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quinta-feira, novembro 29, 2018

Augusto Santos Silva (ministro dos Negócios Estrangeiros) receia que a propaganda dos jornais e televisões oficiais seja posta em causa pelas Redes Sociais.





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Mário Soares (numa das raras ocasiões em que a boca lhe fugiu para a verdade) acerca dos Media no Programa "Prós e Contras" [27.04.2009]:

Mário Soares: [...] «Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]

terça-feira, março 27, 2018

Mário Soares: Por que razão os jornais e telejornais não são honestos nem fiáveis…


Mário Soares (pessoa por quem eu nunca nutri qualquer simpatia, mas que sabia muito bem como estas coisas funcionavam) acerca dos Media no Programa "Prós e Contras" [27.04.2009]:

Mário Soares: [...] «Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é?»

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas, mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]

quarta-feira, fevereiro 07, 2018

JOEL STEIN: Who runs Hollywood? C'mon… - Quem controla Hollywood? Por favor…


JOEL STEIN – Los Angeles Times - 9/12/2008

Eu nunca estive tão aborrecido com uma sondagem na minha vida. Hoje, apenas 22% dos americanos acreditam que "as indústrias de cinema e de televisão são em grande medida controladas por judeus", abaixo dos quase 50% em 1964. A Liga Anti-Difamação, que divulgou os resultados da sondagem no mês passado, vê nestes números uma vitória contra estereótipos. Na verdade, mostra apenas como a América se tornou palerma. Os judeus controlam totalmente Hollywood.

Quão profundamente Hollywood é judeu? Quando os directores de estúdio puseram um anúncio de página inteira no Los Angeles Times há algumas semanas a exigir que o Sindicato de Actores [Screen Actors Guild – que representa mais de 100 mil actores do cinema e da televisão] assinasse o contrato que os estúdios propunham, a carta aberta foi assinada pelo presidente da News Corp, Peter Chernin (Judeu), o presidente da Paramount Pictures, Brad Gray (judeu), o presidente-executivo da Walt Disney Co., Robert Iger (judeu), o presidente da Sony Pictures, Michael Lynton (surpresa, judeu holandês), o presidente da Warner Bros., Barry Meyer (judeu), o diretor executivo da CBS, Leslie Moonves (tão Judeu que o seu tio-avô foi o primeiro primeiro-ministro de Israel), o presidente da MGM, Harry Sloan (judeu) e o presidente da NBC, Jeff Zucker (mega-judeu). Se algum dos irmãos Weinstein tivesse assinado, este grupo teria o poder de encerrar toda a produção cinematográfica.



A pessoa a quem eles se estavam a dirigir nesse anúncio era o presidente do Sindicato de Actores, Alan Rosenberg (Judeu). A refutação mordaz ao anúncio foi escrita pelo super-agente de entretenimento Ari Emanuel (judeu de pais israelitas) no Huffington Post, que é propriedade de Arianna Huffington (não Judia e nunca trabalhou em Hollywood).

Os judeus são tão dominantes, que eu tive que esquadrinhar profundamente para descobrir seis gentios (não Judeus) em posições de relevo em empresas de entretenimento. Quando lhes telefonei para falar sobre a sua progressão incrível neste ramo, cinco deles recusaram-se a falar comigo, aparentemente por medo de insultar judeus. O sexto, o presidente da AMC, Charlie Collier, vim a saber que era Judeu.

Como judeu orgulhoso que sou, quero que a América conheça o nosso sucesso. Sim, nós controlamos Hollywood. Sem nós, vocês estariam a saltitar na televisão o dia inteiro entre o "The 700 Club" [um reality show] e "Davey e Goliath"[um programa infantil].

[...] Abe Foxman disse: "Essa é uma frase muito perigosa, ‘os Judeus controlam Hollywood ‘. O que é verdade é que há muitos judeus em Hollywood ". Em vez de "controlar", Foxman preferiria que as pessoas digam que muitos executivos da indústria "por acaso são judeus", tal como "todos os oito grandes estúdios de cinema são geridos por homens que por coincidência são Judeus".

Mas Foxman disse que está orgulhoso das realizações dos Judeus americanos. "Eu acho que os judeus estão representados de forma desproporcional na indústria criativa. Tal como estão também na advocacia e na medicina ", disse ele. Argumenta que isso não significa que os judeus façam filmes pró-Judeus tal como não fazem uma cirurgia pró-Judaica. Embora eu tenha reparado que noutros países não se fazem tantas circuncisões.

Agradeço as preocupações de Foxman. E talvez minha vida passada em New Jersey-New York / Bay Area-Los Angeles, o casulo pro-semítico me tenha deixado ingénuo. Mas não me importo que os americanos pensem que controlamos os meios de comunicação, Hollywood, Wall Street ou o governo. Quero, simplesmente, que os continuemos a controlar.

segunda-feira, novembro 27, 2017

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Santos Silva, receia que os portugueses deixem de ingurgitar a propaganda das televisões e dos jornais, propriedade do Grande Dinheiro, e que comecem a trocar livremente informação entre si na Internet…



TSF – 23/11 2017

Convidado para participar no debate "Conhecimento, informação e ação política: estão os intelectuais a ser substituídos pelas redes sociais?", o ministro português disse que "o populismo e a desinformação disseminados pelas 'fake news' (notícias falsas) são grandes ameaças à polícia e a sociedade".

"Há mesmo um risco de os intelectuais serem substituídos pelas redes sociais e nós temos que considerar este risco possível como uma ameaça a natureza das nossas democracias".

Sobre as notícias falsas, Augusto Santos Silva avaliou que estas [as redes sociais] alimentam o crescimento da desinformação já que têm três traços preocupantes: a indistinção entre informação e propaganda, a não separação de notícias e boatos e também a junção da apresentação dos factos com as opiniões.[...]


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Mas os receios do ministro Santos Silva podem ser algo exagerados. Ao que consta, a desinformação e as notícias falsas de há muito que entulham os meios de comunicação normais - televisões, jornais, revistas, rádios, etc...



Mário Soares (numa das raras ocasiões em que a boca lhe fugiu para a verdade) acerca dos Meios de Comunicação no Programa "Prós e Contras" [27.04.2009]:

Mário Soares: [...] «Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]


Alguns "comentadores mediáticos"

quinta-feira, outubro 19, 2017

A conivência dos "nossos" políticos com a organização terrorista que agrediu tão barbaramente o nosso país.

Este ano, Portugal sofreu ataques de características militares por parte de um Cartel do Fogo, com recurso a engenhos sofisticados de ignição de fogos, que devastaram quase metade do país e provocaram mais de 100 mortos. O silêncio total de governantes e líderes da oposição sobre este facto, continuando a apontar como principais causas dos fogos a falta de limpeza das florestas e a acção de pirómanos com problemas mentais, revela a conivência destes políticos com a organização terrorista que agrediu tão barbaramente o nosso país.


Vieira de Leiria, domingo, 15 de Outubro às 17:00 horas

Vários comandantes de bombeiros, jornalistas e outras testemunhas viram e encontraram vários tipos de sofisticados engenhos de ignição de fogos tais como: dispositivos incendiários que eram lançados de pequenos paraquedas, dispositivos incendiários que estavam no terreno e eram activados por controlo remoto, etc. Estes engenhos puderam criar rapidamente um elevado número de grandes frentes de incêndio. No domingo, 15 de Outubro de 2017, deflagraram mais de 500 fogos em quase todo o país. Só uma poderosa organização criminosa com recurso a meios sofisticados poderia levar a cabo tal "empreendimento".

À esquerda, o vice-presidente da Liga dos Bombeiros, Adelino Gomes, um jornalista ao centro, e à direita, Marta Soares, presidente da Liga dos Bombeiros, falam da existência de uma organização terrorista e dos engenhos incendiários que encontraram e testemunharam.


Mas a esmagadora maioria dos políticos, do governo e da oposição, quando confrontados por estes factos por alguns jornalistas, esquivam-se a uma resposta directa e falam exclusivamente na falta de limpeza das florestas e na acção de pirómanos isolados com problemas mentais. Esta atitude silenciadora é claramente reveladora de conluio com o Cartel do Fogo. Estes políticos, cúmplices de assassínio e de ofensas extremamente graves ao país, devem ser julgados por crime de Traição à Pátria, Crimes contra a Humanidade, e fuzilados.

E, com raras excepções, as televisões e os jornais também silenciam a existência desta organização criminosa. Para tal, contam com equipas de "comentadores" – bandos de papagaios pagos para mentir, distorcer e omitir factos.

Alguns "comentadores"


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Jornal EL MUNDO - 15 de Outubro de 2017


... El 'cartel del fuego' - En los momentos cruciales de un macro incendio forestal, el apoyo aéreo es imprescindible. Portugal, al ser un país relativamente pequeño, incapaz de mantener una flota que pueda responder a todos los incendios registrados cada verano, recurre al sector privado. El problema surge cuando las empresas conspiran para manipular los concursos públicos, delito que la Policía Judicial lusa cree que ha sido cometido por la rama portuguesa del conocido cartel del fuego español.

La investigación de la PJ confirma la información adelantada por EL MUNDO hace un año: empresas nacionales amañaron los concursos públicos en España, Portugal e Italia.

Según fuentes judiciales, en Portugal el cartel contó con un coordinador nativo que, a lo largo de los últimos 12 años, podría haber amañado contratos públicos por valor de 821 millones de euros. El precio, obviamente inflado por muchas de las adjudicaciones, dio lugar a una investigación del Tribunal de Cuentas portugués...


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segunda-feira, outubro 03, 2016

Oliver Stone: o controlo Judeu dos Media impede o Debate Livre do Holocausto


Oliver Stone, realizador de Hollywood, afirma abertamente que o seu novo filme tem como objectivo colocar Adolfo Hitler, que ele considerou um "bode expiatório fácil" no passado, no contexto histórico devido.

O controlo Judeu dos Meios de Comunicação impede o debate livre do Holocausto, afirmou ao Sunday Times o conhecido realizador de Hollywood, acrescentando que o lobby judeu dos Estados Unidos tem vindo a controlar a política externa de Washington há anos.

Na entrevista ao Sunday Times, Oliver Stone afirmou que a opinião pública norte-americana estava focada no Holocausto como resultado da "dominação judaica dos meios de comunicação", acrescentando que o seu próximo filme tem como objetivo colocar Adolfo Hitler e o ditador soviético Joseph Estaline "no devido contexto."

"Há um grande lobby [judeu] nos Estados Unidos", disse Stone, acrescentando que "eles são trabalhadores laboriosos. É deles a última palavra, o mais poderoso lobby em Washington."

O famoso realizador de Hollywood de filmes como "Platoon" e "JFK", disse também que, enquanto "Hitler foi um Frankenstein," houve também um "Dr. Frankenstein" [o criador de Frankenstein].

"Industriais alemães, os americanos e os britânicos. Hitler teve muito apoio," afirmou Oliver Stone ao Sunday Times, acrescentando que "Hitler fez muito mais danos aos russos do que ao povo judeu, 25 ou 30 [milhões de mortos russos]."

Referindo-se à alegada influência do poderoso lobby judeu sobre a política externa dos EUA, Stone disse que Israel havia distorcido "a política externa dos Estados Unidos durante anos", acrescentando que sentia que a política dos EUA em relação ao Irão é "horrível".

"O Irão não é necessariamente o bom da fita", disse Stone, insistindo que os americanos não "conhecem a história toda."

Os comentários de Oliver Stone ao Sunday Times vêm ao encontro de anteriores observações do realizador de Hollywood em relação ao que ele considera como uma visão distorcida de personagens como Adolfo Hitler e Josef Estaline nos meios de comunicação dos EUA.

No início deste ano, Stone, falando na tournée semestral de imprensa do Television Critics Association, em Pasadena, disse que "Hitler é um bode expiatório fácil e tem sido usado profusamente ao longo da história."

"Ele [Hitler] é o produto de uma série de acções. É causa e efeito... As pessoas na América não conhecem a conexão entre a Primeira Guerra Mundial e a Segunda Guerra Mundial", disse Stone, acrescentando que através do seu documentário, ele tem sido capaz de "se colocar no papel de Estaline e no papel de Hitler para compreender os respectivos pontos de vista."

"Vamos educar as nossas mentes, liberalizá-las e alargá-las. Queremos ir além de opiniões... Atente-se no financiamento do partido Nazi. Como é que tantas empresas americanas estiveram envolvidas, desde a General Motors até à IBM. Hitler é apenas um homem que poderia ter sido facilmente assassinado", disse Stone.

segunda-feira, maio 23, 2016

O Canadá (e o Mundo) estrangulado por essa espantosa sanguessuga que dá pelo nome de «Monopólio Financeiro Mundial» controlado por meia dúzia de parasitas genocidas...


Três "rapazolas" da família Rothschild

O Mundo todo está a ser vampirizado, martirizado e exterminado por uma «elite financeira» (meia-dúzia de vermes que ninguém sabe ao certo quem são), coadjuvados por "banqueiros" (no fundo, apenas gerentes de balcão bem pagos, mas todos ladrões), políticos (quase todos corruptos) e comentadores mediáticos (quase todos venais). A parte de cima desta pirâmide deve ser varrida da face da Terra e a parte de baixo deve ser encarcerada.


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Mário Soares (numa das raras ocasiões em que a boca lhe fugiu para a verdade) acerca dos Media no Programa "Prós e Contras" [27.04.2009]:

Mário Soares: [...] «Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]


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Comentário (a azul) de Filipe Bastos no post anterior:

"O CANADÁ é um excelente exemplo. Quando se fala de dívidas soberanas e de calotes em geral, quase ninguém pensa no Canadá. É um país tão rico, autónomo, bem organizado, bem gerido, limpinho e civilizado, não é? Lá não há Sócrates, nem Guterres, nem Varas, nem Burrosos, nem Loureiros, nem Múmias Cavacas...

Pois cada canadiano devia, em 2014, mais de 240.000 dólares:"




Os vários níveis do Governo Canadiano - Federal, Provincial e Local - têm uma dívida de 4,1 triliões de dólares canadianos - o equivalente a 2, 79 x 1.000.000.000.000 Euros. A População do Canadá é de 34 milhões de pessoas (apenas 3,4 vezes mais do que Portugal) e o Produto Interno Bruto (PIB) foi em 2015 de 1,63 triliões de dólares canadianos. Ou seja, os canadianos produzem num ano o equivalente a 39% daquilo que devem a essa espantosa sanguessuga parasita que dá pelo nome de «Monopólio Financeiro Mundial»:





"Eu também fiquei surpreendido. O Canadá paga todos os anos, em juros, 10% a 15% da sua receita anual.

O ano chave aqui é 1975. Até 1974 o Canadá financiava-se directamente junto do seu Banco Central, como diz o post, sem juros - pois estes revertiam para o próprio Estado. Até então a dívida do Canadá estava perfeitamente controlada.

Acontece que em 1975 um comité destinado a manter a "estabilidade monetária e financeira" recomendou que o Estado passasse a endividar-se através de credores privados. Desde então a dívida foi sempre a subir (que surpresa!), até que agora, pelo visto, alguém se lembrou de enfrentar a máfia banqueira.

Em poucos casos se percebe tão claramente o absurdo deste sistema monetário, e do parasitismo da sacrossanta Banca. Há um antes e um depois claro, claríssimo. Este site canadiano di-lo com números:"




"Curiosidade: há tempos um jornal canadiano criou um jogo online, onde os leitores podiam simular eles próprios o Orçamento de Estado. Podiam mexer nas pensões, saúde, transportes, impostos, etc. A ideia era cada cidadão perceber onde é gasto o dinheiro público, e tentar gastá-lo melhor. Só não podiam, porém, tocar numa despesa: os juros da dívida!"

quarta-feira, maio 11, 2016

Auschwitz - A Criação de um Mito ou a invenção de um Dogma quase religioso...





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Juiz Wilhelm Stäglich (11 Novembro 1916 – 5 Abril 2006)


Nascido a 11 de novembro de 1916, Wilhelm Stäglich estudou direito e ciências políticas na Universidade de Rostock e na Universidade de Göttingen, onde recebeu um doutoramento em Direito em 1951. Durante anos, foi juiz de Finanças no Tribunal de Hamburgo. Foi, igualmente, autor de numerosos artigos sobre temas jurídicos e históricos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Wilhelm Stäglich serviu, de meados de Julho a meados de Setembro de 1944 como oficial assistente na equipa de um destacamento anti-aéreo estacionado perto do campo de Auschwitz. Como parte das suas funções teve acesso ilimitado ao campo principal de Auschwitz, onde o comando estava sedeado.

Perturbado pelas discrepâncias óbvias entre o que tinha presenciado durante a guerra em Auschwitz, e o retrato do campo que surgiu no final da guerra, ele decidiu - após anos de silêncio - falar para os Media e empreender uma investigação séria sobre este assunto tão importante.

Como punição pelo que publicou, foi demitido como juiz em 1975 por ordem do tribunal, e forçado a reforma antecipada com redução substancial da sua pensão.


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"Wilhelm Stäglich, um juiz alemão, foi heróico ao publicar este livro sobre Auschwitz já em 1979. Mas então ocorreu ainda outro fenómeno que julgávamos já ter terminado no século XVIII - A Universidade de Göttingen, através de um longo processo judicial, conseguiu que retirassem o doutoramento em Direito a Wilhelm Stäglich, que esta famosa universidade alemã lhe tinha conferido em 1951. 


Não quero enumerar aqui tudo o que este homem extremamente honesto, a quem eu admiro, sofreu, para além de tudo isto. Basta dizer que Wilhelm Stäglich, ou melhor dizendo, o Doutor Wilhelm Stäglich, juiz alemão e historiador, salvou a honra dos juízes e historiadores da Alemanha. Wilhelm Stäglich perdeu tudo, mas não sua honra."

Robert Faurisson


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Excerto inicial de «Auschwitz: a judge looks at the evidence»

«Auschwitz: um juiz examina as provas»


Texto da autoria do Juiz Wilhelm Stäglich

[Tradução minha]


Em todos os períodos da História, os homens sujeitaram-se a certas ilusões. A ilusão talvez mais difundida do nosso tempo é a de que as pessoas são agora mais profundamente, de forma mais abrangente, e, acima de tudo, mais rigorosamente informadas do que alguma vez foram. Na realidade, o que acontece parece ser exactamente o contrário.

A qualidade da informação disseminada pelos modernos meios de comunicação está na proporção inversa da sua quantidade. Esta observação geral também se aplica à veracidade de partes específicas de informação. Quem quer que já tenha lido uma reportagem sobre um acontecimento acerca do qual tenha conhecimento em primeira-mão poderá atestar que a descrição está em desacordo – às vezes de forma radical – com o que realmente aconteceu.

Este não é o lugar para examinar as muitas causas de tais distorções. De uma coisa não pode haver dúvidas: toda a "informação" relacionada com a política que aparece nos mass media hoje é projectada para servir um objectivo. A louvada "independência" dos meios de comunicação é pouco mais do que um tranquilizador caderno de banalidades.

Todavia, de vez em quando, pontos de vista ostensivamente dissidentes surgem nos mass media, de forma a dar alguma substância às pretensões de "equilíbrio", que não alteram em nada o facto de que a clique que, em virtude da sua enorme riqueza, controla amplamente os meios de comunicação está principalmente interessada em manipular indivíduos e nações de forma a alcançar os seus objectivos. O objectivo supremo da propaganda é, tal como afirmou brilhantemente Emil Mair-Dorn, "conseguir que milhões de pessoas forjem entusiasticamente as grilhetas da sua própria servidão".




Número de corporações que controlam a maioria dos media norte-americanos


(jornais, revistas, estações de TV e rádio, livros música, filmes, vídeos, agências noticiosas e fotográficas)


Um dos mais deprimentes exemplos de um povo a forjar as suas próprias grilhetas pode ser observado na tenacidade quase fanática com que tantos alemães arrastam sentimentos de culpa que lhes foram inculcados sobre uma época durante a qual uma dura necessidade impeliu o povo alemão a procurar um caminho independente para o seu futuro. Muitas coisas contribuíram para o nosso complexo de culpa nacional, mas mais do que tudo o resto é o efeito da deliberada desinformação acerca do passado alemão.

Como resultado deste artificial e absolutamente infundado complexo de culpa, em momento algum desde a queda do Terceiro Reich foi o povo alemão capaz de prosseguir os seus próprios interesses políticos. Propaganda falsa de uma qualidade e raio de acção talvez único na História despojou insidiosamente – e portanto ainda mais eficientemente - o povo alemão da auto-confiança nacional necessária a uma tal política. Tal como um indivíduo não pode avançar sem uma medida saudável de auto-estima pessoal, também um povo sem um sentido de auto-estima pode manter a sua independência política. A longo prazo, esta propaganda política disfarçada de "historiografia" pode ter efectivamente um efeito letal numa nação.

Desempenhando um aspecto central neste complexo de culpa nacional está o Mito de Auschwitz. Durante a guerra, um número de campos de concentração foram estabelecidos próximo de Auschwitz, uma cidade industrial de cerca de 12.000 habitantes situada a cerca de 50 km a oeste de Cracóvia. Durante os anos 1960s, mas especialmente depois do denominado Julgamento de Auschwitz de 1963-1965, o nome desta cidade evoluiu para um sinónimo de "genocídio". Nos campos de concentração da região de Auschwitz – assim reza a história – milhões de judeus foram sistematicamente mortos sob as ordens da liderança do Terceiro Reich.

Hoje, a palavra "Auschwitz" tem quase a força mítica das fábulas e lendas tradicionais, e é neste sentido, também, que a expressão "O Mito de Auschwitz" deve ser entendido. Na verdade, o Mito de Auschwitz tornou-se num dogma quase religioso. Não é tolerado nenhum cepticismo em relação a ele, nem muitas vezes expresso. Utilizando habilmente o Mito de Auschwitz para se representar a si próprio como a sacrossanta personificação da "Humanidade" – e o povo alemão como a personificação do mal absoluto – o judaísmo internacional exigiu direitos sobre um status privilegiado entre as nações.


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Excerto da entrevista de Nahum Goldmann ao jornal «Le Nouvel Observateur», de 25 de Outubro de 1976:

«Sem as indemnizações alemãs, que começaram a chegar durante os primeiros dez anos da existência como Estado, Israel não teria metade da sua infra-estrutura actual: todos os comboios de Israel são alemães, os barcos são alemães, assim com a electricidade, uma grande parte da indústria... já sem falar das pensões individuais destinadas aos sobreviventes. Hoje [1976], Israel recebe ainda, anualmente, centenas de milhões de dólares em moeda alemã».


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Da mesma forma, forças dentro da Alemanha, e fora dela, utilizaram o Mito de Auschwitz para evitar ou suprimir qualquer discussão objectiva sobre a era do Terceiro Reich. Sempre que os alemães mostram sinais de se desviar do que Goldmann chamou "o desejável ponto de vista sociopedagógico da história" (das volkspädagogisch erwünschte Geschichtsbild), basta articular a palavra-chave "Auschwitz" para remover quaisquer dúvidas sobre a depravação básica do povo alemão. Não apenas a menção de "Auschwitz" trava qualquer discussão racional sobre o Terceiro Reich, como, para além de "Auschwitz", este símbolo do mal absoluto, tudo o mais se torna inconsequente; pode também ser usado para lançar uma sombra sobre qualquer outro aspecto do passado alemão. Desde que o Mito de Auschwitz mantenha o seu terrível poder, a recuperação da nossa auto-estima nacional é virtualmente impossível.



Origens do Mito de Auschwitz

Quando se investiga a evolução da lenda do extermínio, é realmente difícil compreender como é que o Mito de Auschwitz veio a ocupar um lugar de tal destaque. Certamente que já em 1944 os inventores da lenda tinham escolhido Auschwitz como o lugar do "extermínio dos judeus" e foram suficientemente perspicazes para sustentar esta alegação com uma publicação oficial do governos dos Estados Unidos, o "War Refugee Board Report" [Relatório da Agência dos Refugiados de Guerra], tal como o Dr. Butz demonstrou. Contudo, o Relatório, ficou relegado para o esquecimento depois da guerra. Pelo menos na Alemanha, a propaganda da "câmara de gás" centrou-se largamente nos campos do próprio Reich, embora o Tribunal Militar Internacional tenha declarado na sua decisão, com base no testemunho ajuramentado de Rudolf Höss, o ex-comandante de Auschwitz, que cerca de 2.500.000 judeus tinham sido assassinados em "câmaras de gás" no campo.




O comandante de Auschwitz, Rudolf Höss, no Tribunal Militar de Nuremberga e a ser enforcado.


Quase imediatamente após a guerra, surgiram tensões graves entre os Aliados ocidentais e a Rússia Soviética, tendo como resultado que uma linha de demarcação, a "Cortina de Ferro" fosse desenhada entre as respectivas esferas de influência. Em parte por essa razão, em parte por outras, os Aliados ocidentais nunca inspeccionaram a área de Auschwitz. Recorde-se a declaração de Stephen F. Pinter, um advogado do Departamento da Guerra que estave estacionado em Dachau durante 17 meses:

«Foi-nos dito que existia uma câmara de gás em Auschwitz, mas como estava na zona de ocupação russa, não nos foi permitido investigar porque os russos não o permitiram

Portanto havia uma certa incerteza sobre qual seria a posição que os soviéticos iriam acabar por tomar sobre o "extermínio dos judeus" especialmente porque Estaline era conhecido como sendo um "anti-semita".

Por qualquer razão, o Mito de Auschwitz não foi amplamente publicitado até meados da década de 1950. Pelo menos, ainda não tinha adquirido o significado crucial que lhe é atribuído hoje em dia. Ainda não era feita nenhuma distinção entre os vários campos quando a "Solução Final" – a destruição física dos judeus europeus alegadamente ordenada pela liderança do Terceiro Reich – era discutida. Supostamente todos os campos tinham tido o mesmo papel nesta enorme "conspiração da morte". Todos os campos de concentração, dizia-se, tinham uma ou mais "câmara de gás" na qual os judeus eram asfixiados com cianeto volátil (na forma de "Zyclon B" um fumigante registado) ou monóxido de carbono - in usu vulgi – "gaseados". Mesmo nas últimas edições do seu "trabalho padrão", A Solução Final, Gerald Reitlinger afirma:

Deste modo, todos os campos de concentração da Alemanha acabaram por ter uma câmara de gás de algum tipo, embora não necessariamente semelhante à de Auschwitz. A câmara de gás de Dachau, por exemplo, foi preservada pelas autoridades americanas de ocupação como uma lição prática, mas a sua construção foi atrasada e o seu uso restrito a algumas vítimas experimentais, judeus ou prisioneiros de guerra russos, que tinham sido presos pela Gestapo de Munique.


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Uma página do site do Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos diz o seguinte:

«Em 1942, a área do crematório foi construída próxima do campo principal. Incluía o crematório velho e o crematório novo (Barrack X) com uma câmara de gás. Não existem provas credíveis de que a câmara de gás tenha sido usada para matar seres humanos

Até Maio de 2003, qualquer visitante da câmara de gás de Dachau podia ler num painel a seguinte frase em cinco línguas diferentes:



disfarçada de "sala de chuveiros"
nunca foi usada como câmara de gás




Câmara de Gás de Dachau

A fotografia deste painel pode, ainda hoje, ser observada no site de "The Holocaust History Project" [Projecto de História do Holocausto], uma empresa americana sem fins lucrativos


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Nas declarações de Reitlinger sobre a "câmara de gás" de Dachau nota-se uma atitude de resguardo. Já em 1960, o Institut für Zeitgeschichte [Instituto de História Contemporânea] em Munique sentiu-se na obrigação de emitir a seguinte declaração, talvez em resposta às descobertas do historiador francês Paul Rasinier:

«Nem em Dachau, nem em Bergen-Belsen, nem em Buchenwald foram gaseados judeus ou outros prisioneiros. A câmara de gás de Dachau nunca foi terminada e colocada em operação… O extermínio em massa por gaseamento dos judeus começou em 1941-42, e ocorreu em muito poucos lugares, seleccionados exclusivamente para esse objectivo e equipados com as instalações técnicas necessárias, sobretudo no território da Polónia ocupada (mas em nenhum lugar do Reich alemão propriamente dito).»

Se a declaração de Reitlinger foi uma atitude de resguardo, a afirmação do Instituto de História Contemporânea foi uma retirada geral. O que a tornou tão sensacional foi, não apenas o facto de haver uma multidão de ex-prisioneiros que tinham testemunhado terem havido "gaseamentos" nos campos de concentração do Reich, mas também o caso de vários comandantes destes campos terem assinado "confissões" afirmando a existência de alegadas "câmaras de gás". No Tribunal Militar Internacional de Nuremberga, o Promotor Chefe Britânico, Sir Hartley Shawcross, citou Dachau, Buchenwald, Mauthausen, e Oranienburgo como locais onde o assassínio era "tratado como uma indústria de produção em massa em câmaras de gás e fornos".




O Promotor Chefe Britânico, Sir Hartley Shawcross, no Tribunal Militar Internacional de Nuremberga

Durante um longo período, Auschwitz e outros campos que se encontravam nos territórios orientais da ocupação alemã tiveram um papel secundário na lenda do extermínio. Mas depois do Dr. Martin Broszat, um membro principal do Instituto de História Contemporânea, ter feito as declarações acima, a opinião de que quaisquer campos de concentração na Alemanha eram "fábricas da morte" tornou-se completamente insustentável.

Contudo, a alegação de que cerca de seis milhões de judeus tinham morrido vítimas da "Solução Final" era tão vital aos interesses dos inventores e promotores da lenda do extermínio que eles não a podiam descartar de forma nenhuma. Essa acusação era não apenas uma forma de manter o povo alemão sob a submissão política, mas também se tinha tornado uma fonte muito lucrativa de rendimento para os judeus internacionais.


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O número de seis milhões era a base das "reparações" que a República Federal da Alemanha se obrigou a pagar ao Estado de Israel e às organizações internacionais judaicas, a somar aos pagamentos compensatórios aos judeus individualmente, tendo começado nos princípio dos anos 1950s e continuando até hoje. Só por isso, o número de seis milhões, acerca do qual certos escritores já expressaram sérias e bem fundadas dúvidas por outros motivos, não pode ser abandonado, mesmo depois de ter ficado definitivamente estabelecido que nenhum dos campos no Reich alemão propriamente dito eram "campos de extermínio".






Donde, a necessidade de manter o número de seis milhões levou os mitólogos do extermínio a alterar a sua ênfase dos campos na Alemanha para os campos da Polónia ocupada pela Alemanha. Auschwitz, indubitavelmente o maior complexo de campos tornou-se o ponto focal da alegação do extermínio. Desde que os polacos se atribuíram a si próprios a tarefa de remodelar o campo num "Museu de Auschwitz" – uma acção que significava que os soviéticos iriam manter a lenda do extermínio, algo acerca do qual havia alguma incerteza depois do julgamento do Tribunal Militar Internacional – os propagandistas do extermínio já não tinham razões para se coibirem.

Embora a campanha de propaganda de Auschwitz tenha sido mantida agressivamente desde o início, ainda havia muita coisa a alcançar. Para começar, os "campos de extermínio" na Polónia ocupada tinham sido mencionados no alegado Relatório Gerstein, um documento alegadamente escrito por um homem das SS chamado Kurt Gerstein. Ao princípio, ninguém parecia levar este documento a sério, e nem sequer foi admitido como prova no julgamento do Tribunal Militar Internacional de Nuremberga. Circularam pelo menos três versões: duas versões francesas e uma alemã. Numerosas passagens nestes textos variam de uma versão para outra. Segundo a versão francesa publicada em 1951, os seguintes "campos de extermínio" estavam em funcionamento a 17 de Agosto de 1942:

1) Belzec, na estrada de Lublin-Lwow. Máximo [de mortes] por dia: 15.000 pessoas.

2) Sobibor, não sei exactamente onde fica, 20.000 pessoas por dia.

3) Treblinka, a 120 km a NNE de Varsóvia.

4) Majdanek, próximo de Lublin (em preparação).

Nota-se que o supostamente bem informado Gerstein não inclui Auschwitz nesta lista, embora se considere agora que os alegados "assassínios em massa" tenham lá começado na Primavera de 1942. (As primeiras "câmaras de gás" eram, assim é afirmado, duas casas de campo convertidas). Já que, segundo este documento, Gerstein era responsável pela aquisição e distribuição do Zyclon B, ele estaria seguramente a par da existência de Auschwitz. De facto, Auschwitz é mencionado como um "campo de extermínio" na parte final da versão inglesa do documento – assim como Theresienstadt, Oranienburgo, Dachau, Belsen, e Mauthausen-Gusen! Esta versão do "Relatório Gerstein" (a que aparece no livro do Dr. Butz) foi usada pelos americanos nos "julgamentos" que eles próprios realizaram no seguimento do julgamento do Tribunal Militar Internacional de Nuremberga.




À medida que os anos passaram, Auschwitz foi perdendo importância. Uma década depois da guerra, o público não sabia virtualmente nada sobre ele. Isto pode ser atribuído em parte ao facto dos soviéticos não permitirem a estranhos inspeccionarem o complexo de Auschwitz. Mais ainda, nenhum dos soldados alemães e austríacos internados em Auschwitz, que serviu durante vários meses como um campo de prisioneiros soviético, encontraram quaisquer traços dos alegados assassínios em massa, nem em Birkenau, supostamente o verdadeiro campo de extermínio, ou então não os reportaram depois da sua libertação. Evidentemente, restos dos crematórios ainda podiam ser vistos, mas a quantidade de escombros não condizia com o que seria deixado por crematórios do tamanho requerido para a exterminação em massa de vários milhares de pessoas por dia.

Pode-se perguntar: se esta alegação fosse verdadeira, porque é que os soviéticos não exibiram imediatamente o campo aos jornalistas de todo o mundo e colocado as provas dos alegados assassínios em massa sob controlo internacional? Deixo ao leitor a tarefa de responder a esta questão por si próprio. Ainda menos compreensível é o facto da maioria dos alemães não oferecerem virtualmente nenhuma resistência à campanha de propaganda que começou em meados dos anos 1950s. Não questionaram porque é que Auschwitz foi subitamente trazido para a ribalta como o maior campo de extermínio de todos, um campo no qual os judeus eram "gaseados" aos milhões. Todos pareciam ter esquecido o velho provérbio germânico: «Wer einmal lügt, dem glaubt man nicht» [Quem mente uma vez, mente sempre]. Dado que as mentiras sobre Dachau, Bergen-Belsen, Buchenwald e outros campos duraram pouco mais do que uma década, acusações semelhantes sobre Auschwitz deveriam ter sido olhadas com a maior das suspeições.

Evidentemente que aqui devemos levar em conta o facto de que, mesmo hoje, muitos alemães nada sabem sobre a forma vergonhosa como foram enganados em relação aos campos de concentração em território alemão. Incontáveis alemães ainda acreditam nas mentiras que lhes foram contadas, porque nem o governo nem os mass media deram a publicidade que a reveladora admissão do Dr. Brozat merecia.

Contudo, só isso não é suficiente para explicar o estabelecimento e a forma como se entranhou o Mito de Auschwitz. Nem mesmo o segmento da nossa população mais familiar com o embuste da "câmara de gás" de Dachau, por exemplo, está imune ao Mito de Auschwitz. Quem quer siga a imprensa nacionalista sabe que até aí Auschwitz é muitas vezes usado como um sinónimo de "genocídio". Em parte, esta confirmação implícita do Mito de Auschwitz pode ser o resultado de uma falta de atenção imperdoável. Mas existe também envolvida alguma crença genuína, que ficou clara para mim em resultados dos debates que tive com os editores destas publicações. Em apoio das suas posições, citam normalmente as revelações do primeiro Julgamento de Auschwitz em Frankfurt.


Na realidade, a verdadeira razão para que a aceitação pública do Mito de Auschwitz estar tão largamente aceite deve ser a confiança ilimitada que as decisões dos tribunais alemães gozam junto do povo alemão. Não obstante os numerosos erros judiciários da justiça, a autoridade judicial e a objectividade são ainda consideradas acima de qualquer suspeita. Se esta confiança se justifica quando abordamos os julgamentos tão flagrantemente políticos como o chamado Julgamento de Auschwitz em Frankfurt, é uma questão que surgirá muitas vezes no curso da nossa investigação. Neste ponto, deveria ser suficiente salientar que nunca poderá ser missão dos tribunais pronunciarem-se sobre o veredicto final em questões históricas, algo que alguns grupos consideram ser o verdadeiro objectivo dos chamados "Julgamentos dos Crimes de Violência Nazis", dos quais o Julgamento de Auschwitz é o primeiro exemplo.

Levando em linha de conta a importância do Mito de Auschwitz, e o estranho estudo das suas causas, está na hora dos factos serem sistematicamente investigados e escrutinados. [...]

domingo, outubro 11, 2015

De como o Grande Dinheiro, através de comentadores a soldo, consegue fazer com que milhões de pessoas votem a favor da sua própria desgraça...


O objectivo supremo da propaganda é conseguir que milhões de pessoas forjem entusiasticamente as grilhetas da sua própria servidão [Emil Maier-Dorn].


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Vá... Vá lá... Não custa nada: «A Austeridade é boa para a economia»... Mais uma: «Cortes nos salários e nas pensões são bons para o Crescimento»... Só outra: «A privatização de empresas lucrativas do Estado é saudável para o país»... Só mais uma: «As pessoas estão pior, mas o país está muito melhor»... E esta para acabar: «Não sejas piegas, tu aguentas... Ai aguentas, aguentas...»...


Um batalhão de vendidos...


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Mário Soares (numa das raras ocasiões em que a boca lhe fugiu para a verdade) acerca dos Media no Programa "Prós e Contras" [27.04.2009]:

Mário Soares: [...] «Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]

terça-feira, fevereiro 10, 2015

O genocídio em Portugal e na Europa levado a cabo pela Grande Finança Mundial sob a capa da «Dívida Soberana» - muito provavelmente a maior fraude de sempre...


O esquema do embuste, de uma simplicidade impressionante e nunca explicada nos Media por comentadores e políticos, consiste tão somente no seguinte:

Segundo os próprios estatutos, o Banco Central Europeu (BCE) está proibido de emprestar dinheiro (que cria do nada - out of thin air) diretamente aos Estados, Empresas e Famílias. Mas pode fazê-lo  às instituições de crédito privadas (Bancos Privados) e afins:





Artigo 21º - (Operações com entidades do sector público)

21.1 De acordo com o disposto no artigo 101º do presente Tratado, é proibida a concessão de créditos sob a forma de descobertos ou de qualquer outra forma, pelo BCE ou pelos bancos centrais nacionais, em benefício de Instituições ou organismos da Comunidade, governos centrais, autoridades regionais, locais, ou outras autoridades públicas, outros organismos do sector público ou a empresas públicas dos Estados-membros; é igualmente proibida a compra directa de títulos de dívida a essas entidades, pelo BCE ou pelos bancos centrais nacionais.


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O BCE financia a especulação dos bancos (Eugénio Rosa): Tal como aconteceu antes da crise de 2008, em que os bancos financiaram os especuladores, a uma taxa de juro baixa, para que pudessem depois obter elevados lucros, agora também o Banco Central Europeu (BCE) está a financiar a banca a uma taxa de juro também muito baixa (1%), não impondo quaisquer limites na utilização desse dinheiro, para que depois os bancos possam obter lucros extra à custa das taxas de juro elevadas que cobram não só aos Estados, mas também às famílias e às empresas. É um esquema que interessa tornar claro para todos, embora os comentadores oficiais com acesso privilegiado aos media nunca se refiram a ele, procurando assim ocultá-lo. Por isso vamos voltar a ele. E esse esquema "diabólico" é o seguinte.

Antes de ter entrado para a Zona Euro, Portugal possuía um Banco Central (Banco de Portugal) que podia emitir moeda (escudos), e que comprava divida ao Estado a uma taxa reduzida, assegurando assim o seu financiamento e também garantindo que nunca o Estado entrasse em falência porque o Banco de Portugal disponibilizava sempre os meios financeiros para que o Estado pagasse os seus compromissos. As únicas limitações eram em relação à divida externa, que teria ser paga em divisas o que obrigava o Estado a recorrer fundamentalmente ao endividamento interno para se financiar, e a necessidade de evitar que a inflação disparasse.





O BCE empresta aos Bancos Privados a 1% e estes emprestam aos Estados, Empresas e Famílias a 5%, 7%, 10%, 20%, etc.


Com a entrada para o euro, o Banco de Portugal e o Estado português perderam esse poder que passou para o Banco Central Europeu (BCE). Só ele é que pode emitir euros. Para além disso, foi introduzida uma norma nos Estatutos do BCE que proíbe que este banco compre directamente dívida aos Estados. No entanto, pode comprar dívida soberana, ou seja, dos Estados, no chamado "mercado secundário" onde têm acesso os bancos. Portanto, está-se perante a situação caricata que permite à banca especular com a divida emitida pelos Estados, que é a seguinte: o BCE não pode comprar directamente a dívida ao Estado português, mas já pode comprá-la aos bancos que a adquirem. E então o esquema especulativo montado pela UE e pelo BCE para enriquecer a banca à custa dos contribuintes, das famílias, e do Estado português é o seguinte: a banca empresta às famílias, às empresas e ao Estado português cobrando taxas de juro que variam entre 5% e 12%, ou mesmo mais, depois pega nessa divida, titularizando-a, e vende-a ao BCE obtendo empréstimos a uma taxa de juros de apenas 1%.


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E, deste modo, fruto da «Crise Financeira Mundial» e do endividamento para as Parcerias Público-Privadas (PPPs), o Estado Português pediu um empréstimo no valor de 78 mil milhões de euros à Troika (União Europeia - BCE e Comissão Europeia - e ao Fundo Monetário Internacional (FMI) a juros agiotas (superiores a 6%).

Destes 78 mil milhões de euros, 12 mil milhões de euros serviram para a recapitalização dos bancos e, dos 66 mil milhões restantes, o Estado ofereceu, "acomodou", 35 mil milhões de euros em garantias à Banca para que esta pudesse emitir dívida (pedir dinheiro emprestado) para se "financiar"... Ou seja, o Estado Português ofereceu de mão beijada à Banca 47 mil milhões de euros à custa dos contribuintes.

Os restantes 31 milhões de euros estão a pagar os juros dos empréstimos aos bancos privados pelas obras faraónicas e inúteis com que políticos corruptos (a soldo da Banca) endividaram o país.






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Esta vigarice descomunal que, tal como acontece em muitos outros países da Europa e do Mundo, está a enviar milhões de cidadãos para a miséria e muitos milhares para a morte (falta de cuidados de saúde, fome, desespero, suicídio, etc.), não seria possível sem o conluio, mais ou menos bem remunerado, de algumas centenas de «compatriotas». Esta canalha assassina tem de ser justiçada directamente pelos cidadãos. Alguns exemplos destes «espécimes»:


Os «Banqueiros Portugueses» - a necessidade de coordenação e sincronização das «Crises Financeiras» a nível planetário e a enormidade das influências necessárias ao mais alto nível para que a Banca tenha, em  todo o lado, tantas benesses, implicam que os «Banqueiros Portugueses» nada mais sejam que Gerentes Bancários de  da Grande Finança Mundial. Os BES, BCPs, os Citigroup, os Barclays, e os Credit Suisse não passam de balcões dessa hidra financeira todo-poderosa.


«Banqueiros Portugueses»



Nuno Amado / BCP -- Fernando Ulrich / BPI -- Ricardo Salgado / BES -- Vieira Monteiro / Santander Totta.


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Os «Políticos Portugueses do arco da governação» -  pulhas a soldo da Banca, são bem descritos por Chris Gupta: "A constituição de uma «Democracia Representativa» consiste na fundação e financiamento pela elite do poder de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta..."


«Políticos Portugueses»



Teixeira dos Santos, José Sócrates, Passos Coelho, Paulo Portas, Vítor Gaspar e Maria Luís Albuquerque.


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Os «Comentadores e Jornalistas Portugueses» -  A opinião venal, sempre favorável ao bem-estar dos «Mercados (Banca)» - que nos é impingida diariamente nos jornais e telejornais. Não obstante a barragem propagandeada por estes cúmplices do genocídio, há cada vez mais cidadãos que estão a abrir os olhos.


Mário Soares (numa das raras ocasiões em que a boca lhe fugiu para a verdade) acerca dos Media no Programa "Prós e Contras" [27.04.2009]:

Mário Soares: [...] «...Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]



«Comentadores e Jornalistas Portugueses»




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Fernando Madrinha - Jornal Expresso de 1/9/2007:

[...] "Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais." [...]


BANKSTERS





Paulo Morais, professor universitário - Correio da Manhã – 19/6/2012

[...] "Estas situações de favorecimento ao sector financeiro só são possíveis porque os banqueiros dominam a vida política em Portugal. É da banca privada que saem muitos dos destacados políticos, ministros e deputados. E é também nos bancos que se asilam muitos ex-políticos." [...]

[...] "Com estas artimanhas, os banqueiros dominam a vida política, garantem cumplicidade de governos, neutralizam a regulação. Têm o caminho livre para sugar os parcos recursos que restam. Já não são banqueiros, parecem gangsters, ou seja, banksters."


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Esta canalha assassina tem de ser justiçada directamente por nós...