terça-feira, outubro 02, 2007

O Lobby Israelita: quão poderoso é de facto?



Quando se discute a política norte-americana em relação a Israel e à Palestina, grupos como o Comité de Negócios Públicos Americano-Israelita (American Israel Public Affairs Committee (AIPAC) e comités relacionados de acção política (PACs) influenciaram decerto alguns membros de Congresso Americano, assim como alguns decisores tanto em Administrações Republicanas como Democratas. Além disso, organizações judaicas democratas e conservadoras mobilizaram recursos de lobby consideráveis, contribuições financeiras da comunidade judia, e pressões de cidadãos nos media e outros fóruns de discussão pública em defesa do governo israelita. Às vezes, criaram até um clima de intimidação contra muitos dos que falam em paz e direitos humanos ou que apoiam o direito dos Palestinianos à autodeterminação. Mas daí a afirmar que o lobby israelita é o principal responsável pela política norte-americana no Médio Oriente, mesmo quando se trata de Israel, vai uma enorme distância.


O que é que motiva o apoio norte-americano ao governo israelita?

A triste realidade é que o governo dos EUA é perfeitamente capaz de apoiar as alas mais à direita de países aliados, de forma a invadir, reprimir e colonizar vizinhos mais fracos, sem que aqueles possuam uma minoria étnica bem organizada nos EUA, que de alguma forma force o Congresso ou a administração a fazer isso. Afirmar o contrário seria assumir que sem o lobby pró-israelita, os Estados Unidos seriam incentivadores do direito internacional e dos direitos humanos na sua política externa. Dado que a política externa americana raramente encorajou a lei internacional e os direitos humanos, excepto quando correspondem aos seus próprios interesses políticos de curto prazo, porque é que o Oriente Médio deveria ser uma excepção? Nunca existiu um lobby indonésio-americano responsável pelo apoio da ocupação brutal de Timor Leste pela Indonésia durante um quarto de século, nem existe um lobby marroquino-americano responsável pelo apoio da actual ocupação marroquina do Saara Ocidental.

É certamente verdade que os Estados Unidos, nas palavras de Mearsheimer e Walt, "não estão sintonizados" com a grande maioria da comunidade internacional na questão entre Israel e a Palestina. Todavia os Estados Unidos também estão "não estão sintonizados" em relação à grande maioria da comunidade internacional no que toca ao tratado que proíbe minas terrestres, ao Tribunal Penal Internacional, ao Protocolo de Kyoto sobre o efeito de estufa, e ao embargo contra Cuba. De igual forma, duas décadas atrás, os Estados Unidos estiveram também "não estiveram sintonizados"com a vasta maioria da comunidade internacional a respeito da colocação de minas nos portos nicaraguanos e no apoio aos Contra terroristas, bem como na oposição às sanções contra o regime do apartheid na África do Sul e aliando-se a Pretória no apoio aos rebeldes de UNITA em Angola.

A observação Mearsheimer e de Walt de que o apoio dos EUA a Israel é contrário aos interesses estratégicos americanos porque estimulam o anti-americanismo no mundo árabe / islâmico não é uma posição dissidente sem precedentes. Em qualquer administração americana, há elementos nos círculos da elite governante que chegam a conclusões que desafiam o pensamento dominante. Por exemplo, Mearsheimer e Walt juntaram-se a Zbigniew Brzezinski, Jacek Krugler e outros «pragmáticos» que reconheceram que a invasão de Iraque foi contrária aos interesses da segurança nacional dos EUA, mas a administração Bush e uma boa parte do Congresso (incluindo a liderança dos dois partidos) foram de opinião contrária. De igual modo, alguns líderes «pragmáticos» dos anos sessenta, como Hans Morgenthau, opuseram-se à Guerra do Vietname, mas isso não travou uma esmagadora maioria bipartidária em Washington de acreditar erradamente, pelo menos até finais de 1960, que a guerra servia melhor os interesses de América. Por outras palavras, administrações de ambos os partidos já provaram ser capazes repetidamente de agir contra os interesses nacionais americanos a longo prazo sem que o lobby israelita os force a tanto.

Nalguns aspectos claramente demarcados, o apoio dos Estados Unidos ao governo israelita corresponde aos interesses próprios americanos. Numa região onde o nacionalismo árabe pode ameaçar o controle de petróleo pelos americanos assim como outros interesses estratégicos, Israel tem desempenhado um papel fundamental evitando vitórias de movimentos árabes, não apenas na Palestina como também no Líbano e na Jordânia. Israel manteve a Síria, com o seu governo nacionalista que já foi aliado da União Soviética, sob controlo, e a força aérea israelita é preponderante na região.

As frequentes guerras de Israel têm proporcionado o teste no campo de batalha das novas armas americanas e a indústria de armamento israelita tem fornecido armas e munições aos governos e movimentos de oposição apoiados pelos Estados Unidos. Além disso, durante os anos oitenta, Israel serviu como um canal para o escoamento de armamento americano para governos e movimentos impopulares nos Estados Unidos que receberam ajuda militar evidente, inclusive a África do Sul sob o regime do apartheid, a República islâmica de Irão, as juntas do exército de direita da Guatemala e os Contras da Nicarágua.

Conselheiros militares israelitas ajudaram os Contra da Nicarágua, a junta Salvadorenha e outros movimentos e governos apoiados pelos Estados Unidos. A agência de serviços secretos israelita Mossad cooperou com a CIA e com outras agências de informações americanas colhendo informações secretas e liderando operações secretas. Israel possui mísseis capazes de atingir alvos a milhares de milhas das suas fronteiras e colaborou com o complexo militar-industrial americano em pesquisa e desenvolvimento para os lutadores de novos caças e sistemas defensivos anti-mísseis, uma relação que cresce de ano para ano.

Como foi descrito por um analista israelita durante o escândalo Irão-Contras, onde Israel teve um papel crucial como intermediário, "É como se Israel se tivesse tornado noutra agência federal, uma que é conveniente utilizar quando se quer algo feito sem muito barulho." O ex-ministro de Estado americano, Alexander Haig, descreveu Israel como o maior e o único porta-aviões americano que é impossível de afundar.

Um dos princípios mais fundamentais na teoria de relações internacionais é que a relação militar mais estável entre adversários (além do desarmamento) é a paridade estratégica. Tal relação proporciona a cada oponente um dissuasor efectivo contra a possibilidade do outro lançar um ataque preventivo. Se os Estados Unidos estivessem simplesmente preocupados com a segurança de Israel, Washington deveria manter as defesas israelitas num nível aproximadamente igual a qualquer combinação de forças armadas árabes. Em vez disso, líderes de dos dois partidos políticos dos EUA exigiram assegurar a superioridade qualitativa militar israelita. Quando Israel era militarmente menos dominante, havia menos consenso em Washington para apoiar o Israel. O alto nível continuado de ajuda dos EUA a Israel deriva menos da preocupação pela sobrevivência de Israel mas antes do desejo de que Israel continue o seu domínio político sobre os Palestinianos e que mantenha o seu domínio militar da região.

A enorme quantia de ajuda militar recebida anualmente por Israel foi citada por Mearsheimer e Walt, entre outros, como indicador do poder do lobby israelita. Contudo este modelo de ajuda reflecte a importância de Israel para os próprios interesses americanos. Imediatamente a seguir à vitória espectacular de Israel na guerra de 1967, quando demonstrou a sua superioridade militar na região, a ajuda americana aumentou abruptamente 450%.

Parte deste aumento, segundo o New York Times, estava aparentemente relacionado com a vontade de Israel de fornecer aos Estados Unidos exemplos das novas armas soviéticas que capturou durante a guerra. A seguir à guerra civil na Jordânia de 1970-71, quando o Israel exibiu sua capacidade para deter a intervenção síria em defesa da insurreição contra a monarquia pró-ocidental jordana e assim manter os movimentos revolucionários fora das suas fronteiras, os EUA aumentaram ainda mais a sua ajuda.

Quando Israel provou a sua força ao opor-se com sucesso a uma agressão surpreendentemente forte do exército árabe em Outubro de 1973, a ajuda militar dos EUA aumentou uma vez mais. Estes aumentos de ajuda aconteceram em simultâneo com a decisão britânica de retirar as suas forças das áreas a leste do Canal de Suez. Conjuntamente com o Xá de Irão que também recebeu massiva cooperação em armamento e logística como um componente fundamental da Doutrina Nixon, Israel emergiu como uma importante força aliada após a retirada britânica.

Este padrão continuou quando a ajuda disparou novamente em 1977, a seguir à eleição do primeiro governo da ala direita do Likud em Israel. Aumentos subsequentes de ajuda coincidiram com a queda do Xá e a ratificação do tratado de Camp David com o Egipto. A ajuda americana cresceu ainda mais logo a seguir à invasão israelita de Líbano em 1982.

Em 1983 e 1984, quando os Estados Unidos e Israel assinaram um memorando de acordo em cooperação estratégica e planeamento militar e conduziram os primeiros exercícios navais e aéreos conjuntos, Israel foi recompensado com uma ajuda económica adicional de 1.5 mil milhões de dólares e mais 500 milhões de dólares para o desenvolvimento de um novo caça. Durante e imediatamente após a Guerra de Golfo, a ajuda americana aumentou em 650 milhões de dólares.

Na década seguinte, quando começaram a surgir preocupações relativas à ameaça de grupos terroristas, extremistas islâmicos, e os denominados "Estados párias", a ajuda americana a Israel aumentou ainda mais. Um tratado de paz com a Jordânia e uma série de acordos rompidos com os Palestinianos conduziram a transferências adicionais de armas para Israel.

Em lugar de ser uma despesa, como Mearsheimer e Walt reivindicaram, a Guerra do Golfo de 1991 provou uma vez mais que Israel constitui um recurso estratégico: Desenvolvimentos israelitas em tecnologia militar ar-solo foram integrados em raides de bombardeamento aliados contra bases de mísseis iraquianas e outros objectivos; Tanques de gasolina projectados por Israelitas para aviões de combate F-15 aumentaram grandemente o seu alcance; fornecimentos de minas israelitas foram utilizados durante os ataques finais às posições iraquianas; Pontes móveis israelitas foram usadas pelo marines americanos.

Sistemas de mira e dispositivos de prevenção de baixa altitude israelitas foram empregados pelos helicópteros americanos; e Israel desenvolveu componentes fundamentais para os muito utilizados mísseis Tomahawk. Israel é também o 5ª maior fornecedor de material militar de alta tecnologia ao Estados Unidos. Não surpreendentemente, a ajuda dos EUA a Israel intensificou-se ainda mais nos anos noventa, embora o apoio militar aos adversários árabes tenha decaído devido ao colapso do União Soviética.

Desde o 11 de Setembro de 2001, a percepção de Israel como um aliado natural na "guerra ao terrorismo" do Presidente George W. Bush cimentou ainda mais a aliança estratégica, à medida que o Pentágono posiciona equipamento militar em Israel de forma a aumentar a prontidão militar para outras intervenções no Oriente Médio. Israel também apoiou as operações militares dos EUA no Iraque ajudando a treinar as Forças Especiais americanas em técnicas de contra-insurgência agressiva e enviando especialistas de guerra urbana para Fort Bragg dar instrução a esquadrões da morte que têm por alvo líderes suspeitos de guerrilha iraquianos. A administração civil americana no Iraque, estabelecida no seguimento da invasão ema 2003, seguiu o modelo da administração civil de Israel nos territórios árabes ocupados após a invasão israelitade 1967. Oficiais americanos viajaram para Israel e oficiais israelitas viajaram para o Iraque para consultas adicionais.

Ainda por cima, os israelitas ajudaram a armar e a treinar milícias curdas pró-americanas e ajudaram funcionários americanos em centros de interrogatório para insurgentes suspeitos detidos perto de Bagdade. Conselheiros israelitas compartilharam conselhos úteis no levantamento de obstáculos em estrada operacionais e postos de controlo, forneceu treino na destruição de minas métodos de arrombamento de barreiras e sugeriram técnicas para localizar insurgentes suspeitos usando drones (aviões não tripulados). Israel também forneceu equipamento de vigilância aérea, drones de engodo e equipamento de construção blindada. Em troca, Israel recolheu ainda mais apoio dos EUA.

Em suma, quanto mais forte, mais agressivo e mais aquiescente com os interesses dos EUA, Israel se tornar, maior o nível de ajuda e cooperação estratégica que recebe. Um Estado de Israel militante é visto como promotor de interesses americanos. Na realidade, um Estado israelita em constante estado de guerra - tecnologicamente sofisticado e militarmente avançado, mas com uma economia dependente dos Estados Unidos, está muito mais disposto a executar operações que outros aliados considerariam inaceitáveis, do que um Estado Israelita que estivesse em paz com os seus vizinhos.

Como o ex-Ministro de Estado de Henry Kissinger disse uma vez, em referência à relutância de Israel em fazer paz, "a obstinação de Israel… serve melhor os propósitos dos nossos dois países."

33 comentários:

O-Lidador disse...

O Diogo, falsário como sempre, traduziu tudo menos a 1ª página do artigo.
Compreende-se porquê.

No fundo é sempre a mesma falácia.
Alimenta uma crença e trata de seleccionar na mesa apenas os pratos que lhe agradam.
Deste, chega mesmo a tirar as ervilhas, para que não mude o sabor.

As ervilhas estão na 1ª página.

Claro que o anti-semitismo infrene do Diogo não se detém perante considerandos despiciendos, como por exemplo a honestidade intelectual.

Juden raus, não é Diogo?

Diogo disse...

Lidador: «As ervilhas estão na 1ª página.»

Diogo: Quais ervilhas, imbecil?


Lidador: « Claro que o anti-semitismo infrene do Diogo não se detém perante considerandos despiciendos, como por exemplo a honestidade intelectual.»

Diogo: Meu atrasado mental, pois se eu estou a dizer que os judeus são apenas paus mandados do Pentágono. Você não consegue perceber um texto?

Lidador dumm!

Diogo disse...

Lidador,

Se se quiser dar ao trabalho de traduzir as ervilhas da 1ª página terei todo o gosto em postá-las. Vamos a isso «pró-semita»!

o moço da bodega™ disse...

Caro Diogo, seu blog é sem dúvida um dos melhores conteúdos da internet.

Não deveria dar trelas ( Fig. Licença, liberdade) à masturbações pseudológicas de pessoas sem nenhuma expressão.
Abs.

ml disse...

Juden raus, não é Diogo?

Sabe que até lhe acho graça?
Para quem justifica a licitude do lucro à conta do couro e cabelo (literal) dos judeus, o mínimo que se pode dizer é que ainda não notou que o papel de carpideira pelo 'país tão pequenino, coitadinho, e quem todos querem tão mal' é apenas risível. Já nem falo do 'anti-semitismo' a esmo, a cheirar a conversão sofrida.

xatoo disse...

Diogo
Vamos lá ver se a gente se entende:
Israel é tanto um país como a Libéria - são ambos criações do Pai Frankenstein ( que aliás é um nome de origem judaica, baseado num romance que recria o mito biblico do homem que nasce do barro criado por Zeus.) O monstro, neste caso, o "moderno Prometeus, é Israel. É um monstro porque foi construido pela diáspora americana judaica (com a passiva conivência do antigo administrador colonial, a Grã-Bretanha) no fim da WWII. Não é uma "criação dos Estados Unidos (como uma entidade multiétnica indefenida) - é uma criação dos Judeus Americanos, apoiados na Banca e na Indústria de propriedade judaica que estavam a enriquecer ainda mais com a guerra (Aeg,Bayer,etc). A primeira companhia petrolifera ocidental a estabelecer-se no Médio Oriente data de 1936 (na Arábia Saudita) e Israel não tardou muito, teve apenas de esperar pelo fim da guerra.

Eu não sei qual é a fonte deste post, nem estou para matar muito a cabeça em procurá-la. No entanto, quem parta para qualquer conclusão omitindo estas origens que citei, parte para conclusões dúbias, possivelmente a maior parte delas erradas. Os eventos posteriores (Canal do Suez, Guerra dos 6 Dias, etc)para serem compreendidos precisam de partir da compreensão dos acontecimentos que os precederam.O próprio Edward Said um professor catedrático árabe-americano de reconhecido prestigio se referia ao "American Zionism" como sendo a verdadeira causa do problema da Palestina. Se se fizer uma busca pela sigla "american zionism" vão-nos aparecer 2 milhões e 200 mil resultados; não serão demasiados resultados para uma coisa que supostamente "não existe"?
o Sionismo como doutrina globalizante do Império americano não existe. O que existe é o black power da Libéria - está claro não está? é a mesma diferença que não existe entre um "pencudo" e um "preto" - (como sabemos bem não ser), são todos irmãos à luz do mito fundador da corrente ideológica ultraconservadora dos judeus ortodoxos no Poder, tanto nos EUA como na filial Israel, a "Enuma Elish"

Diogo disse...

Meu caro Lidador-ml,

Você ainda não percebeu nada, pois não (como poderia, com uma ervilha a chocalhar nessa caixa craniana?)

Os judeus foram utilizados para instalar uma base militar (com um look de nação) próxima do petróleo do Médio Oriente. Já o afirmei num post anterior.

Não é Juden Raus. É International Bankers Raus!

Verstehen Sie Lidador?

Rui Curado Silva disse...

"Curado, you idiot!"

Estamos conversados

Diogo disse...

Caro Xatoo,

Nós não estamos de forma nenhuma em contradição. Simplesmente eu não considero os «international bankers» judeus. Alguns sê-lo-ão, na origem. A maior parte não. Aliás, considero-os todos ateus (tal como eu).


Tu dizes: «Israel é uma criação dos Judeus Americanos, apoiados na Banca e na Indústria de propriedade judaica que estavam a enriquecer ainda mais com a guerra (Aeg, Bayer, etc).

E eu digo: foram os «international bankers» que ganharam com esta II Guerra, com a Primeira, e com quase todas desde meados do século XIX.


Tu dizes (com algum sarcasmo): «o Sionismo como doutrina globalizante do Império americano não existe.»

E eu digo: Não existe sionismo nem império americano. Não existe uma ideologia nem existe um povo eleito. O que existe são indivíduos extremamente ricos que manipulam o resto da humanidade: americanos, europeus, israelitas ou asiáticos. E não têm pejo em assassiná-los aos milhões se tiverem a ganhar algo com isso.

Não nos separa nenhuma questão de fundo. Diferimos apenas nalguns detalhes de terminologia.

Anónimo disse...

vi ontem o mapa do Líbano, na TV, qual campo de milho, só minas e bombas, num rastro de morte pra ali atirado pelo anti-semita Israel, que Deus não castiga porque não existe, ao contrário da Bíblia, ou grande mal lhe iria de pagar só a um cêntimo que fosse quanta maldade e horror faz à sua volta o hipócrita, o mesmo satã e autêntico exterminador...!

sinthomatic

Anónimo disse...

e por fora de tais ajustes, que não domino, Israel será a testa de ferro, ali colocada, ao Médio Oriente, de uns

"indivíduos extremamente ricos que manipulam o resto da humanidade: americanos, europeus, israelitas ou asiáticos(. E), (que) não têm pejo em assassiná-los aos milhões se tiverem a ganhar (algo) com isso." !

desculpe, Diogo, o apropriamento

sinthomatic

xatoo disse...

Voltamos a concordar Diogo

Efectivamente há (ou houve) judeus para todas as tendências, dos ultra ortodoxos como Kissinger, Wolfwitz, Douglas Feith, Lewis Libby, Michael Chertoff, Sarkozy (os chamados actores ZOG – de “zionist occupied governments”), até ateus, Sigmund Freud, Karl Marx, Woody Allen, até aos judeus de esquerda como os que vivem no Irão (que apoiaram a iniciativa anti-indústria do holocausto do presidente Amadhinejad) ou a Gilad Atzmon, Leonard Cohen, etc). Claro que tudo,isto é mais complexo do que as limitações de exprimir opiniões em blogues permitem. Assim, quando mencionamos “o lobie Judeu” ou “os Sionistas” fica implícito que é aos ultra que detêm os governos e às politicas de dominação implementadas que nos referimos

O que eu pretendi dizer, e é a minha opinião, é que o Sionismo como teoria, primeiro de independência, depois instrumento de de dominação, foi fundado por Theodor Herzl com a obra «O Estado dos Judeus» de 1800 e 90 e tal - mas esse “Estado” não pôde ser inicialmente fundado na Palestina – foi fundado nos Estados Unidos: fiel depositário da promessa vindoura. Mas a doutrina fundadora permanece nas origens

xatoo disse...

Outra parte da história mais recente, uma pista curiosa a seguir é esta. Toda a gente sabe que os judeus dominavam a vida económica na Alemanha pré-Hitler. O Banco do judeu Simon Hirschland em Essen era o maior financiador da indústria do aço do vale do Rhur. Quando pressentiram a ameaça transferiram-se de arcas, notas e bagagens para Wall Street de onde continuaram a financiar Hitler através de um outro banco judeu que entretanto activaram: a Goldman Sachs Co. que é hoje a maior empresa bancária privada mundial

O-Lidador disse...

Caro Diogo, fúrias à parte (tem de controlar essa irritante tendência para a peixeirada), a verdade é que não respondeu:

Porque não traduziu a 1ª página do artigo ?


Quanto ao resto, comentários incluídos, este seu espaço é apenas mais um ninho neonazi, repetindo e ecoando as palermices conspiratórias que recolhe em 1ª mão nos sites da extrema-direita e da extrema-esquerda.

Uma deliciosa antologia da estupidez.

Diogo disse...

Lidador: «Porque não traduziu a 1ª página do artigo?»


Porque o artigo é muito longo e a parte essencial do artigo estava na 2ª página. Mas renovo-lhe o repto:

Se você se quiser dar ao trabalho de traduzir a 1ª página, terei todo o gosto em postá-la. Vamos a isso «pró-semítico»!

O-Lidador disse...

Mas ó Diogo, acha que eu tenho pachorra para colar cartazes?

A sua desculpa é mais esfarrapada que um farrapo....podia por exemplo não ter traduzido a 2ª, ou a 3ª ou a 4ª ou a 5ª.

Mas a técnica da pesca à linha e da desonestidade intelectual, não admite esse tipo de aleatoridade.

É que na 1ª, explica-se claramente o contexto das toleima e isso o Diogo não gosta, porque naveha em águas turvas e interessa-lhe dar um ar de sagesse aos seus delírios e obsessões.

"Compreendo-te", como diria o Vasco.

xatoo disse...

e é o Lidador que não raro se queixa dos ataques ad hominem! - logo ele, o cínico simpatizante das charlatanices pró-nazis do IV Reich americano, que nada dizendo sobre os assuntos se esgota em ofensas gratuitas aos antagonistas que lhe combatem o pensamento primata: dentro daquela carola plasmou-se um mix de algodão com cola UHU

luis oliveira disse...

[Se se fizer uma busca pela sigla "american zionism" vão-nos aparecer 2 milhões e 200 mil resultados; não serão demasiados resultados para uma coisa que supostamente "não existe"?]

"American Zionism": 24.700 resultados no google
"Mula sem cabeça": 53.100
"Virgem Maria": 350.000
"Frankenstein": 12.700.000

luis oliveira disse...

[é o Lidador que não raro se queixa dos ataques ad hominem! - logo ele, o cínico simpatizante das charlatanices pró-nazis do IV Reich americano, que nada dizendo sobre os assuntos se esgota em ofensas gratuitas aos antagonistas que lhe combatem o pensamento primata: dentro daquela carola plasmou-se um mix de algodão com cola UHU]


Apercebe-se de que não argumentou e apenas insultou gratuitamente?

Diogo disse...

Lidador-Oliveira-ml,

«É que na 1ª página, explica-se claramente o contexto da toleima e isso o Diogo não gosta»


Você é capaz de me explicar onde é que a 1ª página desmente a 2ª?

ml disse...

Lidador-Oliveira-ml!!???

Essa está muito boa!

Acontece-nos cada uma!

O-Lidador disse...

Caro xatoo, os seus argumentos são interessantíssimos.

A propósito, "Pai Natal" aparece com mais de 300 000 entradas só em português.

Claro que existe...tal como o Pato Donald, o capitão sem cabeça, o Maimon, o Pokemon, etc.

Ou Deus...ou Satanás.

Caro Diogo, não inverta o ónus. Você não traduziu a 1ª página porquê?
Deixe lá de assobiar para o ar e assuma a sua obsessão.
Saia do armário, homem.

P.S. A entidade "Lidador-Oliveira-ml" é tb uma criação da CIA e dos money masters sionistas illuminati, para lutar contra a "Verdade" que o Diogo prega, neste seu Evangelho racista, copiado dos tugúrios neonazis.

Que pena ter caído tão baixo...

ml disse...

A entidade "Lidador-Oliveira-ml" é tb uma criação da CIA

lidador
Tire-me desse filme, não aprecio o enredo. Lucros obscenos à conta da pele de desgraçados não é o meu negócio. Era de desconfiar, tal o despropósito das rajadas de anti-semitismo. Agora está tudo claro.

Jüde raus, Profit über alles.

Diogo disse...

Lidador: «Caro Diogo, não inverta o ónus. Você não traduziu a 1ª página porquê?»


É muito raro encontrar tanta estupidez embrulhada em tanta retórica oca. Você é que falou na 1ª página. Por algum motivo. O ónus é seu, imbecil!

O-Lidador disse...

"lidador
Tire-me desse filme"

Tem de pôr o seu problema ao argumentista.

Mas tem de concordar que um cromo que consegue confundir um ser razoavelmente tridimensional (este seu criado, modéstia à parte) com uma amiba, não desfazendo, tem qualquer coisa a menos naquele espaço entre as orelhas.

De resto, a verdade é que não traduziu a 1ª página, o maganão.

Chama-se a isso apagar deliberadamente as luzes para que todos os gatos pareçam pardos.

O-Lidador disse...

Ah, ml, isso de lucros "obscenos", é conversa de puta armada em virgem.
Lucro é lucro, prejuízo é prejuízo.
Sem adjectivos.
A sua moral de alguidar, meta-a onde lhe der mais jeito e seja feliz com ela.

Moralistas repimpados é o que mais há para aí. Basta entrar num táxi e puxar conversa.

xatoo disse...

oliveirinha,
o resultado da combinação de um estúpido com um espertalhão dá o quê?
um estupilhão? se tivesses feito a busca em inglês, se não quisesses ser um mero pantomineiro, terias visto isto:
Google: Resultados 1 - 10 de cerca de 2.120.000 para "american zionism". (0,11 segundos)

xatoo disse...

caro Diogo
onde é que está o livro de reclamações deste blogue?. Não aparece?, então lavro o meu protesto já aqui:
Na coluna da direita, aparece um link para o meu blogue e para alguns outros autores de boa fé, em conjunto com outros links para blogues nacionalistas, de extrema direita e xenófobos nomeadamente o Centurião, Lidador, Lutz, o anti-comunista Milhazes. A companhia desta gente até para o Blasfémias é uma ofensa. Assim, peço-lhe encarecidamente que ponha esta cáfila num bloco de blogues autónomo, devidamente identificada e, se possivel, açaimada.
Creia-me que eles lhes estão a destruir a óptima imagem que o Citadino tem na praça, ofendendo por sistema, gratuitamente quem aqui comenta com isenção e prazer na procura da verdade. Os trauliteiros afugentam daqui as pessoas bem intencionadas. A opção é sua. No mínimo, ponha-os dentro duma cerca, aparte.
atentamente
x

Diogo disse...

Xatoo,

You're Right. Done!

Anónimo disse...

ih, tanta "primeira página"... que se ela fosse interessante ou contradissesse a 'sigunda', já o-lidador a teria aqui posto...

mas é só pelo anti-jogo, vê-se, encoberto de sofisma, de retórica, num descanso demagógico!

e o escrito no post é sobremaneira claro, sem uma lacuna à mostra... porém, se já assim é tão grande, ó-lidas, por que haveria um homem de atolhar o essencial de preâmbulos?!

vá, não desfaça, só, argumente, que pa chatear lá está a melga e, diz o Astérix, a Cizânia, caramba!

sinthomatic

xatoo disse...

Diogo. Ok! well done
felizmente que a Autoridade Reguladora para o Ambiente ainda funciona bem nalgum sítio deste país.

ml disse...

Ah, ml, isso de lucros "obscenos", é conversa de puta armada em virgem.

Ora, não se canse, guarde as forças.
Foi um alívio ter que abrir o jogo, não foi? Um peso, já tinha um buraco no peito de tanto bater, quando afinal não há judeu que valha um bom negócio.

Profit über alles, eles que se danem.

luis oliveira disse...

Xatoo, seu atrasado mental, convém não omitir as aspas, como muito bem sabe. Sem aspas o "Pai Natal" dispara para os 2.490.000 resultados. Estupilhão é uma categoria bem bolada, à medida de anormais como vc e o Diogo (sempre às turras mas sempre de acordo, é de morrer a rir!)