segunda-feira, novembro 14, 2016

"A temperatura não mudou efectivamente durante os últimos 20 anos. No entanto, os modelos estão a dizer que a temperatura vai aumentar extraordinariamente. Assim, o que fizeram foi alterar os dados anteriores para se ajustarem ao modelo. Isto é fraude."


Ph.D. Ian Plimer é ex-professor de Geologia de Minas na Universidade de Adelaide, Austrália do Sul, e professor emérito de Ciências da Terra na Universidade de Melbourne. Plimer tem dois livros publicados contestando a existência de mudanças climáticas provocadas pelo homem.

"O clima sempre mudou. Sempre mudou e sempre mudará. O nível do mar também sempre mudou. Os icebergues vêm e vão. A vida está sempre a mudar. Extinções de espécies são normais. O Planeta Terra é dinâmico e em evolução. As alterações climáticas são cíclicas e aleatórias. Sob o ponto de vista de um geólogo, eu ficaria realmente preocupado se não houvesse mudança na Terra ao longo do tempo. À luz das grandes e rápidas mudanças climáticas naturais que já ocorreram, até que ponto é que os seres humanos têm alguma capacidade real de mudar o clima?"

4 comentários:

M.Galvão disse...

Muito antes do homem descer da árvore, existiram muitas glaciações e períodos quentes. Como é que os Alarmistas do clima explicam isto?

Bruno disse...

Tem de se começar a apostar em carros a energia renovável, começar por baixar os impostos a veículos eléctricos e aumentar os a óleo, pois hoje em dia os carros eléctricos estão ai, mas a um preço muito alto, pois não compensa comprar para já, mas se baixarem os impostos o povo irá começar a investir neles.

Vasco 'Enver Hoxa' Livreiro disse...

A verdade è que, efectivamente, o homem provocou o Buraco no Ozono. A verdade è que, efectivamente, nunca antes o planeta albergou tantos seres vivos, tanto humanos, como herbivoros. A pressao sobre as manchas verdes, produtoras de oxigenio sao indesmentiveis. Esse professor, importava saber quem è, quem lhe paga, alem da Universidade, e a sua escolha politica...

Diogo disse...

Vasco Livreiro,

http://www.fciencias.com/2012/10/11/buraco-da-camada-de-ozono-e-uma-mentira/

Recentemente, e com o uso de satélites percebeu-se que os “buracos” na camada de ozono se encontram preferencialmente nos pólos e percebeu-se ainda que esta concentração de ozono nos pólos não é constante. Os resultados evidenciam um ciclo anual na concentração de ozono, isto porque os pólos são locais do planeta onde os tempos de iluminação solar e escuridão total alternam semestralmente. Ora, a radiação solar tem um papel importantíssimo na formação de moléculas de ozono, é de esperar que os pólos possuam uma menor concentração de ozono que o resto da atmosfera, pois se existe sempre uma metade que não está iluminada durante 6 meses.

A atmosfera obedece a um gradiente de pressão que é maior junto da superfície da Terra e que vai diminuindo até ao espaço, ora os gases mais densos estão junto à superfície e os menos densos Temperatura, pressão e densidade encontram-se mais afastados, bem como a aproximação entre as moléculas é cada vez menor quanto maior a altitude. As moléculas de CFCs são molécula relativamente “pesadas” o que faz com que dificilmente atingissem camadas da atmosfera onde se encontra o ozono para puder reagir e “destruí-lo”.

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A fotossíntese é o processo pelo qual a planta sintetiza compostos orgânicos a partir da presença de luz, água e gás carbônico. Ela é fundamental para a manutenção de todas as formas de vida no planeta, pois todas precisam desta energia para sobreviver. Os organismos clorofilados (plantas, algas e certas bactérias) captam a energia solar e a utilizam para a produção de elementos essenciais, portanto o sol é a fonte primária de energia. Os animais não fazem fotossíntese, mas obtém energia se alimentando de organismos produtores (fotossintetizantes) ou de consumidores primários.

Através da fotossíntese as plantas produzem oxigénio e carboidratos a partir do gás carbónico. Na respiração ela consome oxigénio e libera gás carbónico no ambiente, entretanto em condições normais, a taxa de fotossíntese é cerca de 30 vezes maior que a respiração na mesma planta, podendo ocorrer momentos em que ambas serão equivalentes.