quarta-feira, julho 22, 2009

A ida à Lua foi uma fraude?

[Surripiado do Revisionismo em Linha]

A 15 de Fevereiro de 2001, o canal televisivo Fox transmitiu um programa chamado "Conspiracy Theory: Did We Land on the Moon?" [Teoria da Conspiração: Será que pousámos na Lua?]. Convidados do programa alegaram que a tecnologia da NASA nos anos sessenta não era suficientemente avançada para uma alunagem. Em vez disso, ansiosa para ganhar a Corrida Espacial de qualquer maneira, a NASA simulou a parte lunar do programa Apollo em estúdios de cinema.

O certo é que desde 1972 mais ninguém voltou à lua e, entretanto, a tecnologia espacial avançou exponencialmente...


Vídeos legendados em português:

26 comentários:

Ana Camarra disse...

Diogo

Não vejo os filmes porque já conheço.
Ora bem, não sei se viste um filme que é qualquer coisa de Capricórnio, com o Elliot Gould.
nesse filme os astronautas são treinados, metidos num foguetão, é lhes induzido o sono e quando pensam que estão a alunar afinal estão num estúdio de gravação...
O que está previsto no guião é uma tragédia ao reentrar na atmosfera terrestre, mas corre mal porque se apercebem que estão no estúdio, etc...
Bom, a bandeira!
Já me explicaram cientificamente que a bandeira nunca iria ondular.
As lentes especiais de Kubric para o 2001.
Existe a teoria que foram tecnologia NASA para simular a chegada á Lua e que todos relacionados com o seu fabrico morreram como tordos.
Sinceramente não sei, a conquista do espaço entusiama-me assim assim, custa, custou, irá continuar a custar recursos preciosos, é estranho viver num planeta onde existe quem morra de fome e simultaneamente se parta para outros mundos...
Se calhar era melhor resolver as coisas aqui, primeiro?!
beijos

Diogo disse...

Ana, Também não tenho a certeza. O que sei, foi que só o programa Apollo (de 1961 a 1972) custou cerca de 200 mil milhões de dólares (40 mil milhões de contos).

Beijo

Zorze disse...

Diogo,

Já tinha visto estes vídeos.
Sem dúvida ficam muitas questões no ar?
Nem que seja as várias mortes "misteriosas" de funcionários da NASA e o secretismo em torno da área 51.
Sem esquecer a grande capacidade cinematográfica de Hollywood. Capaz de criar sonhos!

Abraço,
Zorze

alf disse...

Oh meu caro, não habia necessidade...

essa do vento para a bandeira ondular... então os americanos programam uma viagem à lua e são tão estúpidos que levam uma bandeira que precisa de vento? rsrsrs

Depois, na Lua, como não há vento, a poeira é muito fina e molda os passos de quem a pisa, naturalmente..

Mas isto são conjecturas. Há, porém, uma coisa que eu sei de certeza: uma das missões Appolo posteriores (11?)deixou lá um reflector que serve para fazer as medidas da distância Terra-Lua, efectuadas por laboratórios de outros países, nomeadamente a França. E fez muito bem porque essas medidas medem o afastamento anual da Lua, que tem exactamente o valor previsto pela minha teoria da Evanescência (3,8 cm por ano).

Este post mostra bem como se podem desenvolver «teorias de conspiração» seja sobre que assunto fôr. É tão fácil como um jurista fazer um parecer de encomenda (eu fiz muitos mesmo sem ser jurista) ou um cientista provar seja o que fôr por análise matemática (divertia-me a provar matematicamente por análise de dados uma coisa e o seu oposto, mesmo sem ser cientista) ou um jornalista fazer uma reportagem sensacionalista onde não há sensação nenhuma (nisso, ninguém bate os documentários da BBC, nem mesmo a TVI).

VouNaBroa disse...

Caro Alf,
sem querer por em causa se foi uma fraude, ou não...
Gostava que comentasse dois dos argumentos apresentados (já que aparentemente não questiona o acontecimento) que me ficaram a trabalhar no pensamento depois de ver os videos sugeridos.
A questão das sombras com direcções diferentes, e as miras apresentadas nas fotos supostamente tiradas na Lua.
Agradeço antecipadamente.
Cumprimentos

ovigia disse...

@alf

creio que ninguém contesta que tenham existido missões não tripuladas que obtiveram diversos dados e deixaram lá instrumentos, exactamente com o que se passa neste momento com Marte.
Como tal presumo que tenham deixado lá esses instrumentos sem a necessidade de nenhuma missão tripulada.

@vounabroa

as sobras em direcções diferentes já foram explicadas, se for ao meu blog tenho lá um video feito à pouco tempo que demonstra como se pode com uma única fonte de luz ter sobras com diferentes direcções, se procurar no youtube por mythbusters encontra o video.

eu neste momento estou 50/50 em relação a ter ou não sido possivel, algo que gostaria de ver explicado é a razão pela qual a kodak nunca colocou à disposição de outros fotografos o tipo de filme usado supostamente na lua.

agora do que não há duvidas nenhumas foi que quer a tecnologia dos EUA quer da ex URSS tiveram origem no extremo avanço de diversos campos levado a cabo pelos NAZIS, desde aviões a jacto como o ME-262, fisica quantica, fisica nuclear, foguetes, visão nocturna etc etc.

e ainda hoje se especula sobre algo ainda bem mais avançado, antigravidade o famoso projecto The bell!

J.S. Teixeira disse...

José Sócrates diz que "“Ainda está para nascer um primeiro-ministro que faça melhor do que eu”. Novo artigo sobre essas declarações do nosso PM e acerca das propostas do seu "amiguinho do Seixal", Samuel Cruz. Tudo no blogue O Flamingo.

Filipe disse...

Uns fulanos auto-intitulados Mythbusters "provaram" a falsidade destas, e até outras objecções:

http://mythbustersresults.com/episode-104-nasa-moon-landing

Para o efeito, até foram gentilmente auxiliados pela NASA...

Esta questão talvez nunca venha a ser completamente provada, de forma unânime e inequívoca, nem para um lado, nem para o outro. Tal como o assassinato de Kennedy, o "Holocausto", e o 11 Setembro, mais facilmente o mundo acabava, do que os mentores do segredo (a existir) diriam a verdade.

Filipe disse...

P.S. Os Mythbusters não explicaram:
- a questão da radiação (em boa verdade, impossível de testar).
- a ausência de cratera abaixo da nave.
- a ausência de pó nos apoios da nave.
- as 6 aterragens "fáceis" da nave, que era tão difícil de pilotar na Terra.
- as mortes estranhas de tanta gente do programa espacial...

ailhadosamores disse...

Outra coisa que eles não explicaram -entre outras. já se vê - foi o sofrimento pungente dos 3 astronautas, tão visível na conferência da Imprensa que deram a seguir à quarentena.

Bom filme, Diogo. Publiquei sobre isto anos atrás no princípio do meu blogue, e o que então encontrei a este respeito, era muito inferior.

Aurora disse...

Os Americanos terão ido à Lua?
Pode ser que sim pode ser que não.
No entanto as sucessivas administrações norte-americanas têm mentido tanto que não me admira nada que as pessoas perante tais provas duvidem da ida à Lua.
A 1ª grande mentira (se não houve outras antes) foi a explosão do Maine na baía de Havana em 15 de Fevereiro de 1898. Morreram 266 tripulantes e DOIS OFICIAIS. As consequências desta explosão todos conhecemos.
A seguir a esta houve muitas e muitas outras mentiras com consequências trágicas.
Até à invasão do Iraque pelas causas que todos conhecemos. Resultado centenas de milhares de mortos centenas de milhares estropiados, milhões de refugiados, um país destruído que nunca mais será o mesmo.
Terão mesmo os americanos ido à Lua?
PS: Por vezes repetem as mentiras,
na guerra do Vietname fizeram a cena do barco atacado, para bombardearem o Norte do país.

ailhadosamores disse...

Quanto à explicação d 'Os Mythbusters:

Eles explicam uma situação das sombras a qual não servirá para explicar outros casos da sombra errada, me parece.

E quanto ao fato iluminado, também achei o resultado que eles tiveram muito diferente da fotografia que eles depois colocaram. No resultado da experiência, o fato está bastante menos iluminado do que nas fotografias, embora receba luz da reflexão, logicamente.


Quanto à área 51… podem crer que eles têm muito mais que esconder que os cenários de Apollo - os quais aliás seriam muito fáceis de guardar ou destruir. As filmagens Apollo não são nem por sombras a razão desse secretismo.

Anónimo disse...

Bom.. em 1969 não terão ido mas em '72 já foram? Três anos contam assim tanto na perpectiva multi-anual do programa Apollo?

O Trigo e o Joio disse...

caro Ovigia...

O projecto dos nazis a que se refere era chamado VRIL e na realidade este era o nome de uma Sociedade. O que os nazis fizeram foi desenvolver um veicúlo, em forma de disco, que atigia velocidades vertiginosas, mas que tinha o problema maior de não poder mudar de direcção.

Para uma informação mais detalhada pode consultar este site. Mas existem muitos outros.

http://www.stevequayle.com/High.Jump/Vril.and.Andromeda.html

saudações

O Trigo e o Joio disse...

Quero fazer uma rectificaçao ao meu anterior comentário, pois fiz confusão com aquilo que O Vigia havia escrito.
Tem razão quando se refere ao projecto The Bell.
Apresento o meu pedido de desculpas.

PRODUCTIONS disse...

Diogo,

se quiser dar uma vista de olhos a estes links sobre o caso Apollo:

http://aulis.com/jackstudies_14.html

http://www.geocities.com/apolloreality/

1 Abraço.

Apache disse...

Bom, vistos os quarenta e poucos minutos do documentário da Fox, aqui vão os comentários, prometidos ontem, no ‘post’ acima.
Em relação ao documentário (que não conhecia)…
1- Detectei dois erros:
O primeiro a referência a não se ouvirem os motores do módulo lunar. Não têm de se ouvir porque o som não se propaga no vazio. O som que nos chega não pode ter sido captado pelas câmaras que trazem presas ao facto mas por um microfone colocado dentro do capacete, onde há ar;
O segundo, as referências às temperaturas. Alguém diz que na sombra do módulo lunar deveriam estar -250 ºC e na luz cerca de 250 ºC. A NASA (no seu site) aponta uma variação das temperaturas à superfície da Lua entre -233 ºC e 123 ºC [http://solarsystem.nasa.gov/planets/profile.cfm?Object=Moon&Display=Facts&System=Metric]. Estes valores só têm credibilidade se forem medidos no solo, pois acima dele está o vazio e neste não é possível definir temperatura, devido à inexistência de matéria. Claro que qualquer material colocado na sombra de outro objecto, arrefeceria progressiva e continuadamente, pois irradiaria para o espaço, perdendo energia. Por oposição, qualquer objecto exposto à luz solar, aqueceria continuamente, dependendo a sua temperatura, do tipo de material de que é feito (os metais, por exemplo, aqueceriam muito rapidamente).
2- Achei paupérrimas, as tentativas de explicação do senhor da NASA. Não me lembro de o ter ouvido apresentar um único argumento a refutar as afirmações dos “conspiradores”.
3- Três questões, relacionadas com as imagens do documentário, que o filme não foca e me parecem de significativa importância:
Porque é que existe tanto pó fino a cobrir o solo (alegadamente) lunar? Na Lua não há erosão, os meteoritos (rochas e pedaços de metais) atingem o solo sem sofrerem fricção, não será lógico que, com o impacto, se despedacem em pequenas rochas de múltiplos tamanhos e que pouco se pulverizem? Não esperava ver imagens da “Lua” com tanto pó finíssimo, por comparação a tão poucas rochas de pequenas dimensões;
Porque é que ficamos com a impressão que o horizonte é ali tão perto? Tendo os astronautas pousado numa vasta planície, nem as fotos nem os vídeos nos dão ideia da vastidão da mesma;
Porque é que, por mais que uma vez, os astronautas decidiram correr? Nem a mim, que pratiquei atletismo durante quase uma década, me ocorria a ideia de correr, quando pisasse um mundo de gravidade 6 vezes inferior à do meu e ausência total de resistência do ar. Ao mais pequeno balanço para a frente em vez de corrida tínhamos rebolanço.
4- Duas outras questões que vi abordadas algures na “Net”, as quais gostaria de ver abordadas num documentário deste tipo:
A questão da comunicação entre os astronautas “na Lua” e o centro operacional em Houston. As comunicações foram ou não efectuadas a velocidades superiores à da luz?
As rochas “Lunares trazidas” por várias missões Apolo. Existem ou não rochas iguais aqui na Terra? Quantos laboratórios estudaram (até hoje) estas rochas? Qual o método usado para as datar e que resultado foi obtido?

Apache disse...

O comentário teve de ser partido porque não cabia, aqui vai o resto…

5- Dos comentários aqui deixados antes:
No endereço deixado pelo Filipe, [http://mythbustersresults.com/episode-104-nasa-moon-landing] apenas a explicação da ondulação da bandeira me parece aceitável, ainda que nas imagens do documentário não parece haver significativo agitar da dita por parte dos astronautas. Repare-se que apenas o tecido da bandeira oscila e não a sua haste, dando a nítida ideia de vento e não de conservação do momento linear devido à ausência de energia dissipada (por não haver ar). As restantes explicações além de vagas, não me convencem minimamente.
Do comentário do Alf: “Mas isto são conjecturas. Há, porém, uma coisa que eu sei de certeza: uma das missões Appolo posteriores (11?)deixou lá um reflector que serve para fazer as medidas da distância Terra-Lua”
Alf, pode explicar se este reflector tinha de ser colocado por um humano? De que tipo de reflector se trata? Que comprimento de onda tem a radiação que para ele se aponta para efectuar a medida? Este reflector não pode ser um pedaço de ferro de um asteróide? E um pedaço de uma sonda que se despenhasse na superfície lunar?
6- Em jeito de conclusão que o comentário já vai longo:
Na minha modesta opinião, o filme e as fotos não foram feitos na Lua, o que não significa que lá não tenham ido. Talvez achassem que sem imagens os cépticos seriam mais e na impossibilidade de as obterem, inventaram.
Esta questão carece de análises independentes e credíveis, das rochas, com publicação dos relatórios integrais dessas análises. Ainda assim, mesmo que se prove que as rochas são do solo lunar (coisa que não me parece fácil de provar, sem margem para dúvidas), poder-se-á admitir que elas foram recolhidas por um robot e não por humanos. Em suma, acreditar que o Homem alunou é uma questão de fé e eu, também neste caso, alinho do lado dos cépticos.
Já agora, uma pergunta inconveniente: Quando no início deste século (em 2002, se não me engano) o Edwin Aldrin foi confrontado com um céptico que lhe pediu que jurasse com a mão sobre a bíblia que tinha pisado a Lua, este reagiu, socando o interlocutor. Sendo ele um presbiteriano “fanático”, não seria esta uma forma de granjear “crentes” na alunagem?

alf disse...

Apache

O reflector é um dispositivo constituido por uma série de cones com abertura de 90º, altamente precisos, que servem para reflectir para a Terra um raio laser enviado a partir da terra - este reflecte-se duas vezes no cone e inverte-se assim o sentido.

Não pode ser, pois, um qualquer objecto, mas um dispositivo de precisão; e a sua colocação também exige rigor, tem de ficar bem virado para a Terra, ou seja, com uma inclinação em relação à superfície da Lua que depende do ponto desta - um pouco como os paineis solares na Terra têm de ter uma certa orientação e uma inclinação dependente da latitude.

Isso deve vir tudo descrito na Wikipedia, por certo.

O seu raciocínio em relação às temperaturas está essencialmente correcto mas note o seguinte:a temperatura que atinge um corpo exposto à radiação solar no vácuo é uma função da energia que ele absorve; como saberá, um corpo radia uma energia que varia com a quarta potência da sua temperatura absoltua, ou seja, para dobrar a temperatura absoluta é preciso aumentar 16 vezes a energia absorvida para equilibrar a energia radiada com a absorvida.

A energia absorvida, por seu lado, é uma parte da energia que incide sobre o corpo - a outra parte é reflectida.

Assim um corpo de cor negra, tipicamente, absorve uma grande parte da energia solar; mas um corpo de cor clara, ou espelhado, uma cobertura de folha de alumínio, reflecte quase toda a energia incidente. É por isso que os factos dos astronautas são reflectores.

os veiculos destinados a funcionarem na superfície lunar (ou marciana) têm engenhosos sistemas de climatização para evitar que as variações de temperatura que sofrem quando passam de zonas de sombra para de iluminação e vice-versa afecte a electrónica interior.

Por último: porque é que a ida à Lua levanta tanta dúvida se não há dúvida nenhuma que há muito tempo se faz algo muito mais dificil, que é construir e viver numa estação espacial??

Apache disse...

Alf, obrigado pela explicação do reflector lunar. Esclarecido ainda que nada convencido.
Também, na generalidade, de acordo com a explicação que apresenta da Lei de Stefan-Boltzmann. No entanto, convém não esquecermos que na Lua não havendo atmosfera, toda a radiação solar está disponível para incidir na sua superfície, não apenas (como na Terra) as radiações de frequência igual ou inferior a UVB. Foram 2 horas (se a memória não me atraiçoa) de “passeio” lunar.

“Por último: porque é que a ida à Lua levanta tanta dúvida se não há dúvida nenhuma que há muito tempo se faz algo muito mais difícil, que é construir e viver numa estação espacial??”
Curiosamente, durante anos, apenas os soviéticos eram capazes de o fazer. A ISS fica a 600 km da Terra, a Lua a 384 mil km.

alf disse...

Apache

Os astronautas também passeiam no exterior da estação orbital e, que eu saiba, não o fazem de «noite».

o problema da distãncia nas viagens espaciais é o problema do tempo que elas demoram, porque a dificuldade motora está na saída da Terra. Ora os astronautas estão na estação espacial muito mais tempo que o necessário para ir à Lua.

Colocar homens na Lua tem muito pouco interesse prático, o seu interesse é sobretudo mediático. Uma estação espacial é muito mais útil «pousada» numa órbita terrestre do que pousada na Lua.

Só há interesse em ir para outro planeta se este fornecer meios de suporte de vida que compensem a necessidade de os transportar a partir da Terra; caso contrário é mais fácil fazer as coisas no espaço.

Filipe disse...

Mais um link, que encontrei por acaso:

http://www.badastronomy.com/bad/tv/foxapollo.html

Tentam responder a todas as objecções.

Apache disse...

Para o Alf...
“Os astronautas também passeiam no exterior da estação orbital e, que eu saiba, não o fazem de «noite».”
Ao que consta fazem-no de dia e de noite. Aqui [http://www.esa.int/esaCP/SEMADXIZBQE_Portugal_0.html] a ESA refere um passeio espacial que durou 6 horas e 20 minutos, ora, como a Estação Espacial (ISS) mergulha na sombra da Terra (noite) 46 minutos depois de, de lá ter saído, este passeio corresponde a mais de “4 dias e 4 noites” na estação [recordo que a ISS completa uma volta à Terra, a cada 1 hora e 32 minutos, à velocidade de 27 700 km/h]).
Aproveito para corrigir um lapso meu no comentário anterior: a altura da ISS é de 360 km (e não 600, como por lapso referi).
Já agora, umas declarações interessantes, a propósito de "passeios espaciais: “Durante o tempo em que fiquei a flutuar livremente, fora da aeronave, estive virado contra o sol. A intensidade da luz era enorme e a força do calor era incrível.” [Alexei Leonov, 1º homem a caminhar no espaço, em 1965 (fê-lo durante 10 minutos)]

Blanket disse...

Apache, comentando sobre o som dsaas turbinas não se propagarem no vácuo. Pensei nisso na hora que eu vi o comentário no vídeo, mas logo percebi que ainda estava no lançamento, porém ainda estava em atmosfera terrestre, onde a ar.

kareka disse...

foram tanto á lua como terem morto o Bin Laden. Os americanos julgam-se os maiores e niso têm razão, sao os maiores aldraboes do mundo!

Anónimo disse...

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