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segunda-feira, junho 13, 2016

Os Judeus engendraram e levaram a cabo a Revolução Comunista Russa de 1917

Na imagem: "1917 – Dia da Revolução"

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Henry Ford - 1920: O Sr. Hard afirma que no Gabinete Bolchevique da Rússia Soviética só há um judeu – Leon Trotsky (Lev Davidovich Bronstein). Os Mencheviques são também liderados por judeus - Leiber (Mikhail Issakovich Goldman), Julius Martov (Yuly Ossipovitch Tsederbaum) e Théodore Dan (Fédor Gourvitch). Um partido intermédio, os Cadetes, que, segundo o Sr. Hard, é ou era o partido político burguês mais forte na Rússia, tem como presidente Vinaver (Vinaver Maxim Moiseevich) – outro judeu.

E Hard exclama, vejam como os judeus estão divididos! Como é que pode haver uma conspiração entre pessoas que lutam entre si? Mas outros, olhando para a mesma situação, podem dizer, vejam como os judeus controlam todas as fases da opinião política na Rússia! Não parece haver aqui razões para sentir que eles estão desejosos de dominar em todo o lado?


Henry Ford


[Tradução minha]

Jornal "The Dearborn Independent" - 26 de Junho de 1920:


Há algum tempo atrás, um professor académico de uma universidade americana foi à Rússia em negócios. Era um especialista num departamento muito importante de ciências aplicadas e um observador perspicaz. Entrou na Rússia com o sentimento típico americano sobre o tratamento que o governo daquele povo concede aos judeus. Viveu lá três anos, voltou para casa durante um ano, e voltou para a Rússia por um período semelhante, e após o seu segundo regresso à América pensou que chegara o momento de dar ao público americano informação fiável sobre a Questão Judaica na Rússia. Preparou um artigo muito meticuloso e enviou-o a um editor de uma das mais conceituadas revistas do leste dos Estados Unidos. O editor ficou profundamente impressionado com o que o professor lhe contou – mas disse-lhe que não podia publicar o artigo. O mesmo interesse e escrutínio ocorreu com vários outros editores de revistas de primeiro plano.

Não era porque o professor não soubesse escrever – estes editores pagariam de bom grado qualquer coisa que ele escrevesse sobre outros assuntos. Mas foi-lhe impossível conseguir que este artigo sobre os judeus fosse aceite ou publicado em Nova Iorque.

A Questão Judaica, contudo, acabou por surgir numa revista de Nova Iorque. Era mais uma pedra lançada do campo judeu contra a Questão Judaica para, se possível, a demolir e portanto reafirmar que tal coisa [a Questão Judaica] não existia.

Aliás, este ainda é o único tipo de artigo sobre a Questão Judaica que as grandes revistas, cujos labirintos os supervisores financeiros acham mais interessante vasculhar, estariam dispostas a publicar.

No entanto, o público em geral pode aprender muito sobre a Questão Judaica, mesmo vindo de um artigo cujo objectivo é provar que a Questão Judaica não existe.

Número de Fevereiro de 1920 da Metropolitan

O Sr. William Hard, na edição de Junho do Metropolitan, fez o seu melhor, considerando a utilização que seria suposto fazer do material que tinha à mão. E indubitavelmente as brigadas do telégrafo e da correspondência, que se mantêm vigilantes sobre todas as referências publicadas acerca dos judeus, deram os parabéns atempadamente aos virtuosos editores do Metropolitan pelo seu trabalho no entorpecimento do público.

É de esperar, em nome da Questão Judaica, que o esforço do Sr. Hard tenha uma vasta audiência, porque há muito que aí se pode aprender – muito mais do que seria a intenção do autor.

Ficamos a saber, em primeiro lugar, que a Questão Judaica existe. O Sr. Hard afirma que ela é discutida nas salas de visitas de Londres e Paris. Se a referência a salas de visitas é uma forma de dizer que o assunto é frívolo e pouco importante, ou se representa simplesmente o nível do contacto do Sr. Hard com a Questão Judaica, não é claro. Ele acrescenta, contudo, que um documento relacionado com a Questão Judaica "circulou durante um bom bocado em certos círculos oficiais em Washington". Menciona também um telegrama para o New York World, relativamente à mesma Questão Judaica, que esse jornal publicou. O seu artigo foi provavelmente publicado demasiado cedo ser apercebido da crítica que o London Times fez do primeiro documento referido.

Mas o Sr. Hard disse ao leitor que procura factos objectivos no artigo, que existe uma Questão Judaica, e que esta não existe entre o Zé-povinho mas sobretudo nos círculos onde as evidências do poder e do controlo judeu são mais abundantes. Mais do que isso, que a Questão Judaica está a ser debatida. O Sr. Hard diz-nos tudo isso. Se ele não vai mais longe e não nos diz que a Questão Judaica está a ser discutida com grande seriedade em círculos mais elevados e entre homens de importância nacional e internacional, será provavelmente por um de dois motivos: ou não sabe, ou não a considera em consonância com o objectivo do seu artigo.

Contudo, o Sr. Hard já deixou claro que existe uma Questão Judaica, que está a ser discutida, que está a ser debatida por pessoas que estão em boa situação para ter uma melhor perspectiva sobre o assunto de que estão a falar.

A leitura do artigo de Sr. Hard deixa também claro que a Questão Judaica vem sempre ao de cima sob o tom de conspiração. Evidentemente, o Sr. Hard afirma que não acredita em conspirações que envolvam um grande úmero de pessoas, e é com toda a facilidade que a sua declaração de incredulidade é aceite, porque não há nada mais ridículo para a mente gentia [não judaica] do que uma conspiração em massa, não há nada mais impossível aos olhos de um gentio. O Sr. Hard, supomos, é de origem não judia, e ele sabe como seria impossível juntar gentios em número considerável, por tempo suficiente para levar a cabo mesmo a mais nobre das conspirações. Os gentios não foram feitos para isso. Uma conspiração executada por estes, qualquer que fosse, ruiria como um castelo de areia. Os gentios não possuem a base nem no sangue nem na convicção que os judeus têm para se manterem unidos. O gentio não suspeita naturalmente de conspirações, e muito dificilmente acreditará numa sem que lhe apresentem a prova mais sólida.

Nada há de mais ridículo para os gentios do que uma conspiração

É, portanto, muito fácil compreender a dificuldade do Sr. Hard em lidar com conspirações; o caso é que, para escrever o seu artigo, foi forçado a reconhecer em quase todos os pontos em que sempre que a Questão Judaica é discutida, a ideia de conspiração ocupa uma boa parte dela. De facto, constitui a ideia central no artigo do Sr. Hard, e monopoliza por completo o cabeçalho – "A Grande Conspiração Judaica". A procura por factos básicos no artigo do Sr. Hard revelará a informação adicional de que existem certos documentos que se crê conterem os detalhes da conspiração, ou – para não usar uma palavra que não é simpática e que pode ser enganadora e que não tem sido usada nesta série de artigos – a tendência do poder judaico em alcançar o controlo total. Isto é tudo o que o leitor saberá do Sr. Hard sobre os documentos, só que ele descreve um como "estranho e terrível". Aqui está uma lamentável lacuna na história, porque o Sr. Hard escreve com o objectivo de desacreditar um certo documento, e, no entanto, não nos diz quase nada acerca dele. Documentos infames normalmente desacreditam-se a si próprios. Mas com este documento tal não é permitido. O leitor do artigo é obrigado a aceitar a palavra do Sr. Hard. O estudioso ou o crítico sério sentirá, certamente, que os documentos seriam uma base melhor para uma apreciação inteligente.

Mas, colocando este assunto de lado, o Sr. Hard tornou público o facto de que existem documentos. E então o Sr. Hard faz outra coisa, na medida em que o pode fazer com o material de que dispõe, e sendo o objectivo do artigo o que é, e que passa por mostrar o quão pouco os judeus têm a ver com o controlo dos negócios, mostrando quem são os judeus que controlam certos grupos de negócios. Os nomes são-nos todos trazidos pelo Sr. Hard e apenas ele é responsável por isso, sendo o nosso objectivo ao referi-los mostrar simplesmente o que se pode aprender com ele.

O Sr. Hard apoia-se fortemente nos assuntos russos. Às vezes quase parece que a Questão Judaica foi concebida apenas como a Questão Soviética, que não é, como o Sr. Hard sabe muito bem, e embora as duas questões estejam ligadas, é nada menos que propaganda bem concebida para definir a ficção bolchevista e derrubá-la por acção dos judeus como objectivo destes últimos. Contudo, aquilo que o Sr. Hard oferece como factos é muito instrutivo e muito distante da conclusão que deles retira.

Leon Trotsky (Lev Davidovich Bronstein)

Comecemos pela sua análise dos acontecimentos na Rússia. O Sr. Hard afirma que no Gabinete da Rússia Soviética só há um judeu. Mas esse judeu é Trotsky. Existem outros no governo, evidentemente, mas o Sr. Hard está apenas a falar do Gabinete, por ora. Não está a falar dos comissários, que constituem a real força do regime Trotsky-Lénine. Não, fala apenas do Gabinete. Evidentemente que também só existe um judeu proeminente na Hungria, mas este é Béla Kun. O Sr. Hard não nos pede que acreditemos, contudo, que seja simplesmente por causa de Trotsky ou Béla Kun que toda a Europa acredita que o Bolchevismo possui uma forte componente judia. De outro modo, a estúpida credibilidade dos gentios seria mais impossível de conceber que a ideia de uma conspiração judaica no pensamento do Sr. Hard. Porque é que seria mais fácil imaginar que os gentios são estúpidos e os judeus são espertos? No entanto, não é demasiado afirmar que Trotsky está no topo, partilhando a posição mais elevada do Bolchevismo com Lenine, e Trotsky é um judeu – ninguém negou isso, nem sequer o próprio Sr. Braunstein (o nome de Trotsky nos EUA).

Mas então, diz o Sr. Hard, os Mencheviques são também liderados por judeus! Este é um facto que vale a pena ter em conta. Trotsky à cabeça dos Bolcheviques; à cabeça dos Mencheviques durante a sua oposição aos bolcheviques estavam Leiber, Martov e Dan – "todos judeus", diz o Sr. Hard.

Julius Martov (Yuly Ossipovitch Tsederbaum)
e
Théodore Dan (Fédor Gourvitch)


Existe, contudo, um partido intermédio entre estes dois extremos, os Cadetes, os quais, segundo o Sr. Hard, são ou eram o partido político burguês mais forte na Rússia. "Têm agora o seu quartel-general em Paris. O seu presidente é Vinaver (Vinaver Maxim Moiseevich) – um judeu". Estes são os factos tais como o Sr. Hard os apresenta. Ele afirma que os judeus, cujos nomes dá, comandam as três grandes divisões da opinião política na Rússia.

E ele exclama, vejam como os judeus estão divididos! Como é que pode haver uma conspiração entre pessoas que lutam entre si? Mas outros, olhando para a mesma situação, podem dizer, vejam como os judeus controlam todas as fases da opinião política na Rússia! Não parece haver aqui razões para sentir que eles estão desejosos de dominar em todo o lado? Os factos estão aí. Que significado tem para a opinião comum que os três grandes partidos da Rússia sejam liderados por judeus? Mas isto não esgota a informação que o leitor trivial pode encontrar no artigo do Sr. Hard. Este vira-se para os Estados Unidos e faz algumas declarações interessantes.

"Há Otto Kahn", diz o Sr. Hard. Bom, às vezes Otto Kahn está lá, e às vezes está em Paris envolvido em assuntos importantes, e às vezes está em Londres a promover certas alianças entre o capital britânico e americano que têm a ver em boa parte com as condições políticas europeias. O Sr. Kahn é considerado um conservador, e isso pode significar tudo e mais alguma coisa. Um homem é conservador ou não segundo o ângulo pelo qual é observado. Os homens mais conservadores na América são realmente os mais radicais; Os seus intuitos e métodos vão às raízes de determinados assuntos; são radicais no seu próprio campo.

Os homens que controlaram a última Convenção Republicana – se não a última, pelo menos a mais recente – são designados conservadores por aqueles cuja visão é restringida por alguns interesse económicos limitados; mas eles são os mais radicais dos radicais. Se se soubesse o que vai na cabeça do Sr. Khan, se ele mostrasse um gráfico do que anda a fazer e do que se propõe fazer, o termo que melhor o descreveria poderia ser substancialmente diferente. De qualquer modo, eis o que diz o Sr. Hard.

Hard, "existe o Sr. Khan. Por outro lado", diz o Sr. Hard, "existe Rose Pastor Stokes". Acrescenta o nome de Morris Hillquit. Eles são, na classificação do Sr. Hard, radicais. E para contrabalançar estes nomes ele acrescenta os nomes de dois gentios Eugene V. Debs e Bill Haywood e anuncia que estes são líderes muito mais poderosos que os dois primeiros. Estudiosos dos poderes mais modernos, dos quais o Sr. Hard, há muito, parecia ser um, não pensam assim. Nem Debs nem Haywood alguma vez geraram em todas as suas vidas uma fracção do poder que Stokes e Hillquit produziram. Tanto Debs como Haywood viveram à sombra de outros.

Rose Pastor Stokes e Morris Hillquit

Para qualquer pessoa informada, tal como ao Sr. Hard neste artigo, vêm nomes judeus à cabeça quando as tendências sociais dos Estados Unidos são passadas em reflexão. É, sem dúvida, bastante instrutivo que ao nomear os líderes do chamado conservadorismo e radicalismo, o Sr. Hard seja levado a usar nomes judeus. Lendo a apresentação do Sr. Hard, é permitido ao leitor afirmar que os judeus lideram ambas as facções aqui nos Estados Unidos.

Mas o Sr. Hard não acabou. "O homem que faz mais do que qualquer outro homem – o homem que faz mais do que qualquer autoridade ou outro homem – para manter a força de trabalho americana anti-radical é um judeu - Samuel Gompers". Este é um facto que o leitor colocará na sua lista - a força de trabalho americana é comandada por um judeu.

Mas, igualmente, "o mais forte sindicato anti-Gompers no país - The Amalgamated Clothing Workers – e, na verdade, muito poderoso e muito grande – é comandado por um judeu, Sidney Hillman". É novamente a situação russa. Os dois extremos dos movimentos, e o movimento que opera dentro do movimento, estão sob a liderança de judeus. Isto, por mais voltas que se dê, é um facto que o Sr. Hard é forçado, pela própria natureza do seu trabalho, a reconhecer.

Samuel Gompers e Sidney Hillman

E o movimento do centro, "the Liberal Middle" [o Centro Liberal] como o Sr. Hard lhe chama, que abarca todo o centro, apresenta no seu artigo os nomes do Sr. Justice Brandeis, Judge Mack and Felix Frankfurter, cavalheiros cujas actividades desde o Dia do armistício dão uma história muito interessante.

A acrescentar a isto, o Sr. Hard apresenta dois outros nomes, "Baron Gunzberg – um judeu" que é "um dedicado funcionário" da embaixada russa do embaixador Bakhmetev, um representante do antigo regime, enquanto o Serviço de Informações Russo, cuja produção literária surge em muitos dos nossos jornais, é dirigida por outro judeu, como lhe chama o Sr. Hard, cujo nome é familiar aos leitores dos jornais, o Sr. A. J. Sack.

A. J. Sack. - Director Americano do Serviço de Informações sobre a Rússia

Não é de forma nenhuma uma lista completa, mas é bastante impressionante. Parece dar relevância aos documentos que o Sr. Hard se esforça para minimizar a uma insignificância ridícula. E leva a pensar que talvez os documentos são tão cuidadosamente escrutinados porque os seus leitores observaram não apenas os factos que o Sr. Hard admite, mas outros ainda mais surpreendentes, e descobriram que os documentos confirmam e explicam as observações. Outros leitores que não tiveram o privilégio de conhecer tudo o que os documentos contêm, têm o direito de o saber dado o interesse entretanto levantado.

Os documentos não criaram a Questão Judaica. Se só existissem estes documentos, o Sr. Hard não teria escrito o artigo aqui discutido nem o Metropolitan Magazine o teria impresso.

O que o Sr. Hard fez foi confirmar num dos lugares mais inesperados que a Questão Judaica existe e que exige uma discussão. Alguém sentiu a pressão quando "The Great Jewish Conspiracy" [A Grande Conspiração Judaica] foi encomendada e escrita.
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terça-feira, agosto 10, 2010

Judeus ricos, judeus pobres, a perspectiva de Louis Farrakhan

Criada em 1930 por Wallace Fard Muhammad, a Nação do Islão misturava fé islâmica com nacionalismo negro. Quatro anos mais tarde, Elijah Muhammad assumiu a liderança do movimento, que nos anos 50 e 60 conheceu uma rápida expansão, impulsionada por figuras como o líder dos direitos civis Malcolm X ou o pugilista Muhammad Ali.

Em 1975, à morte de Elijah Muhammad, o seu filho Wallace Muhammad foi escolhido para lhe suceder. O novo líder ignorou a herança do pai e aproximou-se dos princípios do islão sunita. Em 1978, Farrakhan recuperou a Nação do Islão original, restabelecendo os ensinamentos dos fundadores.


"Os banqueiros internacionais sempre quiseram aquilo a que chamam o equilíbrio do poder no mundo... Os Warburgs, os Rothschilds que financiaram Hitler. Judeus Alemães financiaram Hitler aqui na América… banqueiros internacionais financiaram Hitler e os judeus pobres morriam enquanto os judeus ricos estavam na raiz daquilo a que vocês chamam Holocausto. Porque é que não contam essa? Vão lá e digam aos vossos editores que eu quero publicar isto amanhã. Vocês têm um descaramento extraordinário em chamarem-me anti-semita quando o vosso próprio povo tem sido o mais anti-semita do mundo."

"Os pequenos judeus morrem enquanto os grandes judeus ganham dinheiro. Os pequenos judeus são transformados em sabão enquanto os grandes judeus se lavam com ele. Judeus tocam violino, judeus tocam música, enquanto outros judeus marcham para as câmaras de gás. Nós não estivemos lá. Não tivemos nada a ver com isso. Mas porque é que de repente eu sou anti-semita – digam-me!"

"Aqueles de vocês que estiveram envolvidos no Holocausto, levantem a mão. Percebem o que eu digo. Vocês não mataram nenhum judeu.
E se estivesse a acontecer um Holocausto hoje, não encontrariam nenhum de vós a tocar num cabelo de um judeu, homem, mulher ou criança. Portanto não estivemos envolvidos nisso... Foi o vosso irmão branco, Hitler. Ajudado pelos seus irmãos brancos, Warburg, Rothchild, Lord Milner e Schiff, e Loeb e Kuhn. São os vossos irmãos. Diabo, se eles matam dois milhões, um milhão, cinco milhões, seis milhões, não tivemos nada a ver com isso. O Papa – que é vosso irmão... que era vosso irmão, o vosso irmão branco. Ele olhou para o outro lado. Mas quando se abriram... esses campos, esses campos da morte, o primeiro homem a abri-lo, foi um preto. Maldição, como é que nos podem chamar anti-semitas em face daquilo que fizeram contra o vosso povo?... Estou irritado como o diabo, e às vezes se eu não praguejasse, eu matava."

"Os banqueiros internacionais da Casa de Rothschild... enviaram os seus filhos para cinco países... e através da manipulação e do dinheiro... conseguiram o controlo do Banco de Inglaterra, do Banco de França, do banco de Itália, do Banco de Áustria, e bancos privados começaram a imprimir dinheiro na Europa. Os Rothschilds haveriam de financiar ambos os lados de todas as guerras europeias. Sempre quiseram deitar as mãos ao Banco Central Americano. E finalmente conseguiram-no. Em 22 de Dezembro de 1913, o Congresso promulgou a Lei da Reserva Federal (Federal Reserve Act)."

"Como é que a dívida da rica América cresceu? A forma mais fácil de arranjar dinheiro é começar uma guerra... Na altura em que os banqueiros internacionais tomaram o controlo do dinheiro ao controlarem o Banco Central da América, a Reserva Federal, rebentou uma guerra na Europa e os ingleses enviaram Lord Weissman para a América para encorajar o envolvimento da América na guerra. Os alemães não começaram nenhuma guerra com a América. Lidemos com a verdade porque o vosso governo está cheio de aldrabões e de ladrões e agora é a altura de dizer isso."


Fotografia da Primeira Guerra Mundial

"1917. A América entra na guerra. Nessa altura havia uma dívida de mil milhões de dólares. Agora a América tem de pedir dinheiro emprestado para financiar o esforço de guerra. A quem é que ela está a pedir emprestado? A América está em dívida para com quem?... Depois da Primeira Grande Guerra ter terminado... Max, Felix e Paul Warburg, todos irmãos, e Lord Milner, outro financiador de Hitler. Eles encontraram-se a representar os seus domínios na Conferência de Paz de Paris... Quando vão para a guerra... Eles tiram território a um para dar a outro... e aqui aparecem os banqueiros internacionais outra vez, a financiar os dois lados do mesmo conflito."

"As raízes do comunismo e as raízes do capitalismo provêm do mesmo grupo de pessoas. Os banqueiros internacionais inventaram as duas filosofias, financiaram ambas as filosofias, e quando a Rússia se tornou forte, disseram, agora temos um equilíbrio de poder. Sob Karl Marx, Lenine, e Trotsky, financiados por banqueiros perversos, em que muitos deles eram judeus. Bom, vou parar por aqui. Esta porcaria a que costumam chamar anti-semitismo, é uma cortina de fumo... Serão os brancos sagrados? Podem ter a certeza que não... se os brancos fizeram mal aos negros do mundo e se eu falar nisso, significa que eu sou anti-branco?... Se eu chamar a atenção para o teu mal, de repente sou um racista. Será que têm medo da verdade. Vocês não se importam de escrever isso nos vossos livros, mas não deixam um dos vossos ex-escravos ler os vossos livros e depois lerem vocês."

"Ouviram a minha palestra do nosso feriado (Saviour's Day)? Ouviram-me condenar todos os judeus? [Multidão: «Não!»]. Eu condenei os maus e eles devem ser às vezes ainda piores porque tiveram divulgações...
Imediatamente a seguir, um anúncio de página inteira no The New York Times. Arranjada por quem? ADL - Anti-Defamation League - organização americana que luta contra os efeitos do racismo e discriminação)... Estes são os cães de guarda do governo secreto que manipula presidentes e o Congresso... Quase todos os vossos congressistas pretos são cidadãos honoráveis, membros do Knesset (parlamento israelita). Sabiam disso? A maior parte dos senadores, pretos e brancos, membros honorários do knesset. Os banqueiros internacionais estão a enriquecer ainda mais nesta luta Este–Oeste... A corrida armamentista? A quem enriquece? Aos banqueiros internacionais."
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quinta-feira, novembro 12, 2009

A Questão Judaica e a Revolução Russa de 1917

Na imagem: "1917 – Dia da Revolução"

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1920 - O Sr. Hard afirma que no Gabinete Bolchevique da Rússia Soviética só há um judeu – Leon Trotsky (Lev Davidovich Bronstein). Os Mencheviques são também liderados por judeus - Leiber (Mikhail Issakovich Goldman), Julius Martov (Yuly Ossipovitch Tsederbaum) e Théodore Dan (Fédor Gourvitch). Um partido intermédio, os Cadetes, que, segundo o Sr. Hard, é ou era o partido político burguês mais forte na Rússia, tem como presidente Vinaver (Vinaver Maxim Moiseevich) – outro judeu.

E Hard exclama, vejam como os judeus estão divididos! Como é que pode haver uma conspiração entre pessoas que lutam entre si? Mas outros, olhando para a mesma situação, podem dizer, vejam como os judeus controlam todas as fases da opinião política na Rússia! Não parece haver aqui razões para sentir que eles estão desejosos de dominar em todo o lado?


Henry Ford


[Tradução minha]

Jornal "The Dearborn Independent" - 26 de Junho de 1920:


Há algum tempo atrás, um professor académico de uma universidade americana foi à Rússia em negócios. Era um especialista num departamento muito importante de ciências aplicadas e um observador perspicaz. Entrou na Rússia com o sentimento típico americano sobre o tratamento que o governo daquele povo concede aos judeus. Viveu lá três anos, voltou para casa durante um ano, e voltou para a Rússia por um período semelhante, e após o seu segundo regresso à América pensou que chegara o momento de dar ao público americano informação fiável sobre a Questão Judaica na Rússia. Preparou um artigo muito meticuloso e enviou-o a um editor de uma das mais conceituadas revistas do leste dos Estados Unidos. O editor ficou profundamente impressionado com o que o professor lhe contou – mas disse-lhe que não podia publicar o artigo. O mesmo interesse e escrutínio ocorreu com vários outros editores de revistas de primeiro plano.

Não era porque o professor não soubesse escrever – estes editores pagariam de bom grado qualquer coisa que ele escrevesse sobre outros assuntos. Mas foi-lhe impossível conseguir que este artigo sobre os judeus fosse aceite ou publicado em Nova Iorque.

A Questão Judaica, contudo, acabou por surgir numa revista de Nova Iorque. Era mais uma pedra lançada do campo judeu contra a Questão Judaica para, se possível, a demolir e portanto reafirmar que tal coisa [a Questão Judaica] não existia.

Aliás, este ainda é o único tipo de artigo sobre a Questão Judaica que as grandes revistas, cujos labirintos os supervisores financeiros acham mais interessante vasculhar, estariam dispostas a publicar.

No entanto, o público em geral pode aprender muito sobre a Questão Judaica, mesmo vindo de um artigo cujo objectivo é provar que a Questão Judaica não existe.

Número de Fevereiro de 1920 da Metropolitan

O Sr. William Hard, na edição de Junho do Metropolitan, fez o seu melhor, considerando a utilização que seria suposto fazer do material que tinha à mão. E indubitavelmente as brigadas do telégrafo e da correspondência, que se mantêm vigilantes sobre todas as referências publicadas acerca dos judeus, deram os parabéns atempadamente aos virtuosos editores do Metropolitan pelo seu trabalho no entorpecimento do público.

É de esperar, em nome da Questão Judaica, que o esforço do Sr. Hard tenha uma vasta audiência, porque há muito que aí se pode aprender – muito mais do que seria a intenção do autor.

Ficamos a saber, em primeiro lugar, que a Questão Judaica existe. O Sr. Hard afirma que ela é discutida nas salas de visitas de Londres e Paris. Se a referência a salas de visitas é uma forma de dizer que o assunto é frívolo e pouco importante, ou se representa simplesmente o nível do contacto do Sr. Hard com a Questão Judaica, não é claro. Ele acrescenta, contudo, que um documento relacionado com a Questão Judaica "circulou durante um bom bocado em certos círculos oficiais em Washington". Menciona também um telegrama para o New York World, relativamente à mesma Questão Judaica, que esse jornal publicou. O seu artigo foi provavelmente publicado demasiado cedo ser apercebido da crítica que o London Times fez do primeiro documento referido.

Mas o Sr. Hard disse ao leitor que procura factos objectivos no artigo, que existe uma Questão Judaica, e que esta não existe entre o Zé-povinho mas sobretudo nos círculos onde as evidências do poder e do controlo judeu são mais abundantes. Mais do que isso, que a Questão Judaica está a ser debatida. O Sr. Hard diz-nos tudo isso. Se ele não vai mais longe e não nos diz que a Questão Judaica está a ser discutida com grande seriedade em círculos mais elevados e entre homens de importância nacional e internacional, será provavelmente por um de dois motivos: ou não sabe, ou não a considera em consonância com o objectivo do seu artigo.

Contudo, o Sr. Hard já deixou claro que existe uma Questão Judaica, que está a ser discutida, que está a ser debatida por pessoas que estão em boa situação para ter uma melhor perspectiva sobre o assunto de que estão a falar.

A leitura do artigo de Sr. Hard deixa também claro que a Questão Judaica vem sempre ao de cima sob o tom de conspiração. Evidentemente, o Sr. Hard afirma que não acredita em conspirações que envolvam um grande úmero de pessoas, e é com toda a facilidade que a sua declaração de incredulidade é aceite, porque não há nada mais ridículo para a mente gentia [não judaica] do que uma conspiração em massa, não há nada mais impossível aos olhos de um gentio. O Sr. Hard, supomos, é de origem não judia, e ele sabe como seria impossível juntar gentios em número considerável, por tempo suficiente para levar a cabo mesmo a mais nobre das conspirações. Os gentios não foram feitos para isso. Uma conspiração executada por estes, qualquer que fosse, ruiria como um castelo de areia. Os gentios não possuem a base nem no sangue nem na convicção que os judeus têm para se manterem unidos. O gentio não suspeita naturalmente de conspirações, e muito dificilmente acreditará numa sem que lhe apresentem a prova mais sólida.

Nada há de mais ridículo para os gentios do que uma conspiração

É, portanto, muito fácil compreender a dificuldade do Sr. Hard em lidar com conspirações; o caso é que, para escrever o seu artigo, foi forçado a reconhecer em quase todos os pontos em que sempre que a Questão Judaica é discutida, a ideia de conspiração ocupa uma boa parte dela. De facto, constitui a ideia central no artigo do Sr. Hard, e monopoliza por completo o cabeçalho – "A Grande Conspiração Judaica". A procura por factos básicos no artigo do Sr. Hard revelará a informação adicional de que existem certos documentos que se crê conterem os detalhes da conspiração, ou – para não usar uma palavra que não é simpática e que pode ser enganadora e que não tem sido usada nesta série de artigos – a tendência do poder judaico em alcançar o controlo total. Isto é tudo o que o leitor saberá do Sr. Hard sobre os documentos, só que ele descreve um como "estranho e terrível". Aqui está uma lamentável lacuna na história, porque o Sr. Hard escreve com o objectivo de desacreditar um certo documento, e, no entanto, não nos diz quase nada acerca dele. Documentos infames normalmente desacreditam-se a si próprios. Mas com este documento tal não é permitido. O leitor do artigo é obrigado a aceitar a palavra do Sr. Hard. O estudioso ou o crítico sério sentirá, certamente, que os documentos seriam uma base melhor para uma apreciação inteligente.

Mas, colocando este assunto de lado, o Sr. Hard tornou público o facto de que existem documentos. E então o Sr. Hard faz outra coisa, na medida em que o pode fazer com o material de que dispõe, e sendo o objectivo do artigo o que é, e que passa por mostrar o quão pouco os judeus têm a ver com o controlo dos negócios, mostrando quem são os judeus que controlam certos grupos de negócios. Os nomes são-nos todos trazidos pelo Sr. Hard e apenas ele é responsável por isso, sendo o nosso objectivo ao referi-los mostrar simplesmente o que se pode aprender com ele.

O Sr. Hard apoia-se fortemente nos assuntos russos. Às vezes quase parece que a Questão Judaica foi concebida apenas como a Questão Soviética, que não é, como o Sr. Hard sabe muito bem, e embora as duas questões estejam ligadas, é nada menos que propaganda bem concebida para definir a ficção bolchevista e derrubá-la por acção dos judeus como objectivo destes últimos. Contudo, aquilo que o Sr. Hard oferece como factos é muito instrutivo e muito distante da conclusão que deles retira.

Leon Trotsky (Lev Davidovich Bronstein)

Comecemos pela sua análise dos acontecimentos na Rússia. O Sr. Hard afirma que no Gabinete da Rússia Soviética só há um judeu. Mas esse judeu é Trotsky. Existem outros no governo, evidentemente, mas o Sr. Hard está apenas a falar do Gabinete, por ora. Não está a falar dos comissários, que constituem a real força do regime Trotsky-Lénine. Não, fala apenas do Gabinete. Evidentemente que também só existe um judeu proeminente na Hungria, mas este é Béla Kun. O Sr. Hard não nos pede que acreditemos, contudo, que seja simplesmente por causa de Trotsky ou Béla Kun que toda a Europa acredita que o Bolchevismo possui uma forte componente judia. De outro modo, a estúpida credibilidade dos gentios seria mais impossível de conceber que a ideia de uma conspiração judaica no pensamento do Sr. Hard. Porque é que seria mais fácil imaginar que os gentios são estúpidos e os judeus são espertos? No entanto, não é demasiado afirmar que Trotsky está no topo, partilhando a posição mais elevada do Bolchevismo com Lenine, e Trotsky é um judeu – ninguém negou isso, nem sequer o próprio Sr. Braunstein (o nome de Trotsky nos EUA).

Mas então, diz o Sr. Hard, os Mencheviques são também liderados por judeus! Este é um facto que vale a pena ter em conta. Trotsky à cabeça dos Bolcheviques; à cabeça dos Mencheviques durante a sua oposição aos bolcheviques estavam Leiber, Martov e Dan – "todos judeus", diz o Sr. Hard.

Julius Martov (Yuly Ossipovitch Tsederbaum)
e
Théodore Dan (Fédor Gourvitch)


Existe, contudo, um partido intermédio entre estes dois extremos, os Cadetes, os quais, segundo o Sr. Hard, são ou eram o partido político burguês mais forte na Rússia. "Têm agora o seu quartel-general em Paris. O seu presidente é Vinaver (Vinaver Maxim Moiseevich) – um judeu". Estes são os factos tais como o Sr. Hard os apresenta. Ele afirma que os judeus, cujos nomes dá, comandam as três grandes divisões da opinião política na Rússia.

E ele exclama, vejam como os judeus estão divididos! Como é que pode haver uma conspiração entre pessoas que lutam entre si? Mas outros, olhando para a mesma situação, podem dizer, vejam como os judeus controlam todas as fases da opinião política na Rússia! Não parece haver aqui razões para sentir que eles estão desejosos de dominar em todo o lado? Os factos estão aí. Que significado tem para a opinião comum que os três grandes partidos da Rússia sejam liderados por judeus? Mas isto não esgota a informação que o leitor trivial pode encontrar no artigo do Sr. Hard. Este vira-se para os Estados Unidos e faz algumas declarações interessantes.

"Há Otto Kahn", diz o Sr. Hard. Bom, às vezes Otto Kahn está lá, e às vezes está em Paris envolvido em assuntos importantes, e às vezes está em Londres a promover certas alianças entre o capital britânico e americano que têm a ver em boa parte com as condições políticas europeias. O Sr. Kahn é considerado um conservador, e isso pode significar tudo e mais alguma coisa. Um homem é conservador ou não segundo o ângulo pelo qual é observado. Os homens mais conservadores na América são realmente os mais radicais; Os seus intuitos e métodos vão às raízes de determinados assuntos; são radicais no seu próprio campo.

Os homens que controlaram a última Convenção Republicana – se não a última, pelo menos a mais recente – são designados conservadores por aqueles cuja visão é restringida por alguns interesse económicos limitados; mas eles são os mais radicais dos radicais. Se se soubesse o que vai na cabeça do Sr. Khan, se ele mostrasse um gráfico do que anda a fazer e do que se propõe fazer, o termo que melhor o descreveria poderia ser substancialmente diferente. De qualquer modo, eis o que diz o Sr. Hard.

Hard, "existe o Sr. Khan. Por outro lado", diz o Sr. Hard, "existe Rose Pastor Stokes". Acrescenta o nome de Morris Hillquit. Eles são, na classificação do Sr. Hard, radicais. E para contrabalançar estes nomes ele acrescenta os nomes de dois gentios Eugene V. Debs e Bill Haywood e anuncia que estes são líderes muito mais poderosos que os dois primeiros. Estudiosos dos poderes mais modernos, dos quais o Sr. Hard, há muito, parecia ser um, não pensam assim. Nem Debs nem Haywood alguma vez geraram em todas as suas vidas uma fracção do poder que Stokes e Hillquit produziram. Tanto Debs como Haywood viveram à sombra de outros.

Rose Pastor Stokes e Morris Hillquit

Para qualquer pessoa informada, tal como ao Sr. Hard neste artigo, vêm nomes judeus à cabeça quando as tendências sociais dos Estados Unidos são passadas em reflexão. É, sem dúvida, bastante instrutivo que ao nomear os líderes do chamado conservadorismo e radicalismo, o Sr. Hard seja levado a usar nomes judeus. Lendo a apresentação do Sr. Hard, é permitido ao leitor afirmar que os judeus lideram ambas as facções aqui nos Estados Unidos.

Mas o Sr. Hard não acabou. "O homem que faz mais do que qualquer outro homem – o homem que faz mais do que qualquer autoridade ou outro homem – para manter a força de trabalho americana anti-radical é um judeu - Samuel Gompers". Este é um facto que o leitor colocará na sua lista - a força de trabalho americana é comandada por um judeu.

Mas, igualmente, "o mais forte sindicato anti-Gompers no país - The Amalgamated Clothing Workers – e, na verdade, muito poderoso e muito grande – é comandado por um judeu, Sidney Hillman". É novamente a situação russa. Os dois extremos dos movimentos, e o movimento que opera dentro do movimento, estão sob a liderança de judeus. Isto, por mais voltas que se dê, é um facto que o Sr. Hard é forçado, pela própria natureza do seu trabalho, a reconhecer.

Samuel Gompers e Sidney Hillman

E o movimento do centro, "the Liberal Middle" [o Centro Liberal] como o Sr. Hard lhe chama, que abarca todo o centro, apresenta no seu artigo os nomes do Sr. Justice Brandeis, Judge Mack and Felix Frankfurter, cavalheiros cujas actividades desde o Dia do armistício dão uma história muito interessante.

A acrescentar a isto, o Sr. Hard apresenta dois outros nomes, "Baron Gunzberg – um judeu" que é "um dedicado funcionário" da embaixada russa do embaixador Bakhmetev, um representante do antigo regime, enquanto o Serviço de Informações Russo, cuja produção literária surge em muitos dos nossos jornais, é dirigida por outro judeu, como lhe chama o Sr. Hard, cujo nome é familiar aos leitores dos jornais, o Sr. A. J. Sack.

A. J. Sack. - Director Americano do Serviço de Informações sobre a Rússia

Não é de forma nenhuma uma lista completa, mas é bastante impressionante. Parece dar relevância aos documentos que o Sr. Hard se esforça para minimizar a uma insignificância ridícula. E leva a pensar que talvez os documentos são tão cuidadosamente escrutinados porque os seus leitores observaram não apenas os factos que o Sr. Hard admite, mas outros ainda mais surpreendentes, e descobriram que os documentos confirmam e explicam as observações. Outros leitores que não tiveram o privilégio de conhecer tudo o que os documentos contêm, têm o direito de o saber dado o interesse entretanto levantado.

Os documentos não criaram a Questão Judaica. Se só existissem estes documentos, o Sr. Hard não teria escrito o artigo aqui discutido nem o Metropolitan Magazine o teria impresso.

O que o Sr. Hard fez foi confirmar num dos lugares mais inesperados que a Questão Judaica existe e que exige uma discussão. Alguém sentiu a pressão quando "The Great Jewish Conspiracy" [A Grande Conspiração Judaica] foi encomendada e escrita.
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quarta-feira, janeiro 30, 2008

Judeus ricos, judeus pobres, a perspectiva de Louis Farrakhan

Criada em 1930 por Wallace Fard Muhammad, a Nação do Islão misturava fé islâmica com nacionalismo negro. Quatro anos mais tarde, Elijah Muhammad assumiu a liderança do movimento, que nos anos 50 e 60 conheceu uma rápida expansão, impulsionada por figuras como o líder dos direitos civis Malcolm X ou o pugilista Muhammad Ali.

Em 1975, à morte de Elijah Muhammad, o seu filho Wallace Muhammad foi escolhido para lhe suceder. O novo líder ignorou a herança do pai e aproximou-se dos princípios do islão sunita. Em 1978, Farrakhan recuperou a Nação do Islão original, restabelecendo os ensinamentos dos fundadores.


Discurso de Louis Farrakhan em 19 de março de 1995, na Mesquita Maryam, Chicago, Illinois

Os banqueiros internacionais sempre quiseram aquilo a que chamam o "equilíbrio do poder" no mundo... Os Warburgs, os Rothschilds que financiaram Hitler. Judeus Alemães financiaram Hitler aqui na América… banqueiros internacionais financiaram Hitler e os judeus pobres morriam enquanto os judeus ricos estavam na raiz daquilo a que vocês chamam Holocausto. Porque é que não contam essa? Vão lá e digam aos vossos editores que eu quero publicar isto amanhã. Vocês têm um descaramento extraordinário em chamarem-me anti-semita quando o vosso próprio povo tem sido o mais anti-semita do mundo.

Os pequenos judeus morrem enquanto os grandes judeus ganham dinheiro. Os pequenos judeus são transformados em sabão enquanto os grandes judeus se lavam com ele. Judeus tocam violino, judeus tocam música, enquanto outros judeus marcham para as câmaras de gás. Nós não estivemos lá. Não tivemos nada a ver com isso. Mas porque é que de repente eu sou anti-semita – digam-me!

Aqueles de vocês que estiveram envolvidos no Holocausto, levantem a mão. Percebem o que eu digo. Vocês não mataram nenhum judeu. E se estivesse a acontecer um Holocausto hoje, não encontrariam nenhum de vós a tocar num cabelo de um judeu, homem, mulher ou criança. Portanto não estivemos envolvidos nisso... Foi o vosso irmão branco, Hitler. Ajudado pelos seus irmãos brancos, Warburg, Rothchild, Lord Milner e Schiff, e Lube e Kuhn. São os vossos irmãos. Diabo, se eles matam dois milhões, um milhão, cinco milhões, seis milhões, não tivemos nada a ver com isso. O Papa – que é vosso irmão... que era vosso irmão, o vosso irmão branco. Ele olhou para o outro lado. Mas quando se abriram... esses campos, esses campos da morte, o primeiro homem a abri-lo, foi um preto. Maldição, como é que nos podem chamar anti-semitas em face daquilo que fizeram contra o vosso povo?... Estou irritado como o diabo, e às vezes se eu não praguejasse, eu matava.

Os banqueiros internacionais da Casa de Rothschild... enviaram os seus filhos para cinco países... e através da manipulação e do dinheiro... conseguiram o controlo do Banco de Inglaterra, do Banco de França, do banco de Itália, do Banco de Áustria, e bancos privados começaram a imprimir dinheiro na Europa. Os Rothschilds haveriam de financiar ambos os lados de todas as guerras europeias. Sempre quiseram deitar as mãos ao Banco Central Americano. E finalmente conseguiram-no. Em 22 de Dezembro de 1913, o Congresso promulgou a Lei da Reserva Federal (Federal Reserve Act).

Como é que a dívida da rica América cresceu? A forma mais fácil de arranjar dinheiro é começar uma guerra... Na altura em que os banqueiros internacionais tomaram o controlo do dinheiro ao controlarem o Banco Central da América, a Reserva Federal, rebentou uma guerra na Europa e os ingleses enviaram Lord Weissman para a América para encorajar o envolvimento da América na guerra. Os alemães não começaram nenhuma guerra com a América. Lidemos com a verdade porque o vosso governo está cheio de aldrabões e de ladrões e agora é a altura de dizer isso.

1917. A América entra na guerra. Nessa altura havia uma dívida de mil milhões de dólares. Agora a América tem de pedir dinheiro emprestado para financiar o esforço de guerra. A quem é que ela está a pedir emprestado? A América está em dívida com quem?... Depois da Primeira Grande Guerra ter terminado... Max, Pelix e Paul Warburg, todos irmãos, e Lord Milner, outro financiador de Hitler. Eles encontraram-se a representar os seus domínios na Conferência de Paz de Paris... Quando vão para a guerra... Eles tiram território a um para dar a outro... e aqui aparecem os banqueiros internacionais outra vez, a financiar os dois lados do mesmo conflito.

As raízes do comunismo e as raízes do capitalismo provêm do mesmo grupo de pessoas. Os banqueiros internacionais inventaram as duas filosofias, financiaram ambas as filosofias, e quando a Rússia se tornou forte, disseram, agora temos um equilíbrio de poder. Sob Karl Marx, Lenine, e Trotsky, financiados por banqueiros perversos, em que muitos deles eram judeus. Bom, vou parar por aqui. Esta porcaria a que costumam chamar anti-semitismo, é uma cortina de fumo... Serão os brancos sagrados? Podem ter a certeza que não... se os brancos fizeram mal aos negros do mundo e se eu falar nisso, significa que eu sou anti-branco?... Se eu chamar a atenção para o teu mal, de repente sou um racista. Será que têm medo da verdade. Vocês não se importam de escrever isso nos vossos livros, mas não deixam um dos vossos ex-escravos ler os vossos livros e depois lerem vocês.

Deixem-me ler-vos uma coisa. Está na página 45 deste pequeno livro chamado «Ninguém se atreve a chamar-lhe conspiração» (None Dare Call It Conspiracy), de Gary Allen, do qual eu quero tirar 10,000 cópias e que todos o leiam. Se é uma mentira, eu não a disse, estou apenas a lê-lo.

Ouviram a minha palestra do nosso feriado (Saviour's Day)? Ouviram-me condenar todos os judeus? [Multidão: «Não!»]. Eu condenei os maus e eles devem ser às vezes ainda piores porque tiveram divulgações... Imediatamente a seguir, um anúncio de página inteira no The New York Times. Arranjada por quem? ADL (Anti-Defamation League - organização americana que luta contra os efeitos do racismo e discriminação)... Estes são os cães de guarda do governo secreto que manipula presidentes e o Congresso... Quase todos os vossos congressistas pretos são cidadãos honoráveis, membros do Knesset (parlamento israelita). Sabiam disso? A maior parte dos senadores, pretos e brancos, membros honorários do knesset. Os banqueiros internacionais estão a enriquecer ainda mais nesta luta Este–Oeste... A corrida armamentista? A quem enriquece? Aos banqueiros internacionais.
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quinta-feira, janeiro 24, 2008

O suporte da alta finança mundial à Revolução Bolchevique Russa de 1917

A gravura da capa deste livro foi desenhada pelo cartoonista Robert Minor em 1911 para o St. Louis Post-Dispatch. O cartoon de Minor retrata um barbudo e luminoso Karl Marx na Wall Street com o Socialismo debaixo do braço e recebendo as felicitações dos célebres financeiros J.P.Morgan, o sócio de Morgan George W. Perkins, um orgulhoso John D. Rockfeller, John D. Ryan do National City Bank, e Teddy Roosevelt em fundo. Wall Street está decorada com bandeiras vermelhas. Os aplausos da população sugerem que Karl Marx terá sido um indivíduo muito popular no distrito financeiro de Nova Iorque:



Myron Fagan em 1967 (Texto em português do Brasil):


A Rússia (após a I Guerra Mundial) estaria no lado dos vencedores desta vez, como esteve em 1814 e, portanto, o czar estaria seguramente sentado em seu trono. Aqui, é pertinente observar que a Rússia, sob o regime czarista, era o único país no qual os Illuminati nunca tinham conseguido fazer progressos, nem tinham os Rothschilds conseguido infiltrar seus interesses bancários, de modo que seria mais difícil do que nunca lidar com um czar vencedor. Mesmo se ele pudesse ser atraído para a assim chamada Liga das Nações, era tido como certo que ele nunca aceitaria um governo mundial único.

Assim, antes mesmo da deflagração da Primeira Guerra Mundial, os conspiradores estavam planejando cumprir o juramento de Nathan Rothschild, feito em 1814, de destruir o czar e também matar todos os possíveis herdeiros ao trono, e isso teria de ser feito antes do fim da guerra. Os bolchevistas russos seriam os instrumentos deles nesse plano específico. A partir da virada para o século XX, os líderes bolchevistas eram Nikolai Lenin, Leon Trotsky e, mais tarde, Joseph Stalin. Logicamente, esses não eram seus nomes verdadeiros. Antes da deflagração da Guerra, o quartel-general de Lenin estava em Paris, após o início da guerra ele se refugiou na Suiça. O quartel-general de Trotsky estava na parte baixa de East Side, em Nova York, que era habitado em grande parte por judeus russos refugiados. Tanto Lenin quanto Trotsky tinham barbas suíças e eram descuidados com a aparência. Naquele tempo, essa era uma marca registrada dos bolchevistas. Ambos viviam bem, porém nenhum deles tinha uma ocupação regular. Nenhum deles tinha meios visíveis de sustento, mas ambos sempre tinham muito dinheiro. Todos esses mistérios foram solucionados em 1917. Desde o início da guerra, estranhos e misteriosos acontecimentos estavam ocorrendo em Nova York. Noite após noite, Trotsky entrava e saía furtivamente da mansão de Jacob Schiff e, nas madrugadas daquelas mesmas noites, havia um ajuntamento de homens vagabundos e valentões na parte baixa do East Side, em Nova York. Todos eles eram refugiados russos no quartel-general de Trotsky e todos estavam passando por algum tipo misterioso de processo de treinamento que estava totalmente envolto em mistério. Ninguém falava do assunto, embora tenha vazado que Schiff estava financiando todas as atividades de Trotsky.

Então, subitamente, Trotsky desapareceu, bem como aproximadamente 300 de seus valentões treinados. Na verdade, eles estavam em alto mar, em um navio fretado por Schiff, indo em direcção a um encontro com Lenin e sua gangue na Suiça. Também naquele navio estavam 20 milhões de dólares em ouro [valores da época]; os 20 milhões de dólares foram fornecidos para financiar os bolchevistas a tomarem o poder na Rússia. Antes da chegada de Trotsky, Lenin preparou uma festa em seu refúgio na Suiça. Homens de posição muito importante de todo o mundo foram convidados para aquela festa. Entre eles estavam o misterioso coronel Edward Mandell House, o mentor e amigo íntimo do presidente Wilson, e mais importante, mensageiro especial e confidencial de Schiff. Outro dos convidados esperados era Warburg, da Casa Bancária Warburg, da Alemanha, que estava financiando o Kaiser e a quem o Kaiser tinha recompensado tornando-o chefe da Polícia Secreta Alemã. Além desses, havia os Rothschilds de Londres e de Paris, também Lithenoth, Kakonavich e Stalin (que era então o líder de uma gangue que assaltava trens e bancos). Stalin era conhecido como o "Jesse James dos Urais".

Aqui, preciso lembrá-los que a Inglaterra e a França estavam então em uma guerra contra a Alemanha e que em 3 de Fevereiro de 1917, o presidente Wilson tinha rompido as relações diplomáticas com a Alemanha. Portanto, Warburg, o coronel House, os Rothschilds e todos os outros eram inimigos, mas logicamente, a Suiça era um terreno neutro onde inimigos podiam se encontrar e ser bons amigos, especialmente se tivessem algum esquema em comum. Essa festa de Lenin quase foi estragada por um incidente imprevisto. O navio fretado por Schiff foi interceptado e mantido em custódia por um navio de guerra britânico. Schiff, porém, rapidamente enviou instruções ao presidente Wilson para que ordenasse que os britânicos liberassem o navio intacto com os homens valentões de Trotsky e todo o ouro. Wilson obedeceu. Ele advertiu o governo britânico que se eles se recusassem a liberar o navio, os Estados Unidos não entrariam na guerra em Abril, como ele tinha prometido fielmente um ano antes. Os britânicos deram ouvidos à advertência. Trotsky chegou à Suiça e a festa de Lenin aconteceu como tinha sido planejada. Mas eles ainda enfrentavam aquilo que ordinariamente teria sido o obstáculo intransponível de fazer o bando de terroristas de Lenin e Trotsky cruzar a fronteira e entrar na Rússia. Bem, é aqui que entrou o Irmão Warburg, chefe da Polícia Secreta Alemã. Ele colocou todos aqueles homens em vagões de carga selados e tomou todas as providências necessárias para que eles pudessem entrar secretamente na Rússia. O resto é história. A Revolução Russa ocorreu e todos os membros da família real dos Romanoff foram assassinados.


quinta-feira, janeiro 03, 2008

Os Rockefeller e a Revolução Comunista Mundial

Rockefeller the senior is quoted as having said "Competition is Sin" - A competição é pecado.



Eustace Mullins

Murder by Injection - Chapter 10

O envolvimento dos Rockefeller na promoção da Revolução Comunista Mundial também se ficou a dever aos seus interesses comerciais. Nunca existiu nenhum compromisso com a ideologia marxista, que, como qualquer outra coisa, existia apenas para ser usada. No virar do século (XIX – XX) a Standard Oil estava a competir ferozmente com a Royal Dutch Shell pelo lucrativo mercado europeu. Testemunhos do Congresso Americano revelaram que Rockefeller enviou grandes somas de dinheiro a Lenine e a Trotsky para instigar a Revolução Comunista de 1905. O seu banqueiro, Jacob Schiff, já tinha antes financiado os japoneses na sua Guerra contra a Rússia e tinham enviado um emissário pessoal, George Kennan à Rússia, onde passou cerca de vinte anos a promover actividades revolucionárias contra o Czar. Quando o Czar abdicou, Trotsky embarcou num navio com três centenas de revolucionários comunistas de Lower East Side de Nova Iorque. Rockefeller obteve um passaporte especial para Trotsky do Presidente Woodrow Wilson e enviou Lincoln Steffens com Trotsky por forma a assegurar que este regressaria a salvo à Rússia. Para as despesas de viagem, Rockefeller entregou a Trotsky $10,000.

A 13 de Abril de 1917, quando o navio acostou em Halifax, oficiais dos serviços secretos canadianos prenderam imediatamente Trotsky numa prisão na Nova Escócia. O assunto gerou controvérsia internacional, à medida que governantes de várias nações iam exigindo freneticamente a libertação de Trotsky. Os serviços secretos canadianos sugeriram que Trotsky estava a caminho da Rússia para tirar este país da Guerra, libertando, deste modo, mais exércitos alemães para atacar as tropas canadianas na Frente Ocidental. O Primeiro-Ministro Lloyd George telegrafou, apressadamente, de Londres, dando ordens aos serviços secretos canadianos para libertarem Trotsky imediatamente. Trotsky foi finalmente solto devido à intervenção de um dos mais fieis marionetes dos Rockefeller, o Primeiro-Ministro canadiano Mackenzie King, que era há muito tempo um “homem de mão” dos Rockefeller. King obteve pessoalmente a libertação de Trotsky e enviou-o como emissário dos Rockefeller, encarregado de impor a Revolução Bolchevique. Deste modo, o Dr. Armand Hammer, que reivindica abertamente a sua influência na Rússia como amigo de Lenine, tem afinal um papel insignificante quando comparado com o papel dos Rockefellers no suporte ao mundo Comunista. Embora o Comunismo, como outros ismos, tenha tido origem na associação de Marx com a Casa de Rothschild, esta ideologia contou com o apoio de John D. Rockefeller porque este via o Comunismo por aquilo que ele era, o supremo monopólio, não apenas o controlo do governo, do sistema monetário de toda a propriedade, mas também um monopólio que, tal como as corporações que emula, autoperpetua-se eternamente. O Comunismo era a evolução lógica do monopólio da sua Standard Oil.

Anthony Sutton - as provas da implicação dos Rockefeller na "organização, patrocínio e apoio à Revolução Bolchevique são tão numerosas e avassaladoras que simplesmente não admitem discussão"

Gary Allen, The Rockefeller File, capítulo 9: Building the Big Red Machine - "Para os Rockefeller, o socialismo não é um sistema para redistribuir a riqueza (e muito menos para redistribuir a sua própria riqueza), mas sim um sistema para controlar as pessoas e a competição. O socialismo coloca todo o Poder nas mãos do governo. Como os Rockefeller controlam os governos, isso significa que eles têm o controle. O facto de você não saber não significa que eles não saibam!"

Em 1926, após os bolcheviques terem tomado o poder na Rússia, a Standard Oil de Nova Iorque, dos Rockefeller, e sua subsidiária, a Vacuum Oil Company, através do Chase National Bank (este banco, dos Rockefeller, desempenhou um papel fundamental na fundação da Câmara de Comércio Russo-Americana em 1922, sob a direção de Reeve Schley, vice-presidente do Chase National Bank) concluiu um acordo para vender petróleo soviético nos países europeus. Como parte do preço do acordo, John D. Rockefeller tinha feito um empréstimo de 75 milhões de dólares aos bolcheviques. Como resultado desse pacto, "em 1927, o sócio secreto da União Soviética, a Standard Oil de Nova Iorque, construiu uma refinaria de petróleo na União soviética". "Portanto, John D. Rockefeller", conclui Gary Allen, "o caudilho do capitalismo, ajudou na recuperação da economia bolchevique", embora o governo dos EUA só tenha reconhecido oficialmente o Estado soviético em 1933. Ou seja, os Rockefeller, ricos e influentes, colaboraram com o regime soviético explicitamente contra a Lei do seu próprio país.