quinta-feira, setembro 10, 2015

A curiosa relação entre os Estados Unidos e o ISIS (Estado Islâmico)...


Para quem ainda tivesse dúvidas sobre quem cria, financia e fornece armas ao «Terrorismo»:


21 comentários:

Pedro Lopes disse...


E nenhum dos de baixo a verde, recebe refugiados. ZERO.

No fundo é uma aliança entre o estado islâmico e o estado sionista da América do norte.
E é uma aliança contra nós.

Anónimo disse...

"E, para não fugir à regra, continua-se com a espuma, evitando abordar o porquê das coisas...
Mas comigo não.

Jewish activist Anetta Kahane wants to destroy Europe via non-European immigration
https://www.youtube.com/watch?v=QuYKtwnzG7M

What the heck is Barbara Spectre's motivation
https://www.youtube.com/watch?v=ROGnoNJc6Nw

Peter Sutherland: Unlimited immigration into Europe from Africa is a benefit
https://www.youtube.com/watch?v=rVmg37snifI
He is non-executive Chairman of Goldman Sachs International (a registered UK broker-dealer, a subsidiary of Goldman Sachs). Until June 2009 he was non-executive chairman of BP being replaced by Carl-Henric Svanberg formerly chief executive officer of Ericsson. Sutherland was a director of the Royal Bank of Scotland Group until he was asked to leave the board when it had to be taken over by the UK government to avoid bankruptcy. He also formerly served on the board of ABB.
He is on the steering committee of the Bilderberg Group,[17] he is an Honorary Chairman of the Trilateral Commission (2010 -), he was Chairman of the Trilateral Commission (Europe) (2001–2010)[18] and was vice chairman of the European Round Table of Industrialists (2006–2009).[

https://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Sutherland

Reparem que esta gente argumenta, a favor da necessidade de imigrantes para a europa, recorrendo à baixa natalidade. Resta saber quem é que promove o feminismo, a homossexualidade, a emasculação cultural dos jovens, a eliminação da consciência cultural das nações, da moral, da família...
A verdadeira guerra é esta e não é com fragatas, caças e tanques que isto se combate.
Nós estamos em guerra!
Vocês não compreendem isto?!"
-Luso

Thor disse...

muito bom post.
e faz amanhã 14 anos que toda esta palhaçada nojenta começou...

Diogo disse...

tanto a Al-Qaeda como os Estado Islâmico como quase todos os movimentos terroristas do mundo foram criados pela América e pelos seus aliados..

Anónimo disse...

A deusa egípcia ISIS pura e simplesmente não quer nada com os camones...

Zephyrus disse...

Caros.

A guerra só se ganha com o mesmo Conhecimento deles.

Com as mesmas Artes.

Em Portugal já não temos gente pronta para isso.

Sozinhos e dispersos não conseguimos.

Do you believe in magick? Há 14 anos tudo começou.

Zephyrus disse...

Parece que o Salazar chegou a ter três em segredo de Estado a fazer o serviço.

É o Conhecimento de que falo.

O Salazar sabia mais do que possam sequer imaginar.

O Marcelo nunca lhe chegou aos calcanhares e viu-se depois quando hesitou e perdeu o país.

Diogo disse...

Zephyrus disse... «O Salazar sabia mais do que possam sequer imaginar.»

Salazar era apenas o capataz das cinco famílias mais ricas de Portugal, alé, evidentemente, de estar ao serviço do Sistema Financeiro Global...

N disse...

"de estar ao serviço do Sistema Financeiro Global..."

http://omsilanoican.blogspot.pt/2013/07/democracia-saque-institucionalizado.html
http://omsilanoican.blogspot.pt/2012/06/ha-imagens-que-valem-mais-que-mil.html

Salazar não foi Fascista, nem tão pouco NS. Foi na práctica um nacional-capitalista de cariz conservador clerical.
Mas não foi lacaio do sistema financeiro global.
Caso o fosse, tinha endividado a Nação deliberadamente, roubado ouro, e entregue sectores chave da Nação a preço de saldo, como fez e está a fazer a corja de terroristas anti-nacionais e até anti-nativos no paralamento (anti)nacional.

Também não recebia por fora nem da cia, nem do kgb.
Salazar teve defeitos, mas traidor não foi...

Thor disse...

para o Diogo, basta estar na política (democrata ou não), para se estar imediatamente ao serviço da Alta Finança (Rothschilds)
e porquê? porque 'sim'. porque o Diogo quer. não precisa sequer de provar.

o Hitler era Rothschild 'porque sim'. o Salazar estava ao serviço do sistema financeiro global 'porque sim'. o Mussolini provavelmente também, mesmo tendo queimado o papel da dívida italiana à frente de todos...

enfim. as coisas são como o Diogo diz, 'porque sim'.

Pedro Lopes disse...


De facto o Diogo usa esse argumento de forma completamente indiscriminada.

Qualquer dia até os ursos ou as gaivotas estão ao serviço do sistema financeiro global.

Diogo, não me leves a mal. Mas exageras nesse argumento e sem o fundamentares com algo de palpável.


Pedro Lopes disse...


Ah e tal a maçonaria não se mete na politica, e tal e o camandro....


http://blogs.lexpress.fr/lumiere-franc-macon/wp-content/blogs.dir/693/files/2015/09/CP-des-28-Migrants-11.jpg

Zephyrus disse...

O Salazar não foi traidor.

Nem esteve ao serviço da Finança.

Diogo está um pouco intoxicado com campanha dos comunistas e dos socialistas que dominam os programas escolares.

Lê um dia os livros do Salazar, do Franco Nogueira e do Marcelo Caetano.

Não eram 5 famílias. Eram muitas mais. Havia um núcleo duro de 20 e tal ou 30 e tal famílias, que era a nata financeira. E depois havia centenas de famílias que eram a classe média-alta da época.

Mas vamos por partes.

Quando o Salazar chegou ao poder o país tinha quase um século de atraso em vários domínios. Um século não se recupera de um dia para o outro.

Para industrializar o país era necessário o proteccionismo. Foi isso que o Regime fez. O troco da moeda foi pesado, mas numa fase inicial foi um mal necessário. O troco da moeda foi a falta de concorrência, falta de qualidade e preços elevados. O objectivo era criar uma coisa que não havia em Portugal, uma classe industrial forte e capitalizada. Todos os países industrializados passaram por uma fase de poucos direitos sociais e proteccionismo para acumular riqueza. Só depois é que poderiam vir os direitos sociais e a abertura controlada.

Quando o Marcelo Caetano chegou ao poder, tínhamos já essa classe empresarial estabelecida. Havia já famílias na indústria capitalizadas. Era hora de fazer algumas mudanças, e foi o que ele fez diga-se atabalhoadamente.

(Continua)

Zephyrus disse...

Quando o Marcelo chegou ao poder havia debilidades na indústria. Havia falta de qualidade, por exemplo, os vinhos eram maus tal como azeite, face ao que já se fazia em Itália ou França. O mesmo para o calçado ou têxteis. Havia a dependência das exportações para as colónias e do mercado interno. Portanto, havia pressões para manter as colónias como estavam, e para não haver abertura do mercado.

Mas estes problemas com o tempo resolver-se-iam seguramente. Uma renovação geracional e a pressão dos consumidores que estavam a ficar mais educados com o tempo ficariam mais exigentes.

O que veio depois foi um desastre. É que antes do 25 de Abril, as famílias tinham dinheiro e não tinham dívidas. E os sectores chave estavam nas mãos de famílias portuguesas.

Agora temos dívidas brutais e os sectores chave andam nas mãos de chineses, angolanos, americanos, etc.

É esta a diferença.

Zephyrus disse...

Só houve dois Regimes decentes depois do fim da Guerra da Restauração.

O do Marquês de Pombal e o Estado Novo.

O Marquês de Pombal pôs o país a crescer até às Invasões napoleónicas com a balança equilibrada.

O Estado Novo pôs o país praticamente sem dívida e com as famílias capitalizadas e os cofres cheio de ouro.

A emigração era expectável por uma razão muito simples: é que não houve Rev. Industrial nem fuga para as cidades e divisão do trabalho nos séculos XVIII e XIX. Portanto Portugal na década de 60 era um país rural, sem estradas, sem electricidade nas aldeias. Isto foi uma herança pesadíssima do século XIX. Como os pólos de desenvolvimento do país, Grande Lisboa e Litoral Norte não absorviam toda a população em fuga do meio rural, surgiu a emigração.

É preciso contextualizar.

O Estado Novo não foi perfeito e cometeu seguramente inúmeros erros mas foi o melhor que tivemos nos últimos séculos.

Zephyrus disse...

«Salazar não foi Fascista, nem tão pouco NS. Foi na práctica um nacional-capitalista de cariz conservador clerical.
Não foi lacaio do sistema financeiro global.»

Mas com o tempo percebeu que estava a ser traído pela Igreja.

E consta que era contra a Opus Dei.

Este é um dos erros que cometeu o Estado Novo. Abraçou o catolicismo mais ferrenho. Educou as crianças com catequeses na escola primária incutindo as historietas infatilizantes que só formam espíritos débeis.

Duvido que algum dia um Regime restaure o verdadeiro culto lusitano.

Uma nação precisa do espiritual, do transcendente. O povo pode e deve ter o direito de escolha, liberdade, mas atenção, essa liberdade deve ser condicionada para religiões que dada a sua natureza tentam aceder o poder.

Islão: infiltra-se no Ocidente, compram casa e mais tarde terras, os filhos estudam e entram no funcionalismo. Elevada natalidade, em poucas décadas a população cresce exponencialmente. Mais tarde ou mais cedo haverá partidos islâmicos a aceder ao poder através de coligações. Depois o Islão já percebeu que há um vazio resultante do relativismo moral e vai tentar preenchê-lo.

Judaísmo: não tenta converter ninguém. Mas funciona como uma Irmandade Secreta, que tenta controlar a finança, comprar o poder político nos bastidores, dividir a sociedade com partidos e ideologias «fracturantes», disseminar comportamentos que atentam contra os valores tradicionais. E não respeitam a nação onde vivem, estão hoje aqui, amanhã no Brasil, depois nos EUA, são internacionalistas.

Thor disse...

Zephyrus, e além disso, a própria natalidade no tempo do Salazar era muito mais sustentável do que nos dias de hoje.

e havia alguma imigração, mas não era nada de especial comparado com os dias de hoje. não era nenhuma invasão imigrante nem genocídio branco.
algumas famílias angolanas ou cabo-verdianas vinham para cá trabalhar e pronto. sobretudo na Àrea de Lisboa e arredores (Setúbal, etc).
no resto do país, praticamente não se via um negro.

havia bastante emigração sim senhora, mas era clandestina. NÃO era incentivada pelo governo, muito pelo contrário. era clandestina, precisamente porque o governo desaconselhava e até proibia a emigração.
e outra grande diferença com os dias de hoje, é que quem emigrava era a 'ralé', para poder sobreviver. não era emigração qualificada como acontece nos dias de hoje.
há uma grande diferença entre as duas coisas.
além de que hoje a emigração é MAIOR em números quantitativos. é maior em quantidade e em QUALIDADE.

o Salazar não é o tipo de estadista que defendemos, o seu modelo não é o que pretendemos para o país e o homem tinha muitos defeitos.
mas daí a dizer que era um traidor ou que estava ao serviço do sistema financeiro global...vai um Mundo de distância.

Thor disse...

agora, em relação ao Marquês de Pombal, alto e pára o baile.
esse homem era um escroque.
em primeiro lugar, era maçon e liberal.
em segundo lugar, foi ele que acabou com a distinção entre cristãos-novos (judeus, mouriscos, etc) e cristãos-velhos (os nativos) no ano de 1773.
terceiro lugar, ele quis mesmo fomentar a miscigenação e cruzamento entre o sangue nobre (casas puritanas) e sangue judeu ou mouro.

http://hyperborea-land.blogspot.pt/2011/03/pombal-inimigo-da-raca.html

Zephyrus disse...

A emigração já vinha do século XIX e explica-se facilmente.

Boa parte da emigração do século XIX era do Minho e do Douro Litoral. Isto porque as famílias nestas regiões tinham muitos filhos. Como a propriedade é pequena, só um é que poderia herdar. Normalmente as famílias incentivavam os rapazes a ir embora e ficavam as raparigas. Mas no Algarve e Alentejo as famílias controlavam a natalidade. Tinham 1, 2 ou filhos apenas. E aí portanto havia menos emigração.

Curiosamente, o excesso de natalidade ocorria na região mais católica do país. O controlo, na região menos católica.

Muitos filhos no Algarve era sinónimo de miséria para as famílias que tinham propriedades. E por isso as pessoas controlavam a natalidade.

A Igreja adorava isto. Era o sonho tropicalista a concretizar-se. Os minhotos a emigrar para o Brasil para formarem a sociedade parda.

Zephyrus disse...

Eu sei que o Marquês de Pombal era franco-maçom.

Mas teve o mérito de fazer na altura reformas muito importantes que mais ninguém teve coragem de fazer.

E era um espírito racional. Num país de padralhada, superstição, dogma teólógico, ter uma mente racional no poder é obra.

Na época, foi o melhor que se arranjou.

Zephyrus disse...

As reformas do Marquês deixaram a Metrópole preparada para ter Rev. Industrial e Científica.

Não ocorreu porque as políticas dele não tiveram continuidade. Vieram as invasões e depois houve a tomada do poder em 1820 por forças internacionalistas. D. Miguel e D. Pedro representavam cada um forças estranhas aos interesses nacionais.