sexta-feira, julho 27, 2007

Simon Wiesenthal confirma: "não existiam campos de extermínio em solo alemão"


Depois do julgamento de Zündel (revisionista alemão) em 1988, as placas de Auschwitz, que João Paulo II abençoou em 1979, e que indicavam terem morrido 4 milhões de pessoas naquele campo de concentração, foram substituídas em 1995 por outras placas que indicam que em Auschwitz morreram aproximadamente 1.5 milhões de pessoas. As novas placas foram abençoadas por Bento XVI:



'Provas' de gaseamentos em Dachau:

"Provas" abundantes de que os prisioneiros eram gaseados em Dachau foram fornecidas durante anos, particularmante no julgamento principal de Nuremberga de 1945-1946. Antigo prisioneiro, o Dr. Franz Blaha, por exemplo, forneceu um testemunho ocular em Nuremberga sobre os assassínios em câmaras de gás de "muitos prisioneiros" em Dachau.

De acordo com um documento do governo americano de Maio de 1945, que foi aceite como prova pelo Tribunal de Nuremberga como documento L-159 (E.U.A. - 222), "uma característica distintiva do Campo de Dachau era a câmara de gás para a execução de prisioneiros." O relatório oficial descreveu a alegada operação de gaseamentos com grande detalhe.


'Provas' de Extermínio em Buchenwald:

Provas impressionantes foram igualmente apresentadas durante anos para "provar" que o campo de Buchenwald era um centro de "extermínio." Por exemplo, em Abril de 1945 um relatório do Exército dos EUA sobre Buchenwald preparado para o Supremo Quartel-General Aliado na Europa declarou que a "missão do campo" era operar como "uma fábrica de extermínio."

Em Maio de 1945 o governo americano publicou um relatório sobre os campos de concentração alemães, que foi aceite como prova pelo Tribunal de Nuremberga como documento L-159, onde Buchenwald é similarmente descrito como uma "fábrica de extermínio". Um relatório oficial do governo francês aceite pelo Tribunal como prova RF-301 (documento 274-F) acusou:

Tudo tinha sido providenciado até ao mínimo detalhe. Em 1944, em Buchenwald, eles até tinham prolongado uma linha de caminho de ferro de forma que os deportados poderiam ser conduzidos directamente à câmara de gás. Certas [câmaras de gás] tinham um pavimento que se inclinava e encaminhava imediatamente os corpos da câmara para o forno crematório.


Mas, ao que parece, Simon Wiesenthal, o célebre "caçador de Nazis", coloca em dúvida todas as provas e testemunhos que atestavam a existência de câmaras de gás em campos de concentração situados na Alemanha, como são os casos de Dachau, Buchenwald, Bergen-Belsen e outros:

Simon Wiesenthal:

Numa carta publicada em Janeiro de 1993 no The Stars and Stripes, um jornal para o pessoal do serviço militar dos EUA, Simon Wiesenthal reconfirmou, de passagem, que não houve nenhum campo de extermínio em território alemão durante a Segunda Guerra Mundial. Ele fez uma declaração idêntica numa carta publicada sobre o assunto em Abril de 1975 no periódico britânico «Books and Bookmen».

Sendo certo que a verdade das palavras de Wiesenthal são conhecidas há anos, esta declaração é significativa, em primeiro lugar, porque é feita por uma figura internacionalmente reputada e supostamente entendida e respeitável, e, segundo, porque confirma uma vez mais um ponto que os revisionistas têm defendido há anos. O que Wiesenthal não menciona e o que não é amplamente entendido, é que ele implicitamente confirma também a mudança drástica que aconteceu durante anos na história de extermínio do Holocausto.

O que o "caçador de Nazis" diz agora contrasta nitidamente com o que foi reivindicado autoritariamente nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial. No grande Tribunal de Nuremberga de 1945-1946, por exemplo, funcionários de governos aliados apresentaram provas aparentemente conclusivas que atestavam que campos de concentração "em solo alemão" - como Dachau e Buchenwald - eram centros de "extermínio". Sir Hartley Shawcross, promotor chefe britânico no julgamento principal de Nuremberga, declarou utilizando o mesmo critério no seu discurso final no dia 26 de Julho de 1946, aqueles "assassinatos [eram] conduzidos como uma indústria de produção de massa nas câmaras de gás e nos fornos "de Buchenwald, Dachau, Oranienburg - tudo "solo alemão” – assim como nos outros campos fora da Alemanha dirigidos por alemães.


A mesma opinião [de Wiesenthal] é também expressa numa carta de 1960 do Dr. Martin Broszat, traduzida do semanário de Hamburgo Die Zeit com a manchete "Keine Vergasung em Dachau ("Não houve gaseamentos em Dachau")." A carta apareceu na edição alemã de 19 de Agosto de 1960, e na edição americana de 26 de Agosto de 1960 (p. 14). O Dr. Broszat escreve em nome do prestigioso Instituto para a História Contemporânea (Institut fuer Zeitgeschichte). Serviu depois como director do arquivo e centro de pesquisa de Munique:

«Nem em Dachau nem em Bergen-Belsen nem em Buchenwald foram alguma vez gaseados judeus ou outros prisioneiros. A câmara de gás em Dachau nunca foi finalizada ou posta "em operação." Centenas de milhares de prisioneiros que morreram em Dachau e noutros campos de concentração no velho Reich [quer dizer, na Alemanha com as suas fronteiras de 1937] foram vítimas, acima de tudo, das condições higiénicas e de abastecimento catastróficas: de acordo com estatísticas oficiais das SS, durante os doze meses de 1942 de Julho a Junho 1943, 110.812 pessoas morreram de doença e de fome em todos campos de concentração do Reich.»


Comentário:

Contudo, nem esta redução de dois milhões e meio no número de mortes em Auschwitz, nem o reconhecimento oficial de que não existiam câmaras de gás nos campos de concentração em território alemão, influenciaram o número global de SEIS MILHÕES de mortos do Holocausto.

A quantas mais reduções do número de vítimas vamos assistir e quantas mais "provas e testemunhos irrefutáveis do holocausto" vamos ainda ver desmentidos?
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22 comentários:

xatoo disse...

Diogo, é uma pena que estejas a postar isto no pino do verão, quando está tão pouca gente a ler. Malempregado esforço. Se fosse eu a ti, guardava para a rentrée.

Diogo disse...

Xatoo,

Tens razão, mas ia embalado neste assunto. Vou repostar isto na rentrée. No problema!

O extraordinário é que tenho recebido e-mails de amigos a criticarem-me por estar a levantar este assunto. Parece que estou a pôr em causa a existência de Deus.

Agora também vou de férias. Só vou ter acesso ao blog intermitentemente.

Um abraço

Anónimo disse...

bah, Diogo, de deus não digo, mas, a não ser virtualmente, quem nos diz que os judeus alguma vez existiram?...

amélie

Veliberalino disse...

Fica assim demonstrado que os nazis eram uns gajos porreiros...

Nicolaias disse...

Ainda nao percebi bem qual a posicao das palavras ironicas que a Amelie tem lancado por aqui.
E em relacao a esses amigos, Diogo, sao como o tal Ton: criticam mas nao contra-argumentam.

Afinal, sejamos directos: o que o Diogo esta aqui a tentar demonstrar 'e que o holocausto foi uma farsa e que os judeus - que a principio se dizia terem morrido nos campos de concentracao - nao morreram e foram utilizados como votos para infiltrar (nas minhas palavras) a tao flamigerada influencia illuminati/maconica (vinda da Europa) dentro do senado norte-americano e, mais tarde, na Casa Branca.

Daqui ate 'a desgracada votacao nas Nacoes Unidas a favor da criacao do Estado de Israel por meios completamente desumanos (no ponto de vista daqueles que ainda possuem alguma humanidade) foi um passo.

Ou sera por acaso que o Selo Oficial dos E.U.A. possui uma Estrela de Israel por cima da cabeca da aguia, formada por 13 estrelas, representando as 13 colónias fundadas pela Inglaterra entre 1607 e 1732?
Como vc tao bem apresentou no meu blogue (ideia que vim a incluir no desenvovimento do mesmo) existiam varias formas geometricas "equilibradas" que poderiam ter sido utilizadas; logo, porque foi escolher-se a Estrela dos judeus?!!!
Talvez porque, tal como o Diogo procura aqui demonstrar (suavemente, porque nao podemos ser muito bruscos dada a abertura de mente com que as pessoas em geral se encontram) o holocausto foi uma farsa preparada desde ha muito, principalmente, pelo poder e riqueza da familia Rothscvhild, de origem judaica, reanimadora da ordem illuminati no principio do secXVIII, grande patrocinadora do regime nazi e, actualmente, dona da Reserva Federal Americana, logo, dona dos E.U.A.... ou sera tambem por acaso, ou fruto de uma mente alucinante que encontramos as setas do brasao da familia Rothschild na garra da aguia do Selo Oficial dos E.U.A.?

Se voltarmos mais atras, descobriremos que a Revolucao Francesa (impulsionadora das civilizacoes maconicas democraticas, republicanas e parlamentaristas e dos ideais liberalistas, humanistas, iluministas, racionalistas, transcendentalistas, etc.) descobrimos que aquela revolucao foi impulsionada pela defesa dos direitos dos judeus na sociedade francesa.

Quer dizer, a presenca desta familia e dos judeus no desenvolvimento da historia dos ultimos dois seculos e meio ergue, no minimo, algumas questoes 'as mentes mais atentas.

Diogo disse...

Concordo em quase tudo Nicolaias, mas não penso que os judeus governem o mundo. É certo que os Rothschild e alguns outros têm origem judaica, mas os Money Masters, que são de facto quem manda, são originários de diferentes credos e raças.

Os judeus alemães, que não tiveram oportunidade de emigrar, foram em grande parte parar aos campos de concentração para fazer trabalho escravo. Eles, tal como os ciganos e muitos prisioneiros de guerra (sobretudo russos), morreram em grande número devido às doenças, à fome e aos maus tratos.

Mas este acirramento de ódios dos alemães contra os judeus também foi orquestrado. Hei-de postar sobre isso.

RB disse...

Essas engenharias matemáticas enojam-me

Alves disse...

O que você não entende é que antes da guerra existia na Europa uma vasta comunidade judaica... a qual já não existia em 1945. Isto aconteceu porque os nazis pura e simplesmente eliminaram milhões de pessoas.

Mas não foi só Auschwitz e a rede de campos de extermínio: na Polónia, na Ucrânia, na Bielorrússia e na Rússia descobrem-se, todos os anos, valas comuns com milhares de cadáveres de judeus.

Que aconteceu, por exemplo, à comunidade judaica de Salónica (descendente de portugueses), que antes da guerra era pujante e numerosa? Ou à de Amesterdão, também de origem portuguesa, em parte? Ou à de Budapeste?

Por isso, repito a pergunta colocada pelo Lutz: estes milhões de seres humanos foram para Madagáscar?

contradicoes disse...

Holocausto, ninguém tem dúvidas quanto à sua existência, persistindo apenas a dificuldade em determinar o número realmente exacto de vítimas que num extermínio desta dimensão é sempre difícil de contabilizar. Que o mesmo foi e continuará a ser por muitos anos condenável também ninguém tem dúvidas. Mas seria interessante embora a forma de extermínio seja diferente apurar quantos libaneses e palestinianos os judeus já eliminaram. Mas isso ninguém de preocupa porque eles são terroristas.

Diogo disse...

Caro Raul,

Se tivesse existido uma intenção deliberada de exterminar judeus, concordava consigo, mas se foi «apenas» encafuá-los em campos de concentração para trabalho escravo, como fizeram aos ciganos, aos prisioneiros de guerra e aos presos de delito comum, já não concordo.


Porque é que afirma «Holocausto, ninguém tem dúvidas quanto à sua existência»?

Quando as dúvidas se avolumam desta forma: menos dois milhões e meio de mortos na ‘contagem’ de Auschwitz, e quando as ‘testemunhas’ mentiram com os dentes todos no julgamento de Nuremberga (e nos subsequentes), porque não deveremos duvidar do ‘Holocausto’?

A Cruz Vermelha aponta para cerca de duzentos mil mortos, sobretudo de doenças, de fome e de falta de condições. Será este o número correcto?

Nuno disse...

«A consciência do Holocausto» observa Boas Evron o respeitado escritor israelita, é na realidade«uma doutrinação oficial, propagandística, um chorrilho de chavões e uma perspectiva falsa do mundo, cujo verdadeiro objectivo não é de modo algum compreender o passado, mas manipular o presente.»

A Indústria do Holocausto
Norman Finkelstein
Antígona Pag. 51

Isto diz tudo.

augustoM disse...

Diogo
Sinceramente não compreendo esta guerra de números das vítimas do holocausto. Alguma coisa deverá estar na manga, a história já nos habituou a desconfiar de tudo e de todos. A coisa mais importante, é a maneira como os nazis desprezavam a condição humana do seu semelhante retirando-lhe toda a dignidade. Se matavam com gás, a tiro ou à paulada, para mim não faz diferença,matavam! Mas mais repelemte foi tê-los prisioneiros nas condições mais degradantes que se possam imaginar, isto já não tem nada a haver com política, isto é puro sadismo, onde a auto satisfação tem papel importante.
Um abraço. Augusto

Diogo disse...

Caro Augusto,

Esta história das câmaras de gás é mentira. Foi mentira em solo alemão e foi mentira fora da Alemanha. O «sadismo» dos alemães está por provar. Vou voltar a este assunto.

Rouxinol disse...

Veliberalino,
"Fica assim demonstrado que os nazis eram uns gajos porreiros"


São patetas como o Veliberino, que não têm maturidade suficiente para saberem distinguir aquilo que foram os crimes de guerra, daquilo que foi o processo de desumanização da Alemanha nazi, que me dão receio de discutir os números e os métodos dos crimes nazis.
Entramos num filme maluco onde se discutem coisas do tipo:

"Pateta 1: O adolfo matou 30.
Pateta 2: Não matou nada. O adolfo matou quanto muito 20 porque só tinha 20 balas.
Pateta 1: Estás a defender o adolfo. (ad hitlerum)"

O que sobrou da discussão fica a cargo de um tribunal alemão, austríaco ou israelita.

"o moço da bodega" disse...

Muito bom artigo, Diogo.
Na realidade eles criaram os números para influenciar a disposição americana de se instalar na região. Muito simples: dá-me petróleo que te darei armas.

Diogo disse...

Rouxinol,

Não se trata apenas da guerra de número e de meios, mas também a guerra da verdade. Depois de tanta mentira acerca do Holocausto fica a questão primordial: se houve efectivamente um genocídio deliberado, ou se houve «apenas» campos de trabalho forçado. É uma diferença abissal.


Moço da Bodega,

Eu iria mais longe: Na realidade, o governo americano criou os números para influenciar a disposição americana de se instalar na região e em Israel.

Dois coelhos de uma cajadada. E quem tem vindo a pagar é o contribuínte alemão.

xatoo disse...

"Israel" é o própria "América" por interposta pessoa
E não foi apenas o contribuinte alemão a pagar o esquema - são todos os cidadãos do mundo que continuam a pagá-lo

Nicolaias disse...

Isso, caro Xatoo, penso que é o que realmente interessa no meio de todo este assunto: Israel é os E.U.A., o mundo (O.N.U./U.E.) apoia, os palesinianos, os iraquianos, os sudaneses, etc., continuam a ser massacrados em prol do petróleo que todos andamos a consumir e não existiu, até agora, uma massa crítica de pessoas que resolvesse parar com tais mecanismos sociais e acusar aqueles que impulsionam as preversidades humanas, como é hoje a guerra do Iraque.

A. Castanho disse...

Penso que esta é uma discussão importante, mas também muito delicada.


Parece-me evidente que o extermínio de judeus por parte dos nazis (sobretudo alemães, parece-me inquestionável) foi cinicamente utilizado para fins inconfessáveis, mas daí a afirmar que foi empolado... A dimensão do horror é tal que falar em empolamento é, já por si, uma barbaridade.


Não quero com isto dizer, porém, que não tenha havido uma manipulação grosseira dos factos por parte da propaganda ocidental, americana e não só, não necessariamente por culpa de qualquer "mãozinha" invisível dos judeus, agindo enquanto força organizada.


Agora o que me parece óbvio e indisfarçável é que:


1º) Não foram apenas os alemães a exercer repressão violenta e racista sobre os judeus, todos os Povos de Leste o fizeram, sobretudo os russos, no tempo dos czares (é daí a origem do termo "pogrom"), se bem que não de uma forma tão metódica, ideologicamente sustentada, elaborada e "científica" como os nazis alemães;

2º) Não foram apenas os nazis alemães a provocar o Holocausto, todos os alemães são, de uma forma ou de outra, cúmplices, ainda que por omissão (como, por exemplo, muitos portugueses também serão cúmplices dos crimes do salazarismo, sobretudo os que se cometeram em África, muito em particular os crimes de guerra, que infelizmente nunca tiveram o seu "julgamento de nuremberga"...);


3º) Não foram apenas os judeus as vítimas do extermínio nazi, mas também os sociais-democratas, os comunistas, os ciganos, os eslavos, os homo-sexuais, os doentes, os deficientes, os idosos, os patriotas alemães, como von Stauffenberg...). Só que desses NUNCA SE FALA!


4º) O Estado de Israel é um cancro que corrói a Paz no Mundo como nenhuma outra maleita, mas não são os seus habitantes - judeus ou não - os culpados, nem a solução "final" para o problema deve ser à custa dos interesses de qualquer das partes. Deixem os israelitas e os palestinianos resolver os seus problemas sem onterferências exteriores e tudo se resolverá em pouco tempo (se não assassinarem os dirigentes pacifistas, como o foi Rabin, claro...).

Klatuu o embuçado disse...

Obrigado! - gajos como tu não são novidade... mas é sempre um renovado deleite assistir aos esforços revisionistas para tentar negar a História!

E não penses que vou perder tempo a refutar-te... :) ... não é necessário. Tudo o que afirmas está há muito refutado.

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

É uma pena que ainda haja no mundo gente assim. A estupidez é gigantesca, mas a cegueira é maior. O Holocausto foi um horror, existiram campos de extermínio, existiu tudo, e é extremamente ofensivo alguém dar-se ao trabalho de escrever estas BARBARIDADES, mas suponho que sofra de alguma perturbação mental , ou então é nazi.