sábado, janeiro 13, 2007

2007 - o ano em que a aviação israelita irá tratar do Irão


Não há milagres



João Pereira Coutinho - Jornal Expresso – 13 de Janeiro de 2007

«Nunca na sua história Israel enfrentou um paradoxo igual: saber que tem de atacar; saber que não pode atacar»

«Uma pessoa desejava começar 2007 com algum optimismo. Mas o optimismo não resiste ao estado do mundo. Soube-se agora, pelo ‘Sunday Times’ e pela ‘Spectator’ que 2007 será, muito provavelmente, o ano em que a aviação israelita irá tratar do Irão. Que o mesmo é dizer: apagar do mapa três centrais - em Natanz, Isfahan e Arak - utilizando, se preciso for, armamento nuclear (coisa nunca vista desde 1945 mas o único capaz de penetrar em instalações subterrâneas). Não vale a pena relembrar como se chegou até aqui: o labirinto percorrido na última década pela ‘diplomacia internacional’, a começar pela europeia, foi provavelmente uma das maiores comédias da história presente. Mais importante é talvez imaginar as consequências da acção, e da inacção, de Israel perante a ameaça

«As da inacção são óbvias e, se me permitem, a ideia de um ‘segundo Holocausto’ não é uma fantasia improvável para quem nega o primeiro. Não, obviamente, porque Teerão seria demasiado ingénuo, ou até lunático, para ‘riscar Israel do mapa’ em acção declarada e soberana. O problema está, como sempre esteve, em organizações terroristas controladas por Teerão que, do Líbano a Israel, e de Israel à Europa, não hesitariam em cometer o impensável. Acreditar no contrário é um acto de fé que pode acabar sem o milagre esperado.»

«Mas existe também um preço pela acção, e não houve especialista que o não lembrasse: atacar o Irão com armamento nuclear é conferir o pretexto para uma resposta igualmente demolidora e, atendendo às dimensões do estado judaico, terminal. Não é de excluir que o regime iraniano já possua armamento capaz, comprado por baixo da mesa nos últimos anos. E a própria retórica genocida do Presidente, mais do que uma ameaça, soa sobretudo como um convite. Um convite desejado.»

«Nunca na sua história Israel enfrentou um paradoxo igual: saber que tem de atacar; saber que não pode atacar. E a Europa? A Europa acredita que não é nada com ela e, segundo parece, anda por aí muito contente a discutir a sua ‘constituição’. Como alguém diria, a tragédia é aquilo que acontece quando andamos ocupados com outros planos.»


Comentário:

Caramba, Coutinho! Você coloca Israel num dilema terrível: acção ou inacção? Bombardear o Irão com armas atómicas ou esperar que, fatalmente, organizações terroristas controladas por Teerão (que, do Líbano a Israel, e de Israel à Europa), cometam o impensável, ou seja, empreendam um atentado nuclear em Israel com armamento nuclear (comprado por baixo da mesa nos últimos anos).

Mas se Israel se encher de brios e decidir atacar primeiro, não se poderá ficar apenas pelo bombardeamento nuclear das centrais iranianas de Natanz, Isfahan e Arak. Ahmadinejad não seria tão estúpido ao ponto de esconder o seu arsenal nuclear (comprado por baixo da mesa), nas catacumbas das centrais de enriquecimento de urânio - o primeiro alvo óbvio de um ataque americano ou israelita.

Não! Israel, para acautelar um atentado terrorista atómico, vai ter de obliterar todo o Irão. E não apenas o Irão. Também a Síria, o Líbano e vários outros países limítrofes. E poderá não ser o suficiente: Jesus Cristo nos valha, mas já alguém percebeu como seria simples aos terroristas de Ahmadinejad esconder umas quantas bombas atómicas em solo europeu?

E, entretanto, mesmo ali ao lado, as enormes reservas de gás e petróleo do Cáspio suplicam lancinantes pelos braços fraternos do Ocidente.

22 comentários:

Carlos Paiva disse...

Israel não pode amaciar antecipadamente a opinião mundial sobre um ataque nuclear contra o Irão. As notícias divulgadas sobre um eventual ataque têm por objectivo atrair as atenções de Washington. Mas embora se percebam as preocupações e a vontade de Israel em atacar, penso que as declarações foram excessivas.

Rui Fernandes disse...

Ahmadinejad pode até já ter escondido bombas atómicas em Telavive. O governo israelita podia começar a bombardear por aí.

xatoo disse...

as bombas nucleares tácticas, que os da grande coligação EUA/Israel/GB anda mortinhos por testar, são um novo produto tecnológico que não tem nada a ver com as que foram lançadas no Japão.
Estas são de efeito estritamente circunscrito áquilo que se pretende destruir - sem grandes traumas colaterais.
Diabólico não?

Macillum disse...

O Washington Post desmente tal noticia... logo, em que 'e que ficamos?
Uma coisa 'e certa... para acabar com uma rececao como aquela que hoje se vive so uma grande guerra.
Que Deus, Ala, Buda, Tao, seja la o que for nos proteja e derrame sensatez sobre o espirito dos loucos que possuem nas maos o poder belico e a vida de todos nos!

Com os votos de dias plenos em amor e alegria, saude e sabedoria

António Oliveira disse...

Era uma catástrofe se tal acontecesse e a inevitável condenação mundial a Israel deixava-lhe pouca margem de manobra. Legitimava igualmente qq ataque com qq tipo de arma dos árabes a Israel. A partir desse momento seria o vale tudo. Os democratas norte-americanos, que dentro de pouco tempo vão ter as rédeas do poder, dificilmente aceitariam esta acção unilateral.
Israel sabe que os tempos são de mudança e a correlação de forças começa a ser-lhe desfavorável cada vez mais.
Não acredito que eles arrisquem sequer.
Quanto ao João Pereira Coutinho, que dizer, é mais um artista português.

O-Lidador disse...

Londres, 1917:
Face à revolução bolchevista na Rússia, Churchill garante aos outros membros do governo que uma pequena mas robusta intervenção poderá esmagar a serpente ainda no ovo.
Infelizmente os outros ministros acharam que tal intervenção causaria desnecessárias mortes, indignaria a comunidade internacional e suscitaria retaliações incalculáveis de Lenine e do movimento comunista internacional. Nada se fez...e nos 60 anos seguintes, o comunismo matou quase 100 milhões de pessoas.



Planeta Terra, 2006:
Já lá vão quase 5 anos desde que a AIEA deu a conhecer a existência do até aí secreto programa nuclear do Irão e toda a gente sabe que se trata de um programa destinado a dotar o regime dos aiatolas de armas nucleares. E toda a gente sabe o perigo que isso envolve, considerando o profundo envolvimento dos aiatolas na dinâmica do terrorismo internacional.
Por boas razões, a comunidade internacional entendeu que uma teocracia fundamentalista como o Irão não deve ter acesso a armas nucleares.
As consequências seriam devastadoras, sendo impossível evitar uma corrida às armas nucleares, tornando altamente provável o seu uso, quer por erros humanos ou técnicos, quer pela instabilidade ou fundamentalismo de muitos líderes e países da região.


Até agora, tudo falhou. Negociações, ameaças, concessões, sanções, etc., não conseguiram fazer com que o regime dos aiatolas cedesse um milímetro na prossecução do seu objectivo, porque os seus dirigentes estão convencidos que têm uma missão divina e estão determinados a prossegui-la.

“Graças aos mártires, uma nova Revolução Islâmica está a crescer. A era da opressão, da tirania e da injustiça chegou ao fim. O mundo inteiro será brevemente submergido pela vaga da Revolução Islâmica”
(Amadinejah)



É uma visão religiosa e por isso não cederá à barganha e à negociação com os “infiéis”.
As “negociações” e "sanções" são, por isso, inúteis porque o regime iraniano, livre de constrangimentos para com o eventual sofrimento da própria população, tem “cash” mais do que suficiente para aguentar as anedóticas sanções que a Rússia se mostra disposta a deixar passar.


A partir daqui só há 3 possibilidades:


1- Mudança de regime.

Seria a opção ideal, e poderia levar a um voluntário encerramento do programa nuclear, como aconteceu com a Africa do Sul, Ucrânia, etc. Contudo os especialistas entendem que é uma possibilidade muito remota, dado o férreo controlo que os aiatolas exercem sobre a sociedade.


2. Aceitar que o Irão se dote de armas nucleares.

É o que irá acontecer, se se mantiver a incapacidade para a acção. Muita gente acha que daí não vem mal ao mundo, e que os iranianos têm o “direito” de ter armas nucleares, como outros têm. É um raciocínio perigoso.
Poderia ser feito por quem vivesse na lua, mas não por quem vive neste planeta. As armas nucleares na posse de países “racionais”, não ameaçam de forma tão mortífera o nosso modo de vida. A cultura do martírio não vacila perante esse tipo de valores. Todos os dias as televisões nos dão conta de atentados terroristas que visam especificamente crianças e o modo orgulhoso e fanático como os islamistas se ufanam de sacrificar os seus filhos e filhas na jihad, usando-as mesmo como escudo humano.

As armas nucleares do Irão serão usadas. Ou pelos próprios ou pelos seus proxys.
Israel será inevitavelmente atacado, para assegurar a destruição dos judeus.
Retaliará certamente, mas a equação já foi linearmente descrita por Rafsanjani:

“ Uma bomba atómica será suficiente para destruir o “regime sionista”, mas uma resposta sionista apenas causará danos ao mundo islâmico, que sobreviverá”



Para além disso, se o programa não for parado já, a proliferação é inevitável. Nos últimos meses vários países “sunitas” informaram a AIEA de que vão também iniciar programas nucleares para “fins pacíficos”.


3. Atacar o programa nuclear iraniano .

Esta modalidade permitiria ganhar tempo, dando espaço a uma futura mudança de regime.
Os americanos israelitas têm capacidade para levarem a cabo um tal ataque, embora Amadinejah acredite, para além de toda a lógica, que o Irão é capaz de fazer frente.
Tal como aconteceu com a Alemanha Nacional-Socialista e o Japão, este tipo de “cálculos” baseados na fé, costuma acabar aos pés da realidade, mas antes que isso aconteça, muita gente tem de morrer. Os aiatolas acreditam que estão do lado de Deus e contabilizam nas suas fileiras com o mais de um bilião de muçulmanos.


Atacar já o programa nuclear dos aiatolas, iria limitar bastante as suas contas.
Seria uma massiva campanha de bombardeamento aéreo, que destruiria mais de 90% das estruturas nucleares iranianas. A partir daí bastaria bombardear de vez em quando, quando fosse detectada alguma movimentação suspeita.
Um tal ataque iria inevitavelmente inflamar o antiamericanismo, mas tal sentimento não precisa de grandes pretextos para se inflamar, como se nota neste inacreditável e obcecado blogue. Qualquer coisa basta, na verdade a simples existência dos EUA.
O Irão retaliaria como pode, disso também não há que duvidar, mas esse preço que haveria que pagar, é bem menor que o que decorre de um Irão com armas nucleares. E de resto, até os aiatolas, podem ser “convencidos” de que os EUA têm meios para tornar infinitamente mais dolorosa a sua resposta.
A opção tem de ser feita a breve prazo.

Sofocleto disse...

Concordo inteiramente consigo Lidador: deve-se atacar já o programa nuclear dos aiatolas. Mas, infelizmente, Israel e os EUA já vão demasiado tarde. É sabido que a Al-Qaeda já tem bombas atómicas. E se a Al-Qaeda já as tem, por maioria de razão, também Ahmadinejad já as terá, compradas no mercado negro como avisadamente afirmou o João Coutinho. Assim sendo, à primeira sacudidela das estações de enriquecimento iranianas levadas a cabo por bombas nucleares tácticas do mundo livre, assistiremos impotentes a nuvens em forma de cogumelo a revolutear sobre Telavive, Haifa e outras grandes cidades da pátria de Sharon.

Lidador disse...

Aprenda com a História Sofocleto:


Londres, 1917:
Face à revolução bolchevista na Rússia, Churchill garante aos outros membros do governo que uma pequena mas robusta intervenção poderá esmagar a serpente ainda no ovo.
Infelizmente os outros ministros acharam que tal intervenção causaria desnecessárias mortes, indignaria a comunidade internacional e suscitaria retaliações incalculáveis de Lenine e do movimento comunista internacional. Nada se fez...e nos 60 anos seguintes, o comunismo matou quase 100 milhões de pessoas.


E há mais...já ouviu falar da triste história de Neville Chamberlain e Dalladier?

E do resultado da sua cegueira e fraqueza?

Pois é Sofocleto, a política não é, na maioria das vezes a escolha entre o bem e o mal, mas sim a arte de escolher o menor de dois males.

No seu País das Maravilhas, será talvez diferente, mas no mundo real é assim.

Manuel disse...

«Nunca na sua história Israel enfrentou um paradoxo igual: saber que tem de atacar; saber que não pode atacar. E a Europa? A Europa acredita que não é nada com ela e, segundo parece, anda por aí muito contente a discutir a sua ‘constituição’. Como alguém diria, a tragédia é aquilo que acontece quando andamos ocupados com outros planos.»

A tragédia não é de forma alguma o que este senhor afirma. Tomem o exemplo de Édipo. Mata o Pai dorme com a Mãe, desconhecendo a relação que tem com eles. Neste caso, a Europa (e os EUA, que este senhor não refere, mas como todos sabemos também fazem parte da equação) limitou-se a contribuir para o caos político no mundo árabe, mas pior que Édipo fê-lo sabendo bem o que fazia. Porque onde reina o Caos não reina a prosperidade e sem prosperidade não há concorrência económica, religiosa, ideológica, ou seja ela qual for.

E já agora, não convém esquecer o petróleo, pois se o petróleo estivesse todo concentrado no Japão, acham que as "potências democráticas" permitiriam tal desenvolvimento económico?
Onde há petróleo, é melhor haver caos social-político-económico-religioso, pois assim consegue-se “sacar” mais facilmente o petróleo. O resto é música de embalar crianças…

Quanto a Israel, é um problema que vai acabar como começou: mal, mal, mal...

O-Lidador disse...

Caro Manuel, Israel começou com uma Resolução da ONU.
Mal, diz você.

Portugal começou à espadeirada e com o anti-Édipo, o filho a combater a mãe.

Bem, presumo.

Quanto a acabar, todos acabaremos mal, nós debaixo do chão, o próprio planeta engolido pelo Sol.

No fundo, a prazo estaamos todos mortos.

Israel só ainda não acabou porque derrotou todas as guerras de extermínio que contra ele foram lançadas.

É pois evidente que tem boas razões para ganharem as guerras...e tomarem as decisões que a isso conduzem.
Mesmo que o anti-semitismo dos lamentáveis eurábicos que por aqui se passeiam, idiotas úteis de valores que não são os nossos, barafustem e regurgitem bacoradas e cavalidades.

Sabe de onde vem o seu nome, Manuel?

Ora investigue.

Sofocleto disse...

Lidador, «Neville Chamberlain e Dalladier»

E o Ocidente ia fazendo a mesma asneira com Iraque. Felizmente optou-se pelo mal menor e invadiu-se. Que são 600.000 mortos comparados com os que Saddam teria provocado com as suas armas de destruição maciça? Que esta intervenção atempada seja uma lição para os que se opõem ao bombardeamente atómico do Irão. Mais vale prevenir.

Lidador disse...

O Sofocleto de tanto repetir mentiras acaba por acreditar nelas.

O artigo da revista Lancet sobre os 600 000 mortos já foi desmontado e ridicularizado.

Goebbels tinha razão mas de uma forma mais subtil ainda: repetir mil vezes uma mentira faz com que ela se torne verdade....para aquele que a repete.

O Sofocleto deveria dar melhor uso às suas capacidades.
Repetir coisas sem sentido qualquer arara faz...e até os reprodutores de cassetes.

Manuel disse...

Pessoas que estão permanentemente a insultar o seu interlocutor não podem estar à espera que eu lhes dê resposta.

E ainda por cima citam Goebbels com uma naturalidade que dá vómitos.

Lamento.

LIdador disse...

Caro manuel, acredite ou não, e com todo o respeito para os seus problemas digestivos, eles não nos dizem respeito e na verdade nem acho que tenham qualquer interesse, a não ser para si si.

Insistir em dar pormenores das suas maleitas é desagradável e constrangedor.

Peço-lhe por favor que mantenha, uma distância socialmente aceitável.

Sofocleto disse...

«repetir mil vezes uma mentira faz com que ela se torne verdade»

É bem verdade! Funcionou com os atentados de Osama bin Laden nos EUA, funcionou com as armas de destruição maciça de Saddam e está a funcionar com o enriquecimento de urânio de Ahmadinejad. Há muitas araras que a engolem sem pestanejar e a repetem sem cessar.

Anónimo disse...

O Chavez e o Ahmadinejad criaram hoje uma empresa petrolífera mista.
Enquanto isso, o mesmo Chavez prepara-se para se perpetuar no poder.

Tudo gente interessante e já muitas vezes aplaudida pelo Sofocleto.
Não são precisos mais comentários ...

Chávez, desvendou nesta quarta-feira mais alguns aspectos de seus novos projetos políticos, afirmando querer construir "uma nova pátria", dar início a "uma explosão do poder popular" e visar a uma "reeleição presidencial indefinida".
http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2007/01/11/Mundo/Hugo_Chavez_defende_reeleicao_pre.shtml

emePê disse...

Tudo gente interessante

Provavelmente mostrarão que sim, também não os compro por bons. Mas porque não se preocupam com quem já é desmesuradamente interessante neste momento? Quem já mostrou que é capaz de, sem o menor pejo, usar o poder nuclear e outros sobre os objectos de cobiça?

Não são precisos mais comentários...

Macillum disse...

Ora, vamos ca clamar por um filosofo, depois, por um historiador, citemos um pensador e declaremo-nos a nos proprios muito inteligentes, muito cultos e donos da verdade e do caminho da Vida, utilizando as formulas matematicas de quem descobriu a melhor maneira de andar sobre o planeta. Acusemos este, mal-digamos o outro, desacreditemos aqueloutro e ate parece que descubrimos como enfrentar da melhor maneira o ultimo minuto de nossas vidas. Donos do manual enciclopedico da historia humana e do sentido da vida, acreditando sempre que o mal esta nos outros.
E.U.A., Irao, Israel, China, Japao, Portugal, Europa... vem todos da linhagem de imperios de David, ou de Fernando Pessoa, reinados todos na defesa e no ataque dos defeitos de caracter alheios, comendo ao mesmo tempo o fruto carmico dos proprios defeitos de caracter.
O que 'e certo 'e que ninguem sabe o que 'e certo, ou o que 'e errado neste embroglio historico em que nos encontramos. Se se lembrassem mais das criancas saberiam que caminho tomar, mas que importa tudo isso quando a luz cegante dos cogumelos nucleares se elevarem nos ceus povoados pelas gaivotas ja transformadas em cinza?

Anónimo disse...

Deviam era atacar as NÃO DECLARADAS armas atómicas Israelitas. Essas sim são uma ameaça para a paz mundial! E só para relembrar, o Irão assinou o Tratado de Nao Proliferacao de A. Nucleares. Israel não o fez!

Que tristeza!

Já é de esperar que o expresso dá azo a este tipo de artigo! Mas não assim! Que raio de artigo é este?! Que anormal este Coutinho! Se fosse alguém a atacar Israel e a acusar este dos sucessivos crimes de guerra que tem cometido, toda a gente ia acusa-lo de fascismo, anti-semitismo, etc... Mas como é apoiante de Israel, nem um pio! Palmas! Que tristes! Voces todos que apoiam um governo fascista que não se importa nem um pouco com o seu povo! Só quer a destruição! Só vêm guerra na cabeça!!!

Anónimo disse...

Deviam era atacar as NÃO DECLARADAS armas atómicas Israelitas. Essas sim são uma ameaça para a paz mundial!

Não deixa de ser estranho que essas famosas armas não declaradas e pelos vistos desconhecidas da opnião pública mundial constituem tão enorme ameaça... Ora bem, se como os boatos afirmam, ou seja, que eles tem essas armas já há umas d+ecadas, e sendo eles tão maus assim, não era suposto já as terem usado ?

Humm... não dá mesmo para perceber estes rapazes...

Anónimo disse...

Macillum, o seu texto é confuso. Qual era mesmo a ideia que queria transmitir e qual é mesmo a droga que está a utilizar enquanto escreve ?

Macillum disse...

Referia-me a isso mesmo que vc fez quando disse que eu uso drogas... acusar, espezinhar, desacreditar o proximo... sugiro que o leia mais lentamente, uma vez que estou a utilizar um teclado sem acentos e quase sem pontuacao... por outro lado, se eu fosse uma pessoa de pouca escolaridade, perante a sua pessoa, eu teria de me calar e nao dar qualquer tipo de opiniao, uma vez que a sua intelectualidade abrangeria muito mais longe do que a minha capacidade de expressao... mas se quiser continuar a rebaixar a minha pessoa esteja a vontade... essa 'e a faceta humana que me tem mostrado o quao dificil 'e alcancar o entendimento, a paz e a harmonia entre os povos...