segunda-feira, junho 27, 2016

O judeu Benjamim Disraeli - o mundo é governado por personagens muito diferentes daquelas que são imaginadas por aqueles que desconhecem os bastidores do Poder


«O judeu Sidonia [Nathan Mayer Rothschild] estava pronto a emprestar dinheiro às nações. Mas onde é que ele o ia buscar, de forma a emprestá-lo? Foi buscá-lo às nações quando estas estavam ainda em guerra! Era o mesmo dinheiro; os financiadores da guerra e os financiadores da paz são os mesmos, e são os Judeus Internacionais, como o livro de Benjamin Disraeli para a glorificação dos judeus testemunha abundantemente. De facto, ele atesta na mesma página:

"Não é difícil conceber que, depois de ter seguido a carreira que anunciámos durante dez anos, Sidonia se tenha tornado num dos maiores personagens da Europa. Colocou um irmão, ou um parente próximo, em quem confiasse, na maior parte das capitais.Era dono e senhor do mercado financeiro do mundo, e claro, virtualmente dono e senhor de quase tudo o resto.


O antigo Primeiro-Ministro Britânico, o Judeu Benjamim Disraeli


Lord Beaconsfield, aliás Benjamim Disraeli
(1804 – 1881)


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Eça de Queirós – Cartas de Inglaterra (1881)

"A esta causa de popularidade [de Benjamim Disraeli] deve juntar-se outra – a reclame. Nunca, um estadista teve uma reclame igual, tão contínua, em tão vastas proporções, tão hábil. Os maiores jornais de Inglaterra, de Alemanha, de Áustria, mesmo de França, estão (ninguém o ignora) nas mãos dos israelitas. Ora, o mundo judaico nunca cessou de considerar Lord Beaconsfield como um judeu - apesar das gotas de água cristã que lhe tinham molhado a cabeça. Este incidente insignificante nunca impediu Lord Beaconsfield de celebrar nas suas obras, de impor pela sua personalidade a superioridade da raça judaica - e por outro lado nunca obstou a que o judaísmo europeu lhe prestasse absolutamente o tremendo apoio do seu ouro, da sua intriga e da sua publicidade. Em novo, é o dinheiro judeu que lhe paga as suas dívidas; depois é a influência judaica que lhe dá a sua primeira cadeira no Parlamento; é a ascendência judaica que consagra o êxito do seu primeiro Ministério; é enfim a imprensa nas mãos dos judeus, é o telégrafo nas mãos dos judeus, que constantemente o celebraram, o glorificaram como estadista, como orador, como escritor, como herói, como génio!"


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Henry Ford (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Campany e pai das modernas linhas de montagem e da produção em massa. O seu automóvel, Modelo T, revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e mais conhecidos do mundo.

Em 1918, Ford comprou um pouco conhecido semanário: «The Dearborn Independent». No princípio dos anos 20 este semanário publicou um conjunto de quatro volumes de artigos, cumulativamente intitulados «The International Jew» [O Judeu Internacional].

Segue-se um excerto do 37º artigo "Disraeli – O Primeiro-Ministro Britânico retrata os Judeus" do Jornal "The Dearborn Independent" de 18 de Dezembro de 1920:


[Tradução minha]






Disraeli - British Premier, Portrays the Jews

(Disraeli – O Primeiro-Ministro Britânico retrata os Judeus)




[...] Benjamin Disraeli, que foi conde de Beaconsfield e primeiro-ministro da Grã-Bretanha, era um judeu e tinha orgulho nisso. Escreveu muitos livros, nalguns dos quais dissertou acerca do seu povo numa tentativa de o apresentar sob uma perspectiva lisonjeira. O governo britânico não era na altura tão judeu como se tornou depois, e Disraeli foi uma das suas maiores figuras.

No seu livro, "Coningsby," há um personagem judeu chamado Sidonia, em cuja personalidade e através das suas palavras, Disraeli procurou descrever os judeus tal como ele gostaria que o mundo os visse.

Sidonia anuncia primeiro a sua raça ao jovem Coningsby dizendo, "Eu pertenço à fé que os apóstolos professavam antes de seguirem o seu Senhor," sendo esta a única vez em todo o livro onde a palavra "fé" é mencionada. Por quatro vezes, contudo, no breve prefácio da quinta edição, escrita em 1849, o termo "raça" é usado em referência aos judeus.

Na primeira conversa entre ambos, Sidonia revela-se como um grande amante do poder e fala agradavelmente dos homens poderosos da história, terminando desta maneira: "Aquaviva era líder dos jesuítas, mandava em cada ministério da Europa e colonizou a América antes de fazer trinta e sete anos. Que carreira!" exclamou o estrangeiro (Sidonia), levantando-se da sua cadeira e andando para trás e para diante na sala; "o poder secreto da Europa!"

O líder dos jesuítas - Rodolf Acquaviva


Fazendo um estudo do carácter do judeu Sidonia, o judeu Disraeli começa por se referir aos judeus como "Árabes que seguem a doutrina de Moisés." Se um escritor moderno fosse descrever os judeus desta forma, virtualmente como árabes seguidores de Moisés, seria denunciado como mais uma tentativa de "perseguição," mas Disraeli fê-lo diversas vezes, sendo o seu objectivo fornecer aos judeus o seu posicionamento original entre as nações. Ele refere-se novamente a eles como "Judeus Árabes." Ambos os termos podem ser encontrados na página 209.

Disraeli dá igualmente voz ao sentimento de que cada judeu tem de que quem quer que se oponha ao judeu está amaldiçoado. Este é um sentimento que também está profundamente entranhado nos cristãos, de que os judeus são o "povo escolhido" e que é perigoso opor-se-lhes no que quer que seja. "O medo dos judeus" é um sentimento muito real. É tão real entre os judeus como entre os não-judeus. O próprio judeu está ligado pelo medo ao seu povo, e exerce o medo da maldição através da esfera religiosa – "Eu amaldiçoarei os que te amaldiçoarem." Resta provar, contudo, se a oposição às tendências destrutivas das influências judaicas ao longo da vida é uma "maldição" dos judeus. Se os judeus fossem realmente o povo de Velho Testamento, se eles estivessem realmente cientes de uma "missão" para benefício de todas as nações, tudo aquilo que os ofende desapareceria automaticamente. Se o judeu está a ser "atacado," não é por ser judeu, mas porque é a origem e a aplicação de certas tendências e influências, as quais, se não forem controladas, significam a destruição de uma sociedade moral.


A perseguição aos judeus em Espanha

A perseguição ao judeu a que Disraeli se refere é a da Inquisição Espanhola, que se ficou por motivos religiosos. Investigando a família Sidonia através de um período conturbado da história europeia, o nosso autor judeu salienta:

"Durante os distúrbios da Guerra Peninsular *** o filho mais novo do ramo mais jovem desta família granjeou uma enorme fortuna com contratos militares e abastecendo os diferentes exércitos." (p. 212.) Certamente. É uma verdade inatacável, aplicável a qualquer período da Era Cristã, que "perseguidos" ou não, "as guerras têm sido o tempo das colheitas dos judeus." Foram os primeiros fornecedores militares. Se este jovem Sidonia ao fornecer "os diferentes exércitos" foi ao ponto de fornecer exércitos opostos, estaria simplesmente a seguir o método judeu tal como a história o regista.

"E na paz, presciente do grande futuro financeiro da Europa, confiante no seu próprio génio, nas suas perspectivas originais dos assuntos fiscais, e do seu conhecimento dos recursos naturais, este Sidonia *** resolveu emigrar para Inglaterra, país com o qual, ao longo dos anos, formou consideráveis parcerias comerciais. Ele chegou aqui depois da paz de Paris, com a sua grande fortuna. Apostou tudo o que pode no empréstimo de Waterloo; e este evento [a derrota de Napoleão] tornou-o num dos maiores capitalistas da Europa."

A Batalha de Waterloo


"Logo que se estabeleceu em Inglaterra começou a professar o judaísmo ***"

"Sidonia previu em Espanha que, depois da exaustão de uma guerra de vinte e cinco anos, a Europa precisava de capital para continuar em paz. Obteve a devida recompensa da sua sagacidade. A Europa precisava de dinheiro e Sidonia estava pronto para o emprestar à Europa. A França queria algum; a Áustria ainda mais; a Prússia um pouco; a Rússia alguns milhões. Sidonia podia abastecê-los a todos. O único país que ele evitou foi a Espanha ***" (p. 213.)

Aqui, [Disraeli] o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, da riqueza das suas tradições como judeu e do alto da seu posto como primeiro-ministro, descreve o método do judeu na paz e na guerra, exactamente como outros o tentaram descrever. Apresentou o mesmo conjunto de factos como outros o fizeram, mas ele fá-lo aparentemente para a glorificação dos judeus, enquanto outros o fazem para permitir às pessoas ver o que se passa nos bastidores da guerra e da paz. Sidonia estava pronto a emprestar dinheiro às nações. Mas onde é que ele o ia buscar, de forma a emprestá-lo? Foi buscá-lo às nações quando estas estavam ainda em guerra! Era o mesmo dinheiro; os financiadores da guerra e os financiadores da paz são os mesmos, e são os Judeus Internacionais, como o livro de Benjamin Disraeli para a glorificação dos judeus testemunha abundantemente. De facto, ele atesta na mesma página:

"Não é difícil conceber que, depois de ter seguido a carreira que anunciámos durante dez anos, Sidonia se tenha tornado num dos maiores personagens da Europa. Colocou um irmão, ou um parente próximo, em quem confiasse, na maior parte das capitais. Era dono e senhor do mercado financeiro do mundo, e claro, virtualmente dono e senhor de quase tudo o resto."




Isto é o mais próximo possível de se ser o Judeu Internacional, mas os judeus orgulham-se da imagem. É apenas quando um escritor não-judeu sugere que talvez não seja bom para a sociedade que um grupo judaico seja "dono e senhor do mercado financeiro do mundo," e por consequência "dono e senhor de quase tudo o resto," que o clamor de "perseguição" assoma.

Estranhamente, é neste livro do primeiro-ministro britânico que vimos a ter conhecimento do facto de que os judeus infiltraram a ordem dos Jesuítas.

"O jovem Sidonia teve sorte com o tutor que o pai lhe arranjou, e que lhe devotou todos os recursos do seu desenvolvido intelecto e da sua vasta erudição. Um jesuíta antes da revolução; desde então um líder liberal; agora um membro das cortes espanholas; Rebello foi sempre um judeu. Rebello encontrou no seu aluno essa precocidade de desenvolvimento intelectual que é característico da organização árabe." (p. 214.)

Seguiu-se na carreira do jovem Sidonia uma aprendizagem intelectual do mundo. Viajou por todo o lado, ouviu os segredos de tudo, e regressou com o mundo no bolso, como se costuma dizer – um homem sem ilusões de qualquer espécie.

"Não havia um aventureiro na Europa que não lhe fosse familiar. Nenhum ministro de estado tinha tais comunicações com agentes secretos e espiões políticos como Sidonia. Mantinha relações com os mais espertos párias do mundo. O catálogo dos seus conhecidos na forma de gregos, arménios, mouros, judeus secretos, tártaros, ciganos, polacos vagabundos e carbonários, lançaria uma luz curiosa sobre essas agências subterrâneas das quais o mundo em geral sabe tão pouco, mas que exercem uma tão grande influência nos acontecimentos públicos *** A história secreta do mundo era o seu passatempo. O seu maior prazer era contrastar o motivo oculto com o pretexto público, das transacções." (pp. 218-219.)

Aqui está o Judeu Internacional, vestido a rigor; é também o homem dos Protocolos, coberto em mistério, um homem cujos dedos abarcavam todas as cordas das motivações humanas e que controla o senhor das forças brutais – o Dinheiro. Se um não-judeu descrevesse um Sidonia, mostrando tão honestamente a história racial e as características dos judeus, teria sido sujeito à pressão que os judeus aplicam a todos os que dizem a verdade sobre eles. Mas Disraeli podia fazê-lo, e perguntamo-nos às vezes se Disraeli não estava, no fim de contas, a escrever mais do que um romance, a enviar um aviso a todos os que sabem ler.



O trecho acima não é apenas a descrição de Sidonia; é também uma descrição de certos judeus americanos que, não obstante a elevada cultura que possuem, enquanto se mexem nos círculos mais elevados, mantêm negócios com "aventureiros" e com "os agentes secretos e espiões políticos," e com os "judeus secretos," e com essas "agências subterrâneas das quais o mundo em geral sabe tão pouco."

Esta é a força do judaísmo, este tráfico entre o superior e o inferior, porque o judeu não reconhece nada de infame dentro do círculo do judaísmo. Nenhum judeu se torna um pária, seja o que for que faça; um lugar e um trabalho esperam-no, qualquer que seja a sua natureza.

Há pessoas altamente situadas em Nova Iorque que prefeririam que não se soubesse que contribuíram para o "aventureiro" que deixou Nova Iorque para subverter a Rússia; existem outros judeus que prefeririam que não tivesse saído nos jornais o quanto eles sabem sobre "agentes secretos e espiões políticos." Disraeli fez mais do que descrever Sidonia; ele retratou o Judeu Internacional tal com ele é também encontrado na América.

Até aqui, Sidonia é descrito a partir de fora. Mas agora começa a falar por ele mesmo, e é em seu nome e enaltece os judeus. É a velha história. Em qualquer lugar, mesmo nos Estados Unidos, a mesma história. Clamando por piedade enquanto usurpam o poder! "Nós pobres judeus" choraminga um multi-milionário nova-iorquino a cujas mãos os legisladores se curvam e até o presidente dos Estados Unidos se torna respeitoso.

Leon Trótski: O "aventureiro" que deixou Nova Iorque para subverter a Rússia


A citação seguinte foi escrita em 1844: os bretões devem estar impressionados hoje com o misterioso concorrente aos seus negócios: é Sidonia a falar – " *** contudo, desde que a vossa sociedade se tornou turbulenta em Inglaterra e poderosas organizações ameaçam as vossas instituições, vão descobrir que o leal hebreu prefere invariavelmente adoptar o mesmo status do igualitário e do livre pensador, preparado para apoiar uma política que pode colocar em perigo a sua vida e os seus bens, do que continuar docilmente sob um sistema que pretende humilhá-lo."

Considerem o seguinte. O "Latitudinarianismo" [doutrina que promove a liberdade de pensamento especialmente em questões de religião] é a doutrina dos Protocolos numa palavra. É a desintegração por meio das assim chamadas ideias "liberais" que não constroem nada em si mesmas, mas têm o poder de destruir a ordem estabelecida.

Repare-se também na resposta de Disraeli à questão algumas vezes colocada, "se os judeus sofrem sob o bolchevismo, porque é que o apoiam?" Ou em termos judaicos – "Se somos tão poderosos, porque é que sofremos com a desordem do mundo?" A desordem é sempre um passo para um novo grau de poder judaico. Os judeus sofrem de bom grado por isso. Mas mesmo assim, não sofrem tanto como os não-judeus. Os soviéticos permitem que a ajuda chegue aos judeus que vivem na Rússia. Na Polónia, os que "sofrem com a fome devido à guerra" podem regalar-se em todos os navios disponíveis ao comprarem os bilhetes mais caros para a América. Não estão a sofrer como outras pessoas estão, mas tal como Disraeli vê as coisas, estão dispostos a sofrer porque percebem em cada colapso da sociedade não judia uma nova oportunidade para o poder judeu se aproximar da cadeira central do poder.

A forma como os judeus destroem a ordem estabelecida das coisas, por intermédio das ideias, como os Protocolos reivindicam, é apresentada na mesma conversa de Sidonia:

"Os Tories [partido conservador inglês] perdem uma eleição importante num momento crítico; os judeus avançam e votam contra eles. A igreja está alarmada com os planos de uma universidade Latitudinária, e, aliviada, recebe a notícia de que não haverá fundos para o seu estabelecimento; um judeu avança imediatamente com o dinheiro para isso."

Se estas palavras tivessem sido escritas por um não-judeu, o clamor de anti-semitismo ecoaria sobre a terra.

Elas são verdadeiras, nem mais nem menos verdadeiras apenas por terem sido escritas por um judeu. E Sidonia acrescenta: "E cada geração [de judeus] deve tornar-se mais poderosa e mais perigosa para a sociedade que a hostiliza." (p. 249.)

Bom, várias gerações passaram desde que estas palavras foram escritas. O judeu ainda olha para qualquer forma de sociedade não judia como hostil. Ele organiza-se fortemente contra a sociedade. E, se Disraeli for tomado como um profeta, as suas palavras manter-se-ão – "os judeus devem tornar-se mais poderosos e mais perigosos." Eles tornaram-se mais poderosos e mais perigosos. Quem quer que meça o perigo, olhe à sua volta.

Deixemos o fascinante Sidonia prosseguir com as suas revelações: "Eu disse-lhe já que iria para a cidade amanhã, porque tenho por regra interferir quando os assuntos de estado estão em discussão. De outro modo, nunca interferiria. Ouço falar de paz e de guerra nos jornais, mas nunca fico alarmado, excepto quando sou informado de que os soberanos querem dinheiro; nessa altura sei que os monarcas estão a falar a sério."

Será lembrado que Sidonia não tinha nenhum cargo governamental. Ainda não tinha chegado a altura para isso. O Poder era exercido nos bastidores muito antes do desejo pela celebridade ser apreciado. Mas se há judeus no governo ou não, o poder que exercem nos bastidores é sempre maior que o poder mostrado às claras. Portanto, quanto mais numerosos forem no governo, maior o seu poder secreto. Sidonia continua:



"Há alguns anos atrás dedicámo-nos à Rússia. Não existia amizade entre a Corte de São Petersburgo e a minha família. Esta tem ligações holandesas que geralmente a supriam; e as nossas representações a favor do hebreu polaco, uma raça numerosa, mas a mais sofrida e desprezada de todas as tribos, não tinham sido agradáveis ao czar. Contudo, as circunstâncias permitiram uma aproximação entre os Romanoff e os Sidónias. Decidi ir eu mesmo a São Petersburgo. Tinha, à minha chegada, uma entrevista com o ministro russo das finanças, o conde Cancrin; deparei-me com o filho de um judeu lituano."

"O empréstimo estava ligado com os assuntos de Espanha; decidi resolver a questão entre a Espanha e a Rússia. Viajei sem descanso. Tive uma audiência imediatamente a seguir à minha chegada com o ministro espanhol, Senor Mendizabel; deparei-me com um dos meus, o filho de um cristão-novo, um judeu de Aragão."

"Em consequência do que veio a público em Madrid, vim directo para Paris para consultar o presidente do conselho francês; deparei-me com o filho de um judeu francês, um herói, um marechal imperial ***"

Se Sidonia estivesse a viajar hoje, encontraria grupos completos de judeus onde nos seus tempos encontraria um, e encontrá-los-ia em lugares de relevo. Suponham que Disraeli era hoje vivo e que este senhor do dinheiro fizesse uma revisão do seu livro "Coningsby," incluindo os Estados Unidos na sua volta pelo mundo! Que grande quantidade de nomes judeus ele encontraria nos círculos oficiais de Washington e Nova Iorque – uma tal quantidade que faria o ocasional não-judeu parecer um estrangeiro a quem que os judeus permitiram simpaticamente entrar!

"O resultado das nossas consultas foi que alguma potência do norte interviesse amigavelmente e com capacidade de mediação. Fixámo-nos na Prússia; e o presidente do conselho fez um pedido ao ministro prussiano, que esteve presente uns dias depois da nossa conferência. O conde Arnim entrou no gabinete e eu deparei-me com um judeu prussiano."

O comentário de Sidonia sobre tudo isto é dirigido a todo o leitor deste artigo: "Portanto, como vê, meu caro Coningsby, o mundo é governado por personagens muito diferentes daquelas que são imaginadas por aqueles que não estão atrás dos bastidores." (pp. 251-252.)

É bem verdade! Porque não deixar o mundo dar uma pequena espreitadela aos bastidores?

E agora as mais ilustrativas linhas que Disraeli jamais escreveu – linhas que quase nos levam a pensar que talvez, no fim de contas, ele estava a escrever para avisar o mundo da ambição judaica pelo poder:

"Você não observará nenhum grande movimento intelectual na Europa no qual os judeus não participam significativamente. Os primeiros jesuítas eram judeus. Essa misteriosa diplomacia russa que tanto alarma a Europa Ocidental é organizada e principalmente levada a cabo por judeus. Essa poderosa revolução que se está a preparar neste momento na Alemanha, e que será de facto uma segunda grande Reforma, de que tão pouco ainda se sabe em Inglaterra, é totalmente desenvolvida sob os auspícios de judeus." (p. 250.)

Os judeus americanos dizem que os Protocolos são invenções. Será Benjamin Disraeli uma invenção? Terá este primeiro-ministro judeu da Grã-Bretanha apresentado de forma inapropriada o seu povo? Não são as suas descrições consideradas uma história verdadeira? E que diz ele?

Disraeli mostra que na Rússia, o país onde os judeus se queixavam de ser menos livres, eram os judeus que mandavam.

Ele mostra que os judeus conhecem a técnica da revolução, prognosticando no seu livro a revolução que mais tarde estalou na Alemanha. Como é que ele pôde ter conhecimento prévio? Porque a revolução estava a desenvolver-se sob os auspícios dos judeus, e, embora fosse verdade que "tão pouco ainda se sabe em Inglaterra," Disraeli, o judeu, sabia, e sabia que a revolução era judaica na origem, no desenvolvimento e no objectivo.


Uma coisa é certa: Disraeli disse a verdade. Apresentou o seu povo perante o mundo correctamente. Descreveu o poder judaico, o objectivo judaico, e o método judaico com um certo estilo que simboliza mais do que conhecimento - mostra empatia racial e compreensão. Disraeli expôs os factos que esta série está a expor. Porque é que o fez? Seria arrogância, esse estado de alma perigoso no qual o judeu prescinde dos seus segredos? Ou era a consciência, impelindo-o a contar ao mundo os desígnios judaicos?

Não importa; ele contou a verdade. Disraeli é um homem que disse a verdade sem ser acusado de "retratar injustamente" os judeus.

33 comentários:

Anónimo disse...

Segundo Sartre, o anti-semita está convencido de que todo ou grande parte do seu próprio infortúnio e do seu país são devidos a "elementos judaicos" na comunidade. Esta teoria do bode expiatório é um elemento central em todos os sistemas de crenças anti-semitas: os judeus são culpados de tudo o que é mau.

Por exemplo, em 1348, os judeus foram levados a julgamento, acusados de envenenar os poços que causaram a peste negra. Muito mais tarde, entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, os judeus foram acusados de Primeira Guerra Mundial, do Tratado de Versalhes, da conquista do poder na Rússia, da depressão económica, do mercado negro, da imprevisibilidade do tempo, etc.

Mais recentemente, os judeus e / ou Israel são culpados do terrorismo global, do 9/11 e de todas as guerras recentes no Médio Oriente. "Sem os judeus, as coisas teriam sido melhores", dizem. "É senso comum. Toda a gente sabe que isto é assim." Alguns até chegaram ao ponto de culpar os judeus por causar o "Tsunami Disaster" no Sudeste Asiático em 2004.

Haja inteligência e discernimento e menos ódio...

Jefferson disse...

A história é um veículo poderoso e capaz de construir falsas memórias deixar que as versões elaborem uma intrincada rede de dúvidas. Que surgem da capacidade de transformar a realidade de genocídios em tramas megalomaníacas. Como manter a dor e a perda do bom senso de um estado nacional sem que o rancor e raiva dominem? Um exercício de lembrar para não esquecer; somos cruéis reduzimos o outro a condição de objeto. Transtornando por meio de símbolos o imaginário de uma nação. Todos os dias em algum canto do planeta ás velhas formas de eliminar o respeito estão sendo montadas. Com a tecnologia; o presenteísmo faz do passado uma colcha de retalhos a ser costurada com montagem de fotos, depoimentos vazios e com base na pseudociência. Para cultivar o ódio temos um mundo nas redes sociais, que buscam na paranóia culpados para a cegueira que o totalitarismo permite que vai da xenofobia, racismo, sexismo, antissemitismo, e todos os meios perversos de matar no outro o que temos de mais valioso a capacidade de compreender e aprender as diferenças na igualdade dos desejos de existir. Negar os fatos é um enterro da memória das perdas, vozes que falam sobre todas as dores na construção de impérios, países ou religiões. Que por vezes foram cimentados na violência e exclusão da vida do outro chamado de inimigo.

MPires disse...

Caro Diogo
Entretanto, o mundo mudou muito.
Hoje, já nem os árabes cumprem com os preceitos religiosos de emprestar dinheiro. Para fugir ao garrote religioso enviam o dinheiro para a CITY, Usa, etc.
Hoje, cristãos, judeus e árabes, vivem das manigâncias financeiras. Basta serem capitalistas!
Os meus cumprimentos.

João disse...

Os judeus possuem muita riqueza e poder! Esta teoria "económica" do anti-semitismo afirma que a riqueza e o poder judaico desperta a inveja de outras pessoas, e esta por sua vez conduz ao anti-semitismo. Desde que as leis que impediam os judeus de quase todas as actividades, além da finança, os judeus têm sido considerados como avarentos, gananciosos e obcecados pelo dinheiro e pelo poder. Os judeus que conhecem, se conhecem algum, são assim? E o que eles passaram na Alemanha nazi? Nada disso conta?

nick disse...

Muito bom o artigo. E acrescento:


Ovadia Yosef ( falecido em 2013) era considerado uma das mais altas autoridades judaicas em Israel, assim como no seio do judaísmo internacional. Seu partido – Shas – está representado atualmente no parlamento.

Afirmou no seu sermão semanal no "sabbat":



“Com os gentios, será como com qualquer outra pessoa: eles precisam morrer, mas Deus lhes dará longevidade. Por quê? Imagine que o burro de alguém morra, seu proprietário iria perder dinheiro. Este é seu servo. É por isso que ele vive bastante, para trabalhar para seu judeu”.....“Os Gentios (não judeus) nasceram unicamente para nos servir. Sem isso, eles não têm qualquer lugar no mundo; apenas para servir o povo de Israel”, afirmou......“Por que os gentios são necessários? Eles vão trabalhar, irão arar, colher. Nós sentaremos como um efêndi e comeremos”, disse ele rindo....Yosef, líder espiritual do partido Shas e ex-chefe dos rabinos sefarditas de Israel, também disse que a vida de não-judeus é preservada para evitar maiores perdas financeiras aos judeus.....

Fonte:

http://www.haaretz.com/jewish/adl-slams-shas-spiritual-leader-for-saying-non-jews-were-born-to-serve-jews-1.320235

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Lloyd Blankfein, o presidente executivo do Goldman Sachs (um dos vário Plutocratas Judeus Talmúdicos que dirigem o Mundo) afirma:

"só faço o trabalho de Deus"

http://www.publico.pt/economia/jornal/o-banco-que-faz-o-trabalho-de-deus-24633586

"Alimentou a máquina do subprime, ajudou a manipular as contas da Grécia, mas continua a dirigir o mundo. "


Já nem disfarçam . Pudera, os gentios estão totalmente a "Leste". Não fazem a mais pequena ideia da realidade que os envolve.

Diogo disse...

Anónimo (20:56), no artigo são os próprios judeus a vangloriar-se do seu poder. O que é que eu devo pensar?


Jefferson, um comentário menos palavroso e mais sucinto (e com menos adjectivos) seria excelente.


Caro MPires, obviamente que o mundo mudou muito. Mas quem continua a controlar a Finança e, portanto, o Mundo, é essa máfia que dá pelo nome de judiaria.

Leu o meu artigo anterior? Em que 71 anos depois de acabar a II Guerra Mundial, os judeus continuam a tentar sacar indemnizações aos alemães para os «sobreviventes do holoconto»? Sejam viúvas/os ou filhos? Acho que está na altura de eles pedirem indemnizações para os netos, bisnetos e trinetos das «vítimas do holocausto»... Abraço.



João: «as leis que impediam os judeus de quase todas as actividades, além da finança»

Pois eu deixaria que os judeus exercessem todas as actividades, excepto a finança...

Anónimo disse...

O que os alemães passaram nas mãos dos judeus nada conta? Claro que não, não são "povo eleito". "A Humanidade existe para servir os judeus", e não está escrito no Mein Kampf.

"As guerras têm sido o tempo das colheitas dos judeus", "fornecaim aos diferentes exércitos", por isso chamam seu deus de "Senhor dos Exércitos" e no plural. Exércitos em si servem para quê? E para os "fornecedores"?

Aos ateus de Sidonia vai uma pergunta: onde há fumaça, há fogo? E se querem lançar alguma praga Pulsa d'Nura, que o lancem ao judeu Disraeli.

Relatado pelo judeu Gilad Atzmon que cita o jornal judeu Haaretz:

"Com Brexit, Israel perde um trunfo importante na União Europeia," Haaretz relata hoje. "Grã-Bretanha ajudou a moderada e equilibrar as decisões da UE sobre o processo de paz, a crítica contundente e até mesmo aproveitar os Estados-Membros contra anti-Israel se move na ONU; vozes simpáticas à causa palestina poderia agora se tornou mais dominante. Os israelenses começaram a reconhecer que o Estado judeu: " Perdeu um recurso significativo na União Europeia ..., Grã-Bretanha deixando não serviria os interesses israelenses, especialmente sobre a questão palestina"
http://www.gilad.co.uk/writings/2016/6/26/haaretz-confirms-britain-has-been-operating-as-an-israeli-puppet-within-the-eu

O que os palestinos passam nas mãos dos judeus nada conta?

Anónimo disse...

http://www.partiantisioniste.com/wp-content/uploads/2016/06/423912314_1164521931891231010.jpg

http://www.azquotes.com/picture-quotes/quote-we-possess-several-hundred-atomic-warheads-and-rockets-and-can-launch-them-at-targets-martin-van-creveld-71-75-69.jpg

O historiador israelense e professor Martin Van Creveld, afirmou que "Israel será forçado a destruir o continente europeu, no caso de estar ameaçado de colapso total ..." Isso também não está escrito em Mein Kamp, nem o islâmico Mahmoud Ahmadinejad falou tamanha barbárie. Imagine se tivesse.

Thor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Thor disse...

"Os judeus que conhecem, se conhecem algum, são assim? "


eu posso falar por mim. SÃO!!
os que eu conheço e as que eu conheço, é tudo escumalha da droga e escumalha cujo único "valor" na vida é o dinheiro.



"E o que eles passaram na Alemanha nazi? Nada disso conta?"

o que é que eles passaram na Alemanha nazi? o holoconto?
e o que eles andavam a fazer na Alemanha? a matarem os Alemães de fome na sua própria terra, enquanto enchiam a pança e ostentavam riqueza obscena...nunca ouviu falar do plano Versailles?
e os casinos por todo o lado, os cabarets, homossexualismo, prostituição, sado-masoquismo, usura e inflacção brutal, desemprego, economia devastada, salas de cinema todas controladas por judeus a exibirem cinema gay e porno.
roubaram parte do território à Alemanha para darem à Polónia (e também à França), impuseram o desarmamento da Alemanha, reduziram os Alemães a vegetais e a pedintes, alguns dormiam nas ruas, ou morriam de fome em plena rua, outros suicidavam-se. humilharam completamente a Alemanha e ainda se riam na cara dos Alemães.

isso não conta???

Pedro Lopes disse...


"o que é que eles passaram na Alemanha nazi? o holoconto?
e o que eles andavam a fazer na Alemanha? a matarem os Alemães de fome na sua própria terra, enquanto enchiam a pança e ostentavam riqueza obscena...nunca ouviu falar do plano Versailles?
e os casinos por todo o lado, os cabarets, homossexualismo, prostituição, sado-masoquismo, usura e inflacção brutal, desemprego, economia devastada, salas de cinema todas controladas por judeus a exibirem cinema gay e porno.
roubaram parte do território à Alemanha para darem à Polónia (e também à França), impuseram o desarmamento da Alemanha, reduziram os Alemães a vegetais e a pedintes, alguns dormiam nas ruas, ou morriam de fome em plena rua, outros suicidavam-se. humilharam completamente a Alemanha e ainda se riam na cara dos Alemães.

isso não conta???"

Cuidado, Thor, este posto contém um ingrediente proibido pelas autoridades: A verdade.

N disse...

Acho piada à pseudo-superioridade moral dos democratas ocidentais em relação a Hitler.

Criam as instalações de Guantánamo para albergar alegados terroristas islâmicos. E depois criticam Hitler por ter feito algo bem mais leve em relação aos judeus, quando estes faziam parecer os islâmicos uns meninos de coro!

Os judeus através do comunismo andavam a matar milhões de Europeus, a fuzilar pessoas inocentes, a violar mulheres inocentes, a pilharem propriedade privada nomeadamente aos camponeses, etc ,etc...
Isto não é terrorismo? Queriam que os Nazis ficassem apáticos perante o terrorismo judaico internacional?

Os judeus em poucas décadas mataram mais Europeus que os islâmicos durante milhares de anos!
Só na Ucrânia, foram 7 milhões através do Holodomor.

Pedro Lopes disse...


Este pessoal tresanda a ódio e anti-semitismo primário.

Não vem que foram os judeus que nos trouxeram a democracia?

Eles estão sempre na linha da frente na defesa da democracia e da liberdade, e vocês é assim que agradecem?

Vejam o exemplo deste corajoso judeu a defender mais uma vez a democracia contra os tiranos que votaram pelo Brexit.

https://media2.8ch.net/pol/src/1467165339702.png

Thor disse...

Pedro Lopes, teoricamente eu nada tenho contra o Brexit. mas como tu disseste e bem lá no blogue do N, isto obviamente é uma mesma moeda com duas faces. o movimento do Brexit obviamente também conta com figuras sionistas.
https://fitzinfo.wordpress.com/2016/06/25/brexit-another-zionist-dialectic/

isto não é dizer que não há solução, é apenas ser realista e não acreditar nas coisas à primeira só "porque sim". eu também admito que caí nesse erro no passado. por exemplo, dei algum benefício da dúvida ao Wilders há uns anos atrás por ingenuidade e alguma ignorância, tal como vocês deram ao Putin.

a UE é má, mas o problema não é sobretudo a UE. se fosse, então a Rússia, a Suiça ou a Noruega estavam bem, e não estão. na realidade, estão pouco melhor (se melhor mesmo) do que os outros países. continuam debaixo do mesmo poder sionista, mesmo fora da UE.

N disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
N disse...

Thor, a UE é uma organização terrorista:

Pagou a traidores internos para destruírem a produção nacional porque "íamos passar todos a viver de serviços". Ora obviamente isso foi SABOTAGEM, porque quanto menos auto-suficiente a nível alimentar for uma Nação, menos soberana é, e estará sempre refém de chantagens e empréstimos usurários.

A destruição de variadas indústrias em Portugal com fundos da UE não foi ignorância ou burrice, foi TRAIÇÃO!


Depois temos a sabotagem moral com o financiamento a organizações ditas "não-governamentais" como os lobbys dos chamados "direitos humanos"(Que não são cumpridos por quem os prega), movimentos pró-democracia, movimentos pró-multiculturalismo, movimentos pró-gays/pedófilos, etc, etc... Todo um sem fim de movimentos subversivos para dividir e destruir a Nação.


Depois temos a sabotagem através do engodo dos programas da austeridade.
http://omsilanoican.blogspot.pt/2015/04/contra-factos-nao-ha-argumentos.html


Depois temos espionagem zog-policial sobre os cidadãos, e espionagem industrial roubando segredos e vendendo a outras multinacionais rivais.


Depois temos terrorismo biológico; pois o plano kalergi e seus peões não-nativos são armas biológicas. Tivéssemos umas Forças Armadas com cúpulas nacionalistas radicais(radical é aquele que vai à raiz do problema, logo não é pejorativo, muito pelo contrário) e era dessa forma que se encarava a imigração em massa. Eles são armas biológicas, ponto final!


A UE é factualmente uma organização terrorista!

UE=Morte da Nação.

Diogo disse...

Eu defendo o fim do Estado-Nação.

Considero que foi um tipo de organização politico-territorial que trouxe muitas vantagens quando apareceu mas que faz cada vez menos sentido.

O Estado-Nação, tal como o fabrico em série, está a morrer.

Anónimo disse...

"E o que eles passaram na Alemanha nazi? Nada disso conta?"

Vamos deixar o sr. Eça de Queiróz (1845 – 1900) responder, ok?

Nesse breve texto, ele comentando a ação e a atitude dos judeus na Alemanha, já na segunda metade do séc. XIX:

" (...) Mas o pior ainda, na Alemanha, é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem a sua influência – plano tão hábil que tem o sabor de uma conspiração: na Alemanha (*), o judeu, lentamente, surdamente, tem se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e a Imprensa. Quase todas as casas bancárias, quase todos os grandes jornais estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante, e o traz dependente do capital; mas, injúria suprema, pela voz de seus jornais, ordena-lhe o que há de fazer e com quem há de se bater! Tudo isso seria suportável se o judeu se fundisse com a raça indígena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessível e impenetrável. As muralhas formidáveis do templo de Salomão, que foram arrasadas, continuam a pôr em torno dele um obstáculo de cidadelas. Dentro de Berlim há uma verdadeira Jerusalém, inexpugnável: aí se refugiam com o seu Deus, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua língua, o seu orgulho, a sua secura, gozando o ouro e desprezando o cristão. Invadem a sociedade alemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permitem que o alemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica. Só casam entre si; entre si ajudam, regiamente, dando-se uns aos outros milhões, mas não favoreceriam com um troco um alemão esfomeado; e põe orgulho, um coquetismo insolente em se diferenciar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até a maneira de vestir. (...) "
~ Eça de Queiróz, In Cartas de Inglaterra, Israelismo.

Notas:

(*) "Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos até por leis determinadas por princípios opostos e se não tinham os mesmos costumes, e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."
~ Bernard Lazare, anarquista judeu.

(*) Resoluções contra Israel:
https://desatracado.blogspot.com.br/2015/09/resolucoes-contra-israel.html

Uns adendos:

Holodomor está estimado entre 7,5 milhões a 12 milhões de mortos por fome, em sua grande maioria. Sabem o que é passar fome?

Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi, outro famoso maçom. Plano Kalergi = ordo ab chao.

Cobalto

N disse...

"Eu defendo o fim do Estado-Nação.

Considero que foi um tipo de organização politico-territorial que trouxe muitas vantagens quando apareceu mas que faz cada vez menos sentido."


ERRADO!
Primeiro, é uma questão de HONRA não deixar morrer a Nação; logo o Estado tem que ser a Nação politicamente organizada.
Segundo, faz mais sentido que nunca porque:

Recupera-se a soberania monetária.
Aumenta-se e melhora-se a produção nacional.
Na globalização de produtos, não podendo competir em variados produtos porque há países que recorrem a mão-de-obra escrava, só conseguiremos ser competitivos com diferenciação+qualidade; ou seja, temos que produzir produtos NACIONAIS de valor!
Uma vergonha por exemplo que uma das mais antigas Nações do mundo não produza um automóvel de qualidade de marca nacional. Fosse eu a mandar nisto, e começava já a tratar disto. Era vantajoso para consumo interno porque criaria a médio-prazo empregos, e a médio-longo prazo diminuía as importações e aumentava o consumo interno. Isto é apenas um exemplo!

Do ponto de vista do AUTÊNTICO DRAMA da natalidade nativa, só um Estado-Nação pode inverter o actual estado de coisas. Aumentar e melhorar(Através de Eugenia) a raça/etnia é PRIORIDADE MÁXIMA de um Estado-Nação.

Do ponto de vista militar, há que começar a fabricar o maior número de equipamento, armamento e veículos. Vantagens: Criação de emprego, menor dependência de terceiros, e no caso de qualidade nos produtos fabricados aumentar exportações.


E de ponto de vista sobrevivencial(o mais importante), é bom que as pessoas metam isto na cabeça de uma vez por todas: Vai haver guerras civis na Europa devido a conflictos raciais/étnicos/religiosos. Vai haver graves choques de civilizações e de cosmovisões.
E hoje os inimigos dos Arianos Europeus são muito mais em números, muitos deles já estão cá dentro(graças ao plano kalergi), são mais fortes financeiramente, são mais fortes em propaganda, têm melhores equipamentos, etc, etc,...


Ou arrepiamos caminho e derrubamos esta 3ªRepública e começa-se a preparar o futuro de forma séria e responsável, ou espera-nos a EXTINÇÃO.

Pedro Lopes disse...


"Eu defendo o fim do Estado-Nação."

Mau....

Queres explicar melhor o que significa isto? Quais as opções que vislumbras?

Cidadãos ligados em rede pelo PC ou ao smartphone conseguem organizar-se e malhar nos corruptos e também combater o estado islâmico?
E para combater o tráfego de droga, de armas, de pessoas e de órgãos?Quem dever assumir essa tarefa?
A quem compete combater o crime organizado, gangs, pedofilia, e criminosos de variados?

É com algum software "open source" a correr em linux?

Diogo disse...

A Internet liga cada vez mais o Mundo todo.

O meu grupo de amigos não tem necessariamente de estar fisicamente presente. Posso ter muito mais afinidades com com várias pessoas espalhadas por todo o Mundo do que com os que moram ao pé de mim.

Evidentemente que também preciso da presença de amigos e amigas. Mas posso cada vez mais ter os dois mundos - o presencial e o virtual.

Quanto à organização política, defendo um Mundo de regiões, cada uma com as suas leis, mas mais abertas e mais acessíveis.

E defendo a democracia directa para estas regiões...

Anónimo disse...

Os Judeus têm sido submetidos a agressões, ódio e assassínio há muitas centenas de anos. Provavelmente mais.

ANTI-LEMMINGS disse...

Os judeus são um cancro para a humanidade! Sempre o foram, sempre o serão.
Daí terem sido corridos pelos mais diversos povos, nas mais diversas épocas, nas mais diversas geografias, como nenhum outro povo foi.

https://www.youtube.com/watch?v=CPowk1e7Xbs

Thor disse...

os judeus, através do liberalismo e também do marxismo, mataram quase 600 milhões de pessoas, senão mesmo 600 milhões. e isso em apenas 200 ou 200 e poucos anos, desde as revoluções liberais.

mas ainda querem ser vítimas...é impressionante. esta gente é doente, acusam o Mundo inteiro dos crimes que SÓ ELES praticam. são psicopatas totais.

e quando finalmente os povos se cansam e começam a expulsá-los ou prendê-los, ai, ai, ai anti-xemitixmo, ai, ai, ai holocausto!! anti-semita é todo aquele que reage à escravatura, morte ou ao até genocídio do seu próprio povo pelos "eleitos". os tais expulsos de todo o lado, de mais de 100 países diferentes e em todas as épocas, mas a culpa é sempre dos outros.

Anónimo disse...

Judeus, essas pobres vítimas ...
https://www.youtube.com/watch?v=kSxuop16GUI

Pobres, pobres ...
https://marycarmelnews.files.wordpress.com/2015/07/quote-most-jews-do-not-like-to-admit-it-but-our-god-is-lucifer-and-we-are-his-chosen-people-harold-wallace-rosenthal-117-1-0194.jpg

Pobres ...
http://antimatrix.org/Convert/Books/Rabbi_Abe_Finkelstein_Interview/img/Who_are_the_Jews.jpg

Malvado livro do diabo esse Talmud, digo, Mein Kampf.

Anónimo disse...

Antissemitismo, citações de Maurice Pinay:

« Em todas as suas entidades imperialistas e revolucionárias, os judeus empregaram uma tática peculiar para enganar os povos, utilizando conceitos abstratos e vagos ou jogos de palavras de significado flexível que podem se entender de forma equívoca e que podem se aplicar de diferentes maneiras.

Aparecem, por exemplo, os conceitos de igualdade, liberdade, fraternidade universal (lembra a maçonaria?) e, sobretudo, o de antissemitismo, vocábulo este último de flexibilidade enorme; abstração a qual vão dando diferentes significados e aplicações tendentes a prender e massacrar os povos cristãos e gentios, tendo em vista impedir que possam se defender do imperialismo judaico e da ação destruidora de suas forças anti-cristãs.

A enganosa manobra pode ser resumido como segue:

PRIMEIRO PASSO — Conseguir a condenação do antissemitismo por meio de hábeis campanhas e de pressões de todo gênero (insistentes, coordenadas e enérgicas), exercidas por forças sociais controladas pelo judaísmo ou executadas por meio de seus agentes secretos introduzidos nas instituições cristãs, em suas igrejas ou em seus estados. Para poder dar esse primeiro passo e conseguir que os chefes religiosos e políticos da Cristandade vão, um depois de outro, condenando o antissemitismo, dão a este um significado inicial que o representa:

1º — Como uma discriminação racial do mesmo tipo que a exercida pelos brancos de certos países contra os pretos ou pelos pretos contra os brancos. Também apresentam o antissemitismo como um racismo que discrimina de inferiores outras raças, contrário aos ensinamentos e à doutrina do Mártir do Gólgota, que estabeleceu e afirmou a igualdade dos homens diante de Deus.

2º — Como simples ódio ao povo judaico, que contradiz a máxima admiração de Cristo: “Amai-vos os uns aos outros”.

3º — Como ataque ou condenação ao povo que deu seu sangue a Jesus e Maria. A este, os judeus lhe chamaram o « argumento irresistível. »

Dando ao antissemitismo inicialmente esses ou outros significados análogos, conseguiram os judeus ou seus agentes infiltrados na Cristandade, surpreender a caridade, a bondade e boa fé de muitos governantes cristãos e inclusive de hierarcas religiosos, tanto da Santa Igreja Católica como das igrejas protestantes e dissidentes(34) para que, cedendo a tão bem organizadas como obscuras e persistentes pressões, se formulem censuras ou condenações abstratas e gerais contra o antissemitismo, sem entrar em detalhes sobre o que realmente se condena ou sobre o que significa esse antissemitismo censurado, deixando assim, impreciso e vago, o que foi realmente a intenção da condenação, com perigo de deixar os judeus e seus agentes dentro da Cristandade como únicos “maquinadores-corruptores” de tão graves decisões.

Quando os hierarcas religiosos, submetidos a imensuráveis pressões, têm pelo menos o cuidado de definir o que entendem por esse antissemitismo que condenam, o perigo é menor, já que na condenação ficam bem precisos os termos do que se condena, por exemplo, a discriminação racial ou o ódio aos povos.

Assim, embora os judeus tenham, de todos os modos, a audácia de ambicionar uma interpretação mais ampla do antissemitismo para estender habilidosamente o raio de ação da condenação, é mais fácil descobrir e demonstrar o sofisma em todos os seus alcances.

Anónimo disse...

SEGUNDO PASSO — Depois, que os judeus ou seus agentes secretos conseguem essas condenações do antissemitismo, dão a este vocábulo um significado muito diferente do que lhe atribuíram para obter tais condenações. Então serão antissemitas:

1º — Os que defendem seus países das agressões do imperialismo judaico, fazendo uso do direito natural que têm todos os povos de defender sua independência e sua liberdade.

2º — Os que criticam e combatem a ação destruidora das forças judaicas, que destroem a família cristã e degeneram à juventude, com a difusão de falsas doutrinas ou de toda classe de vícios.

3º — Os que de qualquer forma censuram ou combatem o ódio e a discriminação racial, que os judeus acreditam ter o direito de exercer contra os cristãos, ainda que hipocritamente tratem de ocultá-lo; e os que, de alguma forma, denunciam as maldades, delitos e crimes cometidos pelos judeus contra os cristãos, muçulmanos ou demais gentios e pedem o merecido castigo.

4º — Os que desmascaram o judaísmo como líder do comunismo, da franco-maçonaria e de outros movimentos conspiradores, pedindo que se adotem as medidas necessárias para impedir sua ação destruidora no seio da sociedade.

5º — Os que de qualquer forma se opõem a ação judaica que têm por objetivo destruir a Santa Igreja e a civilização cristã em geral. Este jogo sujo salta à vista: obtêm censuras ou condenações contra um antissemitismo que identificam, quer como uma discriminação racial quer como uma manifestação de ódio aos povos, exercida contra os judeus, ambas contrárias à doutrina cristã, para depois dar novos significados ao vocábulo e tratar de que aqueles que defendem a Santa Igreja, as suas nações, as suas famílias, ou os seus direitos naturais, contra as agressões do imperialismo judeu, fiquem atados de pés e mãos e impedidos de realizar tão justa defesa.

Para o conseguir, as forças hebreias, públicas e secretas, montam uma aparelhagem estrondosa de propaganda e de lamentos, queixando-se clamorosamente dos antissemitas, que são os que fazem uso de tais direitos de legítima defesa.

Nota:
(34) Abstemo-nos de empregar termos mais duros para designar as Igrejas Protestantes e Cismáticas, atendendo ao desejo que temos de conseguir a unidade dos cristãos, sobre as bases da autêntica ortodoxia. »

Retirado do livro « Complô Contra a Igreja » de Maurice Pinay, Tomo I, Capítulo V, publicado em Roma em 1962.

Anónimo disse...

Pobres ...
http://2.bp.blogspot.com/-kH5znLQIqbA/VApBqtx5w7I/AAAAAAAAIzg/B4vlSlHsxg8/s1600/Goldstein.jpg

Anónimo disse...

PARTE 1/3

As Mais Lindas Histórias Bíblicas: assassinatos, traições, genocídios, infanticídios, mentiras, injustiça, torturas, intolerância, sadismo. Para quem leu ao menos um capítulo da Bíblia, tudo isso é perpetrado por deus e seus acólitos. E por incrível que possa parecer, muitos cristãos, por pura ignorância, já que nunca leram o "livro sagrado", são capazes de expor seus filhos a estes textos, como se trouxessem qualquer valor moral às pobres mentes infantis. Esse blog quer mostrar o que está por trás dessas "lindas histórias".

Abraão, Sara e o Início da Cafetinagem

Nossa história de hoje é sobre Abrão, que depois seria renomeado como Abraão, que para quem não sabe, quer dizer "o pai do povo". O nome é condizente com a figura, já que Abraão é considerado o pilar das três principais religiões monoteístas, com a diferença de que no judaísmo e no cristianismo os seus descendentes passam por seu filho Isaque (que teve com mais de 100 anos, com sua esposa Sarai já passada dos 90 anos; haja Viagra); já no islamismo (aquela religião de paz e amor) os descendentes vem do seu filho Ismael, tendo uma escrava como mãe. Depois a coitada, juntamente com Ismael, é expulsa para o deserto por Abraão, que nessa idade era pau mandado de Sarai, a ciumenta. Mas essa história fica para depois, nos concentremos no que aconteceu antes.

Javé estava querendo criar um nova nação Gênesis 12, 1, e propôs que Abrão saísse de sua casa, em Harã, e fosse para essa terra, prometendo maravilhas, abençoando o nome dele, lançando maldições contra os seus inimigos, bendizendo sua família, enfim, o usual. O velho (Abrão já tinha 75 anos, e Sarai 65) não titubeou, pegou sua esposa e seu cajado e saiu a caminhar deserto afora.

Como Javé sempre foi um péssimo administrador, mandou Abrão caminhar sob o sol inclemente sem as provisões necessárias para a jornada, tendo este que, para escapar da fome, bater às costas do Egito. Chegando lá, disse ele à sua esposa: "Ora, bem sei que és mulher formosa à vista; E será que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é sua mulher. E matar-me-ão a mim, e a ti te guardarão em vida. Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma por amor de ti."

Analisemos o absurdo da frase: primeiro, Sara, aos 65 anos era a formosura em pessoa, um tipo de Vera Fischer da época, mesmo sem botox, plástica e lipo-aspiração. Abrão, o pai dos covard... ops, pai do povo, que fica com medo de ser morto se for reconhecido como marido da miss Harã, decide fingir que é seu irmão. Os egípcios eram maus mesmo, se tinha mulher bonita, já saíam matando. Mas Abrão estava certo, assim que chegaram ao Egito os príncipes do faraó a levaram até ele, que tratou de anexá-la ao seu harém. Mas o faraó era gente boa, e em agradecimento ao suposto irmão da formosa Sarai, o encheu de presentes (não, não eram iPods, TVs de 50' ou videogames, e sim ovelhas, vacas, jumentos, servos e servas, que um escravo sempre vinha bem).

E viveram todos felizes para sempre, Abrão e seus presentes, o faraó e Sarai, a oitava maravilha do mundo. Não, não! O Senhor não estava nada contente com a diversão entre os lençóis de Sarai, a idosa gostosa, e o faraó, aquilo era uma barbaridade, afinal ela era casada. E o que ele fez: o que Javé, o justo, sempre faz, dá-lhe pragas no coitado do faraó, que sofreu sem saber o porquê. Quando descobriu que estava levando pragas na cabeça pela mentira de Abrão, chamou-o, passou-lhe uma carraspada por ser mentiroso (eu teria cortado o pescoço do infeliz, mas o faraó era da paz) e expulsou o corno manso do Egito, juntamente com Sarai, a velha sapeca, e todos os presentes. E Abrão viu que isso era bom!

Anónimo disse...

PARTE 2/3

Tão bom que depois de passar por desventuras em série, ter o seu nome e de sua esposa trocados para Abraão e Sara por Javé, e ter um filho com uma escrava e outro com Sara, a centenária parideira, Abrão resolve repetir a dose e ganhar mais um troco com a sua mulher. Indo de uma cidade à outra (a geriatria era uma maravilha naquela época), Abraão encontra Abimeleque, rei de Gerar (Gênesis 20). Consegue passar a mesma história no pobre homem, essa aqui é minha irmã, coisa e tal. Não é que Abimeleque resolve desposar Sara, que com cerca de um século de idade deveria estar mais para múmia que para Gisele Bündchen! Mas como gosto não se discute, Abimeleque a tomou para si. Por sorte o rei não estava muito disposto naquele dia, com uma certa azia, e não foi aos finalmentes com Sara. Foi isso que lhe salvou, porque Javé, o supra-sumo da bondade, já estava lhe ameaçando de morte em sonho. Felizmente Abimeleque convenceu Javé que não sabia de nada, sendo poupado (o estranho é o Senhor, que tudo vê, também não saber que o culpado era Abraão, o mentiroso).

E então Abimeleque fez exatamente a mesma coisa que o faraó: esporreou Abraão e lhe encheu de vacas, escravos e prata. Mas agora vem o mais incrível, uma reviravolta sensacional na história, digna de novela das 21h: Abraão afirma que o que disse era uma meia-verdade, Sara era realmente sua irmã, os dois eram filhos do mesmo pai!!! Está tudo lá, no versículo 12. Os dois velhos safados e incestuosos! Para não ser injusto com Javé, esse se redimiu curando Abimeleque, sua mulher e suas servas da infertilidade, que ele mesmo tinha impingido. Deus sacaneia, mas também cura.

E essa foi a história de Abraão, aquele que iniciou a nobre profissão de cafetão vendendo a mulher/irmã para reis e faraós em troca de uns jumentos e escravos. Com um pai do povo desses, não dá para esperar nada da humanidade mesmo.

Fonte: http://maislindashistoriasbiblicas.blogspot.com.br/2009/02/abraao-sara-e-o-inicio-da-cafetinagem.html

De um casal e deus desses, porventura sairia algo que prestasse?!

Anónimo disse...

PARTE 3/3

E temos esse ainda, mais longo, então melhor acessá-lo. Começa assim:

Jacó saiu em viagem, fugindo de Esaú. A primeira noite, Jacó passou-a ao relento e sonhou com uma escada, cujo topo atingia o céu, por onde transitavam anjos. Em sonho, o deus lhe disse: “Eu sou Jeová, Deus de Abraão e Deus de Isaac. A terra em que estás deitado, eu a darei, a ti e à tua descendência. A tua descendência será numerosa como pó da terra. Eis que estou contigo e te guardarei e te farei voltar a esta terra e não te desampararei” (Gêneses 28: 10 a 15)

Comentário: Eis o deus aparecendo agora a Jacó e repetindo o mesmo de sempre: Eu te darei esta terra, te darei farta descendência, te protegerei e patati, patatá. E quanto a Esaú, foi logrado mesmo.

Jacó sonhou? E quem o garante? É difícil desmentir um sonho e a própria bíblia nos dá a certeza que nem todos os sonhos “proféticos” aconteceram:

"Os falsos profetas proclamam mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei!" (Jeremias 23: 25)

"Aquele que tem um sonho, conte-o apenas como sonho; mas aquele em quem está minha palavra, fale a minha palavra. O que tem a palha com o trigo?" (Jeremias 23: 28)

Continue-se a leitura em http://velhotestamento.blogspot.com.br/2006/08/jac-i.html

Cobalto

Filipe Bastos disse...

Caro Diogo,

Morreu hoje, aos 87 anos, Elie Wiesel. Infelizmente, não teve oportunidade de esclarecer nenhuma das questões que o Diogo tantas vezes ecoou.

Claro que entre tantas honrarias e fortunas e conferências e homenagens, entre governos e reis e presidentes e Oprahs e fundações e prémios Nobel, uma pessoa não tem tempo para tudo...

Arrisco dizer: morreu hoje uma das maiores fraudes do Séc. XX.

Diogo disse...

Caro Filipe Bastos, o Alzheimer não perdoa. Mesmo quando se saiu há poucos anos de Auschwitz e se escreve um livro «Noite» em que não existem câmaras de gás...