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quarta-feira, junho 11, 2008

Arábia Saudita - um Estado fantoche fabricado por Banqueiros Internacionais

Uma mulher é enterrada até à cintura para ser apedrejada até à morte

Como os Banqueiros Internacionais criaram um Estado fantoche chamado Arábia Saudita, possuidor dos mais vastos recursos petrolíferos do planeta, recorrendo a um agente britânico, Ibn Saud (donde o nome - Saudi Arabia) e à sua «irmandade», e implantando à força nesse território uma seita feudal implacável – o Wahabismo – por forma a acautelar qualquer tipo de sublevação popular que possa colocar em causa o estrito controlo do petróleo.

Sobre o Wahabismo, consultar o site islâmico «Wahabismo Exposto»:

«Wahabismo Exposto é um web site Islâmico independente, nossa principal intenção é, através da informação, mostrar a beleza, seriedade e compromisso com a justiça e paz que são intrinsecamente associados à Mensagem Islâmica. «Desmistificando falsas informações, trazendo a verdade à superfície e mostrando a falta de fundamentos islâmicos naquilo que indivíduos infiltrados dentro da Comunidade Islâmica (Ummah) tentam fazer crer e valer como correcto. Tais indivíduos são os Wahabis e todas as Seitas oriundas ou dos mesmos ou que se espelham no seu modus operandi de uma forma geral (Salafi, Neo-Salafi, Deobandi, etc...).»

«Nós convocamos a Comunidade Islâmica e a todos os interessados à realizar uma pesquisa intensa e uma reflexão sincera sobre o que se tem sido ensinado e defendido por esses elementos, actividades que eles levam por diante e têm-se associado ao Islão por aqueles que são mal informados ou mesmo aqueles que possuem interesses contrários ao Islão de uma forma ou de outra. Atitudes como a violência ofensiva, desrespeito à vida de inocentes, mal trato e desrespeito às mulheres, ofensas contra outras religiões, ganância, corrupção, hipocrisia, traição aos oprimidos, compromisso com o colonialismo e neo-imperialismo, ajuda com segundas intenções, criação de intrigas, todas são ligadas aos Wahabis e têm-se espalhado entre a Comunidade Islâmica através das acções dos mesmos e de seus pupilos, ambas atitudes que vem sendo incessantemente mostradas na TV e nas Revistas, que fazem que o Islão, uma Mensagem de Paz, Justiça e Amor, seja associada com Guerras criminosas, Injustiça e Ódio, além da truculência e falta de racionalidade defendidas por esses elementos. Certamente isso não é Islão, e devemos em um esforço conjunto livrar nossa Comunidade e o mundo de uma forma geral da influência e acção desses corruptores.»



Arábia Saudita - o estado fantoche dos Rothchild e dos Rockefeller


A maior parte do plano dos Banqueiros Internacionais para o século XX implicava a destruição do Império Otomano e dependia em boa parte do auxílio aos intriguistas Salafistas. Ainda mais importante era o papel desempenhado pelo estado fantoche da Arábia Saudita, que se veio a tornar o patrocinador do terrorismo salafista. Os sauditas viriam a tornar-se numa peça importante da estratégia para tornar o mundo dependente do petróleo controlado pelos Rockefeller, não apenas incrementando a procura e os lucros, mas aumentando o estrangulamento sobre os governos e as economias mundiais.

Tal como foi mostrado na obra «Os Rothchilds, Winston Churchill e a Solução Final» ("The Rothchilds, Winston Churchill and the Final Solution"), de Clifford Shack, nenhum assunto naval afectaria mais a política externa Britânica do que o debate crucial sobre se a Marinha Real deveria ou não ser convertida da propulsão a carvão para a propulsão a petróleo. O petróleo era não apenas superior ao carvão, mas também o ramo francês dos Rothschilds era, com os Rockefellers, os administradores supremos do negócio do petróleo, tendo formado um cartel mundial com a Standard Oil.

Muitos pensavam que tal conversão era pura estupidez, porque tal significaria que a Marinha não mais poderia contar com o seguro e protegido carvão Galês, mas teriam de depender de distantes e pouco seguros abastecimentos de petróleo da Pérsia, como o Irão era conhecido na altura.

A importância de garantir o fornecimento de petróleo à marinha britânica assumiu um papel central, já que o petróleo ainda não tinha sido descoberto nas suas possessões árabes no Golfo. Em Junho de 1914, Churchill apresentou uma lei que propunha que o governo britânico investisse numa companhia de petróleo, da qual adquiriram depois 51% da Anglo- Persian, que na realidade já era possuída em parte pelo governo britânico, e era financiada em parte pelo banco dos Rothschilds. A Grã Bretanha adquiriu a sua primeira concessão petrolífera, e manteve o seu envolvimento secreto. No Verão de 1914, a Marinha Britânica funcionava já totalmente a petróleo e o governo britânico já tinha assumido o papel de accionista maioritário na petrolífera Anglo-Persian. A companhia cresceu rapidamente, passando a denominar-se primeiro Anglo-Iranian, e finalmente British Petroleum, ou BP.

A Anglo-Persian não era a única companhia que fornecia petróleo à Inglaterra, como Churchill afirmou no Parlamento em 1913, "Não devemos ficar dependentes de nenhuma qualidade, de nenhum processo, de nenhum país, de nenhuma rota ou de nenhum campo. Segurança e certeza no petróleo assentam em variedade e variedade apenas". A Alemanha já se expandiu para a Turquia e para o sul da África. Mas, o movimento da Alemanha para leste já fora limitado pelo controlo britânico de importantes rotas marítimas. Portanto, a Alemanha chegou a acordo com o Império Otomano para a construção de uma linha de caminho de ferro de Berlim a Bagdade. Este acordo era especialmente alarmante, já que dava acesso directo à Alemanha ao petróleo do Médio Oriente, contornando o canal do Suez controlado pelos britânicos. A Grã-Bretanha já tinha impossibilitado o desenvolvimento da linha férrea até ao Golfo Pérsico ao concluir um acordo secreto com o clã Sabath, do Kuwait, outra família secretamente constituída por judeus, parentes dos sauditas através da tribo Anza, para estabelecer o Kuwait como um "protectorado britânico", portanto separando-o do Império Otomano.

(...) [Na estratégia contra o Império Otomano] a Inglaterra utilizou enganosamente a ajuda de Sharif Hussayn de Meca, que pertencia à dinastia Hashemita, descendentes do Profeta, que tradicionalmente administravam os dois locais sagrados de Meca e Medina. Sharif Hussayn era inicialmente aliado dos Otomanos e dos Alemães, mas ficou consternado pela crescente discriminação dos jovens turcos contra os não turcos do Império Otomano. Foi finalmente convencido pelos Britânicos que a sua ajuda seria recompensada com a criação de um império Árabe, abrangendo toda a área entre o Egipto e a Pérsia, com a excepção das possessões imperiais e interesses no Kuwait, Aden, e a costa Síria.

Contudo, de acordo com a perspicaz duplicidade que sempre caracterizou a sua política estrangeira, os britânicos ofereceram-lhe garantias contrárias aos planos que tinham em mente. Os Britânicos também renovaram a sua relação especial com a seita Wahabista, e com o seu chefe, Abdul Aziz ibn Saud. No seguimento do colapso da primeira revolta saudita às mãos de Mohammed Ali Pasha, o movimento Wahabista foi em grande parte reconstituído, mas disputas internas pela sucessão acabaram por dissolvê-lo em 1891. O pai de Ibn Saud, Abdul-Rahman, fugiu com a família para o Kuwait, deixando Riade sob a ocupação otomana. Em Janeiro de 1902, Ibn Saud chefiou uma incursão para recuperar o controlo de Riade.

Os Britânicos procuraram o apoio de Ibn Saud através da ajuda diplomática de "Abdullah" St. John Philby, que supostamente se convertera ao Islão Wahabista, embora também fosse um agente duplo nazi. Em 1915, os Britânicos assinaram com Ibn Saud um "tratado de amizade e cooperação", que seria apoiado com financiamento britânico. Em 1917, o governante saudita estava a receber cinco mil libras por mês.

Por instigação de Lawrence da Arábia, Faisal, o filho de Hussayn, comandou a revolta árabe contra os otomanos. Faisal tomou Damasco em 1918. Cinco dias depois da conquista de Damasco pelas forças de Faisal, entrou em vigor um armistício com o império otomano. O governo otomano colapsou completamente, e o império foi dividido entre as potências vitoriosas. A França e a Grã-Bretanha obtiveram o controlo da maior parte do Médio Oriente enquanto à Itália e à Grécia foi-lhes dado grande parte da Anatólia.

O povo turco recusou aceitar este pacto, contudo, e sob o comando de Mustafa Kemal Ataturk (na foto), o remanescente do movimento dos jovens turcos formou um governo em Ankara, e criou um exército que forçou os gregos e os italianos a sair da Anatólia, enquanto os britânicos e franceses recusaram intervir. Em Salónica, na Grécia, o centro da franco-maçonaria turca, e do movimento dos jovens turcos, muitos judeus alegaram que Ataturk era um «convertido» [Doenmeh], da comunidade de judeus secreta descendentes dos seguidores do falso Messias Shabbetai Zevi que se converteu ao Islão. E em 1923, quando a República da Turquia foi fundada, foi Ataturk quem foi eleito o primeiro presidente da república. Então, em 1924, o califado islâmico foi formalmente abolido, chegando ao fim treze séculos de lei islâmica.

A vitória das forças aliadas contra os turcos otomanos marcaram o princípio do fim da Primeira Guerra Mundial, e as potências centrais renderam-se uma a uma, assinando um armistício a 11 de Novembro de 1918. No fim da guerra, Faisal continuou o seu avanço, e acabou por tomar o que é hoje a Jordânia, grande parte da península arábica e partes do sul da Síria. Contudo, sem conhecimento de Hussayn, os britânicos negociaram secretamente o pacto Sykes-Picot, para dividir o Médio Oriente de acordo com os termos redigidos pelos Rothschild. Divisões arbitrárias foram criadas, existindo muitas delas ainda hoje, incluindo a criação da Síria e do Líbano como protectorados franceses. Hussayn foi traído, e conseguiu apenas o domínio do Iraque, o qual, com a Transjordânia e o Kuwait, eram efectivamente entidades britânicas, tal como a Palestina, o que foi acordado com os sionistas.

O mandato para a Palestina foi delineado por Felix Frankfurter, o proeminente sionista americano, que mais tarde se tornou conselheiro chefe do Presidente Roosevelt na Casa Branca, e também do Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos, e ajudou a fundar a União das Liberdades Civis Americanas (ACLU).

Com a desculpa de que faltava disciplina aos combatentes de Hussayn para manter a região, os britânicos deram apoio ao seu agente Ibn Saud (na foto). Por isso, depois da Primeira Guerra Mundial, com o colapso do império otomano, e com o apoio britânico, Ibn Saud e a sua «irmandade», as tropas de choque do Wahabismo, partiram para a conquista da totalidade da península arábica. Como foi descrito por Algar, no wahabismo: Um Ensaio Fundamental:

«Longe de ter sido um processo espontâneo e autónomo, a propagação do controlo saudita através da península arábica deve antes ser situada na reconfiguração geral do Médio Oriente que estava então em marcha, em grande parte sob os caridosos auspícios dos britânicos, sempre generosos com as terras que não são suas. Seguiu o mesmo padrão da divisão das terras árabes do Crescente Fértil em unidades artificiais; a implantação do sionismo na Palestina sob a protecção do mandato britânico; o estabelecimento da República Turca "secular", e a subida da dinastia Pahvi no Irão

A conquista Wahabista da peninsula arábica, contudo, teve um custo de 400,000 mortos e feridos. Cidades como Taif, Burayda e al Hufa sofreram todas massacres perpetrados por Ibn Saud. É afirmado que os governadores de várias províncias nomeadas por Ibn Saud levaram a cabo 40,000 execuções públicas e 350,000 amputações. O primo de Ibn Saud, Abdullah ibn Musallim ibn Jilawi, o mais brutal da família, atacou a população Xiita, executando milhares de pessoas.

Não obstante, depois de uma visita à recém conquistada península arábica, Rashid Rida publicou um livro elogiando Ibn Saud como o salvador dos lugares santos, um praticante da verdadeira lei islâmica e, dois anos mais tarde, uma antologia das teses Wahabistas. No fim de contas, o salafismo e o wahabismo partilhavam princípios fundamentais. Antes de tudo, um desdém por todos os desenvolvimentos no Islão subsequentes às duas primeiras gerações de muçulmanos, o repúdio do sufismo, a não participação em nenhuma escola do pensamento islâmico (Madhhabs), ou em nenhuma das quatro escolas seguidas pelo Islão Sunita.

Por volta de 1924, os Wahabistas, através do incitamento de "Abdullah" Philby (na foto), reconquistaram Meca, e expulsaram os hashemitas. Seguiram-se protestos contra o vandalismo Wahabista e a crueldade campeou através do mundo muçulmano, mas em 1926, Ibn Saud convocou uma conferência internacional para ratificar o seu domínio sobre Haramayn. E, finalmente, em 1932, o Reino da Arábia Saudita foi oficialmente criado, com o encorajamento britânico. Mesmo muito antes de se tornar rei, o monarca inglês nomeado cavaleiro Ibn Saud, recebeu a Ordem de Bath, uma ordem de cavalaria fundada por Jorge I, o neto de Frederico Eleitor do Palatinado, e a mais alta honra concedida aos não pertencentes à Família Real.

Com a ajuda de Jack Philby, Allen Dulles, um expresidente do Council on Foreign Relations (CFR), que mais tarde viria a ser director da CIA, então a trabalhar para a fima de Sullivan e Cromwell, ajudou as companhias de petróleo de Rockefeller a conquistar a Arábia Saudita, que se tornaria no maior recurso petrolífero do planeta, responsável por quase metade da produção total de petróleo. Em 1933, os sauditas garantiram concessões de petróleo à California Arabian Standard Oil Company (CASOC), empresa afiliada da Standard Oil da California, (Socal, hoje Chevron), dirigida por John D. Rockefeller Jr., um dos membros fundadores do Council on Foreign Relations (CFR).

Em 1936, a Socal e a Texas Oil Company criaram uma sociedade, que mais tarde se iria chamar Aramco, ou a Arabian-American Oil Company. À Socal e à Texaco foram acrescentadas a Standard de New Jersey e a Socony-Vacuum, as predecessoras da Exxon Móbil. Os parceiros da Aramco, Junto com a British Petroleum (BP), a Royal Dutch Shell, e a Gulf Oil uniram-se num cartel para controlar o preço do petróleo, conhecido colectivamente como as Sete Irmãs. Com a família real saudita, elas controlam as maiores reservas de petróleo do mundo.

Em 1945, Roosevelt encontrou-se com Ibn Saud a bordo do navio USS Quincy no Egipto, para formar uma importante aliança económica entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita. Roosevelt agiu de acordo com o conselho de Harold Ickes, então o coordenador do petróleo para a defesa nacional, e um Departamento de Estado que em Dezembro de 1942 realçou, "É nossa firme convicção que o desenvolvimento dos recursos petrolíferos da Arábia Saudita devem ser vistos à luz do amplo interesse nacional". Os sauditas, contudo, seriam incapazes de ceder ao pedido de Roosevelt para aprovar um incremento da colonização judaica da Palestina, devido à tarefa precária que os sauditas se atribuíram a si próprios de fingir defender o Islão, apesar de apoiarem os interesses americanos na região, e travar o resto do mundo árabe de empreenderem acções de agressão contra Israel. Sob as condições que foram estipuladas, seria permitida a entrada ao pessoal técnico e militar americano na Arábia Saudita. Uma base aérea militar norte-americana foi construída em Dharan em 1946. A Inglaterra, contudo, manteve a maior responsabilidade de manter os interesses ocidentais por mais uma década. Em troca, os sauditas declararam guerra às potências do Eixo, fazendo-o um mês depois do encontro com Roosevelt, e foi-lhes permitido serem incluídos na conferência da fundação das nações Unidas.
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quinta-feira, janeiro 24, 2008

O suporte da alta finança mundial à Revolução Bolchevique Russa de 1917

A gravura da capa deste livro foi desenhada pelo cartoonista Robert Minor em 1911 para o St. Louis Post-Dispatch. O cartoon de Minor retrata um barbudo e luminoso Karl Marx na Wall Street com o Socialismo debaixo do braço e recebendo as felicitações dos célebres financeiros J.P.Morgan, o sócio de Morgan George W. Perkins, um orgulhoso John D. Rockfeller, John D. Ryan do National City Bank, e Teddy Roosevelt em fundo. Wall Street está decorada com bandeiras vermelhas. Os aplausos da população sugerem que Karl Marx terá sido um indivíduo muito popular no distrito financeiro de Nova Iorque:



Myron Fagan em 1967 (Texto em português do Brasil):


A Rússia (após a I Guerra Mundial) estaria no lado dos vencedores desta vez, como esteve em 1814 e, portanto, o czar estaria seguramente sentado em seu trono. Aqui, é pertinente observar que a Rússia, sob o regime czarista, era o único país no qual os Illuminati nunca tinham conseguido fazer progressos, nem tinham os Rothschilds conseguido infiltrar seus interesses bancários, de modo que seria mais difícil do que nunca lidar com um czar vencedor. Mesmo se ele pudesse ser atraído para a assim chamada Liga das Nações, era tido como certo que ele nunca aceitaria um governo mundial único.

Assim, antes mesmo da deflagração da Primeira Guerra Mundial, os conspiradores estavam planejando cumprir o juramento de Nathan Rothschild, feito em 1814, de destruir o czar e também matar todos os possíveis herdeiros ao trono, e isso teria de ser feito antes do fim da guerra. Os bolchevistas russos seriam os instrumentos deles nesse plano específico. A partir da virada para o século XX, os líderes bolchevistas eram Nikolai Lenin, Leon Trotsky e, mais tarde, Joseph Stalin. Logicamente, esses não eram seus nomes verdadeiros. Antes da deflagração da Guerra, o quartel-general de Lenin estava em Paris, após o início da guerra ele se refugiou na Suiça. O quartel-general de Trotsky estava na parte baixa de East Side, em Nova York, que era habitado em grande parte por judeus russos refugiados. Tanto Lenin quanto Trotsky tinham barbas suíças e eram descuidados com a aparência. Naquele tempo, essa era uma marca registrada dos bolchevistas. Ambos viviam bem, porém nenhum deles tinha uma ocupação regular. Nenhum deles tinha meios visíveis de sustento, mas ambos sempre tinham muito dinheiro. Todos esses mistérios foram solucionados em 1917. Desde o início da guerra, estranhos e misteriosos acontecimentos estavam ocorrendo em Nova York. Noite após noite, Trotsky entrava e saía furtivamente da mansão de Jacob Schiff e, nas madrugadas daquelas mesmas noites, havia um ajuntamento de homens vagabundos e valentões na parte baixa do East Side, em Nova York. Todos eles eram refugiados russos no quartel-general de Trotsky e todos estavam passando por algum tipo misterioso de processo de treinamento que estava totalmente envolto em mistério. Ninguém falava do assunto, embora tenha vazado que Schiff estava financiando todas as atividades de Trotsky.

Então, subitamente, Trotsky desapareceu, bem como aproximadamente 300 de seus valentões treinados. Na verdade, eles estavam em alto mar, em um navio fretado por Schiff, indo em direcção a um encontro com Lenin e sua gangue na Suiça. Também naquele navio estavam 20 milhões de dólares em ouro [valores da época]; os 20 milhões de dólares foram fornecidos para financiar os bolchevistas a tomarem o poder na Rússia. Antes da chegada de Trotsky, Lenin preparou uma festa em seu refúgio na Suiça. Homens de posição muito importante de todo o mundo foram convidados para aquela festa. Entre eles estavam o misterioso coronel Edward Mandell House, o mentor e amigo íntimo do presidente Wilson, e mais importante, mensageiro especial e confidencial de Schiff. Outro dos convidados esperados era Warburg, da Casa Bancária Warburg, da Alemanha, que estava financiando o Kaiser e a quem o Kaiser tinha recompensado tornando-o chefe da Polícia Secreta Alemã. Além desses, havia os Rothschilds de Londres e de Paris, também Lithenoth, Kakonavich e Stalin (que era então o líder de uma gangue que assaltava trens e bancos). Stalin era conhecido como o "Jesse James dos Urais".

Aqui, preciso lembrá-los que a Inglaterra e a França estavam então em uma guerra contra a Alemanha e que em 3 de Fevereiro de 1917, o presidente Wilson tinha rompido as relações diplomáticas com a Alemanha. Portanto, Warburg, o coronel House, os Rothschilds e todos os outros eram inimigos, mas logicamente, a Suiça era um terreno neutro onde inimigos podiam se encontrar e ser bons amigos, especialmente se tivessem algum esquema em comum. Essa festa de Lenin quase foi estragada por um incidente imprevisto. O navio fretado por Schiff foi interceptado e mantido em custódia por um navio de guerra britânico. Schiff, porém, rapidamente enviou instruções ao presidente Wilson para que ordenasse que os britânicos liberassem o navio intacto com os homens valentões de Trotsky e todo o ouro. Wilson obedeceu. Ele advertiu o governo britânico que se eles se recusassem a liberar o navio, os Estados Unidos não entrariam na guerra em Abril, como ele tinha prometido fielmente um ano antes. Os britânicos deram ouvidos à advertência. Trotsky chegou à Suiça e a festa de Lenin aconteceu como tinha sido planejada. Mas eles ainda enfrentavam aquilo que ordinariamente teria sido o obstáculo intransponível de fazer o bando de terroristas de Lenin e Trotsky cruzar a fronteira e entrar na Rússia. Bem, é aqui que entrou o Irmão Warburg, chefe da Polícia Secreta Alemã. Ele colocou todos aqueles homens em vagões de carga selados e tomou todas as providências necessárias para que eles pudessem entrar secretamente na Rússia. O resto é história. A Revolução Russa ocorreu e todos os membros da família real dos Romanoff foram assassinados.


quinta-feira, janeiro 03, 2008

Os Rockefeller e a Revolução Comunista Mundial

Rockefeller the senior is quoted as having said "Competition is Sin" - A competição é pecado.



Eustace Mullins

Murder by Injection - Chapter 10

O envolvimento dos Rockefeller na promoção da Revolução Comunista Mundial também se ficou a dever aos seus interesses comerciais. Nunca existiu nenhum compromisso com a ideologia marxista, que, como qualquer outra coisa, existia apenas para ser usada. No virar do século (XIX – XX) a Standard Oil estava a competir ferozmente com a Royal Dutch Shell pelo lucrativo mercado europeu. Testemunhos do Congresso Americano revelaram que Rockefeller enviou grandes somas de dinheiro a Lenine e a Trotsky para instigar a Revolução Comunista de 1905. O seu banqueiro, Jacob Schiff, já tinha antes financiado os japoneses na sua Guerra contra a Rússia e tinham enviado um emissário pessoal, George Kennan à Rússia, onde passou cerca de vinte anos a promover actividades revolucionárias contra o Czar. Quando o Czar abdicou, Trotsky embarcou num navio com três centenas de revolucionários comunistas de Lower East Side de Nova Iorque. Rockefeller obteve um passaporte especial para Trotsky do Presidente Woodrow Wilson e enviou Lincoln Steffens com Trotsky por forma a assegurar que este regressaria a salvo à Rússia. Para as despesas de viagem, Rockefeller entregou a Trotsky $10,000.

A 13 de Abril de 1917, quando o navio acostou em Halifax, oficiais dos serviços secretos canadianos prenderam imediatamente Trotsky numa prisão na Nova Escócia. O assunto gerou controvérsia internacional, à medida que governantes de várias nações iam exigindo freneticamente a libertação de Trotsky. Os serviços secretos canadianos sugeriram que Trotsky estava a caminho da Rússia para tirar este país da Guerra, libertando, deste modo, mais exércitos alemães para atacar as tropas canadianas na Frente Ocidental. O Primeiro-Ministro Lloyd George telegrafou, apressadamente, de Londres, dando ordens aos serviços secretos canadianos para libertarem Trotsky imediatamente. Trotsky foi finalmente solto devido à intervenção de um dos mais fieis marionetes dos Rockefeller, o Primeiro-Ministro canadiano Mackenzie King, que era há muito tempo um “homem de mão” dos Rockefeller. King obteve pessoalmente a libertação de Trotsky e enviou-o como emissário dos Rockefeller, encarregado de impor a Revolução Bolchevique. Deste modo, o Dr. Armand Hammer, que reivindica abertamente a sua influência na Rússia como amigo de Lenine, tem afinal um papel insignificante quando comparado com o papel dos Rockefellers no suporte ao mundo Comunista. Embora o Comunismo, como outros ismos, tenha tido origem na associação de Marx com a Casa de Rothschild, esta ideologia contou com o apoio de John D. Rockefeller porque este via o Comunismo por aquilo que ele era, o supremo monopólio, não apenas o controlo do governo, do sistema monetário de toda a propriedade, mas também um monopólio que, tal como as corporações que emula, autoperpetua-se eternamente. O Comunismo era a evolução lógica do monopólio da sua Standard Oil.

Anthony Sutton - as provas da implicação dos Rockefeller na "organização, patrocínio e apoio à Revolução Bolchevique são tão numerosas e avassaladoras que simplesmente não admitem discussão"

Gary Allen, The Rockefeller File, capítulo 9: Building the Big Red Machine - "Para os Rockefeller, o socialismo não é um sistema para redistribuir a riqueza (e muito menos para redistribuir a sua própria riqueza), mas sim um sistema para controlar as pessoas e a competição. O socialismo coloca todo o Poder nas mãos do governo. Como os Rockefeller controlam os governos, isso significa que eles têm o controle. O facto de você não saber não significa que eles não saibam!"

Em 1926, após os bolcheviques terem tomado o poder na Rússia, a Standard Oil de Nova Iorque, dos Rockefeller, e sua subsidiária, a Vacuum Oil Company, através do Chase National Bank (este banco, dos Rockefeller, desempenhou um papel fundamental na fundação da Câmara de Comércio Russo-Americana em 1922, sob a direção de Reeve Schley, vice-presidente do Chase National Bank) concluiu um acordo para vender petróleo soviético nos países europeus. Como parte do preço do acordo, John D. Rockefeller tinha feito um empréstimo de 75 milhões de dólares aos bolcheviques. Como resultado desse pacto, "em 1927, o sócio secreto da União Soviética, a Standard Oil de Nova Iorque, construiu uma refinaria de petróleo na União soviética". "Portanto, John D. Rockefeller", conclui Gary Allen, "o caudilho do capitalismo, ajudou na recuperação da economia bolchevique", embora o governo dos EUA só tenha reconhecido oficialmente o Estado soviético em 1933. Ou seja, os Rockefeller, ricos e influentes, colaboraram com o regime soviético explicitamente contra a Lei do seu próprio país.