terça-feira, abril 22, 2008

Eça de Queirós (1880): o judeu hoje é um gordo!

Eça de Queirós

Cartas de Inglaterra 1877-1882

Surripiado do Tantas Broncas


«Mas que diremos do movimento na Alemanha? Que em 1880, na sábia e tolerante Alemanha, depois de Hegel, de Kant e de Schopenhauer, com os professores Strauss e Hartmann, vivos e trabalhando, se recomece uma campanha contra o judeu, o matador de Jesus, como se o imperador Maximiliano estivesse ainda, do seu acampamento de Pádua, decretando a destruição da lei rabínica e ainda pregasse em Colónia o furioso Grão de Pimenta, geral dos dominicanos –, é facto para ficar de boca aberta todo um longo dia de Verão.

Porque enfim, sob formas civilizadas e constitucionais (petições, meetings, artigos de revista, panfletos, interpelações), é realmente a uma perseguição de judeus que vamos assistir, das boas, das antigas, das manuelinas, quando se deitavam à mesma fogueira os livros do rabino e o próprio rabino, exterminando assim economicamente, com o mesmo feixe de lenha, a doutrina e o doutor.

Mas o mais extraordinário ainda é a atitude do Governo alemão: interpelado, forçado a dar a opinião oficial, a opinião de Estado sobre este rancor obsoleto e repentino da Alemanha contra o judeu, o Governo declara apenas com lábio escasso e seco «que não tenciona alterar a legislação relativamente aos israelitas.

Deixa a colónia judaica em presença da irritação da grossa população germânica — e lava simplesmente as suas mãos ministeriais na bacia de Pôncio Pilatos. Não afirma sequer que há-de fazer respeitar as leis que protegem o judeu, cidadão do império; tem apenas a vaga tenção, vaga como a nuvem da manhã, de as não alterar por ora!

O motivo do furor anti-semítico é simplesmente a crescente prosperidade da colónia judaica, colónia relativamente pequena, apenas composta de quatrocentos mil judeus; mas que pela sua actividade, a sua pertinácia, a sua disciplina, está fazendo uma concorrência triunfante à burguesia alemã.

A alta finança e o pequeno comércio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos estados e aos príncipes, é a ele que o pequeno proprietário hipoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é ele o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um alemão e outro judeu, o filho da Germânia ao fim do ano está falido, o filho de Israel tem carruagem! Isto tornou-se mais frisante depois da guerra: e o bom alemão não pode tolerar este espectáculo do judeu engordando, enriquecendo, reluzindo, enquanto ele, carregado de louros, tem de emigrar para a América à busca de pão.

Mas se a riqueza do judeu o irrita, a ostentação que o judeu faz da sua riqueza enlouquece-o de furor. E, neste ponto, devo dizer que o Alemão tem razão. A antiga legenda do israelita, magro, esguio, adunco, caminhando cosido com a parede, e coando por entre as pálpebras um olhar turvo e desconfiado – pertence ao passado.

O judeu hoje é um gordo. Traz a cabeça alta, tem a pança ostentosa e enche a rua. É necessário vê-los em Londres, em Berlim, ou em Viena: nas menores coisas, entrando em um café ou ocupando uma cadeira de teatro, têm um ar arrogante e ricaço, que escandaliza. A sua pompa espectaculosa de Salomões "parvenus" ofende o nosso gosto contemporâneo, que é sóbrio. Falam sempre alto, como em país vencido, e em um restaurante de Londres ou de Berlim nada há mais intolerável que a gralhada semítica. Cobrem-se de jóias, todos os arreios das carruagens são de ouro, e amam o luxo grosso. Tudo isto irrita.

Mas o pior ainda na Alemanha é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem o luxo, tão hábil que tem um sabor de conspiração: na Alemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias da Alemanha, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater!

Tudo isto ainda seria suportável se o judeu se fundisse com a raça indígena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessível e impenetrável. As muralhas formidáveis do Templo de Salomão, que foram arrasadas, continuam a pôr em torno dele um obstáculo de cidadelas. Dentro de Berlim há uma verdadeira Jerusalém inexpugnável: aí se refugiam com o seu Deus, o seu livro, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua língua, o seu orgulho, a sua secura, gozando o ouro e desprezando o cristão. Invadem a sociedade alemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permitem que o alemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica.

Só casam entre si; entre si, ajudam-se regiamente, dando-se uns aos outros milhões – mas não favoreceriam com um troco um alemão esfomeado; e põem um orgulho, um coquetismo insolente em se diferençar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até à maneira de vestir. Naturalmente, um exclusivismo tão acentuado é interpretado como hostilidade – e pago com ódio.»



Comentário:

Lendo as etnias judaicas no Wikipedia conclui-se que existem judeus praticamente de todas as raças e cores, desde bálticos, alemães, polacos e russos até portugueses, espanhóis e amazónicos.

O que será que leva a que, em 1880, Eça afirme: «nas profissões liberais [o judeu] absorve tudo: é ele o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um alemão e outro judeu, o filho da Germânia ao fim do ano está falido, o filho de Israel tem carruagem»?

Se recusarmos a hipótese do judeu ser [sempre] mais competente que o alemão, que explicação haverá para o eterno sucesso daquele? Será o judaísmo uma grande família que se entreajuda? Uma maçonaria que se protege e que progride? Uma máfia que se desenvolve na legalidade?

O médico alemão de 1880 teria de competir, não contra um ou dois médicos alemães, mas com um médico judeu apoiado por seiscentos, seis mil ou sessenta mil judeus?
.

19 comentários:

Zorze disse...

Já andava no ar qualquer coisa. Um certo sentimento...

Um abraço,
Zorze

xatoo disse...

vai lá ao Arrastão fazer a pergunta.
Como disse, fui banido dos comentários (e depois desses dois não entrou mais nenhum, o que me leva a crer que a coisa é definitiva), mas a Kiki Anahory que se despediu com um estridente "shalom" fez os comentários que quis a propósito do tal "monumento ao massacre dos judeus" a que eles chamaram de "contra a intolerância. O que é um facto é que a mim não me toleram, e nem sequer fui ofensivo. Limitei-me a resumir o post que tu leste.

Ashera disse...

A verdade é subjectividade...
Nada se exclui neste século medonho, e afinal, já aconteceram outros...
Parabéns pelo "post"
Beijos

Bilder disse...

Oh meus amigos,pesquisando bem vamos descobrir muito mais sobre monopolios judios,em especial no reino unido e america!Mas a grande questão é mais profunda que isso.A questão é a luta de séculos entre a Cristandade(Igreja de Roma)e o dito povo escolhido do velho testamento.E todos procuram fazer cumprir as profecias do novo testamento segundo o seus interesses.O dos judeus é afirmarem-se como povo escolhido e previligiado sobre os outros mesmo que para isso tenham de se usar do holocausto como vantagem.O da igreja de Roma é provar os pecados e a condenação dos judeus por não aceitarem Cristo e seus novos mandamentos,mesmo que para isso tenham de permitir que os mesmos (judeus illuminati maçons etc)tenham poder sobre a nossa sociedade e a dita nova ordem!Parece loucura não?!Pois, é a religião no seu «melhor».Esperemos pelo apocalipse...

Rick disse...

Sim senhor...vejam o meu post who is in control no blog a quarta guerra mundial.Realmente o papel do vaticano nesta nova ordem mundial precisa de ser muito bem analisado,isto independentemente de quem o controla na verdade.

xatoo disse...

Parece-me evidente que os Judeus fizeram uma "Opa" sobre o cristianismo. Primeiro o Papa visitou a sinagoga de Nova Iorque e de seguida o buraco do 11 de Setembro (toda a malta do milhão de peregrinos que vai a Fátima acredita naquela merda); querem maior aval às politicas expansionistas da Terra Prometida (toda a terra sob controle extra-territorializado) dos Estados Unidos via Complexo Industrial Militar?
religion& bussiness as usual. Isto é secular. E por estas e por outras é que havia os progroms.
Isto só lá vai um dia que deixe de haver dinheiro para pagar aos militares, mercenários, policias, etc. Aí é que vai ser giro. A guerra é in extremis a salvação da estupidez. E os usurários da banca não olham a métodos.

Ricardo Zenner disse...

Caro Diogo:

Veja o que há sobre a loja maçónica judaica B'nai B'rith... Está lá tudo, até no site oficial deles... A entreajuda, e a sabotagem de todas as empresas e profissões dos goyim, ou «gentios» (não-judeus).

O site oficial principal da organização tentacular é:

www.bnaibrith.org

É claro que a ligação destes meninos aos Bilderbergers, à Trilateral ou ao CFR é pura coincidência ;-)

Curiosamente, existem cartas do Dr. Alfred Rosenberg, teólogo do nazismo, a Adolf Hitler, avisando-o explicitamente do perigo dessa organização. Eram cartas secretas, do teólogo para o Fuhrer, portanto não se tratava de propaganda... Eles também sabiam, é claro.

Cumprimentos.

xatoo disse...

Diogo,
já descobri onde foram eles desencantar os 4 mil mortos do "massacre de Lisboa", todos judeuzinhos purinhos da silva:
“Mais de quatro mil almas morreram(...)”, escreveu Samuel Usque em “Consolação às Tribulações de Israel” (1553).“Von dem Christeliche / Streyt, kürtzlich geschehe / jm. M.CCCCC.vj Jar zu Lissbona / ein haubt stat in Portigal zwischen en christen und newen chri / sten oder juden , von wegen des gecreutzigisten [sic] got"; reprodução a partir de cópia publicada pelo Hebrew Union College, Cincinnati, OH. O original, bastante raro, encontra-se na Houghton Library, Harvard University. Panfleto anónimo, impresso na Alemanha (presumivelmente poucos meses depois do massacre de Lisboa)

material contrafaccionado num instituto "académico" americano, topas?

alf disse...

A ideologia judaica é dificilmente compativel com a sua existência no seio dos outros povos; é mesmo inaceitável porque contraria as regras básicas em que procuramos fundar a sociedade. A ideologia, não os judeus, muitos judeus têm a sua versão própria dessa ideologia, tal como entre os católicos há diferentes conceitos do que é ser católico.

Mas depois de séculos de problemas com os judeus, surgiu uma solução: arrnajar um país para os judeus!

Talvez seja uma solução que valha a pena experimentar, porque repetir os erros do passado na crença que o futuro será diferente é um disparate.

Só que a factura da criação desse pais judaico tem de ser suportado pelos interessados na sua criação, ou seja, ou europeus.

E os europeus andam a assobiar para o lado, esperando que a factura seja paga pelos palestinianos.

Todo aquele sarilho do médio oriente é da responsabilidade dos europeus. São os europeus quem pode, quem tem, de encontrar uma solução para os palestinianos que permite que Israel exista em paz.

Todos os problemas deste tipo se resolvem com dinheiro. É uma questão de negociar. Que é preciso oferecer aos palestinianos para eles aceitarem Israel? Possivelmente, comprar o território ocupado por Israel a bom preço.

Se calhar é só isso: pagar aos palestinianos o que lhes tiraram pela força. E dar-lhes a possibilidade de refazerem as suas vidas com horizonte de futuro.

Não acredito que isso seja impossível, embora o diogo me vá chamar "tenrinho"

Anónimo disse...

O Adolfo queria-lhes arranjar uma pátria em Madagáscar, no meio dos lémures e dos macacos...
O Marechal Rommel propusera a Palestina, sendo o exército alemão encarregado de os acomodar, não violando a propriedade palestiniana, pois o Grande Mufti de Jerusalém era aliado de Hitler e havia palestinianos, egípcios, e croatas nas SS.
A esta proposta, o «nosso» Adolfo respondeu: «Palestina? É demasiado perto... Tem de ser numa ilha, e remota. Eles são insuportáveis e só dão problemas...»

Afinal, também nisto o Adolfo tinha razão...

Nicolaias disse...

Caros amigos,

é extensivo, mas por favor leiam: talvez desta vez é que vocês digam que estou louco de vez, mas não posso deixar escapar esta oportunidade para (desculpem minha arrogância) vos elucidar, uma vez que parecem estar aqui todos em sintonia com este post do Diogo.
A pista que vos dou para comprovar o que vos digo é esta: estudem a civilização suméria, comparem-na com a egípcia, hindu, grega, romana e maia e estudem a simbologia maçónica comparando-a com a simbologia das nações, das bandeiras e do dinheiro.
Tomo a coragem de vos fornecer estas informações devido à consciência que estamos a tomar sobre a nossa ignorância em relação ao tamanho do Universo que nos rodeia, assim como da inimaginável quantidade de galáxias que existem.
Acreditem, ou não no que aqui vos conto, esta é um pequeníssimo resumo da verdadeira história da humanidade, aquela que os governos mundiais têm vindo a esconder de todos nós, uma vez que, conhecendo-a, todos compreenderíamos o que se está a passar hoje em dia, para onde estamos a caminhar com esta Nova ordem Mundial e nenhum de nós aceitaria tal coisa!!!

A maçonaria está por trás dos poderes mundiais: dos EUA, da ONU, do Grupo de Bilderberg, da Comissão Trilateral, do Comitê dos 300, do Clube de Roma, etc.

A Nova Ordem Mundial tem princípios maçónicos e eles estão gravados em pedra num monumento na Geórgia.
http://www.crystalinks.com/gaguidestones.html

Os judeus estão por trás da maçonaria.

Os mais elevados graus da maçonaria são ocupados por seres não humanos: por isso é que 99,99% dos maçónicos não sabem quem ocupa os mais elevados Graus.

O centro de todas as disputas é Jerusalém.

Jerusalém é a Cidade dos Deuses, ou a Cidade de Deus.

Os humanos foram criados por seres não humanos: estes seres não humanos já estão na Terra há milhares de anos: eles eram os deuses da antiguidade... e são os maiores magnatas da actualidade.

Por isso, ainda hoje, mesmo nas versões adulteradas do Gênesis da Bíblia, ainda podemos ler no plural: “FAÇAMOS o homem à NOSSA imagem e semelhança; homem e mulher o façamos.”... porque foram várias criaturas que fizeram o homem e porque elas eram constituídas por machos e fêmeas.

Por isso todas as culturas acham que os deuses (ou Deus) estão no céu, vêm do céu e vão para o céu: porque foi de lá que eles vieram e foi para lá que muitos foram... mas não todos.

Os deuses da antiguidade nos criaram e eles eram extraterrenos: foram eles que construíram as pirâmides do Egipto, Machu Pichu, Stonehedge, etc., ou seja, megalíticos calendários solares e lunares. Foi a tecnologia extraterrena que tornou possível criar colossais construções em terrenos tão inacessíveis.

Tal como uma equipe de astronautas, as criaturas diferenciavam-se por suas especialidades científicas e sociais.

O calendário foi usado na humanidade para criar dias de adoração, onde as próprias criaturas não humanas eram adoradas, mantendo, deste modo, a humanidade debaixo do controle mental da adoração, inferiorizando-a perante os seus criadores: a religião era e é o ópio do povo.

Hoje, o maior veículo utilizado pelas criaturas para controlar o povo é a televisão. Ao contrário do que se pensa, a televisão não é somente um receptor de sinal, mas um emissor também, que nos controla através de ondas electomagnéticas, microondas, etc... como é que acham que “eles” sabem quantos aparelhos de televisão estão sintonizados num determinado canal a uma determinada hora?

A primeira civilização humana – que apareceu bruscamente com altos índices de conhecimento científico e civilizacional - foi a Suméria, criada sob direcção dos deuses, das criaturas não humanas.

Tal como nos contam os documentos sumérios, babilónicos, acadianos, egípcios, gregos, romanos, etc. (todos contam a mesma história, diferenciando somente os nomes dos deuses), as criaturas começaram a disputar poder entre si (mesmo antes de chegarem à Terra), de onde resultaram os primeiros exílios políticos e a criação de outras civilizações, tais como a Babilônia, a Egípcia, a Maia, etc., cada uma com o seu deus particular e principal, acompanhado por uma orda de deuses que apoiavam o primeiro.

O Gênesis da Bíblia são verdadeiros apesar de já terem sido adulterados ao longo da história: o primeiro “Gênesis” a ser escrito foi o Enuma Elish, na Suméria.

O maior segredo actual que os governos detém é a aproximação do planeta a que os Sumérios chamavam de Nibiru, cerca de 4000x maior do que a Terra, o chamado 12º planeta pelos Sumérios, uma vez que eles contavam o Sol e a Lua também.

Nibiru já é visto a olho nu no Pólo Sul e do alto das montanhas do Peru: em 2009 “todo o olho o verá”, mesmo no hemisfério norte.

Os Sumérios contam que os deuses vieram de Nibiru, um planeta com uma órbita de 3600 anos, ou seja, 1 ano para Nibiru é igual a 3600 anos para a Terra. Os seus habitantes, os deuses, vivem dezenas e centenas de milhares de anos terrestres, o que fez com a humanidade sempre acreditasse que eles eram imortais.

Foram os deuses que ensinaram toda a cosmologia aos sumérios, a qual contava que a Terra era redonda, como o Sistema Solar tinha sido criado e que este possuía 12 planetas.

Devido aos deuses terem vindo de fora do sistema solar é que a cosmologia suméria conta Plutão como o primeiro planeta... ora, teoricamente, Plutão só foi descoberto na segunda metade do séc. XX.

Anu era o dono do planeta Terra.

Mais tarde foram seus filhos, Enki e Enlil.

Alguns deuses revoltaram-se contra a tirania dos seus comandantes: hoje conhecemo-los como os anjos caídos, ou demônios, porque eles trabalhavam no “céu”, em naves que não desciam à Terra. A Bíblia conta que esses anjos caídos começaram a procriar-se com as filhas dos homens.

Mas não pensem que os “comandantes” eram bons para nós, humanos: eles subjugavam-nos e até sacrifícios humanos eram feitos: dezenas, centenas de crianças de cada vez.

Jeová afirma na Bíblia incontáveis vezes que o cheiro de carne gordura queimada era “chairo suave para o Senhor”.

Os que partiram, os “comandantes”, estão a voltar.

A guerra que está para acontecer, a 3ª Guerra Mundial, é entre os deuses que chegam e os que já governam a Terra: nós somos carne para canhão: a nossa ignorância far-nos-à (assim como já faz) lutar as suas guerras pelo poder.

Porque acham que os governantes têm coragem para enviar dezenas e centenas de milhares de jovens para a guerra para chacinar homens, mulheres e crianças? Porque acham que os Senhores da Terra se juntam em Bohemian Grove e fazem sacrifícios humanos?

Porque nós não valemos nada para eles, a não ser para trabalhar e guerrear e proporcionar-lhes a vida de reis que eles têm... e isto sem nos revoltarmos, sem compreendermos o que se passa.

As várias forças da Terra estão a juntar-se porque o inimigo agora é comum para os Senhores do Mundo: os deuses de Nibiru, os “verdadeiros donos” da Terra entre as criaturas: por isso foi criada a ONU.

Por isso é que os cultos maçónicos são tão parecidos com os cultos egípcios.

Por isso é que o culto de Bohemian Grove é igual ao da Babilônia, envergando vestimentas iguais aos do Ku Kux Klan, vestimentas iguais às usadas nos rituais babilônicos.

Parece ficção científica, mas é a mais pura verdade. Toda esta versão histórica pode ser confirmada e provada por meio de documentos modernos e antigos. Os governos da Terra já estão em negociações há muito tempo com estes poderes extraterrestres. O projecto “Disclosure Project” é um exemplo de como a humanidade civil está a despertar para a sua verdadeira história e para o seu verdadeiro presente. O Universo é grande demais e não estamos sozinhos, nem nunca estivemos.

augustoM disse...

Mas não são os judeus o povo eleito de Deus, o tal que lhes deu ordem para roubarem a terra aos cananeus?
Um abraço. Augusto

Ricardo Zenner disse...

Caro Augustom:

Curiosamente, os Cátaros e certos Grão-Mestres da Ordem do Templo, diziam que, da Batalha no Céu, entre as Hostes de S. Miguel Arcanjo e as revoltosas aliadas da treva, houve DOIS caídos, e não apenas um: Lúcifer e... Jeová.

Repare-se no Antigo Testamento, na Tora e, principalmente, no aberrante Talmude: o chamado «deus» de Israel, cujo nome eles estão proibidos de pronunciar (ao ponto de omitirem as vogais na escrita para que o nome indizível também não possa ser escrito), aparece como um deus vingativo, destruidor, que incita o «povo escolhido» a «subjugar a Criação». Ora a Criação é Obra do Criador, do Deus do Universo. Um ser que aconselha os seus seguidores a subjugarem a Criação e que, para além disso, aparece como uma coluna de fogo, só pode ser um demónio.

Assim, Lucifer - ou Satanás, depois da queda - tenta os homens, e Jeová ameaça-os com o castigo, infligindo-lhes sentimentos de culpa, depois de lhes dizer para subjugarem a Criação Divina, manifestação de Deus. Verdadeiramente uma dupla diabólica.

Se os judeus são o «povo eleito» de Jeová, estamos conversados.

Pois Deus é Amor, é Criação, é Perdão; nunca vingança, destruição ou fúria, como Jeová. Deus não se ofende: ama. E não tem «povos eleitos», pois todos são filhos de Deus.

Só que alguns andam tresmalhados...

Abraço.

simon disse...

O judeu hoje é um gordo caprichoso, com botadura em tudo que é jornal, televisão, quadratura e eixo, e tem muros de oito a 13 metros em betão, ferro e arame, além da vala, e armas a dar c'o pau, caças e canhões, e-bombs, mísseis, a bomba atómica e de hidrogénio e gajos, a escumalha do nosso pensamento, pa lembrar que Sadham é que tinha armas de perigo. E diz um que os EUA só vão sair do Iraque quando já não aguentarem mais. Mas isso é já ali:
http://resistir.info/iraque/whitney_16abr08.html

MF disse...

Pergunto-me a que iremos assistir?
Vendo o caminho percorrido, criação de Israel, controlo da economia e ideologia norte-americana, militarização de Israel para controlo do Médio-oriente e das rotas do petróleo, centrais de produção de ideias dominantes, guerra continua e ou preventiva, especulação desenfreada sobre Todas as matérias primas, controlo de Todos os fluxos monetários, acumulação de capital especulativo suficiente para fazer triplicar do dia para a noite, em qq parte do mundo qq produtos, mesmo os alimentares, não estaremos perigosamente Todos à beira de um precipício ?
Agora, organizado à escala planetária?
Os progroms eram fenómenos locais, passaram depois para níveis mais obscenos com outras soluções, expulsões e crimes mais e mais hediondos, com os resultados que se conhecem Todos baseados numa teoria radicada num Deus racista que teria "escolhido" e eleito um único povo detentor de todas as razões, em detrimento de todos os outros, é manifestamente perigoso e vitimizante.
Não basta fazer de vítima para ter razão !

Zorze disse...

O comentário do Nicolaias é muito bom. Ou estás com uma grande buba ou então vamos ter problemas sérios num futuro próximo.
Já agora, no Rio de Janeiro também existe a Cidade de Deus, é uma favela enorme.
Mas, parabéns pelo comentário ...

Algarviu disse...

Nicolaias, não vás ao médico, não...

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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