sexta-feira, agosto 07, 2009

Anne Frank - um exemplo da incompreensível rotação dos prisioneiros judeus pelos diversos campos de extermínio nazis

A história de Anne Frank começa na Alemanha dos anos 20. Os seus pais, Otto Frank e Edith Holländer casaram-se numa sinagoga no dia 12 de Maio de 1925. Nove meses depois, no dia 16 de Fevereiro de 1926, a primeira filha do casal, Margot, nasceu em Frankfurt am Main. No dia 12 de Junho de 1929, nasceu Annelise Frank (Anne Frank).

Em 1933, com a subida ao poder de Adolf Hitler, a família Frank decidiu mudar-se para a relativamente segura Amesterdão, na Holanda. Para tanto, no verão desse ano, Edith, Margot e Anne Frank foram morar com a avó materna Holländer, em Aachen, enquanto o pai, Otto Frank, partiu para Amsterdão para organizar as coisas. No dia 5 de dezembro de 1933, Edith e Margot, a mãe e a irmã de Anne Fraank, mudaram-se para Amesterdão. Em Fevereiro de 1934, Anne Frank juntou-se aos pais em Amesterdão.

No verão de 1937, a família Van Pels trocou Osnabrück na Alemanha, por Amesterdão. No dia 1 de Junho de 1938, Otto Frank em parceria com Hermann van Pels inaugurou a Pectacon B.V., especializada na produção de ervas utilizadas no tempero de carne. No dia 8 de Dezembro do mesmo ano, Fritz Pfeffer trocou a Alemanha pela Holanda. Em Março de 1939, a situação dos judeus na Alemanha começou a ficar intolerável.

Mesmo com muitos membros do Partido Nazi presentes no seu território, a Holanda tratava muito bem os seus refugiados judeus e os Frank sentiram-se seguros juntamente com seus vizinhos judeus.

No dia 5 de Julho de 1942, Edith Frank recebeu um documento registrado convocando Margot Frank para ir para o campo de trabalhos forçados de Westerbork, na Alemanha.

Diante de tal facto, Otto Frank, o pai de Anne Frank, decidiu antecipar a ida da família para o esconderijo localizado em Prinsengracht, 263 (local onde funcionava seu escritório e que desde o ano anterior estava sendo preparado para se tornar esconderijo da família caso fosse necessário).

A 13 de Julho de 1942, a família Van Pels, Hermann, Auguste e Peter, mudou-se para o Anexo Secreto. No dia 16 de Novembro, Fritz Pfeffer chegou ao esconderijo como o oitavo clandestino.

Durante dois anos os moradores do Anexo Secreto fizeram parte de uma grande família, morando num confinado espaço e vivendo sob o constante medo de serem descobertos pelos nazis e pelos seus simpatizantes. Foi durante este período que Anne Frank escreveu o seu famoso diário.

A 4 de Agosto de 1944 o Anexo Secreto foi invadido de surpresa pela polícia nazi e os moradores foram presos.


Depois de presos, os oito moradores do Anexo Secreto foram levados para uma prisão em Amesterdão e no dia 8 de Agosto foram transferidos para Westerbork, um campo de triagem para judeus no norte da Holanda. A 3 de Setembro de 1944 foram todos deportados para Auschwitz (Polónia), onde chegaram no dia 6 de Setembro de 1944. À chegada ao campo de concentração de Auschwitz, Anne Frank e os outros sete residentes do Anexo foram poupados à morte nas câmaras de gás.


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A família Frank


Otto Heinrich Frank, pai de Anne Frank, foi o único dos oito moradores do Anexo a sobreviver, sendo libertado de Auschwitz pelo Exército Vermelho no dia 27 de Janeiro de 1945. Otto Frank morreu em Basileia, Suiça, no dia 19 de Agosto de 1980 com 91 anos.





Edith Hollander Frank, mãe de Anne Frank, morreu com 44 anos na enfermaria de Auschwitz-Birkenau, no dia 6 de Janeiro de 1945, vítima de inanição.



Margot Frank, a irmã mais velha de Anne Frank, foi transferida, por volta de 28 de Outubro de 1944, com Anne Frank e Auguste van Pels de Auschwitz para Bergen Belsen, campo de concentração perto de Hannover (Alemanha), onde morreu com 18 anos, possivelmente no final de Fevereiro de 1945, vítima da epidemia de tifo que matou milhares de prisioneiros no local. O seu corpo foi provavelmente enterrado nas valas comuns de Bergen Belsen.

Anne Frank foi transferida, por volta de 28 de Outubro de 1944, com a irmã e Auguste van Pels de Auschwitz para Bergen Belsen onde morreu com 16 anos, possivelmente no final de Fevereiro ou início de Março de 1945, vítima de tifo. Provavelmente o seu corpo também foi enterrado nas valas comuns do campo que foi libertado por tropas inglesas a 12 de Abril de 1945.



A família van Pels



Hermann van Pels morreu nas câmaras de gás de Auschwitz, de acordo com o único testemunho de Otto Frank, Hermann, em Outubro ou Novembro de 1944, com 55 anos. Pouco depois as câmaras de gás foram desactivadas.




Auguste van Pels, esposa de Hermann van Pels, foi transferida de Auschwitz com Anne e Margot, por volta de 28 de Outubro de 1944, para Bergen Belsen. Em Fevereiro de 1945 foi transferida para Buchenwald, depois foi transferida para Theresienstadt em 9 de Abril de 1945, e aparentemente foi transferida para outro campo de concentração depois disso. É certo que não sobreviveu, mas não se sabe a data de sua morte.


Peter van Pels, filho dos Pels, foi forçado a participar da marcha da morte de Auschwitz a 16 de Janeiro de 1945 até ao campo de concentração de Mauthausen, Áustria, onde, segundo a Cruz Vermelha, morreu no dia 5 de Maio de 1945, com 18 anos, três dias antes do campo ser libertado pelas tropas americanas.




Fritz Pfeffer


Fritz Pfeffer foi transferido de Auschwitz para Sachesenhausen e novamente transferido paro o campo de concentração de Neuengamme, onde morreu no dia 20 de Dezembro de 1944, com 55 anos, com uma inflamação nos intestinos.




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Em suma

Dos oito prisioneiros judeus, principais personagens do diário de Anne Frank, apenas três permaneceram em Auschwitz com sortes diferentes:

1 - Hermann Pels foi «gaseado» em Auschwitz segundo o «único testemunho» de Otto Frank (o pai de Anne Frank).

2 - Edith Frank, mãe de Anne Frank, morreu na enfermaria de Auschwitz vítima de inanição.

3 - Otto Frank, pai de Anne Frank, sobreviveu a Auschwitz, sendo libertado pelo Exército Vermelho.


Os outros cinco elementos foram todos transferidos, alguns por diversas vezes:

4 e 5 - As irmãs Margot e Anne Frank foram transferidas de Auschwitz para o campo de concentração de Bergen Belsen, onde morreram de tifo.

6 - Peter Pels foi transferido de Auschwitz para Mauthausen onde morreu três dias antes do campo ser libertado pelas tropas americanas.

7 - Fritz Pfeffer foi transferido de Auschwitz para Sachesenhausen e depois para Neuengamme, onde morreu com uma inflamação nos intestinos.

8 - Auguste Pels foi transferida de Auschwitz para Bergen Belsen, depois para Buchenwald, depois para Theresienstadt, e aparentemente para outro campo de concentração depois disso. Pensa-se que não terá sobrevivido.


Questão

Se o objectivo dos nazis era exterminar judeus, como se explica que deste grupo de oito judeus que se encontravam em Auschwitz, o local de extermínio nazi por excelência, apenas um foi «gaseado», segundo o «único testemunho» de Otto Frank? E porque andaram os outros a saltar de campo em campo (tendo a senhora Auguste Pels passado por cinco campos de extermínio diferentes)?
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38 comentários:

Filipe disse...

Diogo,

Esta prática era mais comum do que se pensa. Os nazis adoravam transferir judeus de campo para campo, certamente para os torturar melhor. O tempo e os recursos eram escassos, com uma guerra em duas frentes, mas que importava?

Nem os bombardeamentos aliados os dissuadiam: a sanha nazi não conhecia limites. Por exemplo:

Yaakov Hollander - 12 CAMPOS:
http://www.liveleak.com/view?i=495_1209560285

Abraham Landau - 14 CAMPOS (recordista absoluto, até onde sei):
http://archive.southcoasttoday.com/daily/01-00/01-09-00/a01lo003.htm

Ana Camarra disse...

Diogo

Eu tenho acompanhado todas as "desmitificações" que tens feito sobre o Holocausto.
Não duvido de muitas coisas que tens vindo a demosntrar com clareza, factos e documentos.
A história é escrita por quem vence e escrevem de acordo com o que lhes convém.
Mas o certo é que a como canta Fausto "a guerra é a guerra", injusta, absurda e desumana.
Não duvido da existencia de campos fossem de trabalhos forçados, prisioneiros ou de exterminio, não duvido que a lógica da matança é absurda, não duvido que a maior parte dos mortos era só e apenas inocentes.
Jovens, crianças, velhos, anões, deficientes, católicos, comunistas, monarquicos, socialistas, judeus, negros, ciganos, pessoas, vidas desperdiçadas.

Beijos

O Trigo e o Joio disse...

Mais uma questões pertinentes:

Porque carga de água haviam os nazis de se preocupar em levar a mãe de Anne, Edith Hollander Frank, para enfermaria se estava a morrer de inanição, tal como muitos milhares de prisioneiros?

Se Birkenau era o pior de campos de exterminio, porque razão havia de haver uma enfermaria para os prisioneiros, se o objectivo era vê-los mortos?

Há qualquer coisa que não bate certo.

Anónimo disse...

Caro Diogo
Já ouviu falar do campo Theresienstadt? Parece que existiu, mas ninguém quer falar dele?!...
Carlos

Anónimo disse...

Caro Diogo
Deixe. Já descobri o que procurava. Obrigado
Carlos

Diogo disse...

Filipe - exactamente! Com os alemães a combater em duas frentes, a serem bombardeados diariamente, com problemas brutais de combustíveis, andavam a passear prisioneiros de campo de concentração em campo d concentração?


Ana - eu não duvido da existência de campos de trabalhos forçados onde terão morrido muitos milhares de inocentes por doença, fome e maus-tratos. Mas não acredito nos campos de extermínio nazis, nas câmaras de gás e nos gaseamentos. Por tudo o que tenho lido, tudo aponta para um enorme embuste para, por um lado, elevar o status do «povo judeu» sobre todos os outros e, por outro lado, construir o Estado de Israel e obrigar os Alemães a pagar a conta.


O Trigo e o Joio – Bem visto. Porque é que a senhora não foi pura e simplesmente gaseada, em vez de estar numa enfermaria? E porquê enfermarias e hospitais num campo de extermínio?


Carlos, já agora, o que é que descobriu sobre Theresienstadt?

Ana Camarra disse...

Diogo

Mas isso são outros cinco tostões, porque acho esta palhaçada da criação do estado de Israel um grande embuste, acho incrivél que uma nação criada artificialmente com o apoio dos grandes anglo saxonicos, que reinvindica para si o papel de vitima máxima, seja o carrasco maximo de outro povo, com o apoio dos mesmos, os do costume.
Que as coisas foram empoladas, trabalhadas para se conseguirem outros objectivos não tenho duvidas.
mas também não duvido que tenham morrido entre outrosmuito judeus, se calhar só por terem determinado apelido, nada mais, provavelmento os que morreram eram os dispensaveis, os pobres, os que poderiam questionar, os do costume, também...

beijos

Daniel Simões disse...

Caro Diogo,

tenho vindo a acompanhar o seu blogue desde há vários anos. agora com menos regularidade, mas lendo os posts em atraso... e interrogo-me: vc ainda não recebeu represálias por estar denunciando estas coisas? Porque, segundo me parece (agora estou no Brasil) na Europa é proíbido colocar em causa a versão oficial do holocausto.
E como está essa lei sendo cumprida aì na Europa?

Com os votos de dias plenos de amor e alegria, saúde e sabedoria,

Macillum
ou Nicolaias
ou Daniel Simões (lol)

Diogo disse...

Ana,

Morreram e sofreram com certeza muitos judeus (e não-judeus) nos campos de concentração alemães. Foi a arraia miúda, os dispensáveis pelo grande sionismo para levar a cabo uma determinada política.

Mas, por aquilo que já vi, não existia uma política de extermínio nos campos de concentração nazis. Não existiram câmaras de gás nem foram mortos seis milhões de judeus. Fala-se de um total de mortos nos campos (judeus e não judeus) de 150 mil.

A Alemanha, lá para o fim da Guerra, estava a ser bombardeada diariamente, tinha duas frentes de Guerra, faltava-lhe tudo – comida, medicamentos, roupas - as estradas e caminhos-de-ferro estavam nas últimas.

Os alemães e os prisioneiros dos campos, todos sofreram com isto. A doença e a fome não eram privilégio dos prisioneiros naquela altura. De qualquer forma era natural que num país destroçado, os alemães dessem prioridade à sua população em detrimento dos prisioneiros dos campos.

O que eu procuro é a objectividade. Saber de facto o que se passou. E é essa verdade que eu tenho visto tão maltratada em todos os livros e documentários que vejo sobre o assunto.

Beijo

Diogo disse...

Olá Nicolaias,

Há muito que não sabia de si. Bons olhos o vejam.

Sobre a perseguição aos revisionistas da História, a Espanha já mandou essa legislação às malvas. Não espero outra coisa de Portugal.

Abraço

Filipe disse...

Em Portugal, ninguém é perseguido por colocar em causa o "Holocausto", mas também não é propriamente um tema de conversa muito "aceitável". Passa-se rapidamente por neo-nazi, ou pelo pior insulto que (ainda) se pode chamar cá: fascista.

Já se fizermos um blog a colocar em causa o brilhante currículo do nosso Primeiro-Ministro... aí sim, pode-se ser perseguido.

Ana Camarra disse...

Diogo

Há um aspecto que raramente é focado o quanto o povo alemão sofreu com a guerra, sofreu imenso.
Na duas, já agora.
Permita-me que te deixe um poema, de um alemão fantástico:

"ALEMANHA

Em noite de vento, em noite escura,
um raminho floriu.
Com medos acordei na noite escura
e vi que o raminho floriu.

O espantalho de Hitler, o espantalho sangrento,
o vento um dia o dissipará:
«Hitlers vêm e Hitlers vão,
mas o povo alemão ficará»

O Hitler será escorraçado
se nós nos soubermos unir,
e a nossa Alemanha querida
outra vez há-de florir.

Brecht"

Beijos

Anónimo disse...

“Sobre a perseguição aos revisionistas da História, a Espanha já mandou essa legislação às malvas. Não espero outra coisa de Portugal.”

Culinária legal.
http://dragoscopio.blogspot.com/2008/10/culinria-legal.html
Alguma coisa se vai cozinhando.
Se não me engano Israel mais a Alemanha, legislaram à pouco tempo, no sentido de poderem pedir a extradição de qualquer cidadão, de qualquer país no mundo.
A Alemanha pertence à U(RS)E tal como nós, daí poder pedir a extradição, mais facilmente, de qualquer cidadão da U(RS)E. Não sei se existe obrigatoriedade de entrega, mas nestes casos... Claro que Israel, por nada, entrega os seus cidadãos, nem nos casos em que são acusados de crimes contra a humanidade. Aliás, segundo li, Perfidy, até processou um cidadão seu, por este ter acusado um alto dirigente, de ter cooperado com os nazis. Segundo esse cidadão, para salvar uns quantos judeus ricos, cooperou com os alemães, contribuindo para morte de mais de 400 mil judeus húngaros.
As leis elaboradas por Bruxelas prevalecem sobre as nacionais. Não todas, mas em muitas (demais), isso já acontece.
Carlos

Diogo disse...

Ana, valia a pena verificar se Hitler é o único (ou o principal) responsável pela Guerra ou se haverá outros com mais culpas no cartório: Churchill, Roosevelt ou os tipos dos grandes interesses financeiros que a fizeram despoletar. Beijo.


Carlos, quanto mais gente houver a escrever as suas questões sobre o holoconto, menos os seus patrocinadores terão capacidade de manobra. Precisamos de uma pandemia de debates sobre o «holocausto». Só daí nascerá a luz e morrerá a perseguição.

Filipe disse...

«(...)para salvar uns quantos judeus ricos, cooperou com os alemães, contribuindo para morte de mais de 400 mil judeus húngaros.»

400 MIL... sempre estes números impressionantes. Quem os contou? De onde são retirados?

Dos registos nazis, sempre meticulosos? Não há lá uma ÚNICA vítima de gaseamento. Ah, mas é verdade, esses registos incriminatórios foram destruídos... apenas esses.

Ou das estatísticas da população judia, antes e depois da II Guerra? Hilberg? Pressac?

Quando olhamos para o número de "sobreviventes" judeus, e apenas os que pediram reparações de guerra, cai por terra o mito.

Anónimo disse...

Sr Filipe
“...Quem os contou? De onde são retirados?”
O livro donde retirei o que escrevi, chama-se Perfidy. Pode descarregar o livro daqui (pdf):
http://www.hirhome.com/israel/perfidy.pdf
A questão que aqui trouxe, não é a credibilidade desses números, mas a cooperação que houve. Terá ela sido boa ou má, é novamente outra questão.
A decisão do tribunal de primeira instância e do supremo são em parte discordantes, mas o interessante é o que fica nas entrelinhas.
Repare que os ricos tiveram quem com eles se preocupasse. Estranha forma de valoração do ser humano.
Penso que Darwin talvez concordasse (é só uma picardia... será? :):)).
Carlos


Caro Diogo

“Carlos, quanto mais gente houver a escrever as suas questões... ...Só daí nascerá a luz e morrerá a perseguição.”
Concordo. Não significa no entanto, que devemos andar às escuras.
Mas é de extrema importância denunciarmos, como o fiz em vários sítios, com os resultados que imagina, o que os nossos governantes andam a fazer nas nossas costas, “pela calada da noite”, arranjando, claro está, como justificação para a imposição da mordaça, as desculpas mais absurdas.
Devemos denuncia-los antes de, porque depois, já pode ser tarde. Só vi esta denúncia em muito poucos sítios. Passou despercebido à esmagadora maioria da população. Também é verdade que muitas vezes se vê abordar estes assuntos de formas muito impróprias, o que dá trunfos para quem quer impor limites à liberdade.
Carlos

PS
Claro que hitler não é o único responsável pela 2ªGG. O que achou do que foi deixado no Revisionismo em Linha? http://revisionismoemlinha.blogspot.com/2009/07/conselhos-de-leitura_29.html

Ana Camarra disse...

Diogo

Para os alemães seria o Hitler, nunca nenhum tiranou conseguiu ser tirano sem o apoio directo ou indirecto de outros.
O nosso António teve a complacência e compadrio de tantos "democratas"!

beijos

Anónimo disse...

D. Ana Camarra

Culpados ou os mais culpados.
Se, “Para os alemães seria o Hitler...”, para os aliados quem foi/foram?

Para mim foi um macabro regabofe.

“As generosas propostas de paz de Hitler à Polónia”
“Hitler não queria a guerra
Importante esclarecimento a cerca das propostas de paz feitas por Hitler para solucionar um problema reconhecido por todos, e que teve sua origem no vingativo Ditado de Versailles.”
http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=439

São 4 vídeos, que dão uma visão diferente.
Carlos

Johnny Drake disse...

Campos de extermínio onde os supostos alvos para exterminar pulam de campo para campo... MAS PARA QUÊ?... Para os deixar tontos???
Até quando vai durar esta mentira???

E o Lucena sobre isto já não diz nada???

Anónimo disse...

Ana Camarra,

Sabe o que foi a 1ª república?
Sabe o que se passou no período de 1910 a 1926?
Sabe que temos o recorde mundial de mais governos num ano?

Porquê essa obsessão com o botas (António)?
Sabia que ele até se foi embora de livríssima vontade, das Finanças, quando se apercebeu que havia uns ditos cujos que queriam continuar com o mesmo regabofe.

O maior problema não é a descoberta da “verdade”, o maior problema é que nos castraram (e assim continuam a fazer) a capacidade de discernir essa mesma verdade.

saudações
Optio

Ana Camarra disse...

Sr. Carlos

Culpados são vários, desde os ingleses que estiveram no “chove não molha”sem querer saber de muito bem do resto até ver, dos Franceses que julgavam que eram favas contadas, do Polacos que quando abriram os olhos já estava, dos Portugueses que se teimaram em manter na ambiguidade de amigos dos alemãs e aliados do Reino Unido, de todos os que fecharam os olhos viraram a cara para o lado e só se mexeram quando lhes bateu à porta.
A culpa é de todos os que dizem em voz alta ou para dentro “isto não é comigo!”, foi nessa altura é hoje.


Optio

Sei o que foi a Primeira Republica, até tive a sorte ou azar, simplesmente a coincidência de me relacionar com a família de Bernardino Machado.
Sei que António de Oliveira Salazar ocupou a pasta das finanças, “endireitou” as finanças nacionais, mas também sei das noites de amigos e familiares no Aljube, em Caxias, no Tarrafal, até tenho um familiar que teve o privilégio de inaugurar o Tarrafal, onde permaneceu 14 anos, conheci pessoas que sobreviveram à tortura, conheço e vi com 7 anos, o corpo de Conceição Matos, a mulher mais torturada pela PIDE que sobreviveu, mas ficou com marcas no corpo e na alma para sempre.
Sei que cultivou a mentalidade do pequenino, do mesquinho, que manteve este país fechado e na mais estrita ignorância, sei de outras coisas que provavelmente também sabe.
O facto de ter feito um bom trabalho nas finanças durante um curto período de tempo não pode branquear, o assassinato a morte, a perca de liberdades e tantas coisas mais.
Mas não sou obcecada, não penso nele todos os dias, nem todas as semanas...

Anónimo disse...

D . Ana Camarra
“Culpados são vários,... ...dos Portugueses que se teimaram em manter na ambiguidade de amigos dos alemãs e aliados do Reino Unido,...”

Penso que o sr Salazar sabia mais do que aquilo que falava. Dum lado o regime nazi e do outro a traição fácil no caso de perderem a guerra.
Penso que também estava bem informado das razões, objectivos, etc da 2ºGG. Era um homem inteligente e tinha bons amigos como o sr M. Amzalak
Para mim, que de longe não sei uma décima parte daquilo que ele sabia, tomou a decisão correcta em ter esperado para ver. Embora não tenha conseguido evitar a violação da neutralidade de Portugal pelos dois lados, evitou consequências mais dramáticas do conflito, para Portugal e para os portugueses.
Penso que está errada quando nos tenta imputar responsabilidades. Os verdadeiros responsáveis, como sempre, ficaram e ficam de fora. São como o ar. Sente-se o efeito mas não se vê.
Carlos

Ana Camarra disse...

Sr. Carlos

è a sua opinião, tem direito a ela, claro.
não é a minha, não sinto qualquer fascinio ou simpatia por essa personagem.

Anónimo disse...

D. Ana Camarra

“è a sua opinião, tem direito a ela...”
Tenho. Mas não é através da troca de ideias que se melhora o conhecimento, que se aprende? Longe de mim a presunção de pensar que sei tudo, ou que aquilo que julgo saber como certo, o seja.

“ não sinto qualquer fascinio ou simpatia por essa personagem.”
Ok. Já somos dois. Peço desculpa se por acaso a ofendi, não foi essa a minha intenção.
Boa noite
Carlos

Ana Camarra disse...

Sr. Carlos

Se não tivesse disposta a trocar opiniões não lhe respondia, aliás se há coisa que prezo é a troca de opiniões e tem direito á sua como eu á minha e talvez por vezes na troca de ideias a possamos mudar, mas no que diz respeito a António de Oliveira Salazar, mantenho que a boa gestão que pode ter feito ao principio da sua carreira politica, não limpa, nem branqueia, tudo o que fez depois.

Não me ofendeu, eu acho que também não o ofendi, aliás não tenho por hábito ofender ninguem.

Anónimo disse...

Caro Diogo
Sobre a Culinária Legal (http://dragoscopio.blogspot.com/2008/10/culinria-legal.html), tirado do Dragoscópio, que aqui deixei no dia 08 Agosto, 2009 22:08, gostaria de lhe acrescentar algo mais, que penso vai ser do seu interesse (caso não saiba claro).
“Elucidou-me, entre outras coisas, que a referida senhora é:
Vice-presidente da Comunidade Israelita de Lisboa e membro da Comissão da Liberdade Religiosa, órgão independente de consulta da Assembleia da República e do Governo.”
Em:http://dragoscopio.blogspot.com/2005/12/comissria.html
e: http://jpn.icicom.up.pt/2005/04/01/crucifixos_em_escolas_publicas_causam_polemica.html
Penso não ser necessário acrescentar mais nada.
Carlos

Anónimo disse...

Israel matou civis com bandeiras brancas

O exército israelita matou 11 civis palestinianos quando eles empunhavam uma bandeira branca, durante a sua ofensiva de Dezembro/Janeiro na Faixa de Gaza.
Entre os 11 civis palestianos encontravam-se cinco mulheres e quatro crianços e foram feridos, pelo menos, outras oito pessoas que agitavam uma bandeira branca para serem poupados à ofensiva, denuncia a Human Rights Watch (HRW) num relatório divulgado hoje, quinta-feira, que tem por base testemunhos, exames médicos e balísticos.
"Estes civis estavam em grupos e agitavam uma 't-shirt' ou um lenço. Não havia qualquer combatente palestiniano nas imediações naquela altura", sublinha a HRW, que apela ao exército israelita para abrir um inquérito sobre as referidas mortes.
A HRW revela ainda que aqueles 11 civis não serviram de escudos humanos aos combatentes do movimento islamita Hamas e também não foram vítimas de troca de tiros.
"No melhor dos casos, os soldados israelitas não tomaram as precauções necessárias para distinguir os civis dos combatentes antes de disparar, como exigem as leis da guerra", adianta a organização.
"No pior dos casos, eles deliberadamente atacaram civis e são assim responsáveis por crimes de guerra", defende.
O exército israelita abriu 14 inquéritos contra soldados suspeitos de conduta criminal durante a ofensiva na Faixa de Gaza.
Este relatório é o sexto desta organização de defesa dos direitos humanos sobre a operação israelita.
Em quatro dos relatórios anteriores, a HRW criticou Israel por ter violado as regras do direito internacional que obrigam um beligerante a distinguir entre alvos civis e militares.
Um quinto relatório qualificou de "crimes de guerra" o disparo de "rockets" pelo Hamas contra civis israelitas.
Segundo os serviços de saúde palestinianos, 1.400 palestinianos foram mortos e cerca de cinco mil feridos durante a ofensiva militar israelita contra o Hamas na Faixa de Gaza.

Thamyzinha Iwasaki disse...

agora sei porque levarão na enfermaria, lá eram torturados até a morte , já vi o caso desses enfermeiros e médicos...

Lívia Matos disse...

acho eu o seguinte, muitos foram os culpados, porem jamais podemos culpar os povos por erros de ontem.

Anónimo disse...

“Sobre a perseguição aos revisionistas da História, a Espanha já mandou essa legislação às malvas. Não espero outra coisa de Portugal.”

--- as coisas não são assim tão claras. Por exemplo, no artº 240 nº2 al. b) do nosso Codigo Penal fala de "Difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional ou religião, noeadamente, através da negação de crimes de guerra ou contra a paz e a Humanidade". Isto demonstra bem que aqui no país, houve pessoas que, pela surdina, introduziram leis para proteger o Holoconto. Aliás, a desfaçatez dos sionistas em fazer leis para se protegerem é bem conhecida. Simplesmente, ainda não têm coragem para aplicar.

KarinaHanna disse...

Eu li o diário da Anne Frank com apenas 10 anos de idade. Foi bem sofrido pra mim, novinha e ingenua como eu era, saber da triste realidade de bilhões de judeus discriminados. Na minha escola, teve um trabalho para falar quem era usa mulher preferida, e eu fiz dela, e esse blog me ajudou bastante. Parabéns!

Anónimo disse...

puts!!! como Adolf Hitler é mal né Odeio eleNossa gente como esse Adolf Hitler é ruím se eu conciguia, naquela época eu ja tinha matado ele

FAB29 disse...

Caro Daniel.
Gostaria de lhe mostrar o que penso de toda essa "istória" criada pelo Otto da sua filha.
Escrevi um artigo no meu blog resumindo o que penso. Convido-o a lê-lo:
http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/08/deixem-anne-frank-em-paz.html

Abraço.

Anónimo disse...

SERA MESMO QUE ANNE MORREU DESSA FORMA? QUE PROVAS EXISTEM SOBRE O ASSUNTO

Anónimo disse...

SERA QUE EMORREU DE SSA FORMA A ANNE QUE PROVAS EXISTEM SOBRE

Anónimo disse...

É chato o livro sobre ela e sobre a segunda guerra tenho uma opinião diferente,pois sabemos só a versão dos vencedores e a maioria só se apega neste ponto de vista. Bem acho que antes de lermos o diario dela devemos ler S.E Castan para ai vermos como Nada foi bem assim.

Abraços,

Frau Todesengel

franco disse...

O conceito ``DITADOR`` foi usado pela primeira vez como um cargo publico, criado pelo senado Romano.
O proposito era o seguinte : `` se o estado enfrentar grave crise sem solução por parte do poder constituído (o Senado), sera criado o cargo de Ditator com plenos poderes por três meses e sucessivamente esse cargo era mantido ate a solução.
Não sei por que alguns acham que ditador e um ser diabólico surgido das entranhas do inferno.
Não existiriam nem Salazar nem Hitller nem Franco nem Vargas etc... se as coisas estivessem bem
nesses paises.
E quando a coisa e grave sempre se tem os dois lados : quem tem que perder?
Aqueles que manipulam a economia de um pais, levando o povo a passar fome, deveriam refletir bem isso.

Tati disse...

O Trigo e o Joio
Em Auschwitz- birkenau havia, como vc deve saber, um médico chamado Josef Mengele. Era ele quem escolhia quem ia ou não para as camaras de gás. Porque ele era bondoso? Não. Se a pessoa servisse como cobaia para seus experimentos era mantida no 'hospital'. Nenhum comandante nazista fazia qualquer coisa por ideologia, isso era para os subalternos. Eles o faziam por lucro. Experimentos com cobaias humanas renderam horrores à industria farmaceutica. Se um prisioneiro não rendesse o suficiente para o campo e nao service para os experimentos é natural q fosse enviada, 'realocado', em outros campos, para outras funçoes.