segunda-feira, abril 16, 2018

O antigo Presidente norte-americano John F. Kennedy fala sobre as sociedades secretas nos Estados Unidos da América:


A 27 de Abril de 1961, perante as Associações de Jornais Americanos em Nova Iorque, o Presidente norte-americano John F. Kennedy fez o seguinte discurso acusando as sociedades secretas:

Excertos:

(...) "A palavra "segredo" é repugnante numa sociedade aberta e livre, e nós como povo somos intrinsecamente e historicamente contra as sociedades secretas, juramentos secretos e procedimentos secretos. Decidimos há muito que os perigos do excessivo e injustificado encobrimento de factos relevantes é mais grave do que os perigos que são citados para o justificar."

(...) "Porque estamos confrontados em todo o mundo por
uma conspiração monolítica e cruel que se apoia principalmente em acções encobertas para expandir a sua esfera de influência, em infiltração em vez de invasão, em subversão em vez de eleições, em intimidação em vez da livre escolha, em guerrilha a coberto da noite em vez de exércitos à luz do dia."

(...) "
Os seus planos são ocultos, não anunciados. Os seus erros são encobertos e não tornados públicos. Os seus dissidentes são silenciados e não elogiados. Nenhum gasto é questionado, nenhum rumor é publicado, nenhum segredo é revelado."

terça-feira, abril 10, 2018

Woodrow Wilson: "O governo dos Estados Unidos da América está nas mãos de um pequeno grupo de homens dominantes."


Woodrow Wilson (1856 - 1924), que foi Presidente dos Estados Unidos de 1913 a 1921, escreveu no seu livro "The New Freedom" (1913): "Uma grande nação industrial é controlada pelo seu sistema de crédito. O nosso sistema de crédito está concentrado. O crescimento da Nação e de todas as nossas actividades está nas mãos de meia dúzia de homens. Tornámo-nos num dos mais mal governados, num dos mais completamente controlados e dominados Governos no mundo – não mais um Governo de liberdade de opinião, não mais um Governo pela convicção e pelo voto da maioria, mas um Governo pela opinião e intimidação de um pequeno grupo de homens dominantes."

[...]

"Desde que entrei para a política, tenho ouvido maioritariamente opiniões de homens que me são segredadas em privado. Alguns dos maiores homens nos Estados Unidos, no campo de comércio e da manufactura estão com medo de alguém, estão com medo de alguma coisa.
Eles sabem que existe um poder algures tão organizado, tão subtil, tão vigilante, tão integrado, tão completo, tão penetrante, que preferem sussurrar quando o amaldiçoam."

quinta-feira, abril 05, 2018

Boas Evron: «A lição do Holocausto» do eterno ódio dos gentios [aos judeus] é realmente uma paranoia deliberadamente construída»


Excerto do livro "A Indústria do Holocausto" de Norman Finkelstein:

"Reivindicar o carácter único do Holocausto é intelectualmente estéril e moralmente indigno e, no entanto, eles [os judeus] persistem em fazê-lo. Pergunta-se: porquê? Em primeiro lugar, porque um sofrimento que seja único confere direitos únicos."

"O mal inigualável do Holocausto, segundo Jacob Neusner, não só coloca os judeus numa posição à parte, como também lhes dá «um direito sobre os outros». Para Edward Alexander, o carácter único do Holocausto é um «capital moral»; os judeus devem «reivindicar a soberania» sobre «esta propriedade valiosa». [...] Este dogma também conferiu carta branca a Israel: como os não judeus estão sempre prontos a matar os judeus, estes têm todo o direito de se proteger, sempre que achem adequado.
Qualquer expediente a que os judeus possam recorrer, mesmo a agressão e a tortura, constitui legítima autodefesa."

"Deplorando a «lição do Holocausto» do eterno ódio dos gentios [aos judeus], Boas Evron observa que «é realmente equivalente a uma paranoia deliberadamente construída. (...) Esta mentalidade (...) desculpa à partida qualquer tratamento desumano em relação aos não judeus, porque a mitologia que prevalece é a de que '
todos colaboraram com os nazis na destruição dos judeus’ e, portanto, tudo é permitido aos judeus na sua relação com os outros povos.»"

segunda-feira, abril 02, 2018

Charles August Lindbergh: - «Os banqueiros sabem quando criar pânico em seu benefício com antecedência. Também sabem quando parar o pânico. Inflação ou deflação funcionam igualmente bem para eles quando são eles que controlam as finanças...»


Charles August Lindbergh (pai do famoso aviador Charles Lindbergh)- Congressista dos Estados Unidos de 1907 a 1917: «O maior crime de Congresso é seu sistema de moeda. O pior crime legislativo de todos os tempos foi perpetrado por esta lei bancária que estabeleceu a Reserva Federal [Banco Central Norte-Americano].

Foi concedido aos bancos o especial privilégio de distribuir o dinheiro e eles cobram os juros que quiserem
. A nova lei do Presidente dá aos banqueiros ainda mais poderes do que eles tinham com as antigas leis… Nenhum ser humano pode competir com o poder potencial dos juros do dólar. Nada pode competir com o dólar excepto dois dólares e assim por diante, quanto maior a soma, mais apertado o cinto… Os banqueiros controlam isto.

Para elevar os preços, tudo o que o Conselho de Directores da Reserva Federal dos Estados Unidos [Banco Central Norte-Americano] terá de fazer será baixar a taxa de redesconto... produzindo uma expansão de crédito e uma subida do mercado de valores; então quando... os empresários se tiverem ajustado às novas condições, podem parar repentinamente... o aumento da prosperidade elevando a taxa de juros arbitrariamente.

Este é o mais estranho, a vantagem mais perigosa que já alguma vez foi colocada nas mãos de uma classe especial de privilegiados por qualquer Governo que já existiu.
O sistema é privado, administrado com o propósito exclusivo de obter os maiores lucros possíveis do uso do dinheiro de outras pessoas. Eles sabem quando criar pânico em seu benefício com antecedência. Também sabem quando parar o pânico. Inflação ou deflação funcionam igualmente bem para eles quando são eles que controlam as finanças...»

terça-feira, março 27, 2018

Mário Soares: Por que razão os jornais e telejornais não são honestos nem fiáveis…


Mário Soares (pessoa por quem eu nunca nutri qualquer simpatia, mas que sabia muito bem como estas coisas funcionavam) acerca dos Media no Programa "Prós e Contras" [27.04.2009]:

Mário Soares: [...] «Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é?»

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas, mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]

quinta-feira, março 22, 2018

James Lovelock: Quem tenta prever o clima a mais de cinco ou dez anos é um idiota


James Lovelock é um ambientalista e um dos mais importantes cientistas independentes da Grã-Bretanha há mais de 50 anos. A sua hipótese de Gaia, que afirma que a Terra é um organismo único e autorregulador, é agora aceite como o princípio fundador da maioria das ciências do clima, e a sua invenção de um dispositivo para detectar CFCs [clorofluorocarbonetos] ajudou a identificar o buraco na camada de ozono. Lovelock é considerado por muitos como um génio científico.

Em 2008, este ilustre cientista previa um aquecimento global iminente e irreversível, que em breve tornaria grandes partes do planeta inabitáveis ou submersas. A esperança de que os parques eólicos ou a reciclagem poderiam prevenir a fome global e a migração em massa era uma fantasia. Antes do final deste século [XXI], 80% da população mundial seria aniquilada.

No entanto, de 2008 para cá [2016], Lovelock mudou drasticamente a sua posição sobre as alterações climáticas. Diz agora: "Quem tenta prever o clima a mais de cinco ou dez anos é um idiota, porque há tantas coisas que podem mudar de forma inesperada".

Lovelock acredita agora que "o CO2 está a subir, mas de forma nenhuma tão rapidamente como eles pensavam. Os modelos de computador simplesmente não são confiáveis. Na verdade, não tenho a certeza de que essa mudança climática não seja um perfeito disparate."

Lovelock sustenta que, ao contrário da maioria dos ambientalistas, ele é um empirista rigoroso. E quanto ao movimento verde. "Bem, é uma religião, totalmente não científico."

segunda-feira, março 19, 2018

Nahum Goldmann: «Sem as indemnizações alemãs, que começaram a chegar durante os primeiros dez anos da existência como Estado, Israel não teria metade da sua infraestrutura atual»



Nahum Goldmann [1895 – 1982] foi um líder sionista e fundador e Presidente do Congresso Judaico Mundial. Goldmann orgulha-se de duas grandes coisas: a fundação do estado de Israel – na qual participou – e as reparações [indemnizações] alemãs do pós-guerra – que ele negociou. Dois excertos da entrevista de Nahum Goldmann ao jornal «Le Nouvel Observateur», de 25 de outubro de 1976:

[...] «Sem as indemnizações alemãs, que começaram a chegar durante os primeiros dez anos da existência como Estado, Israel não teria metade da sua infraestrutura atual: todos os comboios de Israel são alemães, os barcos são alemães, assim com a eletricidade, uma grande parte da indústria... já sem falar das pensões individuais destinadas aos sobreviventes. Hoje [1976], Israel recebe ainda, anualmente, centenas de milhões de dólares em moeda alemã».

[...] «Não compreendo o teu otimismo, disse-me Ben Gourion. Porque é que os Árabes haveriam de fazer a paz? Se eu fosse um líder árabe, jamais assinaria a paz com Israel. É normal, nós tomámos conta do seu país. É certo que Deus no-lo prometeu, mas o que é que isso lhes interessa? O nosso deus não é o deles.
Nós somos originários de Israel, é verdade, mas isso foi há dois mil anos: o que é que eles têm a ver com isso? Houve o antisemitismo, os nazis, Hitler, Auschwitz, mas foi culpa deles? Eles não veem senão uma coisa: nós chegámos e roubámos o seu país. Porque é que eles o iriam aceitar? Talvez eles o esqueçam dentro de uma ou duas gerações, mas, por ora, não existe essa possibilidade. Portanto, é simples: devemos manter-nos fortes, ter um exército poderoso. Toda a política está aí. Doutra forma, os Árabes destruíam-nos».

quinta-feira, março 15, 2018

Barry Morris Goldwater: "A forma como os banqueiros adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam é um mistério para a maior parte de nós..."


Senador e candidato a presidente norte-americano, Barry Morris Goldwater (1909 – 1998) escreveu no seu livro - "With No Apologies" (página 231):

"Uma organização em mãos privadas, a Reserva Federal [o banco central norte-americano] não tem nada a ver com os Estados Unidos. A maior parte dos americanos não compreende de todo a atividade dos agiotas internacionais. Os banqueiros preferem assim."

"Nós reconhecemos de uma forma bastante vaga que os Rothschild e os Warburg da Europa, e as casas de J. P. Morgan, Kuhn, Loeb and Co., Schiff, Lehman e Rockefeller possuem e controlam uma imensa riqueza. A forma como adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam
é um mistério para a maior parte de nós."

"Os banqueiros internacionais ganham dinheiro concedendo crédito aos governos. Quanto maior a dívida do Estado político, maiores são os juros recebidos pelos credores. Os bancos nacionais da Europa
são na realidade possuídos e controlados por interesses privados."

segunda-feira, março 12, 2018

Arthur Selwyn Miller: aqueles que de facto governam, recebem as suas indicações e ordens, não do eleitorado, mas de um pequeno grupo de homens



O Professor Arthur Selwyn Miller [1917 – 1988] foi um académico da Fundação Rockefeller. No seu livro «The Secret Constitution and the Need for Constitutional Change» [A Constituição Secreta e a Necessidade de uma Mudança Constitucional] escreveu:

"... aqueles que de facto governam, recebem as suas indicações e ordens, não do eleitorado como um organismo, mas de um pequeno grupo de homens. Este grupo é chamado «Establishment». Este grupo existe, embora a sua existência seja firmemente negada; este é um dos segredos da ordem social americana. "

"Um segundo segredo é o facto da existência do Establishment – a elite dominante – não dever ser motivo de debate. Um terceiro segredo está implícito no que já foi dito – que só existe um único partido político nos Estados Unidos, a que foi chamado o "Partido da Propriedade." Os Republicanos e os Democratas são de facto dois ramos do mesmo partido."

quarta-feira, março 07, 2018

Henry Ford: existe hoje um supergoverno financeiro que não é aliado de governo nenhum, que é independente de todos eles, e que, no entanto, mexe os cordelinhos de todos eles



Henry Ford (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Company. O seu automóvel, Modelo T, revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo. A 22 de Maio de 1920, Henry Ford escreveu:

"Existe no mundo de hoje, ao que tudo indica, uma força financeira centralizada que está a levar a cabo um jogo gigantesco e secretamente organizado, tendo o mundo como tabuleiro e o controlo universal como aposta. As populações dos países civilizados perderam toda a confiança na explicação de que «as condições económicas» são responsáveis por todas as mudanças que ocorrem. Sob a camuflagem da «lei económica», muitíssimos fenómenos foram justificados, os quais não se deveram a nenhuma lei económica a não ser a do desejo egoísta humano operado por meia dúzia de homens que têm o objetivo e o poder de trabalhar a uma vasta escala com nações como vassalas."

"Certamente, as razões económicas já não conseguem explicar as condições em que o mundo se encontra hoje em dia. Existe um supercapitalismo financeiro que é totalmente sustentado pela ficção de que o dinheiro é riqueza.
Existe um supergoverno financeiro que não é aliado de governo nenhum, que é independente de todos eles, e que, no entanto, mexe os cordelinhos de todos eles."

"Todo este poder de controlo foi adquirido e mantido por uns poucos homens a quem o resto do mundo tem permitido obter um grau de poder desmesurado, indevido e perigoso. Às populações é imperativo engendrar uma forma de arrancar à força o controlo mundial desse
grupo de financeiros internacionais que forjam a seu bel-prazer a economia e a política e controlam o mundo através disso."

segunda-feira, março 05, 2018

Ricardo Araújo Pereira - A banca nacionalizou o Governo

Texto de Ricardo Araújo Pereira

Revista Visão – 16/10/2008

A banca nacionalizou o Governo

A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada


Quando, no passado domingo, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério.

A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.

Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.
.


quinta-feira, março 01, 2018

O Aquecimento Global é causado pelo homem?

Este gráfico combina vários registos de núcleos de gelo da Antárctida. A escala de tempo é dos últimos 450.000 anos.


Quatro períodos glaciares e interglaciares bastante regulares ocorreram nos últimos 450 mil anos. Os períodos interglaciares mais curtos (10.000 a 30.000 anos) foram tão quentes como o actual período interglaciar, e alternaram com períodos glaciares muito mais longos (com durações de 70.000 a 90.000 anos), substancialmente mais frios do que as temperaturas actuais. As diferenças de temperatura entre os períodos glaciares e interglaciares variaram entre 8 a 12 graus centígrados.

Hoje, as concentrações de CO2 em todo o mundo são de cerca de 380 ppm (partes por milhão). Em comparação com os períodos geológicos anteriores, as concentrações de CO2 são muito pequenas e podem não ter um efeito estatisticamente mensurável sobre as temperaturas globais. Por exemplo, há 460 milhões de anos, as concentrações de CO2 foram de 4.400 ppm enquanto as temperaturas eram aproximadamente as mesmas de hoje.

Será que é o aumento das concentrações atmosféricas de CO2 que causa temperaturas globais crescentes, ou poderá ser o contrário? Esta é uma das questões que está em debate hoje.

Curiosamente, o aumento de CO2 na atmosfera acontece, em média, cerca de 800 anos depois das subidas de temperatura - confirmando que o CO2 não é a causa da elevação da temperatura. Uma coisa é certa: o clima terrestre tem aquecido e arrefecido sem intervenção humana pelo menos nos últimos 400 mil anos.


Durante a última era glaciar, ~ 70.000 a 20.000 anos atrás, o clima estava muito mais frio na Europa.

Como resultado, a parte norte da Europa foi totalmente coberta por uma camada de gelo que se estendeu da Escandinávia até as Ilhas Britânicas e algumas partes da Polónia e da Alemanha.

terça-feira, fevereiro 27, 2018

Tony Judt - sobre a desigualdade social



Tony Judt em «Um tratado sobre os nossos actuais descontentamentos.»

Tony Judt (Londres, 1948 — Nova Iorque, 2010) foi um historiador, escritor e professor universitário britânico. Nos últimos anos, Judt lecionou na Universidade de Nova York, a cadeira de Estudos Europeus. Em 2006 foi finalista do Prémio Pulitzer com o livro "Pós-Guerra", uma análise na Europa de meados da década de 1940 até os primeiros anos do novo milénio.

"A desigualdade é corrosiva. Ela apodrece as sociedades a partir de dentro. A repercussão das diferenças materiais leva algum tempo a mostrar-se: mas a seu tempo aumenta a concorrência pelo estatuto social e bens; as pessoas experimentam uma sensação crescente de superioridade (ou de inferioridade) segundo as suas posses; cristaliza-se o preconceito para com as posições inferiores da escala social; o crime aumenta e as patologias do desfavorecimento social vão-se acentuando cada vez mais. O legado da criação de riqueza não regulada é realmente amargo."

terça-feira, fevereiro 20, 2018

11 de setembro de 2001 – um projecto para o domínio norte-americano do mundo.




Wikipedia: «O Projeto para o Novo Século Americano (PNAC) foi um centro de pesquisa neoconservador que se concentrou na política externa dos Estados Unidos. Foi estabelecido em 1997 com o objectivo de "promover a liderança global americana". O PNAC afirmou que "uma liderança americana seria tão boa para a América como para o mundo".

Das vinte e cinco pessoas que assinaram a declaração de princípios do PNAC, dez passaram a servir na administração do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, incluindo o vice-presidente Dick Cheney, o secretário da Defesa Donald Rumsfeld e o vice-secretário da Defesa Paul Wolfowitz.

Em setembro de 2000, poucos meses antes do acesso de George W. Bush à Casa Branca, o "Project for a New American Century" (PNAC) publicou o seu projecto para a dominação global sob o título: "Reconstruindo as defesas da América" ("Rebuilding American Defenses").

O PNAC esboça um roteiro da conquista. Apela à "imposição directa de bases avançadas americanas em toda a Ásia Central e no Médio Oriente" tendo em vista assegurar a dominação económica do mundo, e ao mesmo tempo estrangular qualquer potencial "rival" ou qualquer alternativa viável à visão americana de uma economia de mercado.

O PNAC também projecta uma estrutura consistente de propaganda de guerra. Um ano antes do 11 de Setembro, o PNAC fez apelo a "algum evento catastrófico e catalisador, como um novo Pearl Harbor", o qual serviria para galvanizar a opinião pública americana em apoio a uma agenda de guerra (pág. 51)".

A 11 de setembro de 2001, esse evento catastrófico e catalisador aconteceu…

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Quem financiou Hitler e a Alemanha nazi?

A Alemanha, na sequência da derrota na Primeira Guerra Mundial, foi obrigada a pagar severas reparações de guerra às potências vencedoras, o que levou o país à “Grande Inflação” de 1923 [em que um dólar valia 4,2 triliões de marcos], e foi depois atingida pela crise financeira mundial de 1929.

De que forma pôde uma Alemanha que estava industrial e economicamente de rastos em 1933, ano da subida de Hitler ao poder, ter-se tornado no espaço de seis anos [1933-1939] na mais poderosa potência militar e industrial da Europa?

Antony Cyril Sutton [acima] foi professor de economia na California State University de Los Angeles e investigador no Hoover Institution da Universidade de Standford de 1968 a 1973.

Penetrando uma cortina de duplicidades, o professor Sutton revela um dos factos mais notáveis e silenciados da Segunda Guerra Mundial - que os principais bancos de Wall Street e grandes empresas americanas apoiaram a ascensão de Hitler ao poder financiando e negociando com a Alemanha nazi.

Através de documentos originais e testemunhas oculares, Sutton chega à desagradável conclusão de que a catástrofe da Segunda Guerra Mundial foi extremamente lucrativa para um selecto grupo de insiders financeiros e industriais. O autor apresenta uma descrição minuciosa dos papeis desempenhados por J.P. Morgan, T.W. Lamont, Rockefeller - General Electric e Standard Oil, e os bancos National City, Chase Bank, Kuhn & Loeb Company, a General Motors, a Ford Motor Company e muitos outros na preparação da guerra mais sangrenta e destruidora da história.



https://youtu.be/sIoCBxJNqx0

quarta-feira, fevereiro 07, 2018

JOEL STEIN: Who runs Hollywood? C'mon… - Quem controla Hollywood? Por favor…


JOEL STEIN – Los Angeles Times - 9/12/2008

Eu nunca estive tão aborrecido com uma sondagem na minha vida. Hoje, apenas 22% dos americanos acreditam que "as indústrias de cinema e de televisão são em grande medida controladas por judeus", abaixo dos quase 50% em 1964. A Liga Anti-Difamação, que divulgou os resultados da sondagem no mês passado, vê nestes números uma vitória contra estereótipos. Na verdade, mostra apenas como a América se tornou palerma. Os judeus controlam totalmente Hollywood.

Quão profundamente Hollywood é judeu? Quando os directores de estúdio puseram um anúncio de página inteira no Los Angeles Times há algumas semanas a exigir que o Sindicato de Actores [Screen Actors Guild – que representa mais de 100 mil actores do cinema e da televisão] assinasse o contrato que os estúdios propunham, a carta aberta foi assinada pelo presidente da News Corp, Peter Chernin (Judeu), o presidente da Paramount Pictures, Brad Gray (judeu), o presidente-executivo da Walt Disney Co., Robert Iger (judeu), o presidente da Sony Pictures, Michael Lynton (surpresa, judeu holandês), o presidente da Warner Bros., Barry Meyer (judeu), o diretor executivo da CBS, Leslie Moonves (tão Judeu que o seu tio-avô foi o primeiro primeiro-ministro de Israel), o presidente da MGM, Harry Sloan (judeu) e o presidente da NBC, Jeff Zucker (mega-judeu). Se algum dos irmãos Weinstein tivesse assinado, este grupo teria o poder de encerrar toda a produção cinematográfica.



A pessoa a quem eles se estavam a dirigir nesse anúncio era o presidente do Sindicato de Actores, Alan Rosenberg (Judeu). A refutação mordaz ao anúncio foi escrita pelo super-agente de entretenimento Ari Emanuel (judeu de pais israelitas) no Huffington Post, que é propriedade de Arianna Huffington (não Judia e nunca trabalhou em Hollywood).

Os judeus são tão dominantes, que eu tive que esquadrinhar profundamente para descobrir seis gentios (não Judeus) em posições de relevo em empresas de entretenimento. Quando lhes telefonei para falar sobre a sua progressão incrível neste ramo, cinco deles recusaram-se a falar comigo, aparentemente por medo de insultar judeus. O sexto, o presidente da AMC, Charlie Collier, vim a saber que era Judeu.

Como judeu orgulhoso que sou, quero que a América conheça o nosso sucesso. Sim, nós controlamos Hollywood. Sem nós, vocês estariam a saltitar na televisão o dia inteiro entre o "The 700 Club" [um reality show] e "Davey e Goliath"[um programa infantil].

[...] Abe Foxman disse: "Essa é uma frase muito perigosa, ‘os Judeus controlam Hollywood ‘. O que é verdade é que há muitos judeus em Hollywood ". Em vez de "controlar", Foxman preferiria que as pessoas digam que muitos executivos da indústria "por acaso são judeus", tal como "todos os oito grandes estúdios de cinema são geridos por homens que por coincidência são Judeus".

Mas Foxman disse que está orgulhoso das realizações dos Judeus americanos. "Eu acho que os judeus estão representados de forma desproporcional na indústria criativa. Tal como estão também na advocacia e na medicina ", disse ele. Argumenta que isso não significa que os judeus façam filmes pró-Judeus tal como não fazem uma cirurgia pró-Judaica. Embora eu tenha reparado que noutros países não se fazem tantas circuncisões.

Agradeço as preocupações de Foxman. E talvez minha vida passada em New Jersey-New York / Bay Area-Los Angeles, o casulo pro-semítico me tenha deixado ingénuo. Mas não me importo que os americanos pensem que controlamos os meios de comunicação, Hollywood, Wall Street ou o governo. Quero, simplesmente, que os continuemos a controlar.

segunda-feira, fevereiro 05, 2018

sexta-feira, fevereiro 02, 2018

Ao contrário do que se pensa, nunca existiu nenhuma câmara de gás no campo de concentração de Buchenwald

Libertação de prisioneiros do campo de concentração de Buchenwald (1945)

No Tribunal Internacional Militar de Nuremberga em 1946, o procurador francês apresentou um relatório oficial que afirmava: "Tudo foi estabelecido até ao mínimo detalhe. Em 1944, em Buchenwald, até estenderam a linha de caminho de ferro para que os deportados pudessem ser conduzidos directamente para a câmara de gás. Algumas [das câmaras de gás] tinham um chão que se inclinava e conduzia os corpos para a sala do forno crematório."

Sir Hartley Shawcross, procurador chefe britânico no julgamento de Nuremberga, declarou no seu discurso final que os assassinatos eram conduzidos "como uma indústria de produção de massa nas câmaras de gás e nos fornos" em Buchenwald e outros campos de concentração nazis.

Jean-Paul Renard, um padre francês que esteve em preso em Buchenwald, escreveu um livro sobre a sua experiência no campo de concentração onde afirmava: "Vi milhares e milhares de pessoas a irem para os chuveiros. Em vez de água, saíam gases asfixiantes."


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Contudo, numa carta publicada em janeiro de 1993 no jornal «The Stars and Stripes», o famoso "caçador de Nazis" Simon Wiesenthal afirmou que não existiu nenhuma câmara de gás em território alemão [onde se situa Buchenwald] durante a Segunda Guerra Mundial. Wiesenthal fez uma declaração idêntica em abril de 1975 no periódico britânico «Books and Bookmen».

Da mesma forma, o Dr. Martin Broszat, diretor do prestigioso Instituto de História Contemporânea (Institut für Zeitgeschichte), escreveu uma carta em 1960 que apareceu no semanário de Hamburgo Die Zeit: "Nem em Dachau nem em Bergen-Belsen nem em Buchenwald foram alguma vez gaseados judeus ou outros prisioneiros."

segunda-feira, janeiro 29, 2018

Rudolf Höss, o primeiro comandante de Auschwitz, jurou que, durante a sua chefia, morreram 3 milhões de pessoas nesse campo. Hoje, é afirmado que terão lá morrido cerca de 1,1 milhões de pessoas, 960 mil das quais judeus.

Rudolf Höss

Rudolf Höss foi o primeiro de três sucessivos comandantes do campo de concentração de Auschwitz. É muitas vezes chamado "o Comandante de Auschwitz".

Rudolf Höss compareceu perante o Tribunal Militar Internacional de Nuremberga como testemunha a 15 de Abril de 1946, onde o seu depoimento causou grande sensação. Para espanto dos outros réus e na presença de jornalistas de todo o mundo, Höss confessou os mais horrendos crimes da História. Contou como recebeu pessoalmente uma ordem de Himmler para exterminar os Judeus. Estimou em 3 milhões o número de pessoas que tinham sido exterminadas em Auschwitz, dois milhões e meio das quais nas câmaras de gás.

As confissões de Rudolf Höss provaram que o extermínio sistemático de Judeus, sobretudo por intermédio de câmaras de gás, foi uma realidade histórica. Höss testemunhou em Nuremberga atrocidades horrendas, e confirmou sob juramento a verdade de um depoimento que ele aceitou assinar para a acusação. Nesse depoimento, Höss confessou ter dado ordens para gasear milhões de vítimas.


Excerto da confissão de Rudolf Höss perante o Tribunal Militar Internacional de Nuremberga (15 de Abril de 1946):

"I have been constantly associated with the administration of concentration camps since 1934, serving at Dachau until 1938; then as Adjutant in Sachsenhausen from 1938 to 1 May 1940, when I was appointed Commandant of Auschwitz.. I commanded Auschwitz until 1 December 1943, and estimate that at least 2,500,000 victims were executed and exterminated there by gassing and burning, and at least another half million succumbed to starvation and disease making a total dead of about 3,000,000. This?figure represents about 70 or 80 percent of all persons sent to Auschwitz as prisoners, the remainder having been selected and used for slave labor in the concentration camp industries; included among the executed and burned were approximately 20,000 Russian prisoners of war (previously screened out of prisoner-of-war cages by the Gestapo) who were delivered at Auschwitz in Wehrmacht transports operated by regular Wehrmacht officers and men. The remainder of the total number of victims included about 100,000 German Jews, and great numbers of citizens, mostly Jewish, from Holland, France, Belgium, Poland, Hungary, Czechoslovakia, Greece, or other countries. We executed about 400,000 Hungarian Jews alone at Auschwitz in the summer of 1944."


Tradução:

"Eu tenho estado sempre associado à administração de campos de concentração desde 1934, servindo em Dachau até 1938; depois como Comandante-Adjunto em Sachsenhausen de 1938 até 1 de maio de 1940, quando fui nomeado Comandante de Auschwitz... Fui Comandante de Auschwitz até 1 de dezembro de 1943, e estimo que pelo menos 2.500.000 vítimas foram lá executadas e exterminadas por gaseamento e pelo fogo, e pelo menos outro meio milhão sucumbiu à fome e à doença perfazendo um total de cerca de 3.000.000 de mortos. Este número representa cerca de 70 ou 80 por cento de todas as pessoas enviadas para Auschwitz como prisioneiros, sendo o restante selecionado e usado para trabalho escravo nas indústrias do campo de concentração; incluídos entre os executados e mortos pelo fogo estavam cerca de 20 mil prisioneiros de guerra russos (anteriormente retirados das celas de prisioneiros de guerra da Gestapo) que foram entregues em Auschwitz nos transportes da Wehrmacht efectuados pelos oficiais e homens da Wehrmacht. Os restantes do número total de vítimas incluíam cerca de 100.000 judeus alemães e um grande número de cidadãos, principalmente judeus, da Holanda, França, Bélgica, Polónia, Hungria, Checoslováquia, Grécia ou outros países. Nós executamos cerca de 400.000 judeus húngaros só em Auschwitz no verão de 1944."



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Soube-se, mais tarde, através do livro «Legions of Death» [Legiões da Morte], de Rupert Butler, que Rudolf Höss foi espancado quase até à morte por membros da British Field Police Force [Força Policial de Campo Britânica] após a sua captura, e muito maltratado depois disso até ter prestado o seu depoimento sob juramento no Tribunal Militar Internacional de Nuremberga.

Nesse livro, o sargento britânico Bernard Clarke afirma que "Rudolf Höss foi preso em 11 de março de 1946 e que foram precisos três dias de tortura para obter uma declaração coerente".



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De qualquer modo, o Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos afirma hoje que, durante todo o período de funcionamento do Campo de Concentração de Auschwitz, terão lá morrido cerca de 1,1 milhões de pessoas, 960 mil dos quais judeus:

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quarta-feira, janeiro 24, 2018

Bill Gates avisa que dezenas de milhões de pessoas podem ser mortas através do bioterrorismo

The Guardian - 18-2-2017

Bill Gates, co-fundador da Microsoft, que gastou milhares de milhões de dólares em esforços filantrópicos nas últimas décadas, falou na conferência de segurança de Munique e disse que o mundo deve estar preparado para ataques de bioterrorismo. Afirmou ainda que "uma versão sintética do vírus da varíola ... ou uma super contagiosa e mortal estirpe de gripe" poderia matar mais de 30 milhões de pessoas num ano. Gates diz que existe uma "probabilidade razoável" de que tal evento possa ocorrer nos próximos 10 a 15 anos.

... "A próxima epidemia pode ter origem no ecrã do computador de uma intenção terrorista de usar engenharia genética para criar uma versão sintética do vírus da varíola ... ou de uma estirpe super contagiosa e mortal da gripe"...

... "Podem estar a perguntar-se quão reais são esses cenários do dia do juízo final. O facto de que uma pandemia global mortal não tenha ocorrido na história recente não deve ser confundido como prova de que uma pandemia mortal não ocorrerá no futuro. E mesmo que a próxima pandemia não seja tão grande como a gripe de 1918, seria sensato ter em conta
a turbulência social e económica que poderá resultar se algo como o ébola atingisse os centros urbanos"...

... "
Temos de nos preparar para as epidemias da mesma forma que os militares se preparam para a guerra. Isto inclui jogos de ataques virais ou bacterianos e outros exercícios de preparação para que possamos entender melhor como as doenças se podem espalhar, como as pessoas vão responder em situações de pânico e como lidar com coisas como estradas e sistemas de comunicações sobrecarregadas."...





"O mundo tem hoje 6,8 mil milhões de pessoas e a tendência é aumentar para os 9 mil milhões. Mas se fizermos um trabalho formidável trabalho em novas vacinas, cuidados de saúde, serviços de cuidados de saúde reprodutiva [abortos], podemos diminuir esse aumento populacional em, talvez, 10 ou 15 por cento, mas, mesmo assim, haverá um aumento de 1,3 mil milhões de pessoas".

"Bem, nesta próxima década, acreditamos que enormes progressos podem ser feitos tanto na descoberta de novas vacinas e assegurando-nos que elas sejam aplicadas em todas as crianças que delas necessitarem, podemos diminuir o nº de crianças que morrem todos os anos de cerca de 9 milhões para metade disso, se tivermos sucesso e os benefícios serão em termos de redução de doenças.
A redução do crescimento populacional dá à sociedade uma oportunidade de cuidar de si mesma".

segunda-feira, janeiro 22, 2018

NASA admite que os seres humanos não podem passar pela perigosa radiação das cinturas de Van Allen que circundam a Terra

Este vídeo divulgado pela NASA sobre a próxima nave de exploração do espaço - Orion, mostra um cientista da NASA, Kelly Smith, admitindo que ainda não descobriram a forma de proteger correctamente a nave espacial da perigosa radiação emitida pelas cinturas de Van Allen que circundam a Terra.

Kelly Smith: "...Dirigimo-nos para 3,6 mil milhas acima da Terra, 15 vezes mais longe do planeta do que a Estação Espacial Internacional. À medida que nos afastarmos da Terra, passaremos pelas cinturas de Van Allen, uma área de radiação perigosa. Esta radiação poderá prejudicar os sistemas de orientação dos computadores a bordo ou outros equipamentos electrónicos da nave Orion."

"Naturalmente, temos que atravessar esta zona de perigo duas vezes, uma vez na ida e outra vez na volta, mas a protecção blindada da nave Orion será testada à medida que o veículo passa pelas ondas de radiação. Os sensores a bordo registarão os níveis de radiação para que os cientistas os estudem.
Temos de resolver esses desafios antes de enviar pessoas através desta região do espaço…"


[Pergunta: como é possível os astronautas e os equipamentos electrónicos das missões Apollo de há 48 anos atrás não terem sentido nenhum efeito das perigosas radiações das cinturas de Van Allen?]


Vídeo - 1:29m




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Newsweek – 3/11/2017

A nave especial que levará seres humanos a Marte será sujeita a um ensaio numa missão à Lua em 2019

A NASA está a planear enviar seres humanos novamente à Lua - algo que não é feito desde 1972. A nova nave espacial Orion foi construída para explorar a Lua, Marte e mais além, mas antes de enviar seres humanos a essas missões exploratórias, a nova nave precisa de ser testada. A NASA já marcou oficialmente a data para a primeira viagem não tripulada da Orion à volta da Lua e regresso à Terra para 2019, uma façanha que levará a humanidade a dar um salto gigante em relação a uma missão [tripulada] a Marte.

A viagem de teste, chamada Exploration Mission 1 (EM-1), levará a nave espacial a uma órbita lunar ao redor da lua, um feito apenas um bocadinho inferior do que quando a Apollo desceu na lua há 48 anos atrás. No seu apogeu, a nave Orion irá estar a 270 mil quilómetros de distância da Terra, informou a Space.com. Embora as naves espaciais construídas para não levar tripulações já tenham viajado mais longe no espaço, esta distância [270 mil quilómetros] será a maior já alcançada por uma nave capaz de levar uma tripulação.


https://youtu.be/4O5dPsu66Kw

quarta-feira, janeiro 17, 2018

O mais antigo astronauta no activo da NASA confessa: "Já não temos a tecnologia para ir à Lua".

Numa declaração surpreendente, o engenheiro químico e o mais antigo astronauta no activo da NASA com 62 anos, Don Petitt afirmou: "Eu iria à lua num nanossegundo. O problema é que já não temos a tecnologia para fazer isso. Costumávamos fazê-lo, mas destruímos essa tecnologia e seria um processo penoso reconstruí-la novamente".

Será possível? Quão penoso deverá ser recuperar a antiga tecnologia que conseguiu sucessos tão admiráveis. O astronauta Don Petitt admite que não temos os meios, a tecnologia, para "voltar" à lua, apesar de todos os avanços científicos, de engenharia, materiais, digitais e tecnológicos que aconteceram desde 1969, há 48 anos atrás. Contudo, a realidade poderá muito bem ser que nunca tivemos a tecnologia para colocar um homem na Lua e trazê-lo em segurança de volta à Terra.




https://youtu.be/16MMZJlp_0Y




Donald R. Pettit (Ph.D.) foi selecionado pela NASA em 1996. Natural de Silverton, Oregon, possui um bacharelado em Engenharia Química da Oregon State University e um Doutoramento em Engenharia Química pela Universidade do Arizona. Antes de se tornar um astronauta, trabalhou como cientista na equipa de Los Alamos National Laboratory, no Novo México. Um veterano de três vôos espaciais, Pettit serviu como Oficial de Ciência da NASA na Expedição 6 em 2003, operou o braço robótico para o STS-126 em 2008 e actuou como Engenheiro de Vôo na Expedição 30/31 em 2012, onde esteve a bordo da Estação Espacial Internacional durante mais de 6 meses.

quinta-feira, janeiro 11, 2018

A Alemanha sufocada financeiramente pelas Energias Renováveis - Eólicas e Solares

Um parque eólico onde dantes estava uma floresta


Paul Gregory - MAR 31, 2017


100% renováveis até ao ano 2050
A Alemanha paga o preço da sua ambição

A Alemanha definiu a agenda mais ambiciosa para as energias renováveis. De acordo com o programa alemão Energiewende [transição para as energias renováveis], a participação das energias renováveis na geração de energia elétrica deve chegar aos 45% até 2030 e 100% até 2050. Complicada foi a decisão da Alemanha Atomstop de fechar suas centrais nucleares sob pressão do poderoso movimento Verde [Green movement]. O acordo da Atomstop exige pagamentos substanciais por parte de empresas de serviços elétricos a um fundo especial para armazenamento de resíduos nucleares.

O instrumento da Alemanha para alcançar seus objetivos ambiciosos de energia renovável não é um subsídio direto, mas a exigência de que as suas empresas de serviços elétricos devam dirigir primeiro a energia eólica e solar à rede elétrica.

Com a energia eólica e solar a custar várias vezes mais do que a energia convencional, a sua crescente parcela continuará a elevar os preços da eletricidade grossista na Alemanha acima dos de outros países com políticas de energia renovável menos ambiciosas. (Veja-se a figura para comparações de preços de 2016).

Em primeiro lugar, o lendário setor industrial Alemão não pode pagar custos de energia muito maiores do que os seus rivais. Por isso, a Alemanha oferece descontos substanciais aos grandes utilizadores de energia, como, por exemplo, às suas fábricas de automóveis. Como consequência, a Alemanha enfrenta ações judiciais da União Europeia que a acusa de subsídios ilegais à indústria pesada. Em segundo lugar, os agregados familiares alemães devem suportar o ónus financeiro de pagar entre os maiores custos de energia elétrica do mundo à medida que as empresas de serviços elétricos transferem os custos mais elevados das energias renováveis para eles. Em terceiro lugar, a paisagem da Alemanha está a ser devastada por turbinas eólicas inestéticas que destroem paisagens rurais em praticamente todas as comunidades. Em quarto lugar, o fornecimento de energia de fontes renováveis varia dramaticamente ao longo de um dia ou de uma semana [se o vento parar ou o céu ficar encoberto].

Esta intermitência no fornecimento de energia requer fontes de apoio convencionais, tornando o carvão a principal fonte de geração de eletricidade. Mas a energia do carvão torna-se cara porque as centrais a carvão são ligadas e desligadas dependendo do fornecimento de energias renováveis.

As duas principais empresas de eletricidade da Alemanha, a E.ON e a RWE, anunciaram perdas financeiras impressionantes. Para a E.ON, estas são as maiores perdas da sua história. Ambas as empresas estão a reduzir o nº dos seus trabalhadores. A RWE reduziu as suas receitas, e a EON reduziu as suas receitas em mais de metade. Parte das perdas de E.ON deve-se a um pagamento de US$ 10 biliões [10 mil milhões de dólares] ao fundo de armazenamento de resíduos de energia nuclear.

As perdas financeiras dos dois gigantes de energia da Alemanha levantam questões fundamentais sobre quem pagará o ambicioso programa de energia renovável do país. Até agora, os agregados familiares e as pequenas empresas alemãs suportaram o peso sob a forma de elevados preços da electricidade. Neste momento, os acionistas da E.ON e RWE estão a ser convidados a intensificar a utilização das energias renováveis. Se continuarem a enfrentar perdas e a reduzir receitas, não terão capacidade para atrair o capital necessário para que a rede elétrica da Alemanha possa sobreviver. Nessa altura, os contribuintes alemães serão forçados a contribuir financeiramente para manter empresas como E.ON e RWE a funcionar.

O mercado de eletricidade alemão, com seus objetivos ultra-ambiciosos para as energias renováveis, ilustra novamente o ditado de que o caminho para a servidão está cheio de boas intenções.

quarta-feira, janeiro 10, 2018

E aí vêm as subidas no preço da eletricidade para combater o "Aquecimento Global"...




Governo estende imposto petrolífero a combustíveis para produzir eletricidade:

Combustíveis usados para produzir eletricidade, como o carvão, vão começar a pagar imposto a partir de 2018. Proposta de Orçamento a apresentar na AR prevê fim da isenção até 2022. Taxa começa em 10%.

Os combustíveis usados para produzir eletricidade vão passar a pagar 10% do imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) aplicável. Este valor constará da proposta final de Orçamento do Estado para 2018 a entregar no Parlamento.

Em causa está o fim da isenção do pagamento de ISP a combustíveis como o carvão e coque, mas também cogeração, quando usados para produzir eletricidade. A cobrança de imposto no próximo ano corresponde apenas a 10% da taxa de ISP aplicada atualmente, mas irá crescer todos os anos até atingir os 100% em 2022, quando é eliminada a isenção.

... A proposta de Orçamento do Estado para 2018 prevê, ainda, que comece a ser cobrada aos combustíveis para produzir eletricidade a taxa de carbono, criada em 2014 no quadro da fiscalidade verde. Em 2018, serão cobrados 10% desta taxa, que irá subir nos anos seguintes: para 25% em 2019, 50% em 2020, 75% em 2021 e 100% em 2022.

A produção de eletricidade a partir de carvão é uma das principais fontes de emissões de gases de efeito estufa, daí que houvesse críticas do lado do ambiente à isenção de imposto dada a estes combustíveis...

... A receita gerada por esta tributação será por isso mais substancial e poderá também penalizar os preços no mercado grossista de eletricidade, com impacto nos preços finais. Isto numa altura em que o Governo tenta combater os custos “excessivos” da produção de energia elétrica.



Subsídios à energia eólica:


- Tem a certeza de esta é a melhor forma de manter os moinhos de vento a funcionar?

- Porque é que pensa que lhe chamam "energia verde"?

segunda-feira, janeiro 08, 2018

A agenda que se esconde por trás do "Combate ao Aquecimento Global".

Colapso civilizacional, empobrecimento global, redução da população mundial para 500 milhões de pessoas e estabelecimento de um governo oligárquico de características feudais a nível planetário.


Maurice Strong: "podemos chegar ao ponto em que a única forma de salvar o planeta será provocar o colapso da civilização industrial."


Em 1990, Maurice Strong deu uma entrevista à revista WEST, onde descreveu como perspectivava a salvação do Planeta:

"Todos os anos, o Fórum Económico Mundial reúne-se em Davos, na Suíça. Centenas de CEO’s [presidentes de empresas], primeiros-ministros, ministros das finanças e líderes académicos reúnem-se em fevereiro para participar das reuniões e definir as agendas econômicas para o próximo ano.”

"E se um pequeno grupo desses líderes mundiais concluísse que o principal risco para a Terra provém das acções dos países ricos? E se para o mundo sobreviver, os países ricos tivessem que assinar um acordo reduzindo o seu impacto no meio ambiente? Será que iriam fazer isso? Os países ricos concordariam em reduzir o seu impacto no meio ambiente? Será que eles concordariam em salvar a Terra?"

"As conclusões do grupo são "Não". Os países ricos não o fariam. Eles não mudarão. Então, para salvar o planeta, o grupo decide: Será que a única esperança do planeta seja o colapso da civilização industrial? Não será nossa responsabilidade fazer com que isso aconteça?


Dois anos depois de fazer esta afirmação, Maurice Strong lançou as bases e ajudou na criação do Protocolo de Quioto. De acordo com a Wikipédia, "O Protocolo de Quioto é um protocolo da Convenção-Quadro Internacional sobre Mudanças Climáticas com o objectivo de reduzir os gases de efeito estufa que causam mudanças climáticas". Outra maneira de dizer que é "um acordo que reduz o impacto do efeito estufa no meio ambiente".

O objetivo é transformar uma ideia numa realidade. Como é que se pode desactivar as nações industrializadas? Uma analogia ajuda a entender como Maurice Strong e algumas outras pessoas de mentalidade semelhante fizeram isso. Compare-se uma nação com um automóvel e pense-se em como é possível desligar o motor. Pode-se apertar a tubo de combustível e privar o motor, no entanto, se se fizesse isso em qualquer país, as pessoas reagiriam de forma rápida e negativa. No entanto, pode-se parar um motor bloqueando o tubo de escape.

O método de Strong não é uma desligar físico - como se faz com um motor, mas um desligar metafórico. Se se puder demonstrar que uma parte do escape industrial está a causar um aquecimento global catastrófico colocando em perigo a sobrevivência do planeta, então tem-se o pretexto necessário. E será ainda melhor se se puder usar a ciência em apoio dessa causa.

São necessários dois componentes para realizar este plano. Um é um organismo científico; o outro é uma agência política global que possa ignorar os governos nacionais. A experiência de Strong indicou que as Nações Unidas (ONU) seriam o veículo ideal para desligar a civilização industrial.

sexta-feira, janeiro 05, 2018