quarta-feira, dezembro 14, 2011

Mengele - o Anjo da Morte de Auschwitz (so we have been informed)

Retirado do site scrapbookpages.com. Segundo a homepage do site, este tem como objectivo auxiliar os viajantes com interesse em história – especialmente no capítulo do Holocausto Judeu.

(Tradução minha)


O homem à esquerda é Josef Mengele, o oficial médico SS que seleccionou judeus para serem gaseados e que levou a cabo experiências médicas desumanas em prisioneiros.

O Dr. Josef Mengele era um dos 30 oficiais SS em Auschwitz II, também conhecido por Birkenau, que decidia quem viveria e quem devia morrer nas câmaras de gás. Mengele chegou a Birkenau nos princípios de Maio de 1943, mesmo na altura em estava a começar a segunda epidemia de tifo em Birkenau. O próprio Mengele apanhou tifo enquanto estava em Birkenau.

Mengele foi alcunhado como o "Anjo da Morte" pelos prisioneiros porque tinha a face de um anjo, e, no entanto, cruelmente, fazia selecções para as câmaras de gás de Birkenau. Mengele era simpático para as crianças do campo mas fazia experiências com elas como se fossem ratos de laboratório. Mengele ofereceu-se como voluntário para fazer as selecções em Birkenau, mesmo quando não era o seu turno, porque queria encontrar pessoas para as suas pesquisas médicas em genética e doenças hereditárias, que ele tinha já começado antes da guerra. Em particular, queria encontrar gémeos para as pesquisas que já tinha começado antes de ser colocado em Birkenau.

Mengele era conhecido por todos os prisioneiros pelo seu charme e por ser bem-parecido. Segundo Gerald L. Posner e John Ware, os autores de "Mengele, the Complete Story," [Mengele, A História completa], muitas crianças do campo de Birkenau “adoravam Mengele” e chamavam-lhe "Tio Pepi". Esta informação foi dada por Vera Alexander, uma sobrevivente de Birkenau, que disse que o Dr. Mengele trouxe chocolate e as roupas mais bonitas para as crianças, incluindo fitas do cabelo para as meninas.



O Dr. Mengele tinha um doutoramento em antropologia assim como uma licenciatura em medicina, que tirou em Julho de 1938 na Universidade de Frankfurt. Fez o doutoramento em 1935 com uma tese sobre “Pesquisa Racial e Morfológica sobre o osso do maxila inferior em quatro grupos raciais.” Em Janeiro de 1937, o Dr. Mengele foi nomeado investigador assistente no Instituto da Hereditariedade, Biologia e Pureza Racial da Universidade de Frankfurt. Trabalhou como assistente do Professor Otmar Freiherr von Verschuer, um geneticista que andava a fazer pesquisa em gémeos. Como director, durante a guerra, do Kaiser Wilhelm Institute de Antropologia, Estudos Genéticos na Hereditariedade Humana, em Berlim, von Verschuer assegurou os fundos necessários para as experiências de Mengele em Auschwitz.

Os resultados das pesquisas de Mengele em gémeos eram enviados para o Instituto. A autorização para as pesquisa genéticas de Mengele foi dada pelo Conselho de Pesquisa Alemão em Agosto de 1943.

Olga Lengyel, uma prisioneira do campo de Birkenau, escreveu no seu livro intitulado "Cinco Chaminés" que ouviu falar através aos outros prisioneiros acerca do Dr. Mengele antes de o conhecer. Lengyel escreveu que ouvira dizer que o Dr. Mengele era "bem-parecido" mas que ficou surpreendida ao ver como Mengele era "atraente". Acrescentou: "embora Mengele estivesse a tomar decisões que significavam extermínio, ele era tão agradavelmente auto-convencido como qualquer homem pode ser."

Lengyel descreveu como o Dr. Mengele tomava todas as precauções médicas enquanto assistia a um parto em Auschwitz, embora, apenas meia hora depois, enviasse a mãe e o bebé para serem gaseados e queimados no crematório. A própria Lengyel foi seleccionada para a câmara de gás, mas conseguiu fugir do grupo de mulheres que tinha sido seleccionado, antes que chegasse o camião que levaria as prisioneiras para o crematório.


A primeira selecção sistemática para as câmaras de gás de Birkenau foi feita quando um transporte de judeus chegou a Auschwitz a 4 de Julho de 1942. Exactamente no dia anterior, o campo de Birkenau ficou em quarentena devido a uma epidemia de tifo.

O comboio parou a pouca distância da estação de Auschwitz junto a uma plataforma de madeira chamada "Rampa dos Judeus", onde se procedia à selecção. Os Judeus que eram considerados em condições para trabalhar eram levados para o campo principal de Auschwitz, que ficava próximo da "Rampa dos Judeus". Aí tomavam banho de chuveiro, as cabeças eram rapadas, era-lhes tatuado um número no antebraço esquerdo, e era-lhes feito um cartão de registro.

Os que não eram considerados aptos para o trabalho, eram levados imediatamente de camião da "Rampa dos Judeus" para duas câmaras de gás em Birkenau, que estavam localizadas em duas casas agrícolas convertidas chamadas "a pequena casa vermelha" e "a pequena casa branca". Pelo menos 75% dos Judeus em cada transporte de 2,000 ou 3,000 prisioneiros eram considerados inaptos para o trabalho e eram destinados à câmara de gás. A pequena casa vermelha também chamada Bunker I, tinha uma capacidade de 800 pessoas em duas salas e a pequena casa branca, chamada Bunker 2, tinha uma capacidade de 1,200 em quatro salas.

A todos os prisioneiros que chegavam era-lhes dito que primeiro tomavam um banho de chuveiro. Os prisioneiros que eram mesmo seleccionados para trabalhar, tomavam um banho a sério, mas os outros eram levados em camião para as duas casas agrícolas, onde as câmaras de gás estavam disfarçadas de salas de chuveiros.

A pequena casa branca estava situada na parte oeste do campo de Birkenau, atrás da Central de Sauna que começou em funcionamento em 1943, e próximo do Krema 4. O nome da "Central de Sauna" provém do facto de ser a localização das câmaras de ferro onde a roupa dos prisioneiros era desinfectada com vapor quente. A Central de Sauna tinha também uma sala com 50 chuveiros.

A pequena casa vermelha estava localizada a norte do sítio onde o Krema 5 foi construído em 1943. Tanto o Krema IV como o Krema V possuíam câmaras de gás homicidas, disfarçadas de salas de chuveiros, onde eram lançados os grão de Zyklon-B através de janelas exteriores, matando lá dentro as vítimas que não suspeitavam de nada.

Um oficial das SS procede à selecção de um grupo de Judeus recém-chegado a Auschwitz.
O destino era o trabalho forçado ou a morte na câmara de gás
.


Embora Josef Mengele só começasse a fazer parte do pessoal de Birkenau em Maio de 1943, sobreviventes testemunharam durante o julgamento Aliado dos crimes de guerra que ele procedeu a selecções em 1942. Para além da selecção inicial quando os comboios de transporte chegavam a Birkenau, haviam mais selecções de mulheres no campo. O Dr. Mengele era o médico chefe dos alojamentos das mulheres, e ele aparecia periodicamente para seleccionar mulheres para trabalhar ou para a câmara de gás. Uma das mulheres que sobreviveu a uma destas selecções foi Sophia Litwinska, uma Polaca Judia que era casada com um homem ariano.

Sophia Litwinska fez um depoimento juramentado que fez parte do julgamento britânico do pessoal SS de Bergen-Belsen no Outono de 1945. Alguns tinham trabalhado anteriormente em Birkenau e eles estavam a ser julgados tanto por crimes cometidos em Birkenau como em Belsen. Franz Hoessler era o comandante do campo das mulheres em Birkenau em 1942; foi transferido para Belsen em Dezembro de 1944.

Como foi citado no livro "O Julgamento de Belsen", Sophia Litwinska afirmou o seguinte no seu depoimento:

"Em Auschwitz, a 24 de Dezembro de 1942, eu estava na parada com cerca de mais 19,000 outros prisioneiros, todos mulheres. Presentes na parada estavam o Dr. Mengele, Konig e Tauber. Eu fui uma das 3,000 prisioneiras escolhidas do grupo de 19,000 pelos médicos e levadas para as nossas barracas, onde fomos despidas por outras prisioneiras e as nossas roupas foram levadas. Nós fomos levadas numa espécie de camiões basculantes para a rampa da câmara de gás. Eram grandes camiões basculantes, cerca de oito ao todo e com cerca de 300 pessoas em cada um. À chegada à câmara de gás, a parte de trás do camião levantou e nós deslizámos pela rampa abaixo através de algumas portas até pararmos numa sala larga."

"A sala tinha chuveiros a toda a volta, toalhas, sabão e muitos bancos. Também havia pequenas janelas próximas do tecto. Muitas pessoas aleijaram-se ao deslizar pela rampa e ficaram deitadas onde caíram. Aquelas de nós que se podiam sentar nos bancos fizeram-no e imediatamente a seguir as portas da sala foram fechadas. Os meus olhos começaram a chorar, comecei a tossir e tive uma dor no meu peito e garanta. Algumas das outras pessoas caíam e outras tossiam e espumavam da boca. Depois de estar na sala cerca de dois minutos, a porta foi aberta e um homem SS entrou usando uma máscara de gás. Chamou pelo meu nome e então tirou-me da sala e fechou rapidamente a porta outra vez. Quando cheguei cá fora, vi o SS Franz Hoessler, que identifiquei como Nº 1 na fotografia 9. Ele levou-me para o hospital, onde fiquei durante seis semanas, recebendo tratamento especial do Dr. Mengele. Nos primeiros dia que estive no hospital não conseguia comer nada sem vomitar. Só pensava que tinha sido tirada da câmara de gás porque tinha um marido de raça ariana e, por isso, estava numa categoria diferente dos outros prisioneiros, que eram todos Judeus. Hoje sofro de um coração fraco e tive dois ataques desde que estive em Belsen. Não conheço os nomes de nenhuma das pessoas que entraram na câmara de gás comigo."



Não é claro a qual das quatro câmaras de gás de Birkenau, Litwinska se está a referir. As câmaras de gás do Krema IV e do Krema V estavam no subsolo e tinham "janelas pequenas próximas do tecto", por onde os grãos eram atirados pelos homens das SS. Mas nenhuma destas câmaras de gás tinha uma "rampa de câmara de gás" para lançar as vítimas para a câmara de gás de "camiões basculantes."

De acordo com os desenhos feitos por Walter Dejaco, um dos arquitectos do edifício Krema II, o projecto original mostrava uma rampa para corpos para fazer escorregar os corpos para o vestíbulo entre as duas morgues, que foram mais tarde convertidas numa sala para as pessoas se despirem e numa câmara de gás. A rampa para corpos nunca foi construída. Dejaco foi absolvido por um tribunal na Áustria em 1972; no seu julgamento, os desenhos da rampa para corpos foram apresentados como prova. (A morgue do campo de Sachsenhausen tem uma rampa para corpos que pode ser vista ainda hoje).

Não existiam fornos crematórios em Birkenau em 1942, e no campo principal de Auschwitz existiam apenas três fornos, que podiam incinerar 340 corpos num período de 24 horas. Os corpos dos Judeus que eram gaseados em Birkenau em 1942 eram enterrados em valas comuns próximo da pequena casa vermelha.

Os corpos foram mais tarde desenterrados e incinerados em piras, de forma a não contaminar a água no subsolo de Birkenau. Os corpos de milhares de prisioneiros que morreram na epidemia de tifo, que esteve descontrolada por volta de 3 de Julho de 1942, também foram exumados e incinerados. O comandante do campo Hoess escreveu na sua autobiografia que “O número de corpos em valas comuns chegava aos 107,000.”

Otto Moll, o homem das SS que estava encarregue de desenterrar os corpos das valas comuns em Birkenau em 1942, contesta a versão de Hoess; a 16 de Abril de 1946, Moll contou a um interrogador em Nuremberga:

“Quando eu estive encarregue destas escavações, tal como lhe disse antes, junto com outro camarada, o que Hoess confirmou hoje, nós colocámos de 30,000 a 40,000 pessoas nessas valas comuns. Foi o trabalho mais terrível que pode ser feito por um ser humano.”

A foto abaixo mostra o Dr. Josef Mengele com Rudolf Hoess e Josef Kramer a descansar em Solahuette, um retiro dos SS próximo de Birkenau. Kramer foi o comandante de Birkenau em 1944 quando esta foto foi tirada. Em Dezembro de 1944, foi transferido para Bergen-Belsen, que se tornou então num campo de concentração. O campo de Bergen-Belsen tinha sido antes um campo de detenção para Judeus que estivessem disponíveis para trocar com os Aliados por civis alemães detidos as prisões Britânicas e Americanas. Hoess era o comandante da guarnição militar ss de Auschwitz em 1944.


Josef Mengele, Rudolf Hoess e Josef Kramer

Mengele ganhou a Cruz de ferro de 2ª classe pouco depois de ter sido enviado para a Ucrânia em Junho de 1941 na altura da invasão alemã da União Soviética. Em Janeiro de 1942, Mengele juntou-se à prestigiada 5ª Divisão Panzer, alcunhada de Divisão Viking. Em Julho de 1942 foi condecorado com a Cruz de Ferro de 1ª classe depois de ter tirado dois soldados feridos de um tanque em chamas, sob fogo inimigo no campo de batalha, e lhes ter administrado cuidados médicos.

Depois de ter sido ferido em batalha na frente russa em 1942, Mengele foi promovido a capitão [Hauptsturmführer] e foi enviado para o departamento da Raça e Relocalização [Race and Resettlement Office] em Berlim, o mesmo departamento onde Adolf Eichmann estava encarregue de transportar os Judeus para “relocalização no leste,” um eufemismo nazi para enviar Judeus para derem gaseados em campos da morte.

Em Maio de 1943, o Dr. Josef Mengele chegou a Auschwitz e foi designado para chefiar as necessidades médicas do campo dos Ciganos. A seguinte citação provém do livro “Mengele, a história Completa”:

Poucos dias depois da sua chegada, enquanto Auschwitz estava a lutar contra uma das suas muitas epidemias tifóides, Mengele estabeleceu uma reputação de eficiência radical e impiedosa. O pântano próximo tornava difícil a obtenção de água potável e era uma ameaça constante por causa dos mosquitos. (O próprio Mengele contrairia malária em Junho de 1943). Outros médicos SS tinham falhado nas suas tentativas de restringir o tifo nas proximidades das barracas do campo. A solução de Mengele foi demonstrada numa das setenta e oito acusações formuladas em 1981 pelo Ministério Público da Alemanha Ocidental, quando as autoridades julgavam que ele ainda estava vivo. Em termos de provas detalhadas, este mandato de prisão é o mais incriminador e completo documento que já alguma vez foi compilado contra ele. Segundo o mandato, a 25 de Maio de 1943, “Mengele enviou 507 ciganos e 528 ciganas suspeitos de terem tifo para a câmara de gás.” “Acusa também Mengele de “a 25 ou 26 de Maio ter poupado aqueles ciganos que eram alemães enquanto mandava aproximadamente outros 600 para serem gaseados.”


De acordo com o livro “Mengele, a História Completa,” um surto grave de tifo atingiu as mulheres do campo de Birkenau em finais de 1943, quando o Dr. Mengele era o medico chefe da zona das mulheres. Cerca de 7,000 a 20,000 mulheres no campo estavam seriamente doentes e Mengele propôs uma solução radical para parar a epidemia.

A citação seguinte é do Dr. Ella Lingens, um médico austríaco que era prisioneiro político em Birkenau. Numa entrevista pessoal dada a S. Jones e K. Rattan a 14 de Fevereiro de 1984, o Dr. Lingens disse o seguinte como está citado em “Mengele, a História Completa”:

Mengele enviou um bloco inteiro de 600 mulheres judias para a câmara de gás e limpou o bloco. Depois mandou desinfectá-lo de cima a baixo. A seguir mandou colocar depósitos para chuveiros entre este bloco e o próximo, e as mulheres do próximo bloco vinham desinfectar-se e eram transferidas para o bloco já limpo. Aqui era-lhes fornecida uma camisa de noite nova e limpa. O bloco a seguir era limpo desta maneira e por aí fora até todos os blocos estarem desinfectados. Fim do tifo! O terrível foi ele não ter podido colocar as primeiras 600 mulheres em qualquer lado.


O campo de Birkenau tinha 172 hectares. Sete pequenas vilas tinham sido destruídas para dar espaço para o campo; era como uma pequena cidade com um total de 300 edifícios. Havia um total de 140,000 prisioneiros no campo em 1943, mas as barracas tinham capacidade para 200,000 prisioneiros. Havia muito espaço para colocar estas 600 mulheres, mesmo que tivesse de montar tendas no campo de futebol que ficava próximo de uma das câmaras de gás de Birkenau, mas o Dr. Mengele não tentou arranjar um espaço para elas porque tinha um total desrespeito pela vida humana, desde que se tratassem de Judeus e Ciganos ao seu cuidado. Na avaliação do seu desempenho, o seu superior complementou-o na tarefa de parar a epidemia de tifo: não houve menção das 600 mulheres que ele assassinou para conseguir este resultado.

Josef Mengele morreu a 7 de Fevereiro de 1979 com um ataque de coração quando estava a nadar em Embu, no Brasil. Só depois de alguns anos após a sua morte é que sobreviventes começaram a aparecer com histórias acerca de crimes que ele cometeu em Birkenau, e começou uma massiva caça ao homem para o encontrar.

Depois da guerra, o Dr. Josef Mengele trabalhou numa quinta com outro nome durante alguns anos, e depois escapou para a América do Sul; nunca foi levado a julgamento como criminoso de guerra. Se tivesse sido capturado e levado a julgamento, a Dr. Gisella Perl estava preparada para testemunhar contra ele. A Dr. Perl trabalhou como médica sob as ordens de Mengele e era ela própria uma prisioneira. Segundo o livro “Mengele, a História Completa,” a Dr. Perl afirmou que uma prisioneira chamada Ibi escapou por seis vezes da câmara de gás saltando para fora do camião que estava a levar prisioneiras da “Rampa dos Judeus” para a câmara de gás. O Dr. Mengele ficou furioso quando descobriu que ela tinha regressado à fila de selecção.

A seguinte citação é tirada do livro de Gisella Perl, entitulado “Eu era um médico em Auschwitz,” publicado em 1948:

“Ainda estás aqui?” Dr. Mengele abandonou a cabeça da fila, e com alguns passos largos alcançou-a. Agarrou-a pelo pescoço e começou a bater-lhe na cabeça até esta ficar numa pasta de sangue. Bateu-lhe, esbofeteou-a, esmurrou-a, sempre na cabeça – gritando o mais alto possível, “Queres escapar, não queres? Não podes escapar agora. Isto não é um camião, não podes saltar. Vais arder como os outros, vais ganir, sua Judia suja,” e continuou a bater-lhe na pobre cabeça desprotegida. Enquanto eu assistia, vi os seus belos olhos inteligentes desaparecerem sob uma camada de sangue. As orelhas já não existiam. Talvez ele as tenha despedaçado. E, em poucos segundos, o seu nariz ficou achatado, partido, uma massa sangrenta. Fechei os olhos, incapaz de suportar mais aquilo, e quando os voltei a abrir, o Dr. Mengele tinha parado de lhe bater. Mas em vez de uma cabeça humana, o corpo alto e magro da Ibi levava um objecto redondo vermelho-sangue nos seus ombros ossudos, um objecto irreconhecível, demasiado horrível para ver; ele empurrou-a novamente para a fila. Meia hora depois, o Dr. Mengele regressou ao hospital. Tirou um bocado de sabão perfumado da sua mala e, assobiando alegremente com um sorriso de profunda satisfação na cara, começou a lavar as mãos.


Segundo o testemunho de Rudolf Hoess no Tribunal Militar Internacional de Nuremberga em 1956, o marechal-de-campo SS Heinrich Himmler deu repetidas ordens no sentido do pessoal nos campos de concentração estarem proibidos “de utilizar violência física contra os prisioneiros.” De acordo com os sobreviventes de Birkenau, o Dr. Mengele perdia frequentemente as estribeiras e batia nos prisioneiros, no entanto nunca foi punido pelos seus oficiais superiores.

Dois outros sobreviventes do Holocausto que escaparam à morte saltando do camião que levava Judeus para a câmara de gás, foram Gloria Lyon, então com 14 anos, e a sua irmã de 12 anos, que estavam entre os Judeus húngaros enviados para Birkenau em 1944. Lyon falou para alunos do 10º ano da escola secundária de Oceana na baía de São Francisco em Fevereiro de 2008.

A seguinte citação vem de um artigo nos jornais escrito por Jane Northrop no site da Web www.insidethebayarea.com acerca do tormento de Gloria Lyon no campo de Birkenau:

No campo, a família foi separada. O pai de Lyon e os irmãos foram numa direcção, e Lyon e a sua mãe estavam noutro grupo. A sua irmã mais nova, que tinha 12 anos, era para ir com um grupo diferente, mas saltou da parte de trás do camião e correu para se juntar à mãe e à irmã.

“Isto salvou-lhe a vida. Os outros foram enviados para a câmara de gás,” disse Lyon. [...]

Eles sofreram as infames experiências do Dr. Josef Mengele. A grupos inteiros de pessoas foi-lhes dito para se despirem e se apresentarem ao médico para um “exame médico.”

“Foi precisa muita energia para encarar o Dr. Mengele. Alguns foram-se abaixo mais rapidamente do que outros,” disse Lyon. Quando os prisioneiros desmaiavam, eram levados para o outro lado do edifício, donde nenhum prisioneiro alguma vez regressou.

Quando a própria Lyon desmaiou no gabinete do médico em Dezembro, foi enviada para o outro lado.

Nua e aterrorizada, foi colocada com outros prisioneiros enfraquecidos num camião guardado por tropas SS. O guarda falou-lhe em húngaro, que ela percebia por ter vivido na Checoslováquia. O guarda disse que sabia quem ela era, porque era muito raro tantos membros de uma só família permanecerem vivos.

O camião tinha como destino a câmara de gás, mas se ela quisesse saltar da parte de trás, ele não a travaria ou ninguém que quisesse ir com ela. Ele prometeu não o denunciar. Nenhum dos outros prisioneiros, contudo, quis juntar-se a ela.

“Toda a gente estava esfomeada e sem esperança,” disse Lyon.

Ela saltou e viu uma trincheira onde se poderia esconder num cano. Estava tão magra em resultado dos meses de fome que conseguiu caber na cano e ficar escondida. Escondeu-se ali sem comida ou roupa. Ainda estava no campo, mas ao menos tinha escapado da câmara de gás.

“Não me lembro de ter sentido frio. Lembro-me de me ter sentido triunfante. Senti que tinha derrotado o exército alemão,” disse. Quando a sua fuga foi detectada, soou um alarme mas ninguém a encontrou no seu esconderijo.

Depois de 24 horas na escuridão, seguiu uma luz brilhante que se revelou ser uma barraca não guardada. O pequeno grupo de surpresos prisioneiros levou-a para dentro. Este grupo, com Lyon entre eles, foi metido em camiões para gado e levados para fora de Auschwitz. Lyon desejou ver a mãe e a irmã mais uma vez, mas sabia que enfrentava uma morte certa se fosse descoberta em Auschwitz.

Depois de três dia de viagem, o grupo chegou a Bergen-Belsen, um campo de concentração onde o crematório ardia dia e noite. Foi aí que Lyon passou o seu 15º aniversário.



Entre os sobreviventes de Auschwitz-Birkenau estava Philip Riteman, um Judeu Polaco enviado para o campo em 1941, que teve a presença de espírito para mentir sobre a sua idade de forma a ser seleccionado para a fila destinada a trabalho escravo. Num discurso que Riteman proferiu para os alunos de Riverview e Central Collegiate em Moose jaw, Canadá em Maio de 2008, tal como foi reportado por Lacey Sheppy ino Moose Jaw Times Herald a 23 de Maio de 2008, Riteman disse que tinha crescido em Szereszow, na Polónia, uma cidade de cerca de 25,000 pessoas – não muito diferente de Moose Jaw. Estava no 5º ano quando a guerra começou em 1939. Os Ritemans foram reunidos e enviados para o gueto de Pruzhany, onde viveram durante nove meses num quarto de três por quatro metros, com mais duas famílias.

O seguinte é de um artigo escrito por Lacey Sheppy, que foi publicado a 23 de Maio de 2008 no Moose Jaw Times Herald:

Em 1941, a família de Riteman foi colocada num comboio com cerca de mais 10,000 pessoas. Sete dias depois, depois de ser comprimido com outras 100 pessoas numa carruagem sem comida, água ou casa de banho, o comboio parou finalmente… em Auschwitz-Birkenau. À medida que os olhos de Riteman se ajustaram à luz do sol, ele viu algo que ainda o persegue até hoje.

“Estava uma mulher na casa dos vinte, bonita, que saiu do comboio, nunca me vou esquecer dela porque usava sapatos de salto alto.”

A mulher tinha uma criança nos braços. Um soldado nazi tirou-lhe o bebé e esmagou-lhe a cabeça contra o pavimento.

Quando a mãe tentou agarrar o bebé, gritando e chorando, o soldado espetou-lhe uma baioneta no estômago.

“Era só sangue, sangue por todo o lado,” disse Riteman.

Sem tempo para pensar naquilo que tinha acabado de ver, Riteman foi colocado na fila para ser separado. Embora só tivesse 14, Riteman mentiu acerca da sua idade e disse aos Nazis que tinha 17.

Riteman – com outros homens e jovens, rapazes saudáveis – foram separados num grupo, enquanto as mulheres, os velhos e os enfermos foram para outro.

Os trabalhadores foram enviados para o campo para trabalhar, enquanto o resto – os pais de Riteman, avós, cinco irmãos, duas irmãs, nove tias e tios e muitos primos – foram enviados para a câmara de gás.



A história de Riteman nao é única. Numerosos sobreviventes de Auschwitz foram salvos da câmara de gás por mentirem acerca da sua idade e houve muitas testemunhas que viram os notoriamente indisciplinados soldados nazis bater com a cabeça de bebés contra a árvore mais próxima ou contra o chão, sem ninguém intervir.

Funcionários de Auschwitz de férias em Solahuette:

A foto acima mostra membros do pessoal de Auschwitz no verão de 1944 brincando com auxiliares femininas, também chamadas Helferinnen, em férias no retiro das SS em Solahuette, a 30 quilómetros do campo. Os homens das SS estavam a divertir-se, sem quaisquer preocupações, enquanto 3,000 Judeus eram gaseados por dia e incinerados em Birkenau.


Segundo o livro intitulado “Mengele, a História Completa”, de Gerald L. Posner e John Ware, Dr. Josef Mengele passou 21 meses no campo de Auschwitz-Birkenau, e durante esse tempo, enviou 400,000 prisioneiros para a morte nas câmaras de gás de Birkenau. Levando em conta que o Dr. Mengele não podia trabalhar quando esteve doente com malária e tifo, seleccionou 20,000 Judeus e Ciganos por mês para serem mortos, segundo Posner e Ware.

O seguinte excerto é de “Mengele, a História Completa”:

A memória deste homem delicado, sem um cabelo fora do sítio, a sua camisa verde escura bem passada, a cara bem lavada, o boné com a caveira das SS inclinada para um lado, permanece vívida para aqueles que sobreviveram ao seu exame detalhado quando chegavam à estação de Auschwitz. Botas polidas ligeiramente afastadas, o polegar apoiado no cinto da pistola, avaliava a presa com aqueles olhos perscrutadores e impenetráveis, Morte para a esquerda, vida para a direita.

Quatrocentas almas – bebés, crianças pequenas, jovens raparigas, mães, pais, e avós – foram enviados despreocupadamente para o lado esquerdo com o movimento de uma varinha segura numa mão enluvada. Mengele era o fornecedor chefe das câmaras de gás e para o crematório. Tinha uma expressão que dizia ‘Eu sou o poder,’ disse um sobrevivente. Nessa altura, Mengele tinha apenas 32 anos de idade.



As duas histórias mais famosas acerca do Dr. Josef Mengele: uma sobre a sua tentativa de mudar olhos castanhos para azuis e outra sobre coser duas crianças juntas, costas com costas, para criar gémeos siameses.

Vera Alexander, uma sobrevivente de Birkenau, foi uma testemunha da experiência dos gémeos siameses. O Dr. Mengele morreu em 1979 mas a sua morte foi mantida em segredo pelos seus amigos e família. Em Outubro de 1985, quando estava em curso uma intensiva caça ao homem a Mengele, Vera Alexander afirmou o seguinte numa entrevista para a produção televisiva “À procura de Mengele,” como foi citado no livro “Mengele, a História Completa”:

Um dia Mengele trouxe chocolate e roupas especiais. No dia seguinte, os homens das SS vieram e levaram duas crianças. As duas crianças estavam comigo, Totó e Nino. Um deles era corcunda. Dois ou três dias mais tarde, um homem das SS trouxe-os de volta num estado terrível. Foram cortados. O corcunda estava cosido à outra criança, de costas um para o outro, os seus punhos também. Cheirava terrivelmente a gangrena. As incisões estavam sujas e as crianças choraram todas as noites.


Segundo Gerald L. Posner e John Ware, os autores do livro “Mengele, a História Completa”, Mengele já tinha começado uma bizarra tentativa de mudar olhos castanhos para azuis antes da chegada do Dr. Miklos Nyiszli, um médico Judeu húngaro, a 29 de Maio de 1943. O Dr. Nyiszli foi escolhido para ajudar o Dr. Mengele a fazer autópsias nos corpos no Crematório II ou Krema II.

O Dr. Mengele tinha um interesse particular em estudar pessoas que tinham olhos de cor diferentes.

A história da experiência da cor dos olhos em 36 crianças em Birkenau foi contada pelo Dr. Vexler Jancu, um prisioneiro Judeu de Birkenau.

Como citado em “Mengele, a História Completa,” O Dr. Jancu disse o seguinte: Em Junho de 1943 fui ao campo dos Ciganos em Birkenau. Vi uma tábua de madeira. Em cima dela estavam vários exemplares de olhos. Todos tinham um número e uma letra. Os olhos iam do amarelo pálido até ao azul brilhante, verde e violeta.


O Dr. Mengele escapou de Auschwitz antes do campo ser libertado pelo exército da União Soviética, e levou consigo todos os seus artigos de investigação. Estes artigos caíram mais tarde nas mãos dos aliados, mas nunca chegaram a ser publicados. Os resultados das experiências do Dr. Mengele estão hoje guardados num cofre em Israel. O testemunho de alguns do Judeus que foram objecto das experiências e pesquisas de Mengele, foram publicados, mas não os resultados nem os seus artigos de investigação sobre a condição genética e doenças dos Judeus.

Houve alegações de vários sobreviventes de Birkenau que o Dr. Mengele mandou incinerar 300 crianças vivas a céu aberto.

Como citado em “Mengele, a História Completa,” um prisioneiro russo de Birkenau chamado Annani Silovich Perko afirmou o seguinte numa declaração juramentada feita ao promotor público em Moscovo em Setembro de 1973:

Passado um bocado, um grande grupo de oficiais das SS chegou em motas, Menguele estava entre eles. Guiaram para o pátio e desceram das motas. Depois de chegarem, rodearam as chamas; ardiam horizontalmente. Nós observávamos o que se iria seguir. Passado um bocado, chegaram camiões, camiões basculantes com crianças lá dentro. Os camiões eram cerca de dez. Depois de entrarem no pátio, um oficial deu uma ordem e os camiões fizeram marcha-atrás em direcção ao fogo e começaram a lançar aquelas crianças para o fogo, dentro da cova. As crianças começaram a gritar; algumas conseguiram rastejar para fora da cova a arder; um oficial deu a volta e com um pau empurrou-os para dentro, aos que conseguiram sair. Hoess e Mengele estavam presentes e davam ordens.

Um quadro de um sobrevivente do Holocausto representa crianças a serem queimadas vivas.

A seguinte citação é de um livro intitulado “A Mente Criminal” da Dr. Katherine Ramsland que escreveu 25 livros sobre psicologia criminal:

Além dos burocratas e dos militares, Hitler também inspirava alguns médicos a cumprir a sua visão horrível, particularmente o Anjo da Morte de Auschwitz, Josef Mengele. Um líder na visão biomédica nazi, ele especializou-se em anomalias genéticas. Chegando a Auschwitz a 30 de Maio de 1943, ficou a comandar o processo de selecção. Aparecia junto dos transporte de prisioneiros com um ar elegante e com um olhar decidia o destino de cada pessoa. Enviava qualquer um com uma imperfeição para a câmara de gás e escolhia outros para trabalhar ou para as suas experiências abomináveis.

Mengele gostava da sua posição de poder. A confirmação do ideal nazi de purificação da raça era o que o motivava. No entanto, ninguém sabia o que esperar dele. Tanto separava famílias e matava com impunidade, ora punha-se no papel de médico preocupado ou caprichosamente permitia a algumas pessoas viver. No seu desejo de aperfeiçoar a eficiência do campo como uma máquina de morte, ensinou a outros médicos a forma de dar injecções de fenol a uma longa fila de prisioneiros, acabando rapidamente com as suas vidas. Também matou pessoas a tiro, e segundo alguns relatos atirou bebés vivos para o crematório. Ao longo de tudo isto, ele manteve um eficaz comportamento distante e via-se a si próprio como um “cientista.”

A grande paixão de Mengele era a pesquisa em gémeos. Estes eram pesados, medidos, e comparados em todos os sentidos. Alguns, ele matava-os para exames patológicos, dissecando uns e deixando algumas partes preservadas. Outros, operava sem anestesia, removendo membros ou órgãos sexuais. Se um gémeo morresse durante a experiência, o outro deixava de ter utilidade, portanto era simplesmente gaseado.

Ainda assim, mesmo já os tendo seleccionado para mutilação ou morte, brincava com eles e mostrava-lhes grande afeição. Até lhes dava uma boleia no seu carro no caminho para a câmara de gás. Mais tarde, podia passear com as suas cabeças ou prender os olhos deles com um pino a um quadro.

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35 comentários:

Anónimo disse...

Diogo voçê ás vezes parece sofrer de esquizofrenia.

O que pretende com este post?

Voçê proprio (e bem) já admitiu que o holoconto está cheio de mentiras.

Tambem já referiu(e bem) que nenhuma verdade teme a investigação,mas o holoconto não pode ser investigado por independentes nem sequer questionado,logo a maior prova que é tudo uma falsidade.

Para ser verdade tem que ser investigado,porque "dizer que viu" qualquer um pode dizer.

Ao contrario do massacre de MILHOES por parte do comunismo comando pelos judeus e do holodomor em que crianças ucranianas eram mortas pela fome, que está mais que provado.

E temos o pcp e o be que defendem principios comunistas.

O comunismo já foi condenado em tribunais internacionais?
É proibido de existir em forma de partidos?
NÃO

Porque será?Será do guaraná?
Ou será porque foi a elite judaica maçonica que o criou?
A mesma elite judaica que controla a mafia financeira

As unica bombas atomicas até hoje lançadas em cima de civis foram lançadas por democratas.

Os democratas já foram julgados em tribunais internacionais?
Tambem não...

Os nazis á beira dos comunistas e dos democratas eram um anjos.

Só que os nazis protegiam o seu proprio povo,e se para isso tinham que matar o cancro forasteiro acho muito bem que o tenham feito.

Já os comunas e democratas a especialidade deles é mesmo oprimir o proprio povo.

E no entanto entram no jogo "democratico".

Já Hitler,o estadista que segundo diz que não existiu,pois segundo afirma no outro post nos ultimos 200 anos não existiu nenhum estadista não comandado pelo capital,recomendo lhe a leitura seria do que foi o nazismo.

Se houve algum estadista contra o capital,não marionete do mesmo,e protector do seu proprio povo foi mesmo Hitler.

E a maior prova disso é que é proibido haver partidos nazis.

O que prova a sua total incoerência Diogo.

Pois não faz sentido não ser permitido se essa ideologia fosse tambem marionete do capitalismo.

É a unica ideologia proibida(sem legitimidade diga se) e isso é a maior prova que foi a unica que não tinha a trela do capital.

Anónimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=JK5mTlQ-VDw&feature=channel_video_title

http://www.youtube.com/watch?v=Gx5KhoKYqKQ&feature=channel_video_title

http://www.youtube.com/watch?v=sQyFeqfINUs&feature=relmfu

http://www.youtube.com/watch?v=Ejf3-ghQIEw&feature=relmfu

http://www.youtube.com/watch?v=rlIQ8lPO1Sg&feature=channel_video_title

Até hoje foi a forma mais perfeita de organização de uma sociedade.

Não só pela nobreza da mesma,pela qualidade de vida proporcionada aos cidadãos.

Mas sobretudo por algo que não tem preço,uma ideologia que dá sentido de vida aos cidadãos.

Que não seja preciso chegares aos 50 anos de idade e teres a crise de meia idade e reflectires qual o sentido de vida numa sociedade democrática.

Pois nesse hipotecico caso já vais a mais de metade da tua vida,e a mesma foi vivida numa sociedade consumista e circense,hipocrita,falsa e sem sentido nenhum.

Anónimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=5U_qV4OI-SU

http://www.youtube.com/watch?v=-7c9tB77YdU

NA disse...

"A democracia parlamentar corresponde mais aproximadamente aos desígnios dos Judeus, porque elimina a personalidade e no seu lugar põe a maioria da estupidez, incompetência e, por fim, mas não menos importante, da cobardia."

"A democracia é o sistema que permite os fracos liderar os fortes"

"A democracia é uma pseudo monarquia maçonica que faz da população os seus escravos"

http://www.youtube.com/watch?v=IS8wLGYYfCQ&feature=channel_video_title

http://www.youtube.com/watch?v=LQtxRECFQ84

N disse...

Como quero que se foda o politicamente correcto aqui vai quer choque ou não as "meninas":

Os assassinatos que os nazis fizeram foi uma enorme prova de amor ao seu povo.

A logica é muito simples(para quem tem alma):

Quanto mais amas algo,mais odeias quem anda a fazer mal aquilo que tu amas.

Os nazis amavam se uns aos outros como uma verdadeira comunidade filosofica-racial.

Tando uma escumalha a fazer tanto mal ao seu povo,a escumalha judia,o odio pelos judeus foi proporcional ao amor que os nazis tinham entre eles.

Foi um acto de sobrevivência e de defesa da raça Ariana.

Nada mais que isso.

Se os nazis foram uma mauzões genocidas por matarem o inimigo que oprimia o seu povo,então por essa logica Afonso Henriques tambem o foi.

As pessoas quando estão a ver em documentarios e filmes,ou a ler sobre lideres carismaticos do passado com espadas a esquartejar o opressor e invasor é altamente heroico.

Os nazis fizeram isso com espingardas e pistolas,já são uns mauzões...

A hipocrisia se pagasse imposto a Europa resolvia a crise em segundos.

Anónimo disse...

Recompensa de 25 mil euros para quem ajudar a apanhar nazis

http://clix.expresso.pt/recompensa-de-25-mil-euros-para-quem-ajudar-a-apanhar-nazis=f694364

O anónimo tem aqui uma oportunidade de lá ir partir a loiça

Anónimo disse...

É só cóboiada do tipo:
O mau, os maus e os mentirosos.

Anónimo disse...

Para o N

Gostava de ver o que é que os nazis te fariam se te apanhassem há 70 anos atrás. Eras mais um cigano para a fogueira... ou és um "luso-ariano"?!

...São estes seres que me fazem cair no mesmo erro nazi: só fazem cá falta bem carbonizadinhos

Anónimo disse...

O N escreve como um homossexual

AdoroCuAriano disse...

O N escreve como um homossexual porque, seguindo a característica comum a todos os neo-nazis (?), é homossexual.

Anónimo disse...

O PIOR ESTA PARA VIR

Já começou ...............
Imaginem um iluminado destes que já andam a roubar matriculas para fazerem fraudes, começam a ter a ideia de bloquear toda a SCUT.
É simples !!!!
Basta colocarem pregos retorcidos ao longo de toda SCUT, ou ainda melhor ESTRELAS DE PREGOS, pega-se duas pontas de pregos de 6 mm com 15 cm, dobram-se ao meio 120º e um pontinho de solda, e já está,uma ESTRELA DE PREGOS.
Bastava um carro percorrer toda A22 , largar estas ESTRELAS DE PREGOS, umas 100 unidades para fazer o caos, caminhões e carros parados com pneus furados, e o transito um CAOS.
Espero que não façam isto, por favor ( rsrsrsrsrsrsrsrsrssrsrsrs ), já bastam o roubo de placas de automoveis ( hahahahahahahahahahahahaahahahhahaha ) .
Por falar em matrículas, desconfio que isto é uma estratégia dos MACHOS ALGARVIOS, para passarem nos pórticos, e em tribunal afirmarem que não são eles, e apresentarem a ocorrência policial para os ilibarem.
Vai ser um inferno nos tribunais, com milhares de casos, e os tribunais ficarão impossíveis, dá-lhes com força MACHOS ALGARVIOS !!!!!
Os melhores cumprimentos a todos os valentes ALGARVIOS MACHOS COM GENES DE BERBERE.

Desta vez é anónimo ……………….

NA disse...

A maçonaria mandou a sua central de propaganda vir aqui postar.

Ide vos rindo,que o que é certo é que desde 2008 isto está a começar apertar.

Lembrem se bem cabrões que quem sabe montar um sistema tambem o sabe destruir e quando este cair a vossa hora vai chegar e vai ser com juros a vingança.

Continuem a ladrar que a caravana continua a passar...

N disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
N disse...

"Para o N

Gostava de ver o que é que os nazis te fariam se te apanhassem há 70 anos atrás. Eras mais um cigano para a fogueira... ou és um "luso-ariano"?!"

Sou mesmo Ariano da raça raiz da minha Nação.

Mas provavelmente nem sabes o significado da palavra Nação,nem o que é ser Ariano.

Não tenho nada de cigano,semita,mestiço ou coisa do genero.

A minha Raça fundou esta Nação e antes mesmo de a fundar já cá estava há mais de 5000 mil anos.

Não sou nenhum bastardo como tu provavelmente és,só assim se explica esse teu odio á raça Ariana,pois se o fosses não tinhas esse mesmo odio.

P.S.
Aqui entre nós que ninguem nos ouve bastardo:

A crise económica,os conflictos sociais que virão daí,o islão a conquistar o norte de africa,vai levar inevitavelmente a mudanças profundas na Europa a medio/longo prazo.

Chatice....

Até parece que há uma "mão" divina do Olimpo a tratar de tudo.

Ainda dizem que não há beleza no Caos...

Diogo disse...

Anónimo disse... «Diogo voçê ás vezes parece sofrer de esquizofrenia. O que pretende com este post? Voçê proprio (e bem) já admitiu que o holoconto está cheio de mentiras.»


Caro Anónimo, repare bem na qualidade dos testemunhos que são descritos neste post. Acha quue possuem alguma coerência?

Abraço

MAÇOM disse...

Violamos menores,roubamos os cofres do estado e com isso fodemos a vida a milhoes de Portugueses,difamamos e desmantelamos o aparelho militar durante decadas,vendemos a nação á mafia financeira globalista maçonica tendo em vista o desmantelamento de Portugal,promovemos e aprovamos leis a favor da homossexualidade para corromper a sociedade,fizemos escutas e videovigilâncias ilegais devassando por completo a vida de varios cidadãos apenas porque os mesmos recusavam trair Portugal.

Tanto mal que fizemos a este povo e Nação durante decadas.

Quando este regime cair o que será que nos vão fazer?

É que estes nacionalistas ainda por cima são pagãos,e os verdadeiros pagãos fazem sacrificios humanos.

Será que está em marcha sacrificios dos nossos corpos corruptos em oferendas aos Deuses Arianos?

Para que é que nos armamos em otarios em meter nos com quem não deviamos?
E a cada dia que passa de opressão,roubo e traição a sede de vingança aumenta em relação a nós.

Teremos certamente aquilo que mereçemos.

NA disse...

http://www.publico.pt/Mundo/milhares-de-criancas-vitimas-de-abuso-sexual-em-instituicoes-catolicas-na-holanda-1525350

60 anos de violações.
Imaginem o trauma e terror daquelas crianças a serem repetidamente molestadas,violadas,agarradas aos gritos com as lagrimas a escorrer pela cara enquanto eram sodomizadas dia após dia durante 60 longos anos e ninguem para as acudir e salvar.

E obviamente as cupulas da igreja não só sabiam,como nada fizeram para terminar,e como ainda alguns deles participavam nas violações.

A pergunta que faço aos tansos que ainda acreditam na vigarice da igreja é:

Onde teve o vosso "deus"?
O que tudo ouve e vê?
O que é justo e castiga os vermes?

A sua ausência total durante 60 longos anos,ainda para mais nas instalações onde é mais invocado o nome dele,é a prova total que esse deus não existe,nem nunca existiu.

A maçonaria e a igreja tem realmente muito em comum.

São ambas vigaristas,violadoras e pedofilas e servem se da ignorância das pessoas para abusarem delas,seja fisicamente ou monetariamente,adulto ou criança.

Isto é dedicado aos cristãozinhos aqui do blog.

Podiam ser os vossos filhos a serem violados..
Pensem nisso...

Anónimo disse...

http://avozportalegrense.blogspot.com/2011/12/subsidio-de-ferias-e-de-natal-para.html

Paga corno!

Continuem a votar e acreditar na democracia!

Nada de se revoltarem...

HRoque disse...

Caro Diogo, também eu tenho alguma dificuldade em perceber este post, nomeadamente no que refere como a "patente" falta de coerência dos testemunhos. Diga-me por favor, acha que tudo o que é descrito é mentira? Que o cabrão do menguel nunca existiu? Que os filha da puta do nazis foram mal retratados na história? Que não foram cometidas atrocidades por este nacional socialismo?
Para o outro: porque é que os cabroes dos nazis invadiram países que não o seu? Para aumentar o seu espaço vital? E mais, a máquina de morte nazi era muito pouco. descricionária ou selectiva, como quiser. Desde judeus, ateus, cristãos, arianos, foi tudo para o buraco.
Aqui do cristãozito para o labregozão: de bom grado rebentava os cornos a um ariano se o visse a insinuar-se a uma criança indefesa fosse ela mestiça, preta, caucasiana, ou o caralho que o foda.

Hroque disse...

"Ao contrario do massacre de MILHOES por parte do comunismo"
Você viu isso? Tem como provar, sem ser no diz que disse e mete umas larachas do youtube?
Eu acredito que o regime bolchevique foi uma das piores catástrofes ao cima desta terra.
Assim como o foi o nacional socialismo, e assim como o é os actuais especuladores, banqueiros, políticos, jornalistas de pacotilha, e etc.
E É CONTRA ESSES QUE TEMOS DE LUTAR CARALHO.
Esqueça essa merda do arianismo.
Muitas das nossas batalhas foram ganhas com a preciosa ajuda das populações indígenas no pós-restauração, na luta com os holandeses.
Como espécie só teremos êxito se uinidos

Hroque disse...

"Ao contrario do massacre de MILHOES por parte do comunismo"
Você viu isso? Tem como provar, sem ser no diz que disse e mete umas larachas do youtube?
Eu acredito que o regime bolchevique foi uma das piores catástrofes ao cima desta terra.
Assim como o foi o nacional socialismo, e assim como o é os actuais especuladores, banqueiros, políticos, jornalistas de pacotilha, e etc.
E É CONTRA ESSES QUE TEMOS DE LUTAR CARALHO.
Esqueça essa merda do arianismo.
Muitas das nossas batalhas foram ganhas com a preciosa ajuda das populações indígenas no pós-restauração, na luta com os holandeses.
Como espécie só teremos êxito se uinidos

Anónimo disse...

HRoque and roll...

Voçê diz merda atrás de merda.
Nadinha de jeito mesmo.

Ler o que escreve só me faz tar mais convicto da necessidade de politica eugenicistas.

Mais um grande abraço aos padeiros de Portugal.

Levantaram se ás 5 da manhã para fazer pão para um gajo como o Hroque.

cavaco silva disse...

http://www.youtube.com/watch?v=PU7Aajs3sTQ&feature=player_embedded

Queria desejar um bom natal aos Portugues e obrigado pela prenda de tarem a pagar os milhares de milhoes da mega fraude que eu e os meus amigalhaços fizemos no bpn.

Continuem a ouvir me a fazer o papel de hipocrita,continuem a votar e acreditar na democracia.

Nada de se revoltarem....

PARTIDOS POLITICOS disse...

Só para avisar que vamos propor a contrução do tgv no cú dos Portugueses.

De tão aberto que está há mais de 20 anos,cabe perfeitamente lá.

Continuem a votar,continuem a ouvir nos a enganar vos diariamente,continuem acreditar na democracia.

Nada de se revoltarem...

HRoque disse...

Bom se é para abacalhoar, aqui o cristãozito também sabe dizer umas merdas não é urso do caralho? E é mesmo Roque e não é roll e rôla; a da tua primogénita.
Que sabes tu de genética? Queres discutir comigo genética caralho? Adenosina ou guanina? Rna ou transcriptáses? Ribo quê? Será nucleico?
Vai-te foder caralho, porque o ar que respiras é em si próprio uma perdade tempo, tal como eu estar a responder-te.
Malvada parteira...

Rick disse...

Oh Diogo,veja lá isto http://eclinik.wordpress.com/vital-issues/ben-fulford/cabal-struggles-desperately-to-create-fascist-world-government-as-multiple-criminal-investigations-zero-in-on-them/ e esqueça um pouco esta obsessão do holocausto.

HRoque disse...

Caros, quero penitenciar-me perante vós pela minha linguagem absoluctamente inadmissível.
A todos as minhas desculpas. O momento é grave demais para divisões. Caro Diogo bem haja por colocar a debate temas pertinentes. Porque creio não haverem assuntos tabu. Confesso que tenho difuculdades em aceitar o holocausto como um "holoconto" mas tenho todo o interesse em saber A VERDADE. Se Menguel era inocente porque fugiu? Nem todos os naacional-socialistas foram condenados à morte...Se não tinha nada a esconder porque não apresentou provas da sua inocência? Será o hlocausto uma conspiração? Se tem documentação por favor exponha-a.
Um forte abraço.

Anónimo disse...

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2191900

Aqueles que andaram a dizer durante ANOS que as reformas iam com o caralho caso as pessoas quizessem continuar neste regime com a classe politica a roubar parece que tinham razão...

E partindo do principio,porque a experiência nos tem ensinado que os crapulas mentem sempre e dizem sempre as coisa suaves demais e só as dizem mesmo quando é inevitavel,os 50% que vai ser roubado aos cidadãos será um valor "politicamente correcto",o roubo será praí de 70%

Ou seja,andaram estes anos todos a descontar para nada.
A ser roubados á cara podre mesmo.

Têm noção que 30,35,40% vá na melhor das hipoteses, será uma miseria?

Continuem a votar,continuem acreditar na democracia...

Nada de se revoltarem...

TALVEZ ASSIM OS LEMMINGS CHEGUEM LÁ... disse...

Qual é coisa qual é ela que faz com que um pedofilo,um otario,um génio,um imigrante ladrão,um corrupto,um gajo honrado,um paneleiro,valham todos o mesmo?

Qual é a coisa qual é ela que diz em nome do igualitarismo que nós somos todos iguais,"no matter wthat"?

É uma forma de regime,começa por D e é a delicia dos corruptos.

Vou vos dar mais uma pista...

É a forma favorita de regime das canalhas politicas porque permite dividir o povo e po lo uns contra os outros e enquanto assim for a canalha está em cima a roubar e a trair á vontade e a rir se á fartazana.

Ultima pista:

Se essa forma de regime,fosse aplicada num barco,uns remavam para a direita,outros para a esquerda,outros não queriam remar,outros roubavam os mantimentos e outros sabotavam o barco fazendo assim com que INEVITAVELMENTE o barco vá ao fundo.

Anónimo disse...

Depois admirem se que haja um boom de assaltos a multibancos.

São os não otarios a tratar da reforma.

E quem é pode com bom senso condená los?

Não fazem mal a terceiros e estão a roubar o capital.O capital que os roubou.

Pode ser é que um dia começe se a tratar das reformas junto da canalha politica e dos seus bens que conseguiram fruto do saque aos Portugueses durante decadas.

Talvez nesse dia
isto começe abanar a sério...

alf disse...

Diogo

A minha ideia nesta altura é que há pessoas que querem viver o melhor possível materialmente, querem criados, escravos e fazer dos outros escravos é a consequência natural da sua maneira de ser. E há ainda pessoas que são completamente indiferentes aos outros, nasceram sem capacidae de empatia

Periodicamente, os esclavagistas chegam ao poder - esse é o seu objectivo desde que nascem; e depois conduzem a sociedade para que esta se torne uma sociedade de senhores e escravos

Actualmente, estamos enfiados num processo desses.

Este tipo de sociedade agrada a uma parte importante ( a maioria?) das pessoas; é por isso que tende sempre para isso; mas como não podemos todos ser senhores, depois os que gostariam de o ser mas ficaram para escravos juntam-se aos outros e a maioria passa para o outro lado.

Aqui, enquanto os escravizados forem minoria, o pessoal da classe média está muito bem, gosta de ter a empregada doméstica baratinha, o operário que trabalha em condições miseráveis pelo ordenado mínimo, o empregado de café baratinho, está tudo muito bem; agora que está a chegar a eles a condição de escravos (claro, no seio da europa somos um povo de ignorantes, só nos cabe o papel de escravos, não é?)é que Ai Jesus que está tudo mal.

A chave para a Humanidade dar um salto em frente é a compreensão das nossas caracteríticas humanas, parece-me...

Anónimo disse...

Alf a sua noção de escravo é curiosa...

Sem privacidade não há liberdade,logo se te a tiram fazem de ti escravo.

Há é 2 tipos de escravos:

*O involuntario sendento de se vingar e incomformado.

*O voluntario(a esmagadora maioria das pessoas)

O ministro da administração interna miguel maçedo cometeu um acto de alta traição e forneceu os dados de TODOS os Portugueses a uma nação estrangeira(os eua).

Isto só um exemplo de escravatura(entre tantos e tantos outros).

Esse tipo de procedimento só acontece numa nação não soberana,numa colonia de escravos.

O que faz de todos os Portugueses escravos.

A unica (enorme e relevante)diferença entre os escravos das epocas antigas e das epocas democraticas é que ao menos os primeiros eram escravos de forma forçada á base de correntes e chicotes.

Os escravos democraticos são escravos voluntarios o que faz com que se dêm menos ao respeito dos que os primatas escravos da epocas antigas.

Mas dizem ao escravo que pode ir votar,dão lhe cerveja,pornografia,novelas e um ipod e o escravo fica contente.

Caro alf,toda os Portugueses são escravos.

O mais grave mesmo é já termos sido outro tipo de gente e com outro tipo de fibra.

Nomeadamente imperiais,conquistadores,aventureiros,corajosos...

E ainda há quem chame á democracia "evolução".

Para derrotar a "besta" democrática só com outra "besta" não democratica e ir aonde for preciso ir sem qualquer remorsos.

Ou isso,ou Portugal morre.

O tempo não para e a cada dia que passa Portugal como nação vai morrendo...

Os (muito) proximos tempos serão decisivos.

Ou sim ou sopas.

Não há meio termo.

Anónimo disse...

NAZI VOLUNTÁRIO

MORTE A TODOS OS JUDEUSA, HITLER TINHA TODA A RAZÃO DE MATAR ESTES PORCOS SIONISTAS.
ADORAVA COLOCAR NOS FORNOS CREMATÓRIOS AS CRIANCINHAS JUDIAS E VELAS TORRAR NOS FORNOS, DEVIA SER LINDO...........

MORTE A ISRAEL , VIVA A PALESTINA LIVRE.

RETIRAR DO MAPA ISRAEL COM VARIAS BOMBAS ATOMICAS, BASTAVAM TRES ------------ HAHAHHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHHAAHAHA

Jonas Kleewein disse...

Olá! Sugiro rever suas pesquisas sobre Josef R Menguele.
A verdade é outra, ele era médico e não um idiota que pudesse fazer experiências com tinta nos olhos.

Toda essa história foi criada em 1946 por 2 judeus poloneses que relatam fatos imaginários como as aventuras do Barão de Münchhausen.
Até os dias de hoje nenhuma prova concreta foi encontrada sobre essas ações de Menguele.

Conheci dezenas de pessoas que participaram e vivenciaram a segunda guerra, entre essas pessoas meus familiares que foram prisioneiros em Auschwitz, oficiais Nazi e judeus. E todos afirmam que a verdade não é o que consta nas enciclopédias e dito ao mundo.
Os campos eram fábricas e não lugar de extermínio.
Conheça a verdade antes de publicar!
Att. Max.

Anónimo disse...

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