quinta-feira, outubro 27, 2016

O norueguês Prémio Nobel da Física, Ivar Giaever, esmaga a “religião” do «Aquecimento Global»

Ivar Giaever aponta, com inteligência e humor, os paradoxos e equívocos da "tese" do «Aquecimento Global» e partilha factos pouco conhecidos acerca do clima.

Ivar Giaever: "E eis o que me intriga: qual é a temperatura média óptima para a Terra? É a temperatura que temos agora? Seria um milagre! Talvez a temperatura óptima seja dois graus mais elevada do que a actual. Ou talvez a temperatura óptima seja dois graus mais baixa do que a actual. Mas nunca ouvi ninguém dizer qual é a temperatura média óptima para todo o Planeta…"



6 comentários:

Diogo disse...

Tanto no caso do «holocausto judeu» como no caso do “aquecimento global”, a Ciência Histórica e a Ciência Climática estão dogmaticamente estabelecidas. Não podem ser postas em causa. E em ambos os casos, os "negacionistas" são ostracizados e perseguidos.


Gro Harlem Brundtland, que foi Primeira-ministra da Noruega e é hoje enviada especial das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, afirmou em 2007:

"Então o que é que há de novo hoje? O que há novo é que a dúvida foi eliminada. O relatório do Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas (IPCC) é claro. É irresponsável, imprudente e profundamente imoral questionar a gravidade da situação. O tempo para diagnósticos já acabou. Agora, é tempo de agir."

FAB 29 disse...

Toneladas de hipocrisia e os governantes vendilhões de todos os países, devidamente financiados pelo capital apátrida mundial, e suas mídias se travestem de "preocupados com o bem estar da humanidade".

O fim dos tempos não tardará, pelo visto.

Anónimo disse...

Até o Papa Francisco está tão preocupado com o aquecimento global que escreveu uma encíclica só sobre este assunto.

https://www.publico.pt/ecosfera/noticia/papa-divulga-enciclica-historica-sobre-ambiente-a-alteracoes-climaticas-1699367

Francisco põe-se claramente ao lado dos cientistas na questão das alterações climáticas. “Existe um consenso científico muito consistente que indica que estamos perante um preocupante aquecimento do sistema climático”, escreve. O clima, diz a encíclica, “é um bem comum, de todos e para todos”.

O Papa aponta o dedo aos combustíveis fósseis e afirma: “A humanidade é chamada a tomar consciência da necessidade de mudar o seu estilo de vida, de produção e de consumo, para combater este aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que o provocam ou agravam”.

“As alterações climáticas são um problema global, com graves implicações ambientais, sociais, económicas, distributivas e políticas, e constituem o principal desafio da humanidade”, acrescenta a encíclica, na mesma linha do que cientistas e políticos têm vindo a dizer nas últimas duas décadas.

O texto do Papa descreve detalhadamente as causas e consequências do aquecimento global. “É como se fosse um relatório do IPCC [Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas], mas melhor e mais claro”, interpreta Francisco Ferreira, da associação ambientalista Quercus.

Com a encíclica, a Igreja Católica posiciona-se claramente em relação a várias opções políticas e económicas relacionadas com as alterações climáticas. O texto defende a substituição dos combustíveis fósseis pelas energias renováveis. E critica os sistemas de comércio de emissões de carbono, que “podem conduzir a novas formas de especulação” e “não permitem as mudanças radicais que a circunstância presente exige”.

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, disse esta quinta-feira que a encíclica é “um claro alerta sobre a ligação entre alterações climáticas e pobreza”.

“A liderança moral do Papa sobre as alterações climáticas é particularmente importante devido ao falhanço de muitos chefes de Estado e de governo em mostrar liderança política”, acrescentou o economista britânico Nicholas Stern, autor de trabalhos pioneiros sobre o impacto do aquecimento global na economia.

Santon disse...

A mentira do aquecimento global é uma estratégia simples da elite judaica mundial - que deseja um governo mundial acima da soberania dos países.

Inventemos problemas mundiais como refugiados, aquecimento global, etc... e estes problemas dependerão de uma solução coletiva, mas ao invés da decisão contratada por países soberanos, a ONU irá definir as soluções - e nesse processo a soberania estatal vai sendo destruída.

O próximo passo é a criação de um imposto mundial sobre o clima; possivelmente depois cotas mundiais para refugiados; leis mundiais sobre diversos comportamentos...

Assim vai, e assim vai-se instalando um governo mundial capitalista, não eleito, que ninguém conhece e que terá poder absoluto sobre todos os cidadãos do mundo. Será a eterna escravidão pois um poder centralizado como esse terá o poder para oprimir ou dissuadir por chantagem qualquer rebelião do povo.

Diogo disse...

Cada vez mais estou convencido de que existe um plano para reduzir a população mundial para 10% da existente hoje em dia.

Mário disse...

Interessante !
Falta quem conteste ou contra-argumente. Assim, sinto-me incapaz de formar uma opinião segura (ao contrário do meu amigo !).
Já agora, porque não postas uns vídeos com reputados conferencistas a defender o contrário ? Certamente que os haverá...