sexta-feira, outubro 10, 2008

Revisionismo - método cientifico ou dogma negacionista?


Viktor R. Knirsch: "É um direito e uma obrigação de todos os que procuram a verdade para as suas dúvidas, investigar e considerar todas as provas disponíveis. Se aqueles cujas alegações são questionadas têm a verdade do seu lado, eles responderão pacientemente a todas as questões. No entanto, se aqueles que exigem crédito estão a mentir, então eles irão requerer um juiz."


Revisionismo é uma palavra que tem tido muitas interpretações. Um dos seus primeiros e mais importantes significados foi aplicado à revisão da doutrina marxista, elaborado por Eduard Bernstein e Karl Kautsky no fim do século XIX, e frequentemente associado à social-democracia. Noutra das suas acepções mais comuns, a expressão revisionismo assenta nas iniciativas de investigadores independentes com o objectivo de incluir e salientar uma maior participação do mundo oriental na história universal. O termo revisionismo tem, por vezes, um sentido pejorativo, indicando uma tentativa de "reescrever" a História através da estratégia de diminuir a importância ou, simplesmente, ignorar determinados factos. Um outro exemplo recorrente do uso pejorativo do revisionismo consiste em associá-lo ao Holocausto Judeu, a que alguns dão o nome de negacionismo.

A palavra "Revisionismo" deriva do Latim "revidere", que significa ver novamente. A revisão de teorias é perfeitamente normal. Acontece nas ciências da natureza bem como nas ciências sociais, às quais a disciplina da história pertence. A ciência não é uma condição estática. É um processo para a criação de conhecimento através da pesquisa de provas e evidências. Quando a investigação decorrente encontra novas provas ou quando os investigadores descobrem erros em antigas explicações, acontece frequentemente que as velhas teorias têm que ser alteradas ou mesmo abandonadas.

Revisionismo significa uma investigação crítica baseada em teorias e hipóteses no sentido de testar a sua validade. Os cientistas precisam de saber quando existem novas provas que modificam ou contradizem teorias mais antigas; na realidade, uma das suas principais obrigações do cientista-historiador é testar concepções tradicionais e tentar refutá-las. Apenas numa sociedade aberta, na qual os indivíduos são livres de desafiar teorias correntes, é possível certificar a validade dessas mesmas teorias, e confirmarem se estão ou não a aproximar-se da verdade.

Assim como com outros conceitos científicos, os conceitos históricos estão sujeitos a considerações críticas. Isto é especialmente verdade quando novas provas são descobertas.

Quando estamos a lidar com o passado recente, até uma pequena parte de uma nova prova ou descoberta pode alterar profundamente a nossa visão. Por exemplo, os historiadores estão actualmente num processo de revisão da tradicional suposição de que os Europeus descobriram a América justamente à cinco séculos atrás. Recentes descobertas arqueológicas mostram não só que os Vikings alcançaram a América no séc. X, como também já viviam humanos com características Europeias no continente Americano há dez mil anos atrás.

Quanto ao passado recente, a tese da verdade suprema "a história é escrita pelo vencedor" mantém-se; mas o vencedor raramente é objectivo. A revisão da história dos vencedores não é normalmente possível até que a confrontação dos vencedores com os vencidos tenha deixado de existir; e por vezes este confronto dura séculos. Já que a historiografia tem uma importância monetária insignificante, quase todos os institutos históricos são financiados pelos seus respectivos governos. Institutos históricos livres e independentes são praticamente inexistentes. Na história contemporânea, na qual cada governo possui grandes interesses políticos, deve haver cepticismo em relação à historiografia oficial dos países.

Para os não-Judeus, o Holocausto é um evento histórico e não um assunto religioso. Como tal, está sujeito ao mesmo tipo de pesquisa e exame de qualquer outro acontecimento do passado, e por isso a concepção do Holocausto deve estar sujeita à investigação crítica. Se novas provas necessitam de uma modificação na concepção do Holocausto, então impõe-se uma alteração. O mesmo acontece quando se prova serem falsas antigas concepções. Não pode ser censurável questionar a precisão de afirmações científicas e tentar negar a sua validade. Portanto, não é censurável uma aproximação céptica das concepções que prevalecem sobre o Holocausto, se tal for feito objectivamente.

A maioria das pessoas sabe que os poderes existentes actualmente, particularmente na Alemanha, opõem-se a qualquer aproximação crítica ao Holocausto. Na realidade, o actual governo Alemão processa legalmente essas aproximações. O governo Alemão pretende, obviamente, manter a actual ideia do Holocausto com todo o seu poder oficial sob o seu controle. Umas das razões para isso são os massivos interesses políticos e financeiros de alguns grupos, descritos detalhadamente pelo professor norte-americano de ciência política N. G. Finkelstein no seu livro, "A Indústria do Holocausto". E o Prof. Raul Hilberg, um dos principais especialistas no Holocausto, declarou repetidamente que essa superficialidade e esse controle de qualidade inadequado são o grande problema no campo da investigação do Holocausto.

Os políticos Alemães sabem muito bem que a Alemanha seria sujeita a tremendas pressões se permitisse qualquer consideração crítica ao Holocausto Judeu. Na realidade, está em risco a credulidade de todos os que construíram o seu mundo sob a fundamentação moralista do "Holocausto", assim como daqueles que enfrentariam uma completa falência moral e social se encarassem as suas dúvidas. Existem profundas razões psicológicas e egoístas que tornam impossível a muitos intelectuais tomarem em consideração as dúvidas sobre o Holocausto, até para si próprios.

Existem grupos extremamente poderosos que estão determinados a esconder todas as considerações críticas do Holocausto. Por todo o mundo, os media maltratam completamente aqueles que expressam dúvidas sobre a versão ortodoxa do Holocausto. Nos países de expressão Alemã, expressar publicamente dúvidas sobre o Holocausto é uma ofensa punida com penas de prisão. Só isto deveria ser suficiente para estimular a suspeita de qualquer pessoa que tenha a capacidade de pensar de forma crítica. Isso dever-nos-ia fazer questionar sobre o porquê duma tal necessidade drástica em manter inquestionável este «episódio» após a Segunda Guerra Mundial.

O padre Católico Viktor R. Knirsch (na foto) de Kahlenbergerdorf, Áustria, faz algumas observações sobre este assunto:

"É um direito e uma obrigação de todos os que procuram a verdade para as suas dúvidas, investigar e considerar todas as provas disponíveis. Sempre que estas dúvidas e investigações forem proibidas; sempre que as autoridades exigirem uma crença inquestionável – tal representa uma prova de uma arrogância rude, que faz despertar as nossas suspeitas. Se aqueles cujas alegações são questionadas têm a verdade do seu lado, eles responderão pacientemente a todas as questões. Certamente que eles não continuarão a ocultar as evidências e os documentos que pertencem à controvérsia. No entanto, se aqueles que exigem crédito estão a mentir, então eles irão requerer um juiz. Por este gesto, vocês ficarão a saber o que eles são. Quem diz a verdade é calmo e sereno, mas aquele que mente, exigirá a justiça mundana."


Comentário:

Pode-se negar livremente o lançamento pelas tropas americanas de duas bombas atómicas em Hiroxima e Nagasaki. Pode-se negar livremente o bombardeamento de Dresden (que provocou cerca de 300.000 mortos) pelas Forças Aéreas Aliadas. Podem-se negar livremente os genocídios do Ruanda, do Burundi, da Ucrânia, de 90% de todos os índios de norte a sul do continente americano, ou qualquer outra limpeza étnica da história humana. Quem negar qualquer uma destas chacinas, receberá apenas em troca um sorriso trocista ou paternalista, talvez acompanhado de uma explicação condescendente.

Mas não se pode questionar um único pormenor do Holocausto Judeu. Porquê?

Hannah Arendt (nascida numa rica e antiga família judia na Alemanha e emigrada para os EUA), afirmou que “não há história mais difícil de contar em toda a história da Humanidade” do que a do “Holocausto Judeu”.

O lamento de Hannah Arendt manter-se-á enquanto não for levada a cabo uma investigação profunda e exaustiva dos denominados campos de extermínio nazis, conduzida por cientistas e criminologistas sérios e isentos, munidos das mais avançadas técnicas forenses. Para acabar de vez com o negacionismo.
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14 comentários:

Ricardo Zenner disse...

Elementar, meu caro Diogo: porque é mentira.

Transformaram a mentira (o exagero levado ao limite é também mentira) em dogma, sancionado por uma nova inquisição nariguda...

Cumprimentos.

Ana Camarra disse...

Diogo

Eu também costumo dizer que a história é escrita pelos vencedores, como tal falta sempre o "outro lado".
Por outro lado é certa a teoria que as teorias tem de evoluir, adaptar-se ao contexto socio cultural, á época, só assim faz sentido.

Bom Post!

Beijos

Zorze disse...

Existem correntes que afirmam que os revisionistas acerca do Holocausto são pagos para tal. Esta será uma das formas de desacreditação.

Acredito tal como o amigo Diogo, que nada está acima da crítica e do debate, logo tudo pode ser revisto.

As ideias sacras e inatingíveis defendem segredos obscuros. Tenho para mim que tudo pode e deve ser questionado.

A verdadeira imparcialidade história ainda continua a ser "pecado".

Abraço,
Zorze

PRODUCTIONS disse...

Bravo Diogo, Excelente trabalho!
A quem interessar e quiser ler o livro de Finkelstein "A indústria do Holocausto" em tradução de português do Brasil pode fazer o download do ficheiro a partir deste link: http://www.esnips.com/doc/4782e98f-1480-42fc-97b9-3b939086c3e1/A-Ind%C3%BAstria-do-Holocausto---Norman-G.-Finkelstein
Na mesma página (do lado direito) poderão encontrar outro ficheiro para download, tb interessante, outro HOLOCAUSTO, de Avro Manhattan - Holocausto do Vaticano: http://www.esnips.com/doc/198812a4-e6a4-4ba8-9a18-489f596ad202/Avro-Manhattan---Holocausto-do-Vaticano

E em relação ao que o Diogo se refere aos conceito históricos que têm vindo a ser consecutivamente alterados nestas últimas décadas devido a novas descobertas, encontrei há tempos um site de arqueologia, onde tenho tentado que me facilitem alguma veracidade ou não sobre esta descoberta e expedição (DOHENY EXPEDITION) ocorrida no inicio do séc.XX... até hoje silêncio total!
Aqui fica o link: http://www.creationism.org/swift/DohenyExpedition/Doheny01Main.htm

Boas leituras,
1 Abraço,
Paulo.

PRODUCTIONS disse...

Diogo só mais uma questão sobre os conceitos históricos, faltou-me ainda dizer o seguinte: Segundo a obra de um prof. brasileiro de nome, Ludwig Schwennhagen, "Antiga História do Brasil - de 1100 a. C. a 1500 d. C." "FENÍCIOS, DESCOBRIDORES E COLONIZADORES DO BRASIL", professor o qual foi completamente "arrasado" pelas autoridades académicas brasileiras, defendia na sua obra, que (muito) antes do Cristovão C. lá ter chegado às Américas, existiria uma colónia radicada de judeus!!!

http://www.mail-archive.com/ufoburn@yahoogrupos.com.br/msg03339.html

http://groups.google.com.br/group/elub/browse_thread/thread/d1fdc92666d3e439

O site onde estavam este(s) documento(s) (toda a obra) já fechou, felizmente guardei o ficheiro total da obra, se estiver interessado, poderei enviá-lo por mail!
Peço desculpa por me estar a alongar...
1 Abraço,
Paulo.

Nicolaias disse...

Caro Diogo,

vc sabe que desde há cerca de 5 anos que ando falando da recessão que hoje se vive.

Já alertava para os sinais que o ouro nos andava a mostrar.

Falei de como o que estava por trás da recessão que se avizinhava eram as intensões mais obscuras de uma gang que quer erguer uma Nova Ordem Mundial.

Ora, daqui a pouco tempo, as bolsas mundiais serão encerradas e a elaboração de um novo sistema económico mundial será erguido.

Isto tudo é preparação para a 3ª Guerra Mundial, que se iniciará definitivamente (uma vez que já começou há alguns anos) com o ataque de Israel ao Irão.

Porém, mais supreendente de tudo será isto que irei dizer (sobre o qual muitos dirão, mais uma vez, que estou louco):

confirmando o que já havia anunciado - que os mais elevados poderes das ordens secretas que regem o planeta (maçonaria-illuminati) vêm desde há milhões de anos habitando a Terra... e não são humanos - os criadores da raça humana como a conhecemos mostrarão sua existência estrelar dia 14 de Outubro de 2008 através de uma enormíssima nave que pairará sobre a Terra durante 3 dias.

Esta data não é por acaso, uma vez que este despertar acontecerá mesmo na altura em que os poderes negros da Terra procuram erguer uma ditadura mundial através do poder bancário e militar.

Lembrem-se:
não se assutem e confiem no Amor.
Estes seres não vêm para conquistar, para dominar, para destruir, ou guerrear... estes seres são seres de amor, espíritos altamente evoluidos que só querem que compreendamos que somos muito mais do que imaginamos, mas que somos, ao mesmo tempo, muito menos do que pensamos.

Não estamos sozinhos nesta nesta luta contra a tirania e não estamos sozinhos em nossa evolução espiritual.

Confiem em minhas palavras de que será bom este acontecimento.

Com os votos de dias plenos de amor e alegria, saúde e sabedoria.

Diogo disse...

Productions, achei bastante interessantes os links que aqui trouxe. E se não se importar de me enviar o ficheiro total da obra, agradeço-lhe. Ultimamente tenho bastantes teses que pões a versão oficial da história universal de pernas para o ar.



Nicolaias, o que você descreve é uma luta ente Deus e o Diabo. Fará sentido uma guerra entre seres que, segundo você diz, têm avanços tecnológicos na casa dos milhões de anos?

A tecnologia evolui em progressão geométrica. Para que andarão estes deuses interessados em petróleo e em ditaduras mundiais? Que utilidade lhe dariam?

Não serão apenas humanos escandalosamente ricos com os seus joguinhos do costume que podem custar milhões de vítimas, como já aconteceu várias vezes?

Ana Camarra disse...

Diogo

Deixei-te um desafio no meu estaminé!

Nicolaias disse...

Caro Diogo,

eu sei que isto parece absurdo quando dito assim, de chapada, mas, como das outras vezes, não posso me cuibir de expôr a verdade:

apesar dos humanóides que governam o mundo estarem algumas etapas evolutivas à nossa frente (com capacidades telecinéticas, psico-cinéticas, metamórficas, etc.), eles não estão assim tão evoluídos, senão, não viveriam na ambição da conquista material.

Eles (e alguns humanos que estão em contacto com eles governando as nações) pensam que são muito evoluídfos, mas o defgeciente amadurecimento espiritual faz com que a sua evolução material seja, também ela, deficiente e até perigosa no que diz respeito à sobrevivência das espécies.

Segundo alguns participantes do "Disclosure Project" - ex-membros da NASA - (veja no youtube), já foram identificadas 54 espécies diferentes de humanóides não-terrenos em contacto com o nosso planeta: as que governam o mundo, são restos de uma linhagem antiga, mas que não está assim tão mais evoluida que nós, uma vez que se rebelaram há muito contra os seus líderes - sendo que estes últimos, há muito que deixaram a Terra para trás e chamados pelos antigos sumérios de "anunakis".

Maior parte das outras espécies vive numa espécie de Federação/Fraternidade Galática, partilhando a mesma tecnologia e leis.

Agora, para se ter uma noção do estado evolutivo destas outras espécies em relação a nós: os humanos não conseguem conviver pacificamente entre raças diferentes... estes seres vivem pacificamente entre espécies diferentes.

Porém, existem umas espécies de índule dúbia no que diz respeito à evolução espiritual, procurando, invés disso, a evolução material e a conquista... e são essas mesmas que estão pór trás dos governos mundiais.

Ora, estes que refiro para dia 14 pertencem à Federação Galática, conhecida também como Grande Fraternidade Branca, ou Loja Branca, uma Irmandade de Luz e Amor, de onde têm origem maior parte dos Mestres espirituais completamente iluminados que visitam o planeta.

As informações que tenho é que este dia mudará positivamente o curso da história contemporânea... ainda assim, a Nova ordem Mundial de tirânia tecnológica ainda será instituida por algum tempo.

Tudo isto (eu sei) soa ridículo demais para quem não estuda nem se debruça sem preconceitos sobre estes temas, mas, basta ponderar isto:

- acham que o planeta Terra é o único planeta habitado?

- e se outros planetas são habitados, acham que eles estão somente no estado evolutivo do planeta Terra?

- se a terra cria tão diversificadas espécies, com tão diversificadas adaptabilidades (tendo-se até já descoberto que vivem organismos dentro de rochas sem nunca apanhar luz solar e dentro da própria lava0;
e se o mar cria outras tantas espécies, com outras tantas diversidades de adaptação (algumas sopurtando pressões tão grandes que matariam instantâneamente qualquer um de nós;
... e isto somente no plante Terra... que tipo de diversidades e adaptabilidades se terão desenvolvido em outros planetas?

- será regra única que a vida tenha por base o carbono? Ou será que existirão formas de vida inteligente baseadas noutros elementos talvez até desconhecidos da Tabela Periódica?

Como já disse: somos muito menos do que pensamos, mas muito mais do que imaginamos.

Diogo disse...

Nicolaias: basta ponderar isto:

- acham que o planeta Terra é o único planeta habitado?

Não.


- e se outros planetas são habitados, acham que eles estão somente no estado evolutivo do planeta Terra?

Não.


- se a terra cria tão diversificadas espécies, com tão diversificadas adaptabilidades (tendo-se até já descoberto que vivem organismos dentro de rochas sem nunca apanhar luz solar e dentro da própria lava0;
e se o mar cria outras tantas espécies, com outras tantas diversidades de adaptação (algumas suportando pressões tão grandes que matariam instantaneamente qualquer um de nós; ... e isto somente no plante Terra... que tipo de diversidades e adaptabilidades se terão desenvolvido em outros planetas?

Imensas.


- será regra única que a vida tenha por base o carbono? Ou será que existirão formas de vida inteligente baseadas noutros elementos talvez até desconhecidos da Tabela Periódica?

Existem provavelmente.


A questão que lhe coloco, Nicolaias, é: se a Federação Galáctica está assim tão avançada (e é nossa aliada), e não consegue, de uma penada, acabar com os que governam o mundo, os tais restos de uma linhagem antiga, que não está assim tão mais evoluída que nós.

O que você me apresenta é um choque de duas civilizações, uma boa e outra má, em que a primeira está milhões de anos avançados em relação à segunda. Há dúvidas sobre os vencedores?

Anónimo disse...

...O que você me apresenta é um choque de duas civilizações, uma boa e outra má, em que a primeira está milhões de anos avançados em relação à segunda. Há dúvidas sobre os vencedores?"

OH!OH!OH! Tá boa

Os tampinhas são lixados para desviar a conversa para as luas. Mas não são eles os eleitos (povo) que nos desgovernam?

xatoo disse...

O juiz judeu alemão Andreas Grossmann quer julgar e condenar o negacionista Fredrik Toben
calma,
é já amanhã que chega a malta do Nicolaias que vai resolver, entre outras, a questão da injustiça económica: já tem acontecido mais vezes

alf disse...

Diogo

não é so o holocausto judeu... o aquecimento global tb não se pode negar... nem que o tabaco causa o cancro...

Com muito bem diz o Viktor R. Knirsch, não se pode negar nenhuma «mentira conveniente», nenhuma crença em que os humanos sejam levados a acreditar. E nem é preciso que existam altos poderes a imporem o medo, são as próprias pessoas que depois de acreditarem numa coisa combatem todos aqueles que contestam a sua crença. Seja um conceito de Deus, o oposto ou outra coisa qualquer.

Ricardo Zenner disse...

Precisamente, caro Alf.

Cumprimentos.