se quer aliviar, passam para 20 000).
14- As ligações a grandes grupos de interesses financeiros dos Fact checkers (que se dizem “independentes”) e que andam a carimbar informação de cientistas consagrados, médicos e jornalistas não alinhados com a narrativa oficial, de “falso”, num esforço concertado com as Big Tech que eliminam das suas plataformas, os conteúdos desses profissionais.
15- Vacinas prontas em menos de um ano transformando o mundo inteiro em cobaias humanas, que vão morrendo ou ficando com sequelas graves, sem que lhes seja dado qualquer destaque (quando morrem depois da toma, dizem que foi por “morte natural”), mas os dados do CDC nos EUA mostram outra realidade.
16- Os intervenientes do Evento 201são exactamente os mesmos que agora estão a ganhar biliões com esta pandemia. Se as simulações são para prevenir danos, (e esta, para ter sido realizada em 2019 teve de ser organizada e programada com um mínimo de um ano de antecedência), por que razão não se iniciou um investimento imediato em reforços de TODOS os sistemas nacionais de saúde (como medida preventiva) e depois do surto, isolamento prioritário dos grupos de risco e fechar as fronteiras com a China, ANTES de qualquer outra medida, até ao controlo total do vírus? Porque se fez exactamente o contrário? Nas recomendações do tal exercício de simulação do Evento 201, não se fala em nenhuma destas medidas de prevenção. Porém, outra curiosidade: já previam que a próxima pandemia iria fazer colapsar social e economicamente o Mundo. Estranho, não?
21- Quando sabemos que houve desinvestimento no SNS, a todos os níveis, de 2015 até à presente data e ainda a redução para 35h no sector, o que explica perfeitamente o caos actual no SNS.
Em conclusão, e perante toda a evidência, tenho a convicção de que este Governo (e todos os outros que agem igual) sabe que não está a lidar com um vírus respiratório mais perigoso do que outros já existentes e por isso, desde as medidas estapafúrdias para a sociedade civil, ao combate no terreno dentro do SNS, nunca foi feita uma gestão de risco global – seguindo a lógica científica. Daí as medidas serem mais restritivas na economia (todos sabemos que um país parado é um país condenado à morte) do que sobre os grupos de risco, que desde o início da declaração de pandemia, foram negligenciados. Goste-se ou não, isto é um facto. Não estão a zelar pela nossa saúde. Estão a cumprir uma agenda política com todos os danos colaterais que daí advêm.
Estes governos ocidentais não passam de “bonecos ventríloquos” manipulados por poderosos interesses para mais uma agenda globalista em curso: O Great Reset (não, já não é uma teoria da conspiração) amplamente falado no Fórum Económico em Davos. Só não vê quem não quer.
Dispensam-se os qualificativos de “negacionismo” e “irresponsabilidade” assim como toda a bazófia e ladaínha ridícula dos membros da seita covidista. Apenas se recorda aqui, a seguir, um fenómeno de histeria colectiva que ocorreu em Maio de 2006 no nosso país exponenciado pela popularidade, à época, da série televisiva “Morangos com Açúcar”.
Em baixo um excerto do episódio que esteve na origem do fecho de diversas escolas e no atendimento hospitalar a mais de trezentos estudantes: