terça-feira, novembro 12, 2013

Mais um caso fatal de abuso existencial. Sgundo se diz, será um flagelo crescente para os têm o hábito de andar mergulhados nas águas pútridas da Finança


O Céu Não Pode Esperar


Piada original rapinada ao Quino e adaptada por mim à política nacional


Sinopse

O Presidente da República Portuguesa (Aníbal Cavaco Silva) [1939 - 2013] nunca se deu conta dos problemas que atormentavam o país. Constantemente acossado por uma cara-metade saloia, odiado pela população portuguesa e tendo de conviver com um partido que o desprezava, a dado passo, o Silva já não dizia nem pensava coisa com coisa.




Quando já todos lhe diziam para desaparecer, Cavaco convenceu-se de que ainda podia persuadir as gentes de que era "O escolhido para manter Portugal em "banho-maria". Sempre hesitante, convencido de que a "Crise" era para aguentar, «ah pois era», achou que podia piorar ainda mais a situação sem um respingo de revolta da gentalha. Até que a população se fartou e lhe esticou o pernil (recorrendo a um tronco sólido de carvalho, uma corda, um nó corredio e um cavalo assustadiço).






No meio, jaz o tipo[1964 - 2013] que, igualmente a pedido da Banca, fez o papel do «Cobrador do Fraque», e que nessa tarefa reduziu os salários, as pensões e os empregos, destruiu a segurança social, a saúde e a educação, e entregou de mão beijada aos privados os monopólios públicos lucrativos. Foi espancado, empalado e incinerado quando ainda libertava CO2 pelas narinas. Apesar dos esforços do INEM para o reacender, as cinzas do Coelho já não deram fumo nem fogo.





Mais à esquerda, no jardim onde descansa agora o Silva, jaz o sujeito [1957 - 2013] que, a pedido da Banca, pediu empréstimos a juros agiotas para fazer obras faraónicas, inúteis, pornograficamente dispendiosas e com derrapagens financeiras inexplicáveis. A maior parte destas obras foi feita a meias com empresas privadas em era estabelecido que estas ficavam com os lucros e o Estado com os prejuízos. Acabou por falecer num infeliz acidente de caça, em pleno centro de Lisboa, em que cerca de uma dúzia de balas perdidas se lhe alojaram na cabeça e no coração.

5 comentários:

Anónimo disse...

É o que dá o desregramento político de um habitante de Boliqueime. A mulher bem o avisou mas o desgraçado porfiou na má-vida. O resultado está à vista…

Anónimo disse...

E isso é ali ao Lumiar ou Benfica, que eu atirava-os mais ao Alto de S. João, mais à fresca .

Anónimo disse...

Que boas notícias, mas faltam muitos, por exemplo o Durão Barroso, o Vítor Constâncio, etc.

Diogo disse...

«mas faltam muitos, por exemplo o Durão Barroso, o Vítor Constâncio, etc.»


O Jardim parece-me espaçoso. Assim haja vontade e ousadia para plantar toda essa escória.

Rui disse...

Cavaco Silva quer que sejam os coveiros a ressuscitar o defunto.