quarta-feira, setembro 03, 2008

Sionismo versus Bolchevismo - Uma batalha pela alma do Povo Judeu

Winston Churchill, que foi primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial, é considerado o último romântico Sionista não-judeu [the last romantic ZIONIST gentile] como é referido no Site http://www.winstonchurchill.org/, (na realidade, a mãe de Churchill era judia). Em 1920 Winston Churchill escreveu este texto no Illustrated Sunday Herald:




A Struggle for the Soul of the Jewish People


[Uma batalha pela alma do Povo Judeu]


Artigo de Winston Churchill

No Illustrated Sunday Herald

8 de Fevereiro de 1920




(Tradução minha)

Algumas pessoas gostam de judeus e outras não; mas nenhum homem ponderado pode colocar em causa o facto inquestionável de que eles são a raça mais extraordinária que já surgiu à face da Terra.

Disraeli, o Primeiro-Ministro Judeu de Inglaterra, e líder do Partido Conservador, que foi sempre fiel à sua raça e orgulhoso das suas origens, afirmou numa célebre ocasião: "O Senhor lida com as nações tal como as nações lidam com os judeus." Certamente, quando vemos o estado miserável da Rússia, onde de entre todos os países do mundo os judeus foram mais cruelmente tratados, e comparamos com as riquezas do nosso próprio país, que parecem ter sido providencialmente preservadas entre os terríveis perigos dos nossos tempos, temos de reconhecer que nada do que desde então aconteceu na história do mundo refutou a verdade da afirmação confiante de Disraeli.


Bons e Maus Judeus

A luta entre o bem e o mal que se desenvolve incessantemente no coração do homem não atinge maior intensidade que na raça Judia. Em nenhuma outra raça a dupla natureza da espécie humana é mais fortemente ou mais terrivelmente exemplificada. Devemos aos judeus na revelação Cristã um sistema de princípios no qual, mesmo se inteiramente separado do sobrenatural, é incomparavelmente o mais precioso bem da humanidade, valendo de facto a totalidade de toda a outra sabedoria e conhecimento juntos. Nesse sistema e por essa fé foi construída nas ruínas do Império Romano a totalidade da nossa civilização.

E pode muito bem acontecer que esta raça impressionante pode estar neste momento num processo de produção de um outro sistema de moral e filosofia tão malévolo como o Cristianismo foi benévolo, o qual, se não for travado, destruirá irreparavelmente tudo o que o Cristianismo tornou possível. Quase parece que o Evangelho de Cristo e o Evangelho do Anticristo estavam destinados a surgir entre as mesmas pessoas; e que esta raça mística e misteriosa foi escolhida para a suprema expressão, tanto no divino como no diabólico.


Judeus "nacionais"

Não pode haver maior erro do que atribuir a cada indivíduo uma parte reconhecível das qualidades que constituem o carácter nacional.

Existem todo o tipo de homens – bons, maus, e na maioria das vezes, indiferentes – em todos os países e em todas as raças. Nada é mais errado do que negar a um indivíduo, por causa da sua raça ou da sua origem, o seu direito a ser julgado pelos seus méritos pessoais e pela sua conduta. Num povo de especial talento como os judeus, os contrastes são mais vívidos, os extremos estão mais amplamente separados, as consequências resultantes são mais decisivas.

Na presente e funesta época existem três grandes linhas de concepções políticas entre os judeus, duas delas são generosas e promissoras num elevado grau de humanidade, e a terceira absolutamente destrutiva.

Em primeiro lugar existem os judeus que, residindo em qualquer país através do mundo, identificam-se com esse país, participam na sua vida nacional, e, embora aderindo fielmente à sua própria religião, vêem-se a si próprios como cidadãos em sentido absoluto do Estado que os recebeu. Um tal judeu vivendo em Inglaterra diria, “Sou um inglês que pratica a fé judia.” Esta é uma concepção digna e útil ao mais alto grau. Nós, na Grã-Bretanha sabemos bem que durante a Grande Guerra a influência do que pode ser chamado “Judeus Nacionais” foi lançada com grande relevância em muitos lugares ao lado dos Aliados; e no nosso próprio exército, os soldados judeus tiveram um papel notável, alguns chegando ao comando de exércitos, outros obtendo a condecoração Victoria Cross pelo seu valor.

Os judeus nacionais russos, apesar das agruras que os fizeram sofrer, conseguiram ter um papel meritório e útil na vida nacional, mesmo de um país como a Rússia. Como banqueiros e industriais promoveram energicamente o desenvolvimento dos recursos económicos russos e foram os pioneiros na criação destas extraordinárias organizações, as Sociedades Cooperativas Russas. Na política deram o seu apoio, na maior parte dos casos , aos movimentos liberais e progressistas, e estiveram entre os mais acérrimos apoiantes da amizade entre a França e a Grã-Bretanha.


Os Judeus Internacionais

Em violenta oposição a todo este esforço desta esfera de judeus, elevaram-se os planos dos Judeus Internacionais. Os partidários desta sinistra confederação são sobretudo homens que surgiram entre as mais infelizes populações dos países onde os judeus eram perseguidos por causa da sua raça. A maioria, se não todos eles, renegaram a religião dos seus antepassados e divorciaram-se nas suas mentes da esperança espiritual da outra vida. Este movimento entre os judeus não é novo. Desde os tempos de Spartacus-Weishaupt, Karl Marx, Trotsky (Rússia), Bela Kun (Hungria), Rosa Luxemburgo (Alemanha) e Emma Goldman (Estados Unidos), esta conspiração universal para derrubar a civilização e para a reconstituição da sociedade na base da regressão do desenvolvimento, da malevolência invejosa e igualdade impossível, foi crescendo continuamente. Representou, como uma moderna escritora, Sra. Webster, mostrou habilmente, um papel claramente reconhecível na tragédia da Revolução Francesa. Constituiu o motivo principal de todos os movimentos subversivos durante o século dezanove, e agora, por fim, este grupo de personalidades extraordinárias do sub-mundo das grandes cidades da Europa e da América agarraram o povo russo pelos cabelos e tornaram-se praticamente os senhores indiscutíveis desse império enorme.


Judeus Terroristas

Não é necessário exagerar o papel que estes judeus internacionais e na maior parte ateístas desempenharam na criação do Bolchevismo e na execução da Revolução Russa. Foi certamente muito importante; seguramente que pesou mais do que todos os outros. Com a excepção notável de Lenine, a maioria das mais destacadas figuras são judeus. Mais ainda, a inspiração principal e impulsionadora veio de líderes judeus. Portanto, Tchitcherin, um russo autêntico, foi ultrapassado pelo seu subordinado nominal Litvinoff, e a influência dos russos como Bukarine ou Lunacharski não podem ser comparados com o poder de Trotsky, ou de Zinovieff, o ditador da Cidadela vermelha (Petrogrado), ou por Krasin ou Radek – todos judeus. Nas instituições soviéticas a predominância de judeus é ainda mais surpreendente. E a proeminente, senão mesmo a principal parte no sistema de terrorismo aplicado pela Comissão Extraordinária para combater a Contra-Revolução foi ocupada por judeus e em casos excepcionais por judias. A mesma proeminência diabólica foi obtida por judeus no breve período de terror em que Bela Kun governou a Hungria. O mesmo fenómeno aconteceu na Alemanha (especialmente na Bavária), no que concerne a esta loucura que aconteceu durante a prostração temporária do povo alemão. Embora em todos estes países existam muitos não-judeus tão maus ou piores que os revolucionários judeus, proporcionalmente o papel desempenhado por estes últimos é impressionante.


Protector dos Judeus

Obviamente, os mais intensos desejos de vingança surgiram nos corações do povo russo. Até onde a autoridade do General Denikin pudesse chegar, a protecção era sempre dada à população judia, e grandes esforços eram feitos pelos seus oficiais para evitar represálias e para punir os culpados. Era de tal forma que a propaganda de Petlurist contra o General Denikin denunciou-o como um protector dos judeus. As meninas Healy, sobrinhas do Sr. Tim Healy, ao falar sobre a sua experiência pessoal em Kiev, declararam que, segundo era do seu conhecimento, em mais de uma ocasião em que oficiais ofenderam judeus, aqueles eram despromovidos e enviados para a frente de guerra. Mas as hordas de bandidos que se estavam a expandir e a infestar todo o Império Russo não hesitavam em satisfazer a sua sede de sangue à custa da população judia inocente sempre que se deparava uma oportunidade. O bandido Makhno, as hordas de Petlura e de Gregorieff, que marcavam os seus êxitos com os massacres mais brutais, encontravam em todo o lado numa população estupidificada e enraivecida uma resposta ávida ao anti-semitismo na sua pior e mais asquerosa forma.

O facto de em muitos casos os interesses judeus e os lugares santos judeus terem sido deixados em paz pelos Bolcheviques na sua hostilidade geral tendem cada vez mais a associar a raça judia às atrocidades que estão agora a ser perpetradas. Isto é uma injustiça para milhões de pessoas indefesas, muitas delas a sofrerem com o regime revolucionário. Torna-se, portanto, especialmente importante encorajar e desenvolver um movimento marcadamente judeu que se afaste directamente destas associações perniciosas. E é aqui que o Sionismo tem um significado tão profundo para todo o mundo nos tempos que correm.


Um Lar para os Judeus

O Sionismo oferece a terceira via para as concepções políticas de uma raça judia. Em violento contraste com o comunismo internacional, uma ideia nacional de uma natureza de comando. Coube ao Governo britânico, como resultado da conquista da Palestina, ter a oportunidade e a responsabilidade de assegurar para a raça judia um lar no mundo e um centro de uma vida nacional. A habilidade política e o sentido histórico do Sr. Balfour estava pronto para agarrar esta oportunidade. Foram feitas declarações que decidiram irrevogavelmente a política da Grã-Bretanha. A ardente energia do Dr. Weissman, o chefe, por razões práticas, do projecto Sionista, apoiado por muitos dos mais proeminentes judeus britânicos, e apoiada pela total autoridade de Lord Allenby, estão todos direccionados para alcançar o sucesso deste movimento inspirador.

Evidentemente, a Palestina é demasiado pequena para acomodar mais do que uma fracção da raça judia, nem a maior parte dos judeus nacionais deseja ir para lá. Mas se, como pode acontecer, for criada ainda na nossa vida nas margens do Jordão um Estado Judeu sob a protecção da Coroa Britânica, que possa acomodar três ou quatro milhões de judeus, um acontecimento terá ocorrido na história do mundo que, seja qual for o ponto de vista, será benéfico e estará em harmonia com os verdadeiros interesses do Império Britânico.

O Sionismo já se tornou um factor de convulsão política da Rússia, como um competidor poderoso e influente nos círculos bolcheviques com o sistema comunista internacional. Nada poderia ter mais significado do que a raiva com que Trotsky atacou os Sionistas em geral e o Dr. Weissmann em particular. O cruel entendimento no seu espírito não lhe deixa qualquer dúvida que os seus planos de um Estado comunista mundial sob dominação judia estão directamente frustrados e impedidos por este novo ideal, um objectivo mais verdadeiro e muito mais fácil de alcançar. A luta que está agora a começar entre o Sionismo e os judeus Bolcheviques é nada mais do que uma luta pela alma do povo judeu.


O Dever dos Judeus Leais

É particularmente importante nestas circunstâncias que todos os judeus nacionais em qualquer país que são leais à terra que os adoptou se ofereçam em todas as ocasiões, como muitos já o fizeram em Inglaterra, e tomem um papel de relevo em qualquer medida para combater a conspiração Bolchevique. Desta forma poderão reivindicar a honra do nome judeu e tornar claro a todo o mundo que o movimento Bolchevique não é um movimento judeu, mas que é veementemente repudiado pela grande massa da raça judia.

Mas uma resistência negativa ao Bolchevismo em qualquer campo não é suficiente. Alternativas práticas e positivas são necessárias na esfera moral bem como na esfera social; e na construção com a maior rapidez possível de um centro judaico nacional na Palestina que vir a tornar-se não apenas um refúgio para os oprimidos das tristes terras da Europa Central, mas que será também um símbolo da unidade judia e o templo da glória judia, uma tarefa que se apresenta e na qual muitas bênçãos repousam.


Comentário:

E, desta forma, os Sionistas encaminharam os oprimidos e contrariados judeus das tristes terras da Europa Central para os territórios da Palestina, onde (os Sionistas) edificaram uma sólida base militar na forma de um Estado Judaico, controlando o Canal de Suez e próximo das maiores reservas energéticas do planeta:

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9 comentários:

Fino disse...

É sabido que Churchill (e Roosevelt) sabia do iminente ataque do Japão a Pearl Harbour, mas não fez nada de modo a meter os Estados Unidos na guerra.

credo disse...

Um caso pa se dezer, resumindo, que, bons ou maus, esses judeus são fodidos.

Carlos Marques disse...

O discurso nazi-fascista do sionismo perverte uma boa parte do que o judaísmo prega. Aliás, o sionismo usa tanto o judaísmo para se proteger das críticas, como da questão do anti-semitismo para se mostrarem como os coitados da humanidade para todo o sempre.

Quando existia a Palestina judaico-árabe, não havia conflito israelo-palestiniano.

xatoo disse...

este texto é da autoria de Churchill - e dar qualquer crédito à sua isenção no que respeita às suas ficções sobre os judeus quando escreve sobre sionismo e "bolchevismo" é o mesmo que aquiescer com prováveis teorias sobre democracia escritas por Cavaco Silva, Ferreira Leite ou António Vitorino; veja-se:
"Churchill himself had Jewish ancestry on his mother's side. According to a letter by Mark Corby in the London Times on 22 March, 'his mother Jenny (nee Jacobson) Jerome was a New York Jew, as was pointed out by Moshe Kohn in an article in the Jerusalem Post of January 18, 1993".
Jenny Jerome ascendeu na vida como aristocrata, e "limpou o nome do judaismo" ao casar com o Lord inglês Sir Randolph Churchill alterando-o para Jenny Churchill depois e depois voltando a casar com o Rei Eduardo VII. Winston Churchill não foi o figurão politico que conhecemos por mero acaso,,,
para que conste:
Os cartazes da propaganda Nazi referem e diabolizam explicitamente a luta contra a aliança imperialista inglesa com o capitalismo de Estado da URSS. Os Estados Unidos (a banca Judaica) financiaram ambos, pelo que a dicotomia sionismo-bolchevismo inventada por Churchill é uma manobra de diversão. A oposição verdadeira era entre duas potências capitalistas pela hegemonia de mercados: a Alemanha e a Inglaterra/EUA. Além do mais, quem de facto deu o primeiro passo para fundar Israel foi Roosevelt, assessorado pelo secretario de Estado judeu Hans Morgenthau, (depois concretizado na prática por outro judeu: Henry Solomon Truman) A história referida nos Diários de Morgenthau é elucidativa.
Quanto ao comentário/conclusão nada a objectar; mas o rigor é muito bonito e, sabendo dos preconceitos anti-comunistas do autor do blogue, é natural que tenha embarcado na conversa fiada do judeu Churchill (da Casa de Blenheim), que depois de ganhar a guerra com os aliados entrou num ápice no famoso negócio de diabolizar o comunismo - guerra fria que sustentou o Complexo-Industrial-Militar por três décadas. Ao glorificar as teorias expressas por Churchill, o Diogo, se calhar sem o saber, alinha de facto nos propósitos deixados como herança pelos judeus sionistas que fundaram Israel.
x

Diogo disse...

Caro Xatoo,

Não estou com esta tradução a tentar dar qualquer isenção ou a glorificar Churchill e é evidente que a dicotomia sionismo-bolchevismo inventada por Churchill não passa de uma manobra de diversão.

O que eu pretendi chamar a atenção foi para a forma ardilosa como Churchill pretendeu desviar os judeus (menos ricos) para Israel de forma a criarem uma base militar na forma de um Estado Judaico no coração do ex-império otomano, controlando o Canal de Suez e próximo das maiores reservas de petróleo e gás do mundo.

Israel não é um projecto de uma pátria judaica. Israel é uma estratégia sionista militar.

xatoo disse...

bom, tá bem,,, então vamos lá embora para a Festa. também vais?

Fialves disse...

A mãe de Churchill não era judia (não que isso tenha alguma importância, mas enfim...).

Anónimo disse...

Danke!

Anónimo disse...

Churchill, foi o porco inglês-maçom judaizado, que abriu as portas da Europa para o comunismo judeu! Isto foi feito em 1945 junto com o judeu Roosevelt, presidente americano!