quarta-feira, setembro 02, 2015

Paulo Morais - as sociedades de advogados serão as maiores promotoras da promiscuidade entre negócios e política...


Chris Gupta: "A constituição de uma «Democracia Representativa» consiste na fundação e financiamento pela elite do poder de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta..."


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Paulo Morais - Professor Universitário

Artigo de Paulo Morais - Correio da Manhã - 08.08.2015


Deputados & Cia. Lda. Como até aqui, os grandes grupos económicos irão continuar a estar representados na Assembleia da República.


A divulgação das listas de candidatos a deputados é a prova de que os maiores partidos não estão interessados em regenerar o Parlamento. Como até aqui, os grandes grupos económicos irão continuar a estar representados na Assembleia da República (AR). E, mais uma vez, serão as sociedades de advogados as maiores promotoras da promiscuidade entre negócios e política.

Os advogados nunca deveriam poder ser deputados. Pela natureza da profissão, no advogado convergem todos os interesses privados dos seus clientes. Em certas circunstâncias, são conflituantes com o interesse público que, enquanto deputados, devem defender. Quando tiverem de escolher entre a lealdade ao povo que os elegeu ou a fidelidade aos interesses económicos que representam, restam poucas dúvidas sobre quem recairá a opção.

As poderosas sociedades jurídicas já garantiram a sua futura representação parlamentar. A "Morais Leitão", que promoveu na política os atuais governantes Assunção Cristas e Mesquita Nunes, lança agora para a AR o advogado Francisco Mendes da Silva. Assim, clientes como Mota-Engil, EDP e outros continuarão a ser protegidos no Parlamento. Podem beneficiar de informação privilegiada e continuar a influenciar a produção de leis que regulamentam os setores onde atuam.

O mesmo acontecerá com os clientes do escritório de Rui Pena, de onde sai o social-democrata Matos Correia e representante dos negócios de José Luís Arnaut, também sócio do mesmo escritório. Arnaut, que partilha interesses nos CTT com o socialista António Vitorino, este também sócio do eurodeputado Paulo Rangel, na firma de advogados "Cuatrecasas". Da lista de advogados famosos que entrarão na AR em outubro consta ainda Clara Marques Mendes, do escritório da família Marques Mendes. Ou o socialista Vitalino Canas que defende os interesses da Rede Aga Khan e do Banco Português de Gestão. O advogado-deputado degrada o sistema político de representação parlamentar, ao transformá-lo num mero escritório de representações empresariais.




As legislativas aproximam-se e são cada vez mais os atores políticos que secundam a opinião de Cavaco Silva: reclamam um resultado de maioria, que gere estabilidade governativa. Discordo em absoluto, pois foram as maiorias que nos trouxeram à crise e a miséria. Todas as maiorias governativas são de má memória: Cavaco, Guterres, Sócrates e Passos. Foi com Cavaco Silva no governo que se desbarataram fundos europeus sem critério, se começou a instalar a promiscuidade entre negócios e política e se assistiu à instalação da corrupção no regime. Os dinheiros do Fundo Social Europeu para formação foram desviados para o bolso de alguns. A política era dominada por Duarte Lima, Dias Loureiro e Oliveira e Costa. Em maioria.

Foi Guterres que, apesar de prometer "no jobs for the boys", permitiu a entrada na Administração Pública de milhares de boys sem concurso. Na enxurrada, Guterres engordou a Administração. Dominavam a política socialista Jorge Coelho, Pina Moura, Armando Vara e Sócrates. Tudo gente séria, portanto. Em maioria. Foi já a maioria absoluta de Sócrates que celebrou os contratos ruinosos das dezenas de parcerias público-privadas que comprometem as contas públicas até 2035. Foi também Sócrates que nacionalizou o BPN, assumindo todos os prejuízos e deixando intactos os bens dos responsáveis pelo descalabro do banco. Também Passos Coelho dispôs de uma confortável maioria, em coligação com Paulo Portas. Aproveitou esse poder absoluto para privatizar sem critério e ao desbarato a REN, a EDP, EGF, CTT, ANA e TAP. Entregou o ouro ao bandido e fê-lo sem sentido estratégico ou patriótico. Hoje os chineses dominam a energia elétrica em Portugal, num modelo neocolonial em que os colonizados somos nós. Os aeroportos são controlados pela mesma empresa que detém as pontes Vasco da Gama e 25 de Abril, pelo que as entradas na capital estão fora do controlo público, uma verdadeira ameaça à nossa segurança.




Não tem sido, pois, por falta de maiorias que o País chegou a este estado. Mas sim por falta de seriedade e por desrespeito pelas minorias.

35 comentários:

Anónimo disse...

A maioria até é a abstenção(os que rejeitam a democracia).

Anónimo disse...

Não é verdade! Os abstencionistas não rejeitam necessariamente a democracia. Todos os que conheço continuam a preferir este regime, apesar de alguns enaltecerem a honestidade que era padrão do regime anterior. O facto é que se lhes perguntarem em qual deles preferem viver, a esmagadora maioria não hesita.
Se é sensato ou não persistir num sistema como este, que prova todos os dias não funcionar na bacia do Mediterrâneo, é outra questão.
Grande parte da população tem opiniões formatadas. São 41 anos de bombardeio ininterrupto.
Quando o Costa mandou erguer a bandeira nacional de pernas para o ar, para desfeitear o PR Cavaco Silva, os portugueses na generalidade até acharam cómico. estão-se nas tintas. Muitos votam nos partidos que promoveram as entregas do ultramar. Os tais que se riem das caravelas e lhes dedicam frases jocosas.
Portugal já não é o que foi. E arrisco dizer, que com a proliferação de imigrantes negros e árabes, nunca mais voltará ao que já foi em termos de composição demográfica.
Muito do que hoje se faz, com a indiferença bovina do indigenato, é irreversível.

Quanto ao Paulo Morais, muito do que diz é factual. Porém, nunca o vi assestar as baterias na corrupção da esquerda. Vê melhor com o olho direito.
Pior que as sociedades de advogados, são claramente os partidos, de cujas Juventudes saem as novas gerações de parasitas imorais que refrescam as linhas da frente substituindo os gerontes cleptocratas.
Os partidos são o maior cancro deste país. As sociedades de advogados são emanações.

N disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
N disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
N disse...

"Não é verdade! Os abstencionistas não rejeitam necessariamente a democracia. Todos os que conheço continuam a preferir este regime, apesar de alguns enaltecerem a honestidade que era padrão do regime anterior. O facto é que se lhes perguntarem em qual deles preferem viver, a esmagadora maioria não hesita."


Ninguém quer regressar ao Salazarismo.
Queremos é outra república melhor que a 2ªRepública, e obviamente MUITO MELHOR que a 3ªRepública.


E afirmar que abstenção não é necessariamente os que rejeitam a democracia é a mesma coisa que dizer que quem vota cds não está a votar necessariamente no cds.

Não existe democracia sem partidos democráticos(máfias anti-nacionais).
Se eu rejeito os partidos democráticos(máfias anti-nacionais), logo rejeito a democracia.


"Se é sensato ou não persistir num sistema como este, que prova todos os dias não funcionar na bacia do Mediterrâneo, é outra questão.
Grande parte da população tem opiniões formatadas. São 41 anos de bombardeio ininterrupto."


Pois...Mas aí entramos no campo da burla. Crime esse punido(na teoria) por lei.

Se eu for a um restaurante e pedir bife de lombo, vir na ementa a foto de bife de lombo, o empregado confirmar que vai-me trazer bife de lombo, e depois põem uma fatia de fiambre no prato cobrando-me no fim o preço de bife de lombo, obviamente eu não vou pagar.
E qualquer Juiz e/ou Juíza decente e honrado(a) declara que eu fui vítima de uma tentativa de burla.

Se eu for a uma loja e comprar uma televisão de plasma, o gerente da loja passar um recibo a confirmar, eu pagar a quantia em questão, e depois dizer que me vão entregar a casa, e quando isso acontece levam uma torradeira, isto obviamente é uma burla.
E qualquer Juiz e/ou Juíza decente e honrado(a) declara que eu fui vítima de uma burla e tenho que ser indemnizado e os practicantes da burla punidos.


Ora se os partidos em conjunto com os média enganam DELIBERADAMENTE os Portugueses, com o intuito de os trair, roubar, endividar, escravizar e até exterminar.
Isto faz da democracia uma burla. Porque não é isso que eles prometem aos cidadãos.


Logo das duas uma:
Ou as autoridades judiciais procedem à detenção dos burlões, ou a cobrança de impostos pode ser até paradoxalmente inconstitucional.

"Burlar:
Burlar significa enganar ou praticar FRAUDE em qualquer sistema, ou ainda lesar ou ludibriar alguém.

Exemplo:
Cobrar impostos aos cidadãos baseado num acordo constitucional de que estamos num estado de direito, e não estamos. Os crimes de escutas e videovigilâncias ilegais continuam e ninguém vai preso nem indemnizações são pagas às vitimas. O crime de traição à Pátria é practicado sistematicamente e ninguém vai preso, apesar de ser um crime público e nem ser necessário que os cidadãos apresentem queixa(apesar de mesmo assim, já terem sido apresentadas queixas)."


Lembro também que o endividamento deliberado é uma forma de escravatura.
O crime de escravatura é também punido(na teoria) por lei.

Mais uma vez a não detenção dos políticos, partidos e jornalistas terroristas é a mesma coisa que o Estado legitimar a escravatura.
E mais uma vez entramos no campo da burla, já que os impostos são cobrados aos cidadãos baseado num acordo constitucional.
Se ela(constituição) não é cumprida, a cobrança de impostos é imoral e até mesmo ilegal.

A desobediência civil é assim legitimada.
Tal como o boicote aos impostos.


Resumindo:"O rei vai nu...."
http://omsilanoican.blogspot.pt/2014/08/mensagemimagens-do-dia_23.html

Américo Lopes disse...

Diogo

Você e o Paulo Morais são uns “ frustradotes “(inventei para dizer pessoas com dotes de frustrados) que jamais serão jacarés porque a vossa dimensão é de lagartixa, exatamente como o atrasado mental que usa esta frase nas crónicas cheias de cultura mas, como diria o grande humorista Jô Soares - cultura inútil!!!!! Um bando de parasitas da sociedade.
Pare de me mandar estas merdas porque não tenho paciência para aturar gente medíocre.
Penis erectus in culum vostro est. Ou seja: vá tomar no cu.

Diogo disse...

Caro Américo,

Só o vejo a espernear e a insultar. Porque é que não justifica as suas opiniões com dados concretos?

Abraço

Pedro Lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Lopes disse...

Mais um monhé da velha máxima "ide mazé trabalhar, malandros".
A tal escumlhina nojenta identificados com uma certa direitinha que bota porcaria pela boca nos mérdia.

Trabalhar para enriquecer ainda mais a peste que tomou o pais de assalto. Pois....

Thor disse...

Pedro Lopes, se até o Zephyrus veio aqui dizer que achava que Portugal tinha que ficar pobre e viver mal até pagar tudo o que supostamente «deve» ao estrangeiro, ainda ficas admirado por outros muitíssimo inferiores a ele virem aqui dizer cagadas dessas??

isso do 'vão trabalhar' qualquer zé mané analfagrunho diz. parece bem, é bonito e dá um ar de autoridade e de quem 'trabalha' mais que os outros.

cada vez me convenço mais que tudo o que está associado à direita, qualquer direita, não presta para nada.

Américo Lopes disse...

Não tenho que justificar merda nenhuma.

Zephyrus disse...

Eu desconfio um pouco das Revoluções em Portugal, pois infelizmente têm lançado o país nas mãos de interesses internacionalistas contra a vontade do povo. As revoluções na sua maioria são levadas a cabo por elites que se julgam iluminadas. Ora vejamos, já o Fernando Pessoa dizia que desde 1820 que somos governados por interesses estrangeiros, agora pergunto, qual é esse interesse? Existe uma guerra pelo poder em Portugal, entre a Igreja/Opus Dei e a Franco-Maçonaria. A Opus Dei quer impor a sua visão obscurantista e controlar o poder económico e político, a outra organização trabalha para a criação da União Ibérica integrada num Super-Estado europeu, que por sua vez fará parte de um Governo Mundial.

Agora, olhemos para Portugal. O que querem os portugueses? Quais são os seus valores?

Portugal antes da chegada dos romanos era maioritariamente habitado por tribos ligadas à cultura Celta. Algumas áreas perto da actual fronteira no Sul do país teriam alguma mistura com tribos iberas. Portanto herdámos alguns elementos da cultura celta, tal como os franceses, galegos e povos das ilhas britânicas.

Depois fomos dominados pelos romanos, as tribos foram romanizadas, integrámos também elementos da cultura grega que foram trazidos pelos romanos. E o impacto cultural foi enorme, com o desenvolvimento da arquitectura, da construção, a introdução do sistema religioso greco-latino, que passou a conviver com as tradições religiosas celtas, o desenvolvimento da agricultura e do comércio, etc.

Entretanto entra um elemento estranho nos povos europeus do Império Romano, uma religião que por um lado copia ideias dos grandes pensadores gregos mas por outro introduz a escatologia linear dos semitas e outros defeitos e erros da religião dos judeus. O Império cai e somos invadidos pelos povos da Europa Central e do Norte.

E são pois estas as fundações da nossa cultura. O elemento celta, o elemento grego, o elemento romano, o elemento germânico e o elemento judaico-cristão. E perguntam-me, onde anda o elemento muçulmano? Foi gradualmente eliminado depois da Reconquista, por elites que seguiam as bases culturais que anteriormente referi.

O povo português tem todas estas influências. E daí resulta a nossa cultura.

Zephyrus disse...

Agora vejamos o que querem as elites.

Portugal é um país onde a família tem uma extrema importância. Isto já não sucede nos países protestantes. Quando se destrói a família, quando se destrói o seu património, o indivíduo fica isolado e dependente do Estado.

Acima da família está a comunidade local. Se é destruída, aumenta a dependência do indivíduo em relação ao Estado.

Portugal tinha fortes comunidades. São conhecidos e estudados os casos das aldeias comunitárias de Rio de Onor ou Pitões de Júnias. A comunidade da ilha do Corvo. Os laços dos habitantes dos bairros tradicionais de Lisboa ou Porto. Estas comunidades eram espontâneas, genuínas, e muitas fortaleceram-se por revolta contra os poderes, Igreja, nobreza, Estado. Não eram comunidades falsas, reguladas pelo Estado, controladas. Eram voluntárias, puras. Eram uma riqueza da nossa cultura que se perdeu.

Então fica exposto que os portugueses prezam a família e a comunidade. Mas equilibram isso com a defesa da propriedade privada. Somos um país de pequenos proprietários. Não há paralelo na Europa. Temos baixos rendimentos, mas temos património. Mais de 80% das famílias têm casa própria. Uma percentagem elevada de famílias pobres tem a sua nesga de terra. Num país assim, o comunismo nunca poderia vingar. Mas o socialismo vingou. Estranho.

Somos ainda um povo com tradição comercial. Já vem dos tempos das tribos celtas. Mas nem sempre o povo se pode expressar a este nível. A Igreja e as elites do poder tentaram controlar vários sectores com a criação de monopólios, doações, privilégios. O povo também tem veia artística, mas mais uma vez nem sempre se pode expressar. A Inquisição, por exemplo, travou o desenvolvimento cultural de Portugal.

Zephyrus disse...

Ora, o que quer o povo português? A defesa da família, a defesa da comunidade, menos impostos, menos corrupção e compadrio, talvez um regime Presidencialista como a França, regulação do Estado em algumas áreas (Saúde, Educação) mas não noutras, liberdade nas actividades comerciais e industriais, respeito pela propriedade privada, respeito pelos direitos das crianças e pelo direito a terem um pai e uma mãe, controlo da imigração não-europeia.

Qual é o partido que defende e dá voz ao povo? Nenhum.

Então pergunto: o que espera o povo para criar o seu partido? Contra o comunismo, contra o socialismo, contra o capitalismo desregulado, contra a obscura agenda sexual e de «género», contra as sociedades discretas e secretas que nos bastidores querem dominar ou destruir o país?

Em França Le Pen. No Reino Unido o UKIP. Em Milão a Liga do Norte. E por cá?

Zephyrus disse...

Ah, esqueci-me do que querem as elites...

Fica para amanhã...

Thor disse...

contra o capitalismo e o comunismo, sim, sempre.
mas contra o Socialismo, alto e pára o baile.

uma coisa é dizeres que és contra a social-democracia, e isso eu também sou.
agora contra o Socialismo??

a Alemanha nazi era Socialista, pá.

e não tem nada a ver com a merda marxista (radical ou moderada)

tem que haver um meio-termo entre o capitalismo e a esquerda e esse meio-termo existe no Nacional-Socialismo e no Fascismo. a chamada Terceira Via.

capitalismo, social-democracia e comunismo são apenas esquemas engendrados pelo sionismo para nos dominar, não são sequer 'ideologias'.
são apenas esquemas abstractos.
o capitalismo faz sempre a mesma coisa, haja o que houver. e é uma fraude.
o marxismo é outra fraude pseudo-científica, é apenas um esquema de poder, de tirania e controle sobre nós.
social-democracia é um misto de ambos, é liberalismo com estado social abrangente como forma de controlo da população e ainda mistura marxismo cultural em peso.

mas social-democracia e marxismo são apenas capitalismo de estado.

já o capitalismo sem ser de estado, está dividido em neo-liberalismo (centro) e neo-conservadorismo (direita), que é mais selvagem e anti-social que o neo-liberalismo, e é moderadamente conservador, moderadamente anti-gay, anti-feminista, etc
o neocon é também a ideologia mais sionista de todas, a ideologia mais pró-israel que alguma vez existiu ou existirá.
digam-me um, UM (one) neocon que não fosse fanaticamente pró-israel? nomeiem-me um.
nunca existiu, não existe e não existirá. nem no topo, nem na base da pirâmide.
tudo o que é direita é sempre, sempre, sempre, mas sempre pró-israel. sempre.
na esquerda ainda há divisões, mas na direita neocon nunca. ela é 100% pró-israel. 100%. todos mas todos os neocons foram e são sionistas. não importa nome, classe social ou influência.

aliás, o neocon nem fala em cultura cristã, fala sempre em cultura judaico-cristã. primeiro judaica e só depois cristã. e nem todos são cristãos, há também neocons ateus, agnósticos ou apenas cristãos moderados, não-praticantes. e, claro, muitos judeus.

o neocon é profundamente anti-Socialista, não contra a esquerda apenas, mas sobretudo contra o Nacional-Socialismo, porque o NS representa a antítese do sionismo e neocon é sinónimo de sionismo.
a cartilha neocon é que a presença de estado é sempre má, por si só. e como o NS é a favor de uma forte presença de estado, então o neocon detesta o Nacional-Socialismo.

NS e neocon são como àgua e fogo.
o neocon é superficial, materialista, medíocre, mesquinho, gera sempre indíviduos sem valores morais, camaleões, corruptos, vendidos, materialistas, sem princípios, sem ideais, capazes de denunciar colegas ou amigos num piscar de olhos e ainda rir.

o neocon apela sempre à quantidade, às maiorias, isto é, o neocon é a ideologia dos rebanhos, do 'populacho' medíocre e da democracia. o neocon odeia a elevação e ama a vulgaridade, ama o básico.

o NS é uma ideologia idealista, altruísta (logo Socialista), espiritualizada, nobre, verdadeira e leal, é anti-sionista, anti-capitalista e anti-materialista. assim como anti-maiorias e anti-vulgaridade, pois as maiorias estão muitas vezes profundamente erradas.

agora, compara lá ambas e diz lá qual tem mais a ver connosco?? o neocon tem mais a ver contigo porque é anti-Socialista e anti-revolucionário do que o NS, porque este é Socialista??
socialismo não é sinónimo de marxismo ou esquerda, rapaz. aliás, eles até roubaram essa palavra.

Thor disse...
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Thor disse...

"Em França Le Pen. No Reino Unido o UKIP. Em Milão a Liga do Norte. E por cá?"


isso são tudo partidos neocons ou de falsa oposição. não valem nada.
a FN já foi bem razoável e já foi um partido nacionalista, mas desde 2010/11, com a entrada da Le Pen (e alguns judeus, incluindo o namorado dela), transformou-se para pior.
sionismo, tolerância ao homossexualismo e aos judeus, e até economia de esquerda, apoio ao Syriza, repulsa pela Aurora Dourada, expulsão de militantes nacionalistas anti-sionistas, etc, etc

o UKIP nem 'falsa oposição' pode ser considerado, pois é um partido tipicamente e puramente neocon. capitalismo ultra-liberal, pró-imigração, etc, etc a única diferença entre o UKIP e outros partidos neo-liberais, centro-direita e etc, é a questão da UE.
se não fosse a questão da UE, nem havia diferença nenhuma entre o UKIP e o partido do Cameron.

considerar que o UKIP é nacionalismo, é pura alucinação. eles nem chegam sequer a ser 'falsa oposição'. são o clássico partido capitalista burguês dos tios e tias.

a Lega Nord é também merda neoconservadora de direita. a única qualidade que ainda vejo neles é alguma oposição à imigração e defender a região do Norte (Padânia), porque fora isso não valem nada, e mesmo na questão da imigração, pouco fazem para travá-la e revertê-la, é mais garganta que outra coisa. eles sabem bem que dentro do sistema democrático, a imigração é sagrada, é uma religião.

Zephyrus disse...

Socialismo e nacional-socialismo não são a mesma coisa.

O nacional-socialismo respeita a Tradição, o socialismo rejeita a Tradição e tenta mudar o povo com engenharias sociais.

O nacional-socialismo respeita o Transcendente, o socialismo é puramente materialista.

O socialismo divide, e dentro de si está cheio de divisões. Tem sociais-democratas, comunistas, anarquistas, leninistas, socialistas-cristãos, tem feministas, gays, lésbicas, transexuais, tem isto e aquilo. O nacional-socialismo pelo contrário une os membros da Nação.

O socialismo tenta mudar a sociedade de cima para baixo. O nacional-socialismo está mais próximo da Tradição. Indivíduo inserido na família, família inserida na comunidade, comunidade na Nação.

Os valores do socialismo andam ao sabor das modas dos jornais. O nacional-socialismo tem valores imutáveis: eles estão na Tradição.


Citei esses partidos apenas para demonstrar que alguns países já têm alternativas ao bipartidarismo com algum peso eleitoral. Por cá temos extrema-esquerda e bipartidarismo.

Um partido nacionalista terá uma missão para décadas.

Terá contra si a Igreja Católica, a Franco-Maçonaria, toda a Comunicação Social, os luso-tropicalistas do Minho a Timor...

Mas o apelo da alma do povo pelas raízes, se acordado, será forte. Está-nos no sangue...

Thor disse...
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Thor disse...

"O socialismo divide, e dentro de si está cheio de divisões. Tem sociais-democratas, comunistas, anarquistas, leninistas, socialistas-cristãos, tem feministas, gays, lésbicas, transexuais, tem isto e aquilo. O nacional-socialismo pelo contrário une os membros da Nação."


mas essa escumalha toda não é Socialista, nem nunca o foi.
e mesmo a 'social'-democracia, de Socialista tem pouco ou nada.

a comunagem quer ser Socialista e diz sê-lo, mas não é. apenas usa o nome.

e a social-democracia, embora menos má que o comunismo, também não é Socialista.
só é Socialista para a maçonaria, para a máfia organizada e para os invasores imigrantes (institutos, casas de borla, etc).

o que eles fazem com o 'estado social', não é nenhuma generosidade, pois o dinheiro do estado social não é deles, nem são eles que o põem, mas sim os contribuintes.
o que eles fazem é transferência de renda (vulgo roubo), dos contribuintes nacionais, para os invasores imigrantes.

ora, isso é Socialismo a sério? claro que não. isso é apenas marxismo leve e internacional-'socialismo', pois Socialismo implica ser social para a sociedade toda, e não apenas um grupo de pessoas, ainda por cima um grupo de pessoas estranho à Sociedade ou comunidade.

esquerdistas não são Socialistas, e os comunas então, muito menos.

tira essa ideia da cabeça. os únicos Socialistas somos nós, os nacionalistas.

N disse...
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N disse...

"já o capitalismo sem ser de estado, está dividido em neo-liberalismo (centro) e neo-conservadorismo (direita)"


Mas quando foi para "resgatar" os bancos que andaram(e ainda andam) em trafulhices, aí já recorreram ao estado.
Lucros para os privados, prejuízos para o estado(contribuintes).
É a coerência do capitalismo da direita democrática...


"O nacional-socialismo respeita a Tradição, o socialismo rejeita a Tradição e tenta mudar o povo com engenharias sociais."

Ora bem, porque o NS mete a raça/etnia no centro de todas as questões.
Já o (pseudo)socialismo marxista não quer raças nem etnias, mas sim uma massa sem identidade de "operários"(eufemismo para escravos de uma elite judaica que aplica capitalismo selvagem de estado quando se encontra no poder).

http://omsilanoican.blogspot.pt/2015/07/mensagemimagem-do-dia_71.html


Em Itália os melhores são o Casa Pound(Neo-Fascistas)

Em Inglaterra tens o Nacional-Action(Embora ainda um bocado "verdes" na retórica política, são os únicos não-vendidos, e são assumidamente NS. Embora estejam errados na questão do Real Ira, mas é uma questão delicada para os Ingleses admitirem que o Real Ira tem toda a legitimidade de ambicionar um estado-Nação Celta na Irlanda).
O BNP não é mau de todo, mas faz muitas vezes a "esparregata" querendo agradar a gregos e troianos por assim dizer. Ora critica o sionismo, ora critica o Fascismo e NS, porque mais uma vez, é uma questão delicada para os Ingleses admitirem que lutaram no lado errado na 2ªGuerra mundial.

Oswald Mosley admitiu. E foi o último grande líder Inglês. Até hoje, não há ninguém à altura dele.
http://omsilanoican.blogspot.pt/2014/09/mensagemimagens-do-dia.html
http://omsilanoican.blogspot.pt/2014/09/mensagemimagem-do-dia_30.html


Em França a coisa é muito mais complicada:
Pode a FN ganhar e depois desiludir os seus elementos mais verticais e abrir a uma nova disputa de poder interno.
Pode resultar disso também um partido novo, tipo Golden Dawn.
Embora sinceramente, acho que a solução viável para a sobrevivência do povo Gaulês seja um golpe militar a médio-longo prazo.
Cada dia que passa de "tolerância", os não-nativos reproduzem-se em números muito mais elevados, e como cada um vale um voto...Na práctica, democracia=Suicídio racial/étnico.


Se já aqui separamos o verdadeiro Socialismo do falso socialismo marxista, há que também separar o Anarquismo da velha escola, e o anarquismo dos "rebeldes sem causa"(a não ser serem contra tudo o que fortalece as suas nações, e serem a favor de tudo o que as enfraquece).

http://golden-dawn-international-newsroom.blogspot.gr/2014/04/anarchism-and-racial-dialectics.html

Zephyrus disse...

E o marxismo é um internacionalismo.

A Igreja Católica é um internacionalismo, quer ser universal. Tal como o marxismo é os seus filhos.

A Franco-Maçonaria também é internacionalista e quer ser universal.

Os romanos não foram tão longe e permitiram aos diferentes povos manter as suas tradições.

Mas o Celso já dizia que os judeus se dividiam em facções como nenhum outro povo, e que por sua vez dividiam.

Curiosamente...

a Igreja Católico tem um elemento cultural estranha aos povos indo-europeus. A religião semita. Ora isto choca e muito com o Transcendente tradicional da Europa. Para os judeus a escatologia é linear. Para os europeus, o tempo é circular. E depois têm o Messias, a fé irracional, a rejeição do culto à Natureza e a sua destruição...

E depois, quem financiou os comunistas na Rússia, quem foi?

Portugal, a Europa, precisam de uma nova Religião sem o elemento judeu, imposto pelo Cristianismo da ICAR e das igrejas protestantes.

Essa religião já está cá em segredo há séculos... mas sempre que tentaram crescer foram mortos e destruídos... é a religião que rejeita o Demiurgo do mundo material e que adora o Sol... e segue os preceitos esotéricos do paganismo greco-romano...

N disse...
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N disse...

"Os romanos não foram tão longe e permitiram aos diferentes povos manter as suas tradições."

Errado!
Foi esse o grande erro dos Romanos. Tiveram vista curta.
Antigo império Romano quando estava no auge era pagão, sendo que Júpiter(equivalente a Zeus nos Gregos) era o Deus máximo do panteão, Marte(Deus da Guerra)o grande patrono do Exército Romano, e vários Deuses e Deusas faziam parte do culto diário dos Romanos(logo da sua identidade).

Na expansão Romana, os Celtas e Germânicos não cediam no culto aos seus Deuses e suas identidades, e foi aí então que o cristianismo surgiu como uma estratégia de religião universal e submissa, de forma a fazer vergar os povos que os Romanos queriam fazer vergar.
Ora o que sucedeu, e que os mais sábios na altura alertaram para tal, foi que os Romanos ao adoptarem também o cristianismo, iriam também perder a sua identidade no futuro.
E assim foi...

O cristianismo foi um autêntico "boomerang" nefasto que os Romanos atiraram para cima dos outros povos, mas depois veio de volta contra eles.
A decadência que levou à queda do Império Romano começou precisamente na adopção do cristianismo.

Zephyrus disse...

Acrescento mais.

Neste momento a UE é um projecto onde dois internacionalismo lutam pelo poder.

A ICAR quer controlar a UE e fundar o Estado Federal Europeu Católico.

A Franco-Maçonaria quer controlar a UE e incluí-la no projecto do Governo Global.

Contudo a UE não agrada aos EUA que por sua vez estão lacaios de Israel. O euro faz concorrência ao dólar...

Portanto há aqui várias guerras de bastidores entre sociedades secretas internacionalistas das quais os únicos prejudicados são os povos europeus.

A crispação contra a Rússia, por exemplo, não serve os interesses das nações europeias.

Para haver uma cooperação económicas, financeira, cultural e algumas migrações internas dentro da Europa não é necessária uma estrutura burocrática e com aspirações federalistas como a UE.

É do interesse da Europa que haja livre comércio entre as nações, em segurança, temos o exemplo do Império Romano.

Já não é do interesse das nações europeias que entrem indivíduos de outros continentes, de outras culturas e etnias. Temos também o exemplo do Império Romano e da sua queda.

A Europa das Nações unida à Rússia é o que os EUA e Israel nunca quererão.

Zephyrus disse...

«O cristianismo foi um autêntico "boomerang" nefasto que os Romanos atiraram para cima dos outros povos, mas depois veio de volta contra eles.
A decadência que levou à queda do Império Romano começou precisamente na adopção do cristianismo.»

Sobre a forma como o Cristianismo se impôs há muito por contar... porque havia várias tendências, havia igrejas cristãs que rejeitavam o elemento judaico, eram na realidade um cristianismo pagão e esotérico com origem na Grécia... há quem diga que eram um platonismo para o povo... mas as gentes dessas igrejas foram mortas por aqueles que dariam origem à Igreja Católica e à Igreja Apostólica Romana... nesse cristianismo pagão há uma total rejeição do tempo linear, o reconhecimento de algumas árvores como sagradas, o respeito pelos espíritos da natureza, a valorização da mulher, a rejeição dos judeus... foram mortos e considerados hereges.

Portanto há aqui um mistério que a História não consegue resolver.

E sim concordo em absoluto. E com o Judaísmo-Cristianismo que o Império começa a decair.

Agora como conseguiram matar uma parte dos cristãos e depois impor-se como religião imperial em escassas décadas é algo surpreendente.

N disse...

O Demiurgo é Jeová.
O Uno que quer que todos o adorem, e que prende as almas ao mundo material de forma a as impedir de alcançar a transcendência espiritual.

Curiosamente, o islão genuíno diz querer também combater o Uno, e daí ter alguns elementos de ascetismo que não agradam aos judeus, pois o ascetismo é fundamental para nos livrarmos da matéria.

Mas é um ascetismo incompleto e nada Nobre o do islão genuíno.
Exemplo: Não há nada de ascético ter várias mulheres(e totalmente submissas ainda por cima).

O ascetismo Ariano das religiões pagãs é o ascetismo mais completo, porque é de essência Nobre.
http://omsilanoican.blogspot.pt/2014/10/mensagemimagem-do-dia_45.html
http://omsilanoican.blogspot.pt/2015/05/mensagemimagem-do-dia_78.html

Zephyrus disse...

«O Demiurgo é Jeová.
O Uno que quer que todos o adorem, e que prende as almas ao mundo material de forma a as impedir de alcançar a transcendência espiritual.

Curiosamente, o islão genuíno diz querer também combater o Uno, e daí ter alguns elementos de ascetismo que não agradam aos judeus, pois o ascetismo é fundamental para nos livrarmos da matéria.

Mas é um ascetismo incompleto e nada Nobre o do islão genuíno.
Exemplo: Não há nada de ascético ter várias mulheres(e totalmente submissas ainda por cima).

O ascetismo Ariano das religiões pagãs é o ascetismo mais completo, porque é de essência Nobre.
http://omsilanoican.blogspot.pt/2014/10/mensagemimagem-do-dia_45.html
http://omsilanoican.blogspot.pt/2015/05/mensagemimagem-do-dia_78.html»

Exacto!

Os muçulmanos vão a Meca andar em torno de um cubo negro. Ora o cubo negro representa Saturno, ou seja, o demiurgo...

E têm os sunitas e os xiitas... os xiitas estão mais afastados do culto ao demiurgo, já os sunitas não, são puro obscurantismo.

Pedro Lopes disse...


Mas afinal há soluções. O AGIR da Joana Amaral Dias é um partido de rotura com o sistema. É um partido contra os fáxistas da troica! Contras os preconceitos de uma sociedade retrógrada e machista.

http://observador.pt/2015/09/03/joana-amaral-dias-nua-gravida-na-revista-cristina-ferreira/

É a esperança de regeneração do pais.

Thor disse...

http://2.bp.blogspot.com/-qMfK2eDPDk0/VKwrZ8x6K6I/AAAAAAAADpk/EoqvcXfK-mU/s1600/ZOG%2Bomnipresente.jpg

Anónimo disse...

Perguntem à joana amaral dias da esquerda caviar, se quando tiver o seu bebé, alguma vez vai confiar a guarda do seu filho a um homossexual/pedófilo.
Já que ela é acérrima defensora do movimento gay/pedófilo...

Pedro Lopes disse...


É pá isto aqui é só racistas e xenófobos.
Para vos calar tomem lá esta.

Júlio César, imperador de Roma era Africano.
São factos. Está aqui a prova.

http://www.nashville-art-scene.com/wp-content/uploads/2012/01/JuliusCaesar2012Posterig.jpeg

E não me venham com isso de hollyhood pertencer aos judeus por ixo é uma teoria da constipação.

Pedro Lopes disse...


A Helena Punheta do PS diz que é um escândalo Portugal só acolher 1500 "migrantes".
"Mais, mas muito mais", disse ontem na SIC do Balsamão.

"O interior está desertificado, necessitamos de sangue novo, e isto é uma grande oportunidade", retorquiu furiosa.

No entretanto um palhaço do PSD, que não lembro o nome, a situação fez-lhe lembrar a Alemanha Nazi(imaginem só...)

Mas disto nunca os vamos ouvir falar.

https://a.disquscdn.com/get?url=http%3A%2F%2Fi.snag.gy%2FirLUg.jpg&key=lYZ-87hncl1Z1wotCuoyhw&w=600&h=811

Na.Não vale a pena! Estamos a envelhecer e temos de os trazer para cá.
São gente á mesma pá. Que interessa lá a cultura e a raça e os usos e costumes. São gente boa.