quarta-feira, novembro 21, 2007

Elie Wiesel - uma testemunha-chave do Holocausto Judeu

Elizer Wiesel, mais conhecido como Elie Wiesel, é um judeu nascido na Roménia a 30 de Setembro de 1928. Aos 15 anos é deportado para Auschwitz e depois para Buchenwald. Sobrevivente dos campos de concentração nazis, torna-se cidadão americano em 1963 e obtém uma cátedra de ciências humanas na universidade de Boston. Em 1980 Elie Wiesel funda o Conselho para o Holocausto americano. Condecorado em França com a Legião de Honra, recebeu a Medalha do Congresso americano, recebeu o título de doutor honoris causa em mais de cem universidades e recebeu o Prémio Nobel da Paz em 1986. O Comité norueguês do Nobel denominou-o "mensageiro para a humanidade."

As suas obras, quase 40 livros, edificadas para resgatar a memória do Holocausto e defender outros grupos vítimas de perseguições receberam igualmente vários prémios literários. Em Outubro de 2006, o Primeiro-ministro israelita Ehud Olmert propôs-lhe o cargo de Presidente do Estado de Israel. Elie Wiesel recusou a oferta explicando que não era mais do «que um escritor». Elie Wiesel preside, desde 1993, à academia Universal de Culturas.


Excertos de Robert Faurisson:

Elie Wiesel ganhou o Prémio Nobel da Paz em 1986. Ele é normalmente aceite como uma testemunha do Holocausto Judeu e, mais especificamente, como uma testemunha do extermínio Nazi pelas câmaras de gás. O diário Parisiense Le Monde enfatizou na altura que Wiesel foi galardoado com o Prémio Nobel porque:

«Nestes últimos anos temos visto, em nome do chamado “revisionismo histórico”, a criação de, especialmente em França, inúmeras questões, duvidando da existência das câmaras de gás Nazis e, talvez por detrás disso, do próprio genocídio dos Judeus


Num livro autobiográfico [Noite] que supostamente descreve as suas experiências em Auschwitz e Buchenwald, Wiesel não menciona em parte alguma as câmaras de gás. Ele diz, realmente, que os Alemães executaram Judeus, mas... com fogo; atirando-os vivos para as chamas incandescentes, perante muitos olhos de deportados!

«Não muito longe de nós, chamas elevavam-se dum fosso, gigantescas chamas. Eles estavam a queimar algo. Um camião aproximou-se da cova e descarregou a sua carga – crianças pequenas. Bebés! Sim, eu vi – vi-o com os meus próprios olhos... Aquelas crianças nas chamas. (É surpreendente que eu não tivesse conseguido dormir depois daquilo? Dormir era fugir dos meus olhos.)»

«Um pouco mais longe dali estava outra fogueira com chamas gigantescas onde as vítimas sofriam “uma lenta agonia nas chamas”. A coluna de Wiesel foi conduzida pelos Alemães a "três passos" da cova, depois a "dois passos." "A dois passos da cova foi-nos ordenado para virar à esquerda e ir-mos em direcção aos barracões."»


Quando os Russos estavam prestes a tomar conta de Auschwitz em Janeiro de 1945, Elie e o seu pai "escolheram" ir para ocidente com os Nazis e os SS em retirada em vez de serem "libertados" pelo maior aliado de América. Eles poderiam ter contado ao mundo inteiro tudo sobre Auschwitz dentro de poucos dias - mas, Elie e o pai, assim como incontáveis milhares de outros judeus escolheram, em vez disso, viajar para oeste com os Nazis, a pé, de noite, num Inverno particularmente frio e consequentemente continuarem a trabalhar para a defesa do Reich.

Algumas das exactas palavras de Wiesel no seu livro «Noite»:

- O que é fazemos, pai?
Ele estava perdido nos seus pensamentos. A escolha estava nas nossas mãos. Por uma vez, podíamos ser nós a decidir o nosso destino: ficarmos os dois no hospital, onde podia fazer com que ele desse entrada como doente ou como enfermeiro, graças ao meu médico, ou, então, seguir os outros.
Tinha decidido acompanhar o meu pai para onde quer que fosse.
- E então, o que é que fazemos pai?
Ele calou-se.
- Deixemo-nos ser evacuados juntamente com os outros – disse-lhe eu.
Ele não respondeu. Olhava para o meu pé.
- Achas que consegues andar?
- Sim, acho que sim.
- Espero que não nos arrependamos, Elizer!

As escolhas que foram feitas aqui em Auschwitz em Janeiro de 1945 são extremamente importantes. Em toda a história do sofrimento judeu às mãos de gentios, que altura poderia ser mais dramática do que o precioso momento em que os Judeus podiam escolher, por um lado, a libertação pelos Soviéticos com a possibilidade de contar a todo o mundo sobre as malfeitorias Nazis e ajudar à sua derrota - ou então fugir com os assassinos em massa Nazis, continuando a trabalhar para eles e ajudando-os a preservar o seu regime demoníaco?


Como testemunha excepcional que é, Wiesel assegura-nos que encontrou outras testemunhas excepcionais. Olhando para Babi Yar, um local na Ucrânia onde os Alemães executavam cidadãos Soviéticos, além dos Judeus, Wiesel escreve [Paroles d'étranger (Editions du Seuil, 1982), p. 86.]:

«Mais tarde, aprendi com uma testemunha que, mês após mês, o chão nunca parava de tremer; e que, de tempos a tempos, “geyser” de sangue esguichavam de lá


A personalidade de Wiesel ter sobrevivido foi, evidentemente, o resultado de um milagre. Ele diz que:

«Em Buchenwald eles enviavam 10,000 pessoas para a morte todos os dias. Eu estava sempre nas últimas centenas junto ao portão. Eles paravam. Porquê?»

No Wikipedia: Buchenwald - embora não tenha sido um campo de extermínio, a exemplo de Auschwitz, na Polónia, onde existiam câmaras de gás, estima-se que aqui pereceram mais de cinquenta mil pessoas, vítimas de fome, doenças, assassinatos e violência arbitrária. [A fazer fé no número de mortes diárias avançado por Wiesel, o campo terá funcionado apenas durante 5 dias].


No início de 1986, 83 deputados do "Bundestag" Alemão tiveram a iniciativa de proporem Wiesel para Prémio Nóbel da Paz. Isso seria , diziam eles, "um grande encorajamento para aqueles que estão envolvidos directamente no processo de reconciliação." Wiesel clama ser alguém cheio de amor pela humanidade. No entanto, ele não se refere ao apelo ao ódio. Na sua opinião:

«Todo o Judeu, algures na sua existência, deve separar uma zona de ódio – saudável, ódio viril – para aquilo que os Alemães personificam e para o que persiste na Alemanha. Fazer o contrário, é trair os mortos.»

(Wikiquote: Original engl.: "Every Jew, somewhere in his being, should set apart a zone of hate - healthy, virile hate - for what the German personifies and for what persists in the German. To do otherwise would be a betrayal of the dead.")


O jornal Le Monde foi obrigado a referir-se à característica teatral que certas pessoas deploravam em Wiesel:

«Naturalmente, mesmo entre aqueles que aprovam a luta deste escritor Judeu Americano, que foi descoberto pelo Católico François Mauriac, alguns outros dão-lhe descrédito por ter demasiado a tendência para alterar a tristeza Judaica em "morbidade" ou em transformar-se num alto sacerdote de uma "gerência planeada do Holocausto."»


Comentário:

Elie Wiesel, o Nobel da Paz, revelou-se um homem de grande idoneidade moral, credor de uma integridade inabalável e testemunha incontornável do Holocausto Judeu. Pena é, que, ao contrário de muitos outros testemunhos, durante os dez meses em que esteve internado no campo de concentração de Auschwitz, Wiesel não se tivesse apercebido da existência das cinco enormes câmaras de gás, onde supostamente foram assassinadas mais de um milhão de pessoas.
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13 comentários:

Historiador Livre disse...

Já abrimos o nosso blogue: http://revisionismoemlinha.blogspot.com

Laurentina disse...

Esta questão histórica mexe comigo!
Não entendo muito bem como e porque raio aparece gente a contestar a veravidade dos factos...


Beijão grande

Diogo disse...

O problema, Laurentina, consiste em saber quais são os factos. A versão «oficial» está cheia de contradições.

Um beijo

Laurentina disse...

Será Diogo?
Será que existem assim tantas contradições?
Perdoa-me duvidar da tua opinião porque eu não acho que existam.
Mas...

Olha vim dizer-te que tens prémio para levantar lá na palhota...


Beijão grande

xatoo disse...

o "holocoiso" é uma mistificação
as perseguições e limpezas étnicas dos judeus não foram de forma alguma um exclusivo do nazismo

Diogo disse...

Historiador Livre,

Você tem email?

o moço da bodega™ disse...

Caro Diogo. Nos últimos anos de ditadura militar no Brasil, começaram a pipocar bancas de jornais, portas de cinemas, até a sede da OAB e por fim, um carro de luxo num evento da juventude no Rio Centro, no colo de dois oficiais do exército. As bombas eram atribuídas a guerrilha de esquerda e os oficiais foram enterrados com honras militares por terem morrido vitimas dos "terroristas". Esse golpe é velho e temos o mesmo pensamento em relação aos judeus e a 11 de setembro. É provavel que o cão tenha explodido os predios, como explodiram os navios brasieleiros para forçar o pais a entrar na guerra.
Abs

xatoo disse...

Diogo
O email do blogue "historiador livre" está lá no fundo:
dirlip@gmail.com
diz ao fulano que pode deixar os comentários em aberto. Para avaliar as reacções.

Anónimo disse...

Quanto as bombas que pipocavam no Brasil, Rio e São Paulo, é completa verdade. Vivi esses tempos. Porém uma correção: Foi um tenente e um sargento; o sargento morreu no ato e foi enterrado com honras militares, quanto ao tenente, hoje está reformado e é general ( mas sem as genitálias, destruidas na explosão rsrsrs).
Eu não pude ir ao tal evento p q fui preso horas antes - como um dos equerdistas perigos, rsrsrs.
Também é verdade os navios afundados.
Mas voltando ao tema principal, não esqueçam da origem do 1º de maio e do dia 8 de março.
Foi um lema Nazi: Mintam, mintam; algo há de ficar!

Al-Meida disse...

Desculpem: Eu sou o anônimo a cima, rsrsrs

José Lucas disse...

Quando se fala do holocausto apetece-me logo perguntar: os documentos e as fotografias ainda não chegam ? Qual é o interesse revisionista ? Estão com saudades da suástica, ou será que estão hipnotizados pelo passo de ganso, ão é assim amigo Diogo? Já viram arame farpado com 60 anos que não parte ? Pois eu já vi e adivinhem aonde. O que querem mais ?

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

Elie Wiesel, Analfabeto Asiatico Judeu e Premio Nobel da Paz! Paz entre quem? Entre judeus e árabes? Entre americanos e iraquianos? Entre americanos e vietnamitas?Entre americanos e afegãos? As guerras continuam! Onde esta a sua "paz" covarde e falsa?!Paz entre quem fez esse covarde judeu mentiroso holocaustico e Nazista-Sionista judeu!