quarta-feira, janeiro 20, 2016

A impostura (democrática) das Eleições Presidenciais 2016




A ilusão da livre escolha entre Direita e Esquerda (Centrão)



Muitos portugueses irão votar nas próximas Eleições Presidenciais nos candidatos do CENTRÃO (PS - Sampaio da Nóvoa e Maria de Belém + PSD + cds - Marcelo Rebelo de Sousa), convencidos de que estão a votar útil, quando na realidade estarão apenas a votar em clones a soldo dos grandes interesses económicos e financeiros.


Nunca tinha tido a oportunidade de ver um cidadão neste país (como o candidato Paulo Morais – em quem eu tenciono votar), a descrever de forma tão corajosa e cristalina o modo como são concebidos os roubos a Portugal e aos portugueses, levados a cabo pela “troika” formada pelos poderes Político, Económico e Financeiro.

Paulo Morais explica, tintin por tintin, a maneira como se processa a pilhagem, nomeia desassombradamente os intervenientes - indivíduos, instituições e empresas, e aponta os conluios que os entrelaçam.

Paulo Morais (Correio da Manhã – 19/6/2012): [...] "Estas situações de favorecimento ao sector financeiro só são possíveis porque os banqueiros dominam a vida política em Portugal. É da banca privada que saem muitos dos destacados políticos, ministros e deputados. E é também nos bancos que se asilam muitos ex-políticos." [...] "Com estas artimanhas, os banqueiros dominam a vida política, garantem cumplicidade de governos, neutralizam a regulação. Têm o caminho livre para sugar os parcos recursos que restam. Já não são banqueiros, parecem gangsters, ou seja, banksters."


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Voto no Centrão = Voto nos grandes interesses Económicos e Financeiros



The Establishment's Two-Party Scam
O Embuste dos «Dois-Partidos» engendrado pela Elite do Poder

Establishment - um termo usado para referir a elite do poder e as estruturas da sociedade que ela controla.

Chris Gupta: Esta fraude consiste na fundação e financiamento pela elite do poder de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta contra a elite dominante.




Dr. Stan Monteith: "O argumento de que, nos EUA, os dois partidos congressionais, o partido Republicano e o partido Democrata (correspondentes aos PSD e PS) deviam representar políticas e ideias opostas, uma, talvez, de Direita e a outra de Esquerda, é uma ideia ridícula aceite apenas por teóricos e pensadores académicos. Pelo contrário, os dois partidos devem ser quase idênticos, de forma a convencer o povo americano de que nas eleições pode "correr com os canalhas", sem na realidade conduzir a qualquer mudança profunda ou abrangente na política."




George Wallace (que foi candidato à Presidência dos EUA) afirmou: "...não existe diferença nenhuma entre Republicanos e Democratas (PSD e PS)". "... A verdade é que a população raramente é envolvida na selecção dos candidatos presidenciais; normalmente os candidatos são escolhidos por aqueles que secretamente mandam na nossa nação. Assim, de quatro em quatro anos o povo vai às urnas e vota num dos candidatos presidenciais seleccionados pelos nossos 'governantes não eleitos.' Este conceito é estranho àqueles que acreditam no sistema americano de dois-partidos, mas é exactamente assim que o nosso sistema político realmente funciona."




O Professor Arthur Selwyn Miller, académico da Fundação Rockefeller, no seu livro «The Secret Constitution and the Need for Constitutional Change» [A Constituição Secreta e a Necessidade de uma Mudança Constitucional], escreveu: "...aqueles que de facto governam, recebem as suas indicações e ordens, não do eleitorado como um organismo, mas de um pequeno grupo de homens. Este grupo é chamado «Establishment». Este grupo existe, embora a sua existência seja firmemente negada; este é um dos segredos da ordem social americana. Um segundo segredo é o facto da existência do Establishment – a elite dominante – não dever ser motivo de debate. Um terceiro segredo está implícito no que já foi dito – que só existe um único partido político nos Estados Unidos, a que foi chamado o "Partido da Propriedade." Os Republicanos e os Democratas (PSD e PS) são de facto dois ramos do mesmo partido."


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É fácil depreender, pelo que ficou dito acima, que a elite do poder também financia em Portugal dois partidos – PS e (PSD + cds) que surgem aos olhos dos eleitores como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. Não é por acaso que, embora trocando regularmente os partidos no poder, as políticas no nosso país se mantêm praticamente as mesmas.

Assim sendo, é óbvio que os candidatos presidenciais apoiados por estes partidos (que constituem um partido único) vão necessariamente seguir fielmente as políticas dos partidos seus padrinhos que, como já sabemos, são rigorosamente iguais.

Vejamos então quem são estes candidatos do Partido Único disfarçados de «independentes»:


Jornal Público - 18/01/2016

PS entra em força na campanha ao lado de Nóvoa

«Em Setúbal, o candidato esteve acompanhado pelos dois adjuntos de António Costa, no partido e no Governo.

Desde sexta-feira tem sido assim: um ministro por dia, a falar nos comícios de António Sampaio da Nóvoa. Augusto Santos Silva, na sexta-feira, Vieira da Silva, no sábado, Campos Fernandes, no domingo – e o presidente do partido, Carlos César, à noite, no mesmo dia -, Eduardo Cabrita na segunda-feira. Esta recta final está, até, a intensificar a presença de dirigentes socialistas junto do antigo reitor.


Jornal Público - 17/01/2016


Maria de Belém: "Socialista candidata, sou eu!”


«Ex-ministra justifica as razões da sua candidatura e afasta que ela tenha a ver com qualquer “sobressalto cívico tardio”.

A candidata presidencial Maria de Belém declarou este domingo que ela é a única candidata do Partido Socialista. “Socialista candidata, sou eu!”, proclamou a ex-presidente do PS.


Jornal de Notícias - 10/12/2015


PSD e CDS-PP recomendam voto em Marcelo Rebelo de Sousa

«O presidente do CDS-PP anunciou, esta quinta-feira, que a direção do partido vai recomendar ao Conselho Nacional democrata-cristão a adoção da recomendação de voto em Marcelo Rebelo de Sousa nas eleições presidenciais de 24 de janeiro.

[...] Também a direção do PSD recomendou, esta quinta-feira, aos eleitores do partido o voto em Marcelo.»

51 comentários:

Armando disse...

Marcelo Rebelo de Sousa e Paulo Morais são ambos da área do PSD. E entre estes dois candidatos, Marcelo é o que tem mais preparação para presidente da república, e é também aquele que tem mais experiência política ao mais alto nível. Não acho que seja uma marioneta nas mãos de ninguém.

Maria disse...

Faz falta um Presidente da República que seja capaz de representar todos os portugueses e que não tenha experiência, ou melhor dizendo, os vícios de quem andou sempre enfiado na política. Sampaio da Nóvoa tem essas características.

Filipe Bastos disse...

Armando: a maior «experiência» do Martelo é a mamar tachos, e a beber margaritas junto à piscina de mafiosos mamões. O Morais pode começado no PSD, mas saiu... e hoje expõe a corrupção e compadrio que encontrou na vossa Laranja Podre.

Maria: "todos os portugueses" uma poia. Metade nem vota. As jarras presidenciais e os governos chegam a ser eleitos por 20% da população. E o Nódoa talvez consiga ser ainda pior que o Martelo - é mesmo um chuleco tachista e medíocre.

Armando e Maria: o marketing do Martelo e do Nódoa já percorre todos os blogs, mesmo os blogs anti-pulhítica como este, a largar essas postas?

Tiago disse...

O que mais se ouve de todas as pessoas do planeta é que os políticos são corruptos. Quando aparece um que realmente sabe o que está dizendo e realmente quer mudar esse cenário, o mesmo povo que reclama da corrupção fecha os olhos, procura defeitos e seguem votando nos mesmos mediáticos de sempre.

Pedro Lopes disse...

Paulo Morais funciona como um pioneiro de cidadania crítica e sem medo, alguns chamam-lhe populista justamente para descredibilizar esse tipo de cidadania, eu chamo-lhe, cidadania exigente, mas infelizmente a democracia desta 3.ª república ainda não atingiu a maturidade necessária para dar a este país uma cidadania condizente e exigente, precisamos pois de muitos Paulos de Morais, ou seja precisamos de uma 4.ª república a funcionar com outro carácter e com outra cidadania.

Pedro Lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Lopes disse...

Atenção que este ultimo comentador das 00:42 não sou eu. Se não se importar peço-lhe que use outro nick ou acrescente mais algum apelido para nos diferenciar.

João disse...

Ola Diogo

Não posso ver as caras destes fascizoides.
Lamento q votes
1 abraço

Anónimo disse...


"fascizoides"

Temos palhaço!

Diogo disse...

Armando e Maria, os Srs. chegaram a ler o Post por acaso? Marcelo e Nóvoa são os candidatos do CENTRÃO. Donde, estão completamente enfeudados aos partidos que os suportam, que por seu turno estão submetidos ao Grande Dinheiro.


Filipe Bastos - Absolutamente de acordo. Tendo em conta a abstenção (que representa muita vezes um gesto de revolta e de desprezo pela “política”, Partidos e Presidentes são eleitos normalmente com os votos de 25% dos portugueses. E destes, uns votam por clubite (acefalamente sempre votaram no partido A e sempre votarão nesse partido, por mais merda que esse partido faça.) Outros votam útil – não votam no que querem mas antes no «mal menor».


Tiago - Absolutamente de acordo.


Pedro Lopes – 00:42 - Precisamos que o Paulo Morais seja ouvido pelo máximo número de portugueses possível para que, uma boa parte destes, compreenda os roubos descomunais de que estão a ser vítimas.


João - Eu sei que o Paulo Morais não tem hipóteses de ganhar – graças a um blackout total das televisões e da hostilidade dos “comentadores”. Mas vou votar nele para lhe tentar dar a maior visibilidade possível.

N disse...

"E destes, uns votam por clubite (acefalamente sempre votaram no partido A e sempre votarão nesse partido, por mais merda que esse partido faça.) Outros votam útil – não votam no que querem mas antes no «mal menor»."

Acabaste de nas tuas próprias palavras, constatar o falhanço factual da democracia e do voto universal e igualitário.

http://omsilanoican.blogspot.pt/2015/10/mensagemimagem-do-dia_82.html

Diogo disse...

N,

Há vários tipos de democracia. É verdade que a democracia representativa se presta a ser sequestrada pelo Grande Dinheiro e, portanto, os "nossos representantes eleitos" nada mais são que lacaios ao serviço do Grande Dinheiro.

Já a Democracia Directa não pode ser sequestrada por ninguém. Não há hipótese de subornar toda a gente.

MPires disse...

Todas as candidaturas, excepto a do PCP, defendem a permanência de Portugal na moeda única e a Marisa Matias leva o absurdo ao ponto de afirmar que “a questão não é do euro, é da política associada ao euro”, como se fosse possível separar a política monetária, financeira, cambial e orçamental do euro do próprio euro, como se o genoma da austeridade e do empobrecimento não estivesse já todo contido no euro.

Diogo disse...

MPires,

O problema não é a moeda Euro. O problema são os gatunos que têm um controlo absoluto sobre o Euro. É esse controlo que é necessário destruir.

N disse...

Diogo, estás a fugir à tua constatação anterior:

"E destes, uns votam por clubite (acefalamente sempre votaram no partido A e sempre votarão nesse partido, por mais merda que esse partido faça.) Outros votam útil – não votam no que querem mas antes no «mal menor»."


Aqui fugiu-te a boca para a verdade...O povo como um todo não tem capacidade de decidir o que é melhor para ele.
Porquê? Simples... Porque numa democracia a cátia da casa dos segredos valeria tanto como o Eça de Queirós nas urnas.

Escusado será dizer que os sábios são raros, mas os idiotas abundam.
A partir do momento que todos valemos o mesmo na urnas, os idiotas acabam por favorecer os corruptos e traidores. E SERÁ SEMPRE ASSIM!


Daí a democracia; seja ela directa, indirecta ,semi-directa, assada, cozida, estufada, frita, ou grelhada no churrasco...Irá ser sempre parte do problema e nunca da solução.

Para se resolver problemas, tem que haver realismo. Se a igualdade humana não é real, continua-se na cepa torta.
É quase como debater qual a melhor munição para caçar gambozinos....

Anónimo disse...

Caro Diogo
Campanhas eleitorais.
Desde o 1º dia que ando para falar nisto, mas tenho ficado calado para ver o que pelo país se fala (não é se eu tivesse falado alguma coisa teria mudado).
Tivemos umas campanhas eleitorais em que se gastou muito pouco dinheiro, o que deixou os portugueses muito contentes e sensibilizados pelas atitudes dos candidatos.
Agora perguntemos a quem interessa(ou) uma campanha “pobrezinha”?
Quem teria sido mais prejudicado com umas campanhas com muito mais publicidade (mais dinheiro gasto)?
Com estas campanhas poupadinhas, os candidatos conseguiram passar a mensagem das suas candidaturas e darem-se a conhecer o suficiente?
Quem tirou mais vantagem duma campanha, em que para se mostrar uma imagem de comedidos, estamos em crise, não seria ético, moral, com tanta gente a passar fome, andar em campanha a gastar muito dinheiro, para passar a mensagem?
Marcelo, só para falar deste aspecto, televisões, e não doutros, esteve 15 anos como comentador na TVI, passou também pela RTP e pela SIC. Durante muito tempo andou a sua imagem nas televisões. Isto fez com que se tornasse bastante conhecido.
Pois fomos alegremente e de consciência tranquila gastar pouco, a crise a moral assim o exigem, para depois sermos premiados por um candidato que vai dar rédea solta a gastos futuros que nos vão deixar de cabelos em pé.
Realmente quem controla isto sabe muito bem o que faz.
Carlos

Filipe Bastos disse...

N: talvez o surpreenda, mas eu concordo com o que diz. Concordo! Por exemplo, eu julgo ser mais inteligente, mais culto, mais capaz, e até mais sério do que o N. Em qualquer decisão, a menos que sobre algo muito específico - que por algum motivo eu não conheça - eu prefiro a minha opinião à sua. Porque a minha é melhor.

Dirá que eu não o conheço de lado nenhum. É verdade, tal como o N não conhece pessoalmente os milhões de pessoas que considera inferiores. Eu também não os conheço, e também os considero inferiores. São também portugueses, temos certas coisas em comum, mas no essencial sou melhor. A diferença é que, para mim, o N faz parte desse grupo. E para si, sou eu que faço.

Para o seu ditador/estadista, idem: não o conheço, mas já me considero melhor que ele. Nunca o apoiarei. Mandar em mim? Era o que faltava! Eu é que devo mandar, pois eu sou melhor. E claro que não podemos mandar ambos.

Como resolver isto?

Diogo disse...

N,

É diferente votar num partido ou numa “ideologia” do que votar em coisas práticas.

N: «A partir do momento que todos valemos o mesmo nas urnas, os idiotas acabam por favorecer os corruptos e traidores. E SERÁ SEMPRE ASSIM!»

Não compreendo. Os corruptos e os traidores, em Democracia Directa, não têm o monopólio das propostas. Toda a gente pode fazê-lo.

Os homens são todos diferentes. E em Democracia Directa as questões são muito mais concretas.

Diogo disse...

Carlos,

Concordo consigo. O “professor” aldrabou como de costume.


Filipe Bastos,

Excelente questão! Não é verdade, N?

Anónimo disse...

Campanhas pobrezinhas/comedidas isto é... a de Marcelo, somando todos estes anos, custou uma fortuna.
Carlos

N disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
N disse...

Filipe Bastos, calado és um poeta.
Tentaste atacar o mensageiro, para não refutares a mensagem.


Quanto à tua opinião sobre seres "superior" a mim, cada um pode dizer o que quiser; provar é que já é outra história...


Eu nem preciso provar que sou superior a ti, nem tão pouco isso ocupa 1 segundo da minha vida. E não sou eu que estou em questão...
Eu só preciso provar que há gente superior e há gente inferior. E havendo melhores e piores, refuto a falsa teoria da igualdade humana; e com isto todo o evangelho democrático.

Do meu lado, "só" tenho o bom senso, a História, e a ciência...


Ensina-se numa democracia que todos somos vencedores, depois admiram-se da quantidade de perdedores.
Ensina-se numa democracia que todos somos especiais, depois admiram-se da quantidade de vulgares.
Ensina-se numa democracia que todos temos razão e que há várias verdades, depois admiram-se de reinar a mentira universal.



"não o conheço, mas já me considero melhor que ele. Nunca o apoiarei. Mandar em mim? Era o que faltava! Eu é que devo mandar, pois eu sou melhor. E claro que não podemos mandar ambos.

Como resolver isto?"


É fácil fofo:

+Legitimidade moral
+Legitimidade racial/étnica
+Legitimidade intelectual.

Basta não possuir uma destas, e não serve para ser líder.
É simples...

Se o líder é corrupto e/ou traidor, não possui portanto legitimidade moral.

Se o líder é judeu, cripto-judeu, ou de outra raça e/ou etnia qualquer que não a raça e/ou etnia raiz da Nação que governa, não possui portanto legitimidade racial/étnica.

Se o líder é burro, incompetente, limitado a nível de criatividade, e não consegue por isso resolver os problemas nacionais, não possui portanto legitimidade intelectual.

Se até é inteligente e criativo, mas usa a inteligência e criatividade para vigarizar, roubar, pilhar, e trair a Nação e o respectivo povo nativo que governa, então nesse caso apesar de possuir a legitimidade intelectual, como a usa não para os superiores interesses da Nação, mas sim contra a mesma, é porque não possui legitimidade moral.

Daí as 3 legitimidades serem inseparáveis, e basta não possuir uma delas para não ter assim legitimidade para governar.



Quem tiver melhor sistema de escolha, que apresente e ladre menos.
Para "opinadores de profissão", já basta os dos mé(r)dia...

Filipe Bastos disse...

Sim N, mas eu tenho todas as legitimidades! Repare:
- não sou corrupto ou traidor;
- não sou judeu, cripto-judeu, ou de outra raça/etnia (já fiz um teste de ADN... e o N?);
- não sou burro, incompetente, nem limitado a nível de criatividade(?);
- não vigarizo, roubo, pilho, ou traio.

Bom, claro que isto sou a dizer. Como é que eu provo? Quem me avalia? O povo não pode ser, pois é um bando de atrasados mentais... talvez o N? Os seus amigos? E como ninguém vota, a democracia é uma merda, como é que decidem entre mim e outros candidatos?

Tinha esperança que fosse numa arena, como nos bons velhos tempos... mas o N não menciona legitimidade física, ou recorde pessoal de supino, ou cor do cinturão. O seu único atributo objectivo é a raça, o resto é subjectivo. Assim é difícil. Mas acho que lhe consigo arranjar um teste de QI que fiz há anos, deu montes dele. Devo ter isso na arrecadação...

(já o N, ao considerar que «ataquei o mensageiro e não a mensagem», revelou certas limitações - isto sem lhe chamar burro...)

N disse...

No seu teste de ADN vem os resultados da etnia?
Fantástico...Não vem também a preferência sexual e a preferência clubística?
E depois diz que não é burro...


"nem limitado a nível de criatividade"

O que tem para mostrar? Textos? Pensamentos? Soluções políticas apresentadas? Manifestos políticos? Algum trabalho artístico de valor e de cariz nacional quiçá? Propaganda inovadora para puxar a Nação para cima?

Não conheço nada seu.

Filipe Bastos disse...

O teste é fácil e barato: http://dna.ancestry.com . Envia por correio, tem os resultados em +- 2 meses. Deu-me 99.7% europeu, dos quais mais de metade sul europeu (mais Ibéria), o resto do norte europeu (UK, Escandinávia, Alemanha), e umas migalhas do leste europeu. Há uma ligeira parte indeterminada, aí não sei.

Etnicamente sou japonês, claro, mas como vê já falo razoavelmente Poltuguês.

O que tenho para mostrar... faço comícios em cervejarias. Trindade, Portugália. Enquanto a malta come os bifes, discurso sobre o destino histórico da raça lusitana, e sobre as condições humilhantes do Tratado de... do 25 Abril. Estou a pensar escrever um livro: "A minha peleja".

Parece-lhe um bom caminho?

Thor disse...

o Filipe Bastos faz sempre, sempre esta merda.
ele foge sempre de debater os temas em profundidade e concentra-se sempre mas sempre na pessoa individual do seu "debatedor".
pela forma como ele "debate", eu iria jurar que ele é um individualista liberal.

e com essa do "ninguém é melhor do que ninguém" está a querer impôr um relativismo igualitário como forma de legitimar a democracia.

e depois saca sempre do mesmo argumento "quem é contra a democracia, é porque quer ser ele a mandar!" (lá está, concentra-se sempre no "debatedor" ou mensageiro, mas nunca na mensagem)

eu sou anti-democrata e não acho que eu é que deveria mandar, porque há pessoas bem melhores e mais qualificadas que eu.
e daí o Filipe argumenta: ah então se não queres mandar, é porque queres obedecer! e és um carneirinho que gosta de chefinhos, tiranos e ditaduras.

pois e voltamos ao mesmo de sempre: ou é democracia ou é ditadura. a democracia é sempre sinónimo de "liberdade" e nunca de ditadura. e quem não gosta de democracias, é porque é carneiro obediente ou então quer ser ele a mandar.

não te passa pela cabeça o sentido de colectivismo e colectividade, vais sempre atacar o indíviduo porque tens mentalidade LIBERAL.

Filipe Bastos disse...

O Thor tem boa memória, e não é burro. De facto, ser uma roda dentada da engrenagem não é para mim. Desprezo grupos, partidos, clubes, a ânsia de "pertencer" a algo.

Sempre gostei de ouvir o seu caro Hitler, mas não sou carneiro, não sigo ninguém, nem devo obediência a ninguém. Liberalismo, individualismo, anarquismo, niilismo, existencialismo... é escolher o rótulo.

Como já disse, chego à Democracia Directa por exclusão de partes. Esta pseudo-democracia não serve. E no seu nacional-socialismo, no comunismo, ou nas ditaduras em geral, não há lugar para o indivíduo. Ora eu borrifo-me para o que o seu estadista quer de mim, ou para os seus discursos patrióticos, tal como me borrifo para os discursos pífios e redondos destes pulhíticos corruptos. Nenhum deles me serve.

Resta a Democracia Directa. Creio que o caminho só pode ser esse. Aliás, creio que num futuro distante tudo isto - reis, presidentes, governos - será visto como algo atrasado e semi-feudal. E há as máquinas. Mesmo num futuro próximo, um software apenas médio deve governar cem vezes melhor do que esta cambada toda junta.

N disse...

"mas não sou carneiro, não sigo ninguém, nem devo obediência a ninguém."


Ó meu caro, até os lobos pertencem a alcateias. Obedecer por si só, nada tem de pejorativo. O problema reside é quando se obedece a quem não tem legitimidade para comandar.


"não há lugar para o indivíduo."

Basta ver a explosão artística que houve no período Nazi...Ou a superação no campo das ciências, desporto, etc...
Isto não é um produto da criatividade humana? Do bom individualismo(inserido numa dinâmica comunitária)?


Numa democracia obrigam-lhe a trabalhar meia ano só para pagar impostos, ainda por cima impostos esses a maior parte deles para sustentar parasitas, corrupção vária, e para pagar agiotagem e o seu esquema de endividamento DELIBERADO.

Onde está o respeito pelo indivíduo?

Mais...Se somarmos a carga fiscal, aos números de desemprego, recibos verdes, média salarial nacional, etc; chegamos facilmente à conclusão que a maioria dos ditos "indivíduos" numa democracia não conseguem independência financeira, e que sem esta, não há condições para explorarem o seu potencial criativo.

Isto não é esmagar o indivíduo?


Você confunde liberdade com libertinagem, e liberdade real e responsável com ilusão de liberdade numa dinâmica niilista e acéfala.


Hoje as mulheres e homens querem ter filhos, mas o Estado não lhes dá condições, pelo contrário. Mas ao menos têm a "liberdade" de irem votar, postar fotos no facebook, e outras grandes liberdades democráticas...
Só falta a "liberdade" de virem a poder escolher a cor do chip a ser implementado debaixo da pele por razões de "segurança".


Há coisa mais importante que criar família? Não são os filhos a criação mais pessoal que os ditos "indivíduos" podem criar? Impedir tal não é esmagar o dito "indivíduo"?


Mas se calhar(ou mesmo de certeza), esta conversa é muita areia para si.
Basta recordar o que você disse no fim:

"E há as máquinas. Mesmo num futuro próximo, um software apenas médio deve governar cem vezes melhor"


Sim, isso seria perfeito. Uma sociedade governada por máquinas sem alma...Uma grande conquista para a individualidade humana e para um novo patamar de dimensão humanista.
Enfim...

Filipe Bastos disse...

Meu caro, uma coisa é obedecer a leis e convenções para viver em sociedade, e não viver numa gruta. Outra é obedecer a um fulano, que não escolhi, só porque larga umas larachas. Decidi, ao longo de décadas, que ninguém me «comanda». Se a si lhe agrada, óptimo para si.

Na sua ditadura posso criar tudo, desde que sirva a ditadura: a sua estética, os seus objectivos, a sua censura. A mim, apetece-me sempre o que não serve. Sou esse tipo de pessoa. A sua «dinâmica comunitária» repele-me. Quando vejo propaganda nazi, soviética ou americana, com toda a gente unida e contente, como bons carneirinhos, apetece-me vomitar.

Isto parece-lhe certamente «niilista e acéfalo», mas é essa a beleza da democracia, por muito imperfeita que seja (e é): podemos discordar. Ninguém nos prende e nos tortura até concordarmos.

Sobre o software: não espera «alma» do seu computador, ou da sua canalização, pois não? Pelo contrário, espera que funcionem tão imperceptivelmente quanto possível. A gestão de um país pode, DEVE ser igual: tarefas executadas de modo lógico, imparcial, silencioso, perfeito como só as máquinas conseguem. Nós é que nos habituámos a ver a coisa de outra forma.

A nossa História e a nossa natureza, ainda primitiva e tribal, dizem-nos que alguém tem de mandar, por isso entendo porque pensa assim - quase todos pensamos assim, só varia o regime ou o partido preferido. Mas não tem de ser assim; e nem tem de levar muito tempo.
Sugiro: http://www.kurzweilai.net/the-law-of-accelerating-returns

Thor disse...

outra vez a velha "história": a democracia é imperfeita, mas nela podemos discordar, noutros regimes ("ditaduras") não podemos.
experimenta então negar o "holocausto" em público. vai para os EUA, e escreve algum artigo ou faz algum documentário a denunciar quem esteve por detrás do 9-11 e vês o que te acontece...ainda em Fevereiro passado, morreram "só" 3 de uma vez, e os 3 nem sequer estavam relacionados entre si.
sabes que há pessoas presas por fazerem perguntas? pessoas presas por questionar o Kerry acerca da sua ligação à sociedade secreta Skull & Bones, pessoas presas por dizer "o 9-11 foi trabalho interno", pessoas presas por questionar o "aquecimento global", pessoas presas por questionar o lobby gay, pessoas presas por não gostarem dos negros, ou dos judeus, ou dos políticos, pessoas presas por roubar meia-dúzia de notas para comer, enquanto outros roubam bancos inteiros e andam cá fora na maior!

ah e tal, mas chama-se democracia. tem o nome democracia. por isso, é bom e é liberdade.
a Alemanha nazi é que era ditatorial...

vê isto mas é:
https://www.youtube.com/watch?v=3qktGqzfAcc

e isto:
http://trutube.tv/Why-Do-Jews-Love-Democracy-Dr-William-Pierce_v7037


mas eu já percebi que fazer com que cagues no eixo "democracia vs ditadura" é impossível.

Pedro Lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Lopes disse...

Vi agora que as projecções apontam para que o Vitorino silva(Tino de Ras) tem mais votos que o Paulo Morais. Poizé.......Mas a malta ainda acredita em democracias...... O próprio Paulo Morais é crente nessa farsa que o coloca abaixo de um maluquinho como o Tino de Rãs.

E já agora a eleição para PR não é representativa, é directa. Esta eleição é um exemplo de democracia directa. E o povo votou maioritariamente num canalha.

Já agora segundo o Filipe Bastos todos os animais da natureza vivem em Ditaduras. Há imensos Hitlers e Mussolinis no reino animal, e até nas plantas. Especialmente aqueles que devem a sua sobrevivência ao facto de agirem de forma colectiva, como as formigas, os lobos, os felinos algumas aves, etc.

Filipe Bastos disse...

É verdade, Pedro Lopes, parece que até o pateta Tino vai ficar acima do Morais. E ganha o Martelo, esse palhaço do regime, fantoche de mamões. Nenhuma surpresa, mas é sempre deprimente.

Não é bem um exemplo de democracia directa: é apenas uma escolha entre dez fulanos para um tacho decorativo, num regime podre, onde nem metade vota. Mas sim, tem certa razão, é o mais próximo que temos.

E é o povo que temos. Nem quer o Morais anti-corrupção, nem quer a "minha" democracia directa, nem quer o seu estadista. Quer mais do mesmo. O que sugere? Trocar de povo? Matá-lo? Lavar-lhe o cérebro? O que se pode fazer?

Thor disse...

um canalha pedófilo, ainda por cima. e já não é o 1º PR pedófilo que temos.

realmente...Paulo Morais só vai ter pouco mais de 1%, mas ainda há gente que acredita no sistema democrático.
no facebook o Paulo Morais era o maior, dava "abadas" e tal, era o campeão da popularidade. mas depois, na hora da verdade...só vai ter pouco mais de 1º...

continuem a acreditar no sistema de votos, nas "contagens" de votos, e continuem a confiar no discernimento das "massas" acéfalas.
os corruptos agradecem...

Pedro Lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Lopes disse...

"O que sugere?"

"Napola Schools"

Este seria o conceito ideal para garantirmos o presente o o futuro.
A não ser assim ficamos para sempre escravos do grande capital judeu, embora sob uma capa de liberdade e democracia.

Filipe Bastos disse...

"Napola Schools"
Doutrinamento, ou lavagem cerebral. Mas isso presume que já tem o poder, só assim pode criar as escolas e determinar o que ensinam. E sem poder?

Pedro Lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Lopes disse...

"Doutrinamento"

Chama-lhe o que quiseres.
Na minha ideia é formação e preparação dura para a futura classe dirigente.
Preparação física, psicológica, ideológica, cientifica, conhecimento, lealdade, determinação, força etc...
Hummm, isto que defendo se calhar é muito grave....

Se calhar será preferível....sermos governados por escumalha que vem das escolas privadas, que são apenas centros de recrutamento da maçonaria? Muitos deles compram os cursos.

"Doutrinamento".

Mas o que vemos hoje nos discuros repetitivos dos politicos e cometadeiros, nos mérdia em geral, nos filmes e videoclipes já não é doutrinamento, é livre escolha democrática e pluralista.....

FODA-SE!!!!!

Filipe Bastos disse...

Certo, chamemos-lhe Preparação. Mas isso presume que já tem o poder, só assim pode criar as escolas e determinar o que ensinam. E sem poder?

Thor disse...

a "coerência" dos liberais e dos democratas:

cartazes Nacional-Socialistas ou mesmo marxistas = PROPAGANDAAAA!!! TOTALITARISMOOO!!! DITADURAAA!!! DOUTRINAÇÃOOO!!! Socorro!! salve-se quem puder!!

cartazes da Coca-Cola, McDonalds, Beba, consuma, compre, veja TV, vote, seja neste ou seja naquele, seja "tolerante", "moderno", goste de paneleiragem, etc, etc = isso é..."publicidade".

eis a "coerência" liberal".

Pedro Lopes disse...

cartazes da Coca-Cola, McDonalds, Beba, consuma, compre, veja TV, vote, seja neste ou seja naquele, seja "tolerante", "moderno", goste de paneleiragem, etc, etc = isso é..."publicidade".

+ a propaganda boçal á força toda a favor da miscigenação, sexualização de tudo e mais alguma coisa, incluindo nas crianças. Basta ver alguns clipes da miley cirus

Filipe Bastos disse...

Certo, chamemos-lhe Preparação e digamos que não é propaganda. Mas isso presume que já tem o poder, só assim pode criar as escolas e determinar o que ensinam. E sem poder?

N disse...

Parece que depois dos resultados do tino, o tiririca vai pedir também nacionalidade Portuguesa. A democracia daqui é da boa...


"Em nome do pai soares, do filho soares, e do salgado espírito santo; Amém democracia! Bem-dita seja a sabedoria universal. Bem-dita seja a igualdade humana. E para que ninguém seja descriminado, não haverá melhores nem piores, e todos terão a sua razão e a sua verdade!"

Esta reza devia passar a ser obrigatória em todos as escolas, que é para combater a "intolerância".


Próximo passo: Os animais de estimação devem poder votar também. Em nome da tolerância e igualdade, há que combater todas as forma de descriminação.

A ver se mando uma petição ao marcelo....Alguém sabe o endereço de email do bilderbeg?

Pedro Lopes disse...

Antigamente, como não havia democracia, era tudo ditaduras.
Não percebo como é que a humanidade consegui sobreviver tantos milhares de anos em ditaduras sucessivas, com reis e reizinhos tiranos.

http://40.media.tumblr.com/7a218f0c1199202898a47ff46987e0de/tumblr_o1ejf2UXBH1uwggl5o1_1280.jpg

Filipe Bastos disse...

Lopes, tem ideia do que era ser plebeu, isto é, não ser da aristocracia ou do clero, na Idade Média? Podia sobreviver - até aos 35 anos, com sorte - mas acha que gostava? E antes disso era ainda melhor. Claro que os seus reizinhos não se queixavam: tinham tudo só por nascerem reizinhos.

Como dizem os brasucas, pimenta no cu dos outros é refresco...

Já agora: "Napola Schools". Isso presume que já se tem o poder, só assim pode se criar as escolas e determinar o que ensinam. E sem ter o poder?

Pedro Lopes disse...


"E sem ter o poder?"

O poder tem de ser conquistado. Ou por revolução, ou golpe Militar, ou até em eleições "democráticas".

"tem ideia do que era ser plebeu" - Muita dessa concepção da história é fomentada por filmes, nas escolas, e certa literatura.

Eu vivia numa terra, que quando eu era mais novo, o estilo de vida das pessoas ainda seria idêntico ao de 100 ou 200 anos atrás. Não havia grandes clivagens sociais, mas também não havia distribuição igualitária da riqueza(neste caso em forma de terrenos ou outros bens).

É um pouco como o conceito de escravatura. Diz-se que na antiga Grécia havia escravos. Mas o que são hoje as pessoas que trabalham em call-centers e ganham 200 euros/mês ou pouco mais?
Antigamente o dinheiro ainda não estava generalizado como forma de pagamento. Os "escravos" eram pagos com comida, roupas, dormidas, etc... Não andavam presos com uma corrente, podiam fugir á vontade dado que não existiam drones, nem carros para os perseguir.
E o que se faz hoje com 300 Euros/Mês? Comida, dormida, roupa, nem chaga para isso, ou seja vai dar ao mesmo ou pior.

Mas eu não defendo nenhuma forma de escravatura, nem a antiga nem a moderna, que isto fique bem claro. É só para desfazer certos mitos patéticos.


N disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
N disse...

"Como dizem os brasucas, pimenta no cu dos outros é refresco..."

Filipe Bastos, a cidade-Estado de Esparta era aristocrática. E as condições de vida da Aristocracia eram muito mais duras do que as condições de vida da dita "plebe".

http://omsilanoican.blogspot.pt/2014/01/esparta-e-sua-lei.html


A sua capacidade de argumentação cai por terra novamente....

Filipe Bastos disse...

Lopes: hoje há, apesar de tudo, maior qualidade de vida e maior mobilidade social. Isto nos países ditos desenvolvidos; noutros é bem pior.

Há 500, 300, até 100 anos, cá também era bem pior. Claro que os filmes contêm exageros ou "liberdades artísticas", como o famoso Direito da primeira noite (por ex. no Braveheart), mas eram tempos terríveis e injustos para 95% da população. Porque se pensava, como o Lopes pensa, que certas pessoas já nasciam superiores a outras. Claro que o pensamento lhe agrada, quando se considera parte da elite.

N: este link deve ser-lhe útil - https://en.wikipedia.org/wiki/Straw_man

Pedro Lopes disse...

"maior qualidade de vida e maior mobilidade social"

NÃO!

O que há e que se possa considerar melhor, foi devido a alguns avanços tecnológicos e económicos, que nada, mas nada tem a ver com "democracia".

Mas ainda assim é errado presumir-se que há maior qualidade de vida, só porque temos melhores carros, telemóveis, plasmas, centros comerciais etc...
Não conhecemos na realidade como era o dia a dia da maioria da população de há 500 anos. Qualidade de vida é algo muito subjectivo.

Mas com outro tipo de organização politica, e com esses avanços tecnológicos e científicos benéficos(que nem todos são) então a qualidade de vida geral seria efectivamente muito superior, mas não meramente no campo materialista.

É que não se pense que o ideal de sociedade é aquela em que todos tem tudo em abundância e que não é necessário lutar no duro pelas coisas. Essa sociedade não viverá em paz durante muito tempo, será aburguesada, incapaz de superar as maiores adversidades. Será subjugada facilmente por forças nefastas(as que dominam hoje).

A sociedade mais pacífica de todas terá de ser moldada por uma cultura guerreira superior, por uma cultura de resistência e sobrevivência, de conhecimento e de unidade.


"Porque se pensava, como o Lopes pensa, que certas pessoas já nasciam superiores a outras. Claro que o pensamento lhe agrada, quando se considera parte da elite."

Desculpa lá mas porcaria não comento.