quinta-feira, dezembro 10, 2015

Sobre a verdadeira causa das «Crises Financeiras» e das «Austeridades» que grassam por esse mundo fora…


Post dedicado aos "Comentadores Económicos" de pacotilha que pululam nos jornais, televisões, rádios e revistas, e que, por venalidade, ignorância ou estupidez, defendem que os países devem pagar uma «dívida» criminosa, que foi deliberadamente criada pelo Poder Financeiro Internacional, devidamente acolitado pelos «nossos representantes eleitos»...



Henry Ford (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Campany. O seu automóvel, Modelo T, revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo.

Em 22 de Maio de 1920, Henry Ford escreveu no Jornal "The Dearborn Independent":

"Existe no mundo de hoje, ao que tudo indica, uma força financeira centralizada que está a levar a cabo um jogo gigantesco e secretamente organizado, tendo o mundo como tabuleiro e o controlo universal como aposta. As populações dos países civilizados perderam toda a confiança na explicação de que «as condições económicas» são responsáveis por todas as mudanças que ocorrem. Sob a camuflagem da «lei económica» muitíssimos fenómenos foram justificados, os quais não se deveram a nenhuma lei económica a não ser a do desejo egoísta humano operado por meia dúzia de homens que têm o objectivo e o poder de trabalhar a uma vasta escala com nações como vassalas."


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Senador e candidato a presidente norte-americano Barry Morris Goldwater (1909 – 1998), escreveu no seu livro - "With No Apologies" (página 231):

"Uma organização em mãos privadas, a Reserva Federal (banco central norte-americano) não tem nada a ver com os Estados Unidos. A maior parte dos americanos não compreende de todo a actividade dos agiotas internacionais. Os banqueiros preferem assim.

Nós reconhecemos de uma forma bastante vaga que os Rothschilds e os Warburgs da Europa e as casas de J. P. Morgan, Kuhn, Loeb & Co., Schiff, Lehman e Rockefeller possuem e controlam uma imensa riqueza. A forma como adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam é um mistério para a maior parte de nós. Os banqueiros internacionais ganham dinheiro concedendo crédito aos governos. Quanto maior a dívida do Estado político, maiores são os juros recebidos pelos credores. Os bancos nacionais da Europa são na realidade possuídos e controlados por interesses privados.
"


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Woodrow Wilson (1856 - 1924), que foi Presidente dos Estados Unidos de 1913 a 1921, escreveu no seu livro "The New Freedom" (1913):

"Uma grande nação industrial é controlada pelo seu sistema de crédito. O nosso sistema de crédito está concentrado. O crescimento da Nação e de todas as nossas actividades está nas mãos de meia dúzia de homens. Tornámo-nos num dos mais mal governados, num dos mais completamente controlados e dominados Governos no mundo – não mais um Governo de liberdade de opinião, não mais um Governo pela convicção e pelo voto da maioria, mas um Governo pela opinião e intimidação de um pequeno grupo de homens dominantes.[...]

Desde que entrei para a política, tenho ouvido maioritariamente opiniões de homens que me são segredadas em privado. Alguns dos maiores homens nos Estados Unidos, no campo de comércio e da manufactura, estão com medo de alguém, estão com medo de alguma coisa.
Eles sabem que existe um poder algures tão organizado, tão subtil, tão vigilante, tão integrado, tão completo, tão penetrante, que preferem sussurrar quando o amaldiçoam."



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Na imagem, um processo de «Recapitalização da Banca»
por forma a prevenir possíveis «Riscos Sistémicos»...

9 comentários:

Pedro Lopes disse...

É pá não sejam tão extremistas!

Toda a gente tem um lugar no mundo. Um papel a desempenhar na sociedade.

O médico é importante, porque ajuda a curar doenças. O lugar dele é nos hospitais e consultórios. E salvam imensas vidas.

O Engenheiro faz projetos importantes, ajuda a criar técnicas e tecnologias úteis á sociedade.

O comerciante é importante porque nos disponibiliza artigos para vestir, ou para comer, para diversão e para muitos outros fins.

O mecânico repara os automóveis e máquinas que avariam.

O professor é um pilar da sociedade porque ensina novos conhecimentos ás próximas gerações.

O artista é importante também porque cria arte com a qual nos estimula a mente e os sentidos.

O agricultor? O que comeríamos sem a agricultura?morríamos á fome.

O operário é a base da economia, sem eles nada se podia produzir.

Portanto todos temos um lugar na sociedade.

E o banqueiro também. O lugar dele é o cemitério.

Diogo disse...

Pedro Lopes: «E o banqueiro também. O lugar dele é o cemitério.»


Deveria ser a sua grande finalidade: as larvas em grande banquete num cadáver de um banqueiro em estado avançado de decomposição...

taawaciclos disse...

Boas!

Desculpa lá o "SPAM"... Mas acabei de escrever isto, que fala sobre o que escreveste, até com alguma história à mistura!

Be cool!

Pedro Baptista disse...

Boa tarde.
Vale a pena ver https://actualidad.rt.com/programas/keiser_report/193215-keiser-report-espanol-wall-street-e844
Cumprimentos
PB

Arthur disse...

Nenhuma nação sobrevive sem um sistema bancário, o juros é a remuneração do capital, se não gostam não utilizem , não há razão para tal..............mudem-se
para um sistema comunista e deixem de falar frases feitas e ataques sem o menor sentido................ps. ford, antissemita de carteirinha publicava artigos infantis, doentios e racistas em um jornal de sua propriedade,jamais teve qualquer relevância,sua fama deve-se exclusivamente ao ramo automobilístico, empresa que diga-se de passagem foi salva da falência anos depois por um judeu, justamente o que ele mais odiava

Filipe Bastos disse...

«Nenhuma nação sobrevive sem um sistema bancário»...

Os Arthurs vencem-nos pelo cansaço. Vivemos num mundo governado pelos maiores criminosos da Humanidade, a canalha banqueira, através dos seus capachos pulhíticos, e lentamente vamo-nos conformando com isso.

Podemos conhecer blogs como este, onde se dizem umas verdades, ou alguns fóruns ou vídeos ou sites. Mas são a excepção. Na rua, na TV, no café, no trabalho, com família ou colegas ou até amigos, em todo o lado encontramos o mantra do Arthur, e se quisermos viver nesta sociedade temos de tolerá-lo.

Que fazer aos Arthurs? Ouvem e repetem este mantra desde que nasceram. Louvam quem os chula com a mesma dedicação que os desgraçados da Coreia do Norte cantam vivas ao badocha lá do sítio. Foram formatados assim. Tudo o resto, para os Arthurs, são "teorias da conspiração". Eles também as sabem, mas são carneiros por convicção.

Se não saiu no NY Times e no Expresso, se não apareceu no Telejornal com uma piscadela de olho do palhaço-apresentador, se não foi comentado e validado pelo "Professor Marcelo", se não foi confirmado - por unanimidade! - pelos cães-de-fila desta partidocracia podre e santíssimos emissários dos "mercados", então, para os Arthurs, não vale.

Thor disse...

pela primeira vez, estou de acordo a 100% com um comentário do Filipe Bastos.
nem preciso de acrescentar uma vírgula.

tipos como o Arthur são às manadas, ou "paletes" como dizia o outro, e metem dó...

Anónimo disse...

Caro Diogo, podes acrescentar com os discursos de Eisenhower, este ao largar a presidência, e o de Kennedy ao falar dos poderes das sombras. Estas histórias, apesar de serem óbvias e "cheias de frases feitas" (como alguns gostam de ridicularizar o incontestável), não devem nunca cair no esquecimento. A canalha sionista não consegue convencer sequer sobre as premonições, mais que confirmadas, de uma outra obviedade: os protocolos.

Ford era um industrial e todo industrial sabe com perfeição quem lhe aperta o calo.

Nickão.

Diogo disse...

Caro Artur, é verdade que todas as nações precisam de um sistema bancário. Um sistema que crie dinheiro à medida das necessidades da sociedade. Só há necessidade de um banco por país e esse banco deve ser do Estado. Pelos empréstimos, esse banco cobrará uma pequena taxa para cobrir as suas despesas de manutenção e outra pequena taxa variável consoante o risco do empréstimo). A transparência tem de ser total.