O título do post é uma 'private joke'. O conteúdo é uma espécie de explicação para a manutenção do 'Status Quo' político, económico, social e cultural. Ou seja, a atitude pouco reflectida de um grande número de pessoas sobre uma determinada 'realidade' que, embora mal compreendida, é aceite sem contestação e que teima em permanecer nos espíritos.
Penso, faço e voto assim, porque "foi sempre assim" e toda a gente "pensa da mesma forma que eu".

Penso, faço e voto assim, porque "foi sempre assim" e toda a gente "pensa da mesma forma que eu".

Coloque numa jaula cinco macacos.
Na jaula, pendure uma banana com uma corda perto do tecto e ponha umas escadas que permitam chegar à banana. Não demorará muito até que um macaco se dirija às escadas e comece a subi-las para apanhar a banana.
Assim que ele que ele toque nas escadas, lance um jacto de águia fria sobre todos os macacos.
Passado um bocado, outro macaco tentará subir as escadas para ir apanhar a banana, e a resposta será a mesma – todos os macacos levam com um jacto de água fria. Repita-se esta experiência durante vários dias.
Passada uma semana, se um macaco tentar subir as escadas, os outros macacos vão tentar impedi-lo de o fazer, mesmo que já não levem um banho de água fria.
Agora, retire um dos macacos da jaula e substitua-o por um novo.
O novo macaco vê a banana e quer subir as escadas. Com espanto e medo, vê que todos os outros macacos o atacam. Depois de outra tentativa e outro ataque, o novo macaco fica a saber que se tentar subir as escadas, será agredido.
Dias depois, retire outro dos cinco macacos originais da jaula e substitua-o por outro novo. O recém-chegado dirige-se para as escadas e é atacado pelos outros. Mesmo o anterior recém-chegado participa na punição com entusiasmo.
Substitua o terceiro macaco original por um novo. Este tenta ir para as escadas mas é também atacado. Dois dos quatro macacos que lhe bateram não tinham ideiam nenhuma porque é que não lhes era permitido subir as escadas, ou porque é que participavam na tareia do último macaco a chegar à jaula.
Depois de substituírem o quarto e o quinto macacos originais, todos os macacos que tinham levado com um jacto de água fria tinham sido substituídos. No entanto, nenhum macaco se voltou a aproximar das escadas.
Na jaula, pendure uma banana com uma corda perto do tecto e ponha umas escadas que permitam chegar à banana. Não demorará muito até que um macaco se dirija às escadas e comece a subi-las para apanhar a banana.
Assim que ele que ele toque nas escadas, lance um jacto de águia fria sobre todos os macacos.
Passado um bocado, outro macaco tentará subir as escadas para ir apanhar a banana, e a resposta será a mesma – todos os macacos levam com um jacto de água fria. Repita-se esta experiência durante vários dias.
Passada uma semana, se um macaco tentar subir as escadas, os outros macacos vão tentar impedi-lo de o fazer, mesmo que já não levem um banho de água fria.
Agora, retire um dos macacos da jaula e substitua-o por um novo.
O novo macaco vê a banana e quer subir as escadas. Com espanto e medo, vê que todos os outros macacos o atacam. Depois de outra tentativa e outro ataque, o novo macaco fica a saber que se tentar subir as escadas, será agredido.
Dias depois, retire outro dos cinco macacos originais da jaula e substitua-o por outro novo. O recém-chegado dirige-se para as escadas e é atacado pelos outros. Mesmo o anterior recém-chegado participa na punição com entusiasmo.
Substitua o terceiro macaco original por um novo. Este tenta ir para as escadas mas é também atacado. Dois dos quatro macacos que lhe bateram não tinham ideiam nenhuma porque é que não lhes era permitido subir as escadas, ou porque é que participavam na tareia do último macaco a chegar à jaula.
Depois de substituírem o quarto e o quinto macacos originais, todos os macacos que tinham levado com um jacto de água fria tinham sido substituídos. No entanto, nenhum macaco se voltou a aproximar das escadas.
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E é por isso que os defensores do Status Quo, não obstante tudo o que sabe do primeiro-ministro, continuam a pensar que não existe alternativa credível a Sócrates para a liderança política deste rectângulo à beira-mar plantado.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que, então a trabalhar na Câmara da Covilhã, assinou os polémicos projectos concelho da Guarda nos anos oitenta, 23 dos quais aprovados em tempo recorde, e que vão ser investigados pelo Ministério Público e pela Polícia Judiciária.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que viabilizou, a menos de um mês das autárquicas de 2001, o empreendimento projectado pela Pluripar SGPS para 125 hectares do Vale da Rosa, em Setúbal, que implicou o abate de cerca de um milhar de sobreiros e que, como precisou a PGR, "podem tipificar em abstracto crimes de prevaricação, corrupção passiva para acto ilícito, participação económica em negócio ou abuso de poder".
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que se licenciou numa Universidade que foi fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que nas auto-estradas que constrói, leva o acelerador sempre a fundo se o que está em causa é derreter o dinheiro dos contribuintes.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que anda a usar o dinheiro de quem trabalha e paga impostos para proporcionar os grandes negócios dos escandalosamente ricos, através de sucessivas empreitadas de obras públicas quase todas ruinosas.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que criou os projectos PIN para dar cabo da costa alentejana e do que resta do Algarve.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que foi o principal impulsionador do Euro-2004, "um desígnio nacional", e para o qual desatámos a construir estádios habitados por moscas que custaram mais de mil milhões de euros de investimento público total.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que na apresentação dos projectos da Ota e do TGV, no meio de grandes jogadas feitas na sombra, todos vimos os empresários de obras públicas e os banqueiros que irão cobrar um terço dos custos em juros dos empréstimos e a quem o grande dinheiro a agradece e aproveita.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal de quem muita gente suspeita de ter recebido luvas no caso Freeport, com tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões, e onde houve invulgaridades no processo de licenciamento e despachos ministeriais a três dias do fim de um governo.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que utiliza dinheiros públicos para acorrer ao salvamento de negócios bancários irresponsáveis e inviáveis, como o BPP ou o BPN.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que dá avales de 20 mil milhões de euros de dinheiros públicos a uma banca que regista lucros diários de mais de três milhões de euros (em 2008).
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que mantém o IRC pago pela banca em menos de metade (12%) do que pagam as restantes empresas (25%) e recusa qualquer explicação para esse facto.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que, então a trabalhar na Câmara da Covilhã, assinou os polémicos projectos concelho da Guarda nos anos oitenta, 23 dos quais aprovados em tempo recorde, e que vão ser investigados pelo Ministério Público e pela Polícia Judiciária.- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que viabilizou, a menos de um mês das autárquicas de 2001, o empreendimento projectado pela Pluripar SGPS para 125 hectares do Vale da Rosa, em Setúbal, que implicou o abate de cerca de um milhar de sobreiros e que, como precisou a PGR, "podem tipificar em abstracto crimes de prevaricação, corrupção passiva para acto ilícito, participação económica em negócio ou abuso de poder".
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que se licenciou numa Universidade que foi fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que nas auto-estradas que constrói, leva o acelerador sempre a fundo se o que está em causa é derreter o dinheiro dos contribuintes.- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que anda a usar o dinheiro de quem trabalha e paga impostos para proporcionar os grandes negócios dos escandalosamente ricos, através de sucessivas empreitadas de obras públicas quase todas ruinosas.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que criou os projectos PIN para dar cabo da costa alentejana e do que resta do Algarve.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que foi o principal impulsionador do Euro-2004, "um desígnio nacional", e para o qual desatámos a construir estádios habitados por moscas que custaram mais de mil milhões de euros de investimento público total.- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que na apresentação dos projectos da Ota e do TGV, no meio de grandes jogadas feitas na sombra, todos vimos os empresários de obras públicas e os banqueiros que irão cobrar um terço dos custos em juros dos empréstimos e a quem o grande dinheiro a agradece e aproveita.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal de quem muita gente suspeita de ter recebido luvas no caso Freeport, com tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões, e onde houve invulgaridades no processo de licenciamento e despachos ministeriais a três dias do fim de um governo.
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que utiliza dinheiros públicos para acorrer ao salvamento de negócios bancários irresponsáveis e inviáveis, como o BPP ou o BPN.- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que dá avales de 20 mil milhões de euros de dinheiros públicos a uma banca que regista lucros diários de mais de três milhões de euros (em 2008).
- Mesmo sabendo que Sócrates é o tal que mantém o IRC pago pela banca em menos de metade (12%) do que pagam as restantes empresas (25%) e recusa qualquer explicação para esse facto.
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E é também por isso que os defensores do Status Quo, não obstante as inúmeras contradições do "Holocausto Judeu", continuam convencidos que morreram seis milhões de judeus no holocausto, a maior parte nas câmaras de gás nazis. Como poderiam alguma vez duvidar se os filmes de Spielberg são tão realistas... E se a épica mini-série «Holocausto», que passou em todos os ecrãs, foi vencedora de tantos prémios, incluindo 8 Emmys e 2 Globos de Ouro...
- Mesmo sabendo que o judeu Elie Wiesel, Prémio Nobel da Paz em 1986 e a quem o Primeiro-ministro israelita Ehud Olmert propôs em 2006 o cargo de Presidente do Estado de Israel, nunca ouviu falar de câmaras de gás ou gaseamentos de prisioneiros nos dez meses que passou como prisioneiro em Auschwitz (tal como descreve no seu livro autobiográfico «Noite»).
- Mesmo sabendo que, como é descrito no Jewish Virtual Library: «As condições no campo de concentração nazi de Bergen-Belsen eram boas atendendo aos padrões dos campos de concentração e a maioria dos prisioneiros não era sujeita a trabalhos forçados. E que em Março de 1944, Belsen foi renomeado um Ehrholungslager [Campo de Convalescença], para onde eram trazidos os prisioneiros de outros campos de concentração, demasiado doentes para trabalhar.
- Mesmo sabendo que nas três das mais conhecidas obras sobre a Segunda Guerra Mundial: «Cruzada na Europa» do General Eisenhower, «A Segunda Guerra Mundial» de Winston Churchill, e o «Memórias da Guerra» do General de Gaulle, não existe uma única referência às câmaras de gás nazis , ao genocídio de judeus, ou às seis milhões de vítimas judaicas da Segunda Guerra Mundial.

- Mesmo sabendo que o judeu Elie Wiesel, Prémio Nobel da Paz em 1986 e a quem o Primeiro-ministro israelita Ehud Olmert propôs em 2006 o cargo de Presidente do Estado de Israel, nunca ouviu falar de câmaras de gás ou gaseamentos de prisioneiros nos dez meses que passou como prisioneiro em Auschwitz (tal como descreve no seu livro autobiográfico «Noite»).- Mesmo sabendo que, como é descrito no Jewish Virtual Library: «As condições no campo de concentração nazi de Bergen-Belsen eram boas atendendo aos padrões dos campos de concentração e a maioria dos prisioneiros não era sujeita a trabalhos forçados. E que em Março de 1944, Belsen foi renomeado um Ehrholungslager [Campo de Convalescença], para onde eram trazidos os prisioneiros de outros campos de concentração, demasiado doentes para trabalhar.
- Mesmo sabendo que nas três das mais conhecidas obras sobre a Segunda Guerra Mundial: «Cruzada na Europa» do General Eisenhower, «A Segunda Guerra Mundial» de Winston Churchill, e o «Memórias da Guerra» do General de Gaulle, não existe uma única referência às câmaras de gás nazis , ao genocídio de judeus, ou às seis milhões de vítimas judaicas da Segunda Guerra Mundial.

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E é igualmente por isso que os defensores do Status Quo, não obstante a lógica, a física, as provas e os testemunhos em contrário, continuam convencidos que foram os maltrapilhos de Bin laden a derrotar a mais poderosa Força Aérea do planeta a 11 de Setembro de 2001. Pois se os jornais e as televisões são unânimes em afirmá-lo...
- Mesmo sabendo que Boaventura de Sousa Santos, doutor em sociologia do direito pela Universidade de Yale e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, tenha afirmado que: «o intenso debate em curso sobre a verdadeira causa do ataque às Torres Gémeas (estaria o governo envolvido?), sobre o colapso das Torres (resultado do impacto ou de explosivos pré-posicionados nos andares inferiores?) sobre o ataque ao Pentágono (avião ou míssil?). O debate envolve cientistas credíveis e cidadãos do "movimento para a verdade do 11 de Setembro", e ocorre quase totalmente fora dos grandes media e sem a participacao de jornalistas.»
- Mesmo sabendo que o ex-Presidente Italiano, Francesco Cossiga, veio a público falar sobre os atentados do 11 de Setembro, afirmando, num dos mais respeitados jornais italianos, que os ataques foram executados pela CIA e pela Mossad e que esse facto era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.
- Mesmo sabendo que o Parlamento japonês acusou a Administração Bush de estar por detrás dos atentados de 11 de Setembro de 2001.
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- Mesmo sabendo que Boaventura de Sousa Santos, doutor em sociologia do direito pela Universidade de Yale e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, tenha afirmado que: «o intenso debate em curso sobre a verdadeira causa do ataque às Torres Gémeas (estaria o governo envolvido?), sobre o colapso das Torres (resultado do impacto ou de explosivos pré-posicionados nos andares inferiores?) sobre o ataque ao Pentágono (avião ou míssil?). O debate envolve cientistas credíveis e cidadãos do "movimento para a verdade do 11 de Setembro", e ocorre quase totalmente fora dos grandes media e sem a participacao de jornalistas.»- Mesmo sabendo que o ex-Presidente Italiano, Francesco Cossiga, veio a público falar sobre os atentados do 11 de Setembro, afirmando, num dos mais respeitados jornais italianos, que os ataques foram executados pela CIA e pela Mossad e que esse facto era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.
- Mesmo sabendo que o Parlamento japonês acusou a Administração Bush de estar por detrás dos atentados de 11 de Setembro de 2001.
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