segunda-feira, dezembro 17, 2018

A Falácia das "Crises Financeiras" e do "Efeito de Contágio" entre os bancos.

Henry Ford

Henry Ford (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Campany. O seu automóvel, Modelo T, revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e mais conhecidos do mundo.

Em 22 de Maio de 1920, Henry Ford escreveu no Jornal "The Dearborn Independent":

"Existe no mundo de hoje, ao que tudo indica, uma força financeira centralizada que está a levar a cabo um jogo gigantesco e secretamente organizado, tendo o mundo como tabuleiro e o controlo universal como aposta.

"As populações dos países civilizados perderam toda a confiança na explicação de que «as condições económicas» são responsáveis por todas as mudanças que ocorrem. Sob a camuflagem da «lei económica» muitíssimos fenómenos foram justificados, os quais não se deveram a nenhuma lei económica a não ser a do desejo egoísta humano operado por
meia dúzia de homens que têm o objectivo e o poder de trabalhar a uma vasta escala com nações como vassalas."

sexta-feira, dezembro 14, 2018

Os agiotas internacionais



Senador e candidato a presidente norte-americano Barry Morris Goldwater (1909 – 1998), escreveu no seu livro - "With No Apologies" (página 231):

"Uma organização em mãos privadas, a Reserva Federal (o banco central norte-americano) não tem nada a ver com os Estados Unidos. A maior parte dos americanos não compreende de todo a actividade dos agiotas internacionais. Os banqueiros preferem assim."

"Nós reconhecemos de uma forma bastante vaga que os Rothschilds e os Warburgs da Europa e as casas de J. P. Morgan, Kuhn, Loeb and Co., Schiff, Lehman e Rockefeller possuem e controlam uma imensa riqueza. A forma como adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam
é um mistério para a maior parte de nós.

Os banqueiros internacionais ganham dinheiro concedendo crédito aos governos. Quanto maior a dívida do Estado político, maiores são os juros recebidos pelos credores. Os bancos nacionais da Europa [na União Europeia o Banco Central Europeu - BCE) são na realidade possuídos e controlados por interesses privados."

segunda-feira, dezembro 10, 2018

Maçonaria ou "Democracia Representativa"?



Texto de Gustavo Calandra

Contrariamente às histórias de fadas que a Maçonaria conta sobre si própria, apresentando a imagem de uma organização não-política, não-religiosa e filantrópica, que funciona em favor da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, a realidade é muito mais obscura e é precisamente por isso que a seita opera na sombra, como uma organização "discreta" (secreta), cujos chefes dos escalões mais altos se escondem da luz pública, escondendo também os objectivos da seita, tanto do público (o "profano") e também de seus próprios membros (os " irmãos "), que são gradualmente informados (ou não) a conta-gotas dos "segredos" à medida que sobem (ou não) na hierarquia da organização.

Entretanto, cada membro da Maçonaria, informado ou deliberadamente mantido na ignorância pelos seus "irmãos" superiores, é utilizado pela seita e obrigado a honrar juramentos de obediência, pressionado a usar (abusar) a sua posição e influência, privada ou pública (políticos, jornalistas, juízes, procuradores, policias, intelectuais, empresários, etc.) em favor dos objectivos da seita, na maioria das vezes sem sequer conhecer os objetivos finais desses objectivos. Esta situação mina claramente os princípios básicos do sistema democrático e republicano, que a Maçonaria promove, porque os pode facilmente manipular e controlar.

Depois de pregar sobre as virtudes e benefícios de um sistema baseado na soberania do povo, a Maçonaria usurpa sistematicamente ao povo essa soberania, impondo uma tirania encapotada através dos seus lacaios infiltrados nas estruturas de poder. Enquanto isto acontece na sombra, os povos desinformados são levados a acreditar que tudo o que é decidido pelos seus "representantes eleitos" deve ser obedecido por toda a gente (ou, então, as pessoas devem ser punidas), com o falso pretexto de que tudo emanou da "vontade de a maioria".

sexta-feira, dezembro 07, 2018

Daily Mail - os Parques Eólicos são caros e profundamente ineficientes


Daily Mail (27/10/2014)

Os Parques Eólicos nunca serão capazes de garantir a electricidade que a Inglaterra necessita porque são caros e profundamente ineficientes.

Confirmando receios de longa data de muitos críticos, um novo estudo publicado pelo Instituto Adam Smith e pela Scientific Alliance argumenta que a revolução da energia verde tem sido uma loucura dispendiosa.

Os investigadores descobriram que, em média, os parques eólicos produzem 80 por cento da sua capacidade potencial apenas durante menos de uma semana por ano - e só 90 por cento da produção durante 17 horas por ano.

Milhares de turbinas eólicas são inúteis com vento fraco e têm de ser desligadas para evitar avarias se a velocidade do vento for muito elevada.

Famílias e empresas pagaram milhares de milhões de libras para subsidiar a construção de parques eólicos, tanto em terra como no mar, através de suas facturas de electricidade, com um avultado aumento das tarifas.

Mas um estudo, intitulado “Energia Eólica Reavaliada” - uma análise do recurso eólico no Reino Unido para geração de eletricidade, recomenda avançar com a energia nuclear e centrais termoeléctricas a gás.

quarta-feira, dezembro 05, 2018

A 22 de Julho de 2011, acontece um massacre na Ilha de Utøya na Noruega porque a polícia não tem um helicóptero disponível e demora uma hora e dez minutos a chegar




Cerca das 17:00 horas, um homem vestido com um uniforme da polícia chega à ilha de Utøya, onde o Partido Trabalhista está a realizar um acampamento de verão para as suas camadas jovens. Cerca de 700 pessoas estão lá reunidas, a maioria adolescentes entre os 14 e 18 anos. 17h10: Disparos são ouvidos no litoral em frente à ilha de Utøya (a 600 metros de distância). O pânico irrompe quando se descobre que é um tiroteio.



[Seguramente, quase todos os jovens que estavam na ilha possuíam telemóvel. Vendo-se confrontados com um assassino que os queria matar, com certeza que ligariam de imediato para a polícia ou para os pais a pedir socorro.]


17h15: O suspeito vai de tenda de campismo em tenda de campismo, atirando aleatoriamente. Os jovens tentam fugir da ilha para lhe escapar ou tentam esconder-se.

17h27: A polícia é notificada do massacre que está a acontecer.

[Não obstante todos os telefonemas dos quase 700 jovens que estavam em Utøya, só 17 minutos depois de começar a matança (17h10) é que a polícia é notificada.]


17h38: Uma equipa SWAT [força policial treinada para lidar com situações de perigo excepcionais] é enviada de Oslo (a 40 Km de distância). A equipa SWAT decide ir de carro, por considerarem que preparar um helicóptero da polícia levaria demasiado tempo.

18h:00: A equipa SWAT chega ao litoral em frente à ilha de Utøya (que está a 600 metros de distância), mas tem dificuldade em encontrar um barco para atravessar o canal que separa o litoral da ilha.


[A Noruega, um dos países mais ricos do mundo, não tem nenhum helicóptero disponível para transportar polícias numa situação de emergência??? A GNR (portuguesa) possui 40 helicópteros e a Força Aérea Portuguesa dispõe de 16 helicópteros!]


18h20: A equipa SWAT chega à ilha. O suspeito continua a atirar aleatoriamente.

18h35: O suspeito abandona as armas e entrega-se à polícia.

[Em suma, desde as 17h10, hora a que começou o tiroteio e que os 700 miúdos que estavam na ilha começaram a telefonar à polícia e aos pais, até às 18h:20m, altura em que a equipa SWAT chegou à ilha, passaram uma hora e dez minutos. Como é possível tal coisa?]



[Distância de Oslo à Ilha de Utøya por estrada: 40 Km

quinta-feira, novembro 29, 2018

Augusto Santos Silva (ministro dos Negócios Estrangeiros) receia que a propaganda dos jornais e televisões oficiais seja posta em causa pelas Redes Sociais.





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Mário Soares (numa das raras ocasiões em que a boca lhe fugiu para a verdade) acerca dos Media no Programa "Prós e Contras" [27.04.2009]:

Mário Soares: [...] «Pois bem, agora um jornal, não há! Uma pessoa não pode formar um jornal, precisa de milhares de contos para formar hoje um jornal e, então, para uma rádio ou uma televisão, muito mais. Quer dizer, toda a concentração da comunicação social foi feita e está na mão de meia dúzia de pessoas, não mais do que meia dúzia de pessoas

Fátima Campos Ferreira: «Grupos económicos, é

Mário Soares: «Grupos económicos, claro, grupos económicos. Bem, e isso é complicado, porque os jornalistas têm medo. Os jornalistas fazem o que lhes mandam, duma maneira geral. Não quer dizer que não haja muitas excepções e honrosas mas, a verdade é que fazem o que lhes mandam, porque sabem que se não fizerem aquilo que lhe mandam, por uma razão ou por outra, são despedidos, e não têm depois para onde ir.» [...]