segunda-feira, dezembro 16, 2013

Bancos admitem cobrar comissões pelos levantamentos no Multibanco. Os descomunais roubos que praticam diariamente, e que conduzem milhões à miséria, parecem não os satisfazer...


As empresas de distribuição vieram lembrar que o sector bancário "poupa cerca de 300 milhões de euros por ano pelo facto dos consumidores efectuarem levantamentos e depósitos em ATM e não nos seus balcões".

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Para prevenir mais este roubo que a banca prepara, talvez a solução passe por atestar todas as caixas multibanco com vários géneros de líquidos, que as inutilize e não permita fazer levantamentos, obrigando-nos a todos a invadir e a abarrotar as agências bancárias. É uma forma de evitar que mais 300 milhões de euros por ano se vão juntar aos milhares de milhões que os ladrões empocham regularmente à nossa custa.


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Jornal Público - 04/12/2013

Os bancos admitem começar a cobrar comissões pelos levantamentos/pagamentos através das caixas automáticas Multibanco, uma ideia que surge periodicamente e que recebe forte contestação. 



Esta possibilidade surge como resposta à legislação que está a ser preparada em Bruxelas, e que fixa um limite máximo, em termos europeus, para os bancos cobrarem comissões à actividade do retalho (supermercados, lojas, grandes superfícies) pelas transacções via rede ATM. 

A informação foi dada esta manhã, durante a conferência sobre o sistema de pagamentos promovida por um grupo de trabalho, que inclui a SIBS, que se reúne no quadro da Associação Portuguesa de Bancos (APB), onde se discutiu o impacto no sector financeiro da adopção de um limite máximo, em termos europeus, à cobrança de comissões pela banca junto do mercado do retalho (lojas, supermercados, grandes superfícies) pela utilização da rede de pagamentos electrónica. 

No encontro, onde foi orador, o presidente da APB, Faria de Oliveira, que representa o sector financeiro, alertou para a actual fase do ciclo "muito negativo" para os bancos, e admitiu a possibilidade do sector fazer repercutir o agravamento dos custos sobre os consumidores que usam cartões electrónicos para fazer pagamentos. Outra alternativa pode levar ao aumento do preço de emissão dos cartões, o que se reflectirá também nos consumidores. 

"Há várias modalidades. Mas tudo o que agrava a actividade bancária, em termos de custos, para melhorar a rentabilidade, tem que ter uma contrapartida de obtenção de receitas de uma outra qualquer via". Faria recordou que 95% das operações com cartões decorrem no mercado doméstico, pelo que "o princípio da subsidiariedade está a ser posto em causa com este tipo de legislação, que não atende à situação específica dos Estados-membros". 






Recorde-se que, em 2010, Portugal criou legislação que impede os bancos de cobrarem aos seus clientes (particulares) comissões pelo levantamento de dinheiro na rede ATM (Multibanco) e qualquer decisão nesse sentido terá de envolver mudanças legislativas. 

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) veio esta tarde lembrar dados do Banco de Portugal, segundo os quais o sector bancário "poupa cerca de 300 milhões de euros por ano pelo facto dos consumidores efectuarem levantamentos e depósitos em ATM e não nos balcões". Por esta razão, as empresas de distribuição não compreendem a intenção dos bancos de começar a “cobrar pelos levantamentos nas ATM”. 

A entidade liderada por Ana Isabel Trigo, no mesmo comunicado, veio "aplaudir a legislação europeia para limitar as comissões pagas à banca pelos comerciantes pelos pagamentos com cartões electrónicos" por considerar que em Portugal "são das mais elevadas entre os Estados-membros", o que "cria uma situação de grande injustiça e retira competitividade ao comércio português". A APED rejeita ainda "a ideia de que os bancos vão perder dinheiro com o sistema de pagamentos português". 

"O que está aqui em causa é que os bancos vão ter uma falta de receita por via de legislação europeia, que quer limitar as taxas, e, por isso, sentem-se tentados a cobrar comissões por levantamentos no Multibanco, o que até agora é proibido por lei em Portugal." 

Com a aprovação da legislação europeia, "os retalhistas terão mais liberdade de escolha, pois poderão contratar estes serviços em Portugal e junto de qualquer outro operador que opere no mercado europeu". 



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Aos beneméritos Faria de Oliveira (CGD) e Ricardo Salgado (BES), entre outros,

a solução passa por dar-lhes uma boa regadela e chegar-lhes um fósforo

13 comentários:

Anónimo disse...
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Jota disse...

Por mim estão á vontade… não pretendo fazer muitos movimentos. Cada vez menos... Nada melhor que ter dinheiro vivo...nunca me deixou ficar mal...ao contrário das máquinas, que muitas vezes nos condicionam... Se todos os cidadãos fizessem o mesmo… a coisa piava fininho...mas lamentavelmente temos num défice muito grande no que respeita ao sentido de união na sociedade... E depois queixam-se. Ainda não constataram que quem tem o verdadeiro poder, são os cidadãos e não o sistema politico e muito menos os anormais que " governam"...

Nadia disse...

Bom...la vai voltar a moda de por o dinheiro debaixo do colchão...estamos a voltar para trás a todos os níveis,sim porque não vou pagar para levantar dinheiro que é meu ..tinha mais que ver...os vendedores de cofres é que vão lucrar..:D

Anónimo disse...

"sim porque não vou pagar para levantar dinheiro que é meu"

Já fazes isso desde que os democratas decidiram "nacionalizar" os prejuízos com o dinheiro dos contribuintes.

Jorge disse...

Faria de Oliveira como presidente da CGD esteve contra a taxa, agora como presidente da Associação lança o barro à parede. O dinheiro é nosso, o cartão está pago, pagamos comissão de gestão e que querem mais?. Quantos funcionários havia nos Bancos antes do Multibanco e quantos têm hoje? se só pensem em sacar aos clientes, levanta-se todo de uma vez e pagamos a dinheiro aí nem as comissões dos comerciantes recebem.

Topas disse...

O que o presidente da APB se esqueceu de dizer é que pretende que a banca passe a ter muitos mais funcionários com a função de caixa para pagar cheques ao balcão.
Se é para diminuir a taxa de desemprego, dou-lhe os parabéns, ficou bem na fotografia.

Pedro Lopes disse...



O pançudo foi eleito a Figura do Ano pela imprensa estrangeira em Portugal


Gândola bila moleeenaaaaaaa

"Oh Shor Guarda, desapareça, desapareça"

Anónimo disse...

E se tu não fosses parvo, ó lopes ?
Preferes a outra máfia do poder ?
Por mim merecem atenção igual, mas tenho que quem abusa de momento não é esse pançudo, mas tu, lá com os teus .

Cheira a fim de regime.... disse...

Há empresários que dizem que deve ser feito um acordo entre o ps e o psd durante 10 anos!!!

Esses empresários fazem auditorias sérias e independentes regularmente nos seus negócios de forma a terem aquilo controlado e ninguém roubar,caso contrário o seu negócio vai para o caralho,pois a corrupção dá cabo de qualquer negócio.

Mas se perguntarem a esse mesmo empresário porque é que nem o ps e nem o psd(como nenhum outro partido democrático alías) querem fazer auditoria às contas do estado e particularmente à dívida para saber o quanto se deve,a quem se deve e o porquê de se dever, era interessante saber a sua resposta.

Façam a pergunta ao dono do pingo doce para sabermos a resposta.

Tenho a certeza que o jornalismo sério e independente em Portugal não deixará de colocar essa questão ao soares dos santos.

Lemming disse...

Alguém tem vaselina que me empreste?

Querem que eu pague uma indemnização a um gajo devido a uma agressão física porque dizem que estamos num estado de direito, mas há pedófilos que violarem crianças que estão livres e são políticos com salários e reformas pagas pelos meus impostos.

Lemming disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Lemming disse...
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Pedro Lopes disse...

"E se tu não fosses parvo, ó lopes ?
Preferes a outra máfia do poder ?"

Queres levar um pontapé na fronha?

Qual "outra máfia"?
Só há uma máfia, é a corja maçónica partidária pró-sionista, bajuladores dos banqueiros e o pançudo faz parte dela como faz o pisso coelho e o bolsanamão bem como os pedrados da extema-esquerda apanascada.