quinta-feira, setembro 29, 2011

Vídeo dedicado aos nossos admiráveis jornalistas que, por carreirismo, cobardia e cupidez, se limitam a ser caixas de ressonância do poder político, económico e financeiro

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"The War You Don’t See" - A Guerra que não lhe é permitido ver

A imundície a que chegou o "jornalismo" que nos é servido diariamente...

(Legendado em português)



O documentário "The War You Don’t See" [A Guerra que não lhe é permitido ver], do jornalista John Pilger, é uma investigação poderosa e oportuna sobre o papel dos Media na guerra, descrevendo a história das reportagens independentes e das não independentes sobre a carnificina da Primeira Guerra Mundial, a destruição de Hiroshima, a invasão do Vietname, a actual Guerra do Afeganistão e a catástrofe no Iraque.

Como as armas e a propaganda se tornam cada vez mais sofisticadas, a natureza da guerra está a desenvolver-se num "campo de batalha electrónico", em que os jornalistas desempenham um papel fundamental, e os civis são as vítimas.


"Tudo que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento." - (Carlos Bernardo González Pecotche)


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Mário Soares acerca da "independência" dos Media no Programa "Prós e Contras" [27.04.2009]:

Mário Soares: [...] «Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]
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9 comentários:

Jorge disse...

Preciso de mais tempo para ver o filme que me parece muito bom. Quanto aos jornalistas, são intrujões pagos à mentira.

Joana disse...

O foco do documentário produzido e apresentado por John Pilger é o papel cada vez mais subserviente da imprensa ocidental em situações de conflito e sua cumplicidade com as flagrantes violações dos princípios da Convenção de Genebra perpetrados pelos 'aliados' na suposta Guerra ao Terror.

A cara dos "jornalistas" da BBC e da ITV quando Pilger questiona a sua cumplicidade com as mentiras da dupla demoníaca Bush/Blair demonstra tudo.

Carlos disse...

"Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir."

Está a falar do que sabe. teve de fazer o mesmo...

Anónimo disse...

Sim,são despedidos se não obedecerem.E depois têm que ir trabalhar de forma mais honrada para outro lado...dramático!
Até os polícias se demitem de investigar os delinquentes que ocupam cargos políticos,senão,coitados,teriam que ir trabalhar em algo mais honesto.
Todas estas tragédas que justificam o comportamento vicioso destes crápulas de segunda linha me levam às lágrimas.

Anónimo disse...

Tenho muito respeito pelas pessoas que para não perderem o empreguinho,ajudam a lixar a vida de milhões.

Rick disse...

Os jornalistas são presstitutas!
http://a4guerramundial.blogspot.com/2011/09/httpwww.html

Alberto Augusto disse...

Visitem
http://culturadoiro.wordpress.com/

Fada do bosque disse...

É excelente esse documentário. Faz-nos sentir o quanto somos manipulados e isso revolta e de que maneira!
Diogo, essa do Soares não falha!! É assim mesmo!

Frederick Ogilvie, o qual sucedeu ao fundador da BBC, Lord Reith, como director geral, escreveu que o seu objectivo era transformar a BBC num "instrumento de guerra plenamente efectivo". Ogilvie teria ficado deliciado com os seus administradores do século XXI. Na corrida para a invasão do Iraque, a cobertura da BBC reflectia esmagadoramente a posição mentirosa do governo, como mostra estudos da Universidade de Gales e da Media Tenor.

Contudo, o grande levantamento árabe não pode ser facilmente administrado, ou apropriado, com omissões e advertências, como deixa claro um diálogo no programa Today, da BBC, de 16 de Maio. Com o seu celebrado profissionalismo, concentrado em discursos corporativos(...) do mesmo autor, Jonh Pilger.
Fonte:http://resistir.info/pilger/pilger_23jun11.html

E A VASELINA DURA...E DURA... E DURA... disse...

Austeridade acima de tudo, mas só para alguns..................

Aqui não há cortes decididos pela Troika

Governo: Dois ministros e sete secretários de Estado com subsídio. Subsídio de alojamento dá 1152 euros aos governantes.

Dois ministros e sete secretários de Estado vão juntar 1152 euros de subsídios de alojamento aos respectivos salários mensais por não terem residência permanente em Lisboa.

João Pedro Aguiar-Branco, ministro da Defesa, e Miguel Macedo, ministro da Administração Interna, são os dois membros do Executivo que juntarão este subsídio à sua remuneração mensal de 6885,40 euros dado terem residência habitual no Porto e em Braga, respectivamente.

Já os secretários de Estado que verão os vencimentos mensais de 6133,55 euros acrescidos em 1152 para a comparticipação dos custos com habitação na capital serão José Cesário, responsável pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas; Juvenal Peneda, adjunto do ministro da Administração Interna; Simões Júlio, Administração Local e Reforma Administrativa; Cecília Meireles, Turismo; Daniel Campelo, das Florestas e Desenvolvimento Rural; Marco António Costa, Solidariedade e Segurança Social, e Vânia Barros, adjunta do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.

A concessão de subsídios de alojamento a estes governantes foi publicada ontem em Diário da República.

Cumprimentos "democraticos".