quinta-feira, maio 14, 2015

No campo de concentração nazi de Treblinka, não apenas foi autorizado a todos os prisioneiros judeus casar, como lhes foi permitido criar uma "espécie de cabaré" onde havia música, dança e bebidas nas noites de Verão...




(Tradução minha)

«Segundo Jean Francois Steiner, que escreveu um livro chamado "Treblinka", com prefácio de Simone de Beauvoir, os prisioneiros privilegiados no campo tinham uma "boa vida". Era-lhes permitido, a todos, casar no campo, e o comandante do campo, Kurt Franz, dirigia as cerimónias de casamento. Depois de uma celebração de um casamento, os prisioneiros tiveram a ideia de fazer uma "espécie de cabaré," onde havia música, dança e bebidas nas noites de Verão.»


Do site CountryTimes.com:

Treblinka foi um campo da morte localizado a cerca de 100 quilómetros de Varsóvia, na Polónia, e uma das mais cruéis instalações criadas para levar a cabo a "solução final". Treblinka, que esteve em operação de Julho de 1942 até Outubro de 1943, foi o lugar onde aproximadamente 870,000 Judeus foram assassinados.

"Dachau, em comparação, era um hotel", afirmou o sobrevivente de Treblinka, Edi Weinstein. "Treblinka era pior que Auschwitz. Em Auschwitz eles matavam as mulheres, as crianças e os velhos imediatamente, mas ficavam centenas de milhares de outros a trabalhar nas indústrias (à volta do campo de concentração). Quando se vêem fotografias de prisioneiros com números tatuados (em Auschwitz), esses eram trabalhadores. Em Treblinka não havia nomes, nem havia números – matavam toda a gente. Alguns Judeus eram colocados a trabalhar, mas apenas para matar os outros." Na verdade, nos meses finais do campo, 99% das vítimas morria num espaço de duas horas depois de chegar a Treblinka.


Retirado do site scrapbookpages.com:

Treblinka ficou apenas atrás de Auschwitz no número de Judeus que foram mortos: aproximadamente 870,000 comparados com os cerca de um milhão e cem mil em Auschwitz. Raul Hilberg, defendeu no seu livro em três volumes, "The Destruction of the European Jews" [A destruição dos Judeus Europeus], que existiam seis centros de extermínio nazis, incluindo Treblinka. Os outros campos de extermínio eram Belzec, Sobibor, Chelmno, Majdanek e Auschwitz-Birkenau, todos eles localizados no que é hoje a Polónia.

O primeiro comandante do campo da morte de Treblinka foi o SS-Obersturmführer (primeiro-tenente) Irmfried Eberl, que esteve nesse cargo de Julho de 1942 até Setembro de 1942. Teve como sucessor o Obersturmführer Franz Stangl, que foi comandante do campo desde Setembro de 1942 até Agosto de 1943. Antes de estar à frente do campo de Treblinka, Stangl foi comandante do campo da morte de Sobibor e, antes disso, fazia parte do grupo de trabalho de Schloss Hartheim, onde os deficientes físicos e mentais alemães eram enviados para serem gaseados.

Franz Stangl foi prisioneiro dos Aliados depois da Guerra, mas foi libertado dois anos depois sem ter sido levado a julgamento. A seguir à sua libertação, foi para Itália onde foi ajudado pelo Vaticano a fugir para a Síria, onde viveu com a sua família durante três anos. Em 1951, foi para o Brasil onde viveu usando o seu nome verdadeiro.

Stangl era natural da Áustria, mas, durante anos, as autoridades austríacas recusaram-se a levá-lo a julgamento pela morte de milhares de Judeus em Treblinka. Finalmente, em 1961 foi emitida uma ordem de prisão pelo assassínio de milhares de Judeus em Treblinka. Mas foi só ao fim de seis anos que Franz Stangl foi capturado no Brasil pelo famoso caçador de nazis, Simon Wiesenthal; Franz Stangl trabalhou numa fábrica da Volkswagen em São Paulo, usando sempre o seu nome verdadeiro.

Franz Stangl foi levado a tribunal na Alemanha Ocidental, acusado da morte de 900,000 pessoas em Treblinka, Sobibor e Schloss Hartheim. Stangl confessou os assassínios, mas disse em sua defesa, “a minha consciência está limpa. Só fiz o meu dever...”

Depois de um julgamento de seis meses no tribunal alemão, Stangl foi considerado culpado a 22 de Outubro de 1970, e sentenciado a prisão perpétua em 1971; morreu na prisão em Dusseldórfia a 28 de Junho de 1971.


O terceiro e último comandante de Treblinka foi o SS-Untersturmführer (segundo-tenente) Kurt Franz que esteve no cargo de Agosto de 1943 até 3 de Outubro de 1943. Franz era um homem bem-parecido e tinha por alcunha junto dos prisioneiros o nome "Lalka". Lalka é o termo polaco para boneco. A palavra alemã para boneco é Puppe, um termo ridículo quando aplicado a um homem.

Depois da guerra, Kurt Franz foi julgado num tribunal alemão, a par de outros nove oficiais alemães que trabalharam em Treblinka; foi sentenciado a prisão perpétua. A matança de Judeus em Treblinka não o preocupou minimamente; o álbum de fotografias que ele compilou enquanto trabalhou no campo como ajudante de Franz Stangl, e mas tarde como comandante, tinha por título "Schörne Zeiten", que significa "Bons Tempos".

Tal como no campo de concentração de Buchenvald, o campo de Treblinka tinha também um jardim zoológico para entretenimento do pessoal das SS e de alguns prisioneiros privilegiados, chamados Kappos, que ajudavam os alemães no campo. Treblinka também tinha uma orquestra e um bordel para o pessoal das SS.

Segundo Jean Francois Steiner, que escreveu um livro chamado “Treblinka,” com prefácio de Simone de Beauvoir, os prisioneiros privilegiados no campo tinham uma “boa vida”. Era-lhes permitido, a todos, casar no campo, e Kurt Franz (o comandante) dirigia as cerimónias de casamento. Depois de uma celebração de um casamento, os prisioneiros tiveram a ideia de fazer uma “espécie de cabaré,” onde havia música, dança e bebidas nas noites de Verão.



O seguinte é citado do livro de Steiner:

Quando “Lalka” ("Boneco" - o comandante Kurt Franz) ouviu falar sobre o que se passava, longe de o proibir, arranjou, ele próprio, bebidas e encorajou os homens das SS a participar. O primeiro contacto foi pouco cordial, mas os homens das SS sabiam como fazer as pessoas esquecerem-se de quem eles eram, e rapidamente a sua presença foi ignorada. Para além das danças, havia também números de cabaré. O gelo quebrou-se entre os Judeus e os homens das SS. Este facto não evitava que os SS assassinassem os Judeus durante o dia, mas a perspectiva de terem companhia para a festa daí a algumas horas, suavizou-os.


[...] O ponto alto das festividades foi inquestionavelmente o aniversário de Arthur Gold (um músico famoso Judeu de Varsóvia). Um imenso buffet foi colocado na oficina do alfaiate, que os oficiais das SS decoraram eles próprios. Convites escritos à mão foram enviados a cada membro da aristocracia do campo. Foi o maior acontecimento social da época e todos estavam desejosos de usarem as suas melhores roupas [...] As mulheres arranjavam o cabelo umas às outras e vestiam os melhores vestidos da loja, roupa simples para as raparigas e decotadas para as mulheres. [...] Arthur Gold superou-se a si mesmo nos brindes que precederam as festividades. Ele insistia em agradecer aos alemães pela maneira como estes tinham tratado os Judeus.


[...] Uma noite, um ucraniano trouxe um acordeão e os outros começaram a dançar. A cena atraiu alguns Judeus que, no princípio do Verão, estavam cada vez mais desconfortáveis no seu "cabaret". As noites eram suaves e estreladas, e se não fosse pelo fogo perpétuo que se espalhava pelos céus, com as suas longas chamas [os corpos dos prisioneiros Judeus gaseados eram queimados em duas grandes piras], julgar-se-ia que se estava numa praça de uma qualquer vila ucraniana no pico de Verão. Estava lá tudo: a fogueira, a dança, as saias multicoloridas e a frescura da noite. As amizades surgiram. Só pelo facto de que, todas as manhãs, alguns homens iriam matar outros homens, tal não era razão para ficar de mau humor.

16 comentários:

Thor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Thor disse...

mais um bom post...

http://hyperborea-land.blogspot.pt/2015/02/a-verdade-de-auschwitz.html

em Auschwitz também havia até campos de futebol e salas de lazer, costura para mulheres, etc, etc
porque os nazis iriam ter o trabalho de construir tudo isso, se a intenção fosse simplesmente matá-los ou gaseá-los? não faz qualquer sentido.


http://nodisinfo.com/wax-dummies-other-freak-show-fakes-arch-zionist-holocaust-hoax/

http://nodisinfo.com/holocaust-against-jews-is-a-total-lie-proof/


http://40.media.tumblr.com/c17e68e2948e4cb5d420c6fb10600e70/tumblr_nivh87BSun1tmuugdo1_400.jpg


judeus sem qualquer emagrecimento ou escanzelamento aquando da libertação, fotos que se provaram ser falsas e manipuladas, câmaras de gás que nunca existiram, etc, etc

http://4.bp.blogspot.com/-XQLlk0dMYR4/U_t915ITmUI/AAAAAAAACO0/VnJx4Y0fMHI/s1600/mBDE9gb.jpg

até existiram fotos mandadas tirar pelo mega-criminoso Eisenhower como 'prova'...umas de cadáveres alemães, outras de judeus em perfeita saúde mandados deitar no chão para serem fotografados.

se o 11-set foi a fraude deste século XXI, o holoconto foi a fraude do século XX.

Pedro Lopes disse...

"se o 11-set foi a fraude deste século XXI, o holoconto foi a fraude do século XX."

O Holonojo é uma farsa muito maior e com mais impacto que o 11-Set.
O 11-Set já quase nem se fala nele, e o holonojo que foi há mais de 70 anos é permanentemente alimentado pelos mass merda e pela industria do cinema e industria livreira.

O holonojo tem mais impacto politico e social. O ocidente actual foi formatado e forjado a partir dessa reles fábula.

É proibido negar o holonojo em muitos paises, e há muita gente presa por isso.
Enquanto que negar a versão oficial do 11/9 não é proibido, e há muitos sites e milhões de pessoas que já não acreditam nela.

É apenas ridicularizada pelos midia a soldo do dinheiro judeu.

Pedro Lopes disse...



Isto é a porcaria a que são submetidas as crianças na Alemanha. Um nojo de proporções bíblicas.

http://www.zioncrimefactory.com/wp-content/uploads/2011/11/LITTLE-BOY-HOLOHOAX-BRAINWASHING.jpg


Diogo disse...

No século XXI, até agora, as grandes fraudes parecem ser o 9/11 e a «Crise Financeira Global». O 9/11, além de dar triliões ao complexo militar-industrial, pôs o Médio Oriente e o Norte de África a ferro e fogo com milhões de mortos.

A «Crise Financeira Global» atirou para a miséria milhares de milhões de pessoas.

Quanto ao "LITTLE-BOY-HOLOHOAX-BRAINWASHING.jpg" do Pedro Lopes, não é apenas na Alemanha. É uma constante lavagem cerebral mundial com infinitos filmes e documentários sobre as malvadezas nazis. Muitos amigos meus não admitem sequer que eu traga o assunto à baila...

Diogo disse...

Thor, Este vídeo - «http://hyperborea-land.blogspot.pt/2015/02/a-verdade-de-auschwitz.html», é parte de um vídeo feito por Spielberg de recolha de testemunhas judaicas acerca do «holomerda».

É com gosto que se vêem pessoas honestas a testemunhar. Evidentemente, que estes testemunhos nunca aparecerão numa televisão...



Thor disse...

" O 9/11, além de dar triliões ao complexo militar-industrial, pôs o Médio Oriente e o Norte de África a ferro e fogo com milhões de mortos."


exactamente.
eu estive para dizer isso ao Pedro Lopes.
é assim: uma coisa é o impacto nos mass merda, e isso, realmente o holohoax teve mais.
mas outra coisa é o impacto de factum na humanidade, e isso o 11-9 teve mais, porque matou milhões e ainda continua a matar até hoje.
não apenas afegãos ou iraquianos inocentes, mas também americanos.

e não entram só mortos. entram feridos, entram mutilados, entram os que ficaram sem casas (Afegãos, Iraquianos e veteranos de guerra) entram os que ficaram traumatizados, os que se suicidaram e não foram nada poucos.
já li que se suicidaram mais do que aqueles que morreram em batalha.

entra o genocídio com exposição a urânio empobrecido...enfim.

o holohoax não matou ninguém, agora o 11-9 matou primeiro 3 milhares, para a seguir matar milhões e gastar rios de dinheiro em guerras desnecessárias, criminosas, hipócritas e mentirosas, tudo para beneficiar uma oligarquia de 'profiteurs' da guerra, construtores e vendedores de armas, gananciosos sionistas, maçons, corruptos, filhos da puta.

Thor disse...

mas, no fundo, tanto o holohoax como o 11-Set se intercruzam e são duas faces da mesma moeda.
quantas vezes a escumalha não repete o argumento do 'holohoax' mecânicamente, como pretexto para matar palestinianos à vontade??

o 11-Set também foi feito para culpar os vizinhos e inimigos de israhell e como pretexto para matá-los.

se repararem, eles foram bem espertos.
podiam ter ido primeiro para o iraque...bastava terem dito que o Bin Laden estava lá hospedado.

mas não. primeiro foram para o Afeganistão e eu julgo que isso não foi inocente. foi uma forma de ninguém desconfiar que o sionismo estava por detrás, pois quem é que liga israel ao Afeganistão, quando os dois estãotão afastados no mapa??
a invasão do Afeganistão foi feita primeiro como 'cobertura' ou 'cover', e feita sobretudo para tirar papoilas, ópio, heroína e outros recursos, para dá-los à Cia e aos Rothschilds.

o iraque foi depois, quando ninguém ligava aquilo aos sionistas.
e eles sentiam-se tão confiantes que nem inventaram outro 11-9. bastou-lhes acenar com a treta das 'Weapons of Mass Destruction' e com a treta que o iraque esteve envolvido no ataque false-flag do Anthrax a 18/9/2001.

se eles tivessem ido logo ao iraque, muita gente ia topar a cena deles, pois o iraque ficava perto de israel.

Augusta disse...

Mas eram prisioneiros. E essa é a verdadeira questão. Prisioneiros porquê? Simplesmente por serem judeus!

Diogo disse...

De acordo, Thor,

Mas tudo isto é feito por uma elite muito pequena. E são eles que são donos de tudo: do Dinheiro, do Petróleo, dos Complexos militares-industriais, dos Políticos, dos Media, etc., etc., etc...

Pedro Lopes disse...

"mas não. primeiro foram para o Afeganistão e eu julgo que isso não foi inocente. foi uma forma de ninguém desconfiar que o sionismo estava por detrás, pois quem é que liga israel ao Afeganistão, quando os dois estãotão afastados no mapa??"

Thor,

O Afeganistão não terá sido só para encobrir o envolvimento dos sionistas.

No Afeganistão foi retomada em toda a força a produção de ópio depois da chegada das tropas.
O narcotráfico também é controlado pela cia/mossad, e serve também para matar milhões e enfraquecer as sociedades europeias e na América.

E é um ponto estratégico importante, pois fica perto da Ásia e do Irão, e pode ser usado como plataforma para futuras agressões.

Pedro Lopes disse...

"Mas eram prisioneiros. E essa é a verdadeira questão. Prisioneiros porquê? Simplesmente por serem judeus!"

Uma nação em guerra não se pode dar ao luxo de permitir que o inimigo interno circule livremente e possa colocar em risco os esforços de guerra.

Imaginemos que a Alemanha não fazia nada com esses judeus e outros agentes(comunistas, maçons, liberais, etc).

Podiam facilmente organizar atentados como fazer descarrilar comboios, ou fazer explodir fábricas de armamento, ou até destruir pontes.
E sobretudo passariam informações para o inimigo.

Só pode ser esta a explicação para os campos de férias. Embora para os judeus seria também um asilo temporário para futuramente basarem da Alemanha.

Anónimo disse...

"Mas eram prisioneiros. E essa é a verdadeira questão. Prisioneiros porquê? Simplesmente por serem judeus!"

Augusta, calada és uma poeta.

https://www.youtube.com/watch?v=vmEj-5EM9Mo

Por alguma razão é sempre a mesma escumalha a ser corrida por vários povos, nas mais variadas épocas, e nos mais variados locais.

o judeu é uma espécie de cancro humano.

Thor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Thor disse...

"Thor,

O Afeganistão não terá sido só para encobrir o envolvimento dos sionistas.

No Afeganistão foi retomada em toda a força a produção de ópio depois da chegada das tropas.
O narcotráfico também é controlado pela cia/mossad, e serve também para matar milhões e enfraquecer as sociedades europeias e na América."



sim, mas eu também referi isso do ópio e da heroína:
"a invasão do Afeganistão foi feita primeiro como 'cobertura' ou 'cover', e feita sobretudo para tirar papoilas, ópio, heroína e outros recursos, para dá-los à Cia e aos Rothschilds."



"E é um ponto estratégico importante, pois fica perto da Ásia e do Irão, e pode ser usado como plataforma para futuras agressões."

sim, e este ponto é muito importante. o iraque e o afeganistão foram feitos para cercar e isolar o irão.
o irão já está na lista deles há muito tempo mesmo.

Manuel Galvão disse...

6.000.000 de pessoas são cerca de 420.000 ton de carne e ossos. Mesmo uma grande incineradora levaria dezenas de anos a queimar tanta matéria-prima.