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quarta-feira, maio 16, 2012

A retrocracia míope do líder neonazi grego versus a crença cega dos jugulares na «verdade oficial do holocausto» imposta pelos vencedores da II Guerra


Artigo publicado no blogue Jugular:


Terça-feira, 15 de Maio de 2012

Postado por Shyznogud





4 comentários:

De Comentador-1 a 15 de Maio de 2012 às 15:00

Não te admires se aparecerem por aqui pessoas a defender o mesmo.
Já tive oportunidade de ler noutro blog alguém a por em causa o nº de pessoas assassinadas nos campos de extermínio nazi, inclusive apresentava cálculos e tudo. Fiquei estupefacto pois o que estava em causa não era o extermínio em si mas sim o nº de pessoas assassinadas.


De Comentador-2 a 15 de Maio de 2012 às 16:36

Fique descansada, Shyznogud. Se este nazi se atrever a atacar os judeus gregos, será prontamente estripado e dado de oferenda a uns simpáticos suínos. Suínos gregos, claro. Há que respeitar as sensibilidades de cada um. :)


De Comentador-3 a 15 de Maio de 2012 às 18:43

Ninguém lhe dá um tiro entre os olhos?


De Comentador-4 a 15 de Maio de 2012 às 22:28

Não percebo a panca deste senhor com os fundamentalistas islâmicos. só vejo aqui razões pra ele e um tal primeiro-ministro iraniano serem melhores amigos. só coisas em comum, alguém que lhes faça um arranjadinho sff.

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Comentário meu, colocado ontem, que o autor do blogue decidiu censurar:

O judeu Elie Wiesel


Elie Wiesel é um judeu nascido na Roménia a 30 de Setembro de 1928. Aos 15 anos é deportado para Auschwitz, onde esteve prisioneiro durante dez meses, e depois para Buchenwald. Sobrevivente dos campos de concentração nazis, torna-se cidadão americano em 1963 e obtém uma cátedra de ciências humanas na universidade de Boston. Em 1980, Elie Wiesel funda o Conselho para o Holocausto americano. Condecorado em França com a Legião de Honra, recebeu a Medalha do Congresso americano, recebeu o título de doutor honoris causa em mais de cem universidades e recebeu o Prémio Nobel da Paz em 1986. O Comité norueguês do Nobel denominou-o "mensageiro para a humanidade."

As suas obras, quase 40 livros, edificadas para resgatar a memória do Holocausto e defender outros grupos vítimas de perseguições receberam igualmente vários prémios literários. Em Outubro de 2006, o Primeiro-ministro israelita Ehud Olmert propôs-lhe o cargo de Presidente do Estado de Israel. Elie Wiesel recusou a oferta explicando que não era mais do que um "escritor". Elie Wiesel preside, nos EUA, desde 1993, à Academia Universal de Culturas.






Elie Wiesel, no seu livro autobiográfico «Noite», onde descreve os dez meses em que esteve prisioneiro no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, não refere uma única vez nenhuma das cinco enormes câmaras de gás que [supostamente] funcionaram em Auschwitz-Birkenau. Ele diz, realmente, que os Alemães executaram Judeus, mas... com fogo, atirando-os vivos para as chamas incandescentes, perante muitos olhos de deportados.


Excerto do livro «Noite» de Elie Wiesel:

«Não muito longe de nós, chamas elevavam-se dum fosso, gigantescas chamas. Eles estavam a queimar algo. Um camião aproximou-se da cova e descarregou a sua carga – crianças pequenas. Bebés! Sim, eu vi – vi-o com os meus próprios olhos... Aquelas crianças nas chamas. (É surpreendente que eu não tivesse conseguido dormir depois daquilo? Dormir era fugir dos meus olhos.)»


«Um pouco mais longe dali estava outra fogueira com chamas gigantescas onde as vítimas sofriam "uma lenta agonia nas chamas". A coluna de Wiesel foi conduzida pelos Alemães a três passos da cova, depois a dois passos. A dois passos da cova foi-nos ordenado para virar à esquerda e ir-mos em direcção aos barracões.»


E quando os Russos estavam prestes a tomar conta de Auschwitz em Janeiro de 1945, Elie e o seu pai escolheram ir para a Alemanha com os nazis em retirada em vez de serem libertados pelo maior aliado de América. Se tivessem permanecido no campo, teriam podido, dentro de dias, contado ao mundo inteiro tudo sobre o extermínio dos judeus perpetrado pelos nazis em Auschwitz - mas, Elie e o pai escolheram, em vez disso, viajar para oeste com os nazis, a pé, de noite, num Inverno particularmente frio, e consequentemente continuarem a trabalhar para a defesa do Reich.

Outro excerto do livro «Noite» de Elie Wiesel:

«- O que é fazemos, pai?
Ele estava perdido nos seus pensamentos. A escolha estava nas nossas mãos. Por uma vez, podíamos ser nós a decidir o nosso destino: ficarmos os dois no hospital, onde podia fazer com que ele desse entrada como doente ou como enfermeiro, graças ao meu médico, ou, então, seguir os outros.
Tinha decidido acompanhar o meu pai para onde quer que fosse.
- E então, o que é que fazemos pai?
Ele calou-se.
- Deixemo-nos ser evacuados juntamente com os outros – disse-lhe eu.
Ele não respondeu. Olhava para o meu pé.
- Achas que consegues andar?
- Sim, acho que sim.
- Espero que não nos arrependamos, Elizer!»



A escolha aqui feita em Auschwitz por Elie Wiesel e o seu pai, em Janeiro de 1945, é de extrema importância. Em toda a história do sofrimento judeu às mãos dos nazis, que altura poderia ser mais dramática do que o precioso momento em que um judeu podia escolher entre a libertação pelos Soviéticos ou fugir com os genocidas nazis para a Alemanha, continuando a trabalhar para eles e ajudando-os a preservar o seu regime demoníaco?



Associated Free Press - 23.04.2009 - O presidente Barack Obama e o prémio Nobel da Paz, Elie Wiesel, numa cerimónia em Israel, em Abril de 2009, que lembrou os seis milhões de judeus massacrados durante a Segunda Guerra Mundial:

Barack Obama e Elie Wiesel


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Quanto a Nikos Mihaloliakos, líder do partido neonazi grego Aurora Dourada, que negou a existência das câmaras de gás nazis (tal como fez o prisioneiro judeu Elie Wiesel), colocou a questão que todos os historiadores, que tivessem um pingo de honestidade e não se limitassem a papaguear a «estória» escrita pelos vencedores, deveriam fazer:

"Auschwitz, que Auschwitz? Eu não fui. O que aconteceu lá? Você estava lá?"

Considero o líder do partido neonazi grego, Nikos Mihaloliakos, um retrocrata (cracia - governo -- retro – anacrónico).

A solução para combater uma «Democracia Representativa» corrupta, que representa os grandes interesses financeiros e não as populações, não está em voltar atrás no tempo à procura de um «Estadista» impoluto, honesto e santo (como se alguma vez tivesse existido algum…).

A solução para combater as «Democracias Representativas» corruptas (e são todas) é apostar, através dos novos Media – sobretudo a Internet, em Democracias Semi-Representativas e Democracias Directas. A tecnologia hoje existente já o permite.

Nada de Ditadores, Reis ou Faraós...