segunda-feira, abril 18, 2005

Em qualquer caso foi um Boeing!



Thierry Meyssan, no seu livro «O Pentagate» procede a uma curiosa análise do ataque ao Pentágono em 2001:


DESAPARECIMENTO DE UM AVIÃO

Na terça-feira, ,11 de Setembro de 2001, cerca das 8h55 da manhã, um avião de carreira da companhia American Airlines desaparece levando a bordo 64 pessoas. Quarenta e dois minutos mais tarde, às 9h37, a sede da Defesa dos Estados Unidos é atingida por um engenho voador. Durante o dia, estes dois acontecimentos são associados: o voo 77 da American Airlines ter-se-ia esmagado contra o Pentágono.

A informação do desvio de um avião da American Airlines que fazia a ligação entre o aeroporto de Dulles, em Washington, e o de Los Angeles, apenas foi difundida às 10h32, ou seja uma hora após o atentado do Pentágono, pela cadeia de televisão ABC. Ninguém pensa então que o avião se tenha despenhado sobre o Pentágono. Dez minutos mais tarde, a Fox afirma, aliás, que o Departamento de Defesa foi atingido por um voo da US Air Force.

Será preciso esperar ainda, outra hora para que a companhia aérea confirme o desaparecimento do voo 77. A American Airlines anuncia, às 11h38, que perdeu dois aviões de carreira transportando um total de 156 pessoas. Um deles asseguraria a ligação entre Washington e Los Angeles, o outro entre Boston e Los Angeles. Às 13h10, a empresa divulga as listas dos passageiros e dos membros da tripulação.

Os controladores aéreos civis pensam num crash do avião que decolou às 8h20. Pelas 8h50, o piloto efectuou a sua última comunicação de rotina com a torre de controlo e, «às 9h09, não conseguindo já entrar em contacto com o avião pelo rádio, os controladores de Indianapolis assinalaram um possível crash», conta o Washington Post. Os terroristas, explica mais tarde o vice-presidente Dick Cheney, «desligaram o posicionador».

A 12 de Setembro sabe-se que o posicionador foi desligado cerca das 8h55, tornando o avião invisível para os controladores aéreos civis, que não dispõem de radares capazes de o detectarem nessa região. O avião teria então dado meia volta, em direcção a Washington.

Mas por que é que os piratas do ar terão «desligado o posicionador» do aparelho, como nos dizem ingenuamente? Semelhante operação é não apenas invulgar numa acção de pirataria: ela é mesmo uma novidade. Tornar inoperante o posicionador de um avião é, com efeito, a melhor maneira de fazer soar o alerta.

Em caso de problemas com um posicionador, os procedimentos são muito estritos, tanto do lado civil como militar. O regulamento da FAA descreve com precisão as acções a seguir sempre que um posicionador não funcione correctamente: a torre de controlo deve entrar imediatamente em contacto via rádio com o piloto e, caso o não consiga, deve prevenir imediatamente os militares, que enviam então aviões de caça, a fim de estabelecer contacto visual com a tripulação. Mas a eliminação de um posicionador também desencadeia directamente o alerta pelo lado do organismo militar que tem a seu cargo a protecção aérea dos Estados Unidos e do Canadá, o NORAD (North American Aerospace Defense Command). O posicionador é o bilhete de identidade do avião. Um aparelho que não disponha dessa identificação torna-se imediatamente alvo de vigilância. «Se um objecto não for identificado em menos de dois minutos, ou parecer suspeito, ele é assimilado a uma ameaça eventual», explica-se oficialmente. «Aviões não identificados, aviões em perigo e aviões suspeitos de serem usados em actividades ilegais podem seguidamente ser interceptados por um caça do NORAD.» A intercepção de um avião faz parte da «rotina», explica ainda um porta-voz desta organização.

Segundo a versão oficial, os piratas deram pois o alerta ao desligarem o posicionador do Boeing quarenta minutos antes de atingirem o Pentágono. Ninguém foi capaz de explicar as razões desta curiosa táctica.

Para além de fazer soar o alarme, desligar um posicionador pode eventualmente produzir um outro efeito: tornar o avião invisível para os controladores aéreos civis. Em certas regiões, estes não dispõem dos radares, ditos «primários», capazes de detectarem os movimentos aéreos. Os radares por eles correntemente utilizados são ditos «secundários», e limitam-se a registar os sinais emitidos pelos posicionadores dos aviões (matrícula, altitude, etc.) Desligar o posicionador permite pois desaparecer destes radares secundários, para aparecer apenas nos radares primários.

Segundo a FAA, os controladores do Ohio não dispunham de radares primários. Teria sido por isso que o avião desapareceu totalmente dos seus ecrãs. Mas então, porquê desactivar o posicionador do aparelho? Para dar o alerta ou para tornar o avião invisível somente aos olhos dos civis?

Não se trata já de saber se estão perante um simples incidente técnico. Os elementos de que dispõem são suficientemente precisos: várias dezenas de minutos após ataques terroristas haverem utilizado aviões de carreira como mísseis, o posicionador de um avião foi desligado, o piloto não responde, o aparelho desviou-se da rota e, por fim, dirige-se a grande velocidade para a capital do país. O trabalho dos militares não pode então ser mais claro: abater o avião hostil tão depressa quanto possível.


O PENTÁGONO NÃO REAGE

Cinco baterias anti-mísseis extremamente sofisticadas protegem a sede das forças armadas norte-americanas contra qualquer ataque aéreo. Como explicar que a defesa antiaérea não tenha sido utilizada? Segundo um porta-voz do, Pentágono, o tenente-coronel Vic Warzinski, os militares não estavam à espera de semelhante ataque. «Não tínhamos a consciência de que aquele avião vinha sobre nós», afirma ele.

Esta explicação não é credível: o Pentágono sabia, com toda a pertinência, que um engenho voador não identificado se precipitava sobre Washington. A 11 de Setembro, com efeito, a comunicação entre os controladores aéreos civis e as diferentes autoridades federais funcionou perfeitamente. De resto, os controladores não estavam apenas em contacto directo com o Pentágono, mas também com a Casa Branca. A partir das 9h25, a torre de controlo do aeroporto Dulles observa um engenho voando em direcção à capital. «Os controladores aéreos de Dulles detectaram um avião que se deslocava a grande velocidade e que se dirigia em linha recta para o espaço aéreo interdito situado sobre a Casa Branca», relata o Washington Post. Um destes controladores, Danielle O'Brien, testemunha este episódio e precisa: o nosso supervisor activou a linha directa com a Casa Branca e começou a informá-los [de que] um avião não identificado, deslocando-se a grande velocidade, se dirigia para a zona deles e estava apenas a 8 milhas a oeste. [...] A contagem ia prosseguindo "seis, cinco, quatro, eu já tinha o três na ponta da língua quando o avião mudou subitamente de rumo. Na nossa sala, o alívio fez-se sentir. Só podia ser um caça. [...] E depois ouvimos a voz dos controladores aéreos do Washington National [Airport] nos altifalantes da nossa sala a dizerem: "Dulles, bloqueiem todos os voos que estão a chegar. O Pentágono acaba de ser atingido."

As forças armadas não precisam que a FAA as previna para saberem que um engenho se dirige rumo à capital. Elas dispõem, com efeito, de vários sistemas de vigilância radar muito aperfeiçoados, sem qualquer comparação com os aparelhos civis. O sistema PAVE PAWS, por exemplo, é essencialmente utilizado para detectar e perseguir engenhos tão difíceis de detectar como mísseis que voem a muito baixa altitude. O PAVE PAWS não perde nada do que se passe no espaço aéreo norte-americano: «O sistema radar consegue detectar e seguir um grande número de alvos em movimento, tal como seria o caso no quadro de um ataque maciço de mísseis balísticos disparados a partir de submarinos. Para além das funções de comunicação, de análise e de detecção, o sistema deve poder distinguir rapidamente entre os diferentes engenhos lançados, calcular o seu ponto de tiro e calcular o ponto de impacto.»

Contrariamente às afirmações do Pentágono, os militares sabem, pois, perfeitamente, que um aparelho não identificado se dirige em linha recta para a capital. No entanto, os militares não reagem e as baterias anti-mísseis do Pentágono não funcionam. Porquê?

A defesa anti-aérea das imediações do Pentágono foi concebida para destruir os mísseis que tentassem aproximar-se dele. Normalmente, um míssil não deveria conseguir passar. Quanto a um grande Boeing 757-200, esse não teria em rigor hipótese alguma.


Um grande Boeing 757-200 encastrou-se completamente na fachada do Pentágono?



O buraco que engoliu o Boeing?



Como é possível?


Seja avião de carreira ou míssil, é preciso encontrar-se uma explicação. Será a tecnologia militar dos Estados Unidos totalmente ineficaz? Ou terá ela sido sabotada?

Se se tratar de um míssil, poderá formular-se uma hipótese para explicar a ausência de reacção do sistema de defesa. Com efeito, cada aparelho militar dispõe de um posicionador bastante mais sofisticado que os dos aviões civis e que lhe permite, designadamente, declarar-se aos olhos do seu possuidor como sendo amigo ou inimigo. Este sistema torna-se indispensável para que se possam detectar os numerosos aparelhos sobre um campo de batalha e destruir apenas os engenhos inimigos. Uma bateria anti-mísseis não irá assim reagir, por exemplo, à passagem de um míssil amigo. Não é impossível que seja isto que se tenha passado no Pentágono a 11 de Setembro de 2001.


Terá sido um míssil de cruzeiro Boeing AGM que embateu no Pentágono?

4 comentários:

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