segunda-feira, fevereiro 27, 2012

O ciclone de pilhagem e devastação que os Bancos Internacionais estão hoje a levar a cabo em Portugal e na Grécia também já assolou a Austrália

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Este é um artigo de Steve Madigan, escrito em 2002, sobre a rapina que os Bancos Internacionais exerceram (e continuam a fazê-lo) na Austrália. As semelhanças com o que se está a passar hoje em Portugal, Espanha, Itália e Grécia são estarrecedoras.

Dois excertos:

{Os banqueiros internacionais ordenaram ao nosso Governo [Australiano] para vender os nossos recursos a empresas estrangeiras. Recursos como: electricidade, água, transportes, esgotos, etc. que eram nossa propriedade e pagos durante muitos anos com os impostos do povo australiano. Isto é chamado privatização. A razão dada para a privatização era de que, vendendo, a Austrália reduziria a nossa dívida externa.}

{O Sr. John Corzine, do banco Goldman Sachs, expôs as condições que eles exigiam para financiar a Austrália. Além da contínua privatização, da reforma fiscal, da remoção das tarifas que protegiam as indústrias australianas, da redução dos salários públicos e das pensões de reforma, os banqueiros exigiam a garantia de que a Austrália não seguiria uma linha 'independente' a respeito da política financeira. O Sr. Howard [Primeiro-ministro australiano] mostrou-se aquiescente.}


Tradução minha. Aconselho vivamente a leitura completa do artigo:



Na Austrália, muito poucas pessoas compreendem que estamos numa situação inconcebível em que os banqueiros internacionais governam a Austrália. O Governo australiano nada mais é que um servo ou agente dos banqueiros.

Todos os grandes bancos são agora bancos internacionais. Os Quatro Grandes são: ANZ, Westpac, Commonwealth Bank e o National Australia Bank. Não se deixem enganar pelos nomes australianos, Commonwealth Bank e National Australia Bank; não são australianos, foram adquiridos por accionistas internacionais sem nenhuma lealdade à Austrália. Os Quatro Grandes, ou o Bando dos Quatro, tal como são conhecidos, têm uma relação incestuosa uns com os outros e cooperam entre eles.

Os Quatro Grandes Bancos, ou o Bando dos Quatro

"Estes Bancos podem ser parasitas gananciosos e gatunos,
mas são os nossos parasitas, os nossos gananciosos e os nossos gatunos..."


Como se sabe, os bancos emprestam dinheiro às pessoas, aos pequenos negócios e às grandes corporações. Mas os bancos também emprestam dinheiro aos governos estaduais e federais para que estes paguem serviços essenciais tais como as forças armadas, a polícia, a saúde, a educação, os tribunais, os serviços sociais, etc.

O dinheiro para pagar estes serviços é arrecadado cobrando impostos ao povo. Mas quando os impostos não são suficientes para pagar estes serviços, o Governo pede emprestado a quantia necessária aos bancos e tem de lhes pagar o empréstimo mais os JUROS. Para pagar o empréstimo e os juros o Governo cobra impostos às pessoas. Os bancos estão sempre seguros porque têm os impostos das pessoas como garantia dos seus empréstimos.

Isto aumenta a dívida que é cada vez maior da Austrália aos bancos, o que coloca os bancos numa posição de grande poder sobre o Governo. Em resultado disso, os bancos controlam as políticas do Governo tais como a imigração, o multiculturalismo, o livre comércio e muitas outras.

Os bancos podem simplesmente dizer ao Governo, "Faça o que eu quero ou não lhe emprestamos mais dinheiro." (Esta situação é a mesma, seja na Austrália, na América ou na Inglaterra.)

O Governo não representa as pessoas, representa os Bancos Internacionais. As eleições são apenas uma farsa, planeada para enganar as pessoas levando-as a pensar que estão a eleger os seus representantes no Parlamento.

Quando uma empresa comercial pede uma quantia avultada de dinheiro, o banco fica com uma palavra a dizer na gestão dessa empresa. Isto é para proteger o dinheiro investido pelo banqueiro no negócio. Mas, tal como numa empresa, nenhum Governo pode pedir dinheiro emprestado a não ser que esteja disposto a entregar uma certa quantidade de controlo ao banqueiro.

No ano de 2001, a dívida externa Australiana era de 326,12 biliões de dólares australianos. Hoje (Maio de 2002) é ainda maior.



O Ministério das Finanças avisa que os contribuintes australianos pagam 20 biliões de dólares australianos em juros a cada doze meses. Imagine-se o que 20 biliões de dólares a cada doze meses não dariam para fazer em escolas, hospitais e compra de equipamentos!

É possível controlar um Governo se ele estiver em dívida. Um credor (banqueiro) está numa posição de reivindicar privilégios de monopólio. Governos a precisar de dinheiro concederam monopólios... o monopólio que os financeiros internacionais mais cobiçam é o controlo do dinheiro de uma nação.

Quem quer que controle o crédito, controla a política, e com ela, o poder sobre os líderes do Governo.


Richard McKenna, antigo presidente do Midlands Bank de Inglaterra afirmou, "Aqueles que criam e emitem o dinheiro e o crédito dirigem as políticas do Governo e têm nas suas mãos o destino do povo".

Assim que um Governo está em dívida para com os banqueiros então está à sua mercê. Um exemplo assustador foi citado no London Financial Times em 1921, que revelou que... "Meia dúzia de homens no topo dos Cinco Grandes Bancos [britânicos] podiam subverter todo o processo financeiro governamental abstendo-se de renovar as Obrigações do Tesouro."


O proeminente escritor, o falecido B.A. Santamaria, escrevendo no The News Weekly, de 31 de Maio de 1997, afirmou "Forças exteriores, o FMI (Fundo Monetário Internacional) e os banqueiros internacionais disseram simplesmente ao nosso Governo, 'Vocês estão em bancarrota, mas nós estamos preparados para os ajudar, pelo menos por agora, mas apenas se fizerem aquilo que nós vos dissermos. Têm de preservar o valor do dinheiro que vos emprestamos eliminando a inflação, equilibrando os orçamentos, vendendo serviços públicos, cortando salários e serviços sociais e mantendo um grupo grande de desempregados para garantir essa política. Agora é convosco.'"



Compreendem a importância destas declarações? Os banqueiros estão a dizer ao Governo Australiano: "Façam o que nós queremos ou não vos emprestamos mais dinheiro".

O FMI é o cobrador de dívidas do Bando dos Quatro (banqueiros internacionais) e dos outros bancos.

Um país em dívida já não controla os seus assuntos económicos. Os banqueiros privados internacionais a quem o país deve dinheiro exigem o direito de 'aconselhar' a política económica e esse parece ter sido o caso na Austrália desde, pelo menos, 1983. Já que a gestão económica representa uma parte tão importante das responsabilidades governamentais, a desistência dela marca também o princípio do fim da política soberana.

Eles "aconselham" a política económica. Por outras palavras, os bancos dizem ao Governo que políticas devem adoptar.


O escritor e conferencista Jeremy Lee informa-nos:

"Um exemplo sinistro da pressão nesta matéria no qual os políticos se submetem [aos bancos] foi ilustrado em Junho de 1996 – pouco antes de John Howard se tornar Primeiro-ministro quando 100 financeiros internacionais se juntaram em Sidney para expor as suas condições para investimentos e empréstimos estrangeiros."


O economista financeiro e jornalista Peter Harcher descreveu o que se passou:

"Os banqueiros, a audiência internacional mais influente que o Sr. Howard alguma vez tivera à sua frente, passaram metade do dia a discutir o preço que iriam pedir aos países do mundo para os financiarem."

"Num mundo crescentemente sedento de capital, os financeiros internacionais, os comissários do capital, tornaram-se potentados modernos com o poder de ditar políticas aos estados que se consideravam há muito soberanos. Quando o Sr. Howard se dirigiu ao púlpito em Sidney, os oradores da Conferência do Fundo Monetário Internacional já tinham preparado uma lista de políticas."

"Muito explícito foi o presidente do grande banco de investimentos americano, Goldman Sachs & Co., o Sr. John Corzine, um ex-banqueiro de um banco central, a quem foi perguntado pela audiência sobre as condições específicas a que ele chamava o 'processo inerentemente embotado que deixa muitas iniciativas e investimentos valiosos sem recursos...'"


John Corzine

"O Sr. John Corzine, do banco Goldman Sachs, expôs em nome dos presentes as condições que eles exigiam para financiar a Austrália. Além da contínua privatização, da reforma fiscal, da remoção das tarifas que protegiam as indústrias australianas, da redução dos salários públicos e das pensões de reforma, os banqueiros exigiam a garantia de que a Austrália não seguiria uma linha 'independente' a respeito da política financeira. O Sr. Howard mostrou-se aquiescente."

Peter Harcher continuou: "... Embora o Sr, Howard não tenha explicitado a sua agenda, o seu Governo está indubitavelmente a mover-se em virtualmente todas as especificações determinadas pelo Sr. Corzine... Ele foi, sem suma, considerado digno de crédito na grande competição global por capital."


Tão seguro está o 'Bando dos Quatro' (como são agora conhecidos os quatro maior bancos comerciais australianos) que o Governo será complacente com os seus caprichos que não colocará em causa o seu monopólio no negócio da 'impressão de dinheiro', que os seus membros caminharam facilmente para o total domínio da Austrália empresarial.

Durante muitos anos, a Austrália afundou-se cada vez mais na dívida aos banqueiros internacionais. Em 1982 a nossa dívida externa era de 23 biliões de dólares. Em 1993 era de 145 biliões de dólares. Em 2001 era de 326,12 biliões de dólares.

326,12 biliões de dólares! E isto depois de ter vendido a maior parte dos nossos bens públicos para 'reduzir' a nossa dívida! Imagine-se quanto não seria se não tivéssemos vendido os nossos bens públicos?


O colunista Kenneth Davidson, escreveu no "The Age", a 29 de Junho de 1998, "Chegámos a este ponto: apenas Pauline Hanson defende o estado-nação. Uma nação é o resultado do sufocante sistema bipartidário dos dois grandes partidos políticos, que concordam na necessidade de globalizar a economia Australiana nos termos determinados pelos mercados internacionais de capital."


O poder do dinheiro é o mais poderoso... em todo o mundo. É o poder de dar e o poder de tirar, o poder de destruir e o poder de criar, o poder de esmagar oposição ou conceder favores.



Em Inglaterra, Sir Drummond Fraser, Vice-Presidente do The Institute of Bankers, afirmou, "O Governador do Banco de Inglaterra... dita os termos segundo os quais o Governo pode obter dinheiro emprestado."


Portanto, podem ver o poder e o controlo que os banqueiros internacionais têm sobre o nosso Governo e como o nosso voto é insignificante, porque não interessa que partido está no Governo.

Os banqueiros internacionais não são leais à Austrália ou ao povo australiano. São internacionais e só têm duas lealdades: lucro e poder.

O 'livre-comércio' mundial beneficia os banqueiros internacionais porque, em vez da Austrália produzir os nossos produtos com salários relativamente elevados, agora importamos os produtos de países onde os salários são uma fracção dos nossos. Os banqueiros e as empresas multinacionais que eles controlam (através de empréstimos que lhes fizeram) podem explorar os salários baixos com enormes lucros. Mas para a Austrália o resultado é o desemprego massivo.

Uma grande imigração também beneficia os banqueiros porque as pessoas vêm para a Austrália e por salários muito inferiores ao dos australianos.

Os banqueiros internacionais ordenaram aos nossos políticos para implementarem o IVA. 'Os nossos' políticos bateram a continência e disseram, "Yes Sir."

Também ordenaram ao nosso Governo para vender os nossos recursos a empresas estrangeiras. Recursos como: electricidade, água, transportes, esgotos, etc. que eram nossa propriedade e pagos durante muitos anos com os impostos do povo australiano. Isto é chamado privatização. A razão dada para a privatização era que, vendendo, a Austrália reduziria a nossa dívida externa.



Os banqueiros internacionais estão a obter um domínio sobre a Austrália. Mas as privatizações são ilegais porque não estão consagradas na constituição australiana, que determina o que é que o Governo pode ou não pode fazer. O poder dos banqueiros é de tal ordem que podem forçar o nosso Governo a cometer ilegalidades.

Os banqueiros também instruem o nosso Governo a adoptar muitas outras políticas que estão a destruir a Austrália e tornar-nos uma presa ainda mais fraca para estes comerciantes internacionais de dinheiro.

Para concluir, os banqueiros internacionais controlam o nosso Governo colocando-o em dívida. Um outro benefício para os banqueiros é que quanto maior for a dívida, mais juros recebem.

Com a colaboração de políticos traidores e corruptos, os banqueiros internacionais afundaram a Austrália numa dívida imensa. Isto foi conseguido de várias maneiras:

Durante muitos anos os nossos Governos deram biliões de dólares dos contribuintes a regimes corruptos e brutais como a China, a Indonésia e outros. Chamam a isto 'Ajuda Externa.'

Adoptaram uma política de 'livre comércio'. Ao retirarem as nossas tarifas permitiram que a Austrália fosse inundada de importações de países onde os salários são muito baixos. As nossas indústrias e quintas foram-se abaixo porque não conseguiam competir. Agora temos de importar muitos dos produtos que utilizamos.

Em 1953, o Governo implementou o «Double Taxation Act» [Lei do Imposto Duplo], que permitia às empresas multinacionais a operar na Austrália pagar poucos ou nenhuns impostos. As companhias australianas tinham de pagar os seus impostos e não podiam competir com as companhias estrangeiras que, por seu turno, compraram as companhias australianas ou obrigaram-nas a fechar as portas. 400 biliões de dólares voam da Austrália a cada 12 meses. ( Austand's Newsletter , "Oznews", August 2000).

E com estes procedimentos os banqueiros enfraqueceram-nos, devastaram a nossa economia e puseram-nos em dívida e sob o seu controlo.

Como foi afirmado, em 1982 a nossa dívida externa era de 23 biliões de dólares. É agora de pelo menos 326 biliões de dólares, mesmo depois da venda (privatização) da maior parte dos nossos recursos patrimoniais, pagos pelos contribuintes australianos.

"Indivíduos e forças poderosas estão a fazer enormes fortunas com a ruína da Austrália." (Dictatorship of the Foreign Controlled Media [Ditadura dos Media controlados por estrangeiros, by J. Graham).

Os políticos são dominados pelos banqueiros internacionais. Tal significa que somos governados por banqueiros internacionais.

No caso de se estar a questionar porque é que os meios de comunicação social nada dizem sobre esta traição impressionante dos nossos políticos, é necessário compreender que os meios de comunicação social também são propriedade e controlados pelos banqueiros internacionais.



As seguintes citações dão-nos um bom vislumbro da situação:

Antigo Primeiro-ministro britânico, Benjamin Disraeli: "Os Governos não governam, mas apenas administram o funcionamento do Governo, sendo eles próprios controlados pela mão invisível." ... "O mundo é governado por pessoas muito diferentes daquelas imaginadas pelos que não estão por trás dos bastidores."


Antigo Primeiro-ministro britânico, Lloyd George: "Os banqueiros internacionais põem de lado todos os estadistas, políticos, jornalistas e juristas e dão as suas ordens com a arrogância de monarcas absolutos."


O Banqueiro Internacional, Meyer Amschal Rothschild: "Dêem-me o direito de emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não quero saber quem governa o país." Rothschild não estava apenas acima da lei, ele era a lei."


Estamos agora a assistir ao caos e terrível sofrimento do povo argentino, com os bancos, políticos e a economia fora de controlo. Isto é o que vai acontecer na Austrália, talvez muito pior, se não controlarmos os banqueiros e os políticos.

É por isso que a nação mais rica do mundo – a Austrália - ( World Bank survey, The Australian Newspaper, 20 th September 1995 ) está nesta terrível confusão.

* * * * * * * * * *

Imagine que é uma pessoa com dinheiro suficiente para fazer empréstimos com juros e decide tornar-se num banqueiro. Quanto mais empréstimos fizer, mais lucros terá, e quanto maior for a quantia que lhe for pedida emprestada, maiores serão os lucros. Aliando-se a outros banqueiros você teria literalmente nas mãos a riqueza do mundo!

Ah, não seria extraordinário se você pudesse ter governos a pedir-lhe dinheiro emprestado e você a controlá-lo? Nos Estados Unidos, você poder-se-ia chamar "Sistema Bancário de Reserva Federal" e obter enormes lucros com o dinheiro que você emprestava ao governo, enquanto a sua lealdade, evidentemente, iria para os seus lucros privados e bancos de investimento.



Sem trabalho nem suor, você expandiria a sua máquina de fazer dinheiro, juntando-se a banqueiros 'centrais' estrangeiros emprestando dinheiro a todo o tipo de governos, revolucionários, terroristas, mercenários, agências secretas e outras entidades, grandes e pequenas – por todo o lado – mantendo os lucros a fluir não apenas para si mas também para outros beneficiários apanhados pela febre do lucro, como o complexo militar-industrial.

Todo o tipo de guerras, quentes ou frias, e ameaças de guerras são excelentes para gerar mais e maiores empréstimos para mais e maiores lucros! Pode chamar a uma delas 'Guerra ao Terrorismo'. Não se esqueça de empunhar a bandeira e agir patrioticamente!

E porque não fazer deflagrar a maior de todas - o Armagedão? Aliado a outros banqueiros, pode emprestar dinheiro a todas as partes e observar os guerreiros da arraia miúda a matarem-se uns aos outros, no leste, no oeste, no norte e no sul – pagando pesados impostos aos seus governos para pagar os seus empréstimos – enquanto você conclui o processo de controlo do planeta inteiro para os emprestadores de dinheiro! Desagradável mas 'limpo', não é verdade?


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38 comentários:

Jair - S.Paulo disse...

Olá, sugiro a leitura do Livro A Doutrina do Choque, de Naomi Klein, para entender o que realmente está ocorrendo.

zedeportugal disse...

Explicado também (de forma bem simples e crua) por quem já fez parte do esquema por dentro:
http://www.youtube.com/watch?v=dFtijO8qM6A&feature=player_embedded

N disse...

O homem fez o dinheiro para o servir.

O dinheiro é uma construção humana.

Hoje o homem serve o dinheiro...

A isto chamam sociedade "moderna" e democratica...

As pessoas limitam se a fazer de palhaças num circo democrático cujo jogo está decidido á partida,onde apenas escolhem não de quem querem ser escravos,mas apenas a capa vestida de quem os escraviza.

Os partidos são as capas.
As pessoas os escravos.

2+2=4

É impossivel resolver o probelema democraticamente pois a democracia é ela propria o probelema.

2+2=4

As pessoas continuam a dizer que 2+2=5 porque os media dizem lhes todos os dias que 2+2=5.

A matrix democratica basicamente é isto.

Quanto mais manso e estupido é o povo,mais a matrix dura...

Isto é tão simples quanto isto:

Se a democracia realmente zelasse pelo intresses das Nações e dos povos respectivos ela era proibida.

2+2=4

mfc disse...

Agora, em democracia, passamos é a votar para as administrações dos bancos...

Diogo disse...

Caro Jair, vou ler o livro.

Caro ZedePortugal, já tinha visto o vídeo. Enquadra-se no espírito do post.

N, não me venha novamente com o «Estadista» impoluto e de nariz arrebitado.

MFC, as populações não podem votar nos manda-chuvas dos bancos. Mas podem revoltar-se violentamente!

Carlos disse...

Caro Diogo há um vídeo com o titulo a doutrina do choque.
http://vessas.blogspot.com/2011/11/doutrina-do-choque-shock-doctrine-naomi.html

Carlos disse...

http://www.youtube.com/watch?v=jKU3jm4sjZE

Carlos disse...

Caro Diogo há um vídeo com o titulo a doutrina do choque.
http://vessas.blogspot.com/2011/11/doutrina-do-choque-shock-doctrine-naomi.html

N disse...

"MFC, as populações não podem votar nos manda-chuvas dos bancos. Mas podem revoltar-se violentamente!"

Com a finalidade de...?

O Diogo fala muito mas não ofereçe caminhos.

Quando os outros ofereçem é porque não são crediveis,mas o Diogo que nem caminho ofereçe é que é o unico credivel aqui.

Qual o designio de Portugal numa democracia?

Alguem sabe me responder a isto?

E mesmo que houvesse(mas não há porque a genetica dos partidos é corrupta,globalizadora,internacionalista no pior sentido e anti nacional),como é que tal seria possivel de ser praticado se a democracia consiste em quando um está no poder,os outros só sabotando o trabalho do que está no poder é que vão para lá.

Façam de conta que Portugal é um barco,talvez visualizando seja mais acessivel de o cerebro processar.

No barco estão 5 ou 6 facções diferentes.

Uns remam para direita,outros remam para a esquera,uns não querem remar,outros estão a roubar os mantimentos,e outros estão a sabotar o barco.

E para além de toda essa balburdia não há ninguem que tenha autoridade para por a tripulação na ordem,porque todos valem um voto,então não há capitão não há nada,são todos "iguais".

O que é que acham que vai acontecer a esse barco "democrático"?

Chegará a bom porto ou vai ao fundo?

Diogo disse...

Carlos, obrigado pelos links dos vídeos. Abraço.


N - «O Diogo fala muito mas não oferece caminhos. Quando os outros oferecem é porque não são credíveis, mas o Diogo que nem caminho oferece é que é o único credível aqui.»


Caro N, já apontei aqui várias soluções:

1 – Acabar com os bancos privados e com a sua capacidade de fazer dinheiro a partir do nada.

2 – Com o fim dos empregos, graças à evolução tecnológica, nacionalizar, regionalizar e localizar os centros de produção e distribuir esses bens gratuitamente pelas pessoas.

3 – Democracia Directa. Estou a trabalhar num post sobre isto.

N disse...

Voçê apresenta apenas "vontades" e "desejos",na sua maioria impraticaveis e chega mesmo ao absurdo de querer acabar com todo um sistema e achar ao mesmo tempo que isso é possivel através da democracia seja ela democracia directa.

"1 – Acabar com os bancos privados e com a sua capacidade de fazer dinheiro a partir do nada."

Acabar como Diogo?Como iria fazer isso?Com que meios e suporte social?

Os Bancos têm é que ser posto na ordem e ponto final.
Juros decentes,nada de interferir na politica ou financiar outras organizações partidarias ou organizações não governamentais.

Isso só é possivel com um estadista e com os militares do seu lado,todos eles ideoligicamente nacional socialistas e sendo principal bastião do regime com carta branca e total rectaguarda por parte de quem lidera para de TODA e QUALQUER forma aniquilar qualquer traição politica ou tentativa de.

Só existe banca para o bem comum num regime onde o dinheiro não é o topo da hierarquia,onde o dinheiro é visto apenas como moeda de troca e fonte de rendimento de algo que se produza e não de especulação.

Tem que ser um regime que ponha em primeiro lugar a Nação,isso acima de tudo e qualquer coisa,e depois da Nação está o homem novo que o regime criará,esse novo homem está acima do capital,pois o capital não tem Pátria,valores ou raizes,ao contrario de os filhos da Nação e do novo regime.

Só os homens que têm aversão ao dinheiro e materialismo é que são confiaveis e são sempre esses que a determinada altura impedem o colapso de nações.

Quem se trai a si proprio irá sempre trair todos os que estão em seu redor.

Essa é a natureza dos partidos,dos politicos e da propria democracia,é a natureza da traição.

Tudo se vende,pois o que importa é o dinheiro,fama e projecção pessoal ou partidária.

Sem se trair não se é poder,essa é a regra democratica

Querer resolver o probelema da banca e dos abutres que a compõem através de receitas democráticas é uma idiotice e utopia que só tem lugar na cabeça dos mais ingénuos.

N disse...

"2 – Com o fim dos empregos, graças à evolução tecnológica, nacionalizar, regionalizar e localizar os centros de produção e distribuir esses bens gratuitamente pelas pessoas."

Visto que o post foi a seguir ao jantar dou um certo desconto,mas se amanha voçê continuar acreditar nisto que acabou de dizer então o caso é do foro psiquiátrico.

"3 – Democracia Directa. Estou a trabalhar num post sobre isto."

Ó homem voçê ainda não percebeu e até tem um blog para testar isso,que a maioria das pessoas é estupida?
Voçê não vê que mesmo as pessoas aqui neste e noutros blogs com acesso a informação e até intelectualmente acima de media(media de merda diga se),nem assim dizem coisa com coisa,quanto mais o povinho comum que não manja nada de nada e ainda uma grande parte que nem sequer sabe o que é um blog.

Voçê não percebe que pela logica do senso comum,pela realidade palpavel e verificavel que qualquer sistema de votos é nefasto,injusto e jamais funcionará,pois a sabedoria está sempre numa minoria ao contrario da estupidez e ignorância que está sempre na maioria?

Voçê não percebe que mais de 75% das pessoas são estupidas,e dos outros 25%,24% estão hipnonitizadas pelos media e pelo bombardeamento ideologico do "politicamente correcto" e toda e qualquer manifestação de dissidência,será sempre uma falsa dissidência controlada ela pelo sistema?

Mesmo dentro desses 24%,aqueles que conseguem não estar completamente hipnonitizados e manipuladas pela propaganda,não têm força moral para para se aguentarem firme aos seus ideais apesar de esses serem certos,porque no dia que fossem assim eram perseguidos pelo sistema como eu e muitos com escutas e videovigilâncais ilegais,sabotagens de viaturas,agentes a seguir por todo o lado,sabotagem da vida profissional,amorosa e social,e quando não dá em mais grave.

Dentros desses 24% a maioria não está para isso,nem mesmo se tivesse teria estofo para tal.

Ou acha que viver em Portugal nesta republica onde a traiçao impera,onde a classe politica é do mais traidora,corrupta e sem escrupulos que há,até chega ao ponto de ser pedofila,o expoente maximo da falta de escrupulos,voçê acha que eles não usam meios do estado e até mesmo particulares para perseguir pessoas que não compactuem com isto?

Voçê ainda não atingiu que por isso mesmo todo e qualquer sistema democratico servirá SEMPRE os traidores,porque os traidores dependendo dos votos dos ignorantes conseguirão sempre o poder e através dele influência e meios para expandir os tentaculos?

Voçê ainda não atingiu que só o simples facto de a maior canalha que há estar sempre com a merda da palavra democracia na boca,e democracia para aqui e para acolá é a MAIOR prova que a democracia serve e servirá sempre os intresses da canalha corrupta e por isso mesmo nunca os intresses do povo e da Nação?

Anónimo disse...

Qual democracia qual caralho.

Outra MONARQUIA

http://www.youtube.com/watch?v=NOqlV4Le9Tk

SIED"

simon disse...

Eh-eheh, um gajo lê isso e já nem se importa, se lá f... e sa lixem governos da Austrália e dos States, junto com os da Grécia, Irlanda e Portugal,além da Itália e da Espanha, se são coniventes e não têm daqueles com que se faz saladas para tomarem eles mesmos de uma vez conta dos bancos.
E resumo, se lá f... muito bem, fdp .

Carlos disse...

Democracia, Democracia Directa, Nacional Socialismo, Monarquia, Um Estadista, Individualismo, Colectivismo, Arianismo, Paganismo, Terceiras Vias, República, lol isto está cá um pão do mónio qué obra.

Anónimo disse...

OFF TOPIC:

A diferença do sucesso e do fracasso entre varias coisas, há um factor que é determinante,senão mesmo o mais determinante.

A INTELIGÊNCIA.

Hoje a INTELIGÊNCIA não foi ouvida.

A INTELIGÊNCIA mandava que quando se está a jogar com menos um,se perde um lateral esquerdo e com um nivel possante razoavel,deve se substituir o ponta de lança finalizador jogador de area mas lento a jogar porque a partir de agora se vai jogar em bloco baixo a defender e por isso é preciso alguem rapido na frente atacar.

A INTELIGÊNCIA mandava tirar o Cardozo e por o Matic a lateral esquerdo,porque era OBVIO que devia tar um avançado rapido na frente porque se ia jogar em contra ataque,tinha que se compensar a saída do Emerson com alguem de caracteristicas defensivas e ao mesmo tempo o Matic era esquerdino e ainda por cima dava altura nas jogadas aereas na area do Benfica.

Gaitan e Nolito nas alas e Rodrigo na frente com mobilidade e velocidade.

Porem a INTELIGÊNCIA não foi ouvida,e então a BURRICE imperou mais uma vez e entao toca a meter o gaitan a defesa esquerdo,perder a vocação ofensiva que este jogador poderia dar na frente,por um gajo sem cultura defensiva,baixo e sem grande porte fisico a defender,deixar tar um tipico 9 sozinho na frente desamparado e perder altura com a saída do Emerson,que "tass bem" que a logica que sa foda....

Pois,só que a BURRICE paga se caro.

Seja na politica ou no futebol,quando falta INTELIGÊNCIA e RAÇA nas lideranças,a maquina pode ser muito boa que fica sempre aquem do potencial.

E agora vou parafrasear o reinaldo teles mais uma vez:

"A nossa sorte é tar lá o orelhas,porque aquilo(Benfica) é uma maquina tão grande,mas tão grande,que bem gerido os gajos eram imparaveis"

Palavras para quê?

"Rei fraco,faz fraco e forte povo".

E até se podem queixar do arbitros em outros jogos que antecederam a este,mas os arbitros só roubam quem sabem que podem roubar.

Alguma vez aconteceu algo de grave a um arbitro?
Então porque é que não hão de continuar a roubar.

Está um frouxo na liderança por isso há de haver sempre vaselina para distribuir pelos socios a seguir aos gamanços.

No dia que acontecesse algo a um arbitro quem acusa é que tem que provar e as coisas bem feitas bem que havia milhares senão milhoes de suspeitos.

Mas para isso acontecer era preciso outra liderança.

Não o otario do orelhas.

Mas duvido sinceramente que alguma vez cheguem lá,os anos vão passando e quem vai alertando vai se cansando.

Afinal tal sempre a remar sozinho cansa.

Anónimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=-7c9tB77YdU

http://www.youtube.com/watch?v=so5nCZq_j8w&feature=channel_video_title

http://www.youtube.com/watch?v=0QH-rQ-xHqY

A solução para o Benfica é ter um estadista e não um demagogo,é ser totalitario e não democrático.

Os anos passam e a cena repete se,quando é que os Benfiquistas acordam e percebem que num País de filhos da puta só com um extremista no poder é que o Benfica será respeitado.

Não só respeitado,como imparável...

Diogo disse...

N – Anónimo: «Os anos passam e a cena repete-se, quando é que os Benfiquistas acordam e percebem que num País de filhos da puta só com um extremista no poder é que o Benfica será respeitado. Não só respeitado, como imparável...»


Qualquer filho da puta que tomasse o poder só o faria com o apoio do Grande Dinheiro. E lá teríamos mais um funcionário bancário no poder, como já acontece há duzentos ou trezentos anos.

N disse...

Caro Diogo,mas então o papel de um capitalista que se preze não é rentabilizar ao maximo a sua empresa?

Mas no entanto voçê vê os gajos do papel apoiar o orelhas,mesmo este sendo incompetente e isso significar receitas muito abaixo do possivel.

Eu que não sou capitalista faria a maquina ganhar mais dinheiro porque alem de perceber melhor daquilo,amo o Benfica de alma e coração e por isso faria de TUDO para o defender,porque amar é isso mesmo,tar disposto a morrer e a matar o que for preciso,quantos forem precisos para defender aquilo que amo.

E o mais importante dos pormenores,eu não sou corrupto,não roubaria os cofres do Benfica.

Os gajos do capital apoiam o orelhas porque ele rouba para ele e para eles,e é só ver a relação passivo do Benfica versus riqueza pessoal do orelhas.

Os capitalistas que voçê se refere jamais apoiam estadistas dessa fibra Diogo,porque os capitalistas são corruptos por natureza,e não há qualquer ligação afectiva com a equipa de futebol,apenas a aparência e ilusão da mesma que criam para assim "legitimar" a liderança,isto acompanhado de propaganda massiva para o gado.

Os capitalistas temem homens com espirito de estadismo e sabe porquê?

Porque esse tipo de homens,esse homens com essa fibra não se rebaixam a ninguem e ODEIAM oportunistas e hipocritas.

E só sabem trabalhar da maneira que realmente funciona,que é AUTORIDADE TOTAL,a ser ditadura que seja a ditadura dos competentes,a ditadura dos mais fortes.

E não a merda da democracia que é a ditadura dos incompetentes.

E há de ser sempre.

A solução para o Benfica é fazer uma ligação Benfica-Forças Armadas Portuguesas,encher aquilo de militares de cima a baixo num sistema totalitario,e programas eugenicistas a adeptos que se voluntariem para combater pelo ideal NNACIONAL SOCIALISTA.

Eu serei Benfiquista até ao fim,mesmo que continuem a não me ouvir,ou pelo menos a não ouvir como deveriam ouvir,mas não vou tar eternamente a fazer de cristo.

Quando for para potenciar aquilo chamem me,mas jamais trabalharei com o orelhas,nunca me vendi e jamais me venderei,não me dou com traidores.

Anónimo disse...

Até o sionista do churchill grande apoiante da democracia(porque era pago para isso),nem ele proprio se acreditava na democracia,aliás ninguem com um cerebro saudavel acredita.

"Para perceber que a democracia jamais funcionará,é perder 5 minutos de tempo a falar com um normal cidadão"

A democracia sendo um sistema inferior,elegerá sempre a mediocridade apoiada essa pelos mediocres que votam nela,que depois num circulo vicioso os mediocres na liderança nivelam tudo pelo seu nivel ou abaixo dele,resultando numa piramide de mediocres de cima a baixo.

Isto serve para Portugal ou o Benfica,os probelemas são iguais.

Não é por acaso que a democracia abriu as portas a toda a ralé e o sucesso do clube que promove o separatismo,faz proxenitização e corrompe o futebol coincide com o tempo que tamos na democracia.

Os filhos da democracia são o pinto da costa,duarte lima,cavaco silva,armando vara,dias loureiro,jose socrates,valemtim loureiro.

A democracia é o cancro que destroi Portugal por dentro,é o cancro que está a expulsar do País a nata da sociedade,é o cancro que está a fazer gerações ganharem asco por Portugal,quando não é mesmo ódio.

A democracia trouxe a corrupção,a desonra,a traição,o homossexualismo,o materialismo,o igualitarismo.

E 6 milhoes de camelos em vez de acordarem para a puta da vida,revoltarem se e agarrem o poder andam feitos otarios a sustentar isto,porque sendo eles a maioria,são tambem a maioria dos seus impostos a pagar isto.

Levar no cú é grave,mas pagar para levar nele ainda é pior.

Os Benfiquistas são a maioria em todos os sectores,seja pescadores,estivadores,militares,bairros sociais,etc...

Não derrotar esta republica e por um deles a mandar não só é estupidez como é covardia.

alf disse...

Bom post Diogo, é preciso conseguir que as pessoas abram os olhos antes de estarmos todos escravizados ou na camara de gás... Do meu lado, procuro construir a alternativa.

Claro que há alternativas - os Dinamarqueses têm uma, não é? e os Chineses outra. Sair fora do Euro era o melhor que nos podia acontecer, isso iria forçar-nos a construirmos a nossa alternativa; só que agitam tanto o papão que as pessoas pensam que sair do Euro é morrer quando é o contrário.

Anónimo disse...

http://vessas.blogspot.com/2012/03/john-perkins.html

Um post muito opurtuno.

Que termina muito bem com um comentario na pagina do I de um anonimo com os olhos(os de cima e não os de baixo) bem abertos:

http://www.ionline.pt/mundo/john-perkins-portugal-esta-ser-assassinado-muitos-paises-terceiro-mundo-ja-foram

"Por Anónimo (não verificado) | 3 Março, 2012 - 14:17

Nas democracias parlamentares o Capital controla o Estado.No fascismo o Estado controla o Capital."

Está tudo dito...

N disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Carlos disse...

“Nas democracias parlamentares o Capital controla o Estado. No fascismo o Estado controla o Capital.”
Anónimo no i jornal

O fascismo devia ser chamado mais apropriadamente de corporativismo, pois é a união entre o estado e o poder económico.
Benito Mussolini

Um dos dois está errado. Ou o anónimo ou o Mussolini.
Como é óbvio estou muito mais inclinado a acreditar no Mussolini.

O erro do anónimo é pensar que o corporativismo* é a mesma coisa que democracia**.

*http://pt.wikipedia.org/wiki/Corporativismo

**http://conceito.de/democracia

A questão não é como por/levar pessoas boas a governar; a questão é como impedir com que as pessoas poderosas nos façam mal.
Karl Popper

N disse...

http://www.youtube.com/watch?v=vl7cv8NBbmY

Carlos este video explica bem o conceito de fascismo e como há varias nuances.

Mas o real fascismo é anti capitalista,há é fascismos que depois colam se ao capital e aplicam nacional capitalismo.

O fascismo pode ter varias nuances e até mesmo criar nuances até hoje nunca inventadas e aplicadas.

O que tem em comum é um estado forte,um forte conceito Patriotico,colectivista e sempre pensando na Nação.

Agora quem lidera e quem o rodeia depois molda o fascismo conforme os seus ideais e sobretudo criatividade,que é o que mais faltou ao fascismo até hoje,á exepção do NS alemão que na organização estatal pode ser considerado fascismo mas não era o fascismo de extrema direita que partia de movimentos reaccionarios e conservadores.

O NS alemão como o proprio nome diz é SOCIALISMO,e o nacional vem do NACIONALISMO,organização estatal fascista,mas humanista e revolucionaria.

O que o anonimo postou no jornal i não está de todo errado Carlos,é inegavel que a democracia é o braço armado do capitalismo,é o circo que entretem o gado enquanto o polvo de troia da globalização nos corroi por dentro.

Por isso é que eu acho certa piada em alguns lemmings em chamar fascistas aos gajos do governo,ou quando são os demagogos do pcp a chamar fascistas ao do ps,e estes ao do psd,e estes ao cds.

Nenhum deles é fascista porque fascismo é anti democratico.

E se há coisa que o fascismo seja qual fora a nuance ou estilo aplicado não tolera é a traição á Pátria,e no que diz respeito aos partidos todos sem exepção são traidores de cima a baixo.

N disse...

Mas a GRANDE diferença entre a democracia e um regime fascista e que é ALTAMENTE relevante é que no Fascismo os patriotas é lhes reconhecido valor,os traidores são perseguidos,presos ou executados.

Na democracia é completamente o oposto,os traidores são compensados,medalhados,valorizados,e os patriotas são perseguidos e presos.

Ninguem com bom senso pode aceitar isto de bom grado e não se encher de odio e raiva com esta surreal e absurda mas REAL situação que se passa nesta 3 republica de traidores,pedofilos e corruptos.

Num fascismo como deve ser os pedofilos da assembleia há muito que tinham sido castrados quimicamente e presos com pena maxima e trabalhos forçados.

Isto na melhor das hipoteses e pela via "legal".

Os que andaram a roubar os cofres do estado e os portugueses eram presos,seus bens penhorados e obrigados a fazer trabalhos forçados até a divida do roubo respectivo ser pago.

Na democracia tal só não acontece como quem rouba,depois passa a "notavel" ou "embaixador" ou a opinador nos media.

E num fascismo a serio os filhos da puta dos aventais dos maçons iam pagar bem caro por tudo o que fizeram,não é por acaso que sem exceppção tudo o que foi estadista até hoje perseguiu essa corja pois sabia bem o perigo que eles representam para a nação.

A realidade Portuguesa e especificamente desta 3ª republica está á vista de todos e serve de exemplo para o povinho ver o que dá a maçonaria ter poder.

Pode ser que a fome do presente e certamente a fome maior do futuro os faça abrir os olhinhos mais depressa.

N disse...

A melhor maneira de organizar Portugal é um sistema neo fascista de cariz nacionalista com as nossas proprias nuances,com um estado forte mas que dê liberdade ás regiões e autonomia desde que não abusiva,e tudo organizado em sedes de nucleos regidos por uma aristocracia local que vão apresentando e solucionando os probelemas que as populações locais apresentam,quando o caso é mais serio ou complexo pedem autorização ao poder central.

A organização social e económica era distributismo de modo a impulsionar as economias locais de forma justa e aproximar o nivel de vida das classes e acabar com a disparidade pornografica,injusta e terrorista que as democracias aplicam.

O estado era forte e militarizado,soberano e justo.

A aquitectura seria uma misto de futurismo com neo classico pagão.

A conjugação dos dois estilos aliados ao esoterismo simbolico etnico actuaria no sub consciente das massas que ao verem a simbologia correspondente saberiam como se deve portar o novo homem do novo regime e assim as coisas funcionariam bem.

A competição era estimulada através do governo central para num sistema meritocrata os mais sabios,mais empenhados e mais fiéis fossem recompensados pelo regime.

Organizações neo fascistas masculinas e femininas desde miudos até adultos eram incoporados em progamas eugenicistas e era mesmo promovido e estimulado a relação entre ambos de modo a que os casais e correspondentes matrimonios fossem solidos,com altos valores de lealdade,inteligência e patriotismo e assim provocar um boom de natalidade da raça raiz que Portugal tanto precisa.

Em 15 anos eu conseguia tranformar Portugal de uma ponta á outra numa especie de um Reich Celta.

N disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
N disse...

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2339376&seccao=Europa

A demência democratica no seu melhor,depois dos homessexuais serem considerados normais já se saberia que ia dar nisto,agora já há associações de pedofilos que cantam de galo.

E há uma agenda para o cancro se espalhar para o sul da Europa,porque no leste andam e bem a levar nos cornos e não andam a conseguir,seja na Crocia,Servia ou Russia lá ainda há decência civica e bom senso.

É umas das razões porque admiro profundamente os Eslavos,no aspecto do homossexualismo eles resistem contra todo o tipo de lobye e pressão dos ditos "direito humanos",que só devem ser aplicado a humanos e não a sub humanos como os panões e pedofilos manifestamente o são.

Quem é que tinha razão aqui há uns anos quando disse que o casamento homossexual ia abrir as portas para todo o tipo de comportamento aberracional e que os pedofilos eram e são patrocinados pelos lobys gays e estes operando atráves dos partidos liberais e marxistas iam aproveitar os media e todo a influência dos "famosos" que grande parte deles tem essas determinadas praticas aberracionais e usar a sua inflência nas pessoas como propaganda para aceitação social para assim poderem agarrem os menores inocentes e converte los e sodomozi os como se fossem um brinquedo que compravam numa sex shop?

Está aí mais uma vez o tempo a dar me razão.

Lembram se dos Partidos todos votarem a favor da aberração do casamento homoessexual no parlamento não lembram,desdo os comunas ate ao muitissimo catolico covarde silva?

Quando um dia uma dessas aberrações tocar num vosso filho ou filha,talvez aí se armem em menos "modernaços".

A democracia está a matar a civilização,não só economicamente,socialmente e paisagisticamente,mas sobretudo moralmente.

Anónimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=5U_qV4OI-SU&feature=channel_video_title

999 disse...

http://www.youtube.com/watch?v=2baHUlP77rw&feature=channel_video_title

http://www.youtube.com/watch?v=DCp0iVojnoc

http://www.youtube.com/watch?v=yav9_M86L2I&feature=related

Cesar disse...

Muito bom, como sempre!
Me pergunto: Como fazemos para que as pessoas entendam o que acontece nos bastidores, ou teremos que esperar a destruição de tudo, para que meia duzia que sabe o que são esses seres alienígenas que se entitulam os escolhidos, tomem uma atitude de assepcia?

Lembro que para acabar com o poder desses lixos é só matar deus, pois essa imundicie é a causa de todas as nossas desgraças, graças ao judeu cristo que com uma agenda ajustada a talmúdica, a toráh, aos ditames deuteronômicos, conseguiu transformar a raça humana em cordeiros para que sejam pastoreados!!
O tal deus, diz para os escolhidos para passarem a ferro tudo, matar e destruir tudo, que diga os amorreus, os moabitas e outros povos que descobriram na carne o poder do deus judaico, enquanto o excrementissimo jesus diz para o resto da massa que perdoem as maldades judaicas, que entreguem seus bens, pois seu reino é no céu, e deixem que os judeus destruam tudo, estuprem e seviciem suas mulheres, mas perdoe-os pois não sabem o que fazem. Isso sim é uma agenda ajustada!! Burra, mas ajustada. Eu mesmo nunca cai nessa esparrela!!!
E não foi graças a deus, ao contrário.

César

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Anónimo disse...

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