quinta-feira, setembro 08, 2016

O pacto entre os Sionistas e os Nazis para forçarem a ida dos judeus alemães para a Palestina


Uma medalha que comemora a cooperação entre judeus sionistas e nazis alemães na emigração forçada de judeus alemães para a Palestina:

A inscrição do lado da «Estrela de David» judaica diz: "EIN NAZI FÄHRT NACH PALÄSTINA" — "UM NAZI VIAJA PARA A PALESTINA". A inscrição do lado da Suástica nazi diz: "UND ERZÄHLT DAVON IM Angriff" — "E FALA SOBRE ISSO NO [jornal] ANGRIFF".

Entre 9 de Setembro e 9 de Outubro de 1934, o jornal de Berlim do Partido Nazi «Der Angriff», fundado e controlado por Joseph Goebbels [Ministro da Propaganda na Alemanha Nazi entre 1933 e 1945], publicou uma série de doze artigos pró-sionistas escritos por von Mildenstein sob o título «Um nazi viaja para a Palestina». Em honra da sua visita, o jornal publicou uma medalha comemorativa, com a suástica nazi de um lado e a estrela judaica de David do outro.

O medalhão comemorava a visita conjunta à Palestina Sionista do oficial das SS Leopold von Mildenstein e o oficial da Federação Sionista Kurt Tuchler.

Artigo Pro-Sionista no jornal de Goebbels "Der Angriff" descrevendo a viagem e permanência na Palestina do homem que mais tarde dirigiu o Departamento judaico das SS, o Barão von Mildenstein.




Obtendo o seu nome de Sião (Sion, Zion) que é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém, o Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico.

Em 1896, o livro "Judenstaat" ("O estado judaico") de Theodor Herzl, líder do Movimento Sionista, foi traduzido para inglês. Herzl pregava que o problema do anti-semitismo só seria resolvido quando os judeus dispersos pelo mundo pudessem reunir-se e estabelecer-se num Estado nacional independente.

Fundado formalmente em 1897, o sionismo abarcava uma grande diversidade de opiniões sobre onde deveria ser fundada a nação judaica, tendo-se pensado de início estabelecê-la no Chipre, na Argentina e até no Congo, entre outros locais julgados apropriados.

A chamada diáspora judaica, ou seja a dispersão dos judeus pelo mundo, foi o principal argumento de ordem religiosa a reivindicar o estabelecimento da pátria judaica na Palestina. No entanto, o argumento da expulsão [dos judeus da Palestina], é contestado por alguns sionistas, porque que não coincide com os registos históricos que dão como certo que, muito antes das deportações romanas, a grande maioria do povo judeu já se tinha helenizado e migrado espontaneamente ou que nem sequer teria retornado à Palestina após o cativeiro na Babilónia.

A Inglaterra expressou o seu apoio ao sionismo com a Declaração de Balfour, que colocou em prática com a aquisição do mandato sobre a região por ocasião da perda dos territórios pelo Império Otomano como consequência da Primeira Guerra Mundial, dando início a um aumento substancial da migração de judeus para lá durante duas décadas até 1945, migração esta que se acentuou com a "solução final" que levou os nazis a «exterminarem mais de seis milhões de judeus» durante a Segunda Guerra Mundial sob o governo de Hitler.

A Declaração de Balfour

A Declaração de Balfour consta de uma carta escrita a 2 de Novembro de 1917 pelo então ministro britânico dos Assuntos Estrangeiros, Arthur James Balfour, dirigida a Lord Rothschild comunicando-lhe o seu empenho em conceder ao povo judeu facilidades na povoamento da Palestina no caso da Inglaterra conseguir derrotar o Império Otomano, que, até então, dominava aquela região.

A França e a Itália, aliadas de Londres na Primeira Guerra Mundial ratificaram voluntariamente a Declaração de Balfour, evitando que o Oriente ficasse sob administração exclusiva do Império Britânico. Os Estados Unidos aprovaram-na somente em Agosto de 1918.

Observe-se que o objectivo primordial do sionismo, que consistia no estabelecimento de uma pátria judaica, sempre foi bem visto pelos organismos internacionais, de tal forma que a Liga das Nações (Mandato de 1922) assim como a ONU aprovaram desde logo os princípios básicos do sionismo, aliás extensível a qualquer povo da terra. Esta simpatia aumentou, e muito, após a descoberta do "genocídio" de judeus praticado pelos nazis alemães, sobretudo a partir de 1944, até ao final da Segunda Guerra Mundial.




Muito antes do governo de Hitler ter começado a restringir os direitos dos judeus alemães, os líderes da comunidade judia mundial declararam formalmente guerra à "Nova Alemanha" numa altura em que o Governo Americano e até mesmo os líderes judeus na Alemanha estavam a aconselhar prudência na forma de como lidar com o novo regime de Hitler.



A guerra dos líderes da comunidade internacional judia contra a Alemanha não só provocou represálias por parte do governo alemão mas também preparou o terreno para uma aliança económica e política entre o governo de Hitler e os líderes do movimento sionista que esperou que a tensão entre os alemães e os judeus conduzisse à emigração maciça dos judeus para a Palestina. Em suma, o resultado foi uma aliança táctica entre os Nazis e os fundadores do moderno estado de Israel - um facto que muitos hoje prefeririam ver esquecido.

A primavera de 1933 testemunhou o começo de um período de cooperação privada entre o governo alemão e o movimento sionista na Alemanha e na Palestina (e mundialmente) de forma a aumentar o fluxo de imigrantes judeus-alemães e dinheiro para a Palestina.

Para os líderes sionistas, a tomada do poder por Hitler ofereceu a possibilidade de um fluxo de imigrantes para a Palestina. Antes, a maioria dos judeus alemães que se identificavam como alemães tinham pouca afinidade com a causa sionista de promover o agrupamento da Judiaria mundial na Palestina. Mas os Sionistas compreenderam que só um Hitler anti-semita tinha capacidade para empurrar os judeus alemães anti-sionistas para os braços do Sionismo.

O actual lamento mundial dos partidários de Israel (já para não mencionar os próprios israelitas) sobre "o Holocausto", não ousam mencionar que tornar a situação na Alemanha insustentável para os judeus - em cooperação com o Nacional Socialismo alemão - fazia parte do plano.

Este foi a génese do denominado Acordo de Transferência (Transfer Agreement), acordo negociado em 1933 entre os judeus sionistas e o governo Nazi para transferir 60 mil judeus alemães e 100 milhões de dólares para a Palestina Judaica, em troca do fim do boicote mundial judeu que ameaçava derrubar o regime de Hitler.

De acordo com historiador judeu Walter Laqueur e muitos outros, os judeus alemães estavam longe de estar convencidos de que a imigração para a Palestina era a resposta. Além disso, embora a maioria dos judeus alemães tenha recusado considerar os Sionistas como seus líderes políticos, é certo que Hitler cooperou com os Sionistas com a finalidade de implementar a solução final: a transferência em massa de judeus para o Oriente Médio.

Edwin Black, no volumoso livro «O Acordo de Transferência» (The Transfer Agreement) (Macmillan, 1984), declarou que embora a maioria dos judeus não quisesse de forma nenhuma ir para a Palestina, devido à influência do movimento sionista dentro da Alemanha Nazi a melhor forma de um judeu sair de Alemanha era emigrando para a Palestina.

As denúncias das práticas alemãs contra os judeus para os assustar e obrigarem-nos a ir para a Palestina serviu os interesses sionistas, porque só com o advento de hostilidade alemã para com a Judiaria se poderia convencer os judeus do mundo que a imigração [para a Palestina] era o único escape.

Para todos os propósitos, o governo Nacional Socialista foi a melhor coisa que podia acontecer ao Sionismo na história, pois "provou" a muitos judeus que os europeus eram irreprimivelmente anti-judeus e que a Palestina era a única resposta: o Sionismo veio a representar a grande maioria dos judeus somente por artifício e cooperação com Adolf Hitler.


Israel, o maior e único porta-aviões americano
que é impossível afundar

Nalguns aspectos claramente demarcados, o actual apoio dos Estados Unidos ao governo israelita corresponde aos interesses próprios americanos. Numa região onde o nacionalismo árabe pode ameaçar o controle de petróleo pelos americanos assim como outros interesses estratégicos, Israel tem desempenhado um papel fundamental evitando vitórias de movimentos árabes, não apenas na Palestina como também no Líbano e na Jordânia. Israel manteve a Síria, com o seu governo nacionalista que já foi aliado da União Soviética, sob controlo, e a força aérea israelita é preponderante na região.

Como foi descrito por um analista israelita durante o escândalo Irão-Contras, onde Israel teve um papel crucial como intermediário, "É como se Israel se tivesse tornado noutra agência federal [americana], uma que é conveniente utilizar quando se quer algo feito sem muito barulho." O ex-ministro de Estado americano, Alexander Haig, descreveu Israel como o maior e o único porta-aviões americano que é impossível afundar.

O alto nível continuado de ajuda dos EUA a Israel deriva menos da preocupação pela sobrevivência de Israel mas antes do desejo de que Israel continue o seu domínio político sobre os Palestinianos e que mantenha o seu domínio militar da região.

Na realidade, um Estado israelita em constante estado de guerra - tecnologicamente sofisticado e militarmente avançado, mas com uma economia dependente dos Estados Unidos, está muito mais disposto a executar operações que outros aliados considerariam inaceitáveis, do que um Estado Israelita que estivesse em paz com os seus vizinhos.

Israel recebe actualmente três mil milhões de dólares por ano em ajuda militar dos Estados Unidos.


Em suma, os que controlam há mais de um século a alta finança mundial edificaram uma sólida base militar, sob a forma de um Estado Judaico, junto das maiores reservas energéticas do planeta e do estratégico Canal de Suez:



15 comentários:

Miguel disse...

Os nazis queriam que os judeus desaparecessem da Alemanha, fosse de que maneira fosse. É verdade que durante um certo período os seus interesses coincidiram com os dos sionistas e alguns judeus foram para Israel. Mas, a partir do momento em que os interesses deixaram de coincidir, os nazis começaram a exterminar o judeus em câmaras de gás.
Sugerir que eram os judeus que controlavam Hitler e os nazis é absurdo.

Thor disse...

essa lenga-lenga do pacto "nazi-sionista" e da medalha, já mete nojo, oh Diogo.


But What About The 'Nazi-Zionist Medallion?'

http://justice4germans.com/2013/04/16/exposing-the-nazi-epithet-who-started-it-why-how-and-who-benefits/


e quanto ao Miguel: já foi aqui desmontada tanta vez essa farsa do holoconto e das "câmaras de gás" que chega a irritar ter que repetir tudo de novo, sempre que aparece um novo nabo igual a ti...

Diogo disse...

Thor disse: «essa lenga-lenga do pacto "nazi-sionista" e da medalha, já mete nojo»


Diogo: Em primeiro lugar, é a primeira vez que abordo a questão. Em segundo lugar, não percebo porque é que mete nojo. Não houve um pacto nazi-sionista para enviar o máximo possível de judeus alemães para popular a Palestina? Judeus alemães que tiveram de ser assustados com os campos de concentração para fugirem para a Palestina?

Estamos esquecidos de que o transatlântico alemão MS St. Louis que partiu em 1939 da Alemanha com 937 refugiados judeus alemães a bordo e que foram impedidos de entrar em Cuba, Estados Unidos e Canadá, até que finalmente foram aceites em vários países da Europa?

JF disse...

Existe outro ponto interessante sobre o Sionismo e o seu movimento político e social, o Nacional-Socialismo, que é a prática da Eugenia; durante a perseguição e envio de cidadãos praticantes da religião judaica na Europa para os campos de concentração na Alemanha, verifica-se que na sua imensa maioria pertenciam à classe proletária, eram cidadãos comuns não pertencentes à Oligarquia nem à sua classe média.

O Sionismo tem uma preocupação imensa com a pureza e supremacia racial, assim como a ascendência económica e social do indivíduo, e aplica isso na doutrina religiosa, familiar, e política que defende, tanto dentro da sua comunidade como fora dela.

Quanto à questão da Palestina que aborda no texto, é relevante destacar no ponto de partida a Inglaterra e a sua epopeia (que dura até aos dias de hoje) em criar e perpetuar um Estado para Israel através do apoio financeiro e militar dos Estados Unidos da América, assunto que certamente um dia poderá vir a abordar no seu blog.

Cumprimentos

Anónimo disse...

É inacreditável este cambalacho de interesses entre nazis e sionistas em vésperas do Holocausto.

Santon disse...

Artigo bom, realmente a ligação inicial entre sionistas e nazistas é inegável, Hitler recebeu muito dinheiro dos judeus de NY no começo do governo.

Mas para que essa tese da falsificação do III Reich, uma armação para levar os judeus para a Palestina, fosse verdade então seria preciso que a cúpula nazista e o próprio Hitler fossem completos farsantes.

A verdade é que Hitler esteve bem perto de vencer a guerra, faltaram 12km para chegar a Moscou e não fosse o atrapalho Itália, possivelmente a URSS tivesse desmoronado com a queda de Moscou.

E o tal holocausto nunca aconteceu de fato, é mais uma farsa midiática.

E dizer que israel é um porta aviões americano é absolutamente ridículo, antes os EUA são uma colônia de israel, bem como a City. Essa é uma visão muito marxista.

Os judeus mais poderosos da europa e NY sempre repetem que Jerusalém será a capital do universo, vão reconstruir o templo... será que é só um porta-aviões.
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E peço que os posts ofensivos do conhecido troll(desmascarado) acima sejam apagados pois só poluem o sítio e afastam leitores de longa data.

Thor disse...

Diogo, Santon e companhia, estão a esquecer-se que passam hoje 15 anos de uma das maiores farsas de sempre. sim, comentários de trolls que nada acrescentam e só desvirtuam, devem ser apagados.

no comentário do Santon só não concordo com a parte em que ele diz que Hitler recebeu muito dinheiro dos judeus de NY. isso não é verdade e nem faz sentido. os Rothschild tentaram suborná-lo mas deram-se mal, porque Hitler não só não se submeteu a eles, como ainda foi caçá-los na Austria, Alemanha, França, etc

houve uma colaboração temporária entre o Nacional-Socialismo e uma organização sionista (não "os sionistas") que durou apenas 5 anos (1933-38), Hitler inicialmente hesitou muito e torceu o nariz antes de assinar o acordo, mas lá cedeu porque queria ver-se livre dos judeus Alemães e o acordo era vantajoso para ambas as partes.
também nessa época, ninguém podia imaginar o monstro em que o sionismo israelita se tornaria, Hitler não queria estado judeu na Palestina - e lembrem-se da amizade com o Mufti - o facto de ter deixado milhares de judeus irem para as pequenas colónias sionistas na Palestina, não faz de Hitler um "agente sionista" ou "responsavél pela criação de israel". ele apenas queria ver-se livre deles de qualquer maneira.

ao fim desses 5 anos, arrependeu-se, rompeu o acordo e denunciou o sionismo, inclusivamente afirmou que os judeus nem sequer tencionavam ir viver maioritariamente para a Palestina - exactamente aquilo que o Diogo também afirma! se calhar o Diogo preferia que Hitler deixasse esses judeus continuarem a parasitar a Alemanha, desde que não parecesse "sionista". o plano de Hitler era enviá-los para Madagascar.

e não se esqueçam do boicote à Alemanha e do "judea declares war on Germany" de 1933. os judeus e sionistas unidos quase como um todo contra Hitler logo em 1933. então onde está a "ligação inicial" entre nazis e sionistas? esse acordo foi feito com uma organização sionista, meia-duzia de sionistas que queriam levar judeus para a Palestina, e não com "o sionismo" todo.

em 1933, houve inclusive um grande "rally" em NY contra Hitler, precisamente na zona de Wall Street. uma grande manif, e há imagens que provam isso. essa historia do financiamento dos judeus de NY a Hitler não tem qualquer cabimento. é apenas mais uma invenção igual a tantas outras.

Santon disse...

Quem mandou os judeus para a Palestina foi Stalin. Stalin dominou todos os guettos e campos de refugiados até Berlin e em questão de poucos anos remeteu esses judeus para a URSS e também para israel.

Era da maior preocupação dos soviéticos controlar os campos e ao mesmo tempo eliminar os patriotas do báltico, Ucrânia e Polônia; o exército vermelho foi apenas uma mossad em escala maior.

Sobre o que o Thor fala sobre o financiamento do III Reich mantenho a posição pois os sionistas no começo do regime acreditavam em poder usar Hitler como lacaio, sendo que este provavelmente pegou os recursos e depois os traiu.

O que será que Stalin negociou ou ganhou dos judeus com esse acordo ? Não deve ter sido pouco, a verdade é que a URSS permaneceu firme até que surgiu o plano de criar um governo federa europeu ( então a própria URSS já não faria mais sentido)

Lembrem-se, na Rússia a revolução bolchevique é chamada de revolução judaica.

Vejam bem que a mesma coisa que a Rússia judaica fez antes ela está fazendo agora, estamos prestes a ver a criação de um kurdistão pró israel no oriente médio, com conflitos absolutamente falsos, migrações forçadas pelo Mossad-ISIS, uma falsa rivalidade entre USA e Rússia. Atentar pois a história se repete.

JF disse...

Destaque-se também que durante este período da subida ao poder por Hitler em 1933, o Sionismo tem um forte crescimento na Alemanha Nacional-Socialista principalmente ao nível da propaganda, com publicações como o "Jüdische Rundschau" da Federação Sionista na Alemanha a serem promovidas pelo regime, e que levou ao aumento das vendas dessa publicação literária.

Outro acontecimento de extrema relevância durante o regime Nacional-Socialista liderado por Hitler, foi a celebração da Convenção Sionista na Alemanha em 1936.

Já sobre as “Schutzstaffel” (SS) observa-se uma total colaboração e apoio deste violento grupo paramilitar do partido Nacional-Socialista, assim como da estrutura partidária e de governo com o Sionismo dando força à ideia de levar os judeus para a Palestina, estando tudo isto documentado em publicações e documentos das “SS”.

Mas também podemos escrever sobre duas personagens curiosas, Leopold von Mildenstein, destacado oficial membro da “Schutzstaffel” (SS) que publica em 1934 no diário “Der Angriff” um extenso artigo sobre a sua admiração pelo Sionismo e o início da sua colonização na Palestina; e o conhecido Himmler, chefe das “SS” e da “GESTAPO” que colaborou activamente com a organização terrorista judaica “Haganah” sendo um dos seus principais fornecedores de armamento.

Existe muito mais por onde se pegar neste assunto que chega ao absurdo de as várias forças de terrorismo sionistas terem combatido lado a lado com o exército de Hitler na defesa da Alemanha Nacional-Socialista durante a 2ª Guerra Mundial, quando já era do conhecimento geral a deportação para campos de concentração e massacres de cidadãos judeus ortodoxos ou pertencentes à classe proletária.

Mais uma vez, caro Diogo, felicito-o por este post que nos motiva a pesquisar, ler, e entender, sobre um tema (Sionismo) que só começou a ser mais conhecido graças à Internet que de forma livre, plural, e diversa, nos proporciona uma infinidade de textos e referencias gratuitas e de fácil acesso; termino com uma frase de Albert Einstein na qual ele se refere ao partido político israelita "Likud" que dirige actualmente o regime de Israel:

“...um partido político com uma forte semelhança em termos da sua organização, métodos, filosofia política e abordagens sociais, com os partidos NAZI e Fascista...”

Santon disse...

Jf escreveu: "Já sobre as “Schutzstaffel” (SS) observa-se uma total colaboração e apoio deste violento grupo paramilitar do partido Nacional-Socialista, assim como da estrutura partidária e de governo com o Sionismo dando força à ideia de levar os judeus para a Palestina, estando tudo isto documentado em publicações e documentos das “SS”."

Total colaboração de maneira alguma, isso é falácia e só encantará os desinformados. O próprio regime nazi já estava em guerra com o sionismo desde 1933 e publicamente era contrário a ocupação ilegal dos judeus na Palestina, havendo acordos do mufti e Hitler.

"Mas também podemos escrever sobre duas personagens curiosas, Leopold von Mildenstein, destacado oficial membro da “Schutzstaffel” (SS) que publica em 1934 no diário “Der Angriff” um extenso artigo sobre a sua admiração pelo Sionismo e o início da sua colonização na Palestina; e o conhecido Himmler, chefe das “SS” e da “GESTAPO” que colaborou activamente com a organização terrorista judaica “Haganah” sendo um dos seus principais fornecedores de armamento."

Mais uma vez entendimento confuso e raso dos acontecimentos. O fato das SS fortalecerem ou venderem armamento a qualquer organização não automaticamente as torna cúmplices de seus objetivos.
Os próprios americanos vendem e até dão armamentos para o Talibã, para o ISIS, para vários outros grupos terroristas - não porque queiram o mesmo que os grupos, mas sim para USÁ-LOS COMO PEÇAS de seus próprios objetivos.

E Hitler fazia dessas, era um adversário perigosíssimo para a judaria, talvez o pior, Hitler sabia jogar pesado e sujo (como a judaria faz) quando preciso.

E encerrar tópico com a citação de um dos maiores canalhas, ladrões de teoria científica (Poincaré) da história, isso não faz bem à saúde.

Diogo disse...

Julgo que toda esta salgalhada se torna bastante mais clara quando se compreende que naquela altura é a elite judaica que está por detrás da Alemanha nazi, da União Soviética, de Israel, dos EUA, da Inglaterra (e de quase todo o planeta).

A táctica dos judeus para controlar o mundo é sempre igual: os judeus fomentam as guerras que instigam, os judeus armam e financiam TODOS os lados e TODOS os países, a seguir os judeus levam à falência financeira todos os países e apoderam-se de todos os seus bens e centros de poder.

JF disse...

Diogo, quanto ao Sionismo (ou aos judeus se preferir), recomendo que leia/procure literatura sobre os judeus europeus e russos, pois existe diferença entre os dois e vale a pena embrenhar-se sobre isso.

Sobre outro tema, não sei se alguma vez se debruçou sobre a origem do primeiro estado judaico da história, o Oblast Autónomo Judaico; fica aqui a sugestão.

Diogo disse...

JF, quanto aos judeus europeus e russos, escrevi há muito pouco tempo um post sobre isso:

segunda-feira, agosto 22, 2016 - O Mito do «Povo-Raça» judeu
http://citadino.blogspot.pt/2016/08/o-mito-do-povo-raca-judeu.html


Quanto ao Oblast Autónomo Judaico na parte oriental da Rússia, nunca tinha ouvido falar. Mas, já estive a ler e os judeus de Oblast foram sempre poucos. E muitos têm vindo para Israel onde têm melhores condições de vida.

JF disse...

O Oblast Autónomo Judaico foi a solução encontrada por Estaline para resolver o problema judaico na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, tendo em conta o forte pendor anti-sionista da URSS na época por ser um movimentoque não ia de encontro aos interesses dos cidadãos e revelar-se (o Sionismo) anti-soviético pois priorizava somente os objectivos próprios defendidos pelos sionistas.

Com a construção deste estado judaico o governo da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas conseguiu neste período controlar o Sionismo no seu território, permitindo que desenvolvesse as actividades somente dentro das normas e leis socialistas; foi também um apaziguamento dentro da URSS e uma jogada política para cativar os cidadãos Russos praticantes da religião judaica que em contraste com outros do resto da Europa, estavam a salvo das deportações para os campos de concentração e da morte, fortalecendo também a teoria da sã convivência e respeito por costumes e culturas dos diversos povos da URSS, desenvolvida e colocada em prática por Estaline e da qual podemos ter uma ideia nas obras disponíveis escritas pelo mesmo sobre este assunto.

Afonso disse...

Por falar em URSS http://a24opinions.blogspot.pt/2016/09/red-symphony-o-interrogatorio-dum.html