terça-feira, novembro 11, 2008

Grã-Bretanha - manter nas escolas a consciência do massacre sistemático dos Judeus pelos Nazis


Times Online - 7 de Novembro de 2008

Cada escola [na Grã-Bretanha] vai ter um especialista em Holocausto sob uma iniciativa anti-racismo:

Cada escola secundária [na Grã-Bretanha] vai ter um especialista do Holocausto para assegurar que o tema seja ensinado de forma compreensiva e sensível.

A cada professor da cada escola será oferecido um lugar num curso de treino sobre a educação do Holocausto para combater o racismo e a intolerância.

Um em cada dez professores que tirarem o curso podem tirar um módulo de mestrado na educação do Holocausto, como parte de um plano de 1,5 milhões de libras levado a cabo pelo Instituto da Educação.

Os professores discutirão as partes do tema onde encontrem mais dificuldade em ensinar e vão trabalhar em projectos de lições com especialistas na forma de tratar as questões.

Stuart Foster, director do projecto, disse: "Há preocupações crescentes na sociedade sobre intolerância e racismo. O BPN (British National Party) aparece em primeiro plano, e existe um anti-semitismo acrescido."

A iniciativa destina-se a manter a consciência do massacre sistemático dos Judeus pelos Nazis durante a Segunda Guerra Mundial à medida que os sobreviventes vão desaparecendo, informa o Times Educational Supplement.

O projecto será lançado no Domingo, no 70º aniversário da Kristallnacht (A Noite dos Cristais) – a noite de 1938 onde 91 Judeus foram mortos, 30,000 foram presos e 191 sinagogas foram destruídas marcando o início o genocídio do povo Judeus pelos Nazis.

Ruth-Anne Lenga (na foto), consultora de educação do Jewish Museum [Museu Judaico], afirmou que o Holocausto é abordado muito resumidamente pelas escolas não obstante fazer parte da matéria curricular. "Pode ser a emotividade do tema que preocupa os professores, ou então as questões e os difíceis desafios morais que levanta. Queremos garantir que há apoio."

O projecto coincidirá com um levantamento em forma de teste do conhecimento dos professores sobre o tema e sobre os seus métodos de ensino. Irá inquirir os professores sobre a sua definição de "Holocausto" e se consideram importante que o tema seja ensinado às crianças.

O plano é parte de um projecto mais vasto de educação sobre o Holocausto fundado pelo Governo e pela Fundação de caridade Pears. É apoiado pelo Holocaust Education Trust, que este ano recebeu 1,5 milhões de libras para enviar dois alunos do sexto ano de cada escola a Auschwitz.



Comentário:

Manter nas escolas a consciência do massacre sistemático dos Judeus



Jornal israelita Haaretz – 9/11/2007

Israel pretende um novo acordo com a Alemanha sobre indemnizações do Holocausto:

6 comentários:

Ana Camarra disse...

Diogo


Mesmo sem estar desperta para a hipotese de isto tudo não ter sido bem assim,já me parceria excessivo e disparatado.Principalmente por olharmos para tanta coisa digna de ser ensinada em vez do Holocausto como disciplina.
agora que me despertaste para a possibilidade de isto ser, em parte, uma grande mentira, parece-me incrivél!
Vivemos num continente que tem uma história comum, como por exemplo o Império Romano que ocupou de facto a Europa, existe um património artistico, filosofico que podia e devia de ser estudado e assim ensinar-se que a humanidade também é isso!
Tantas coisas, tantas para ensinar.
Olha esta será "another bric in the wall" para cada vez mais acreditar no embuste.

beijos

Diogo disse...

Ana,

Deram-se mortandades brutais no século XX. Na Europa, na Ásia, em África e na América. Centenas de milhões de pessoas foram assassinadas. Esta obsessão com a «educação do holocausto judeu» só tem uma explicação possível...

Beijo

alf disse...

sim.. qual será a razão.. chatear os alemães? Porque os ingleses e os alemães continuam em guerra, até um ET percebe isso.. a relação entre ingleses e continentais deve ser mais ou menos a mesma do Alberto João com o Sócrates... complexos de insularidade talvez.

alf disse...

E quanto dinheiro não seria preciso pagar aos palestinianos pela usurpação das suas casas e, mais do que isso, do seu território?

xatoo disse...

a ideia de ter um "especialista" em hocáustica nas escolas é porreira - como regra geral o sistema de ensino está inquinado e é hoje a vanguarda da contestação geral - sempre dará para encostar esses experts à parede - já tou a ouvir os formandos: "então e provas sôr tôr?"

Anónimo disse...

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