A Atmosfera inteira da Terra é principalmente constituída por Nitrogénio (78%), Oxigénio (21%) e Argon (0,9%). A soma destes três gases constitui 99,9% de toda a atmosfera terrestre. Nenhum deles tem efeito de estufa:
Dos restantes gases que compõem a atmosfera e quem têm Efeito de Estufa (cuja soma é inferior a 0,1%), o que existe em maior quantidade é o Vapor de Água (95%), o Dióxido de Carbono (3,6%) e outros.
Por seu lado, o Dióxido de Carbono (CO2) ainda se divide em dois grupos: o que tem causas naturais (96,8%) e o que é produzido pelo homem (3,2%).
Donde, o Dióxido de Carbono (CO2) que é produzido pelo homem corresponde a 0,00011% de toda a Atmosfera Terrestre e a 0,12% dos gases com Efeito de Estufa. Ou seja, a sua influência é literalmente nula:
A crença popular de que existe um consenso científico sobre uma relação de causalidade entre o dióxido de carbono (CO2) e o aquecimento global é incorreto. A alegação de consenso é uma distorção do estado atual do conhecimento nesta área - simplifica complexidades ao analisar dados que se prestam a diferentes interpretações.
Pelo menos quatro organizações científicas de topo emitiram declarações públicas que favorecem a ideia de que as emissões humanas de CO2 conduzem a aumentos recentes da temperatura global:
National Academy of Science (NAS), American Association for the Advancement of Science (AAAS), National Research Council, Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC).
Será que estas organizações de topo incluem todos os cientistas que trabalham na área de mudança do clima global? Não. Há muitas outras pessoas que trabalham na ciência do clima ou em áreas afins que não defendem a chamada "visão de consenso". (Veja-se, por exemplo, a lista de cientistas que se opõem à visão de consenso sobre o aquecimento global em:
Fred Cantor, professor emérito de ciências ambientais da Universidade de Virgínia, afirmou o seguinte:
"Em primeiro lugar, não há tal consenso: Um número crescente de cientistas do clima está a levantar sérias questões sobre a urgência política na avaliação desta questão. Por exemplo, o "consenso" amplamente elogiado de 2.500 cientistas do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC) é uma ilusão."
"A maioria dos membros do painel não têm qualificações científicas, e muitos dos outros opõe-se a algumas partes do relatório do IPCC. A Associated Press informou recentemente que apenas 52 cientistas climáticos contribuíram para o relatório "Sumário para Decisores Políticos". Da mesma forma, apenas cerca de uma dúzia de membros do Conselho de Administração votaram na "declaração de consenso" sobre a mudança climática efectuada pela Sociedade Americana de Meteorologia (AMS). Muitos cientistas da AMS nunca tiveram uma palavra a dizer, e é por isso que muitos deles se estão agora a rebelar abertamente. Estimativas sobre o ceticismo dentro da AMS em relação ao aquecimento global provocado pelo homem estão muito acima dos 50 por cento."
*****************************
"Nunca existiu aquecimento global antropogénico" Entrevista especial com Luiz Carlos Molion
O cientista Luiz Carlos Molion afirma que o aquecimento global antropogénico nunca existiu e que, por trás deste discurso, há um interesse económico dos países desenvolvidos. "Nunca existiu aquecimento global antropogénico (AGA). O AGA é uma farsa e, por detrás dele, só existem interesses económicos dos países desenvolvidos. O CO2 não controla o clima global. O CO2 não é vilão, não é tóxico ou poluente. O CO2 é o gás da vida. Quanto mais CO2 tiver no ar, maior será a produtividade das plantas. E o homem depende das plantas para sobreviver", considera.
Formado em física, Luiz Carlos Molion possui PhD em Meteorologia pela University of Wisconsin, pós-doutorado em Hidrologia de Florestas pelo Institute of Hydrology da Wallingford e é fellow do Wissenschftskolleg zu Berlin. Pesquisador Sénior aposentado do INPE/MCT, também atua como professor associado da Universidade Federal de Alagoas, professor visitante da Western Michigan University e professor de pós graduação da Universidade de Évora, Portugal.
