quarta-feira, novembro 11, 2015

Coligações só depois das Eleições, ou melhor, como coligações pré-eleitorais + círculos eleitorais + método de Hondt, falseiam manhosamente as principais eleições de um País...


Nas Eleições Legislativas de 2015, o PS ficou em 1º lugar com 1.747.685 votos. O PSD ficou em 2º lugar com 1.476.799 votos (menos 270.886 votos).


Mais de 14 % dos votos das legislativas não contaram para a eleição de deputados:



Num acto eleitoral, a Representatividade tem a ver com o processo de escolha dos representantes, que permite (ante)ver quem ou o quê os representantes representarão, se um segmento social específico, se uma parte do território ou uma ideologia política. Em Portugal a representatividade é apurada através do voto numa determinada ideologia política (representada por um partido ou movimento político).

As Eleições Legislativas são eleições nacionais, não são eleições distritais. Desta forma, os círculos eleitorais baseados em distritos são uma aberração. Os deputados quando votam leis não são para aplicar apenas no seu distrito, mas sim ao País inteiro, logo devia haver listas nacionais e os deputados eleitos serem proporcionais ao nº de votos a nível nacional.


Círculos Eleitorais por Distritos (e Regiões)


Quanto à Proporcionalidade, esta refere-se ao grau com que um sistema faz corresponder uma dada percentagem dos votos a uma percentagem de deputados no parlamento. Em Portugal, em vez do número de deputados de cada partido ser proporcional aos votos nacionais, recorre-se ao método de distribuição de Hondt que beneficia largamente os grandes partidos.

Também deviam ser proibidas as Coligações Pré-Eleitorais – tipo PàF. Porque a coligação resultante dos partidos que se coligaram são extremamente beneficiados tanto pelo Método de Hondt como pelos círculos eleitorais.

Graças aos círculos eleitorais distritais e ao método de Hondt, o PSD e o CDS em coligação (PàF) só precisaram de 19.809 votos para elegerem cada deputado. O PS, precisou 20.474 votos para eleger cada deputado. O Bloco de Esquerda precisou de 28.903 votos para eleger cada deputado. A CDU precisou de 26.136 votos para eleger cada deputado. O PAN teve 74.656 votos e elegeu apenas 1 deputado. O PDR teve 60.912 votos e não elegeu ninguém.. tal como uma série de outros partidos como o AGIR que ficou na 11ª posição com 20.690 votos e, evidentemente, também não elegeu ninguém!




A desproporcionalidade total entre o nº de votos e o nº de deputados 
numas eleições no Reino Unido



****************************************


1 - Nas recentes Eleições Legislativas de 2015, a Coligação PPD/PSD.CDS-PP (Pàf) teve 1.993.921 votos. O PSD a concorrer sozinho teve 81.054 votos e o CDS a concorrer sozinho e coligado com o PPM teve 8.536 votos.

2 - O PS teve 1.747.685 votos. O Bloco de Esquerda teve 550.892 votos e o PCP-PEV teve 445.980 votos.

3 - Nas Eleições Legislativas de 2011, o PSD e o CDS não concorreram coligados. A soma dos votos dos dois partidos foi de 2.813.729. O PSD teve 2.158.742 votos e o CDS teve 653.987 votos. Ou seja, o CDS teve 30% dos votos conseguidos pelo PSD.

4 - Ou seja, nas Eleições Legislativas de 2011, do total dos dois partidos (PSD e CDS) - 2.813.729 votos - o PSD teve 70% = 2.813.729 x 70% = 2.158.742 e CDS teve 30% = 2.813.729 x 30% = 653.987.

5 - Tendo isto em consideração e mantendo as proporções das Legislativas de 2011, então nas Legislativas de 2015, o PSD teve 70% dos votos da coligação = 1.993.921 x 70% = 1.395.744 votos + 81.054 votos a concorrer sozinho. O que dá um total para o PSD de 1.476.799 votos.

6 - Fazendo as mesmas contas para o CDS: 30% dos votos da coligação = 1.993.921 x 30% = 598.176 votos + 8.536 votos a concorrer sozinho = 606.712 votos.

7 - Em resumo, nas Eleições Legislativas de 2015, o PS ficou em 1º lugar com 1.747.685 votos. O PSD ficou em 2º lugar com 1.476.799 votos (diferença de 270.886 votos). O CDS ficou em 3º lugar com 606.712 votos. O Bloco de Esquerda ficou em 4º lugar com 550.892 votos e o O PCP-PEV ficou em 5º lugar com 445.980 votos.

8 - De salientar que, nas Eleições Legislativas de 2015, para além do PS ter sido o partido mais votado com 1.747.685 votos, a soma dos votos do PS + Bloco de Esquerda = 2.298.577 é superior à votação no PSD + CDS em 215.066 votos, e a soma dos votos do PS + PCP-PEV = 2.193.665 são superiores à soma dos votos do PSD + CDS em 110.154 votos.

9 - Em suma, o somatório dos PS + BE + PCP-PEV é igual a 2.744.557 votos. O somatório do PSD + CDS é igual a 2.083.511 votos. Ou seja, a Nova Coligação bateu a Velha Coligação por uma diferença de 661.046 votos.

10 - Como curiosidade, o somatório dos votos dos BE + PCP-PEV representam 36% da Nova Coligação (PS + BE + PCP-PEV), e 48% da Velha Coligação (PPD/PSD.CDS-PP (PàF)).


*******************************






Mais de 14 por cento dos votos das legislativas de 04 de outubro não contaram para a eleição de deputados por serem considerados excedentes pelo método que Portugal utiliza neste sufrágio.

Após o apuramento geral dos resultados eleitorais nos 22 círculos eleitorais do país, 14,65% dos votos não contaram para a eleição de deputados, metade dos quais nas quatro maiores forças políticas (PSD/CDS-PP,PS, BE e CDU (que junta PCP e PEV).

Contabilizando os votos de todas as forças políticas, não entraram para a obtenção de mandatos aproximadamente 762 mil votos, um número superior à totalidade de votos conseguidos quer pelo bloco de Esquerda (550 892) quer pela CDU (445 980).

Em termos percentuais, a CDU foi a força política que mais ficou a perder com o método utilizado nas eleições legislativas, o método de Hondt. Contrariamente, a coligação PSD/CDS-PP foi a menos prejudicada, em relação ao seu número total de votos.

Mais de vinte e dois por cento (22,63%) dos votos da CDU não contaram para a eleição de deputados. No caso da coligação PSD/CDS-PP essa percentagem foi de 5,14 %. O PS não viu serem contabilizados 5,75% dos seus votos e o BE 18,25%.

A coligação PSD/CDS-PP obteve 1 993 921 votos mas com menos 107 252 teria elegido o mesmo número de deputados (107), considerando os cinco deputados ganhos pelo PSD nos Açores e na Madeira onde os dois partidos concorreram isoladamente.

Já o Partido Socialista – que conquistou 1 747 685 votos – poderia ter tido menos 100 537 votos que isso não alteraria o seu número de mandatos alcançados (86).

Por outro lado, o BE não viu entrar para as suas contas cerca de 100 mil votos e a CDU 100 916 votos.

No somatório destas quatro forças políticas foram perdidos cerca de 409 mil votos.

Já quanto aos restantes partidos políticos, os votos desperdiçados foram 353 060.

O PAN elegeu o seu único deputado, André Lourenço e Silva, no círculo de Lisboa, com 22 628 votos. Ao todo, o PAN obteve 75 140 votos, sendo que, cerca de 30% destes votos, bastavam para eleger o seu deputado.

A razão para que tal aconteça é o método de Hondt.

O método aplica-se mediante a divisão sucessiva (por 1,2,3,4,5…) do número total de votos obtidos, por cada candidatura, sendo que os maiores quocientes que resultarem das divisões operadas resultam em mandatos. O processo de divisão prossegue até se esgotarem todos os mandatos disponíveis no círculo. Em caso de empate, o mandato vai para o partido com menos votos.

É por esta razão que no decorrer das operações de colocação de mandatos existem votos excedentários.

Por exemplo, no distrito de Portalegre votaram 59 004 e foram eleitos dois deputados, um para o PS e o outro para o PSD. O PS obteve 25 037 votos e o PSD/CDS-PP 16 303. Após o cálculo do método de Hondt conclui-se que o PS teve um excedente de 8 734 votos e o PSD/CDS-PP 3 785. Contabilizando os votos de todas as forças políticas neste círculo, 28 159 votos não tiveram representação em mandatos.

Outra particularidade do Método é o facto de os deputados serem eleitos com diferentes quantidades de votos, dependendo do círculo eleitoral em que estão inscritos.

Por exemplo, o primeiro deputado eleito pelo círculo de Lisboa, o primeiro-ministro em exercício, Pedro Passos Coelho, precisou de 399 520 votos e o secretário-geral do PS, António Costa, foi eleito, em segundo lugar por Lisboa, com 386 354 votos.

Já o socialista Diogo Rodrigues – o 47.º e último deputado do círculo de Lisboa – foi eleito com cerca de 21 mil votos.

O deputado que foi eleito com menos votos foi Carlos Gonçalves (PSD/CDS-PP), pelo círculo fora da Europa, com 3.561 votos.


*******************************


De qualquer forma convém nunca esquecer a Fraude completa que constitui a «Democracia Representativa»:

Chris Gupta: "A constituição de uma «Democracia Representativa» "consiste na fundação e financiamento pela elite do poder de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta..."

20 comentários:

Thor disse...

tudo é fraude numa democracia...
qualquer democracia.

a tal 'democracia directa' não seria muito diferente.
e não resolveria vários problemas, como o da maçonaria, o da Alta Finança etc

Zephyrus disse...

Liberdade comercial e respeito pela propriedade privada não são sinónimos de capitalismo.

Anónimo disse...

Thor, acrescenta a Opus Dei. Bem sinistra... e se lhe derem força, perigosa.

Thor disse...

"Anónimo Zephyrus disse...
Liberdade comercial e respeito pela propriedade privada não são sinónimos de capitalismo."


isso é uma grande verdade.
de facto o capitalismo é contra a iniciativa privada e mesmo a propriedade privada (não a um nível tão extensivo e brutal como o comunismo, mas é)


“Contrary to what so many good people – out of sheer terror of ‘Communism’ – think, Capitalism is not ‘free enterprise,’ an incentive for success, ‘a chance for all.’ Capitalism is trusts, speculation, parasitical usury. Capitalism is J. P. Morgan, Rothschild’s bank, ripping apart the nations like maddened swine. Capitalism is the Jewish frying pan in which culture is rendered down to the grease of money. Following it, as the night to day, is the thrice hotter Jewish fire of ‘Communism.’” - William Striker


os idiotas é que acreditam no capitalismo, porque lhes meteram dentro da cabeça, por meio da técnica da 'Big Lie', que o capitalismo é a "liberdade" e que se opõe ao comunismo.

e muitos desses idiotas até se dizem nacionalistas.
são tipo parasitas ideológicos, querem-nos converter à "Americanice" e querem-nos induzir no subconsciente que andamos nisto apenas e só para combater ou "os comunas", ou "o islão" e que o mundo Anglo-Yankee-capitalista é "nosso amigo aliado".
não preciso de dizer quais os motivos obscuros por detrás desta táctica.

alguns destes patetas vão mesmo ao cúmulo de dizer obscenidades tipo:
a América é o que é hoje, graças ao capitalismo! como se a América fosse outra coisa senão um bordel e uma fossa a céu aberto.

MPires disse...

As eleições legislativas são organizadas na base territorial pelos distritos, com que estou de acordo. Penso que os deputados devem estar ligados aos distritos que os elegem. Na verdade têm a sua componente geral, ao elaborarem as leis da república e nesse sentido todos os votos devem contar para eleger deputados. É inaceitável que os partidos maioritários tenham o direitos de eleger com menos votos mais deputados. Nos distritos mais pequenos do interior são necessários 30% ou mais de votos para eleger um deputado. Há que ter presente que, quer o PS quer o PSD, foram sempre maioritários e fizeram as leis a seu gosto, esta também. O método está correto só que deviam também ter uma base nacional e não apenas dos distritos. A luta para alterar esta situação é difícil porque eles até estão inclinados para o método anglo-saxão, em que só conta o candidato mais votado. Por esta e outras razões, parece-me que a abstenção na Inglaterra é ainda mais elevada do que cá. Nos Estados Unidos o candidato mais votado já foi derrotado por ter menos delegados à eleição do PR. Quanto às coligações pré ou pós leitorais, é democraticamente aceitável qualquer delas.

Diogo disse...

Caro Miguel,

Miguel: As eleições legislativas são organizadas na base territorial pelos distritos, com que estou de acordo. Penso que os deputados devem estar ligados aos distritos que os elegem. Na verdade têm a sua componente geral, ao elaborarem as leis da república e nesse sentido todos os votos devem contar para eleger deputados.

Diogo: As eleições legislativas são nacionais e não distritais. As leis que os deputados vão aprovar são de carácter nacional e não distrital. Donde, deveria existir um único círculo eleitoral nacional.


Miguel: «É inaceitável que os partidos maioritários tenham o direito de eleger com menos votos mais deputados. Nos distritos mais pequenos do interior são necessários 30% ou mais de votos para eleger um deputado. Há que ter presente que, quer o PS quer o PSD, foram sempre maioritários e fizeram as leis a seu gosto, esta também. O método está correto só que deviam também ter uma base nacional e não apenas dos distritos. A luta para alterar esta situação é difícil porque eles até estão inclinados para o método anglo-saxão, em que só conta o candidato mais votado. Por esta e outras razões, parece-me que a abstenção em Inglaterra é ainda mais elevada do que cá. Nos Estados Unidos o candidato mais votado já foi derrotado por ter menos delegados à eleição do PR».

Diogo:Por isso mesmo é que eu defendo um único círculo eleitoral nacional.


Miguel: «Quanto às coligações pré ou pós eleitorais, é democraticamente aceitável qualquer delas.»

Diogo: Seriam se não existissem os círculos eleitorais distritais e esse vicioso método de Hondt que beneficiam os partidos maiores. Por isso é que alguns partidos fazem coligações pré-eleitorais: para terem fraudulentamente mais votos que os partidos qie nãose coligam.

Abraço

Miguel disse...

Boa noite, Diogo

É verdade que os deputados não representam o círculo por onde foram eleitos, mas têm a competência de contactar os cidadãos eleitores. Depreendo deste artigo que devem contactar os eleitores que os elegeram.

Diogo disse...

Olá Mário Miguel,

Os deputados, como sabe, estão absolutamente sujeitos à disciplina partidária. E os partidos são nacionais, não são distritais.

Eu sou um defensor acérrimo da Democracia Directa. Com a evolução exponencial da informática e das telecomunicações já é possível a cada cidadão representar-se a si mesmo.

Ambos sabemos que os deputados do Arco da Governação estão todos vendidos ao poder financeiro.

Em suma, a «democracia representativa» é uma fraude imensa.

Abraço

Machado disse...

Em qualquer sistema representativo, há um pequeno número de representantes que tomam decisões em nome de um grande número de representados. Se os representantes usam partidos para obter votos dos representados então está-se na, tradicionalmente designada, democracia representativa. Em qualquer sistema representativo, quanto maior for o nível de representatividade maior será o nível de corrupção.

Nestes sistemas a corrupção alastra a toda a sociedade. Onde há representação há corrupção e, numa sociedade assente na representatividade, os pequenos corruptos toleram os grandes corruptos porque sabem que também o são. Assim, todo o sistema representativo é um sistema de legalidade corrupta, baseado numa propaganda política corrupta, onde até os eleitores que votam corrompem a sua própria consciência ao entregar gratuitamente o voto ao bandido.

Ronaldo disse...

Para nos livrarmos desta sociedade corrupta é primordial retirar poder aos representantes, cada pessoa deveria exercer o seu poder sobre a comunidade de um modo directo, sem representantes. Sem representantes não há corrupção. Uma sociedade sem representantes é uma sociedade de Democracia Directa.

Para atingirmos uma Democracia Directa, ou as pessoas se constituem em grupos revolucionários, com resistência passiva, desobediência civil e outras técnicas de combate político, ou então as pessoas no momento das eleições simplesmente não votam e por isso não legitimam os representantes.

Em qualquer dos casos haverá sempre duas espécies de idiotas: os que pertencendo às bases de um partido, votam na expectativa de melhorar a vida, o que nunca acontece, e os idiotas que votam por dever; estes últimos são tão irracionais que nem sequer sabem que não devem o voto a ninguém. Para dever é preciso primeiro prometer e se há alguém perito em prometer sem cumprir, esse alguém são os políticos. Que venha a DEMOCRACIA DIRECTA!

Anónimo disse...

Arriscar a vida para lutar pela democracia directa, é a mesma coisa que um gajo apostar numa prostituta de rua para casar e construir família.

Democracia directa:
O arrumador de carros que passa a vida sentado a beber vinho de pacote=1 voto.
Eu=1 voto.

Veredicto:Não funciona.

Pedro Lopes disse...


Uma boa geringonça para caçar democratas.

http://41.media.tumblr.com/21ef1b10938972e937d5106fdcd1d188/tumblr_ntelpk3Wkx1u8rtwro3_1280.jpg

Eficácia comprovada.

Parolinho Democratico disse...


Em democracia temos liberdade de expressão, e no faixismo não. Ide ler história pá!

http://observador.pt/2015/11/13/alema-de-87-anos-condenada-a-dez-meses-de-prisao-por-negar-holocausto/

N disse...

"http://observador.pt/2015/11/13/alema-de-87-anos-condenada-a-dez-meses-de-prisao-por-negar-holocausto/"

Aposto que os defensores da liberdade de expressão em Portugal vão num acto de coerência se manifestarem em frente à embaixada Alemã, tal como fizeram com o dito dissidente Angolano.

Ou se calhar não...

Aposto que os defensores dos ditos "direitos humanos" vão num acto de coerência se manifestarem contra esta prisão desumana.

Ou se calhar não...

Aposto que os que criticam a inquisição cristã, vão num acto de coerência também criticar a inquisição democrática.

Ou se calhar não...


Prender uma idosa de 87 anos por FALAR VERDADE! Ganhem vergonha na cara democratas filhos da puta.
http://omsilanoican.blogspot.pt/2014/07/e-possivel-enganar-muita-gente-durante.html

Quando chegar o ajuste de contas(e vai chegar), esses juízes não serão esquecidos...

Pedro Lopes disse...


Semanário Expresso - O Jornal de todos os filhos da puta

É feito por filhos da puta e destinado á uma carneirada que em vez de miolos tem farelos na cabeça.

Mas conseguem-lhe dar uma áurea de jornalismo de excelência, sério, moderado, isento etc.

Além da mentira compulsiva sobre todos(mesmo todos) os assuntos da actualidade, vejam bem a merda que andam a promover.

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-11-11-As-Marias-sao-rapazes-e-os-rapazes-tambem-choram

E tendo em conta que o dono (o porco Balsemão) é uma dos agente da máfia maçónica em Portugal, outra coisa não se poderia esperar.

Pedro Lopes disse...


O próximo governo de "esquerda" vai meter ordem nisto e acabar com a mama dos banqueiros fascistas.

"António Costa e Mário Centeno querem prender os banqueiros e acabar com a usura em Portugal".

http://observador.pt/2015/11/16/antonio-costa-mario-centeno-almocaram-banqueiros/

Anónimo disse...

Democracia= Demonocracia = Cracia do Demónio (Príncipe do Mundo e Rei da Mentira).
Ó palonços!? Esperavam o quê!?
CONVERTAM-SE, raça de víboras, como dizia o Baptista (St.)

Filipe Bastos disse...

Diogo, uma nota: dizer que os resultados de 2015 são proporcionais aos de 2011, para o PSD e o CDS, é discutível. Parece-me que o CDS (o "partido do contribuinte"...) deve ter tido bem menos de 30% em 2015, mas o facto é que não há forma de saber.

Acresce que a própria coligação afecta os resultados: se calhar menos pessoas votariam num ou noutro partido, se não estivessem coligados - ou culigados, conforme o ponto de vista.

Quanto ao método d'Hondt, embora mau, é o menor dos nossos problemas. Tanto faz o método, quando a escolha oscila entre poia e bosta... o cheiro e a cor variam, mas é tudo merda.

Abraço,
FB

Diogo disse...

Filipe Bastos disse... «Diogo, uma nota: dizer que os resultados de 2015 são proporcionais aos de 2011, para o PSD e o CDS, é discutível. Parece-me que o CDS (o "partido do contribuinte"...) deve ter tido bem menos de 30% em 2015, mas o facto é que não há forma de saber.»

Diogo: Nas eleições de 2011, PSD e CDS concorreram sozinhos (e só depois das eleilões é que se coligaram. Sabemos que a soma dos votos conseguidos pelos dois sozinhos, 70% eram do PSD e 30% eram do CDS. Nestes quatro anos, o PSD e CDS foram partidos gémeos – embora tenham arrasado o país e tenham perdido mais de 700 mil votos, nenhum deles se portou melhor ou pior do que o outro. Donde, não há motivo para concluir que as votações relativas tenham sido muito diferentes. De qualquer modo, o PSD teria de ter 83% dos votos para ganhar ao PS. E nesse caso o CDS ficaria com 17%. Não me parece crível.


Filipe Bastos disse... «Acresce que a própria coligação afecta os resultados: se calhar menos pessoas votariam num ou noutro partido, se não estivessem coligados - ou culigados, conforme o ponto de vista. Quanto ao método d'Hondt, embora mau, é o menor dos nossos problemas. Tanto faz o método, quando a escolha oscila entre poia e bosta... o cheiro e a cor variam, mas é tudo merda.

Diogo: É verdade que a as coligações pré-eleitorais somadas aos círculos eleitorais e ao método d’Hondt beneficiam em muito estes partidos. É por isso que eu me oponho a isto. Aliás, eu sou um defensor indefectível da Democracia Directa – os «representantes eleitos» só representam ladrões.

Anónimo disse...

Os palonços levam-se mesmo a sério...não respondem a provocações!